SISTEMA AQUÍFERO: MONFORTE-ALTER DO CHÃO (A3)

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2 SISTEMA AQUÍFERO: MONFORTE-ALTER DO CHÃO (A3) Figura A3.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Monforte-Alter do Chão (A3) 58

3 Identificação Unidade Hidrogeológica: Maciço Antigo Bacia Hidrográfica: Tejo Distrito: Portalegre Concelhos: Alter do Chão, Fronteira e Monforte Enquadramento Cartográfico Folhas 358, 370, 371 e 384 da Carta Topográfica na escala 1: do IGeoE Folhas 32-B e 32-D do Mapa Corográfico de Portugal na escala 1: do IPCC Folhas 32-B e 32-D da Carta Geológica de Portugal na escala 1: do IGM 358 CRATO PORTALEGRE 32B ALTER DO CHÃO FRONTEIRA 32D 384 MONFORTE SOUSEL Figura A3.2 Enquadramento geográfico do sistema aquífero Enquadramento Geológico Estratigrafia e Litologia As formações que constituem o suporte do sistema aquífero são os calcários e dolomitos cristalinos do Câmbrico inferior e gabros pertencentes ao Complexo Básico de Alter do Chão - Cabeço de Vide. A primeira unidade é formada por dolomitos, mármores calcíticos e calcários dolomíticos. Como foi parcialmente intruída por um extenso complexo plutónico de ultrabasitos e basitos, as rochas, junto ao contacto, estão transformadas em corneanas, devido a acções de metamorfismo de contacto. Uma sondagem realizada perto de Vaiamonte, no âmbito do Sistema Aquífero: Monforte-Alter do Chão (A3) 59

4 projecto ERHSA, atingiu os 113 m de profundidade sem nunca ter deixado de atravessar calcários. O Complexo Básico de Alter do Chão-Cabeço de Vide instalou-se no seio do maciço calcário e é formado por gabros, gabros olivínicos e anortosíticos, peridotitos, dunitos e piroxenitos. São visíveis alguns tipos de alteração, como a anfibolização e a serpentinização (Gonçalves e Fernandes, 1973). A camada produtiva desta formação tem uma espessura de poucas dezenas de metros. Tectónica A área foi afectada por diferentes fases de dobramento. Assim, a fase orogénica anteviseana gerou dobras deitadas com vergência para Oeste e Sudoeste e carreamento do Câmbrico sobre o Silúrico. Em seguida, ocorreu a fase antevestefaliana superior que deu origem a dobras com plano axial subvertical, de direcção NW-SE. Posteriormente, geraram-se falhas transcorrentes, curvas, sinistrógiras (Gonçalves e Fernandes, 1973). Durante o Ordovícico ocorreu a intrusão dos maciços plutónicos que afectam as formações câmbricas. É possível observar que, junto ao contacto do Complexo Básico com os calcários, estes se encontram verticalizados (Fernandes, 2000). O sistema aquífero apresenta uma forma alongada, segundo a direcção NW-SE, que se deve ao campo de tensões existente nas fases dúcteis da orogenia Varisca, enquanto os episódios frágeis tardi-variscos condicionaram o sistema de fracturação que afecta o sistema, com as seguintes direcções principais: NNE-SSW e ENE-WSW (Fernandes, 2000). De acordo com trabalhos recentes, no âmbito do projecto ERHSA, a formação carbonatada corresponde ao flanco invertido de uma dobra de 1ª fase, mas nos calcários predominam as dobras de 2ª fase, com flancos paralelos e com os planos axiais, verticais, com direcção, aproximada, de N40ºW. Hidrogeologia Características Gerais Como já foi referido, o sistema aquífero tem como suporte a formação carbonatada e o complexo básico de Alter do Chão-Cabeço de Vide. Trata-se de um sistema livre, com características de cársico/fissurado, nos calcários, e de fracturado, nos gabros. A circulação subterrânea parece estar fortemente influenciada pela fracturação que afecta as formações, apesar de entre os calcários e os gabros não haver diferença de comportamento. A recarga é feita pela precipitação que cai directamente sobre as formações aquíferas, pois não existe qualquer indício de drenância a partir das formações encaixantes do sistema aquífero. Existem algumas nascentes perenes, situando-se, essencialmente no bordo sudoeste, junto ao contacto com formações menos permeáveis. A área total do sistema aquífero é de 98 km 2, mas para efeitos de área de recarga, e por conseguinte, aflorante, apenas se consideram 69 km 2, que corresponde sensivelmente à área de afloramento da formação carbonatada e dos gabros. Sistema Aquífero: Monforte-Alter do Chão (A3) 60

5 Este sistema aquífero constitui o único suporte de abastecimento de água às populações de Alter do Chão, Alter Pedroso, Cabeço de Vide, Vaiamonte e Monforte. Parâmetros Hidráulicos e Produtividade Para a caracterização da produtividade nos calcários, dispõe-se de um conjunto de 27 dados, cujas estatísticas se apresentam no quadro seguinte (Quadro A3.1): Média Desvio Padrão Mínimo Q 1 Mediana Q 3 Máximo 4,9 4,7 0,04 1,8 3,3 6,0 16,5 Quadro A3.1 Principais estatísticas dos caudais (L/s), para a formação carbonatada Figura A3.3 - Distribuição cumulativa de caudais Para os gabros, apenas se dispõe de cinco dados de caudal, sendo a média de 7,1 L/s, o mínimo de 1,69 L/s e o máximo de 16 L/s. Também se dispõe de valores de caudais registados nas nascentes cuja circulação se faz nas rochas carbonatadas e nos gabros. Nas primeiras formações, os valores oscilam entre 0,1 e 0,9 L/s, enquanto para as segundas formações, os valores de caudal medidos nas nascentes, variam entre 0,2 e 2 L/s. Em termos espaciais, verifica-se que os furos mais produtivos se situam no bordo SW do sistema aquífero, independentemente da natureza da formação aquífera (Fernandes, 2000). Análise Espaço-temporal da Piezometria No âmbito do projecto ERHSA foram realizadas onze campanhas de medição do nível piezométrico em 57 pontos de água, que monitorizam as duas formações aquíferas. Estas campanhas decorreram entre Julho de 1997 e Março de Pela análise dos dados, verifica-se uma grande homogeneidade nos níveis medidos para cada um dos pontos de água, apresentando muito poucas oscilações. Nalguns piezómetros, a oscilação do nível é da ordem dos 1 a 3 metros. As únicas excepções são três pontos, cujas Sistema Aquífero: Monforte-Alter do Chão (A3) 61

6 maiores oscilações de nível registadas foram de 23, 28 e 33 metros, ao longo desta série. Não se regista qualquer tendência dos níveis, quer de subida, quer de descida. De acordo com trabalhos recentes no âmbito do referido projecto, o sentido de fluxo subterrâneo, faz-se à escala regional, para sudoeste, mas nos extremos norte e sul do sistema, esta tendência muda. Assim, no extremo norte, o escoamento muda para um sentido S-SE, enquanto no extremo sul, a mudança se faz no sentido E-SE. Este sentido do fluxo subterrâneo é confirmado pela existência de nascentes no bordo sudoeste do sistema aquífero. Balanço Hídrico Os dados aqui apresentados foram obtidos do projecto ERHSA (Fernandes, 2000). Assim, tendo em conta a área de recarga de 69 km 2 e considerando uma taxa de recarga de 13% da precipitação, os recursos médios renováveis atingem um valor de 5,7 hm 3 /ano. A precipitação média calculada para esta área, através do método de Thiessen é de 630 mm/ano. Como já foi referido, este sistema aquífero constitui a única origem de água para as populações, quer seja para abastecimento público ou privado, quer seja para rega ou indústria. A nível do abastecimento público, as extracções não excedem os 0,2 hm 3 /ano. Para o abastecimento privado e rega, que detêm as maiores percentagens de uso de água subterrânea, não existem quantificações, mas no total e, juntamente com o abastecimento público, são inferiores às entradas, pois o sistema é excedente, uma vez que as nascentes debitam água todo o ano. Qualidade Considerações Gerais Dispõe-se de um conjunto de dados de análises químicas realizadas no âmbito do projecto ERHSA e que dizem respeito a um período compreendido entre Abril de 1997 e Julho de Para a condutividade e o ph, foram feitas várias medições no campo, entre Julho de 97 e Fevereiro de São águas de fácies predominantemente bicarbonatada cálcica e calco-magnesiana com algumas águas a demonstrarem fácies bicarbonatada magnesiana e uma água com fácies bicarbonatada sódica, conforme a figura A3.4. De um modo geral são águas de má qualidade para consumo humano quando comparadas com os valores limites do Decreto-Lei N.º 236/98, de 1 de Agosto. Segundo Fernandes, 2000, as águas que circulam nas rochas básicas e ultrabásicas apresentam um ph mais elevado do que as águas circulantes nos calcários. Na época das águas altas, observa-se um incremento nos sulfatos e nitratos, que poderá ser explicado pela adubação do solo que ocorre nesta zona em Setembro-Outubro (ibidem). Sistema Aquífero: Monforte-Alter do Chão (A3) 62

7 Figura A3.4 - Diagrama de Piper relativo às águas do Sistema de Monforte-Alter do Chão Na tabela seguinte apresentam-se as principais estatísticas relativas às águas deste sistema (Quadro A3.2). Condutividade (µs/cm) n Média Desvio Padrão Mínimo Q 1 Mediana Q 3 Máximo ph 157 7,5 0,5 6,4 7,2 7,4 7,6 11,1 Resíduo Seco (mg/l) Bicarbonato (mg/l) Cloreto (mg/l) ,6 25,3 8,0 16,9 24,0 44,1 135,5 Sulfato (mg/l) ,8 13,5 1,0 16,8 22,0 31,0 77,0 Nitrato (mg/l) ,2 34,7 0,0 13,6 25,0 48,1 205,0 Nitrito (mg/l) 33 0,0 0,09 0,0 0,006 0,01 0,02 0,5 Azoto Amoniacal (mg/l) 5 0,2 0,07 0,1 0,09 0,18 0,19 0,2 Dureza Total (mg/l) Alcalinidade Sódio (mg/l) ,7 11,2 6, ,3 68,3 Potássio (mg/l) 100 1,8 2,7 0,3 0,6 1,3 2, 18,5 Cálcio (mg/l) ,5 35,6 15,4 54,0 88,4 107,8 167,8 Sistema Aquífero: Monforte-Alter do Chão (A3) 63

8 Magnésio (mg/l) ,4 17,8 0,2 16,9 26,2 34,3 88,0 Ferro (mg/l) 28 0,1 0,07 0,1 0,08 0,1 0,18 0,3 Oxidabilidade (mg/l) 33 0,8 0,3 0,5 0,7 0,7 0,8 1,7 Fosfatos (mg/l) 16 0,1 0,14 0,0 0,05 0,09 0,2 0,5 Fluoretos (mg/l) 52 0,7 0,5 0,0 0,3 0,6 0,9 3,3 Quadro A3.2 - Principais estatísticas das águas do sistema de Monforte-Alter do Chão Qualidade para Consumo Humano No quadro A3.3 observa-se, em percentagem, as violações dos valores normativos face aos limites definidos pelos Anexos I e VI do Decreto-Lei N.º 236/98, de 1 de Agosto. Da análise, os parâmetros que mais excedem os respectivos VMA são os nitratos, dureza total e o ferro. Quanto às violações dos respectivos VMR, só os sulfatos e cloretos não ultrapassam, se compararmos com o Anexo I, mas se compararmos com o Anexo VI, então todos os parâmetros excedem o respectivo VMR, em maior ou menor percentagem. Anexo VI Anexo I -Categoria A1 Parâmetro <VMR >VMR >VMA <VMR >VMR >VMA ph Condutividade Cloretos Dureza total 99 Sulfatos Cálcio Magnésio Sódio Potássio Nitratos Nitritos 6 Azoto amoniacal Ferro Fluoretos Quadro A3.3 Apreciação da qualidade face aos valores normativos Uso Agrícola As águas deste sistema distribuem-se pelas seguintes classes definidas pela USSLS (United Salinity Laboratory Staff): C 1 S 1 : 4,3%, C 2 S 1 : 70% e C 3 S 1 : 25,7%. São águas que representam Sistema Aquífero: Monforte-Alter do Chão (A3) 64

9 um perigo de salinização do solo baixo a alto e um perigo de alcalinização baixo, conforme a figura A3.5. Figura A3.5 - Diagrama de classificação da qualidade para uso agrícola Bibliografia Costa, A. (1995) - Avaliação de Recursos Hídricos Subterrâneos na Herdade de Torre de Palma. Relatório Interno, IGM, Lisboa. Fernandes, J. (2000) - Sistema Aquífero Monforte-Alter do Chão. Fichas dos Sistemas Aquíferos do Alentejo - Anexo II do Relatório Técnico do ERHSA (IGM). A ser publicado pela Comissão de Coordenação da Região Alentejo, Évora. Oliveira, J. T.; Pereira, E.; Ramalho, M.; Antunes, M. T.; Monteiro, J. H. (1992) - Carta Geológica de Portugal na Escala 1: Serviços Geológicos de Portugal. Lisboa. Gonçalves, F.; Fernandes, A. P. (1973) - Carta Geológica de Portugal na Escala de 1/ e Notícia Explicativa da Folha 32-B PORTALEGRE. Serviços Geológicos de Portugal. Lisboa. 49 pág. Gonçalves, F.; Zbyszewski, G.; Pinto Coelho, A. V. (1975) - Carta Geológica de Portugal na Escala de 1/ e Notícia Explicativa da Folha 32-D SOUSEL. Serviços Geológicos de Portugal. Lisboa. 49 pág. Sistema Aquífero: Monforte-Alter do Chão (A3) 65

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