AS EMPRESAS GAZELA E AS EMPRESAS DE CRESCIMENTO ELEVADO
|
|
|
- Rachel Aldeia Aleixo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 AS EMPRESAS GAZELA E AS EMPRESAS DE CRESCIMENTO ELEVADO ( ) Maio
2 OBJECTIVOS Identificar as empresas gazela e as empresas de crescimento elevado (ECE) do tecido empresarial português. Caracterizar as empresas gazela e as ECE portuguesas. Período considerado:
3 CONCEITOS Empresas de elevado crescimento ECE (empresas de crescimento elevado) são empresas que cresceram ou 60 % ou mais, em três anos 20 % ou mais, por ano, durante três anos Empresas gazela são empresas de crescimento elevado (ECE) com 5 anos ou menos, no início do período de observação Crescimento: em volume de negócios, ou em número de empregados, mas obrigatoriamente orgânico (fusões e aquisições excluídas). Excluídas: empresas de dimensão reduzida (menos de 10 empregados ou menos de 0,5 M ). 3
4 CONCEITOS As empresas gazela e as ECE distinguem-se pelo dinamismo na criação de emprego Manutenção ou redução: 26,8% empregados 42,9% empregados Autoemprego: 30,2% empregados As ECE (0,4%) portuguesas criaram 21% do emprego líquido em As gazelas (0,2%) portuguesas criaram 10% do emprego líquido, no mesmo período. 4
5 UNIVERSO CONSIDERADO E DE COMPARAÇÃO 5
6 UNIVERSO CONSIDERADO E DE COMPARAÇÃO Universo considerado e de comparação: EMPRESAS CONSIDERADAS: EMPRESAS EQUIVALENTES: Período considerado:
7 UNIVERSO DE EXTRACÇÃO E COMPARAÇÃO EMPRESAS CONSIDERADAS: Admitidas: empresas com IES depositadas em todos os anos do período. Excluídas: empresas financeiras, empresas com actividade irregular (sem volume de negócios ou sem empregados em algum ano do período). 7
8 UNIVERSO DE EXTRACÇÃO E COMPARAÇÃO EMPRESAS CONSIDERADAS desempenho económico Empregados Apesar da quebra em 2009 o número de empregados aumenta razoavelmente (+5,3 %). Período considerado:
9 UNIVERSO DE EXTRACÇÃO E COMPARAÇÃO EMPRESAS CONSIDERADAS desempenho económico Resultados líquidos Queda acentuada dos resultados líquidos em 2008, mantendo-se o valor em Quebra significativa no período (-23,3 %). Período considerado:
10 UNIVERSO DE EXTRACÇÃO E COMPARAÇÃO EMPRESAS CONSIDERADAS desempenho económico Volume de negócios Em 2009, após 2 anos de crescimento, o volume de negócios voltou para valores semelhantes aos de Período considerado:
11 UNIVERSO DE EXTRACÇÃO E COMPARAÇÃO EMPRESAS CONSIDERADAS desempenho económico Crescimento Período Empresas com crescimento Número Percentagem % % % % com crescimento em todos os anos % No período registou-se: diminuição anual do número de empresas em crescimento, aumento do volume de negócios de 46 % das empresas, aumento anual do volume de negócios de 11 % das empresas ( empresas). Período considerado:
12 UNIVERSO DE EXTRACÇÃO E COMPARAÇÃO EMPRESAS EQUIVALENTES: Admitidas: EMPRESAS CONSIDERADAS com a mesma dimensão das ECE e das gazelas: 10 empregados ou mais, 0,5 M ou mais de volume de negócios em EMPRESAS EQUIVALENTES = 15 % das EMPRESAS CONSIDERADAS Período considerado:
13 UNIVERSO DE EXTRACÇÃO E COMPARAÇÃO EMPRESAS EQUIVALENTES Tecido empresarial das EMPRESAS EQUIVALENTES em Variação % tecido empresarial Absoluta % Volume de negócios ('000 ) ,6 % 81,3 % 79,6 % Número de empregados ,5 % 69,8 % 66,5 % Número de empresas ,2 % As EMPRESAS EQUIVALENTES representam 81,3 % do volume total de negócios aumentaram 2,6 % 69,8 % do total de empregado aumentaram 10,5 % Período considerado:
14 IDENTIFICAÇÃO DO CONJUNTO DE EMPRESAS GAZELA E ECE PORTUGUESAS 14
15 IDENTIFICAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Redução progressiva do conjunto de EMPRESAS CONSIDERADAS até à identificação das gazelas e ECE Com crescimento entre 2006 a 2009: (45,6 %) EMPRESAS CONSIDERADAS Com crescimento em todos os anos de 2006 a 2009: (11,3 %) 15
16 IDENTIFICAÇÃO DE EMPRESAS GAZELAS E ECE Redução progressiva do conjunto de EMPRESAS CONSIDERADAS até à identificação das gazelas e ECE Com crescimento anual de 20 % ou mais: (1,5 %) Empresas com crescimento em todos os anos de 2006 a 2009: (11,3 %) ECE (empresas de crescimento elevado): 620 (0,4 %) Gazelas: 293 (0,2 %) 16
17 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE PORTUGUESAS 17
18 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS CONSIDERADAS crescimento Taxas de crescimento CONSIDERADAS ECE Gazelas Volume de negócios 0,4 306,2 315,4 Empregados 5,3 166,7 231,9 As ECE e as gazelas quadruplicaram o volume de negócios, quase triplicaram o número de empregados. Período considerado:
19 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS CONSIDERADAS crescimento Crescimento Variável Peso das ECE Peso das gazelas CONSIDERADAS ECE Gazelas Número de empresas ,4 % 0,2 % Variação do volume de negócios (valores em 000' euros) % 78 % Variação do n.º de empregados % 10 % Relativamente ao conjunto das EMPRESAS CONSIDERADAS, as ECE e as gazelas apresentaram: 319 % e 78 % da variação líquida do volume de negócios respectivamente, 21 % da variação de empregados (10 % só para as gazelas). Período considerado:
20 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS CONSIDERADAS Criação de emprego ECE: 620 (0,4 %) Criação de novo emprego: 21 % Gazelas: 293 (0,2 %) Criação de novo emprego: 10 % Período considerado:
21 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Localização As ECE e as gazelas encontram-se principalmente no Norte e região de Lisboa e Vale do Tejo; em Lisboa, Porto e Braga, onde os valores são ligeiramente superiores. 21
22 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Sector de actividade As ECE e as gazelas actuam principalmente nos serviços, construção e telecomunicações, muito menos na indústria transformadora e no retalho. 22
23 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Antiguidade ECE: Gazelas: 10,3 anos 6 anos Mais jovens Idade média Menos Jovens EQUIVALENTES: + de 10 anos 23
24 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Número de empregados Volume de negócios A dimensão das gazelas e das ECE aproxima-se muito da dimensão das EQUIVALENTES. 24
25 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Risco comercial Há mais ECE e gazelas com níveis de risco mais baixo. Há tantas ECE e gazelas com risco elevado quanto EMPRESAS EQUIVALENTES. 25
26 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Exportação e importação Empresas exportadoras CONSIDERADAS EQUIVALENTES ECE Gazelas Total de empresas Número de exportadoras em Número de exportadoras em Percentagem de exportadoras em % 39 % 24 % 22 % Percentagem de exportadoras em % 43 % 37 % 33 % Empresas importadoras CONSIDERADAS EQUIVALENTES ECE Gazelas Total de empresas Número de importadoras em Número de importadoras em Percentagem de importadoras em % 50 % 33 % 33 % Percentagem de importadoras em % 55 % 45 % 45 % Período considerado: A percentagem de ECE e empresas gazela exportadoras é inferior à de EMPRESAS CONSIDERADAS e EQUIVALENTES que exportam. A percentagem de ECE e empresas gazela importadoras é superior à de EMPRESAS CONSIDERADAS importadoras mas inferior à de EQUIVALENTES que importam. 26
27 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Volume de exportação CONSIDERADAS EQUIVALENTES ECE Gazelas Volume de negócios das exportadoras em Volume de negócios das exportadoras em Volume de exportações em Volume de exportações em Diferença no período Percentagem de exportações em % 27 % 21 % 40 % Percentagem de exportações em % 26 % 26 % 33 % Crescimento do volume de negócios 6 % 7 % 421 % 400 % Crescimento das exportações 4 % 4 % 535 % 314 % Valores em 000' euros Período considerado:
28 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS CONSIDERADAS Volume de exportação EMPRESAS CONSIDERADAS Gazelas: 0,2 % ECE: 0,4 % Crescimento das exportações: M 6,6 % (+ 84 M ) 34 % (+ 438 M ) Positivo As gazelas e ECE quase quadruplicaram as exportações no período, enquanto as EMPRESAS CONSIDERADAS aumentaram 4 %. As ECE atingiram, no final do período, um peso de exportação semelhante ao das EMPRESAS EQUIVALENTES. Período considerado:
29 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Volume de importação CONSIDERADAS EQUIVALENTES ECE Gazelas Volume de negócios das importadoras em Volume de negócios das importadoras em Volume de importações em Volume de importações em Percentagem de importações em % 26 % 29 % 37 % Percentagem de importações em % 24 % 30 % 27 % Crescimento do volume de negócios 6 % 7 % 319 % 380 % Crescimento das importações -1 % 0 % 324 % 249 % Valores em 000' euros Período considerado:
30 CARACTERIZAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA E ECE Comparação com as EMPRESAS EQUIVALENTES Volume de importação Menos positivo As gazelas e ECE aumentaram as importações (324 % e 249 %, respectivamente) enquanto as EMPRESAS CONSIDERADAS quase estagnaram. As importações excedem as exportações em todos os anos do período. Mas As gazelas e ECE aumentaram muito mais as importações e as exportações são mais dinâmicas na procura de oportunidades de crescimento. Período considerado:
31 IDENTIFICAÇÃO DE EMPRESAS GAZELA DE RISCO NÃO ELEVADO Depuração do conjunto de empresas gazela Total de empresas gazela: 293 Exclusão de empresas gazela com risco elevado: resultados líquidos negativos em 2009, indicador de risco Informa D&B elevado, acções de insolvência e / ou processos de insolvência, dívidas à segurança social e / ou DGCI. Total de empresas gazela de risco não elevado, em Abril de 2011: 203 Período considerado:
32 RESUMO DAS CONCLUSÕES 32
33 RESUMO DAS CONCLUSÕES EMPRESAS GAZELA Entre 2006 e 2009, 293 empresas portuguesas correspondem à definição de empresas gazela. As empresas gazela representam apenas 0,2% do tecido empresarial português e a elas se deve a criação de 10% do emprego líquido entre 2006 e Os crescimentos do volume de negócios (315%) e do número de empregados (232%) das gazelas é muito acelerado; muito mais acelerado que os das EMPRESAS CONSIDERADAS e os das EMPRESAS EQUIVALENTES. As empresas gazela vendem essencialmente no mercado interno, e distinguem-se pelo crescimento rápido tanto das exportações quanto das importações. Este crescimento acompanha o aumento no total do volume de negócios. 33
34 RESUMO DAS CONCLUSÕES EMPRESAS GAZELA As empresas gazela facturam, em média, 2,9 milhões de euros e empregam, em média, 49 pessoas. A idade média das empresas gazela é de seis anos. A distribuição geográfica das empresas gazela não se distingue da que caracteriza o tecido empresarial português, embora se encontrem mais concentradas no Norte. Há empresas gazelas a actuar em todos os sectores de actividade, com predominância nos serviços, na construção e nas telecomunicações; há menos na indústria transformadora e no retalho, em comparação com a distribuição sectorial das EMPRESAS EQUIVALENTES. Existe maior percentagem de empresas com um nível de risco comercial baixo nas gazelas do que nas EMPRESAS EQUIVALENTES. 34
35 RESUMO DAS CONCLUSÕES EMPRESAS GAZELA As empresas gazela (e também as ECE) não se distinguem especialmente do restante tecido empresarial português nem pela distribuição geográfica, nem pelos sectores em que actuam, nem por se concentrarem especialmente nas exportações. Estas empresas reflectem, quanto a todos estes aspectos, as características do tecido empresarial do País. As empresas gazela distinguem-se por funcionarem melhor, desenvolvendo a sua actividade melhor do que as restantes empresas. Distinguem-se também por aumentarem rapidamente o volume de negócios e os empregados, assim como as relações com o exterior. Estas empresas estimulam a economia e o emprego. 35
36 36
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU CURSO DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA II Exercícios - nº 1 2000/01
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU CURSO DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA II Exercícios - nº 1 2000/01 I - Escolha a resposta correcta (ou mais correcta) para cada uma das seguintes questões:
REGIÕES AUTÓNOMAS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO REGIÕES AUTÓNOMAS REPARTIÇÃO DO VOLUME ANUAL DE NEGÓCIOS
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2015 03 R P MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS Volume global de negócios não isento REGIÕES AUTÓNOMAS 01 Nº DE IDENTIFICAÇÃO
BANGLADESH INTERCÂMBIO COMERCIAL DO AGRONEGÓCIO --- BANGLADESH --- Brasil: Bangladesh:
BANGLADESH Bangladesh: Capital: Daca População 1 : 158,2 milhões de habitantes PIB (2014) 2 : US$ 185,4 bilhões PIB per capita (2014) 2 : US$ 1.172 PIB por setor 3 : Agricultura: 15,1% Indústria: 26,5%
Pesquisa Mensal de Emprego
Comunicação Social 25 de março de 2004 Pesquisa Mensal de Emprego Taxa de desocupação é de 12% em fevereiro Em fevereiro de 2004, a taxa de desocupação ficou estável tanto em relação ao mês anterior (11,7%)
Representatividade das MPEs:
Representatividade das MPEs: Número de Estabelecimentos Empresarias e Mercado de Trabalho 1 CONTEXTO DAS MPES NO ESTADO DA BAHIA: Estabelecimentos empresariais MPEs: O estado da Bahia possui 174.067 estabelecimentos
EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5
SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal fevereiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...
Aumento do emprego contrasta com desindustrialização em SP e RJ
3 set 2007 Nº 35 Aumento do emprego contrasta com desindustrialização em SP e RJ Por Antonio Marcos Ambrozio Economista da SAE Vagas na indústria de transformação foram deslocadas para outras regiões do
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS Informação sobre a evolução do mercado dos combustíveis rodoviários no 1º Trimestre de 2013 Introdução O objetivo desta informação é analisar a evolução do
Macroeconomia aberta: conceitos básicos
Macroeconomia aberta: conceitos básicos Roberto Guena de Oliveira USP 22 de outubro de 2012 Roberto Guena de Oliveira (USP) Macro aberta: conceitos básicos 22 de outubro de 2012 1 / 25 Sumário 1 Fluxos
I&D NO SECTOR EMPRESARIAL: RESULTADOS DO INQUÉRITO AO POTENCIAL CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NACIONAL
I&D NO SECTOR EMPRESARIAL: RESULTADOS DO INQUÉRITO AO POTENCIAL CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NACIONAL EMPRESAS AUMENTAM ACTIVIDADES DE I&D A Investigação e Desenvolvimento empresarial aumentou significativamente
O comércio varejista no período de 1996-2002
Comentários gerais A Pesquisa Anual de Comércio PAC tem como objetivo levantar informações sobre a estrutura produtiva e econômica do segmento empresarial do comércio brasileiro. De acordo com os resultados
ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL CATARINENSE 2014
ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL CATARINENSE 2014 CENÁRIO INTERNACIONAL VARIAÇÃO ANUAL DO PIB REAL E DO VOLUME DE COMÉRCIO DE MERCADORIAS POR REGIÃO - 2011-2013 (%) (%) (%) CRESCIMENTO DO VOLUME DE IMPORTAÇÃO
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Novembro/2013 I - Resultados do mês As exportações do agronegócio
Pernambuco. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Pernambuco (1991, 2000 e 2010)
Pernambuco Em, no estado de Pernambuco (PE), moravam 8,8 milhões de pessoas, onde parcela relevante (7,4%; 648,7 mil habitantes) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 185 municípios,
Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde. João Afonso Fialho
Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde João Afonso Fialho Sociedades Comerciais O potencial investidor externo pode constituir uma sociedade optando por qualquer tipo de sociedade previsto
Geografia População (Parte 2)
1. Estrutura Etária: Geografia População (Parte 2) A Transição Demográfica corresponde à mudança no perfil de idade dos habitantes, engloba proporções de crianças, jovens/adultos, idosos, homens e mulheres.
Parte III: Abordagem Histórica da Economia Brasileira
Parte III: Abordagem Histórica da Economia Brasileira Capítulo 12: O Brasil ao Longo do Século XX: alguns fatos estilizados Parte III Capítulo 12 Gremaud, Vasconcellos e Toneto Jr. 2 Brasil ao longo do
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Dezembro/2013 12.000 Gráfico 1 - Balança Comercial do Agronegócio
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS
S i ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS Informação sobre a evolução do mercado dos produtos petrolíferos no 2º Trimestre de Introdução Como habitualmente, apresentamos uma análise da evolução
INF1374 TRABALHO EM GRUPO
INF1374 TRABALHO EM GRUPO Deverão ser formadas quatro duplas. Cada dupla irá trabalhar a montagem de um data mart temático com base nos diagramas dos sistemas OLTP existentes na empresa e dos requisitos
Vale Inovação. Dezembro de 2011. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME)
1 Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) Projecto Simplificado de Inovação Dezembro de 2011 2 Enquadramento: Apoiar de forma simplificada a aquisição de
no Estado do Rio de Janeiro
MICROEMPREENDEDORES FORMAIS E INFORMAIS NOTA CONJUNTURAL DEZEMBRO DE 2013 Nº27 no Estado do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL DEZEMBRO DE 2013 Nº27 PANORAMA GERAL De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra
BOLETIM CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. FEVEREIRO - 2016 Comportamento do Emprego - Limeira/SP.
BOLETIM CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados FEVEREIRO - 216 Comportamento do Emprego - Limeira/SP. A Consultoria Técnica Especializada da Câmara Municipal de Limeira apresenta os dados do
Tendências recentes da atividade econômica em Araxá: empresas, trabalho formal
Tendências recentes da atividade econômica em Araxá: empresas, trabalho formal OBSERVATÓRIO SEDEP Estudos e Pesquisas I Set/ APRESENTAÇÃO O Observatório SEDEP é um acompanhamento de estatísticas econômico-sociais
HETEROGENEIDADE REGIONAL
HETEROGENEIDADE REGIONAL Miguel Matteo*1 Uma das faces da heterogeneidade estrutural é representada pela profunda desigualdade regional brasileira. A distribuição dos setores é profundamente desigual em
Maranhão. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Maranhão (1991, 2000 e 2010)
Maranhão Em, no estado do Maranhão (MA), moravam 6,6 milhões de pessoas, onde parcela considerável (6,%, 396, mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 217 municípios, dos quais um
Manutenção total aplicada em ferramentarias
Manutenção total aplicada em ferramentarias Por: Sérgio Borcato Roberto Mariotti A medição da eficiência dos equipamentos de manufatura vem se tornando essencial para a resolução de problemas e para melhoria
Competitividade do subsector do caju em Moçambique
Competitividade do subsector do caju em Moçambique Máriam Abbas 1 04 de Setembro de 2013 1 Assistente de investigação do Observatório do Meio Rural e mestranda em Economia no Instituto Superior de Economia
Maio 2004. São Paulo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
Pesquisa Mensal de Emprego Maio 2004 Região Metropolitana de São Paulo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 1 I) INTRODUÇÃO PESQUISA MENSAL DE EMPREGO ESTIMATIVAS PARA O MÊS DE MAIO DE
O Impacto das Energias Limpas no Ambiente
República de Angola Ministério do Ambiente Seminário Energias Limpas em Angola: Ministério da Energia e das Águas O Impacto das Energias Limpas no Ambiente Direcção Nacional de Tecnologias Ambientais 7
Análise Macroeconômica Brasileira
Análise Macroeconômica Brasileira OUT/2013 Shotoku Yamamoto Fundamentos no Tripé: 1 - Superávit Primário; 2 - Meta de Inflação; 3 - Câmbio Flutuante 1 Superávit Primário Conceito: Diferença positiva entre
Introdução à Economia Licenciaturas de Economia 2005/2006
Introdução à Economia Licenciaturas de Economia 25/26 Adelaide Duarte Cap- IV Contabilidade Nacional FEUC Introdução à Economia 1 Contabilidade Nacional Conceitos elementares Produto interno e produto
Elaboração e Análise de Projetos
Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.
Acre. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1 o e 3 o quartis nos municípios do estado do Acre (1991, 2000 e 2010)
Acre Em, no estado do Acre (AC) moravam 734 mil pessoas, e uma parcela ainda pequena dessa população, 4,3% (32 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 22 municípios, dos quais sete
COMO DETERMINAR O IMPACTO DAS VARIAÇÕES PERCENTUAIS
COMO DETERMINAR O IMPACTO DAS VARIAÇÕES! O que é Variação Percentual?! O que é Número Índice?! Como transformar um valor percentual em valor decimal?! Como comparar diferentes taxas percentuais?! Como
ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS NAS CAPITAIS BRASILEIRAS
ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS NAS CAPITAIS BRASILEIRAS EMENTA: O presente estudo tem por objetivo avaliar o impacto da evolução das operações de crédito para pessoas físicas sobre o orçamento das famílias,
O Financiamento da Economia e as Empresas
O Financiamento da Economia e as Empresas Banco de Portugal Apresentação na CIP em 17/2/2009 Vítor Constâncio O FINANCIAMENTO DA ECONOMIA O FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS O SISTEMA BANCÁRIO E O FINANCIAMENTO
Área Metropolitana de Lisboa. (B) Caracterização da Frota
Área Metropolitana de Lisboa (B) Caracterização da Frota ÍNDICE Apresentação 3 Importação a nível nacional de veículos usados, em 1997 4 Evolução das importações 1990-1997 5 Sugestões 6 Caracterização
de habitação social em 246 Municípios, constituído por cerca de 97 mil fogos e 22 mil edifícios edifícios
Caracterização da Habitação Social em Portugal 2009 09 de Julho de 2010 Parque de habitação social em 246 Municípios, constituído por cerca de 97 mil fogos e 22 mil edifícios Em termos médios nacionais,
OTIC- IPS Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL OTIC- IPS Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento 28 de Novembro de 2006 Agenda Como surgiu Missão Objectivos Estrutura organizativa Principais linhas de
O Sector da Construção em Portugal. 1º semestre
O Sector da Construção em Portugal 2015 1º semestre Ficha Técnica Título: Relatório Semestral do Sector da Construção em Portugal 1º Sem. 2015 Autoria: Catarina Gil Coordenação Geral: Pedro Ministro Instituto
movimentos aéreos movimentos marítimos dormidas estada média taxas de ocupação proveitos médios/dormida receitas do turismo
movimentos aéreos movimentos marítimos dormidas estada média taxas de ocupação proveitos médios/dormida receitas do turismo Em Fevereiro de, o número de passageiros desembarcados de voos internacionais
Economia e Negócios Internacionais MACROECONOMIA
Economia e Negócios Internacionais MACROECONOMIA Microeconomia x Macroeconomia Objetivos Teoria Microeconômica: Preserva em sua análise as características individuais de cada bem e cada fator de produção.
1ª Conversa: Salário Mínimo. José Varejão
1ª Conversa: Salário Mínimo 12 Maio, Lisboa José Varejão UPorto Objetivo e Debate Há duas (atitudes do espírito). Ambas têm as suas vantagens, mas o que me faz antipatizar ( ) com a de Settembrini, é que
Romeu Reguengo Novembro 2012. Estruturas Pré-fabricadas em Betão
Estruturas Pré-fabricadas em Betão Introdução A pré-fabricação de edifícios surge na Europa, após a II Guerra Mundial, como forma de resposta rápida à falta de habitação nos países mais destruídos. O desenvolvimento
Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial
Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial COMPETIR + O Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável da economia regional,
Endividamento recua em dezembro
Endividamento recua em dezembro Em dezembro de 2011, o número de famílias que declarou possuir dívidas diminui pelo sétimo mês consecutivo permanecendo, no entanto, acima do patamar observado ao final
Índice de Preços Turístico
Índice de Preços Turístico 04 de Setembro de 2015 2º Trimestre 2015 Contacto (s): Olga Cruz Próxima edição: 16 de Outubro 2015 (3º Trim.) [email protected] Raimundo Lopes [email protected] Preços
DETERMINANTES DO CRESCIMENTO DA RENDA
DETERMINANTES DO CRESCIMENTO DA RENDA na região metropolitana do Rio de Janeiro entre 2010 e 2011 NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JANEIRO DE
PERSISTÊNCIA DO PODER POLÍTICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: O CASO DA TRANSIÇÃO DE REGIME NO BRASIL
PERSISTÊNCIA DO PODER POLÍTICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: O CASO DA TRANSIÇÃO DE REGIME NO BRASIL Aluno: Rafael Campos de Mattos Orientador: Claudio Ferraz Introdução Nas últimas décadas, observou-se
Resultados de março 2015
Resultados de março Em março de, as MPEs paulistas apresentaram queda de 4,8% no faturamento real sobre março de 2014 (já descontada a inflação). Por setores, no período, os resultados para o faturamento
Urbanização Brasileira. Professora: Jordana Costa
Urbanização Brasileira Professora: Jordana Costa As cidades e a urbanização brasileira. Até os anos 1950 População predominantemente rural. Entre as décadas de 1950 e 1980, milhões de pessoas migraram
A Economia Global no 3 o trimestre de 2014
A Economia Global no 3 o trimestre de 2014 No terceiro trimestre de 2014 a recuperação da economia mundial exibiu um comportamento moderado, mas desequilibrado. Embora se mantivessem o crescimento económico
Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010. A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais
Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010 A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais Delimitação do tema Custos e proveitos contabilísticos que não são fiscalmente relevantes,
DÍVIDA LÍQUIDA DO SETOR PÚBLICO DECRESCENTE SIGNIFICA POLÍTICA FISCAL SOB CONTROLE?
DÍVIDA LÍQUIDA DO SETOR PÚBLICO DECRESCENTE SIGNIFICA POLÍTICA FISCAL SOB CONTROLE? Josué A. Pellegrini 1 A dívida líquida do setor público (DLSP) como proporção do PIB prossegue em sua longa trajetória
