Palavras-Chave: Assentamento Rural; Resíduos Sólidos; Diagnóstico Socioeconômico.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-Chave: Assentamento Rural; Resíduos Sólidos; Diagnóstico Socioeconômico."

Transcrição

1 DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO EM CINCO ASSENTAMENTOS RURAIS DO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO, COM ÊNFASE NO MODELO DE GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS. NAZARENO, J. C 1 ; SILVA, A.S 2 ; NAZARENO, E.N.C 3 ; SERRA, J.C.V 4 ; MORAIS, P.B. 4 1 Progrm de Pós-Grdução em Agroenergi - PPGA, Universidde Federl do Tocntins UFT Brsil. 2 Progrm de Pós-Grdução em Agroenergi - PPGA, Universidde Federl do Tocntins UFT Brsil. 3 Professor() d Universidde CEUMA, Cmpus São Luís UNICEUMA Brsil. 4 Professor() Doutor() d Universidde Federl do Tocntins, Cmpus Plms UFT Brsil. RESUMO O meio rurl tul está se urbnizndo por cont d industrilizção que chegou o setor grícol, requerendo um gestão de resíduos voltd pr est nov relidde. Neste contexto, o presente trblho teve como objetivo relizr um dignóstico socioeconômico dos resíduos sólidos gerdos em cinco ssentmentos ruris que não possuem colet do município de Plms-TO, sob ótic do modelo de gestão de resíduos sólidos. Dinte disto, foi elbordo um instrumento pr dignóstico socioeconômico e mbientl dos ssentmentos ruris. Em seguid form plicdos 83 (oitent e três) roteiro de pergunts junto à comunidde e vliouse efetividde e fcilidde de plicção, crcterizção socioeconômic ds fmílis ssentds, e spectos sociombientis dos cinco ssentmentos. Verificou-se tmbém os diferentes sistems de disposição finl dos resíduos sólidos existentes, e foi elbordo um gui metodológico pr plicção do instrumento em ssentmentos ruris. O instrumento presentou eficiênci e fcilidde de plicção, desde que o gui metodológico tenh sido utilizdo pr treinmento dos plicdores. Plvrs-Chve: Assentmento Rurl; Resíduos Sólidos; Dignóstico Socioeconômico.

2 1. Introdução O homem e sus tividdes sociis e econômics impctm sobre mneir o meio mbiente, o que produz grvntes interpelções de poluição e degrdção mbientl. Isso indic um necessidde de se hrmonizr de form inteligente e sustentável ess interção, constituindo ssim um dos grndes desfios d sociedde tul. A gerção de resíduos sólidos pels tividdes humns é um dos principis problems que desfim gestão mbientl, n tulidde. No século XIX, o período conhecido como Revolução Industril introduziu novos pdrões n gerção de resíduos, que surgirm em quntiddes excessivmente miores do que cpcidde de suporte do meio (BRAGA et l, 2005). De cordo com Felix e Cost (2013), o crescimento populcionl ssocido o umento do processo de industrilizção e às mudnçs dos pdrões de consumo, tmbém vem contribuindo pr o cúmulo, cd vez mior, dos resíduos sólidos. Ess situção vem se trnsformndo num grnde problem pr sociedde e gestores públicos. A diferenç entre o espço de hbitção ds populções ns zons ruris e urbns, neste contexto, pode-se dizer que, é cd vez mis insignificnte, hj vist, os efeitos desse processo de desenvolvimento englobr s dus zons indiscrimindmente (SILVA, 1997). Segundo Brbos (2005), esss consequêncis podem se presentr por meio de benefícios ou mlefícios, ou sej, cesso bens e serviços, rápid informção e melhori n qulidde de vid ou superpopulção e flt de snemento, respectivmente. Há um grnde impsse tul que é dificuldde de se definir o que é urbno e o que é rurl. Observse que, s zons considerds ruris, n relidde tul, em muitos csos são um continução continuum do espço urbno, especilmente, no que fz referênci gerção/consumo de produtos e resíduos (SILVA, 1997). Segundo Sntos e Oliveir (2009), podemos dizer, resumidmente, que o meio rurl tul está urbnizdo por cont d industrilizção que chegou o setor grícol. A colet e o trnsporte têm sido o principl foco d gestão de resíduos sólidos, especilmente, em áres urbns. Qundo se comprm colet dos domicílios urbnos com os domicílios ruris ocorre um diferenç considerável, por que colet em domicílios ruris lcnç um menor proporção (IPEA, 2012). Os elevdos custos e s dificulddes brcds n colet e, tmbém, n destinção finl destes resíduos, e/ou mesmo o descso político nesse ssunto, fzem com que o mordor do ssentmento rurl dote medid que julg mis dequd ou menos dispendios com seu resíduo, optndo, n miori ds vezes, por relizr prátics indequds como queimd. O objetivo do estudo foi relizr dignóstico socioeconômico em cinco ssentmentos ruris (São João, Veredão, Entre Rios, Serr do Tquruçu e Sítio Novo) que não possuem colet de lixo do município de Plms-TO, sob ótic do modelo de gestão de resíduos sólidos. 2. Mteriis e Métodos 2.2 Áre de Estudo De cordo com o Censo Populcionl de 2010 (IBGE, 2013), o município de Plms, no Estdo do Tocntins, tem populção residente de hbitntes e possui

3 densidde demográfic de 102,9 hbitntes por quilômetro qudrdo. O município possui áre totl de 2218,943 km 2. No município de Plms são 5 Projetos de Assentmentos Federis cridos prtir d desproprição, pel União desde 1980, de terrs devoluts do ntigo Norte do Estdo de Goiás (BRASIL,2013). A elborção ds entrevists, os testes do instrumento e plicção no cmpo form executdos por professores e lunos d Universidde Federl do Tocntins, que estão inseridos no projeto Modelo de gestão de resíduos sólidos pr cinco ssentmentos no município de Plms-TO. O projeto é finncido pel FUNASA e ele objetivrá propor um modelo de gestão de resíduos sólidos pr cinco ssentmentos ruris do município de Plms TO que contemple soluções técnics viáveis e processos de implntção e operção pels comuniddes envolvids, incluindo um modelo de cobrnç pr serviço de gestão dos resíduos. O ssentmento São João foi crido em 15/01/1987 no município de Plms-TO, com áre de 4.065,0846h e cpcidde pr 101 fmílis, que se encontrm instlds em su totlidde sendo considerdo como ssentmento em consolidção. Em seguid foi crido em 25/04/1988 o ssentmento d Serr do Tquruçu, segundo com áre de 1.987,4979 h e cpcidde pr 25 fmílis com 20 núcleos fmilires já instldos, sendo enqudrdo n condição de ssentmento em consolidção. Em 08/12/1999 foi crido o terceiro ssentmento já no município de Plms, o Entre Rios, com áre de 3.161,4135 h, cpcidde pr 107 fmílis instlds em su totlidde, considerdo pelo INCRA como um ssentmento em estruturção. O ssentmento Veredão é o qurto crido no município de Plms em 17/10/2007 com áre de 1.260,6899 há, cpcidde pr 34 fmílis ssentds em su totlidde, considerdo como ssentmento em instlção. O ssentmento Sítio é o quinto e último ssentmento crido no município de Plms em 01/09/2008, com 2.625,9116 h, cpcidde pr 69 fmílis e 67 instlds, considerdo como ssentmento em instlção (BRASIL, 2012). 2.3 Tipo de Pesquis Desenvolveu-se um pesquis explortóri de cmpo com o objetivo de obter ddos qulittivos, que demonstrssem tul situção dos Assentmentos Ruris estuddos qunto os resíduos sólidos gerdos e s crcterístics socioeconômics d populção residente. Segundo GIL (2008), técnic de pesquis estudo de cso se crcteriz pel procur do profundmento de um relidde específic. É bsicmente relizd por meio d observção diret ds tividdes do grupo estuddo e de entrevists com informntes pr cptr s explicções e interpretções nquel relidde. Foi utilizd tmbém pesquis descritiv, por permitir o pesquisdor o conhecimento do objeto estuddo com sus crcterístics cuss de nturez e de relções com outros fenômenos. 2.4 Instrumentos de colet de informções Foi utilizd entrevist estruturd, por ser um instrumento de investigção importnte pr obtenção de informções cpzes de responder os objetivos propostos no trblho em questão. A execução do trblho ocorreu sistemticmente segundo s etps: 1) A pesquis bibliográfic sobre os instrumentos dignósticos, que foi relizd n bibliotec e trvés d internet. Os nos limites pr pesquis form escolhidos letorimente, buscndo envolver informções predominnte mis recentes.

4 2) A elborção do roteiro de pergunts estruturdo com bse d metodologi do IBGE e tomndo como modelos os instrumentos de Sntigo e Freire Neto 2013, Neves 1996, Governo d Bhi\UFC 2009, Veig e Burlndy 2001; 3) O teste do instrumento e o treinmento dos plicdores. Este teste ocorreu no ssentmento São João, qundo form plicdos 16 roteiros de pergunts que form submetidos pós um nlise em brinstorming pel equipe de plicdores e tbulção com o progrm STATA for Windows, pr verificção de flhs e usêncis 4) A elborção de um gui metodológico de plicção; 5) A plicção ds entrevists estruturds englobndo todos os ssentmentos em questão; 6) A nálise dos resultdos; 7) Análise do instrumento qunto à funcionlidde, vercidde, simplicidde. 3. Resultdos e Discussão 3.2 Instrumento de colet de ddos Como instrumento de colet de ddos foi elbordo um roteiro de pergunts estruturdo contendo setent (70) questões, que versrm sobre o perfil socioeconômico dos ssentdos, situção mbientl do domicílio, e disposição finl dd os diversos resíduos, lém de sondgem sobre súde dos mordores. Segue o roteiro de pergunts plicdo nos ssentmentos: Assentmento: Nome do entrevistdo: 1. Sexo 1 Msculino 0 Feminino 2. Fix etári (Quntos no tem) nos nos nos nos nos 5 + de 61 nos 3. Escolridde (Até que no estudou) 0 Anlfbeto 1 Até 4ª série 2 1º gru incompleto 3 1º gru completo 4 2º gru incompleto 5 2º gru completo 6 Ensino técnico 7 Ensino superior 4. Origem 0 Plms 1 Tocntins 2 Outro (De onde veio) 5. Tempo de residênci 0 Até 1 no de 5 nos

5 6. Nº de pessos n fmíli 0 De De ou mis que morm n cs? 7. Nº de pessos por fix 0 Mulheres 1 Homens 2 Mulheres etári < que 15 nos < que 15 nos nos 3 Homens nos 4 Mulheres + de 60 nos 5 Homens + de 60 nos 8. Rend fmilir 0 Menor de 1 slário 1 1 slário slários slários 4 Mis que 3 slários 9. Fonte de rend fmilir 0 Produção n 1 Empregdo 2 Pensão ou própri terr posentdori 3 Bols fmíli 4 Outros 10. É gricultor? 1 Sim 0 Não Qul? 11. Trblh em outr 1 Sim 0 Não Qul? tividde? 12. Já trblhou em outr 1 Sim 0 Não Qul? tividde? 13. Tempo de trblho n 0 Até 5 nos nos nos gricultur (nos) 3 + de 20 nos 14. Quis são os principis 0 Trnsporte 6 Flt áre de lzer problems do ssentmento? 1 Comércio 7 Águ suj 2 Violênci e roubo 8 Flt de escol 3 Lixo e sujeir 9 Problems de súde 4 Esgoto 10 Documentção/INCR A 5 Asflto 11 Outro: QUANTO A MORADIA 15. Tmnho d 0 Até 5 h = h = 2 Mis 10 h = propriedde 1 lqueire 1 2 lqueire + 2 lqueire 16. Tipo de domicílio 0 Cs 1 1 só cômodo 2 Outro:

6 17. Mteril d construção 0 Plh 3 Mdeir 1 Adobe 4 Alvenri 2 Concreto 5 Vidro 18. Condição d mordi 0 Incbd 1 Em construção reform 2 Pront 19. Tem energi elétric n 0 Não 1 Sim mordi? 20. Fontes hídrics de 0 Poço rtesino 1 Cistern 2 Açude ou lgo bstecimento 3 Cnl de irrigção 4 Cminhão pip 5 Min d águ/ nscente grvidde 6 Sistem público 7 Córrego ou rio 21. Condição d águ de 0 Bo 1 Mu cheiro 2 Gosto ruim bstecimento 3 Alterção n cor 4 Presenç de resíduos 5 Alt slinidde 22. Trtmento ddo 0 Somente filtrção 1 Fervur 2 Só desinfecção com águ de beber hipoclorito 3 Filtrção e desisfecção 4 Solrizção 5 Sem trtmento com hipoclorito 23. Destino do esgoto de 0 Céu 1 Foss negr (burco) 2 Plntção bnheiro 3 Foss séptic 4 Sistem de trtmento 24. Destino do esgoto de 0 Céu 1 Foss negr 2 Bebedouro nimis cozinh 3 Foss séptic 4 Sistem de trtmento 5 Plntção QUANTO ÀS ATIVIDADES ECONÔMICAS 25. Fz lgum cultivo pr produção n roç? 1 Sim 0 Não Quis? 0 Perenes (fruteirs...) 1 Anuis (feijão...) 2 Mdeir 3 Cn (biocombustível) 26. O excedente é vendido? 1 Sim Não

7 27. Qul é áre plntd? 0 Até 5 h h 2 Mis de 10 h 28. Como, em gerl, é relizdo o prepro d 1 Queim 2 Desmt 3 Destoc terr pr plntio? 4 Grdemento 5 Plntio 6 Adubção direto 0 Não fz 29. Quis plnts são cultivds ns 0 Hortliçs 1 Frutífers proximiddes d mordi (quintl)? 2 Frutífers 3 Ornmentis 30. Há lgum tividde extrtivist?(fruts e 1 Sim. Quis? 0 Não mdeir no mto) 0 Mel 2 Pesc 1 Fruts 3 Mdeir 4 Outros: 31. Possui mt n áre de su propriedde? 1 Sim 0 Não 32. Possui nscentes ou córregos? 1 Sim 0 Não 33. Possui reserv legl no ssentmento? 1 Sim 0 Não 34. Possui conhecimento sobre dubos 1 Sim 2 Utilizo 0 Não orgânicos? 35. Possui conhecimento sobre compostgem? 1 Sim 2 Utilizo 0 Não 36. Há crição de nimis 0 Não 1 Sim. Quis 0 Ave 0 Solto 2 Cvlo 0 Solto 1 Preso 1 Preso 1 Gdo 0 Solto 3 Peixe 0 Solto 1 Preso 1 Preso 4 Porco 0 Solto 5 Outros 0 Solto 1 Preso 1 Preso QUANTO AO LOCAL DA CRIAÇÃO DE ANIMAIS: 0 Aves 1 Gdo 2 Porco 3 Cvlo 4 Peixe

8 37. O locl é 0 Definitivo 0 Definitivo 0 Definitivo 0 definitivo 0 Definitivo 1 improvisdo 1 Improvisdo 1 Improvisdo 1 improvisdo 1 improvisdo Alvenri 0 Alvenri 0 Alvenri 0 Alvenri 0 Alvenri Predes do locl 1 Grdes metálics 1 Grdes 1 Grdes metálics 1 Grdes 1 Grdes metálics metálics metálics 2 Mdeir 2 Mdeir 2 Mdeir 2 Mdeir 2 Mdeir 3 Cerc 3 Cerc 3 Cerc 3 Cerc 3 Cerc 39. Mteril do piso 40. Qunto o telhdo 41. Águ p nimis 0 Solo exposto 0 Solo exposto 0 Solo exposto 0 Solo exposto 0 Solo exposto 1 Concreto 1 Concreto 1 Concreto 1 concreto 1 concreto 0 Presente 0 Presente 0 Presente 0 Presente 0 Presente 1 Prcilmente presente 1 Prcilmente 1 Prcilmente 1 Prcilmente 1 Prcilmente presente presente presente presente 2 Ausente 2 Ausente 2 Ausente 2 usente 2 Ausente 0 Córregos ou lgos 0 Córregos ou 0 Córregos ou 0 Córregos ou 0 Córregos ou lgos lgos lgos lgos 1 Repres 1 Repres 1 repres 1 repres 1 Repres 2 Bebedouro 2 Bebedouro 2 bebedouro 2 bebedouro 2 bebedouro QUANTO AO COMBATE A PRAGAS: 42. Control prgs com grotóxicos 1 Sim 0 Não 43. Já controlou? 1 Sim 0 Não 44. Qul frequênci de quisição desses produtos? 0 Semnl 1 Mensl 2 Sem estrl 3 Anul 4 Eventul 45. Agrotóxicos utilizdos 0 Monocrotofós (Azodrin) 4 Mltion (Formicidol) 1 Prtion-metálic (Folisuper) 5 Endosulfn (Thiodn)

9 2 Sulfon fluorlifátic (Pikpu) 6 Outro: 3 Cypermethrin (Brrge) 46. Locl de compr dos 0 Cs gropecuári 2 Representnte do produto grotóxicos 1 Coopertiv 3 Não compr, consegue com o vizinho 47. Utiliz receituário gronômico/bul? 0 Não 1 Sim 48. Pesso(s) que orientm qul 0 Representnte do grotóxico 2 Outros grotóxico deve ser usdo gricultores 1 Vendedor d loj gropecuári 3 Técnico/grônomo 49. Locl de rmzenmento dos 0 Dentro d cs (porão, rmário, qurtinho) 2 For d cs, junto grotóxicos com outros produtos 1 Locl específico for d cs 3 A céu 50. Uso de equipmento de proteção 1 Sim 0 Nunc 2 Algum s vezes 51. Equipmentos de proteção utilizdos 0 Lenço 3 Luvs 5 Bots 1 Chpéu 4 Máscr 6 Óculos 2 Clç e blus 52. Locl de rmzenmento dos 0 Dentro d cs (porão, 2 For d cs, junto com equipmentos de proteção rmário, qurtinho) outros produtos 1 Locl específico for d 3 A céu cs 53. Relto de intoxicção por grotóxicos? 0 Não 1 Sim 54. Sintoms uto-referidos pelos 0 Vertigens/tonturs 4 Dores de Cbeç gricultores 55. Descrte de emblgens de grotóxicos vencids e vzis 1 Ml-estr generlizdo 5 Câimbrs 2 Alergi n pele/coceir 6 Frquez ou cnsço 3 Flt de petite 0 Descrt céu 3 Reutiliz 1 Enterr 4 Devolve pr o Representnte do

10 grotóxico ou pr loj 2 Queim QUANTO AOS RESÍDUOS SÓLIDOS 56. Destino do lixo domicilir (CASA) 57. Destino do lixo orgânico (restos de comid) 58. Destino dos lixos recicláveis plásticos 59. Destino dos lixos recicláveis vidros 60. Destino dos lixos recicláveis metis 0 Céu 3 Queim e enterr 6 Aterro 2 Enterr 5 Entreg em ponto de colet (continer, cçmb) 0 Céu 3 Queim e enterr 6 Aterro 2 Enterr 5 Alimentção de nimis 8 Compostge m 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro colet 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro colet 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro colet

11 61. Destino dos lixos recicláveis ppéis 62. Destino dos lixos de construção/demolição (entulho) 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro colet 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro colet 63. Destino dos lixos volumosos 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro colet 64. Destino de nimis mortos (pequeno e grnde porte) 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro colet 65. Destino de produtos 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro diferencidos PNEU colet 66. Destino de produtos 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro

12 diferencidos PILHAS E BATERIAS 67. Destino de produtos diferencidos LÂMPADAS 68. Destino de restos de produção (plh, glhos, folhs, sementes, cpim) colet 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro colet 0 Céu 3 Enterr 6 Aterro 2 Compos 5 Deix no solo 8 Não tgem QUANTO À SAÚDE 69. Você ou lguém d su fmíli tem um doenç que exige trtmento pr tod vid? 1 Sim 0 Não 0 Do corção 1 Câncer 2 Do pulmão 3 Estômgo 4 Outr 70. Quis são s doençs que ocorrerm neste no entre s pessos d su fmíli? ASSINATURA DO INFORMANTE: 0 Gripe ou resfrido 1 Asm ou bronquite 2 Dirréi 4 Nenhum 3 Febres 5 Outr NOME DO APLICADOR: Fonte: Ddos d pesquis 2014 Form levdos em considerção ddos reltivos à escolridde, rend, tmnho d fmíli, fix etári dos entrevistdos de modo crcterizr estrutur fmilir típic do ssentdo, em 7 questões fechds. Tmbém, form considerds informções sobre s

13 tividdes econômics, mnejo de solo e águ e crcterístics d áre domicilir de modo permitir o dignóstico econômico e mbientl, somndo 39 pergunts. Finlmente, form tmbém incluíds informções cerc d gerção e destinção dos diferentes tipos de resíduos, clssificdos de cordo com CUSSIOL, et. l (2006), com mis 13 pergunts. 3.3 Teste do roteiro de pergunts O roteiro de pergunts foi testdo no Assentmento São João pr 16 domicílios. A estrtégi inicil foi um vigem o cmpo com equipe de três professores-pesquisdores e seis estudntes-pesquisdores, que fizerm um leitur do roteiro de pergunts, em conjunto, ntes d vigem o ssentmento. O contto inicil foi feito com um dos líderes do ssentmento, qundo foi trçdo o roteiro de visits. No ssentmento, s equipes de três pesquisdores, inicilmente, percorrerm três diferentes rots fzendo s visits. Todos os entrevistdos form inicilmente borddos com explnção dos objetivos d pesquis, e ssinrm um Termo de consentimento livre e esclrecido. Durnte plicção dos roteiros, feit por um entrevistdor com um observdor (professor) e o segundo entrevistdor fez notções sobre o processo. As notções incluírm: ) esclrecimentos que form necessários o entendimento ds questões por prte do entrevistdo (lingugem demsido técnic como n questão 2 que relt sobre fix etári; b) observções e correções do texto como n questão 7 que relt do quntittivo d idde de todos os mordores d residênci; c) instruções necessáris o entrevistdor (dúvids do entrevistdor como questão 37 que relt o locl d crição dos nimis sendo definitivo ou improvisdo). Este teste foi, então, submetido à tbulção utilizndo-se o progrm STATA, que mostrou outros problems, especilmente no que tnge opções de crição dos nimis, fix etári do quntittivo dos mordores, rend fmilir e combte prgs. Os ddos encontrmse em um proporção desigul devido erro de colet de ddos. O teste levou lterções o questionário finl pr melhor plicção e redução de flhs. 3.4 Gui de plicção do instrumento O gui present 12 tópicos que descrevem como plicr o roteiro de pergunts nos ssentmentos, podendo ser plicdo em outros ssentmentos ruris. Ele fcilit plicção, porque propõe um estrtégi metódic de pesquis, lém de explicr s dificulddes inerentes lgums questões, como dificuldde de compreensão por prte dos ssentdos; e instrui sobre possíveis resposts que não são encontrds entre s opções de respost, entre outros. Os itens presentdos são: Relizção de um visit prévi o ssentmento. Est visit fz um primeiro contto com s lidernçs, fcilitndo o cesso os mordores, e diminuindo s resistêncis. El serve pr: Verificr possíveis rots de visits, de modo dinmizr o tempo pr plicção dos roteiro de pergunts; ter contto inicil com os mordores e gestores locis; verificr possíveis eventos que frão os mordores se usentrem ds css, ns dts mrcds pr visit; visr os mordores pr, se puderem, não se usentrem ds css no horário previsto d entrevist. Abordgem do entrevistdo. Instrui form de interção: O entrevistdor deve se presentr, identificndo seu nome e su vinculção (no cso à UFT), descrever o objetivo do roteiro de pergunts e pedir utorizção do entrevistdo pr divulgção de ddos, que

14 deve ser dd no Termo de consentimento (Apêndice ); o entrevistdor deve gir de form étic e educd, cumprimentndo e se despedindo do entrevistdo; o entrevistdor deve evitr pedir comid e bebid, embor ceitr s oferts (desde que não interfirm no horário pré-estbelecido de entrevist) sej educdo; o entrevistdor deve descrever s prceris que estão poindo o projeto e prováveis benefícios futuros vindos desss prceris e informções coletds, se houver. Aplicção do roteiro de pergunts. O roteiro de pergunt deve ser plicdo pelo próprio entrevistdor, pr evitr problems e divergêncis n nálise e tbulção dos ddos, lém de não hver interpretções errônes ds pergunts; nunc deve ser preenchido pelo entrevistdo; o entrevistdor deve ser objetivo n plicção do roteiro de pergunts; As pergunts devem ser feits de form clr e concis, de form que o entrevistdo entend e respond o que relmente contece; o entrevistdor não pode induzir s resposts do entrevistdo, o que pode promover erros n quntificção e nálise dos ddos; o entrevistdor deve explicitr s opções de resposts o entrevistdo somente qundo ele não entender pergunt propost, possibilitndo respost tods s questões. É importnte preencher todos os ddos no roteiro de pergunts, deixndo em brnco somente se o entrevistdo não responder. Identificção. É importnte escrever o nome completo do entrevistdo e pelido, pr fcilitr, cso hj retorno o locl d entrevist; notção de qulquer informção que se julgue necessári é relevnte, bem como o registro por fotos e crcterizção d áre, desde que utorizdo pelo entrevistdo; o entrevistdo deve ssinr em todos os cmpos solicitdos, pr que hj vlidção do roteiro de pergunts e utorizção pr divulgção dos ddos. 3.5 Aplicção do roteiro de pergunts Form relizds s devids correções, dequndo à relidde dos ssentdos, e foi utilizdo o Gui de plicção, pr treinmento d equipe de plicdores. Em seguid o instrumento foi plicdo nos cinco ssentmentos, preferencilmente nos sábdos, de modo encontrr o mior número de mordores em seu domicílio. O instrumento foi plicdo, exclusivmente, pr os hbitntes dos ssentmentos, pr dr mior credibilidde às informções obtids e buscr um melhori n qulidde de vid d populção que relmente conhece s necessiddes do locl. A escolh dos entrevistdos foi de form letóri n medid em que se percorri o ssentmento, e conforme disponibilidde de tempo por prte dos mordores pr responder o formulário, e ssintur do Termo de consentimento livre e esclrecido. Em cd ssentmento, form relizds visits durnte um di de visit, que foi ntecedido de um visit de reconhecimento e contto com lidernçs pr conhecimento ds rots. Tods s visits form compnhds de um lidernç do ssentmento, ou de lguém indicdo por est lidernç e mordor do ssentmento em questão. O tempo médio de plicção do roteiro de pergunts foi de 20 minutos, envolvendo dois entrevistdores, de modo que lém do preenchimento do roteiro de pergunts, outrs observções relevntes citds pelo entrevistdo pudessem ser notds e considerds n nálise finl. A equipe ind incluiu mis dois pesquisdores, estes responsáveis pel observção fotográfic e vlição do domicílio e peridomicílio, qundo hvi permissão do entrevistdo. Ds 267 fmílis residentes nos 5 ssentmentos, 83 fmílis form

15 entrevistds, com um mostr de 31% do totl. Segue tbel que descreve relidde mostrl. Tbel 1. Amostrgem Assentmento Nº de fmílis Nº de fmílis entrevistds Percentgem (%) São João ,78 Entre Rios ,42 Veredão ,94 Serr do Tquruçu TOTAL ,08 Fonte: Pesquis (2014) 3.6. Crcterizção socioeconômic O perfil socioeconômico dos ssentmentos inclui composição fmilir, ou sej, o número de pessos residentes nos lotes, origem dos ssentdos, rend fmilir e principl fonte dess rend. Os núcleos fmilires são pequenos, sendo que 51% ds fmílis possuem de 1 3 pessos residentes, e com cim de três té 5 pessos cheg 25%. Já fmílis com 6 pessos ou mis configur 24% do totl dos entrevistdos. Observ-se que 53% dos ssentdos são de origem de outros estdos, com um contingente de pens 13% dos mordores são oriundos do próprio município e 34% vindos de outros municípios do Estdo. O que indic migrção n busc de melhores lterntivs de rend e qulidde de vid. Considerndo que grnde miori dos ssentdos tem su origem for do município de Plms, em relção o tempo de residênci observ-se que mis 60% dos ssentdos têm cinco nos ou mis no ssentmento, o que pode comprovr usênci de conflitos desgregdores, e demonstrr identificção e estbilidde d comunidde com relidde locl. Como o estdo do Tocntins possui 25 nos de crição e populção entrevistd tem em su miori entre nos, not-se o efeito d migrção desses mordores ntivos de outros estdos, pr Cpitl. Em relção à rend e fonte de rend, not-se que 41% dos ssentdos possuem um rend de 1 slário mínimo. A fonte de rend prevlente é produção d terr com 49% dos entrevistdos. Embor hj, entre os rrimos de fmíli, posentdos representndo 24% dos entrevistdos, e bolsists de bols fmíli. Observ-se tmbém que 40% exerce tividde remunerd prlel ou recebe pensão ou posentdori. Vle destcr que muits vezes prte d fmíli se dedic produção grícol n pequen propriedde, enqunto outr prte exerce tividde remunerd n cidde ou em outrs proprieddes do Assentmento, pr complementr rend totl d fmíli. As trnsferêncis governmentis trvés do Progrm Bols-Fmíli contemplm 7% do totl de entrevistdos e pens 4% que não se dedicm à gricultur, relizm tividdes remunerds esporádics, pr compor rend. Este fto foi consttdo principlmente ns fmílis ssentds em período muito recente, que ind não form contemplds pelos progrms de finncimento e custeio do INCRA. Este qudro de rend bsed em posentdoris, Bols Fmíli e outrs tividdes for d propriedde um

16 populção em fins de idde produtiv. Como o INCRA estbelece s terrs os gricultores, isto se confirm nos ddos presentdos onde grnde miori tem como fonte de rend produção n própri terr. 4. CONCLUSÃO O roteiro de pergunts pode ser fcilmente plicdo nos ssentmentos, trvés do gui metodológico, e ser efetivo. Cso o roteiro de pergunts sej plicdo não tendendo o gui metodológico pode trnsmitir resultdos errôneos e contrditórios, lém de dificultr plicção do mesmo. Assim há vlidção do gui metodológico e do roteiro de pergunts. Com crição d Lei nº no no de 2010, conclui-se que é recente preocupção com o trtmento e disposição finl dos resíduos sólidos, sendo que ind hoje grnde prte destes resíduos não tem trtmento nem disposição dequdos, em especil os resíduos ds zons ruris. Atrvés d plicção do gui fic evidencido importânci e necessidde de implementção d colet dos resíduos gerdos nos ssentmentos. Sugere-se que os órgãos públicos não prtique pens colet dos resíduos, ms tmbém, que relize o trtmento e destinção finl d form corret, com um propost socil e mbientl rigoros e séri enrizds nesses procedimentos. É importnte Assistênci técnic nos ssentmentos pr melhori e qulidde de vid dos mordores. 5. REFERÊNCIAS BARBOSA, G. L. M. Gerencimento de resíduo sólido: Assentmento Sumré II, Sumré SP p. Dissertção (Mestrdo) Universidde Estdul de Cmpins, Fculdde de Engenhri Civil, Arquitetur e Urbnismo, São Pulo. BERGAMASCO, S. M. P. P. A relidde dos ssentmentos por detrás dos números. Dossiê Questão Agrári. Estudos Avnçdos, São Pulo, v.11, n. 31,1997. BRAGA, B; HESPANHOL, I.; CONEJO, J.; MIERZWA, J.; BARRROS, M.; SPENCER, M.; PORTO, M.; NUCCI, N.; JULIANO, N.; EIGER, S. Introdução à engenhri mbientl. 2ª.ed. São Pulo: Person Prentice Hll, 2005, p. 7. BRASIL. Lei nº de 02 de gosto de Institui Polític Ncionl de Resíduos Sólidos. Disponível em: < >. Acesso em 19 jun BRASIL. Portri nº 80 de 24 de bril de Adot s denominções e os conceitos plicáveis o Ministério do Desenvolvimento Agrário e su entidde vinculd, o Instituto Ncionl de Colonizção e Reform Agrári. BRASIL. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO. Instituto Ncionl de Colonizção e Reform Agrári (INCRA). Disponível em: Acesso em: 14/01/2013, às 11:30. BRASIL. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO. Instituto Ncionl de Colonizção e Reform Agrári (INCRA). Diretori de Obtenção de Terrs e Implntção de Projetos de Assentmentos DT. Coordenção Gerl de Implntção DT SIPRA.

17 Projetos de Reform Agrári Conforme Fse de Implntção. 23/03/2012. Disponível em: Acesso em: 01/2014. CANUTO, J. C. Assentmentos ruris sustentáveis: o processo de construção prticiptiv do conhecimento groecológico e o monitormento de uniddes de referênci no Assentmento Sepé Tirju-SP / João Crlos Cnuto; Ptrici Cmpro Ávil; Ricrdo Cost Rodrigues de Cmrgo Jguriún, SP : Embrp Meio Ambiente, p. CHICAGO, A.C. Qulidde de vid no meio rurl. Disponível em: Acesso em: 03 de outubro CUSSIOL, N. A. M.; ROCHA, H. T. R.; LANGE, L. C. Quntificção dos resíduos potencilmente e infectntes presentes nos resíduos sólidos urbnos d regionl Sul de Belo Horizonte/ MG/ Brsil. Cdernos de Súde Públic, Rio de Jneiro, DAROLT, M. R.. Lixo Rurl: Entrves, Estrtégis e Oportuniddes. Pont Gross: FELIX, G. C.; COSTA, M. F. D. Análise d gestão de resíduos sólidos Urbnos no Rio de Jneiro frente à polític ncionl de resíduos sólidos. Rio de Jneiro: UFRJ/Escol Politécnic, GIL, A. C. Como elborr projetos de pesquis. 4 ed. São Pulo: Atls, IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTÁSTICA (2010). Pesquis Ncionl de Snemento Básico. Disponível em: gov.br/home/ previdenci/noticis/ pnsb.shtm. Acessdo em: 13/ set IBGE INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Conceitução ds Crcterístics Divulgds n Contgem d Populção de Situção do domicílio. 2013b. Disponível em: < Acesso em: 31 jul IPEA - INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Dignósticos dos Resíduos Sólidos Urbnos.Reltório de Pesquis LIMA, A. A.; Fris, M. S. S. D.; Lir, V. M. D.; Frnco, E. S.; Silv, M. B. R. D. Lixo Rurl: O cso do município de João Alfredo (PE). Revist Cminhos de Geogrfi. v. 1 n. 16, p. 1-5, out/2005. MOSCARDI.J.P. O Snemento Ambientl nos Assentmentos Ruris: o cso do município de Arei Brnc - RN. III Congresso Brsileiro de Gestão Ambientl Goiâni/GO 19 22/11/2012.

18 PAIM, R. O.; DALL'IGNA, S.F. A Importânci d Reform Agrári:Dignóstico do Assentmento Congonhs Abelrdo Luz SC/Brsil n Perspectiv do Desenvolvimento Economico PROSAB, Trtmento, recuperção e disposição integrdos de resíduos sólidos urbnos, com ênfse n proteção dos corpos d águ. 1ª edição. Rio de Jneiro: ABES, RAMIRO, P. A.; Assentmentos ruris: o cmpo ds socibiliddes em trnsformção. O cso dos ssentdos do Nov Pontl f. Tese (Doutordo). Tese (doutordo) Universidde Federl de São Crlos. UFSCr. São Crlos. SANTOS, E. G. dos; OLIVEIRA, F. G. Resíduos Sólidos no Meio Rurl: O cso do Assentmento Queimds no município de Remígio/PB SILVA, J. G. O Novo Rurl Brsileiro. Revist Nov Economi. v. 7, n, 1, p Mio/1997. SOUSA, E. S.; LIMA, F. W. B.; MACIEL, G. F.; SOUSA, J. P.; PICANÇO, A. P. Blnço hídrico e clssificção climátic de Thornthwite pr cidde de Plms TO APÊNDICE APÊNDICE A - Termo de Consentimento Prezdo () Senhor () Apresentmos, estudnte e pesquisdor () d Universidde Federl do Tocntins UFT, utorizdo pel Instituição pr plicr o presente questionário, referente o desenvolvimento do Projeto Modelo de gestão de resíduos sólidos pr cinco ssentmentos no município de Plms TO. Est pesquis tem como principl objetivo nlisr s crcterístics dos ssentmentos do município de Plms-TO e propor modelo de gestão de resíduos sólidos incluindo trigem, trnsporte, destinção finl e responsbilidde de cd tor no processo de descrte/reutilizção/reuso dos resíduos. Assim, contmos com su colborção no tendimento o (à) estudnte fornecendo-lhe s informções solicitds, bem como ssintur ceitndo prticipr dest pesquis e concordndo com divulgção dos ddos, tendo em vist que os resultdos deste trblho deverão propor melhoris est comunidde. Atenciosmente, A equipe de pesquisdores Aceito prticipr dest pesquis bem como com divulgção dos ddos. Plms / / Assintur do entrevistdo

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA AUTORES: AMARAL, An Pul Mgno; NETO, Antônio d Luz Cost. E-MAIL: mgno_n@yhoo.com.br; ntonioluzneto@gmil.com INTRODUÇÃO Sendo um desfio ensinr químic pr

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL 1 N O T A T É C N I C A N º. 0 0 3 / 2 0 0 7 Análise ds demnds identificds ns udiêncis públics do Plnejmento Estrtégico. Construção de plnejmento. 1 JUSTIFICATIVA Após relizção de seis udiêncis públics

Leia mais

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY IDENTIFICAÇÃO PLANO DE ENSINO Curso: Engenhri de Produção Período/Módulo: 6º Período Disciplin/Unidde Curriculr: Simulção de Sistems de Produção

Leia mais

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Pulo/SP PNRS E O WASTE-TO-ENERGY Definições do Artigo 3º - A nov ordenção básic dos processos Ordem de prioriddes do Artigo 9º

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira Coorden http://www.etecermelind.com.br/etec/sis/ptd_tec_6.php 1 de 5 18/09/2015 12:45 Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA: 022 - Progrm Súde d Fmíli 1. Problem: Alto índice de pcientes que visitm unidde Mist de Súde pr trtr de problems que poderim ser resolvidos com visit do médico em su cs.

Leia mais

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APOIO INSTITUCIONAL À EXTENSÃO PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL 01/014-PROEX/IFRN Os cmpos sombredos

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel

Leia mais

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se . Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos

Leia mais

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS:

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: PAINT 24 - I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: 1.1 - Auditoris de Conformidde Uniddes Orig d dnd: Intern com bse nos resultdos d Mtriz de Risco elbord pel Auditori Intern Nº UNIDADE OBJETIVOS ESCOPO

Leia mais

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015 Editl de Processo Seletivo Nº 21/2015 O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL NO ESTADO DO PIAUÍ, SENAC-PI, no uso de sus tribuições regimentis, torn público que estão berts

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenção/Colegido o(s) qul(is) será vinculdo: Engenhris Curso (s) : Engenhris Nome do projeto: MtLb Aplicdo n Resolução de Sistems Lineres.

Leia mais

Semelhança e áreas 1,5

Semelhança e áreas 1,5 A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.

Leia mais

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras Universidde Estdul de Cmpins Fernnd Resende Serrdourd RA: 093739 Disciplin: CS101- Métodos e Técnics de Pesquis Professor: Armndo Vlente Propost de Projeto de Pesquis Liberdde de expressão n mídi: seus

Leia mais

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth FUNCIONL ENTORNO IDENTIFICR RELÇÃO DO EDIFÍCIO COM OS ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERNDO OS TRIBUTOS DO LUGR - MSSS EDIFICDS, RELÇÕES DE PROXIMIDDE, DIÁLOGO, INTEGRÇÃO OU UTONOMI O ENTORNO D CSH #9 É COMPOSTO

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MÉDICA (ABEM) Av. Brsil, 4036 sls 1006/1008 21040-361 Rio de Jneiro-RJ Tel.: (21) 2260.6161 ou 2573.0431 Fx: (21) 2260.6662 e-mil: rozne@bem-educmed.org.br Home-pge: www.bem-educmed.org.br

Leia mais

Relatório de atividades. Abril / 2011 a Janeiro / 2014. A Coordenação de Convênios e Contratos da UFG/CAC está vinculada à direção do

Relatório de atividades. Abril / 2011 a Janeiro / 2014. A Coordenação de Convênios e Contratos da UFG/CAC está vinculada à direção do Reltório de tividdes Abril / 2011 Jneiro / 2014 A d UFG/CAC está vinculd à direção do Câmpus e, posteriormente, o Setor de Convênios e Contrtos do Gbinete d Reitori. Tem como função intermedir s relções

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis

Leia mais

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d

Leia mais

Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água

Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água Divisão de Plnemento Ambientl e Proteção Civil Di 1 de Outubro Di Ncionl d Águ entre 2 mil e 8 mil milhões de pessos té Águ 2050, num momento em que meç do Aquecimento Globl d Terr é um A águ é essencil

Leia mais

EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO)

EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) ABES - Associção Brsileir de Engenhri Snitári e Ambientl V - 002 EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) Alfredo Ribeiro

Leia mais

Desenvolvendo novas ferramentas pedagógicas para a formação de gestores de parques nacionais: jogos de papéis e simulação informática.

Desenvolvendo novas ferramentas pedagógicas para a formação de gestores de parques nacionais: jogos de papéis e simulação informática. Desenvolvendo vs ferrments pedgógics pr formção gestores prques ncionis: jogos ppéis e simulção informátic 1 Equipe Jen-Pierre Briot (LIP6 & LES/DI/PUC-Rio) (coorndor) Mrt Irving (EICOS/IP/UFRJ) (vice-coorndor)

Leia mais

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia Eleições Está berto o período de inscrição pr s novs chps do Diretório Acdêmico - Gestão 2015 Inscrições: dos dis 17 29 de gosto de 2015 somente pelo e-mil: fisioufu.d.@gmil.com A votção será relizd nos

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA : 15 Mnutenção e Revitlizção do Ensino Infntil FUNDEB 40% 1. Problem: O município possui pens dus escol que oferece ensino infntil e não tende tod demnd.

Leia mais

Memória da 41ª Reunião do Comitê Gestor de Capacitação CGCAP 25/5/2015

Memória da 41ª Reunião do Comitê Gestor de Capacitação CGCAP 25/5/2015 Memóri d 41ª Reunião do Comitê Gestor de Cpcitção CGCAP 25/5/2015 Às quinze hors e vinte minutos do di vinte e cinco de mio de dois mil e quinze, presentes André de Mrque, Helen Arujo, Erismr Noves, Crl

Leia mais

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295 Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: ETEC ANHANQUERA Município: Sntn de Prníb Áre de Conhecimento: : Proteção e Prevenção Componente Curriculr: LNR Legislção e Norms Regulmentodors

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 004/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ TARIFÁRIO 2016 Operdor Ncionl SEMPRE PERTO DE VOCÊ 24 HOTÉIS PORTUGAL E BRASIL LAZER E NEGÓCIOS CIDADE, PRAIA E CAMPO Os Hotéis Vil Glé Brsil Rio de Jneiro VILA GALÉ RIO DE JANEIRO 292 qurtos 2 resturntes

Leia mais

A Diretoria de Relações Internacionais da Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas - 1. OBJETIVO 2. PRÉ-REQUISITOS. Re~ unis

A Diretoria de Relações Internacionais da Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas - 1. OBJETIVO 2. PRÉ-REQUISITOS. Re~ unis Crid pel Lei Estdul nn 2. 766/63 CNPJ.: 21.420.85610001-96 - lrrsc Estdul. ISENTA Entidde M ntenedor do Grupo Educcionl Uni: Centro Universitdrio do Sul d Mins - UNIS Fculdde Bum- FABE Fculdde Três Ponts

Leia mais

Sindicatos. Indicadores sociais 2001

Sindicatos. Indicadores sociais 2001 Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão Instituto Brsileiro de Geogrfi e Esttístic - IBGE Diretori de Pesquiss Deprtmento de Populção e Indicdores Sociis Sindictos Indicdores sociis 2001 Rio de Jneiro

Leia mais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES

Leia mais

PROJETO DE CONSTRUÇÃO DE FOSSA BIODISGESTORA

PROJETO DE CONSTRUÇÃO DE FOSSA BIODISGESTORA PROJETO DE CONSTRUÇÃO DE FOSSA BIODISGESTORA Acdêmicos: Adenilton Sntos Moreir 123 RESUMO Este rtigo present um projeto de foss biodigestor, que será executdo pelo utor do mesmo, su principl finlidde é

Leia mais

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente.

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Câmr Municipl d Amdor Deprtmento de Administrção U04.6 Urbnísitic EMISSÃO DE LICENÇA ESPECIAL OU COMUNICAÇÃO PRÉVIA PARA OBRAS INACABADAS LISTA DE DOCUMENTOS 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009)

Leia mais

Semana Epidemiológica de Início de Sintomas

Semana Epidemiológica de Início de Sintomas Boletim Epidemiológico Volume 46 N 3-2015 Secretri de Vigilânci em Súde Ministério d Súde ISSN 2358-9450 Monitormento dos csos de dengue e febre de chikunguny té Semn Epidemiológic (SE) 53 de 2014 Dengue

Leia mais

Oportunidade de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV

Oportunidade de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV Oportunidde de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV Mio/2007 1 OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FICHA BÁSICA SEGMENTO: Prestção de Serviço Conversão de motores utomotivos (GNV) DESCRIÇÃO: Oficin pr montgem de Kit

Leia mais

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular Áre de formção 523. Eletrónic e Automção Curso de formção Técnico/ de Eletrónic, Automção e Comndo Nível de qulificção do QNQ 4 Componentes de Socioculturl Durção: 775 hors Científic Durção: 400 hors Plno

Leia mais

ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição

ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição ESTATÍSTICA APLICADA 1 Introdução à Esttístic 1.1 Definição Esttístic é um áre do conhecimento que trduz ftos prtir de nálise de ddos numéricos. Surgiu d necessidde de mnipulr os ddos coletdos, com o objetivo

Leia mais

Ter formação mínima em nível superior comprovada que atenda a formação acadêmica ou formação ou vinculação em programa de

Ter formação mínima em nível superior comprovada que atenda a formação acadêmica ou formação ou vinculação em programa de ANEXO II EDITAL Nº 04/2014 2 º PRORROGAÇÃO PARA VAGAS REMANESCENTES QUADRO DE VAGAS REMANESCENTES PARA O PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO DE PROFESSORES PESQUISADORES FORMADORES ÁREA DA PESQUISA EMENTA EIXO

Leia mais

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ Ricrdo S. Blrdin Mrcelo G. Mdlosso Mônic P. Debortoli Giuvn Lenz. Dep. Defes Fitossnitári - UFSM; Instituto Phytus. Em nos

Leia mais

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE;

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE; http://www.mm.gov.br/port/conm/res/res97/res22697.html Pge 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 226, DE 20 DE AGOSTO DE 1997 O Conselho Ncionl do Meio Ambiente - CONAMA, no uso ds tribuições que lhe são conferids

Leia mais

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa.

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa. Av. Fernndo Ferrri, 514 Vitóri ES CEP: 29.075-910 Cmpus de Goibeirs Tel/Fx: +55 (27) 4009-7657 E-mil: ppghis.ufes@hotmil.com http://www.histori.ufes.br/ppghis EDITAL DE SELEÇÃO DE CANDIDATOS A ALUNO ESPECIAL

Leia mais

Resumo Executivo. Violência contra a mulher

Resumo Executivo. Violência contra a mulher S T U L s R E K Q F zs B x f b w s X R e R y P Z K O q u A r G J M e z YLU E p z P c o Resumo Executivo iolênci contr mulher estudo revel predominânci de viés policilesco n cobertur noticios do tem Estudo

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo 232 Definições e ptidões 232 Séries 233 Vrintes 233 Tolerâncis e jogos 234 Elementos de cálculo 236

Leia mais

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza Operdores momento e energi e o Princípio d Incertez A U L A 5 Mets d ul Definir os operdores quânticos do momento liner e d energi e enuncir o Princípio d Incertez de Heisenberg. objetivos clculr grndezs

Leia mais

Vem aí, novo curso no Icesp/Promove

Vem aí, novo curso no Icesp/Promove Aem n S Informe Icesp Semnl Ano IV nº 49 11/04/2014 Vem í, novo curso no Icesp/Promove A prtir do segundo semestre de 2014, o ICESP Promove de Brsíli brirá inscrições pr o curso de Tecnologi em Construção

Leia mais

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 2012 1 a Fase RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 2012 1 a Fase RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 01 1 Fse Prof. Mri Antôni Gouvei. QUESTÃO 83. Em 010, o Instituto Brsileiro de Geogrfi e Esttístic (IBGE) relizou o último censo populcionl brsileiro, que mostrou

Leia mais

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação Mnul de Internção ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 ACESSANDO O MEDLINK WEB... 4 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS... 5 CRIANDO

Leia mais

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6.1 Recursos de curto przo 6.2 Administrção de disponibiliddes 6.3 Administrção de estoques 6.4 Administrção de conts 6.1 Recursos de Curto Przo Administrção Finnceir e

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 018/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA 1 - Ddos do Proponente 1.1- Nome d Entidde 1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Dt d Fundção 1.5- Endereço 20/09/2011 1.6- Município 1.7- CEP 1.8- U F

Leia mais

GEORREFERENCIAMENTO DOS PONTOS DE OCUPAÇÃO URBANA DESORDENADA AO LONGO DO LITORAL SUL DE PERNAMBUCO-BRASIL

GEORREFERENCIAMENTO DOS PONTOS DE OCUPAÇÃO URBANA DESORDENADA AO LONGO DO LITORAL SUL DE PERNAMBUCO-BRASIL II Congresso sobre Plnejmento e Gestão ds Zons Costeirs dos Píses de Expressão Portugues IX Congresso d Associção Brsileir de Estudos do Quternário II Congresso do Quternário dos Píses de Língu Ibérics

Leia mais

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU 1 ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU EDITAL UFU/PREFE/044/2010 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIO(A) A Pró-reitori de Grdução d Universidde Federl de Uberlândi, mprd no rtigo 248 ds Norms de Grdução

Leia mais

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular Áre de formção 523. Eletrónic e Automção Curso de formção Técnico/ de Eletrónic, Automção e Comndo Nível de qulificção do QNQ 4 Componentes de Socioculturl Durção: 775 hors Científic Durção: 400 hors Plno

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.768, DE 25 DE OUTUBRO DE 2005

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.768, DE 25 DE OUTUBRO DE 2005 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº.768, DE 5 DE OUTUBRO DE 005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de sus tribuições legis, e considerndo o disposto n Portri MP no 08, de de julho

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.3. CPF: 1.4. Endereço: 2.1-Razão Social: 2.2- Nome Fantasia:

1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.3. CPF: 1.4. Endereço: 2.1-Razão Social: 2.2- Nome Fantasia: Cdstro de Instlções e Sistems de Armzenmento de Derivdos de Petróleo e Outros Combustíveis 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.2. Doc. Identidde: Órgão Expedidor: UF: 1.3.

Leia mais

EXPOENTE. Podemos entender a potenciação como uma multiplicação de fatores iguais.

EXPOENTE. Podemos entender a potenciação como uma multiplicação de fatores iguais. EXPOENTE 2 3 = 8 RESULTADO BASE Podeos entender potencição coo u ultiplicção de ftores iguis. A Bse será o ftor que se repetirá O expoente indic qunts vezes bse vi ser ultiplicd por el es. 2 5 = 2. 2.

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ. Versão 1.1

CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ. Versão 1.1 CÓDIO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ Versão 1.1 Cópis e trduções deste documento estão disponíveis em formto eletrônico no site d UTZ Certified: www.utzcertified.org Este documento foi trduzido do Inglês. Se houver

Leia mais

ESTUDO COM ALUNOS DO CEFET BAMBUÍ SOBRE ENERGIA ELÉTRICA E MEIO AMBIENTE, PROPONDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

ESTUDO COM ALUNOS DO CEFET BAMBUÍ SOBRE ENERGIA ELÉTRICA E MEIO AMBIENTE, PROPONDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL I Jornd Científic e VI FIP do CEFET Bmuí Bmuí/MG - 8 ESTUDO COM LUNOS DO CEFET BMBUÍ SOBRE ENERGI ELÉTRIC E MEIO MBIENTE, PROPONDO EDUCÇÃO MBIENTL Bárr níl de OLIVEIR (); Ronilson Rodrigues COST (); Chrles

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 Ministério d Educção Universidde Tecnológic Federl do Prná Comissão Permnente de Concurso Público PR CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 ÁREA / SUBÁREA: ELETROTÉCNICA GABARITO PROJETOS ELÉTRICOS INSTRUÇÕES

Leia mais

1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Data da Fundação. 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P F 1.12- RG

1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Data da Fundação. 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P F 1.12- RG 1 - DADOS DO PROPONENTE 1.1- Nome d Entidde 1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Dt d Fundção 1.5- Endereço 20/09/2011 1.6- Município 1.7- CEP 1.8- U F 1.9- Telefone 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P

Leia mais

EXPO ENERGIA LUSOFONIA PROGRAMA PRELIMINAR

EXPO ENERGIA LUSOFONIA PROGRAMA PRELIMINAR A PROGRAMA PRELIMINAR ALTO PATROCÍNIO ECONOMIA DIPLOMACIA AMBIENTE CIDE ANFITRIÃ PATROCÍNIOS ORGANIZAÇÃO ENQUADRAMENTO Portugl pltform intercontinentl e polo de inovção Portugl tem de conseguir cpitlizr

Leia mais

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos 3. Cálculo integrl em IR 3.. Integrl Indefinido 3... Definição, Proprieddes e Exemplos A noção de integrl indefinido prece ssocid à de derivd de um função como se pode verificr prtir d su definição: Definição

Leia mais

1 Fórmulas de Newton-Cotes

1 Fórmulas de Newton-Cotes As nots de ul que se seguem são um compilção dos textos relciondos n bibliogrfi e não têm intenção de substitui o livro-texto, nem qulquer outr bibliogrfi. Integrção Numéric Exemplos de problems: ) Como

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção

Leia mais

Potencial Eólico e Solar Brasileiro: Fontes Limpas de Energia. Vitória - Espírito Santo 23 de agosto de 2007

Potencial Eólico e Solar Brasileiro: Fontes Limpas de Energia. Vitória - Espírito Santo 23 de agosto de 2007 Potencil Eólico e Solr Brsileiro: Fontes Limps de Energi Vitóri - Espírito Snto 23 de gosto de 2007 Hmilton Moss, Ricrdo Dutr www.cresesb.cepel.br 1 Introdução Introdução Contexto ds Energis Renováveis

Leia mais

AGENTE ADMINISTRATIVO DO MP/RS DIREITO ADMINISTRATIVO DELEGAÇÃO DE SERVIÇOS NOTARIAIS E REGISTRAIS DO RS

AGENTE ADMINISTRATIVO DO MP/RS DIREITO ADMINISTRATIVO DELEGAÇÃO DE SERVIÇOS NOTARIAIS E REGISTRAIS DO RS 1 SUMÁRIO I. Administrção Públic... II. Atos Administrtivos... III. Poder de Políci... IV. Serviço Público... V. Responsbilidde Civil do Estdo... VI. Controle d Administrção Públic... 02 09 21 23 25 27

Leia mais

3º Ciclo do Ensino Básico

3º Ciclo do Ensino Básico ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO DE AMORA - ANO LETIVO 2014/2015 DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES GRUPO 600 Plnificção Anul Educção Visul 8º Ano 3º Ciclo do Ensino Básico Domínio Objetivos Geris

Leia mais

Conheça a sua fatura da água!

Conheça a sua fatura da água! Conheç su ftur d águ! Jneiro de 20 FATURA/RECIBO N.º: 27 VALOR 8,7 Euros Município de Reguengos de Monsrz Titulr / Locl Mord ou sítio de leitur/do contdor Loclidde d mord de leitur NIF: Áre NIPC 07 040

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES ESOLA SEUNDÁRIA DR. JOAQUIM DE ARVALHO, FIGUEIRA DA FOZ PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015-2016 [Escrev texto] Págin 0 B I B L I O T E A E S O L A R PLANO ANUAL DE TRABALHO/ATIVIDADES A urrículo, litercis

Leia mais

Educação Ambiental na Comunidade Escolar no Entorno do Parque Natural Municipal do Paragem*

Educação Ambiental na Comunidade Escolar no Entorno do Parque Natural Municipal do Paragem* Educção Ambientl n Comunid Escolr no Entorno do Prque Nturl Municipl do Prgem* 1 ALMEIDA, Grciel Gonçlves ; ARENDT, Krine Sles; LIRA, Elinlv Silv ; MACEDO, Gbriel Zcris; VIEIRA, An Pul. Plvrs-chve: Meio

Leia mais

Data Tema Objetivos Atividades Recursos

Data Tema Objetivos Atividades Recursos Plno Anul de Atividdes do Pré-Escolr Dt Tem Objetivos Atividdes Recursos Setembro Integrção /dptção ds crinçs -Promover integrção/ (re) dptção ds crinçs á creche; -Proporcionr um mbiente que permit às

Leia mais

Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas

Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas Pcto pel Súde 2010/ Vlores bsolutos Ddos preliminres Nots Técnics Estão disponíveis, nests págins, os vlores utilizdos pr o cálculos dos indicdores do Pcto pel Súde 2010/, estbelecidos prtir d Portri 2.669,

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO DISCIPLINA: (12º Ano Turm M) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Teres Sous Docente Teres Bstos Ano Letivo 2015/2016 Competêncis

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE: APLICAÇÃO DA FERRAMENTA 5W2H COMO PLANO DE AÇÃO PARA PROJETO DE ABERTURA DE UMA EMPRESA

GESTÃO DA QUALIDADE: APLICAÇÃO DA FERRAMENTA 5W2H COMO PLANO DE AÇÃO PARA PROJETO DE ABERTURA DE UMA EMPRESA GESTÃO DA QUALIDADE: APLICAÇÃO DA FERRAMENTA 5W2H COMO PLANO DE AÇÃO PARA PROJETO DE ABERTURA DE UMA EMPRESA Alisson O. d Silv (FAHOR) s000699@fhor.com.br Lucs Rortto (FAHOR) lr000807@fhor.com.br Mrcos

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVEST 2016 - FASE 1. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEICÃO GOUVEIA.

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVEST 2016 - FASE 1. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEICÃO GOUVEIA. 6 ) RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVEST 06 - FASE. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEICÃO GOUVEIA. 0 De 869 té hoje, ocorrerm s seguintes munçs e moe no Brsil: () em 94, foi crio o cruzeiro, c cruzeiro

Leia mais

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia.

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia. Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1260 A Câmr Municipl Mi procede à bertur do

Leia mais

EDITAL/SEE Nº 002/2014

EDITAL/SEE Nº 002/2014 EDITAL/SEE Nº 002/2014 PROCESSO DE SELEÇÃO SIMPLIFICADA PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE MONITOR/A PROFESSOR/A INDÍGENA DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO PARA AS ESCOLAS INDÍGENAS DA REDE ESTADUAL DE

Leia mais

Educação integral/educação integrada e(m) tempo integral: concepções e práticas na educação brasileira

Educação integral/educação integrada e(m) tempo integral: concepções e práticas na educação brasileira Educção integrl/educção integrd e(m) tempo integrl: concepções e prátics n educção brsileir Mpemento ds experiêncis de jornd escolr mplid no Brsil UFPR UNB UNIRIO UFRJ UERJ UFMG ULBRA Educção integrl/educção

Leia mais

INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO

INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO Mrin Borges de Lim d Silv 1, Jeniffer Rodrigues de Sous 2, An Crolin Bernrdes Borges Silv 2, Jnin de Oliveir Queiroz 2, Jéssic Krine

Leia mais

EXAME DE INGRESSO 2014 3º Período

EXAME DE INGRESSO 2014 3º Período PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ÁREA DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO (141) ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EXAME DE INGRESSO 2014 º Período NOME: Oservções Importntes: 1. Não

Leia mais

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve

Leia mais

Material envolvendo estudo de matrizes e determinantes

Material envolvendo estudo de matrizes e determinantes E. E. E. M. ÁREA DE CONHECIMENTO DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROFESSORA ALEXANDRA MARIA º TRIMESTRE/ SÉRIE º ANO NOME: Nº TURMA: Mteril envolvendo estudo de mtrizes e determinntes INSTRUÇÕES:. Este

Leia mais

Aspectos da vigilância epidemiológica da raiva no município de Jacarezinho... Resumo. Abstract. Recebido para publicação 23/08/05 Aprovado em 12/02/06

Aspectos da vigilância epidemiológica da raiva no município de Jacarezinho... Resumo. Abstract. Recebido para publicação 23/08/05 Aprovado em 12/02/06 Aspectos d vigilânci epidemiológic d riv no município de Jcrezinho... Aspectos d vigilânci epidemiológic d riv no município de Jcrezinho, Prná, Brsil, 23 Aspects of the rbies epidemic surveillnce in the

Leia mais

BOLETIM 45. Gestão desenvolve solução inédita para destino final de 46 mil toneladas de resíduos sólidos. julho/agosto 2014.

BOLETIM 45. Gestão desenvolve solução inédita para destino final de 46 mil toneladas de resíduos sólidos. julho/agosto 2014. Gestão desenvolve solução inédit pr destino finl de 46 mil tonelds de resíduos sólidos Págins 4 e 5 Págin xx BOLETIM 45 julho/gosto 2014 Ação de comunicção orient comunidde lindeir pr cuiddos com fix de

Leia mais

Manual de instalação. Aquecedor de reserva de monobloco de baixa temperatura Daikin Altherma EKMBUHCA3V3 EKMBUHCA9W1. Manual de instalação

Manual de instalação. Aquecedor de reserva de monobloco de baixa temperatura Daikin Altherma EKMBUHCA3V3 EKMBUHCA9W1. Manual de instalação Aquecedor de reserv de monoloco de ix tempertur Dikin EKMBUHCAV EKMBUHCA9W Portugues Índice Índice Acerc d documentção. Acerc deste documento... Acerc d cix. Aquecedor de reserv..... Pr retirr os cessórios

Leia mais

Ano CXLIV N o - 135 Brasília - DF, segunda-feira, 16 de julho de 2007

Ano CXLIV N o - 135 Brasília - DF, segunda-feira, 16 de julho de 2007 ISSN 1677-7042 Ano CXLIV N o - 135 Brsíli - DF, segund-feir, 16 de julho de 2007 Sumário. PÁGINA Presidênci d Repúblic... 1 Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento... 4 Ministério

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Auxiliar de Contabilidade

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Auxiliar de Contabilidade Plno de Trblho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Hbilitção Profissionl: Técnic de nível médio de Auxilir de Contbilidde

Leia mais

Faculdade de saúde Pública. Universidade de São Paulo HEP-5705. Epidemiologia I. Estimando Risco e Associação

Faculdade de saúde Pública. Universidade de São Paulo HEP-5705. Epidemiologia I. Estimando Risco e Associação 1 Fuldde de súde Públi Universidde de São Pulo HEP-5705 Epidemiologi I Estimndo Riso e Assoição 1. De 2.872 indivíduos que reeberm rdioterpi n infâni em deorrêni de presentrem o timo umentdo, 24 desenvolverm

Leia mais

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 1052

TEXTO PARA DISCUSSÃO N 1052 * TEXTO PARA DISCUSSÃO N 1052 O VERMELHO E O NEGRO: RAÇA E GÊNERO NA UNIVERSIDADE BRASILEIRA UMA ANÁLISE DA SELETIVIDADE DAS CARREIRAS A PARTIR DOS CENSOS DEMOGRÁFICOS DE 1960 A 2000 Kizô Iwkmi Beltrão

Leia mais

Apoio à Decisão. Aula 3. Aula 3. Mônica Barros, D.Sc.

Apoio à Decisão. Aula 3. Aula 3. Mônica Barros, D.Sc. Aul Métodos Esttísticos sticos de Apoio à Decisão Aul Mônic Brros, D.Sc. Vriáveis Aletóris Contínus e Discrets Função de Probbilidde Função Densidde Função de Distribuição Momentos de um vriável letóri

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELADOS COM DIFERENTES TIOS DE TELAS Angéli Cervi, Rosne Bins, Til Deckert e edro A.. Borges 4. Resumo A modelgem mtemátic é um método de investigção que utiliz

Leia mais

EDITAL 001/2013 - EADUnC

EDITAL 001/2013 - EADUnC EDITAL 001/2013 - EADUnC O Reitor d Universidde do Contestdo-UnC, de cordo com o disposto no Regimento, fz sber, trvés do presente Editl, que estrão berts inscrições e mtriculs pr ingresso nos Cursos de

Leia mais

O sistema de cotas no Brasil: um estudo de caso na Universidade Estadual do Norte Fluminense -UENF

O sistema de cotas no Brasil: um estudo de caso na Universidade Estadual do Norte Fluminense -UENF O sistem de cots no Brsil: um estudo de cso n Universidde Estdul do Norte Fluminense -UENF Ludmil Gonçlves d Mtt Doutor em Sociologi Polític Professor do Mestrdo em Plnejmento Regionl e Gestão de Ciddes

Leia mais

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Cristin Antunes Mnuel Bispo Pul Guindeir FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Escol Turm N.º Dt Grupo I Documento I É um serviço de tendimento telefónico de Trigem, Aconselhmento e Encminhmento, Assistênci

Leia mais

I Seminário da Pós-graduação em Engenharia Elétrica

I Seminário da Pós-graduação em Engenharia Elétrica USO DE UM DISPOSITIVO FACTS SVC EM SISTEMA DE TRANSMISSÃO EM CORRENTE CONTÍNUA Lino Timóteo Conceição de Brito Aluno do Progrm de Pós-Grdução em Engenhri Elétric Unesp Buru Prof. Dr. André Christóvão Pio

Leia mais