MUDANÇAS NO ARTIGO TÉCNICO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MUDANÇAS NO ARTIGO TÉCNICO"

Transcrição

1

2 MUDANÇAS NO ARTIGO TÉCNICO O último campo Biografias deverá ser substituído pelo campo ANEXOS. Deverão ser anexados os currículos em Plataforma LATTES de todos os membros do grupo. Cadastrar em Ver exemplo Uma versão preliminar do Artigo Técnico deverá ser apresentada no dia 07 ou 09/05/2012. Será avaliado apenas o andamento das atividades. 09/04/2012 2

3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Iª Unidade Instrumentação em processos industriais 1. Visão geral de instrumentação industrial 2. Transmissores 3. Transdutores 4. Atmosferas explosivas 5. Válvulas de controle 1. Função 2. Componentes 3. Tipos 4. Aplicações 09/04/2012 3

4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO IIª Unidade Automação aplicada a manufatura 1. Visão geral de processos de manufatura 2. Automação e mão de obra 3. Automação e controle de processos 4. Sistemas de automação 09/04/2012 4

5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO IIIª Unidade Sistemas Digitais 1. CLP 1. Aplicações 2. Arquitetura 3. Programação 2. SDCD e Redes de comunicação 1. Configuração 2. Telas 3. Controle 3. Introdução a Robótica 09/04/2012 5

6 LITERATURA PRINCIPAL BIBLIOGRAFIA 1. BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. Ed. Interciência. Rio de Janeiro, 2003, IBP. 2. GROOVER, Mikell P. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura. Ed. Pearson. 3ª ed. 3. MORAES, Cícero Couto et al. Engenharia de Automação Industrial. Ed. LTC, 2ª ed. 09/04/2012 6

7 BIBLIOGRAFIA LITERATURA COMPLEMENTAR 1. ROSÁRIO, João Maurício. Princípios de Mecatrônica. Ed. Prentice Hall. 2. PIRES. Automação Industrial. Ed. ETEP. 4ª ed. 09/04/2012 7

8 AUTOMAÇÃO APLICADA À MANUFATURA - Groover 1. Visão geral de processos de manufatura cap Automação e mão de obra cap. 2, 15, 16, 17, Automação aplicada no controle de processos cap. 7, 12, 20, 21, Sistemas de automação cap. 4, 5 09/04/2012 8

9 AUTOMAÇÃO APLICADA À MANUFATURA 1. Visão geral de processos de manufatura 1.1 Sistemas de produção - cap Automação em sistemas de produção - cap Trabalho manual nos sistemas de produção - cap Princípios e estratégias da automação - cap /04/2012 9

10 AUTOMAÇÃO APLICADA À MANUFATURA Visão geral de processos de manufatura Patrícia Lins de Paula 09/04/

11 Sistemas de Produção Sistemas de Manufatura ou Produção manus (mão) + factus (fazer). Método artesanal, não especializado, sem supervisão da produção completa, sem planejamento muito detalhado das tarefas.

12 Manufatura Passou a designar todo processo intensivo em mão-deobra para geração de produtos. Aplica-se ao conjunto de processos físicos ou químicos utilizados, com aplicação de energia e informação, para agregar valor a produtos. Por simplificação, o termo manufatura também se estenderá, a depender do contexto, a empresa de manufatura.

13 Objetivos dos Processos de Manufatura Motivar uma discussão sobre as empresas e a competitividade de sua manufatura Apresentar conceitos de Integração e Processos de Negócio envolvendo a manufatura Mostrar tendências tecnológicas e como elas podem afetar o processo produtivo no qual você está envolvido Repensar seu processo com uso de novas tecnologias Ajudar a estruturar seu sistema produtivo para ser competitivo

14 Sistemas de Produção em indústrias de manufatura Formado de: Instalações (fábrica, equipamentos e forma de instalação); Sistema de apoio à produção (procedimentos, logística, funções de negócios).

15 Questionamento O maior ganho qualitativo de sistemas integrados de gestão está na integração Benchmarking Partner O que é integração?????... e sistema?????

16 O Sistema de Manufatura Humanware Materiais Energia Informação Infraestrutura Sistema Pessoas Métodos Produto do sistema Hardware Software

17 O Sistema de Manufatura Mente-de-obra Materiais Energia Informação Infraestrutura Sistema Pessoas Métodos Produto do sistema Fundação Manutenção

18 O Sistema de Manufatura Materiais Energia Informação Infraestrutura Sistema Pessoas Métodos Produto do sistema Produtividade = venda custo

19 O Sistema de Manufatura Materiais Energia Informação Infraestrutura Sistema Pessoas Métodos Produto do sistema Produtividade = qualidade custo

20 Integração A tomada de decisão com referência a um comum Todos tendo a visão do todo Fluxo contínuo de atividades que agregam valor a empresa A informação necessária, na hora certa e no lugar certo

21 Características de Empreendimentos de Manufatura Globalização; Terceirização internacional e local: Fornecedores especializados em certas tecnologias; Impostos mais baixos para empresas menores; Limitação da capacidade de produção disponível.

22 Características de Empreendimentos de Manufatura Fabricação terceirizada (técnicas produtivas eficientes); Tendência para o setor de serviços; Expectativas de qualidade; Necessidade de eficiência operacional.

23 Tecnologias de Manufatura Automação; Tecnologias de manuseio de materiais; Sistemas de produção: Linhas de produção; Células de manufatura; Sistemas automatizados de montagem; Produção enxuta;

24 Tecnologias de Manufatura Manufatura flexível; Programas de qualidade: Controle Estatístico de Processos; Seis Sigma; Manufatura integrada por computador (CIM): CAD (Computer Aided Design); Manufatura Auxiliada por Computador (CAM Computer-Aided Manufacturing)

25 Sistemas computadorizados de apoio à produção CIM Manufatura Integrada por Computador CAD Projeto Auxiliado por Computador Funções de negócio; Projeto do produto; Planejamento de produção; Controle da produção.

26 CIM Computer Integrated Manufacturing Humanware Hardware Sistema Integração Software Σ (Fundação + manutenção + criação)

27 Estrutura Piramidal do CIM Administração corporativa ERP Desenvolvimento de produto e processo Gerenciamento da produção Controle da produção CAQ CAP (MRPII) FMS CAD CAL MRP MES CAE JIT CAQ (administração) CAM UM EXEMPLO... FMS CAPP Sistemas Flexíveis de Manufatura Chão de fábrica CEP CNC DAS PLC DCS DNC FMC etc.

28 Visão equivocada da Informática e Integração CIM

29 Visão equivocada da Informática e Integração CIM As pessoas não se conhecem mais O nível de entendimento e da cultura da empresa cai significativamente As pessoas se isolam em suas áreas e em seus problemas

30 A evolução da Integração da Manufatura CIM: Computer Integrated Manufacturing C I M C I M Atividades Estratégias Informação Visão Holística Business Process Recursos Organização

31 Integração intra e inter-empresas Ganhos de produtividade Empresas Virtuais Mercados dinâmicos Supply Chain Management Pensando e agindo junto Logística Integrada Envolvimento de externos Empresa Integrada Tecnologia de Informação Empresa Departamentalizada Taylor e Ford Tempo

32 Sistemas de Produção Sistemas de trabalho manual (ferramentas manuais, produtos muito customizados): Polimento de peças mecânicas; Inspetor de qualidade de equipamentos; Movimentação de cargas em depósitos. Sistemas trabalhador-máquina: Trabalhador num torno mecânico; Montador e robô efetuando solda.

33 Sistemas de Produção Sistemas automatizados: Semi-automatizado: Moldagem por injeção as injetoras funcionam em ciclos automáticos, mas é necessário que as peças fabricadas sejam coletadas por um trabalhador. Totalmente automatizado: Complexos processos químicos, refinarias de petróleo, usinas nucleares. Os trabalhadores não participam diretamente, apenas para ajustes e configurações de equipamentos e ações específicas de correção de falhas.

34 Sistemas de Produção Sistemas automatizados: Automação rígida; Automação programável; Automação flexível.

35 Sistemas de Produção Sistemas automatizados: Automação rígida: Sequência de operações definida pela configuração do equipamento. Alto investimento inicial com tecnologia embarcada; Altas taxas de produção; Inflexibilidade para variação de produção.

36 Sistemas de Produção Sistemas automatizados: Automação programável: Equipamento projetado para modificar sua sequência de operações, mantendo a flexibilidade na produção. Alto investimento em equipamentos programáveis; Baixas taxas de produção; Flexibilidade na produção; Alta adaptabilidade para produção em lote.

37 Sistemas de Produção Sistemas automatizados: Automação flexível: Produz uma grande variedade de produtos quase sem perda de tempo e de forma customizada. Alto investimento em equipamentos de engenharia customizada; Produção contínua de uma variado conjunto de produtos; Taxas médias de produção; alta flexibilidade.

38 Dez estratégias para automação e melhoria dos processos Princípio USA Understand the existent process; Simplify the process; Automate the process.

39 Dez estratégias para automação e melhoria dos processos Especialização das operações; Operações combinadas; Operações simultâneas; Integração das operações;

40 Dez estratégias para automação e melhoria dos processos Aumento da flexibilidade; Melhoria da armanezagem e manuseio dos materiais; Inspeção online;

41 Dez estratégias para automação e melhoria dos processos Otimização e controle do processo; Controle das operações de fábrica; Manufatura integrada por computador.

42 A Dinâmica Organizacional Valores Princípios Crenças Satisfação Barreiras Modelos Mentais Sist. Informações Negócios Organização Pessoa Resultados Coletivos Individual Padrões de Comportamento Processos Sist. R. Humanos Est. Objetivos Est. Organizacional Elementos Estruturais

43 Estratégia Competitiva Perspectiva estática, de posicionamento Conjunto articulado definido por um posicionamento competitivo que inclui: visão geral do negócio metas de desempenho ações das diversas áreas orientadas para a visão e sustentadas pelas metas de desempenho

44 Estratégia Competitiva perspectiva hierárquica e funcional Três níveis da estratégia na empresa: corporativo estratégia corporativa (posicionamento da empresa como um todo, inclusive das unidades de negócio, em perspectiva de longo prazo) unidades de negócio estratégia competitiva (posicionamento das unidades no mercado, em perspectiva de médio prazo) funcional estratégias funcionais (políticas de ação e desenvolvimento das áreas funcionais)

45 Posição Competitiva e Estratégia de Produção Todo sistema tecnológico tem sua atuação limitada pelas tecnologias de equipamentos, processos, materiais e de sistemas gerenciais e de informações que utiliza. (Skinner) Compromisso entre estratégias de custo e diferenciação (flexibilidade)

46 Manufatura: Incerteza e Complexidade Incerteza do mercado MODA COMMODITIES (mercadorias) BENS DE CAPITAL (geradores eólicos) BENS DURÁVEIS (eletrodomésticos) Complexidade do produto

47 Manufaturas de Commodities Cenário: Muitos clientes Produtos padrão Pouca matéria prima Alto volume de ordens simples Poucos fornecedores principais Distribuição de alto volume Centros de distribuição Muitos produtos derivativos Variedade de embalagens relativamente significante

48 Manufaturas de Produtos Duráveis Cenário: Fluxo de projeto modular Categoria de médio a grande em clientes Alto volume de ordens de clientes Categorias de produtos com opções limitadas Manufatura de sub-montagem personalizada Alto volume de ordens de trabalho de submontagem Volume médio em ordens de trabalho de montagem Programa de vendas e cancelamentos

49 Manufaturas de Bens de Capital Cenário: Poucos clientes Projeto efetivo e avançado Produtos complexos e um tanto personalizados Somente uma montagem final Muitas submontagens de componentes e/ou matériasprimas Muitas ordens de trabalho com volume baixo ou médio Muitas atividades de investigação Ordens tipicamente discretas Muitos fornecedores

50 Manufaturas de Moda Cenário: Poucos clientes Alto conteúdo de desenho industrial Rápida resposta a trocas/mudanças Base variável de distribuidores Produção simples, partes a reparar

51 Os oito sistemas da manufatura: 1 Estaleiro 2 Oficina 3 Batelada Linha de Produção 4. Guiada por equipamentos 5. Guiada por operadores 6 Contínua 7 Celular (FMC, FMS) 8 Kanban

52 Os oito sistemas da manufatura: 1 Estaleiro M, S M, S M, S M, S M, S M, S P1 P2 P3 P4 P5 P6 Materiais (M) e serviços (S) chegam aos Produtos (Pi) estacionários em fabricação. Exemplo: fabricação de aviões.

53 Os oito sistemas da manufatura: 2 Oficina P T1 T2 F1 F2 R1 R2 M1 M2 T3 Tn F3 Fn R3 Rn M3 Mn Produto (P) em fabricação movimenta-se entre os departamentos de acordo com plano de processo. Exemplo: fabricação de painéis elétricos.

54 Os oito sistemas da manufatura: 3 Batelada Mi, Mi, Mi, Mi, Mi E1 E2 E3 E4 En Pi, Pi, Pi, Pi Material em transformação (M) é processado agrupado em lotes nas respectivas etapas de produção (E) visando cumprir seu processo de fabricação. O produto final também é liberado em lotes. Exemplo: siderúrgica.

55 Os oito sistemas da manufatura: Linha (4 guiada por equipamentos, 5 guiada pelos operadores) Pi Pj T1 R1 J1 L1 F1 M1 Pk T2 R2 L2 F2 M2 Tn Rn Jn Ln Mn Produtos (P) passam sucessivamente pelos diversos equipamentos ou postos de trabalho visando cumprir etapas sucessivas do seu processo de fabricação. Exemplo: montadora de automóveis.

56 Os oito sistemas da manufatura: 6 Contínuo Mi,j,k E1 E2 E3 E4 En P Materiais (M) passam pelas diversas etapas (Ei) do processo de forma contínua visando cumprir as etapas necessárias ao processo de geração do Produto (P). Exemplo: refinaria.

57 Os oito sistemas da manufatura: 7 Células de fabricação (FMS) Pi T1 F1 T2 F2 T3 F3 Tn Fn R1 M1 R2 M2 R3 M3 Rn Mn Família de Produtos completa todos os seus principais processos em uma única célula Ci. Os fluxos internos variam de item para item (Pi) dentro de uma mesma família. Exemplo: fabricação de celulares.

58 FMS Sistemas Flexíveis de Manufatura

59 Os oito sistemas da manufatura: 8 Kanban do japonês registro ou placa visível Estágio A C1 Estágio B C2 Kt Kt Kt Kt Kt Kt Contenedor padrão vazio Contenedor padrão cheio Kt - Kanban de transporte Caixa de cartões kanban Postos de trabalho (C) se relacionam via kanban, "puxando" a produção a partir da retirada de contenedores do estoque. Exemplo acima representa sistema de kanban único. Exemplo: sistema de produção da Toyota. Fluxo de contenedorespadrão Fluxo de kanbans de transporte

60 Características dos sistemas de manufatura Estaleiro Oficina Celular Linha Contínuo Velocidade de Lenta e Lenta Moderada Rápida Muito rápida processo variada Conteúdo de Alto Alto Médio Baixo Muito baixo trabalho (individual) Nível de habilida- Alto Alto Moderado Baixo Baixo des no trabalho Tamanho dos lotes Muito pequeno Pequeno Variado Alto Muito alto Custo unitário das Muito Grande Moderado Baixo Muito baixo unidades grande Variações no Muito alta Alta Baixa Baixa Muito baixa roteiro de produção Opções do produto Baixa Baixa Alta Muito alta Muito baixa Desenho de Muito Grande Pequeno Modecomponentes grande rado Pequeno

61 Sistemas de produção e suas tecnologias de automação (chão de fábrica) Sistema de Produção Nível usual de automação Hardware típico do chão de fábrica Estaleiro Muito baixo --- CAL Software típico da automação da produção Oficina Muito baixo a baixo CNC CAPP, CAM, MRP Batelada Baixo a médio PLC, CNC CAM, MRP, CAQ, CAPP Linha guiada pelo operador Médio a alto Robô, PC, CNC, PLC Linha guiada pelo equipamento Alto Robô, PLC, PC CAP (supervisão), CAQ, CAE (simulação) CAP (supervisão), SCADA, CAQ, CAL, CAE (simulação) Contínuo Alto a muito alto PLC, DCS SCADA, CAQ, CAE (otimização) JIT Baixo a médio PC CAP (supervisão), CAQ, CAL FMS Alto a muito alto PC, CNC, PLC, robô, CAM, CAQ, CAL, AS/RS, AGV, CEP CAE (simulação)

Tecnologia de Comando Numérico 164399

Tecnologia de Comando Numérico 164399 164399 Aula 2 Introdução à Automação da Manufatura Mecatrônica; Automação; Níveis de Automação; Tipos de Automação; Justificativas para automatizar; Justificativas para não automatizar; Prof. Edson Paulo

Leia mais

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005 Laboratório de tecnologia de manufatura - uma experiência aplicada ao ensino da engenharia de produção Wilson de Castro Hilsdorf (FEI) wicastro@fei.edu.br Alexandre Augusto Massote (FEI) massote@fei.edu.br

Leia mais

UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Professor Leonardo Gonsioroski

UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Professor Leonardo Gonsioroski UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Objetivos da Aula Diferenciar automação da mecanização. Posicionar a automação industrial no contexto histórico. Classificar os tipos

Leia mais

Matéria: AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Matéria: AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL SISTEMA DE MANUFATURA 1. MANUFATURA: DEFINIÇÕES E MODELOS Manufatura de bens: como sendo um sistema que integra seus diferentes estágios, necessitando para isso de dados de entrada definidos para se obter

Leia mais

Soluções robóticas da Intelligrated

Soluções robóticas da Intelligrated Soluções robóticas Soluções robóticas da Intelligrated Setores atendidos: Alimentos A Intelligrated é uma integradora de robótica certificada com mais de 20 anos de experiência no fornecimento de soluções

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CICLO PROFISSIONAL 9º BIMESTRE PESQUISA OPERACIONAL I 80 horas Modelagem de Problemas; Noções de otimização; Introdução a Programação Linear;

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço

Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço ou Product-Service System (PSS) ÁUREA RAPÔSO Doutoranda em Engenharia Industrial (PEI/UFBA) Professora e Pesquisadora do IFAL Campus Maceió Bolsista CAPES

Leia mais

Gestão da Produção Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management)

Gestão da Produção Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management) Gestão da Produção Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management) Prof. Dr. Marco Antonio Pereira marcopereira@usp.br CADEIA DE SUPRIMENTOS 2 Cadeia de Suprimentos Cadeia de Fornecimento SCM

Leia mais

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S QUEM SOMOS Empresa criada no Brasil no ano de 1996 como joint-venture da SORMA SpA Itália, proprietária de um software ERP para indústrias. Realizou

Leia mais

DEPS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS SISTEMAS DE PRODUÇÃO LEAN

DEPS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS SISTEMAS DE PRODUÇÃO LEAN DEPS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS SISTEMAS DE PRODUÇÃO LEAN Prof a Carla R. Pereira SURGIMENTO DA PRODUÇÃO LEAN Novas ideias vem em resposta a problemas concretos (Dennis, 2008, p.19)

Leia mais

3 CONTEÚDO PROGRMÁTICO

3 CONTEÚDO PROGRMÁTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas Departamento de Administração Curso de Administração Av. Fernando Ferrari, 514 - Campus Universitário - Goiabeiras CEP.

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção Histórico: - Um dos registros mais antigos de produção gerenciada data de cerca de 5.000 a.c.: monges sumérios já contabilizavam seus estoques,

Leia mais

PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA

PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PARA UM SISTEMA DIGITAL DE AQUISIÇÃO E CONTROLE PARA APLICAÇÃO EM TRATAMENTO DE ÁGUA Selma Capanema de Barros (1) Engenheira Eletricista PUC-MG e especialista em Análise de

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software Revista Cadware Ed.22 versão online 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente

Leia mais

UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Professor Leonardo Gonsioroski

UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Professor Leonardo Gonsioroski UNIVERSIDADE CEUMA CAMPUS RENASCENÇA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Objetivos da Aula Discutir as vantagens da automação. Entender o que é o comando numérico computadorizado (CNC) Compreender a necessidade

Leia mais

Sumário AS LIÇÕES DA HISTÓRIA 13. O que é a Ciência da Fábrica? 1 PARTE I. 1 A Indústria Norte-Americana 15

Sumário AS LIÇÕES DA HISTÓRIA 13. O que é a Ciência da Fábrica? 1 PARTE I. 1 A Indústria Norte-Americana 15 O que é a Ciência da Fábrica? 1 0.1 Uma resposta simples (A resposta curta) 1 0.2 Uma resposta mais elaborada (A resposta longa) 1 0.2.1 Foco: a gestão da produção 1 0.2.2 O escopo: as operações 3 0.2.3

Leia mais

Logística e Valor para o Cliente 1

Logística e Valor para o Cliente 1 1 Objetivo da aula Esta aula se propõe a atingir os seguintes objetivos: 1. Discutir a importância do gerenciamento da interface entre marketing e logística. 2. Reconhecer a necessidade de entender os

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente em sistemas ERP (Enterprise Resource

Leia mais

5 EDI - As montadores e suas distribuidoras

5 EDI - As montadores e suas distribuidoras 77 5 EDI - As montadores e suas distribuidoras No mundo, o setor automobilístico passa por uma forte transformação decorrente do processo de globalização associado à revolução tecnológica, que vem alterando

Leia mais

Princípios básicos da Indústria Química

Princípios básicos da Indústria Química Princípios básicos da Indústria Química Baseado em Shreve, R.N & Brink Jr., J.A. Page 1 As 6 Fases de 1 Entusiasmo 2 Desânimo 3 Desespero 4 Busca dos 5 Punição dos 5 Premiação dos Culpados Inocentes não

Leia mais

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura O conceito de CIM e a integração de processos Prof. Breno Barros Telles do Carmo Evolução da Manufatura Integração.A evolução da manufatura segundo reportado em Russell e Taylor III (1995) se deu em quatro

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO DE PROCESSOS ASSISTIDO POR COMPUTADOR CAPP (COMPUTER AIDED PROCESS

Leia mais

Modernização de Operações

Modernização de Operações Modernização de Operações O CAMINHO MAIS CLARO PARA PROTEGER O FUTURO Colocando Você no Caminho para a Modernização de Operações Valor Se você está lindando atualmente com problemas de obsolescência, ou

Leia mais

WSI. www.weldingservices.com. Criando Integridade Mecânica

WSI. www.weldingservices.com. Criando Integridade Mecânica WSI Energia Químico Petroquímico Papel & Celulose Siderurgia www.weldingservices.com Criando Integridade Mecânica Visão Geral A Aquilex WSI é fornecedora líder de serviços de recondicionamento e reparos

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização.

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização. Cap. II PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO No atual contexto da economia globalizada, a velha estratégia da produção em massa, derivada da economia de escala, já não é mais válida. Hoje as empresas devem possuir

Leia mais

MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS 1 - JUSTIFICATIVA A gestão do fluxo de valor agregado pelas organizações exige contemplar toda a cadeia de suprimentos de forma a identificar e

Leia mais

Arranjo Físico de Sistemas de Produção. Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Prof. Dr. Dario Ikuo Miyake 2005

Arranjo Físico de Sistemas de Produção. Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Prof. Dr. Dario Ikuo Miyake 2005 Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Prof. Dr. Dario Ikuo Miyake 2005 Introdução ao Planejamento do Arranjo Físico Tipos básicos de processo Por Projeto Por Jobbing Em Lote

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

Necessidade do cliente Análise. Logística. Reposição de materiais. Armazenamento. Recebimento

Necessidade do cliente Análise. Logística. Reposição de materiais. Armazenamento. Recebimento Capítulo 1 Gestão Materiais Apresentação do Tópico: A Importância da Administração A organização da área Análise de necessidades de clientes Reposição de materiais Recebimento de materiais Armazenamento

Leia mais

LOGÍSTICA. Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem

LOGÍSTICA. Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem LOGÍSTICA Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem Objectivos do Capítulo Mostrar de uma maneira geral os principais tipos de sistemas de movimentação,

Leia mais

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção Sistemas de Transformação e de produção A seleção do Processo de produção depende: -Tecnologia dos Processos de Transformaçã ção -Tecnologia dos meios auxiliares (dispositivos, ferramentas) -Tecnologia

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Professor: Conrado Frassini cfrassini@uol.com.br

Professor: Conrado Frassini cfrassini@uol.com.br Governança de TI e ISO20000 Quo Vadis TI? quinta-feira, 14 de agosto de 2008, 17h09 A área de Tecnologia da Informação vem sofrendo mudanças profundas e esse fenômeno aumentará nos próximos anos. Além

Leia mais

FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT

FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT Estratégias Globais de Desenvolvimento do Sector de Componentes para a Indústria Automóvel QUESTIONÁRIO VERSÃO FINAL FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT ÍNDICE DE QUESTIONÁRIOS 1. Gestão de Topo - Características

Leia mais

Introdução... 3 1 Comunidade Gestão de Frotas... 4 1.1 Fornecedor... 4 1.2 Plano de Manutenção... 7 1.3 Layout Importação... 11 1.4 Console...

Introdução... 3 1 Comunidade Gestão de Frotas... 4 1.1 Fornecedor... 4 1.2 Plano de Manutenção... 7 1.3 Layout Importação... 11 1.4 Console... Manual Referência Introdução... 3 1 Comunidade Gestão de Frotas... 4 1.1 Fornecedor... 4 1.2 Plano de Manutenção... 7 1.3 Layout Importação... 11 1.4 Console... 14 1.4.1 Marca... 14 1.4.2 Modelo... 16

Leia mais

Perfil Profissional de Conclusão do Curso Técnico de Instrumentação

Perfil Profissional de Conclusão do Curso Técnico de Instrumentação Perfil Profissional de Conclusão do Curso Técnico de Instrumentação Área Profissional: Indústria Segmento Tecnológico: Eletroeletrônica Qualificação ou Habilitação Profissional: Técnico em Instrumentação

Leia mais

Ferramentas de Gestão

Ferramentas de Gestão Curso de Especialização em Gestão Empresarial (MBA Executivo Turma 12) Disciplina: Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Dr. Álvaro José Periotto Ferramentas de Gestão Sis x Eficiência No sistema integrado

Leia mais

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: matheus.bortoleto@cnec.edu.br Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: matheus.bortoleto@cnec.edu.br Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Sociologia Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: matheus.bortoleto@cnec.edu.br Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Organização da produção social do trabalho Objetivo: Problematizar as diferentes

Leia mais

PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems

PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems Prof. Ricardo J. Rabelo UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas SUMÁRIO

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DA REGIÃO CENTRO-SUL FUNDASUL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Contabilidade Gerencial PROFESSOR - PAULO NUNES

FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DA REGIÃO CENTRO-SUL FUNDASUL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Contabilidade Gerencial PROFESSOR - PAULO NUNES FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DA REGIÃO CENTRO-SUL FUNDASUL CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Contabilidade Gerencial PROFESSOR - PAULO NUNES 1 1. Conceito e caracterização CONTABILIDADE GERENCIAL A Contabilidade

Leia mais

Separe pedidos em 10 passos

Separe pedidos em 10 passos Separe pedidos em 10 passos Confira diferentes métodos de trabalhar com pedidos que podem servir para diversos tipos de operação A de pedidos é um dos processos onde há mão de obra intensiva dentro de

Leia mais

Como startup lean pode ajudar na criação de novos negócios no Brasil

Como startup lean pode ajudar na criação de novos negócios no Brasil Como startup lean pode ajudar na criação de novos negócios no Brasil por Marcelo Amoroso Lima Há um movimento relevante e massivo de criação de startups, principalmente digitais. Muitas dessas empresas

Leia mais

Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas

Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas Ataíde Braga Introdução A aquisição de bens e serviços a serem utilizados na produção e na revenda de produtos

Leia mais

O Impacto da Automação na Geração de Espelhos de Notas Fiscais no Processo de Logística Reversa da BrasilTelecom Celular

O Impacto da Automação na Geração de Espelhos de Notas Fiscais no Processo de Logística Reversa da BrasilTelecom Celular 53 O Impacto da Automação na Geração de Espelhos de Notas Fiscais no Processo de Logística Reversa da BrasilTelecom Celular José Sérgio Celestino Camargo, Paulo Tadeu Peres Ingracio e Romério de Oliveira

Leia mais

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento Gisela Gonzaga Rodrigues (PUC-Rio) giselagonzaga@yahoo.com.br Nélio Domingues Pizzolato (PUC-Rio) ndp@ind.puc-rio.br Resumo Este

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Controle da produção baseado em códigos de barras

Controle da produção baseado em códigos de barras Controle da produção baseado em códigos de barras Fábio Favaretto (PUCPR) fabiofav@ccet.pucpr.br Alfredo Iarozinski Neto (PUCPR) alfredo@ccet.pucpr.br Resumo O controle da produção é um processo que tem

Leia mais

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação.

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Conversa Inicial Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Hoje iremos abordar os seguintes assuntos: a origem dos sistemas integrados (ERPs), os módulos e fornecedores

Leia mais

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*.

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*. EMENTÁRIO As disciplinas ministradas pela Universidade Federal de Viçosa são identificadas por um código composto por três letras maiúsculas, referentes a cada Departamento, seguidas de um número de três

Leia mais

APLICAÇÕES E ANÁLISE DE SISTEMAS SUPERVISÓRIOS "SCADA"

APLICAÇÕES E ANÁLISE DE SISTEMAS SUPERVISÓRIOS SCADA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E

Leia mais

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP MRP Material Requirement Planning MRP II Manufacturing Resources Planning ERP Enterprise Resource Planning 1 O MRP é um software que auxilia

Leia mais

BORDO DE LINHA. Equipe: André Evaristo Felipe Hilário Jaqueline Ostetto Renan Pazin Teresa Tromm

BORDO DE LINHA. Equipe: André Evaristo Felipe Hilário Jaqueline Ostetto Renan Pazin Teresa Tromm BORDO DE LINHA Equipe: André Evaristo Felipe Hilário Jaqueline Ostetto Renan Pazin Teresa Tromm Os sete principais desperdícios (mudas): Desperdícios e valor: Apenas uma pequena quantidade do tempo é despendida

Leia mais

Aircrete Europe. Tecnologia de construção mais sustentável, rápida e melhor para o futuro

Aircrete Europe. Tecnologia de construção mais sustentável, rápida e melhor para o futuro Aircrete Europe Tecnologia de construção mais sustentável, rápida e melhor para o futuro Missão A AIRCRETE procura continuamente superar as expectativas de seus clientes, oferecendo os melhores sistemas

Leia mais

QUEM SOMOS? O QUE FAZEMOS? A REALIDADE ATUAL DOS NEGÓCIOS: ONTEM: Custo+ Lucro= Preço de Venda. HOJE: Preço de venda= Custo+ Lucro

QUEM SOMOS? O QUE FAZEMOS? A REALIDADE ATUAL DOS NEGÓCIOS: ONTEM: Custo+ Lucro= Preço de Venda. HOJE: Preço de venda= Custo+ Lucro A REALIDADE ATUAL DOS NEGÓCIOS: QUEM SOMOS? O QUE FAZEMOS? ONTEM: Custo+ Lucro= Preço de Venda HOJE: Preço de venda= Custo+ Lucro Somos uma empresa especializada em consultoria de FÁBRICA e CUSTOS. QUEM

Leia mais

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque.

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. RAZÕES PARA MANTER ESTOQUES A armazenagem de mercadorias prevendo seu uso futuro exige investimento por parte da organização. O ideal seria

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação UNIDADE XI Sistema De Apoio à Gestão Empresarial Professor : Hiarly Alves www.har-ti.com Fortaleza - 2014 Tópicos Conceitos de software de gestão administrativas Principais softwares de gestão do mercado

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS

Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS PROVA DE EIXO - REGULAR CURSOS: ADMINISTRAÇÃO Disciplina: Gestão de Operações IV Duração: 1h30 90 minutos Professor: Número de questões: 20 Data: 12/06/2010 Nota: Aluno: RA: INSTRUÇÕES GERAIS 1. A prova

Leia mais

Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s

Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s 1 Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s RESUMO EXECUTIVO Este documento visa informar, de uma forma simples e prática, sobre o que é a gestão do ciclo de vida do Produto (PLM) e quais

Leia mais

SEGURANÇA NR12 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

SEGURANÇA NR12 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL SEGURANÇA NR12 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL SOLUÇÕES INDUSTRIAIS. A EMPRESA Para a SAFE, a tecnologia é somente um dos elementos de qualquer solução industrial. Suporte e serviços técnicos de alto nível são ingredientes

Leia mais

Automação de Processos Industriais*

Automação de Processos Industriais* Automação de Processos Industriais* Automação Rígida e Automação Flexível *Moraes, C.C.; Catrucci, P.L. Engenharia de Automação Industrial. Ed. LTC, Rio de Janeiro RJ, 2001. Black, J.T. O Projeto da Fábrica

Leia mais

Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção

Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção Áreas de decisão Instalações Capacidade de Produção Tecnologia Integração Vertical Organização Recursos Humanos Qualidade Planejamento e

Leia mais

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidade II 2 TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS 2.1 Gestão de compras 1 A gestão de compras assume papel estratégico na Era da competição global, devido ao volume de recursos envolvidos no processo,

Leia mais

Prof. Clovis Alvarenga Netto

Prof. Clovis Alvarenga Netto Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Materiais e processos de produção IV Maio/2009 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 12 de física: Arranjo físico de unidades da rede de operações

Leia mais

ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET

ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET AULA 01 ASSUNTO DA APOSTILA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN CAPÍTULO 01 Páginas 03 à 25 1 A mistura de tecnologias da Internet e preocupações empresariais

Leia mais

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO IMPORTÂNCIA INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO Quando do início de um empreendimento, de um negócio ou qualquer atividade; As expectativas e desejos de início são grandes:

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

ERP ERP ERP TRABALHO SOBRE IMPORTÂNCIA

ERP ERP ERP TRABALHO SOBRE IMPORTÂNCIA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO UPE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE PERNAMBUCO FCAP TRABALHO SOBRE Clarissa Emmanuelle Mariana Bruna Larissa EQUIPE: Bruna Araruna Bertão Clarissa Pimentel Bandeira

Leia mais

Gerenciamento e Previsão de Demanda

Gerenciamento e Previsão de Demanda Gerenciamento e Previsão de Demanda Cadeia de valor de suprimento e Previsão de Demanda; Demanda (princípios básicos); Gerenciamento da demanda; Por que previsões de demanda são necessárias?; Previsão

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva.

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva. Brochura BX PRODUCTION Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva SAP Business One para manufatura discreta e repetitiva A combinação de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Matriz Curricular válida para os acadêmicos ingressantes a partir de 2014/1 Fase

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

Pequeno Resumo ( è o link de abertura da pagina principal do site e o resumo do facebook e linkedin)

Pequeno Resumo ( è o link de abertura da pagina principal do site e o resumo do facebook e linkedin) Pequeno Resumo ( è o link de abertura da pagina principal do site e o resumo do facebook e linkedin) A HAUSCHILD é uma empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) que possui profissionais com

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini. E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br

GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini. E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ERP 2 ERP Planejamento dos Recursos da Empresa 3 CONCEITO DE

Leia mais

Um Pacote de Desenvolvimento Único e Escalar

Um Pacote de Desenvolvimento Único e Escalar A K D P D M M C O N T R O L A D O R D E A U T O M A Ç Ã O E S E R V O D R I V E I N T E G R A D O Um Pacote de Desenvolvimento Único e Escalar O Kollmorgen Automation Suite simplifica e acelera o desenvolvimento

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação O aumento da competitividade global, trouxe consigo a grande desenvolvimento da Tecnologia da informação. Os processos enxutos e sem erros, os grandes estoques, as decisões que

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/lista-de-cursos.html Lista de cursos Atualmente, do total de cursos a distância ofertados

Leia mais

Design and Performance Gestão da cadeia de suprimentos

Design and Performance Gestão da cadeia de suprimentos Design and Performance Gestão da cadeia de suprimentos 1 1. Supply Chain Structure 3. Componentes gerenciais 4. Supply Chain Performance Measurement (SCPM) 5. Hot topics in Supply Chain (SC) 6. Dell Case

Leia mais

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br Motivações Gerenciamento de projetos, vem sendo desenvolvido como disciplina desde a década de 60; Nasceu na indústria bélica

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Considerações para o sucesso de um investimento em sistemas AS/RS

Considerações para o sucesso de um investimento em sistemas AS/RS Considerações para o sucesso de um investimento em sistemas AS/RS Escolha o melhor fornecedor de sistemas e tecnologia e ganhe flexibilidade, rendimento e eficiência operacional automação que traz resultados

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Conteúdo Gerenciais Direcionadores de Arquitetura de TI Tipologia dos sistemas da informação Prof. Ms. Maria C. Lage marialage.prof@gmail.com As preocupações corporativas Gerenciar Mudanças Crescimento

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 FSI capítulo 2 Referências bibliográficas: Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010 Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 Porter M., Competitive

Leia mais

ACADEMIA DE PP ( PLANEJAMENTO E PRODUÇÃO)

ACADEMIA DE PP ( PLANEJAMENTO E PRODUÇÃO) A Academia é o melhor caminho para especialização dentro de um tema no ERP da SAP. Para quem busca uma formação com certificação em Planejamento e Produção, o mais indicado é participar da Academia de

Leia mais

CALENDÁRIO GERAL 2016 VERSÃO 1.0 PROGRAMA PÓS-FLEX 2016 CÂMPUS ECOVILLE

CALENDÁRIO GERAL 2016 VERSÃO 1.0 PROGRAMA PÓS-FLEX 2016 CÂMPUS ECOVILLE CALENDÁRIO GERAL 2016 VERSÃO 1.0 GRAMA PÓS-FLEX 2016 CÂMPUS ECOVILLE ÁREA DE NEGÓCIOS E ENGENHARIA Recesso: 18 a 31 de julho de 2016 29 de junho a 20 de julho de 2016 Legenda: Programa Pós-Flex Gestão

Leia mais

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP

PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP PLANEJAMENTO DO PROCESSO ASSISTIDO POR COMPUTADOR - CAPP Prof. João Carlos Espíndola Ferreira, Ph.D. www.grima.ufsc.br/jcarlos/ jcarlos@emc.ufsc.br Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de

Leia mais

a) Gerência Industrial e Supervisores de Produção

a) Gerência Industrial e Supervisores de Produção Anexo 6: Roteiro de Entrevistas e Questionário 1. Objetivo da Dissertação de Mestrado Analisar as estratégias empresariais de implantação e atualização da automação microeletrônica para controle de processos

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução Engenharia Engenhar Sistema Software Alguns Conceitos 1 Definição É a aplicação sistemática, disciplinada e com abordagem quantitativa para o desenvolvimento, operação

Leia mais

Entre R$ 10,5 milhões e R$ 60 milhões de faturamento bruto em 2009 Média.

Entre R$ 10,5 milhões e R$ 60 milhões de faturamento bruto em 2009 Média. Instruções o Marcação das respostas: repare que no final de cada pergunta há uma orientação para Marcar mais de 1 resposta OU Marcar apenas 1 resposta. Por favor, siga claramente a forma de marcação indicada

Leia mais

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos Sumário Sistemas de Informação para Processos Produtivos 1. Gerência de 2. Agentes principais e seus papéis 3. Ciclo de vida do gerenciamento de projetos M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Módulo 6

Leia mais

Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção. Prof. André Pedro Fernandes Neto

Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção. Prof. André Pedro Fernandes Neto Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção Prof. André Pedro Fernandes Neto Razões para Automatizar Alto custo de mão de obra Investimentos em máquinas que possam automatizar a produção com um custo

Leia mais

Gerenciamento de custos do projeto

Gerenciamento de custos do projeto PMBOK Visão Geral O PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia do Conjunto de Conhecimentos em de Projetos, o qual inclui práticas comprovadas que são amplamente aplicadas na gestão de s, além

Leia mais