SISTEMA AQUÍFERO: CESAREDA (O24)

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2 SISTEMA AQUÍFERO: CESAREDA (O24) Figura O24.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Cesareda Sistema Aquífero: Cesareda (O24) 348

3 Identificação Unidade Hidrogeológica: Orla Ocidental Bacia Hidrográfica: Ribeiras do Oeste Distritos: Leiria e Lisboa Concelhos: Bombarral, Lourinhã, Óbidos e Peniche Enquadramento Cartográfico Folhas 337, 338, 349 e 350 da Carta Topográfica na escala 1: do IGeoE Folhas 26-C, 26-D, 30-A e 30-B do Mapa Corográfico de Portugal na escala 1: do IPCC Folhas 26-C, 26-D, 30-A e 30-B da Carta Geológica de Portugal na escala 1: do IGM 26C ÓBIDOS PENICHE D BOMBARRAL 30A 349 LOURINHÃ 350 CADAVAL 30B Figura O24.2 Enquadramento geográfico do sistema aquífero Cesareda Enquadramento Geológico Estratigrafia e Litologia O pequeno maciço de Cesareda é uma unidade geomorfológica com cerca de 17 km 2. Corresponde essencialmente a um planalto, cortado nos calcários do Dogger e Malm, com limites bem marcados a oeste e norte. As litologias dominantes são calcários microsparíticos e oolíticos, por vezes margosos, com intercalações de calcários recifais, seguidos por uma sequência espessa de calcários oolíticos e margas cinzentas (Manuppella e Balacó, 1975). A espessura total das formações aquíferas é de cerca de 200 m. Sistema Aquífero: Cesareda (O24) 349

4 Tectónica O maciço de Cesareda é limitado a norte e oeste por dois importantes acidentes. A norte a falha da Serra de El Rei, que origina uma escarpa bem evidente, estabelece a fronteira entre o maciço e o bordo sul do vale tifónico das Caldas da Raínha. A oeste existem algumas falhas, que constituem o prolongamento para sul do limite leste do vale tifónico acima referido, que separam, através de uma escarpa, o maciço de Cesareda do pequeno diapiro de Bolhos. A sul e leste, a transição das formações que constituem o sistema para as formações envolventes, faz-se de forma gradual. Hidrogeologia Características Gerais A principal área de recarga do sistema é o planalto de Cesareda que corresponde a uma superfície de aplanação bem conservada, com várias depressões cársicas e cavidades subterrâneas. A principal descarga do sistema localiza-se na pequena povoação de Olho Marinho. Existem alguns afloramentos de tufos quaternários relacionado com aquela exsurgência, onde foram implantados furos para abastecimento de água ao concelho de Peniche. Na pequena aldeia de Pó, perto do limite entre os calcários jurássicos e os depósitos do vale tifónico das Caldas da Raínha, foram também implantados três furos para abastecimento ao concelho de Bombarral. Perto destas captações existem algumas exsurgências temporárias, assim como no vale de Columbeira. É provável que existam outras saídas ocultas alimentando os aquíferos instalados em depósitos detríticos adjacentes. Por exemplo, no pequeno sistema de Paço conhecem-se captações artesianas, cujas características químicas apontam para uma circulação em rochas carbonatadas o que, juntamente com o facto de serem águas isentas de trítio, i. e., provenientes de recarga anterior a 1953, apoiam aquela hipótese. Além disso, acredita-se que o planalto de Cesareda constitui a principal área de recarga das nascentes minerais do diapiro do Vimeiro. Parâmetros Hidráulicos e Produtividade Apenas se conhecem os parâmetros relativos a quatro captações, pelo que se apresentam os valores, sem qualquer tratamento estatístico: 2,8; 5,6; 20 e 25 L/s. A transmissividade estimada a partir de três caudais específicos de três furos, oscila entre 41 e 520 m 2 /dia. A partir de ensaios de bombagem, realizados em duas captações (JK4 e JK5) na aldeia do Pó (Figura O24.3), os valores obtidos foram de 518 m 2 /dia, para a transmissividade e para o coeficiente de armazenamento. Sistema Aquífero: Cesareda (O24) 350

5 Figura O24.3 Localização das captações de abastecimento público do Pó Análise Espaço-temporal da Piezometria Não se dispõe de dados que permitam fazer uma caracterização da piezometria do sistema, nem da sua evolução temporal. Apenas se pode admitir que os principais eixos de drenagem subterrânea se dirijam na direcção das áreas de descarga mais importantes, já referidas anteriormente. Como se trata de um sistema cársico, cuja regulação se faz através de saídas naturais, pode-se admitir que existe um equilíbrio, em termos médios, entre as entradas e saídas, pelo que a piezometria se deve manter aproximadamente estável. Balanço Hídrico Tendo em conta as características fisiográficas da área de recarga do sistema, bastante aplanada e com uma densidade elevada de formas de absorção, é de admitir uma taxa de recarga importante, pelo que, tendo em conta que a pluviometria média se situa perto dos 700 mm e a área em cerca de 17 km 2, as entradas por infiltração se devem situar perto dos 5 hm 3 /ano. As saídas para abastecimento são da ordem dos 0,7 hm 3 /ano. As extracções para a agricultura são difíceis de estimar, mas, provavelmente, não ultrapassam 1 hm 3 /ano. De acordo com estas estimativas o sistema seria excedentário, sendo o equilíbrio mantido através das saídas naturais. O caudal das nascentes não tem sido monitorizado pelo que não se pode estimar o total das saídas através das suas descargas. Sistema Aquífero: Cesareda (O24) 351

6 Qualidade Considerações Gerais Por se dispor de poucas análises, apenas se apresenta um quadro (Quadro O24.1) com os valores, em mg/l, determinados no período de 20/11/96 a 19/5/98, nas duas captações situadas na região de Pó, usadas para abastecimento ao concelho do Bombarral. 20/11/ /07/ /05/1998 Cor ph 6,93 6,76 7,13 Turvação 3,2 0,68 0,39 Temperatura Alcalinidade ,4 354,3 Dióxido de carbono Ferro total 0,03 0,067 <0,025 Nitritos 0,088 <0,05 0,03 Manganês <0,001 <0,02 <0,025 Oxidabilidade 0,1 0,3 <0,4 Oxigénio Dissolvido (% sat) 74,8 45,6 74,7 Coliformes totais Coliformes fecais Cloretos 49 49,4 47,6 Sulfatos 15,4 36,1 31,9 Dureza total ,8 Fosfatos 0,19 <0,1 3,3 Nitratos 16,3 24,8 8,8 Azoto amoniacal 0,75 <0,1 <0,04 Azoto Kjeldhal 0,75 <0,5 <0,03 Sulfureto de Hidrogénio 0 <0,02 <0,1 Carência Bioquímica de Oxigénio 0,8 <10 <4,2 Fluoretos - - 0,12 Quadro O24.1 Resultados das análises efectuadas nas captações do Pó Além dos parâmetros apresentados na tabela anterior, foram também determinados compostos organoclorados, organofosforados, organoestanhados, arsénio, mercúrio, níquel, cádmio, crómio total, cianetos, hidrocarbonetos dissolvidos ou emulsionados, óleos e gorduras. Destes parâmetros apenas o cianeto apresentava concentração acima do limite de detecção (0,002) mas abaixo do respectivo VMA. Qualidade para Consumo Humano As análises realizadas entre 1996 e 1998 mostram que a água captada na região de Pó tem uma qualidade química boa, de acordo com os critérios definidos pelo Decreto-Lei N.º 236/98, de 1 de Agosto, Anexo I, para a categoria A1. De facto, apenas os fosfatos se situam acima do VMR. Todos os valores relativos a metais pesados, compostos organoclorados, organofosforados e organoestanhados se situam abaixo dos respectivos limites de detecção. Sistema Aquífero: Cesareda (O24) 352

7 Também a qualidade microbiológica satisfaz os mesmos critérios pois os valores determinados situam-se abaixo dos VMR especificados no referido anexo. Uso Agrícola Não se dispõe de elementos que permitam caracterizar alguns aspectos da qualidade da água para uso agrícola. No entanto, dado que as águas dos maciços calcários apresentam uma considerável uniformidade nas suas características químicas, podemos admitir que as águas do sistema se enquadrem maioritariamente na classe C 2 S 1 pelo que representam um perigo de salinização médio e perigo de alcalinização baixo. Os parâmetros fisico-químicos determinados cumprem todos os VMA e VMR. Bibliografia Camarate França, J., Zbyszewski, G.; Moitinho de Almeida, F. (1960) - Carta Geológica de Portugal na Escala 1/ e Notícia Explicativa da Folha 26-C PENICHE. Serviços Geológicos de Portugal. Lisboa. 33 pág. Camarate França, J.; Zbyszewski, G.; Moitinho de Almeida, F. (1961) - Carta Geológica de Portugal na Escala 1/ e Notícia Explicativa da Folha 30-A LOURINHÃ. Serviços Geológicos de Portugal. Lisboa. 27 pág. Manuppella, G.; Balacó Moreira, J. C.; (1975) - Panorama dos Calcários Jurássicos Portugueses. Bol. Minas, Lisboa, Vol. 12 N.º 4 Out./Dez. 1975, pp Zbyszweski, G.; Moitinho D Almeida, F. (1960) - Carta Geológica de Portugal na Escala 1/ e Notícia Explicativa da Folha 26-D CALDAS DA RAINHA. Serviços Geológicos de Portugal. Lisboa. 56 pág. Zbyszewski, G.; Veiga Ferreira, O.; Manuppella, G., Torre Assunção, C. (1966) - Carta Geológica de Portugal na Escala 1/ e Notícia Explicativa da Folha 30-B BOMBARRAL. Serviços Geológicos de Portugal. Lisboa. 90 pág. Sistema Aquífero: Cesareda (O24) 353

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