ENCONTRO 6 Transporte Multimodal

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1 ENCONTRO 6 Transporte Multimodal

2 ENCONTRO 6 Transporte Multimodal TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! No encontro passado você conheceu os serviços dos Correios Brasileiros, aquilo que pode ser encaminhado, como é operacionalizado, quais os produtos contemplados por essa sistemática, os cuidados com a embalagem e qual a melhor forma de receber o pagamento. Neste encontro iremos explorar as características do Transporte Multimodal. Competências a serem desenvolvidas Neste encontro serão criadas as condições para que você desenvolva competências para: Conhecer as características básicas e o funcionamento da operação de transporte multimodal. Reconhecer a importância de realizar uma análise minuciosa para contratação do transporte multimodal em sua empresa. Selecionar as informações necessárias para decidir sobre a viabilidade de utilização do transporte multimodal em sua empresa. Vamos em frente? TÓPICO 2: Desafio do encontro Quanto à temática deste encontro, o que você conhece? Muito? Pouco? Nada? Que tal tentar responder as questões a seguir? Desafio do encontro 1. Você conhece as vantagens e desvantagens de se utilizar o transporte multimodal? 2. Você sabe quais os procedimentos necessários para contratação de transporte multimodal? Registre sua resposta no Bloco de Notas do Ambiente Virtual. Para acessar, utilize o Portal Pessoal. Reflexão Agora pense! Você está certo de sua resposta ou ficou em dúvida em algum ponto? 84

3 Caso sua resposta às perguntas tenha sido não ou fiquei em dúvida, certamente este encontro será muito importante para você! Bom estudo! TÓPICO 3: O transporte Multimodal Você já ouviu falar sobre esta modalidade de transporte? Não? Então vamos conhecer um pouco sobre este tipo de transporte. O transporte multimodal vem proporcionando acentuada evolução das atividades nesse setor, pela facilitação, eficiência e segurança que oferece aos seus usuários. Em síntese, ele permite que o exportador ou importador contrate com uma única empresa o transporte da mercadoria desde a origem até o destino, utilizando vários modais e mediante um único contrato de transporte. Essa empresa é chamada de Operadora de Transporte Multimodal ou OTM. Veja, a seguir, a legislação que disciplina este tipo de transporte. TÓPICO 4: Como Funciona No Brasil, atualmente, a Lei nº 9.611/98, regulamentada pelo Decreto n.º 3.411/2000, veio disciplinar o transporte multimodal de cargas, já previsto no Acordo para Facilitação do Transporte Multimodal de Mercadorias entre os Países do Mercosul, assinado em 30 de dezembro de Posteriormente, o decreto no 5276/2004 eliminou alguns entraves à habilitação das OTMs, modificando os artigos 2º e 3º do Decreto no 3.411/

4 De acordo com o artigo 2 da referida lei, Transporte Multimodal de Cargas (TMC) é aquele que, regido por um único contrato, utiliza duas ou mais modalidades de transporte, desde a origem até o destino, e é executado sob a responsabilidade única de um Operador de Transporte Multimodal. Será ele nacional, quando os pontos de embarque e de destino estiverem situados no território nacional, e internacional, quando um dos referidos pontos estiver situado fora do território nacional. O TMC compreende, além do transporte em si, os serviços de coleta, unitização, desunitização, movimentação, armazenagem e entrega de carga ao destinatário, bem como a realização dos serviços correlatos que forem contratados entre a origem e o destino, inclusive os de consolidação e desconsolidação documental de cargas, nos termos do artigo 3 da mencionada lei. A OTM pode ser uma empresa transportadora ou não, e é a empresa, registrada e habilitada pelo Ministério dos Transportes, que é contratada como sendo a principal para a realização do transporte, desde a origem até o destino, por meios próprios ou por intermédio de terceiros. De acordo com o artigo 8, o Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas (CTMC) é emitido pela OTM e evidencia o contrato de transporte multimodal, regendo toda a operação de transporte, desde o recebimento da carga até a sua entrega no destino, podendo ser negociável ou não, a critério do expedidor. Regras importantes estão previstas no artigo 11 e seguintes, pelas quais, com a emissão do Conhecimento, a OTM assume perante o contratante a responsabilidade pela execução dos serviços de transporte, realizados por conta própria ou de terceiros, do local em que receber a carga até a sua entrega no destino. Assume, também, a responsabilidade pelos prejuízos resultantes de perda, danos ou avaria às cargas sob sua custódia, assim como pelos decorrentes de atraso em sua entrega, quando houver prazo acordado. Responde, ainda, a OTM pelas ações e omissões de seus empregados, agentes, prepostos ou terceiros contratados ou subcontratados para a execução dos serviços. No Anexo I, você tem disponível o texto complementar sobre: Operador de Transporte Multimodal. 86

5 TÓPICO 5: Fatores que influenciam a escolha do modal Como você viu no encontro 1 deste curso, na definição da cadeia de distribuição física da mercadoria, muitos fatores devem ser considerados, pois de tal análise vai depender a viabilização ou não da operação comercial. Assim, para a escolha do modal ou dos modais de transporte, alguns fatores devem ser levados em conta. Conheça alguns deles: - O custo de utilização, que compreende o transporte e mais os custos de manuseio da carga para colocá-la à disposição no modal; - A capacidade de transporte por unidade, sendo o marítimo o que possui a maior capacidade; - A agilidade, tanto no deslocamento como na flexibilidade de horários. O modal rodoviário possui muitas vantagens nesse fator; - A segurança, tanto relativamente aos riscos do transporte em si, como aos riscos de roubo de carga; - A rapidez, pois há cargas que exigem modal rápido, sob pena de perecimento; - A versatilidade, categoria em que o modal rodoviário também leva muita vantagem, já que possibilita, inclusive, operações porta-a-porta TÓPICO 6: Unidades de carga A Lei nº 9.611/98, que disciplina o transporte multimodal, define como unidade de carga o seguinte: Qualquer equipamento adequado à unitização de mercadorias a serem transportadas, sujeitas a movimentação de forma indivisível em todas as modalidades de transporte utilizadas no percurso. Determina, ainda, que a unidade de carga, seus acessórios e equipamentos não constituem embalagem e são partes integrantes do todo. Existem vários tipos de unidade de carga, como discriminado no Decreto nº /77, posteriormente modificado pela Lei nº 9.611/98, que aprimorou algumas definições: 87

6 - Pallet equipamento de transporte que consiste num estrado sobre o qual é empilhada a carga a ser transportada. - Pré-lingada ou Pré-sling rede de nylon utilizada para envolver e transportar a carga. - Flat container parte de um equipamento de transporte constituído de um estrado de aço, dotado de montanhas e travessas. - Contêiner equipamento ou acessório de veículo transportador que permite a reunião ou unitização de mercadorias a ser transportadas. Esta temática continua no próximo tópico. TÓPICO 7: Unidades de carga Flávia: Dos tipos de unidades de carga vistos no tópico anterior, qual é o principal? Prof. Marcos: Sem dúvida, Flávia, é o contêiner. Veja... O contêiner é um recipiente construído de material resistente, destinado a propiciar o transporte de mercadorias com segurança, inviolabilidade e rapidez, dotado de dispositivos de segurança aduaneira e devendo atender às condições técnicas e de segurança previstas pela legislação nacional e pelas convenções internacionais ratificadas pelo Brasil. Cecílio: A utilização dos contêineres em larga escala deve ter proporcionado um avanço excepcional no transporte das mercadorias. Renato: E, consequentemente, no comércio internacional. Rodolfo: E isso, devido à facilidade de manuseio, segurança e otimização de espaços proporcionados pela carga unitizada. Prof. Marcos: De fato, no porto de embarque, as várias cargas pertencentes a vários exportadores, são unitizadas, ou seja, acondicionadas em uma unidade de carga. E seus conhecimentos de transportes (os filhotes) são consolidados num só documento (o conhecimento master). Flávia: Assim, o contêiner é facilmente embarcado, transportado e desembarcado no porto de destino, sempre com equipamentos automáticos especiais. Renato: E após a descarga, a carga é desunitizada, ou seja, cada carga volta a ter a sua individualidade, sendo o conhecimento master desconsolidado, desmembrado nos vários filhotes. 88

7 Prof. Marcos: Muito bem, pessoal. E tem mais: a) No embarque: unitização da carga e consolidação dos documentos (conhecimentos). b) No desembarque: desunitização da carga e desconsolidação dos documentos. Prof. Marcos: Este assunto não termina aqui. Confira no próximo tópico. TÓPICO 8: Vantagens no uso da unidade de carga correta No transporte, e em todas as operações, tem-se a utilização de veículos e equipamentos apropriados, o que garante: TÓPICO 9: Tipos de contêineres Os tipos de contêineres são: Contêiner de teto aberto (open top): utilizado para cargas pesadas, com encerado para cobertura na parte de cima. Muito utilizado para máquinas e equipamentos que são maiores que as dimensões da porta do contêiner e são colocadas pela parte superior. Contêiner térmico (aquecido ou refrigerado): utilizado para produtos que requerem temperatura constante durante seu transporte para não alterar sua qualidade e apresentação. 89

8 Muito comum para produtos perecíveis. Contêiner ventilado: evita a condensação do ar em seu interior. Utilizado para transporte de frutas, legumes, animais vivos etc. Contêiner seco: utilizado para cargas secas, contêiner normal. Contêiner tanque: utilizado para cargas líquidas a granel. Contêiner para granéis sólidos: como cereais, pós, farinhas, açúcar etc. Você já sabe que o Pallet é um equipamento de transporte que consiste num estrado sobre o qual é empilhada a carga a ser transportada. Conheça mais sobre esta forma de transporte, a seguir. TÓPICO 10: Pallet Pallet Pallet é constituído de uma plataforma de madeira, onde a mercadoria é acondicionada e movimentada através de guindastes mecânicos específicos para esse fim, obedecendo a padrões que permitem sua movimentação pelo guindaste por dois lados ou por quatro lados, com seus garfos. A carga paletizada é envolvida em filme PVC, para proteger e evitar perdas ou roubos. 90

9 Você viu algumas unidades de carga. A seguir, conheça como pode ser feita a movimentação da carga unitizada. TÓPICO 11: Carga unitizada Existem vários tipos de movimentação de carga unitizada. Abaixo, conheça alguns deles. House to house A mercadoria é conteinerizada nas instalações do exportador e desovada nas instalações do importador ou consignatário. Píer to píer O contêiner é utilizado apenas no transporte entre os portos marítimos. Píer to house e/ou house to píer O contêiner não é utilizado em todo o percurso do transporte. Veja, no próximo tópico, os cuidados que devemos ter, quanto às embalagens dos produtos. TÓPICO 12: Objetivos da embalagem 91

10 A embalagem pode ser de duas formas: Primária, ou seja, de consumo, e proteger diretamente o produto. Secundária, de transporte, servindo para proteger a embalagem primária. Ela pode ter os mais variados tamanhos e formatos e ser constituída de vários tipos de material. A embalagem deve ser apropriada para a proteção da mercadoria contra perecimento, roubo, avaria, contaminação etc. Dica As embalagens podem ser protegidas com a utilização de filmes encolhíveis (shrink) ou estiráveis (stretch), bem como pelo uso de fitas simples de plástico ou metal passadas em volta da pilha, de cima a baixo etc. Podem, também, ser protegidas através da paletização ou unitização em contêineres. Existem alguns fatores que podem afetar as embalagens. Saiba mais sobre esse assunto, a seguir. TÓPICO 13: Fatores que podem afetar as embalagens Caros participantes, existem alguns fatores que podem afetar as embalagens. Vejam a seguir: Ao definir as embalagens das mercadorias, é necessário notar que elas podem ser afetadas pelos movimentos de embarque, desembarque e transporte, das mais diversas maneiras. No transporte rodoviário internacional, podem sofrer as variações climáticas, dos veículos, vibrações, más condições das estradas etc. No transporte marítimo, os movimentos de balança, arfagem, cabeceio etc. Algumas mercadorias são consideradas perigosas. Saiba mais no próximo tópico. 92

11 TÓPICO 14: Mercadorias perigosas Algumas mercadorias são consideradas perigosas: A embalagem destas mercadorias deve ser apropriada para o transporte e deve ser tratada em acordo com o transportador. O transporte de mercadorias perigosas é regulado pelos seguintes organismos: No transporte marítimo: International Maritime Dangerous Goods Code, da IMO. No transporte aéreo: Dangerous Goods Regulations, da IATA. No transporte terrestre: Legislações específicas de cada país de embarque, destino e trânsito das mercadorias, podendo ser unificadas quando se tratar de blocos comerciais. Veja, a seguir, algumas dicas interessantes sobre a marcação de volumes. TÓPICO 15: Simbologia e identificação Nosso encontro está chegando ao final. Mas antes, deixo algumas dicas sobre como identificar corretamente as suas mercadorias. 93

12 Dicas A marcação de volumes é a identificação das mercadorias e do lote a ser embarcado, que permite sua individualização. É interessante que os volumes também sejam numerados. Outro ponto importante é a identificação dos pesos dos volumes. Todos os volumes devem ser identificados quanto à sua periculosidade, por meio de etiquetas apropriadas e internacionais de classificação de sua natureza. Também devem ser identificadas para manuseio quanto à sua condição de carga frágil, que não pode ser molhada, rolada etc. Chegamos ao final de mais um encontro! No próximo encontro vamos conhecer mais detalhadamente sobre seguros internacionais. TÓPICO 16: Saiba Mais Caso você desejar aprofundar seus conhecimentos, sugerimos as seguintes leituras: KEEDI, Samir. Logística de transporte internacional. São Paulo: Aduaneiras, 2007 (Parte C A Importância dos Incoterms, do Container e da Multimodalidade, Intermodalidade, Transbordo, e Empresas de Serviços para a Logística) KEEDI, Samir. Transportes, unitização e seguros internacionais de carga. São Paulo: Aduaneiras, RODRIGUES, Paulo Roberto A. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil e à logística internacional. São Paulo: Aduaneiras, 2007 (capítulo 4 O Contêiner; capítulo 11 Transporte Multimodal; e capítulo 7, Parte 2 A Integração da Cadeia Logística Internacional) VIEIRA, Guilherme B.B. Transporte internacional de cargas. São Paulo: Aduaneiras, 2003 (capítulo 9 Transporte Multimodal e Regimes Legais) VIEIRA, Jair Lot. Novo Regulamento Aduaneiro EDIPRO, Acesse, também, os seguintes sites: Presidência da República Federativa do Brasil. Lei nº 9.611/98. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9611.htm Presidência da República Federativa do Brasil. Decreto nº 3.411/2000 https://www.planalto.gov. 94

13 br/ccivil_03/decreto/d3411.htm Presidência da República Federativa do Brasil. Decreto no 5276/2004 https:// gov.br/ccivil_03/_ato /2004/decreto/d5276.htm TÓPICO 17: Resumo Ao final deste encontro, percebemos que a evolução da logística gera a necessidade de a empresa estar atenta às novidades e soluções advindas dessa evolução. Mas ficou entendido, também, que a utilização de vários modais pode ser inviabilizada pela falta de infraestrutura interna e pelo desconhecimento das características do destino final da mercadoria. Embora o transporte multimodal seja adotado por um número cada vez maior de empresas, ficou claro que sua utilização deve ser bem estudada pela empresa exportadora. Isto porque, além dos custos inerentes a essa agregação de valor oferecida na modalidade, existem outros elementos a serem avaliados, como as leis que regulam os transportes no país de destino e a localização geográfica dos clientes. Concluímos o sexto encontro deste curso. Utilize estas orientações quantas vezes forem necessárias. Leia, releia, não fique com dúvidas! Antes de ir para o nosso último encontro, realize as atividades propostas no Ambiente Virtual do curso e os exercícios no próximo bloco. Aguardo você no encontro 7! Bons estudos! Exercícios de Fixação da Aprendizagem 1. Sobre o transporte multimodal, assinale como Verdadeiro ou Falso: a. ( ) O transporte multimodal permite que o exportador contrate várias empresas (OTM) para o transporte da mercadoria, desde a origem até o destino, utilizando vários modais e mediante vários contratos de transportes. b. ( ) O transporte multimodal significou acentuada evolução nos transportes, pela facilitação, eficiência e segurança que oferece aos seus usuários. c. ( ) Transporte multimodal é aquele que, regido por um único contrato, utiliza duas ou 95

14 mais modalidades de transporte, desde a origem até o destino, e é executado sob a responsabilidade única de uma OTM. 2. Assinale a alternativa correta. Qual das seguintes alternativas é a definição correta de Unidade de Carga? a. ( ) É qualquer equipamento adequado à unitização de mercadorias a serem transportadas, sujeitas à movimentação de forma indivisível em todas as modalidades de transporte utilizadas no percurso. b. ( ) É a embalagem externa que protege a mercadoria no decorrer das várias etapas do transporte de carga, desde o ponto de origem até o destino final. c. ( ) É uma plataforma de madeira sobre a qual a mercadoria é acondicionada e movimentada por meio de guindastes mecânicos, específicos para esse fim. 3. Há vários tipos de movimentação de carga unitizada. Faça uma associação entre os itens da primeira coluna e os da segunda coluna, colocando o número correto entre parênteses. (1 ) House to house (2 ) Pier to pier (3 ) Pier to house ou house to pier ( ) O contêiner não é utilizado em todo o percurso do transporte. ( ) A mercadoria é conteinerizada nas instalações do exportador e desovada nas instalações do importador ou consignatário. ( ) O contêiner é utilizado apenas no transporte entre os portos marítimos. 96

15 ANEXO I Operador de Transporte Multimodal (OTM) A OTM é considerado um dos principais elementos na cadeia do comércio internacional, pelos aspectos de custo e eficiência a ela associados. No Brasil, essa figura é fundamental para as empresas exportadoras, principalmente aquelas que exportam commodities e produtos semielaborados. A legislação, porém, impunha determinados entraves à constituição dos OTM, de tal forma que, só após o Decreto nº. 5276, de 19 de novembro de 2004, é que esses entraves foram removidos, possibilitando o registro das empresas. Por esse motivo, só em 2005 é que foram habilitadas as primeiras OTMs. Para o exportador que usa uma OTM, há várias vantagens: Otimização dos transportes na operação de exportação Dado que o planejamento do transporte é centralizado por um especialista, é possível utilizar a combinação de modais mais adequada, no que se refere a custo, nível de serviço e controle da operação. Redução da burocracia associada ao transporte É feita a emissão do CTMC (Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas), que cobre toda a operação de transporte, em vez de um documento para cada modal. Relacionamento do cliente com um único responsável pelo transporte O exportador só negocia com a OTM; os preços dos vários modais são negociados diretamente pelo OTM com as empresas de transporte. Além disso, todo o pagamento pela operação é feito pelo cliente diretamente à OTM, que por sua vez paga as empresas de transporte contratadas. Facilidade no rastreamento da carga A concentração em um único operador e responsável torna mais fácil acompanhar o movimento da carga. Responsabilidade integral da operação recai sobre a OTM O cliente cobra quaisquer problemas da OTM, que, por sua vez, se entende com o subcontratado. 97

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