UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI Rafael Toledo de Moura Campos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI Rafael Toledo de Moura Campos"

Transcrição

1 UNIVESIDADE ANHEMBI MOUMBI afael Toledo de Moura Campos Processo de Desenvolvimento do Produto utilizando Ferramenta Gerencial específica para o ramo automotivo e importância do Ciclo PDCA (Melhorias Contínuas) na aplicação do APQP. SÃO PAULO 29

2 ii AFAEL TOLEDO DE MOUA CAMPOS Processo de Desenvolvimento do Produto utilizando Ferramenta Gerencial específica para o ramo automotivo e importância do Ciclo PDCA (Melhorias Contínuas) na aplicação do APQP.. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia de produção da Universidade Anhembi Morumbi. Orientador: Profº José icardo Fiaminghi SÃO PAULO 29

3 iii AFAEL TOLEDO DE MOUA CAMPOS Processo de Desenvolvimento do Produto utilizando Ferramenta Gerencial específica para o ramo automotivo e importância do Ciclo PDCA (Melhorias Contínuas) na aplicação do APQP. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia de produção da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho em: de de 29. Prof. José icardo Fiaminghi Nome do Orientador Carlos oberto Carneiro e Francisco Carlos Damante Nome(s) do(s) professor(es) da banca Comentários: DEDICATÓIA

4 iv DEDICATÓIA É com muita satisfação que dedico este trabalho primeiramente a minha Família; não menos importante, aos meus amigos de sempre, aos meus colegas de curso, meus colegas de trabalho, e a todos que acreditaram em mim.

5 v AGADECIMENTOS Agradeço aos meus Pais, que nos momentos de ausência dedicados ao estudo de graduação e ao trabalho, sempre fizeram entender o esforço de hoje que será colhido no futuro, gerando subsídios para a continuação das atividades que me ajudariam a completar mais uma etapa de minha vida, sempre incentivando em todos os sentidos, contribuindo para minha força de vontade e para nunca desistir apesar de todas as dificuldades ao longo da jornada de graduação, aos meus amigos de sempre, que muitas vezes, mesmo que indiretamente, contribuíram para superar obstáculos e prosseguir, a todos nossos mestres por sua árdua tarefa de transmitir conhecimento e experiência, formando pessoas, aos amigos que ganhei no decorrer deste período. Há tantos para agradecer, desde o início da etapa até o fim desta, que agradeço a todos que direta ou indiretamente contribuíram para esta realização, para os que acreditaram em mim, e também para os que não acreditaram.

6 vi ESUMO O trabalho em questão visa demonstrar as vantagens de um processo de desenvolvimento do produto com disciplinas padrões de Planejamento e Execução do produto, entre o ramo automotivo, enfatizando Qualidade, Custos e Prazos e o envolvimento de todos responsáveis dentro de uma organização, principalmente a alta Gerência e Direção, bem como a importância da melhoria contínua em produtos para o ramo automotivo. Apresenta um estudo de caso com objetivo de demonstrar e avaliar as dificuldades de implementação de melhorias contínuas dentro de uma organização do segmento autopeças, e os benefícios mensuráveis que a melhoria contínua traria, se bem definida e implementada, não só para o produto do estudo de caso, mas também na abrangência de desenvolvimento de qualquer produto. Palavras Chave: Desenvolvimento do Produto. Melhoria Contínua.

7 vii ABSTACT The work underneath is intended to show the advantages of a product development process, with standard Product s Planning and Performing disciplines into automotive segment, emphasizing, Quality, Costs, Deadlines and the commitment among all held responsible of sectors within an industry, chiefly general manager and CEO, as well as the importance of the continuous improvement on automotive s products. It presents a case aiming to assess and analyze the difficulties of performing continuous improvements inside a vehicle s part organization, the measurable benefits which continuous improvement would bring, if well defined and implemented, not just to the product that are within the case, but also on the scope of development of any product. Key Words: Product Development. Continuous Improvement.

8 viii LISTA DE FIGUAS Figura 1: esultados do Planejamento da Qualidade...4 Figura 2: Ciclo de Planejamento do APQP...5 Figura 3: Fluxo inicial APQP "Decisão de fonte de fornecimento / equisitos de entradas do cliente...6 Figura 4: Esquema de análise de modo de falha potencial e análise do efeito...16 Figura 5: Pontuação características especiais para DFMEA...17 Figura 6: Formulário padrão para DFMEA...18 Figura 7: Legendas usuais para fluxogramas de processo...26 Figura 8: Exemplo de fluxograma de processo...27 Figura 9: Modo de trabalho para PFMEA...28 Figura 1: Análise do Sistema de Medição Descentralização...3 Figura 11: Análise do Sistema de Medição epetibilidade...3 Figura 12: Análise do Sistema de Medição eprodutibilidade...3 Figura 13: Análise do Sistema de Medição Estabilidade...3 Figura 14: Análise do Sistema de Medição Linearidade...3 Figura 15: Formulário usual para & epetibilidade e eprodutibilidade...31 Figura 16: epresentação gráfica de limites de controle de processo...38 Figura 17: epresentação gráfica dos pontos de controle dos parâmetros dos processos Figuras 17.1, 17.2, 17.3, 17.4, 17.5 e Figura 18: Histograma...39 Figura 19: Formulário padrão PSW...49 Figura 2: Ciclo PDCA...5

9 ix LISTA DE TABELAS Tabela 1: Pontuação de Severidade para FMEA...18 Tabela 2: Pontuação de Ocorrência para FMEA...18 Tabela 3: Pontuação de Detecção para FMEA...18 Tabela 4: Matriz de características parâmetros/operação...27 Tabela 5: Estudo de Dispositivo por atributo...32 Tabela 6: Níveis de submissão PPAP...47

10 x LISTA DE ABEVIATUAS E SIGLAS 8D AIAG APQP CAD CEP DFA DFM DFMEA DVP ED FMEA IATF ISO / TS IT MD MSA NP PC PDCA PFMEA PND PPAP PSW PV QFD AA & S.G.Q. TG TGW Oito Disciplinas Automotive Industry Action Group Advance Product Quality Planning Computer Aided Design Controle Estatístico do Processo Design For Assembly Design For Manufacturing Design Failure Mode and Effect Analysis Design Verification Plan Engineering Development Failure Mode and Effect Analysis International Automotive Task Force International Standard Organization / Technical Specification Instrução de Trabalho Material equirement Data Measurement System Analysis Número Potencial de isco Plano de Controle Plan, Do, Check and Act Process Failure Mode and Effect Analysis Program Need Dates Production Part Approval Process Part Submission Warranty Production Verification Quality Function Deployment elatório de Aprovação de Aparência epetibilidade e eprodutibilidade Sistema de Gestão da Qualidade Things Gone ight Things Gone Wrong

11 xi LISTA DE SÍMBOLOS Cpk Avaliação Estatística de Capacidade do Processo Ppk Avaliação Estatística Preliminar do Desempenho do Processo

12 xii SUMÁIO 1 INTODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico MÉTODO DE TABALHO JUSTIFICATIVA EFEENCIAL TEÓICO Processo de APQP As Fases do APQP Fase I Planejamento e Definição do Programa Decisão de Fornecimento Inputs do Cliente Fase II Projeto e Desenvolvimento do Produto FMEA de Projeto evisões do Projeto Plano de Verificação do Projeto Status do APQP dos Sub-contratados Novas Instalações, Ferramentas e Dispositivos Plano de Controle do Protótipo Construção do Protótipo Especificações e Desenhos de Engenharia Compromisso da Equipe com a Viabilidade Fase III Projeto e Desenvolvimento do Processo Fluxograma de Processo FMEA de Processo Avaliação do Sistema de Medição (M.S.A) Plano de Controle Pré-Lançamento Instruções de Trabalho para o Operador Especificações de Embalagem Fase IV Validação de Produto e Processo Trial un da Produção Plano de Controle da Produção...37

13 xiii Estudo Preliminar da Capacidade do Processo Teste Validação da Produção Aprovação da Produção de Peças Entrega do PSW Fase V Feed Back, Avaliação e Ações Corretivas edução de Variação Satisfação do Cliente Entrega e Serviço ESTUDO DE CASO Índice Geral Fluxo Aplicação Cronograma de Desenvolvimento do Produto Desenhos e Especificações Cliente X Objetivos do Produto, equisitos do Cliente e Questionário Interativo Comprometimento da Equipe com a Viabilidade Metas de Qualidade, Vida Útil, Confiabilidade, Durabilidade, Manutenibilidade e Custos Lista Preliminar de Materiais Fluxograma Preliminar do Processo Desenvolvimento do DFMEA Características Especiais do Produto e Processo equisitos de Novos Equipamentos, Instalações e Produtos equisitos para Meios de Medição e Teste Verificação do Projeto do Produto Análise Crítica e Monitoramento Gerencial Instalação da Linha Análise de Documentação Técnica e equisitos Específicos do Cliente Metas de Produtividade, Capacidade Produtiva e Custos Produtivos Levantamento de Necessidades e ecursos Especificações de Embalagem e Identificação Elaboração do Fluxograma de Processo e Layout das Instalações Matriz de Características Especiais FMEA de Processo...76

14 xiv Plano de Controle de Pré-lançamento Construção de Ferramental e Dispositivos Elaboração dos Documentos eferentes ao Processo Produtivo Plano de Análise do Sistema de Medição (MSA) Análise Crítica e Monitoramento Gerencial Produção do Lote Piloto, Pré-lançamento e Produção Avaliação do MSA Estudo Preliminar de Capabilidade do Processo Testes de validação Elaboração de plano de controle de Produção Elaboração e Aprovação do PPAP Fornecedores Elaboração e Aprovação do PPAP Cliente Final Análise Crítica Execução do un at ate Aprovação do APQP e Monitoramento Gerencial etro-alimentação Exclusões Teoria X Prática Projeto de Melhoria...12 CONCLUSÕES EFEÊNCIAS BIBLIOGÁFICAS...116

15 1. INTODUÇÃO. O APQP Planejamento Avançado da Qualidade do Produto, é uma ferramenta exigida pela maioria das montadoras automotivas do mundo, como exemplo as americanas, alemães, francesas e italianas, que sistematiza um processo de desenvolvimento de produtos enfatizando como foco mais importante o planejamento. O APQP é uma ferramenta gerencial de desenvolvimento do produto específica para o ramo automotivo que possui 23 elementos que são traduzidos em tarefas, documentos e disciplinas específicas, focando em Planejamento, esponsáveis e Prazo, que dentro do método estruturado, visa como objetivo principal o planejamento eficiente da qualidade do produto, auxiliando também a comunicação entre todos os envolvidos no desenvolvimento, a obtenção de riscos mínimos de qualidade, garantia de que o produto será fornecido no prazo, pelo preço mais baixo; e entendendo como comunicação não só entre os responsáveis pelas ações e executantes, mas também o envolvimento da alta gerência.

16 2 2. OBJETIVOS Estudar um método estruturado de planejamento eficiente da qualidade do produto enfatizando a comunicação eficiente com todos envolvidos e a obtenção de riscos mínimos de qualidade no lançamento de produtos. Identificar e conhecer a fundo os 23 elementos do APQP, seus objetivos e suas inter-relações. 2.1 Objetivo Geral Operacionalizar através de 23 elementos que são traduzidos em tarefas, documentos e disciplinas específicas que devem ser completados para dar apoio ao planejamento do cliente, englobando os Inputs e Outputs de cada tarefa. Fornecer um método mais estruturado para a realização de um processo de Planejamento Avançado da Qualidade do Produto APQP bem executado, que por sua vez irá assegurar que um produto de qualidade será fornecido no prazo pelo preço mais baixo. 2.2 Objetivo Específico Definir e entender como as ferramentas utilizadas em um processo de APQP bem realizado (FMEA, M.S.A, CEP, etc), são documentos / sistemáticas vivas, que além de garantir a qualidade do produto em seu desenvolvimento, devem estar sujeitas à melhoria contínua, exercendo papel de base para o planejamento de peças similares e referência para a fabricação de produtos de maneira geral, seguindo os objetivos: Descrever o processo de APQP, listar os benefícios mais importantes da utilização do APQP, explicar o porquê da ênfase do APQP, descrever as fases do APQP familiarizar-se com os elementos do APQP, compreender como todo projeto deve estar em sintonia com o ciclo PDCA Melhoria Contínua, demonstrando as dificuldades de definição e execução de atividades de melhoria contínua dentro da Savoy do Brasil, realizando levantamentos dos problemas e soluções sistêmicas para implementação de melhorias nos processos e produtos, de uma forma abrangente a todos processos / produtos.

17 3 3. MÉTODO DE TABALHO O método de pesquisa e trabalho foi realizado numa forma bibliográfica, com base em materiais publicados, tipo, manuais, apostilas e normas técnicas, pesquisas em Internet e coletas de dados dos processos mapeados e principalmente do chão de fábrica. Sendo apresentado de uma forma explicativa, identificando os fatores que contribuem para a ocorrência do fenômeno, estabelecendo relações entre as diversas variáveis do trabalho, demonstrando os processos utilizados, aplicando uma necessidade de resolução de problemas concretos e propostas aplicáveis ao chão de fábrica.

18 4 4. JUSTIFICATIVA Este trabalho foi realizado com a intenção de aprimorar o conhecimento nas ferramentas de controle de processos produtivos que compõem a ferramenta gerencial específica para o ramo automotivo de desenvolvimento do produto, sendo importante no que tange demonstrar a necessidade de se entender e seguir uma sistemática de execução de tarefas e aprimoramento contínuo. Sendo interessante de ser lido por além de apresentar o processo da ferramenta APQP em si, demonstra também dados, resultados, benefícios da mesma, e com base no que foi apresentado na parte prática do trabalho, poderá também servir de referência para aplicação de sistemáticas (principalmente de melhorias), em diversos cenários para o leitor que o examinar.

19 5 5. EFEENCIAL TEÓICO O POCESSO DE APQP Planejamento Avançado da Qualidade do Produto Advanced Product Quality Planning, pode ser descrito como um método estruturado em equipe cujos objetivos são: Definição e estabelecimento dos passos necessários para assegurar que o produto satisfaça o cliente; Comunicação eficiente com todos os envolvidos; ealização no prazo de todos os passos requisitados; Mínimo ou nenhum problema de qualidade; iscos mínimos de qualidade no lançamento de produtos, tendo como objetivo Zero Defeitos. Um planejamento eficiente da qualidade do produto depende de um comprometimento da alta gerência da empresa com o esforço necessário para atingir a satisfação do cliente. Durante o planejamento todas as questões relativas ao produto são consideradas altas, o planejamento servirá para a redução destes, mantendo sempre a qualidade do produto e conseqüente satisfação do cliente em foco, reduzindo os outros pontos tanto no planejamento quanto em sua fase de produção (Melhoria contínua). 1º Planejamento QUALIDADE CUSTO TEMPO MODIFICAÇÕES 2º Produção Satisfação do cliente QUALIDADE CUSTO TEMPO MODIFICAÇÕES Figura 1 - esultados do planejamento da qualidade (Fonte: Apostila Setec)

20 6 Um dos pontos mais importantes para o sucesso no desenvolvimento de um novo produto e/ou processo é o planejamento. Isto significa pensar em todos os passos necessários para que o produto e/ou processo sejam lançados com o mínimo de problemas, fazendo com que gastos com mudanças sejam menores e que as modificações sejam mais fáceis de serem implementadas. Benefícios gerais: Os recursos são direcionados para a satisfação do cliente; Mudanças necessárias são identificadas o mais cedo possível; Mudanças próximas ou posteriores ao lançamento do produto são evitadas; Um produto de qualidade é fornecido no prazo pelo mais baixo custo. Em 1999, as montadoras americanas, alemãs, francesas e italianas, através do IATF emitiram a especificação técnica ISO/TS Nesta especificação técnica é solicitado que os desenvolvimentos dos produtos e processos sejam realizados de forma planejada e sistematizada. O APQP atende completamente os requisitos desta especificação e é solicitado pela maior parte das montadoras para os desenvolvimentos de novos produtos e processos e suas alterações. 5.2 AS FASES DO APQP E SEUS OBJETIVOS Planejamento e definição do programa - Determinar as necessidades dos clientes com o objetivo de planejar um programa de qualidade; Projeto e Desenvolvimento do Produto - Desenvolver características e especificações do projeto; - evisão crítica dos requisitos de engenharia; - Levantar problemas potenciais de manufatura; Projeto e desenvolvimento do processo - Desenvolver um sistema de manufatura abrangente e eficiente para atingir os requisitos, necessidades e expectativas do cliente; Validação do Produto e do Processo - Validar os processos de manufatura através de um trial run ;

21 7 - Garantir que as expectativas do cliente serão garantidas; - Identificar preocupações adicionais; Ações corretivas / Melhoria contínua. Figura 2 Ciclo do APQP Planejamento Avançado da Qualidade do Produto (Fonte: Apostila APQP InterAction Plexus) Formação e trabalho em equipe A abordagem de trabalho em equipe é recomendada na preparação do APQP; É esperado que o gerente do programa envolva representantes de todas as atividades afetadas; Determine o anotador; Determine o coordenador do tempo; Defina os objetivos da equipe (cronograma de ações, etc.); Determine as regras e diretrizes para a equipe; Colete os dados necessários para o início do processo de APQP. As fases do APQP e seus elementos Planejamento e Definição (FASE I) 1. Decisão de fornecimento; 2. Inputs do cliente. Projeto e desenvolvimento do Produto (FASE II) 3. FMEA de Projeto; 4. evisão(ões) de projeto;

22 8 5. Plano de verificação do projeto; 6. Status do APQP dos subcontratados; 7. Instalações, ferramentas e dispositivos; 8. Plano de controle da produção do protótipo; 9. Construções de protótipo; 1. Desenhos e Especificações; 11. Compromisso da equipe com a viabilidade. Projeto e desenvolvimento do processo (FASE III) 12. Fluxograma de processo de manufatura; 13. FMEA de processo; 14. Avaliação dos Sistemas de Medição (M.S.A); 15. Plano de controle Pré-lançamento; 16. Instruções de processo para o operador; 17. Especificações de embalagem. Validação de Produto e Processo (FASE IV) 18. Trial un da produção; 19. Plano de controle da produção; 2. Estudo preliminar da capabilidade do processo (Ppk, Cpk); 21. Teste de validação da produção; 22. Aprovação das peças de produção (PSW); 23. Envio das peças com PSW no MD (Material equirement data) 5.3 FASE I PLANEJAMENTO E DEFINIÇÃO DO POGAMA Os inputs aplicáveis a esse módulo são: INPUTS A voz do consumidor; - Pesquisa de mercado; - Garantia histórica e informação da qualidade; - Experiência da equipe. Plano operacional / estratégia de marketing; Dados de benchmark de processo / produto; Suposições sobre o processo / produto; Estudos de confiabilidade do produto;

23 9 Dados de entrada do cliente. Elementos da fase e OUTPUTS por eles gerados Elemento 1: Decisão de fornecimento Outputs: - Metas do projeto; - Metas de confiabilidade e qualidade; - Estudo de viabilidade. Elemento 2: Inputs do cliente Outputs: - Lista preliminar de materiais; - Fluxograma preliminar do processo; - Lista preliminar de características especiais do processo e do produto; - Plano assegurado do produto; - Avaliação dos riscos; - Apoio gerencial. Definição dos Inputs Voz do cliente A Voz do cliente abrange as recomendações, queixas, dados e informações obtidas de seus clientes internos e externos. Alguns dos métodos para coleta dessas informações são descritas conforme a seguir: Pesquisa de mercado A equipe de Planejamento da Qualidade do Produto pode necessitar obter dados de pesquisa de mercado e informação que reflita a Voz do cliente. As seguintes fontes podem ajudar a identificar os desejos e preocupações dos cliente e traduzi-los em características de produto e processo: - Entrevista com clientes; - Questionários e pesquisas junto aos clientes; - elatórios de teste de mercado e posicionamento; - Estudos de qualidade e confiabilidade de novos produtos; - Estudos de competitividade da qualidade dos produtos; - elatórios de Coisas Que Deram Certo (TG Things Gone ight).

24 1 Garantia histórica e informação da qualidade A lista do histórico das preocupações e desejos dos clientes deve ser preparado para o levantamento de recorrências potenciais durante o projeto, manufatura, instalação e uso do produto. Estes itens devem ser considerados como uma extensão de outros requisitos de projetos e incluídos na análise das necessidades do cliente. Os seguintes itens podem auxiliar a equipe a identificar as preocupações e desejos dos clientes e priorizar soluções adequadas: - elatórios de Coisas Que Deram Errado (TGW Things Gone Wrong); - elatórios de garantia; - Indicadores de capacidade; - elatórios de qualidade interna da fábrica do fornecedor; - elatório de resolução de problemas (8D`s); - ejeições e retornos da fábrica do cliente. Experiência da equipe A equipe pode usar qualquer fonte de informação considerada apropriada, incluindo as seguintes: - Inputs de um nível de sistema superior ou de projetos de QFD (Quality Function Deployment) passados; - Análises e comentários da mídia: relatórios de jornais e revistas, etc. - Sugestões e cartas dos clientes; - elatórios de TG / TGW; - Comentário de vendedores; - Comentário de operadores de frota de veículos; - elatórios de serviços de campo; - Avaliações internas usando clientes alternativos; - Testes de rodagem; - Comentários ou direções da gerência; - Problemas e questões reportados por clientes internos; - equisitos e regulamentações governamentais; - evisão do contrato. Plano operacional / estratégia de marketing

25 11 O plano operacional do cliente e a estratégia de marketing irão estabelecer uma moldura para o plano de qualidade do produto. O plano operacional do cliente pode conter restrições como cronograma, custo, investimento, posicionamento do produto, recursos para a Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que podem causar alteração no direcionamento tomado. A estratégia de marketing irá definir o alvo do cliente, os pontos-chave de venda e os principais concorrentes. Dados de Benchmark de processo / produto O Uso do Benchmark irá fornecer dados de entrada para estabelecer as metas de desempenho de produto / processo. Pesquisa e desenvolvimento também devem prover benchmarks e idéias conceituais. Uma das maneiras de obter um benchmark bem sucedido é: - Identificar os benchmarks adequados; - Entender a razão para a lacuna entre o seu status atual e o benchmark; - Desenvolver um plano para fechar a lacuna, atingir ou ultrapassar o benchmark. Suposições do processo / produto Haverá suposições de que o produto possua certas características, projeto ou conceitos de processo. Estas incluem inovações técnicas, materiais avançados, levantamento de confiabilidade e novas tecnologias. Estudos de confiabilidade do produto Este tipo de dado considera a freqüência de reparos e reposições de componentes dentro de certos períodos de tempo e os resultados dos testes de longo prazo para confiabilidade / durabilidade. Dados de entrada do cliente Os próximos usuários do produto podem fornecer informações valiosas relatando suas necessidades e expectativas. Além disso, os próximos usuários já podem ter conduzido algumas ou todas as revisões e análises já mencionadas.

26 12 FLUXO INICIAL DO POCESSO DE APQP ELEMENTO 1 Decisão de fornecime nto Cliente solicita cotação Cliente envia requisitos de projeto Processo de análise crítica de contrato Cliente recebe e aprova cotação Alta administração define Gerente do programa Forma-se equipe multifuncional para desenvolver o projeto Equipe busca Inputs de projeto Equipe desenvolve o PND e relatório Status APQP Equipe desenvolve Planejamento e os Outputs de projeto Inputs -A voz do consumidor -Plano operacional/estratégia de marketing - Dados de benchmark de processo/produto - Suposições sobre o processo/produto - Estudos de confiabilidade do produto - Dados de entrada do cliente ELEMENTO 2 Outputs - Metas de projeto - Metas de confiabilidade e qualidade - Lista preliminar de materiais - Fluxograma preliminar do processo - Lista preliminar de características especiais do processo e do produto - Plano assegurado do produto - Av. riscos de sub-fornecedores Figura 3 - Fluxo inicial APQP Decisão Fonte de fornecimento / equisitos de entrada do cliente (Fonte: Apostila APQP / PPAP Setec) Definição dos OUTPUTS Metas do projeto As metas do projeto são uma tradução da Voz do Cliente em objetivos de projeto mensuráveis e experimentais. A própria seleção das metas do projeto asseguram que a Voz do Cliente não será perdida nas atividades do projeto subseqüentes. Mates de Qualidade e Confiabilidade As metas de confiabilidade são estabelecidas baseado nos desejos e expectativas dos clientes, objetivos do programa e benchmark de confiabilidade. Exemplos dos desejos e expectativas dos clientes podem ser ausências de falhas na segurança ou serviço. Alguns benchmarks de confiabilidade podem ser a confiabilidade do produto de um competidor, relatórios dos clientes ou freqüência de reparos em um

27 13 determinado período de tempo. As metas de confiabilidade devem ser expressas geralmente em termos de probabilidade e limites de confiança. As metas de qualidade são baseadas na melhoria contínua. Alguns exemplos podem ser níveis de defeito ou redução de cavacos Lista Preliminar de Materiais A Equipe deve estabelecer uma lista preliminar de materiais baseada nas suposições do produto e processo e incluir nesta uma lista prévia de subcontratados. A fim de identificar as características especiais preliminares de produto/processo, é necessário que se tenha selecionado processos de projeto e manufatura apropriados. Fluxograma Preliminar do Processo Um processo de manufatura antecipado deve ser descrito com o uso de um fluxograma de processo desenvolvido a partir da lista preliminar de materiais e das suposições a respeito do produto/processo. Lista Preliminar de Características Especiais do Produto e do Processo As características especiais do produto e do processo são identificadas pelo cliente em adição àquelas selecionadas por meio do conhecimento do fornecedor sobre produtos e processos. Neste ponto a equipe deve assegurar que um lista preliminar de características especiais resultante de uma análise dos inputs pertencentes ás necessidades e expectativas dos clientes seja desenvolvida. Esta lista pode ser desenvolvida baseada na análise das informações levantadas incluindo, mas não se limitando a: - Suposições do produto baseadas na análise das necessidades e expectativas do cliente; - Identificação dos requisitos e metas de confiabilidade; - Identificação de características especiais do processo referentes ao processo de produção; - FMEA de peças similares Plano Assegurado do produto

28 14 O Plano Assegurado do Produto traduz os objetivos do projeto em requisitos do projeto. O total de esforço despendido para o Plano em questão pela equipe de Planejamento da Qualidade do Produto depende das necessidades, expectativas e requisitos do cliente. O plano assegurado do produto pode ser desenvolvido em qualquer formato compreensível e deve incluir, mas não limitar-se a: - Determinação dos requisitos do programa; - Identificação dos objetivos e/ou requisitos de confiabilidade, durabilidade e seperação/locação; - Levantamento de novas tecnologias, complexidade, materiais, aplicação, ambiente, embalagem, serviço e requisitos de produção ou qualquer outro fator que possa colocar o programa em risco; - Desenvolvimento de Análise dos Efeitos e Modos de Falha (FMEA); - Desenvolvimento de requisitos preliminares de padrões de engª. Levantamento de iscos Toda equipe de APQP deve conduzir um levantamento de riscos o mais rápido possível depois de formarem a equipe. O propósito do levantamento de riscos é para determinar se todos os elementos no processo de APQP podem ser completados. Os critérios de Levantamento de iscos deve avaliar quatro áreas principais: 1. Histórico da Qualidade - Garantias extensas ou coisas que deram errado (TGW) do modelo atual ou de produtos alternativos; - ejeições de qualidade freqüentes e/ou campanhas na planta de recebimento; - Componentes ou sistemas similares que foram à causa de um recall. 2. Perfil do fornecedor - Fornecedor novo ou nova localização da planta; - A tecnologia do produto ou da produção é nova para a planta de produção do fornecedor; - O histórico de desempenho de lançamento do fornecedor é fraco; - Os recursos do fornecedor são limitados devido a quantias significativas de novos negócios. 3. Perfil da Engª - Novo projeto;

29 15 - As técnicas de produção são novas para a indústria; - Produtos similares estão sujeitos a várias mudanças de projeto que ameaçam o programa; - Complexidade de produtos ou processos; - O produto é estrategicamente importante devido à alta visibilidade ou desempenho funcional. 4. Desempenho x Objetivos - Objetivo de projeto (peso, materiais, desempenho funcional, etc.) serão difíceis de alcançar; - Objetivos de confiabilidade serão difíceis de alcançar; - Objetivos de qualidade (garantia, TGWs, taxa de refugo, retrabalho, etc.) serão difíceis de alcançar; - Os prazos do programa estão apertados ; - Os objetivos de custos estão agressivos. 5.4 FASE II POJETO E DESENVOLVIMENTO DO PODUTO Os inputs aplicáveis a esse módulo são: INPUTS Objetivos do Projeto; Confiabilidade e metas de qualidade; Lista preliminar de materiais; Fluxograma preliminar do processo; Lista preliminar de características especiais; Plano de garantia do produto; Apoio gerencial. OUTPUTS FMEA de Projeto (DFMEA) Projeto para manufaturabilidade e montagem; Verificação do projeto; evisões do projeto; Construção do protótipo Plano de Controle;

30 16 Desenhos de engenharia (incluindo dados de cálculo); Especificações de engenharia. Elementos da fase e OUTPUTS por eles gerados Elemento 3: FMEA de Projeto Outputs: - FMEA de projeto; - Características especiais em potencial. Elemento 4: evisões do Projeto Outputs: - evisões do projeto; - Projeto para manufaturabilidade e montagem (DFM, DFA). Elemento 5: Plano de verificação do Projeto (DVP) Outputs: - Plano de Verificação do projeto; Elemento 6: Status de APQP dos Subcontratados Outputs: - Sumário do status dos subcontratados ou subfornecedores. Elemento 7: Novas Instalações, Ferramentas e Dispositivos Outputs: - Novos requisitos de equipamentos, ferramentas e instalações; - equisitos para os equipamentos de testes/medidores. Elemento 8: Plano de Controle do Protótipo Outputs: - Construção do Protótipo Plano de Controle. Elemento 9: Construção do Protótipo Outputs: - Construção do Protótipo. Elemento 1: Especificações e Desenhos de Engenharia Outputs: - Desenhos de Engenharia; - Especificações de Engenharia; - Especificação de Material; - Alterações de especificações e desenhos.

31 17 Elemento 11: Comprometimento da Equipe com a Viabilidade Outputs: - Compromisso da Equipe com a Viabilidade e apoio gerencial. Definição dos OUTPUTS FMEA de Projeto FMEA pode ser descrito como um trabalho sistemático em grupo cujos objetivos são: reconhecer e avaliar falhas potenciais de um produto ou processo e seus efeitos, identificar ações que possam eliminar ou reduzir a chance de uma falha potencial ocorrer, além de documentar o processo. FUNÇÃO Causa (Ocorrência) Modo de falha Efeito (Severidade) Controle preventivo Controle detectivo NP= Sev x Ocor x Det Figura 4 - Esquema modo de falha potencial e análise do efeito para DFMEA (Fonte: Apostila FMEA 4ª ed. InterAction Plexus) Severidade, Ocorrência, Detecção e NP Severidade A Severidade é uma avaliação da seriedade dos Efeitos de Modos de Falha Potenciais de componente, subsistema ou sistema. Os Efeitos são classificados através da tabela de Severidade. Prevalecerá a classificação maior entre todos os Efeitos resultantes de um Modo de Falha. Ocorrência Ocorrência é a expectativa de que uma Causa específica venha a ocorrer. Eliminar ou ter sob controle uma ou mais causas de mecanismos de Modo de

32 18 falha, por meio de modificações de projeto, é a única maneira de levar a efeito uma redução na classificação de ocorrência. As Causas são classificadas através da tabela de ocorrência. Detecção Um controle de projeto é um método ou teste usado para detectar uma deficiência de projeto o quanto antes. Uma deficiência no projeto é considerada uma falha ou um ponto fraco de um elemento que pode causar um Modo de falha. Os controles atuais são classificados através da tabela de detecção. Quando há mais de um controle para a mesma Causa ou Modo de falha, prevalece o mais eficiente, ou seja, o de menor classificação de detecção. Prevenção Previne as Causas/mecanismos de falhas ou a ocorrência de modo de falha, ou reduz sua taxa de ocorrência. NP NP (Número Potencial de isco) é o produto da maior classificação de Severidade, a Ocorrência e a menor classificação de Detecção. O NP é uma medida de risco do projeto que deve ser usado para ordenar as preocupações do projeto. Características especiais As Características especiais são aquelas que podem afetar a segurança da função do produto, regulamentações governamentais ou a satisfação do cliente, e podem requerer um processo especial de manufatura, montagem, fornecimento, monitoração de emissões e/ou controle e ações de inspeção. Estas poder ser críticas ou significativas, dependendo da combinação Causa/Detecção das mesmas: CAACTEÍSTICAS ESPECIAIS CÍTICA SIGNIFICATIVA SEV = 9, 1 OCO = QUALQUE SEV = 5-8 OCO = = 4 Obs. As características especiais em do FMEA de projeto do produto (DFMEA), somente serão confirmadas no FMEA de processo (PFMEA). Figura 5 - Pontuação de características especiais DFMEA (Fonte: Apostila FMEA 4ª ed. InterAction Plexus)

33 19 Tabela 1 - Pontuação de Severidade para DFMEA SEVEIDADE Índice Severidade Critério 1 Mínim a O cliente mal percebe que a falha ocorre 2 Ligeira deterioração no desempenho com leve descontentam ento do cliente Pequena 3 4 Deterioração significativa no desem penho de um sistema com descontentam ento do cliente 5 Moderada 6 7 Sistema deixa de funcionar e grande descontentam ento do cliente Alta 8 9 Idem ao anterior porém afeta a segurança Muito Alta 1 Fonte: AIAG Manual FMEA, Automotive Industry Action Group, 28 4º Edição Tabela 2 - Pontuação de Severidade para DFMEA O C O Ê N C IA Índice O corrência P roporção C pk 1 em ota 1:1.. C pk > 1,67 2 1:2. C pk > 1, P equena 3 1:4. 4 1:1 C pk <1, 5 M oderada 1:4 6 1:8 7 1:4 A lta 8 1:2 9 1:8 M uito A lta 1 1:2 Fonte: AIAG Manual FMEA, Automotive Industry Action Group, 28 4º Edição Tabela 3 - Pontuação de Severidade para DFMEA D E T E C Ç Ã O Índice D etecção C ritério M uito grande G rande M oderada P equena M uito pequena C ertam ente será detectado G rande probabilidade de ser detectado P rovavelm ente será detectado P rovavelm ente não será detectado C ertam ente não será detectado Fonte: AIAG Manual FMEA, Automotive Industry Action Group, 28 4º Edição Figura 6 - Formulário padrão para DFMEA (Fonte: Manual AIAG FMEA 4ª ed.)

34 2 Objetivos do FMEA de Projeto - Ajudar a identificar Modos de Falhas potenciais de produto na fase de desenvolvimento; - Aumentar a probabilidade de que todos os Modos de falha potenciais e seus Efeitos na montagem do conjunto sejam considerados; - Ajudar a identificar possíveis problemas relacionados a itens de segurança do projeto do produto para que possam ser resolvidos ainda nesta etapa; - Estabelecer prioridades para ações de melhorias do projeto; - Documentar o raciocínio por trás das mudanças de projeto, para direcionar o desenvolvimento de futuras alterações do produto; - Prover informações para o planejamento de um programa de verificação do projeto do produto; - Ajudar na avaliação dos requisitos e alternativas para o projeto; - Ajudar a identificar Características Especiais em potencial evisões de Projeto São reuniões agendadas regularmente, conduzidas pela engenharia de projeto. São uma série de atividades de verificação que ultrapassam o nível de mera inspeção de engenharia. Devem conter no mínimo: - Considerações quanto aos requisitos de projeto/função; - Confiabilidade formal e seus objetivos; - Ciclos de vida do sistema/subsistema/componentes; - Simulação por computador e resultados de testes de comparação; - FMEAs de Projeto; - evisão do Projeto para Manufatura e Montagem; - Delineamento de experimentos; - Testes de falhas; - Progresso da Verificação do Projeto; - Plano de evisão do Gerenciamento dos Elementos do Projeto Dentre os itens citados acima os mais importantes nas evisões do Projeto são o Progresso da Verificação do Projeto e do Projeto para Manufatura e Montagem, este segundo é considerado o processo de engenharia simultânea, utilizado para otimizar

35 21 a relação entre funções do projeto, manufaturabilidade e facilidade para montagem, que abrange: - Levantamento de funções e sensibilidades à variação de manufaturas; - Processo de montagem/manufatura; - Tolerâncias dimensionais; - equisitos de desempenho; - Número de componentes; - Ajustes de processo; - Manipulação de material Plano de Verificação do Projeto É um método para planejar e documentar as atividades de teste durante cada fase do desenvolvimento do produto/processo. É um documento que lista as avaliações de engenharia e testes requisitados para assegurar que o projeto estará apto a ser usado no ambiente para o qual foi idealizado. Tipos de testes Os testes de desenvolvimento de engenharia (ED), são realizados durante o projeto do produto para o desenvolvimento funcional e para falhas dependentes do tempo, as amostras de verificação do projeto (DV) são protótipos representantes da produção do projeto desejado e demonstram que o produto satisfaz os seguintes requisitos: - Ambiental; - funcional; - confiabilidade; - durabilidade. Os testes de validação da produção (PV) são similares aos testes do DV. A única exceção é que eles usam uma amostra representativa das ferramentas e do processo. Amostras representativas asseguram que nenhuma variação adversa foi introduzida Desenvolvimento do Plano de Testes

36 22 Um plano de trabalho conciso que auxilia o pessoal da engenharia nas seguintes áreas: - Facilitar o desenvolvimento de uma seqüência lógica de testes ao exigir que as áreas responsáveis planejem os testes necessários para assegurar que o sistema ou componente atenda todos os requisitos de engenharia; - Assegurar que a confiabilidade do produto satisfaça os objetivos do cliente; - Enfatizar as situações em que a cronologia do cliente requer um plano de teste acelerado; - Servir como ferramenta de trabalho para áreas responsáveis em resumir os requisitos de testes de confiabilidade, durabilidade e de funções e fornecer habilidade de preparar facilmente o estado do teste e relatórios de progresso para as revisões do projeto STATUS DE APQP DOS SUBCONTATADOS O status de APQP dos subcontratados é um sumário do status de APQP dos subfornecedores ou subcontratados do próprio fornecedor e serve para garantir que os subcontratados estão cumprindo as Datas necessárias do programa. Os fornecedores devem cascatear os requisitos de APQP para seus subfornecedores e subcontratados e conduzir as revisões de APQP conforme necessário. Todos os fornecedores devem fazer o levantamento dos riscos e especificar o nível de participação de seus fornecedores no APQP; Os fornecedores devem alocar recursos necessários para trabalhar em conjunto com seus subcontratados como parte de um esforço multidisciplinar no APQP; Os fornecedores devem agendar regularmente revisões de status do APQP com seus subcontratados; Os problemas encontrados devem ser reportados ao cliente e planos de ação devem ser desenvolvidos para os elementos que não atingirem os objetivos de qualidade, custos e prazos a serem cumpridos NOVAS INSTALAÇÕES, FEAMENTAS E DISPOSITIVOS

37 23 O FMEA de projeto, o Plano de garantia do produto e/ou as evisões de Projeto podem identificar requisitos de novos equipamentos e dispositivos necessários para a produção na quantidade e nível de qualidade especificada pelo cliente. A equipe deve apontar estes requisitos adicionando-o ao cronograma, e assegurar que todos equipamentos e ferramentas sejam eficazes e entregues a tempo. O progresso das instalações deve ser monitorado para assegurar seu término antes do try out de produção PLANO DE CONTOLE DO POTÓTIPO Objetivos do Plano de Controle O Plano tem como objetivo a descrição do sistema para o controle de produtos e processos para monitoramento da manufatura de um produto, visando atender os requerimentos e necessidades do cliente. Para tanto este visa definir através de um processo estruturado, a seleção e implementação de métodos de controle que acrescentam valor ao sistema de manufatura como um todo, minimizando a variabilidade do produto e processo. Na prática o Plano de Controle descreve as ações necessárias para assegurar que todos os dados de saída do processo estejam em estado de controle, para serem conseqüentemente atualizados e melhorados. Plano de Controle do Protótipo Descrevem as medidas dimensionais, material e testes funcionais que aparecerão durante a construção do protótipo. É usado para medir a capacidade preliminar de características especiais potenciais identificadas durante o DFMEA, fornecendo informações para alterações de manufatura/montagem simultâneas ao projeto do produto. Descrição das colunas do plano de controle (1- Protótipo, Pré-lançamento, Produção / 2- Número do Plano de Controle / 3- Código da peça, Nível de alteração / 4- Nome da Peça descrição / 5- Fornecedor fábrica / 6- Código do fornecedor / 7- Contato chave telefone / 8- Equipe central / 9- Fornecedor, aprovação da fábrica data / 1- Data emissão / 11- Data revisão / 12- Aprovação da Engenharia do cliente data / 13- Aprovação da qualidade do cliente data / 14- Outras aprovações

38 24 data / 15-Código da peça processo / 16- Nome do processo descrição da operação / 17- Máquina, dispositivos, ferramentas / 18- Número referência cruzada / 19- Produção características / 2- Processo características / 21- Classificação de características especiais / 22- Especificação tolerância do produto, processo / 23- Avaliação técnica de medição / 24- Tamanho da amostra freqüência / 25- Método de controle execução / 26- Plano de reação ações corretivas. (2- Fases do Plano de Controle (equisitos do S.G.Q. ISO TS 16949:22) O Plano de Controle deve cobrir três diferentes fases apropriadamente. a) Protótipo: descrição das medições dimensionais, e testes de performance e material que deverão ser realizados durante a construção do protótipo. b) Pré-lançamento: descrição das medições dimensionais, e testes de performance e material que deverão ser realizados após a construção do protótipo e antes da produção. c) Produção: documentação das características do produto/processo, do controle do processo, de testes e do sistema de medição do processo de produção em massa CONSTUÇÃO DO POTÓTIPO É a manufatura ou construção do componente, sistemas ou subsistemas fornecidos para o cliente antes do trial run. A fabricação do protótipo fornece uma excelente oportunidade para equipe e para o cliente avaliar a eficácia do serviço que inclui: - Assegurar que o produto ou serviço atenda os dados de relatório e especificações requisitadas; - Certificar que uma atenção especial foi gasta com as características especiais (Processo/Produto); - Utilizar dados para estabelecer parâmetros de processo preliminares e requisitos de embalagem; - Comunicar quaisquer problemas, desvios e/ou impactos de custo ao cliente. Os resultados serão utilizados para: - Atualizar o DVP&; - evisão do projeto; - Desenvolvimento do plano de controle de pré-lançamento.

39 ESPECIFICAÇÕES E DESENHOS DE ENGENHAIA Devem cobrir todos desenhos de engenharia, dados de CAD, especificações de material e especificações de engenharia. São estabelecidos pelos clientes ou pelo responsável pelo projeto nas fases iniciais do projeto, devem ser desenvolvidos e atualizados durante as fases de avaliação do projeto, devem estar na sua versão final antes do trial run da produção. Algumas características: - Podem incluir características especiais (regulamentação governamental e segurança); - Quando não existirem desenho de engenharia do cliente, os mesmos devem ser revisados pela equipe de planejamento para determinar quais são as características que afetarão o ajuste, função, durabilidade e/ou características especiais. - Informações suficientes para estudo dimensionais dos produtos; - Dimensões previamente avaliadas que assegurem a praticabilidade e compatibilidade com indústria de fabricação e padrões de medição. Características sobre as especificações de engenharia: - evisão detalhada das especificações de controle para melhor identificação dos requisitos de funcionabilidade, durabilidade e aparência do componente ou montagem em questão. - Especificações de desempenho e de material devem ser revisadas para as características especiais relacionadas aos requisitos de armazenamento, manipulação, ambiente, desempenho e propriedades físicas COMPOMETIMENTO DA EQUIPE COM A VIABILIDADE A equipe de planejamento deverá avaliar a viabilidade do projeto proposto. Existem dois momentos críticos para execução da análise de viabilidade: o primeiro deles ocorre na fase de decisão de fornecimento/cotação, onde é estabelecida uma análise inicial a respeito da viabilidade do programa. O segundo ocorre na fase de desenvolvimento do projeto, onde é feita um análise mais específica, com base em informações mais detalhadas e consistentes. A equipe deverá estar convencida de que o projeto proposto poderá ser fabricado, montado, testado, embalado e entregue em quantidade suficiente, a um custo aceitável e dentro do prazo. O consenso deve ser documentado juntamente com

40 26 todas questões em aberto que requeiram soluções e apresentado para gerência para suporte. Alguns subfornecedores também deverão fazer análise de viabilidade. 5.5 FASE III POJETO E DESENVOLVIMENTO DO POCESSO Os inputs aplicáveis a esse módulo são: INPUTS DFMEA; Projeto para manufaturabilidade e montagem; Verificação do projeto; evisões do projeto; Construção do protótipo Plano de Controle; Desenhos de engenharia (dados de cálculo); Especificações de engenharia / material; equisitos de novos equipamentos, ferramentas e dispositivos; Produto especial e características do processo; equisitos de equipamentos de medição/testes; Comprometimento da equipe com a viabilidade e suporte da gerência. OUTPUTS Padrões de embalagem; evisão do S.Q. do produto/processo; Fluxograma do processo; Layout da fábrica; Matriz de características; PFMEA; Plano de Controle pré-lançamento; Instruções de processo. Elementos da fase e OUTPUTS por eles gerados Elemento 12: Fluxograma de Processo Outputs: - Fluxograma de processo, Matriz de características.

41 27 Elemento 13: PFMEA Outputs: - PFMEA (FMEA de Processo). Elemento 14: Avaliação do Sistema de Medição Outputs: - Plano de Análise dos Sistemas de Medição (M.S.A). Elemento 15: Plano de Controle Pré-lançamento Outputs: - Plano de Controle Pré-lançamento. Elemento 16: Instruções do Processo para o Operador Outputs: - Instruções de Processo. Elemento 17: Especificações de Embalagem Outputs: - Padrões de Embalagem, Especificações de Embalagem FLUXOGAMA DO POCESSO É uma representação esquemática do fluxo de processo corrente ou proposto. - Pode ser usado para analisar fontes de variação das máquinas, materiais, métodos e força de trabalho utilizada desde o início até o final do processo de manufatura. - Permite uma análise sistêmica do processo e também cada uma de suas operações e posições. - Descreva as características de produto e processo presentes em cada posição. Algumas legendas mais usuais de Fluxograma de Processo Figura 7 - Legendas usuais para fluxogramas de processo (Fonte:

42 28 Exemplo de Fluxograma de processo Figura 8 - Exemplo de fluxograma de processo (Fonte: Matriz de Características É uma técnica analítica recomendada para mostrar a relação entre os parâmetros do processo e as estações de fabricação. Descreve quais passos do fluxo de processo afetam quais características, e identificam os impactos que as operações tem sobre as características e fornece critérios para o levantamento de níveis de importância para as características e identifica onde ferramentas comuns são usadas. Tabela 4 - Matriz de características parâmetros / operação Característica da Peça Material do compartimento Operações de Processo X Diâmetro do compartimento X X Comprimento do encaixe X X Fonte: Apostila Setec ev.9/24 Obs. No caso do exemplo, as relações entre as operações e as características da peça serão representadas apenas por um X, sem haver a explicitação do tipo de relação empregada.

43 29 Layout da fábrica Deve ser desenvolvido e revisado para determinar a aceitabilidade dos pontos de inspeção, a localização dos gráficos de controle, a aplicabilidade de recursos visuais, as estações de reparo temporário, áreas de materiais para retrabalho e principalmente o fluxo de materiais dentro da fábrica. Todo fluxo de materiais deve ser vinculado ao fluxograma e Plano de Controle FMEA DE POCESSO (PFMEA) evisão e análise disciplinada de um processo novo/revisado e é conduzida para antecipar, solucionar ou monitorar problemas potenciais de processo para um programa. Um FMEA de processo é um documento vivo e precisa ser revisado e atualizado na medida em que novos modos de falha são descobertos. Objetivos do PFMEA - Assessorar na análise de um novo processo de montagem/fabricação; - Aumentar a probabilidade de que os Modos de Falhas e seus Efeitos sejam levados em consideração; - Identificar deficiências dos processos e inserir controles para se reduzir à ocorrência da produção de peças inaceitáveis, ou ainda criar métodos para melhorar a Detecção de produtos inaceitáveis; - Identificar características especiais e ajudar na estruturação de Planos de controles e Controles especiais. INSPECIONA Qual é a função? DETECTA O que pode dar errado? - Função não realizada - Função parcial - Função intermitente - Função degradada - Função exagerada Qual é o efeito(s)? Qual é a causa(s)? PEVENI Como isto pode ser prevenido? Qual a sua gravidade? Com que freqüência ocorre? TOMA AÇÃO O que pode ser feito? - Modificações no projeto - Controles de Projeto Como isto pode ser detectado? Quão eficiente é este método? Figura 9 - Modelo de Trabalho para PFMEA (Fonte: Apostila FMEA 4ª ed. InterAction Plexus)

44 3 PAA EDUZI A CLASSIFICAÇÃO: CONSIDEA ESTA AÇÃO NO PFMEA PAA QUE OCOA DEVE-SE Severidade Modificar o processo ou o projeto Eliminar Modo(s) de Falha(s) (geometria, material) se relacionado a uma característica de produto, ou modificar o processo se a segurança do operador estiver envolvida Ocorrência Modificar o projeto ou o processo Prevenir Causa(s), ou reduzir sua taxa de Ocorrência Detecção Adicionar ou melhorar os controles/métodos (por exemplo: adicionar controles prévios para eliminar detecções subseqüentes, conduzir melhores testes ou adicionar algum tipo de equipamento de detecção num teste planejado, etc). Melhorar a habilidade na detecção de um Modo de Falha ou Causa Classificação de Características Especiais A classificação de características especiais e significativas, o preenchimento do formulário de FMEA, bem como as pontuações para o PFMEA, seguem o mesmo conceito do DFMEA explicado anteriormente (ver pág. 16) AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO Um plano de análise do sistema de medição deve ser desenvolvido e incluir pelo menos a responsabilidade de garantir a linearidade, descentralização, repetibilidade, reprodutibilidade do medidor e estabilidade do sistema de medição. Objetivos: Determinar a adequação do Sistema de medição utilizando a variável medida; A partir desta avaliação que serão tomadas decisões importantes relativas ao processo medido tais como ajustes e melhorias; Um sistema de medição inadequado conduzirá a conclusões erradas a respeito da variável medida e conseqüentemente a ações equivocadas.

45 31 Os sistemas de medição são avaliados segundo os cinco tipos de variação que estão sujeitos, que serão apresentadas a seguir: Descentralização: É a diferença entre o valor médio observado e o valor real das medições. Valor de eferência Descentralização Figura - 1 Descentralização (Fonte: Manual AIAG MSA 3ª ed.) epetibilidade: é a variação entre os valores obtidos no mesmo equipamento quando usado por um operador medindo as mesmas características várias vezes nas mesmas peças. epetibilidade Figura - 11 epetibilidade (Fonte: Manual AIAG MSA 3ª ed.) eprodutibilidade: é a variação na média das Valor de ef. Operador A Medições, quando realizadas por diferentes Operador B Operadores usando o mesmo equipamento e medindo As mesmas características nas mesmas peças. Operador C eprodutibilidade Figura - 12 eprodutibilidade (Fonte: Manual AIAG MSA 3ª ed.) Estabilidade: é a variação total nas medições Obtida com o equipamento medindo uma única Valor de ef. Estabilidade 2ª Data Característica nas mesmas peças (de preferência Padrões) através do tempo. 1ª Data Figura - 13 Estabilidade (Fonte: Manual AIAG MSA 3ª ed.) Linearidade: é a diferença obtida nos valores de descentralização das Valor de ef. Descentralização Menor Valor de ef. Descentralização Maior medições ao longo da faixa de operação esperada do instrumento. 1ºValor médio observado 2ºValor médio observado Figura - 14 Linearidade (Fonte: Manual AIAG MSA 3ª ed.)

46 32 Método da média e da amplitude (&) Este método permite separar a variabilidade do sistema de medição em repetibilidade (instrumento) e reprodutibilidade (operador), mas não a interação. Apesar do número de operadores, repetições e peças poder ser variável, a subseqüente discussão representa a condição ótima para condução dos estudos: 3 operadores (A, B, C); 1 peças e 2 ou 3 repetições. Condições de avaliação do sistema: a) Se &<1% - o sistema está OK; b) Se 1%<&<3% - pode ser aceito, mas deve ser analisado; c) Se &>3% - o sistema de medições necessita de melhorias. Figura 15 - Formulário usual para & epetibilidade e eprodutibilidade (Fonte: Apostila APQP/PPAP Setec ev.9/24).

47 33 Estudo de dispositivos (atributos) Um dispositivo pode ser definido como um equipamento que compara cada peça com um conjunto de limites e a aceita se estes limites estiverem de acordo, caso contrário a rejeita. São desenvolvidos somente para aceitar ou rejeitar peças, mas não conseguem indicar quão ruim ou boa a peça está. Tabela 5 - Estudo de dispositivos por atributo Operador A Operador B OK OK OK OK 2 OK OK OK OK 3 NOK OK OK OK 4 NOK NOK NOK NOK 5 OK OK OK OK 6 OK OK OK OK 7 NOK NOK NOK NOK 8 NOK NOK OK OK 9 OK OK OK OK 1 OK OK OK OK 11 OK OK OK OK 12 OK OK OK OK 13 OK NOK OK OK 14 OK OK OK OK 15 OK OK OK OK 16 OK OK OK OK 17 OK OK OK OK 18 OK OK OK OK 19 OK OK OK OK 2 OK OK OK OK Fonte: Apostila Interaction Plexus M.S.A. 3ª Edição PLANO DE CONTOLE DO PÉ-LANÇAMENTO É uma descrição das medidas, materiais, dimensionais e testes funcionais que ocorrerão após o protótipo a antes da produção em escala. Deve incluir os controles de processo/produto adicionais, até que o processo de produção seja validado, o mesmo será similar ao Plano de Controle da Produção, porém deve incluir uma maior amostragem para certas características, com objetivo de melhorar os estudos de capacidade iniciais (Ppk) e auditorias para validar a consistência do processo. Objetivos: Conter não-conformidades potenciais durante ou anterior a produção. Inspeções mais freqüentes; Maior nº de verificações durante e no final do processo;

48 34 Avaliações estatísticas; Aumento de auditorias. equisitos do Plano de Controle do Pré-Lançamento - Todas operações listadas no fluxograma do processo; - Gabarito ou ferramentas da máquina; - Características do produto e processo; - Características especiais; - Especificações ou tolerâncias; - Técnicas de medição ou avaliação; - tamanho e freqüência da amostra; - métodos de controle; - Instruções de reação para cada estágio da produção. Ligação do PFMEA com o Plano de Controle O PFMEA deve ser a primeira ferramenta a ser utilizada para expor deficiências do processo e potenciais relações do produto/processo. Dados devem ser usados para a elaboração do Plano de Controle, confirmando a relação de causa/efeito entre as características do produto e do processo INSTUÇÕES DO POCESSO PAA O OPEADO Nas instruções de trabalho para o operador, deve-se assegurar que a compreensão das instruções do processo fornecem detalhamento suficiente para todo o pessoal operacional, que tem responsabilidade direta nas operações do processo e devem ser desenvolvidas a partir das seguintes fontes: - FMEAs; - Plano(s) de Controle; - Desenhos (especificações desempenho, materiais, visuais, etc ); - Fluxograma do processo; - Layout do chão de fábrica; - Matriz de características; - Padrões de embalagem;

49 35 - Parâmetros do processo; - Operadores do processo As ITs do devem incluir parâmetros de set up como: velocidade das máquinas, alimentação, tempos de ciclos, etc. e deve estar acessível para operadores ESPECIFICAÇÕES PAA EMBALAGEM Deve-se assegurar que embalagens individuais do produto (inclusive compartimentos internos) sejam projetados e desenvolvidos. Padrões de embalagem do cliente ou requisitos gerais de embalagem devem ser utilizados quando apropriados. Em todos esses casos, o projeto de embalagem deve assegurar que o desempenho e características do produto irão permanecer os mesmos durante a embalagem, transporte e desembalamento. A embalagem deve ser compatível com todo equipamento de manipulação de materiais. Padrões de Embalagem O cliente normalmente terá padrões de embalagem que devem ser incorporados em qualquer especificação de embalagem para o produto. Caso nenhuma especificação seja fornecida, o projeto deverá assegurar a integridade do produto quando de sua utilização. 5.6 FASE IV VALIDAÇÃO DE PODUTO E POCESSO Os inputs aplicáveis a esse módulo são: INPUTS Padrões de embalagem; evisão do sistema de qualidade do produto/processo; Fluxograma do processo; Layout do chão-de-fábrica; Matriz de características;

50 36 PFMEA; Plano de Controle do Pré-lançamento; Instruções do processo para o operador; Plano de análise do sistema de medição; Plano preliminar de estudo da capacidade do processo; Especificações de embalagem. OUTPUTS Trial un da produção; Avaliação do sistema de medição; Estudo preliminar da capacidade do processo; Aprovação da produção de peças; Teste de validação da produção; Avaliação da embalagem; Plano de Controle da produção; Aprovação do planejamento da qualidade e apoio gerencial. Elementos da fase e OUTPUTS por eles gerados Elemento 18: Trial un da Produção Outputs: - Trial un da Produção. Elemento 19: Plano de Controle da Produção Outputs: - Plano de Controle da Produção. Elemento 2: Estudo Preliminar da Capacidade do Processo Outputs: - Estudo Preliminar da Capacidade do Processo. Elemento 21: Teste de Validação da Produção Outputs: - Teste de Validação da Produção. Elemento 22: Aprovação da Produção de Peças Outputs: - Aprovação da Produção de Peças.

51 37 Elemento 23: Entrega do PSW Outputs: - Entrega do PSW (Part Submission Warrant) TIAL UN DA PODUÇÃO É a validação da eficácia do processo de manufatura, usando as ferramentas, equipamentos, ambientes (incluindo operadores da produção), instalações e tempos de ciclo de produção. As peças aqui produzidas serão usadas no PPAP, o plano de controle do prélançamento será seguido durante o trial run da produção que confirmará ou adicionará características de processo. A quantidade mínima para o lote do trial run de produção é geralmente estabelecida pelo cliente, mas poderá ser maior se assim definido pela equipe de Planejamento da Qualidade do Produto. Os outputs do trial run são utilizados para: - Estudo preliminar da capacidade do processo; - Avaliação dos sistemas de medição; - Viabilidade final; - evisão do processo; - Teste de validação da produção; - Avaliação da embalagem; - Aprovação do planejamento da qualidade PLANO DE CONTOLE DA PODUÇÃO É uma descrição dos sistemas de controle das peças e processo. É um documento dinâmico que deve ser atualizado pela adição / eliminação de controles baseados em experiências obtidas na produção de peças.

52 38 Objetivos Garantir que um plano compreensível para controlar todas as peças e processos esteja documentado antes da produção. Os requisitos do Plano de Controle de Produção são os mesmos do Plano de Controle do Pré-lançamento, talvez com uma severidade menor de quantidades de características, amostragem, freqüência de inspeção devido a já validação do processo e avaliação do que está sobre controle pelo processo ESTUDO PELIMINA DA CAPACIDADE DO POCESSO Deve ser realizado para as características especiais identificadas no plano de controle. Fornece uma avaliação do status do processo para o início da produção. O objetivo é fornecer dados estatísticos da capacidade do processo, ou seja, se é capaz de produzir o produto que satisfaça os requisitos do cliente. Avaliação Preliminar do Desempenho do Processo São estudos de curto prazo com uso de gráficos de controle utilizado para as características especiais. Engloba a análise do sistema de medição (&) e estudos iniciais de instabilidade com cálculo de Ppk. Para as características estudadas a partir dos gráficos X-barra e, deve ser usado no mínimo 25 subgrupos de dados contendo ao menos 1 leituras individuais. Exemplo de gráfico de dados.

53 Coleta de dados ao longo do tempo (mínimo de 25 subgrupos contendo ao menos 1 leituras individuais). 39 Figura 16 - epresentação gráfica de limites de controle de processo (Fonte: Manual AIAG CEP, 2ª ed.) O gráfico de controle deve ser examinado quando sinais de instabilidade, antes do cálculo do Pp e do Ppk. O processo está sob controle (estável), quando pontos estão entre os limites, sem apresentar grandes tendências e ciclos O processo não está sob controle quando o gráfico de controle se encontra em pelo menos uma das seguintes situações: Pontos fora do limite de controle Tendências de 7 ou mais pontos consecutivos para cima ou para baixo.

54 Ciclos Muitos pontos acima ou abaixo da média Pontos concentrados muito perto da média. apesar de estarem dentro dos limites. Figura 17 - ep. gráfica de pontos de controle dos parâmetros do processo Sub-Figuras 1, 2, 3, 4, 5 e 6 (Fonte: Manual AIAG CEP, 2ª ed.). Para o estudo preliminar da capacidade é necessário partir do princípio de que a produção segue uma distribuição normal. O histograma é normalmente a ferramenta utilizada para ajudar na identificação da normalidade da distribuição. Figura 18 Histograma (Fonte: A partir da análise de estabilidade, pode-se calcular o Pp e o Ppk do processo. O Pp é o índice de capacidade geralmente definido como: LSE-LIE 6σ O Ppk é o índice de capacidade definido como: LSE-X ou X -LIE 3σ 3σ - σ é o desvio padrão da amostra σ= Σ (xi x ) onde n = nº de peças n-1 O estudo preliminar do processo irá basear-se nos seguintes resultados: Para os processos que parecem estáveis: - Pp e Ppk > 1,67: Após a aprovação, iniciar a produção e seguir o plano de controle aprovado; - 1,33 Ppk 1,67: Após a aprovação, iniciar produção com atenção adicional à característica em questão até que um Cpk > 1,33 seja atingido;

55 41 - Ppk < 1,33: Prioridade à melhoria do processo, documentado em um plano de ação corretiva. Para os processos que parecem instáveis: - Causas especiais devem ser identificadas, avaliadas e se possível eliminadas. Deverá ser feita a inspeção 1% e aumento da amostragem do CEP até que um Cpk 1,33 seja obtido TESTE DE VALIDAÇÃO DA PODUÇÃO efere-se aos testes de engenharia para validar os produtos feitos Alguns requisitos necessários no Processo de Aprovação de Peça de Produção (PAPP), fazem parte de testes de validação da produção: equisitos para Aprovação de Aparência eferem-se á requisitos de cor, granulação ou acabamento superficial e devem ser documentados em formulário específico, acompanhando o certificado de aprovação de peça no momento da submissão final. Avaliação Dimensional Feitas em todas as peças a fim de verificar a conformidade com todas as especificações de engenharia. As dimensões, características e especificações observadas nos registros de projeto e PC de processo devem ser listadas juntamente com a data na qual as medições ocorreram. Ensaio de Materiais Devem ser executados em todas as peças quando forem especificados requisitos químicos, físicos ou metalúrgicos. Nos ensaios deve constar a data e o nome do fornecedor do material. Ensaio de Desempenho Deve ser realizado em todas as peças que possuam requisitos de performance especificados. Deve-se indicar o nível de alteração do desenho do produto das partes ensaiadas e o número, data e nível de alteração das especificações pelas quais a peça foi ensaiada.

56 APOVAÇÃO DE PEÇAS DE PODUÇÃO (PPAP) Define requerimentos genéricos para aprovação de peça de produção, incluindo materiais a granel e de produção. Seu propósito é determinar se os registros do projeto de engenharia do cliente e requisitos de especificação são adequadamente compreendidos pelo fornecedor e se o processo tem potencial de produzir conforme estes requerimentos durante um lote efetivo de produção. Generalidades O fornecedor deve obter aprovação completa do PPAP quando: Uma nova peça ou produto. Correção de discrepância em uma peça previamente fornecida. Produção alterada por alterações de engenharia nos desenhos, especificações ou materiais. Qualquer situação requisitado no item 1.3 deste elemento equerimentos de Processo do PPAP Lote de produção significativo As peças devem ser colhidas em um lote de produção significativo. Este deve corresponder à produção de 1 a 8 horas e a uma quantidade mínima de 3 peças consecutivas, exceto se uma quantidade diferente for acordada. As peças devem ser manufaturadas no local de produção utilizando-se o ferramental, calibradores, processos, materiais e operadores. Para material a granel: não é requerido um número específico de peças. Se a amostra é solicitada, esta deve ser feita de forma a assegurar que represente um estado normal de operação do processo egistros de projeto O fornecedor deve ter todos os registros de projeto dos produtos vendáveis incluindo desenhos de componentes e detalhes (para cada peça deve haver apenas um registro de projeto).

57 Qualquer modificação de engenharia Fornecedor deve ter todos documentos de autorização de modificações de engenharia que tenha sido incorporadas à peça ou à ferramenta Aprovação de engenharia, quando necessário Quando especificado pelo registro de projeto, o fornecedor deve ter evidência da aprovação da engenharia do cliente DFMEA (se fornecedor é responsável pelo projeto) Fornecedor deve ter um DFMEA desenvolvido apenas se for responsável pelo projeto Diagramas de Fluxo de processo Deve-se haver em formato padrão, descrevendo claramente as etapas e seqüências de processo PFMEA Deve ser desenvolvido o PFMEA que se pode aplicar a processos que fabriquem família de peças similares ou materiais esultados Dimensionais eferente a todas as dimensões (exceto de referência), características e especificações que devem ser listadas em formato conveniente. Este item não se aplica a materiais a granel egistros dos esultados de testes de material / desempenho Deve-se ter registros dos resultados conforme especificado no plano de controle ou nos registros de projeto esultado de Teste de material Todos testes requisitados pelo registro de projeto e especificações relacionadas devem ser listadas em formato conveniente junto à quantidade e resultados reais de cada teste.

58 esultados de Teste de Desempenho Testes de desempenho ou requisitos funcionais que estejam especificados no registro de projeto ou no plano de controle devem ser realizados e resultados listados em formato compreensível e incluir a quantidade testada Estudos iniciais de processo O nível de capabilidade ou desempenho deve ser aceitável antes da submissão para todas as características especiais designadas pelo cliente ou fornecedor. O fornecedor deve realizar Estudos de Sistema de Medição para compreender como o erro de medição afeta o estudo de medidas. O propósito deste requisito é determinar se o processo de produção será capaz de produzir produtos que atendam aos requisitos do cliente. Ppk Índice de desempenho. Estimativa de sigma baseado na variação total (todos os dados utilizando desvio padrão, raiz quadrada média). Cpk Índice de capabilidade para processo estável. Nota: Quando houver histórico de dados disponível ou número suficiente de dados iniciais para plotar uma carta de controle (mínimo 1 amostras individuais), Cpk poderá ser calculado se o processo estiver estável. Para processos instáveis crônicos com resultados que atendam as especificações de forma previsível, Ppk deve ser utilizado. Os seguintes critérios de aceitação para avaliação dos estudos iniciais de processo para aqueles que parecem estáveis são: esultados Interpretação Índice > 1,67 Atende os requisitos do cliente. 1,33 Índice 1,67 Atualmente aceito, mas necessita melhorias Índice < 1,33 Não atende aos critérios de aceitação Estudos de Análise do Sistema de Medição Deve-se ter este estudo (ex. &) para todos equipamentos utilizados para medições, dispositivos novos e modificados e equipamentos de teste.

59 Documentação de qualificação dos Laboratórios Fornecedor deve ter documentação e o escopo do laboratório evidenciando que opera de acordo com ISO Plano de Controle Fornecedor deve ter plano de controle que defina todos os controles utilizados para controle de processo (Servem para família de peças) Peso da Peça Fornecedor deve registrar o peso da peça como indicado no PSW, expresso em quilogramas com quatro casas decimais (,), exceto se especificado pelo cliente. Não deve se incluído peso de embalagens etc, somente da peça e deve ser registrado a média de no mínimo 1 peças. Nota: Este item não afeta a o processo de aprovação e não é aplicável para material a granel elatório de Aprovação de Aparência (AA) Se estiver no registro do projeto a aprovação de aparência da peça, os dados devem ser registrados no AA que se aplica apenas a peças com requisitos de cor, granulação ou aparência de superfícies Check list dos requisitos de materiais a granel O check list deve ser conjuntamente acordado entre fornecedor e cliente. Todos os requisitos especificados devem ser completados, exceto se identificado como não necessário no check list Amostras de Peças de Produção O fornecedor deve prover um produto amostra como requisitado pelo cliente e como definido pelo requisito de submissão Amostra Padrão O fornecedor deve reter uma amostra padrão pelo mesmo período dos registros de aprovação de peça de produção ou:

60 46 - Até que nova amostra padrão da mesma peça seja produzida para aprovação do cliente, - Deve-se também reter a amostra padrão de cada posição de uma matriz de cavidade múltipla, ferramentas, molde ou forma de processo de produção, exceto se especificado diferente pelo cliente. Nota: Quando armazenamento se torna difícil (em função do tamanho, etc.), o requisito deverá ser modificado ou dispensado por escrito pelo responsável pelo PPAP. O propósito deste é auxiliar na definição do padrão de produção Auxílios de checagem Incluem fixtures, padrões, dispositivos, modelos, gabaritos específicos ao produto submetido, normalmente não se aplicam a materiais a granel, ou seja, todos auxílios de checagem para montagem de peça específica ou componente equisitos específicos do cliente Fornecedor deve ter registros que a conformidade com todos os requisitos específicos do cliente. 1.3 Notificação do Cliente O fornecedor deve notificar o responsável pela atividade de aprovação do produto do cliente a respeito de quaisquer mudanças no projeto e no processo, o cliente pode subseqüentemente, decidir requerer uma submissão para aprovação do PPAP Submissão ao Cliente Fornecedor deve submeter o PPAP antes da entrega da primeira produção, exceto se o responsável pela atividade de aprovação tiver dispensado este requisito. O fornecedor deve analisar criticamente todos itens aplicáveis ao arquivo de PPAP, refletindo assim o processo de produção, sem considerar se o cliente requisitou ou não uma submissão formal, o arquivo deve conter o nome da pessoa responsável pelo PPAP e do cliente que concedeu a aprovação / derroga e data Situações em que a notificação ao Cliente não é necessária

61 47 A notificação e submissão do cliente (PSW) não são exigidas em algumas situações, como por exemplo: - Modificações no nível de desenhos internos ou de subcontratados; - movimento de ferramenta na mesma planta; - modificação de equipamento (tecnologia ou metodologia); - ebalanceamento de trabalho do operador (sem alterar fluxo do processo); - edução de NP. 1.4 Níveis de Submissão O fornecedor deve submeter os itens e/ou registros especificados pelo nível quando requisitados pelo cliente: Nível 1 Certificado somente (e para itens de aparência designados, um AA) submetido ao cliente. Nível 2 Certificado com amostras de produtos e dados de suporte limitados submetidos ao cliente. Nível 3 Certificado com amostras de produtos e dados de suporte completos submetidos ao cliente. Nível 4 Certificado e outros requisitos quando definidos pelo cliente. Nível 5 Certificado com amostras de produtos e dados de suporte completos disponíveis para análise crítica no local de manufatura do fornecedor. Nota: o Fornecedor deve usar o nível 3 como nível padrão para todas submissões e nível 1 para todas submissões de materiais a granel exceto quando diferentemente especificado pelo cliente. O cliente irá identificar o nível de submissão que irá utilizar com cada fornecedor. A tabela nº 7 identifica quais são os documentos aplicáveis a cada nível de submissão

62 48 Tabela 6 - Níveis de Submissão PPAP equisitos de etenção / Submissão Níveis de Submissão equisitos Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5 1. egistros de projeto de um produto para venda * 2. Documentos de mudança de engenharia, se houver S S * 3. Aprovação da engenharia do cliente, se requerido S * 4. DFMEA S * 5. Fluxograma de processo S * 6. PFMEA S * 7. esultados Dimensionais S S * 8. esultado de Teste de materiais e performance S S * 9. Estudos iniciais do processo S * 1. Estudos M.S.A S * 11. Documento de laboratório S S * 12. Plano de controle S * 13. PSW S S S S 14. A S S S * 15. Check list de materiais a granel * 16. Amostra de produto S S * 17. Amostra padrão * 18. Auxílio de checagem * 19. Atendimento equisitos específicos cliente S * S = Fornecedor deve submeter para a designada atividade de aprovação do produto do cliente e reter uma cópia dos registros ou itens de documentação em locais apropriados, incluindo manufatura. = O fornecedor deve reter em locais apropriados, incluído manufatura, e deixar prontamente disponível para o representante do cliente quando pedido. * = O fornecedor deve reter em locais apropriados, e submeter sob pedido do cliente. 1.5 Status do PPAP Aprovação completa indica que a peça ou material atende todas especificações e requisitos do cliente. Fonte: AIAG Manual PPAP 4ª Edição Aprovação interina permite o envio de material para os requisitos de produção em uma base limitada de tempo ou quantidade de peças, e esta aprovação ainda só será permitida se o fornecedor tiver definido claramente as

63 49 causas raiz das não-conformidades que impedem aprovação completa e preparado plano de ação para isso ejeitado significa que a submissão, o lote de qual ele foi retirado e a documentação que acompanha não atendem os requisitos do cliente. 1.6 etenção de registros Os registros do PPAP de acordo com a tabela 7, independente do nível de submissão, devem ser mantidas durante o período de tempo que a peça estiver ativa mais um ano calendário ENTEGA DO PSW (PAT SUBMISSION WAANT) O certificado de Submissão de Peça (PSW) é um documento preenchido pelo fornecedor submetido ao processo de aprovação de peça de produção. Após conclusão de todas as medições e ensaios, e a comprovação de que estes mostram conformidade com os requisitos do cliente, o fornecedor deve preencher Certificado. A seguir o formulário PSW

64 Figura 19 - Formulário padrão PSW (Fonte: AIAG Manual PPAP 4ª ed.) 5

65 FASE V FEED BACK, AVALIAÇÃO E AÇÕES COETIVAS OBJETIVOS Avaliar a eficácia do esforço do planejamento da qualidade do produto; Avaliar dados de variáveis e de atributos com base no plano de controle da produção. Os inputs aplicáveis a esse módulo são: INPUTS Trial un da produção; Avaliação dos sistemas de medição; Estudo preliminar da capacidade do processo; PPAP; Avaliação da embalagem; Plano de controle da produção; Aprovação do Planejamento da Qualidade e apoio gerencial. OUTPUTS edução da variação; Satisfação do cliente; Entrega e serviço edução da variação A variação do processo deve ser identificada por meio de gráficos de controle. Análises e ações corretivas devem ser usadas para reduzir a variação. A melhoria contínua requer atenção não somente nas causas especiais, mas também as causas comuns inerentes ao processo. Figura 2 - Ciclo PDCA (Fonte: Apostila APQP Setec ev. 9/24)

66 Satisfação do cliente As atividades de planejamento da qualidade do produto demonstradas acima nem sempre demonstram a satisfação do cliente. Assim o estágio de utilização do produto requer a participação do fornecedor, para se verificar a eficácia do esforço do planejamento e atingir a satisfação do cliente Entrega e Serviço O estágio de entrega e serviço do planejamento da qualidade dá continuidade à parceria fornecedor/cliente no que se refere à resolução de problemas e melhoria contínua. As operações de serviço e reposição de partes do cliente sempre merecem a mesma consideração quanto à qualidade, custo e entrega.

67 53 6 ESTUDO DE CASO Nome da Peça: Centralina Trava Portas 2 e 4 Portas Nº Pressac Desenvolvimento com aplicação da ferramenta APQP Definição: Centralina Bloca Portas Central de comando de travamento das portas. ealiza interface entre os inputs eletrônicos e os motores de acionamentos mecânicos.

68 54 O planejamento dos passos considerados neste projeto para serem seguidos no desenvolvimento do produto Centralina Bloca Portas foram definidos por uma equipe multidisciplinar, envolvendo os departamentos; Comercial (Compras / Vendas e Financeiro), Manutenção, Engenharia (Processo e Produto), Qualidade, Manufatura e Logística (ecebimento / Expedição) e estão resumidos conforme a seguir: PLANEJAMENTO AVANÇADO E QUALIDADE DO PODUTO (APQP) 6.1 ÍNDICE GEAL A. Planejamento e Definição do Programa A1. Desenhos e Especificações Cliente X A2. Objetivos do Produto, equisitos do Cliente e Questionário Interativo. A3. Comprometimento da Equipe com a Viabilidade. A4. Metas de Qualidade, Vida Útil, Confiabilidade, Durabilidade, Manutenibilidade e Custos. A5. Lista Preliminar de Materiais. A6. Fluxograma Preliminar do Processo. B. Projeto e Desenvolvimento do Produto B1. Desenvolvimento do DFMEA. B2. Características Especiais do Produto e Processo. B3. equisitos de Novos Equipamentos, Instalações e Produtos. B4. equisitos para Meios de Medição e Teste. B5. Verificação do Projeto do Produto. B6. Análise Crítica e Monitoramento Gerencial. C. Projeto e Desenvolvimento do Processo C 1. Instalação da Linha. C 2. Análise de Documentação Técnica e equisitos Específicos do Cliente. C 3. Metas de Produtividade, Capacidade Produtiva e Custos Produtivos. C 4. Levantamento de Necessidades e ecursos. C 5. Especificações de Embalagem e Identificação. C 6. Elaboração do Fluxograma de Processo e Layout das Instalações. C 7. Matriz de Características Especiais. C 8. FMEA de Processo. C 9. Plano de Controle de Pré-lançamento. C 1. Construção de Ferramental e Dispositivos. C 11. Elaboração dos Documentos eferentes ao Processo Produtivo. C 12. Plano de Análise do Sistema de Medição (MSA). C 13. Análise Crítica e Monitoramento Gerencial. D. Validação do Produto e do Processo D1. Produção do Lote Piloto, Pré-lançamento e Produção.

69 55 D2. Avaliação do MSA. D3. Estudo Preliminar de Capabilidade do Processo. D4. Testes de validação. D5. Elaboração de plano de controle de Produção. D6. Elaboração e Aprovação do PPAP Fornecedores. D7. Elaboração e Aprovação do PPAP Cliente Final. D8. Análise Crítica. D9. Execução do un at ate. D1. Aprovação do APQP e Monitoramento Gerencial. E. Avaliação e Ação Corretiva E1. etro-alimentação 6.2 Fluxo de Aplicação da Ferramenta (Método de Trabalho) O desdobramento dos itens que compuseram o APQP da Centralina Bloca Portas foram expostos, conforme acima: Inicialmente as etapas foram planejadas, definidas e transformadas em um cronograma de implementação das tarefas, incluindo descrição das tarefas a serem realizadas, responsáveis e prazos, demonstrado conforme a seguir: 6.3 Anexo 1: Cronograma de desenvolvimento do Produto - APQP

70 56

71 A1. O desenho do produto foi solicitado ao cliente e recebido em atraso por demora na confecção do mesmo por empresa pelo cliente contratada e conseqüente homologação do desenho. Solicitado: Semana 25/27 Prazo: Semana 26/27 ecebido: Semana 27/27 Por motivos de interesse maior da organização não foi liberado o desenho original do cliente onde continham suas principais identificações como; dimensões, esquema elétrico de funcionamento, normas aplicáveis referente a características elétricas, mecânicas, de durabilidade, materiais, etc A2. O desdobramento dos objetivos do produto foi realizado com base no desenho enviado pelo cliente no item A1. e especificações e normas nele contidos, foi resumido abaixo, mas encontra-se melhor detalhados nas normas do cliente (todas estas informações foram enviadas pelo cliente): Solicitado: Semana 25/27 Prazo: Semana 28/27 Desdobrado: Semana 28/27 Dados de desenhos: Especificações Características Observações Vínculo V Qualificação Norma Classe Funcional CF 2 Item de conforto Norma Tabela rev. 6 Especificações do Produto Norma ; equisitos Específicos do Cliente:.13 Marcação da data de fabricação (rastreabilidade); 748 Identificar ferramentas de propriedades do cliente dentro da planta do fornecedor ou subfornecedor; 761 Código do fornecedor perante ao cliente (Identificações); Qualidade de fornecimento; 9.112/1 equisitos de entregas (Embalagens, janelas de entregas); Certificado de Qualidade e Conformidade do produto; 9.314/1 equisitos de travamento das portas externas; 9.314/2 equisitos de fechamento das portas com alta resistência mecânica / elétrica; 7.Z1 equisitos para qualificação; 7.Z35 equisitos de Queda de tensão; equisitos gerais de dispositivos eletrônicos para automóveis. equisitos Específicos de Componentes do Produto Partes Plásticas Externas Partes Metálicas Externas: Norma Norma Mat.: PA 2.2 (P.A. GF 3) Mat.: LMT - H2O - Cu/Sn/A

72 58 Tab./CAP. Preto (base) / Amarelo Tab./C : AP.: Tratt.: Tabela Tratt.: P-OT67 (*OT67) Com base nas normas e especificações enviadas pelo cliente (vide resumo acima), o questionário interativo para avaliação da viabilidade, análise de risco, atendimento de especificações, capacidade e custo foi preenchido pela equipe multidisciplinar:

73 A3. Já para este desenvolvimento, o comprometimento da equipe com a viabilidade foi realizado no mesmo documento de interatividade, servindo como uma validação ou oficialização dos dados anteriormente expostos e apresentados. Prazo: Semana 29/27 ealizado: Semana 29/27 59

74 A4. Meta de Qualidade definida 17 PPM (Está nos requisitos específicos). - Vida útil (Durabilidade): 3 anos, Confiabilidade (Se atende aos requisitos do cliente): 99,99%, Garantia (Tempo que posterior a isso sem falhas o cliente não debitará): 1 ano. - Manutenabilidade: Não aplicável para este produto, uma vez que após a falha o produto deve ser substituído na sua totalidade. - Custos de processo (equipamentos, instalações, etc.) e de testes foram levantados, conforme a seguir: Prazo de definição: Semana 29/27 Definido em: Semana 29/27 Produto: Centralina Blocca Porta - ST II 2 e 4 Portas Demonstrativo de investimentos Equipamentos Valor Ar Condicionado $, Collaudo $ 5., Dispositivo Soldagem $ 1.2, Ferro de Solda $, Lupa $ 19, Máscara aplicação cola SMD $ 1.2, Testador de Pulseiras $, Teste Funcional $ 5, Postos de trabalho Total $ 8.9, Valor 3 58% Investimentos 4 % Instalação da Iluminação e Eletrica $ 5, Instalação Linha Pneumática $ 5, Manta Antiestática $, Montagem da área de Eletrônica $, 1 Bancada $ 4, 2 Bancos de Apoio $ 3, Total $ 1.7, 2 1% 1 5% 5 36% Diversos Valor Caixa plástica para transporte PCI $ 8, Pincéis para limpeza das placas $ 15, Fotolito, Máscara de Solda e etc $ 1., Postiço injeção $ 8, Treinamento dos Operadores $, Pulseiras Antiestáticas $ 22, Provas de qualificação $ 6., Equipamento para Gravação Micro $ 6., Custos de Projeto Layout PCB $ 5., Custos de Projeto Catia 3D $ 1., Total $ 83.97, Outros $ 54, Testes de Qualificação Vibração, distúrbios eletromagnéticos, câmara climática etc. Valor $ 81., - 1equipamentos 2- Postos de Trabalho 3- Diversos 4 - outros 5 - saldo Investimentos Prev. $ 175.3,

75 A5. Distinta base (Lista preliminar de materiais) do produto foi confeccionada em paralelo com as definições de especificação do produto, para andamento da aprovação dos componentes e análise de viabilidade pela equipe interativa. Prazo de definição: Semana 27/27 Definido em: Semana 27/27 DISTINTA BASE Código do produto : Denominação: ele Bloca Porta Elaborado: João van Dinteren Data: 6/7/7 Cliente: Cod. Cliente : Aprovação: Anderson Yamada Data: 6/7/7 X Qtde. Código X X X NA NA Componentes ele 12V p/ PCI Panasonic Base de Terminais Acabamento Capa Amarela Circuito Impresso Terminal Estanhado Terminal Estanhado Terminal Estanhado Terminal Estanhado Terminal Estanhado esistor 82 1/2W 5% SF25 esistor 47 1/8W 5% Case 85 esistor 3K3 1/8W 5% Case 85 esistor 1K 1/8W 5% Case 85 esistor 22K 1/8W 5% Case 85 esistor 33K 1/8W 5% Case 85 esistor 4K7 1/8W 5% Case 85 Cap. Eletrolítico 22uF 5V Cap. Eletrolítico 47uF 25V Cap. Cer. 1nF 5V 1% Case 85 Cap. Cer. 1nF 5V +8% -2% Case 85 Cap. Cer. 1nF 5V 1% Case 126 Diodo 1N47 Diodo LL4448 SMD Transistor BC EG L78L33C ST Circuito Integrado Phillips - flash Varistor S 5 K 17

76 A6. O fluxograma inicial do processo foi definido pela Engª de processo para se ter uma idéia de espaço necessário, lay out da célula e indiretamente verificar-se a necessidade de recursos adicionais como (bancadas, paletes, etc), no momento do desenvolvimento do processo. Prazo de definição: Semana 27/27 Definido em: Semana 27/27 62

77 B1. O DFMEA foi elaborado por uma equipe multidisciplinar, considerando todas indicações de deficiências do projeto cuja conseqüência é um modo de falha, mas para efeito do estudo de caso só serão mostradas os modos de falhas cuja severidade no cliente final (usuário final e ou operações de processos posteriores), são maiores iguais a 8 (de perda de função primária á segurança de operação sem aviso prévio). Prazo de Conclusão: Semana 33/27 Concluído em: Semana 33/27 63

78 64

79 65

80 B2. - As características especiais de Produto estão descritas conforme itens A2. (Definidas pelo cliente), e foram consideradas no DFMEA - As características especiais de Processo estão descritas no FMEA de Processo (Definidas pela equipe multidisciplinar) B.3 Os requisitos para novos equipamentos, ferramentas e instalações foram levantados conforme item A4. durante a fase de planejamento e definição do programa. Já os requisitos para o produto além dos requisitos específicos do cliente foram levantados conforme segue: equisitos de produto: - Desenvolvimento dos fornecedores de injeção termoplástica Não aplicável; - Desenvolvimento dos fornecedores dos componentes eletrônicos Não aplicável; - Desenvolvimento dos fornecedores de Metais Não aplicável; - Desenvolvimento dos fornecedores de Montagem de PCI Não aplicável; - Definição das embalagens Aplicável; - Desenvolvimento de fermentaria para manutenção da ferramenta de injeção plástica Não aplicável; - Qualificação do Produto Aplicável (Conforme normas cliente) B4. Os requisitos para os meios de medição e testes do produto foram definidos de acordo com os critérios abaixo (o atraso na definição dos requisitos foi considerado na análise crítica para apresentar a alta Direção): Prazo de Definição: Semana 27/27 Definido em: Semana 29/27 1) Prazo para Aquisição; 2) Definição do equipamento; 3) Execução da Calibração; 4) Definição da Freqüência de Calibração; 5) Critério de Aceitação para Calibração (ex. Limite de erro); 6) Inclusão do equipamento na Lista de Calibração; 7) Identificação do equipamento; 8) Instrução para operação e manuseio, quando aplicável; 9) Inclusão do equipamento no Escopo de Laboratório, se aplicável; 1) Qualificação de pessoal para utilização do equipamento, se apropriado; 11) Definição dos estudos de MSA apropriados freqüência de reavaliação.

81 67 Os requisitos foram resumidos conforme abaixo: EQUISITOS PAA MEIOS DE MEDIÇÃO E TESTES DO PODUTO Tipo Equipamento: Eletrônico (Software) Produto referência: POJETO PAZO OBSEVAÇÕES esp. 1 Prazo de Aquisição: Semana 25/27 Aquisição do equipamentos e componentes M.P 2 Definição do equipamento (esolução, Capacidade, etc) 2.1 Sequencia de testes / definição display Semana 26/27 FJ 2.2 Definição e teste de circuito eletrônico Semana 26/27 FJ 2.3 Esquema elétrico Semana 26/27 FJ 2.5 Layout pci Semana 26/27 FJ 2.6 Fabricação da pci Semana 26/27 FJ 2.7 Montagem e teste da pci Semana 26/27 FJ 2.8 Conceito CLP WEG modelo CLW2/2HD Semana 26/27 FJ 2.9 Desenvolvimento/debuger Programa CLP Semana 26/27 Término Semana 29 (Demora na codificação do programa) FJ 3 Calibração Somente em laboratório certificado BC/ISO IEC 1725, caso não N/A sejam, somente realizar calibração sob desvio ou Aprovação do Frequência: ANUAL Cliente - JD 4 Definição dos Critérios de aceitação 4.1 Tensão de Alimentação Semana 26/27 Especif. 12, ±,5V FJ 4.2 Corrente de Stand-by Semana 26/27 Especif. 2, ma FJ 4.3 Corrente de carga esistiva Semana 26/27 Especif. 2,5 A(pico) FJ 4.4 Temperatura Timbratura Semana 26/27 Especif. 295ºC FJ 4.5 Corrente de carga Indutiva Semana 26/27 4,5 A(pico) FJ 5 Lista de controle de calibração Semana 26/27 Sim e identificar equipamento com o código sequencial CO-7 C 6 Instrução de operação (se aplicável) Semana 33/27 Prazo Máx. conforme cronograma APQP AY 7 Alteração de Escopo de Laboratório Semana 26/27 Não aplicável, equipamento utilizado na produção e não para uso laboratorial. C 8 Qualificação de pessoal Semana 33/27 Aplicável PF 9 Definição estudos M.S.A Semana 33/27 Aplicável (Somente para características "S", "G" e "M") JF B5. - ealizado verificação de revisão (última atualização) de Desenhos e Normas; - Centralina em conformidade com o Desenho; - Centralina em conformidade quanto as Normas; - Feito à verificação de que se os componentes utilizados para a confecção da centralina estão em conformidade com os desenhos definidos. Prazo para revisão: Semana 28/27 evisão realizado em: Semana 28/ B6. ealizado análise crítica pela equipe multidisciplinar da fase de desenvolvimento do produto, mostrando os resultados, positivos e negativos e o status das atividades anteriormente definidas, para ser mostrando para alta direção com intuito de rever necessidade de provisão de recursos, falhas de comunicação entre as interações das atividades, atrasos de implementações de atividades, etc. Data realização: Semana 3/27

82 68 Tema: Analise Crítica e Monitoramento Gerencial: Itens A e B do APQP da Centralina Data: 27/7/27 Local: Pressac Horário: 9: Duração: 6 Minutos Protocolada: Sim Integrantes Giuseppe Pagliarino Minoru Nogata Dario Lima Juscelino Fideles Anderson Yamada João van Dinteren Objetivo da reunião: Empresa Pressac Pressac Pressac Pressac Pressac Pressac Depto Direção (Geral) Dir. (Técnica) Comercial Qualidade Engª Processo Engª Produto Avaliar Tempos do Cronograma do APQP Avaliar iscos da Qualidade ATA DE EUNIÃO Situação quanto ao "Target" de Custos de desenvolvimento Identificação de Caminhos Críticos do Projeto Situações relevantes para conhecimento da Alta Direção Item Descrição Data esp. Foi exposto para os participantes da reunião que o cronograma do APQP 1. vem sendo seguido dentro dos prazos estipulados e foram evidenciados João van atrasos nos itens A1. (Demora do cliente no envio do desenho) e no item 27/7/27 Dinteren B4. (Devido demora da Engª na definição dos critérios de aceitação de calibração do equipamento de medição). Fone Ficou evidenciado que os custos assumidos (revisados mais criticamente) 2. no item A4. estão menores do que os previstos no item A2. (Questionário Interativo) durante a fase de estudos da linha de produção, com alguma 27/7/27 economia gerada, devido a otimização dos processos utilizados. Anderson Yamada 3. Não foram evidenciados existência de Caminhos críticos do Projeto, pois a montagem da Linha de Produção da se baseou em uma linha de produto similar da Pressac do Brasil ltda. 27/7/27 João van Dinteren Não foram evidenciados riscos de Qualidade no produto a ser produzido, em 4. função do try out de montagem da linha e nos dados de refugo das linhas 27/7/27 similares, com base nos padrões solicitados pelo Cliente (17PPM Mês) Juscelino Fideles 5. Para a fase de Desenvolvimento do Produto não surgiram situações que não estivessem contempladas durante as fases iniciais e que devam ser reportadas para a Alta Direção da Pressac. Apesar dos atrasos a Direção concorda com o andamento do projeto e não foram necessários provisão de recursos adicionais até a situação atual. 27/7/27 João van DInteren e Juscelino Fideles C1. Todas etapas referentes à instalação da linha do produto Centralina (Estações de trabalho e equipamentos), ocorreram dentro dos prazos exceto a instalação do equipamento de medição e teste que devido um atraso em sua definição de critérios de aceitação de calibração, acarretou atraso em sua instalação. Prazo Instalação: Semana 28/27 Término Instalação: Semana 29/27

83 69 Cronograma Instalação da Linha de Produção (Estação(ões) de trabalho / Equipamento(s) de teste(s) Conjunto de atividades Análise do fluxograma preliminar do processo Definição do Lay out de produção Definição do fluxograma final de processo Instalação das bancadas de trabalho Instalação de suporte para documentações de linha Instalação de dutos de rejeito da estação Definição do Lay out padrões das estações Instalação itens das operações (Lupas, Pontos pulseiras antiestáticas, etc) Instalação de pontos pneumáticos, elétricos Instalação do equipamento de teste e medição Legenda: Programado Concluído atraso Centralina Trava Portas Semanas (27) esp. Obs AY AY AY AP AP AP AY AP AP AP Vide item A C2. Executado verificação da documentação técnica de saídas do projeto do produto (Documentação ok, falhas foram evidenciadas na análise crítica). ealizado reverificação dos requisitos específicos do cliente para potenciais requisitos do cliente não conhecidos (Verificação inicial destes requisitos foram realizadas nos item A2). Prazo e-análise Documentação: Semana 31/27 Verificado em: Semana 31/ C3. Dados referentes à capacidade (produtividade), e custos (Mão-de-obra, Componentes, Custos industriais, etc.), foram efetivamente implementados e aprovados por uma equipe multidisciplinar, com base nos custos anteriormente apresentados e após a análise de viabilidade no questionário interativo os custos e dados aqui demonstrados são mais específicos e também referentes à produção, nota-se que o valor final de custo é menor que o encontrado na fase de planejamento e definição do programa item A4. (Previsto em A4. $ 175.3, Valor efetivo em C3. $ 146.8,), gerando um saldo positivo e estão resumidos conforme a seguir: Prazo Levantamento e implementação: Semana 33/27 ealizado em: Semana 33/27

84 7 Estudo de Produtividade, Capacidade e Custos Produto: Bloca Porta Item Descrição Código Fornecedor "Peça + Custo Qtde 1 ele 12V p/ PCI Panasonic 2,6 2 Base plastica de Terminais X Ueta 1,25 3 Acabamento X Ueta 1,1 4 Capa Amarela X Ueta 1,25 5 Circuito Impresso ArtCi 1,5 6 Terminal Estanhado Ueta 2,5 7 Terminal Estanhado Ueta 1,5 8 Terminal Estanhado Ueta 1,5 9 Terminal Estanhado Ueta 1,5 1 Terminal Estanhado Ueta 1,5 11 esistor 82 1/2W 5% SF Karimex 1,96 12 esistor 4K7 1/8W 5% Case Karimex 2,19 13 esistor 3K3 1/8W 5% Case Karimex 1, esistor 47 1/8W 5% Case Karimex 2,19 15 esistor 22K 1/8W 5% Case Karimex 1,95 16 esistor 1K 1/8W 5% Case Karimex 1,95 17 esistor 33K 1/8W 5% Case Karimex 5, Cap. Eletrolítico 22uF 5V NA Karimex 1,92 19 Cap. Eletrolítico 47uF 25V NA Karimex 1,92 2 Cap. Cer. 1nF 5V 1% Case Karimex 2,1 21 Cap. Cer. 1nF 5V +8% -2% Case Karimex 3, Diodo 1N Karimex 1, Diodo LL4448 SOD-8C Karimex 4,56 24 Transistor BC SMD Karimex 2,22 25 CI egulador LM2931AD33-E FUTUE 1,18 26 CI Phillips P89LPC915FDH-S FUTUE 1,8 27 Varistor S5K AOW 1, Montagem PCI - Ueta 1,63287 Total 4,998

85 71 Op. Processo de montagem: Descrição da operação Tempo (s) 1 evisão do Kit Montado 2 placas 4, 11 Colocação Astuccio no Kit Montado 3, 12 Collaudo Produto Final 23,7 13 evisar e Embalar Produto Final 1, Operações executadas simultaneam ente 14 Auditar produto final,5 25,2 s Total,42 min. Investimentos qtde custo ($) total ($) 1 Desenvolver Collaudo e teste Funcional 1 1., 1., 2 Estampo 18.,, 3 Ferramenta de injeção plástica Postiço 1 8, 8, 4 Material para montagem da Linha 1 4., 4., 5 Fotolitos, máscara de solda, Ferramental para PCB e Stencil 1 1., 1., 6 Custos de Projeto e Desenhos Layout - Horas 16 15, 24., 7 Custos de Projeto e Desenhos Catia 3D - Horas 1 1, 1., 8 Embalagem etornável 4 2, 8, 9 Equipamento para Gravação do Micro 1 6., 6., 1 Qualificação do Produto 1 8., 8., 11 Dispositivos de soldagem 1 1.2, 1.2, Custos de mão de obra mínimo 1 operadoras Total $/pç TOTAL 146.8, $,1 Despesas / oper. / hora $ 11,,8559 Considerando-se : Custo hora de operador 9, pç / mês Número de pçs/dia (mín.) dias / mês Custo operador/pç,1 - o valor de $ 2.5, de despesas / operador / mês Demonstrativo de custos industriais Cálculo do valor em $/pç Número de operadoras Produção efetiva / dia Horas necessários Componentes USD 4,1 mão de obra USD,1 custos industriais USD,37 (manutenção, engenharia etc): valor scrap 2,% USD,9 não incluso 2,4 DOLLA $ 11,185 custo industrial Nº Operadores (Ciclo Op. X Qtde pç mês) / (Qtde dias mês) X (48 min) Custo (h) operador (Desp. Operador hora X Nº Operadores Nº pç dia (Qtde pç mês / Qtde dias mês) -1 Custo operador/pç (Horas necessárias X Despesa Operador hora) / Qtde pç mês Proção efetiva / dia 48 / (Ciclo operação X,75) Horas necessárias (8 X Qtde pç mês) / Produção efetiva Custo industrial (Custo componente + MO + Custos industriais + custo refugo) X $ Dollar

86 C4. ealizado análise para verificação de necessidade de algum recurso adicional para esta etapa do desenvolvimento do processo, visto que se houvesse a provisão do recurso deveria ser solicitado a Direção para esta etapa do APQP. Além dos recursos previstos no item A4. Metas e Custos do planejamento e definição do programa e os exigidos durante o item C3. Metas e custos, nenhum recurso adicional foi previsto para esta fase. Prazo Levantamento: Semana 33/27 ealizado em: Semana 33/ C5. - Acordado com o cliente que as Especificações completas de embalagem e identificação serão as mesmas do produto já corrente (Cód. Pressac) e estarão dispostas na instrução de embalagem ITE , conforme segue: Embalagem: Plástica etornável Cor: Marrom Trimbratura sim (X) Não ( ): Pressac do Brasil Dimensões: 7x3x15 cm Quantidade Peça/Caixa: 156 unidades Prazo Definição Embalagem: Semana 33/27 Definido em: Semana 33/ C6. O Fluxograma de Processo foi elaborado pela Engenharia de processo contemplando desde a etapa de recebimento de MP até a expedição do produto ao cliente, e o mesmo também servirá como base para elaboração do PFMEA (ambos realizados simultaneamente). O Layout das instalações foi elaborado simultaneamente com o fluxograma de processo, incluindo: - Identificação o fluxo produtivo; - Identificação de equipamentos específicos durante as etapas de operação; - Pontos de gargalos (caso existissem); - Produção estimada para cada operação de processamento ou transformação do produto. Prazo: Semana 33/27 Executado: Semana 33/27

87 73 esp. Data: FLUXOGAMA DE POCESSO Emissão: João D. Sem Família Pré-lançamento Descrição do Produto Verificação: Paulo F. Sem Tipo Produto Produção Centralina Aprovação: João D. Sem Componente Seqüência Transporte Operação Operação Inspeção Subcontrat. do fluxo e inspeção Armazenamento Demora OP. Nº M OPEAÇÃO Com pra de Com ponente Maior Docum entação Pressac C aracterística Pedido de Com pra Crítica do Processo D istinta Base e O.F. PSQ / / M Transporte - Caixa Papelão / Plástica 1 ecebim ento e Inspeção de C om ponente Maior C aracterística PIE-1-2, 3, 5, 6, 7, 11, 12, 13, 17, 41, 42, 43, Crítica do 44, 47, 48, 49, 5, 51, 52, 54, 55, 56, 57 e 58 Processo PSQ M Transporte - Paletizado 22 Separar e Enviar M atéria Prim a p/ Injeção Maior Plástica de Astuccio - Externa C aracterística ITE Crítica do Processo C PE PSQ / / M Transporte - Caixa Papelão 24 Separar e Enviar M atéria Prim a M etálica p/ Maior Estam par e B anho dos Term inais - Externa C aracterística ITE Crítica do Processo C PE PSQ / / M Transporte - Caixa Papelão 26 Separar e Enviar M atéria Prim a p/ Injeção Maior Plástica de Basetta - Externa C aracterística ITE Crítica do Processo C PE PSQ / / M Transporte - Caixa Papelão 28 Separar e Enviar M atéria Prim a p/ Injeção Maior Plástica de Acabam ento - Externa C aracterística ITE Crítica do Processo C PE PSQ / / M Transporte - Caixa Papelão 3 Estocagem de Componente no Alm oxarifado Maior PSQ Caracterítica Transporte - Paletizado Crítica do Processo 4 Tam pografia do Astuccio Maior ITE C aracterística C PE Crítica do Processo O.F. PSQ / Transporte - Paletizado 42 G rafatura dos Term inais na Base Plástica Maior ITE C aracterística C PE Crítica do Processo PSQ Transporte - Paletizado M 6 Maior ITE C aracterística C PE Crítica do Processo PSQ / Transporte - Caixa Papelão M Montagem e Envio Kit (Frutto) p/ Produção Externa 7 Maior Característica Crítica do Processo M FLUXOGAMA Produção Externa do Kit (Frutto) Operação Externa O.F. PSQ / Separação de Astuccio e de Acabam ento Maior ITE Característica CPE Crítica do Processo O.F. PSQ F Transporte - Paletizado 1 evisão Kit M ontado e de Astuccio Maior ITE / ITE-PA-1 Característica CPE / CPE-PA-1 Crítica do Processo e-trabalho G 11 Fecham ento da Centralina Maior ITE Característica CPE Crítica do Processo e-trabalho M 12 Collaudo Produto Final Maior ITE Característica CPE Crítica do Processo e-trabalho PSQ M Transporte - Caixa Padrão 13 evisar e Em balar Produto Final Maior ITE Característica CPE Crítica do Processo PSQ Transporte - Caixa Padrão M C SL1 Em barque Controlado N ível 1 Maior ITE-661-C SL1 Característica CPE-661-C SL1 Crítica do Processo PSQ Transporte - Caixa Padrão M C SL2 Em barque Controlado N ível 2 Maior ITE-661-C SL2 Característica CPE-661-C SL2 Crítica do Processo PSQ Transporte - Caixa Padrão M 14 Auditar Produto Final Maior ITE Característica CPE Crítica do Processo Transporte - Paletizado M 15 Estocagem na Expedição do Produto Final Maior ITE Característica CPE Crítica do Processo Transporte - Paletizado M Transporte - Caixa Padrão Pressac

88 74

89 Lay out da linha eletrônicos com inclusão da linha de produtos

90 C7. - Analisando os desenhos recebidos pelo Cliente, verificamos que nossa matriz de características especiais não necessita de revisão, permanecendo da maneira como está atualmente no PSQ 7.1 (Correlação atende), conforme a seguir: Prazo Definição Simbologia: Semana 33/27 Executado: Semana 33/27 Legenda Característica Especiais ou Classificação: S Crítico - Falhas Potencias que afetem a Segurança ou não conformidade Legislativa seja no Veículo/Produto (Cliente Final) ou no Processo Produtivo do Produto (Cliente Interno) - Falha Sem Aviso Prévio; G Grave - Falhas Potencias que afetem a Segurança ou não conformidade Legislativa seja no Veículo/Produto (Cliente Final) ou no Processo Produtivo do Produto (Cliente Interno) - Falha Com Aviso Prévio; M - Maior - Potencias que induzam a inoperabilidade seja do Veículo/Produto (Cliente Final) ou do Processo Produtivo sucatando (1%) os Produtos (Cliente Interno); F Funcional - Falhas Potencias que induzam a redução do desempenho operacional seja do Veículo/Produto (Cliente Final) ou do Processo Produtivo Selecionando (<1%) os Produtos (Cliente Interno); I Secundário - Falhas Potencias que induzam a perda de funções secundárias seja do Veículo/Produto (Cliente Final) ou do Processo Produtivo Sucatando uma parte sem Seleção (<1%) os Produtos (Cliente Interno); C Conforto - eferente a Falhas Potencias de conforto que induzam ao Desempenho eduzido seja do Veículo/Produto (Cliente Final) ou do Processo Produtivo tendo de etrabalhar (1%) os Produtos (Cliente Interno); - Itens de Ajuste - Falhas Potencias dos itens de ajuste, acabamento/chiado e Barulho seja do Veículo/Produto (Cliente Final) ou do Processo Produtivo tendo de etrabalhar sem sucateamento com ou sem Seleção (até 1%) dos Produtos (Cliente Interno); C8. - O PFMEA foi elaborado por uma equipe multifuncional e dentro do prazo, salientando que o mesmo é um documento dinâmico, pois podem surgir novas necessidades ou ainda melhoria de processo e por esta razão o FMEA de revisão mais recente encontra-se no estudo de caso em questão, o mesmo foi elaborado entre as semanas 31 e 33 e aprovado, na semana 33/27. Ps. O PFMEA para produto do estudo de caso em questão é muito extenso e contém muitas informações, para tanto foram evidenciadas somente as funções com classificação de característica especial 8 ou maior e somente das operações consideradas relevantes para serem abordadas no estudo de caso.

91 77 Sistema Cod. Produto: Produto Família: Centralina Trava Porta Subsistema Descrição: Centralina de Trava Porta Elétrica 2 e 4 Portas Data FMEA Original: 25/9/6 Componente Aplicação: esponsável: João van Dinteren Família Des. / Espec.: e Nível de alteração: 3/3/4 Equipe FMEA e Plano de Controle: Anderson Y., Fábio J., Fer Operações PFMEA FMEA - Processo Produtos novos deverão possuir NP = 3 Op. N Descrição da Função / Operação (Nome, objetivo e propósito) Modo de Falha Potencial Efeito(s) N F I Potencial(ai P N s) A L Severidade Classificação / Característica Especial Causa Potencial / Mecanismo de Falha Ocorrência Controles Atuais de Processo P - Prevenção D - Detecção Detecção N P N O M A L Ação(ões) ecomendad a(s) / esponsável (eis) / Prazo(s) Ação(ões) Tomada(s) / Data(s) 1 ecebimento e Inspeção de componente Terminais c/ Problemas Dimensionais Impossibilida de de Montagem do Produto Final na Produção da Pressac F Falha do Processo do Fornecedor ao Estampar os Terminais 8 Procedimento de devolução e troca de lote de componentes P - Implementaçã Estruturado o de cronograma Manutenção de Preventiva da manutenção ferramenta preventiva da Periodicamen ferramento te. da Implementar fornecedor e sistemática divulgado 5W 8D para 1H para resolução de análise de problemas problemas fornecedor Semana 4 esp. JF Prazo: S 4 42 Grafatura dos Terminais na Base Plástica Terminais Sem Grafatura Suficiente Produto Final não Funcional no Processo Produtivo na Pressac ou Cliente Final M Desgaste do Pulsão Utilizado na Grafatura 5 P - Setup de Máquina e Manutenção e Substituição da Ferramenta Periodicament e D - Inspeção Visual 1% e Teste por amostragem 5 2 Implementad Implementar o Teste de Teste por esistência amostragem na Grafatura de dos esistência Terminais a do Grafatura Cada 2 horas dos Terminais e Controle e das Peças Monitorament ejeitadas o Através de Através de Gráficos e Gráficos de Cartas de ejeito e Controle, JD, Carta Farol, JF, PF / JD, JF, PF / Semana 34 Semana 34

92 78 S e rã o Im p le m e n ta d a s A ç õ e s d e M e lh o ria n o P ro c e s s o P ro d u tivo N P = P ro tó tip o D a ta P la n o d e C o n tro le O rig in a l: 2 5 / 9 / M a io r N P P ré -L a n ç a m e n to e s p o n s á ve l: J o ã o va n D in te re n P ro d u ç ã o A p ro va ç ã o F o rn e c e d o r: C ó d ig o F o rn e c e d o r.: ro le : A n d e rs o n Y., F á b io J., F e rn a n d o S., G e n e ild o S., H e n riq u e S., J o ã o D., J u s c e lin o F., a fa e l C, M in o ru N, P a u lo F., ic a rd o C. D a ta e v.: 4 / 7 /2 8 C o n ta to P rin c ip a l / T e le fo n e : A p ro va ç ã o C lie n te : A p ro va ç ã o C lie n te : N P F I N A L Severidade Ocorrência Detecção N P E D U Z I D O E s p e c ific a ç ã o d e P ro d u to o u P ro c e s s o / T o le râ n c ia T é c n ic a d e A v a lia ç ã o / M e d iç ã o T a m a n h o d a A m o s tra e F re q ü ê n c ia M é to d o d e C o n tro le P la n o d e e a ç ã o esponsável C o n tro le d a s c a ra c te rís tica s fu n c io n a is e p a ra m é tric a s d o p ro d u to B a n c o d e C o lla u d o 1 % d o L o te G rá fic o d e e je ito s 1 - A p ó s 1 re je ito c o n s e cu tivo n o te s te p a ra m é trico s e g re g a r a p e ç a, p a ra r a o p e ra ç ã o e co m u n ic a r o re s p o n s á ve l p e la P ro d u çã o. S e g re g a r a s p e ça s e m p ro c e s s o. 2 - P e ç a s c o m d e fe ito s fu n c io n a is d e ve m s e r e n ca m in h a d a s a Q u a lid a d e p a ra p ro c e d im e n to d e a n á lis e. P ro d u çã o V e rific a r a p e ç a a p ó s o te s te, n ã o d e ve h a ve r c o m p o n e n te d a n ifica d o, te rm in a l to rto o u p e ç a s a p ro va d a s s e m tim b ra tu ra. A tim b ra tu ra d e ve e s ta r le g íve l, a tu a liza d a e se m e xc e s s o d e re b a rb a In s p e çã o V is u a l 1 % d o L o te C o n tro le d e p ro d u ç ã o 1 - C a s o a P e ç a o u E m b a la g e m a p re s e n te n ã o c o n fo rm id a d e, s e g re g a r e c o m u n ic a r re s p o n s á ve l p e la p ro d u ç ã o. 2 - M a te ria l n ã o c o n fo rm e c o m o co n h e c im e n to d a Q u a lid a d e d e ve s e r s u ca ta d o o u re -tra b a lh a d o. P ro d u çã o

93 79 PFMEA Produtos novos deverão possuir NP 3 Sistema Cod. Produto: Produto Família: Centralina Trava Porta Subsistema Descrição: Centralina de Trava Porta Elétrica 2 e 4 Portas Data FMEA Original: 25/9/6 Componente Aplicação: esponsável: João van Dinteren Família Des. / Espec.: e Nível de alteração: 3/3/4 Equipe FMEA e Plano de Controle: Anderson Y., Fábio J., F Operações FMEA - Processo Op. N Descrição da Função / Operação (Nome, objetivo e propósito) Modo de Falha Potencial Efeito(s) N F I Potencial(ai P N s) A L Severidade Classificação / Característica Especial Causa Potencial / Mecanismo de Falha Ocorrência Controles Atuais de Processo P - Prevenção D - Detecção Detecção N Ação(ões) O ecomendad N a(s) / P M esponsável A (eis) / L Prazo(s) Ação(ões) Tomada(s) / Data(s) 7 Produção Externa do Kit (Frutto) Não Acionamento do elé de Placa Produto Final não Funcional no Processo Produtivo na Pressac ou Cliente Final 2 8 M Componente (IC2) com Terminal Danificado pelo Alicate de Corte no Momento de Cortar o Terminal do esistor 3 Excedente 6 D - Teste Aging, Teste Elétrico Paramétrico com cargas e funções específicas Pré- Formatação Implementar dos Pré- componentes Formatação PTH para dos não utilização componentes do alicate de PTH para não corte após a utilização do soldagem por alicate de solda Onda e corte após a onde não for soldagem por possivel solda Onda utilização de (Semana 45). alicate de JF / JD bico mais curto. (Semana 45) 13 evisar e Embalar Produto Final Critério de Aparência ou Peças não Acabamento Conformes 168 do Produto em Aparência Final não 7 F Conforme no Cliente Final Falha do Processo do Fornecedor de Material Plástico ao Injetar o Componente 5 P - Instrução de Trabalho e Planos de Controle D - Auditoria Final evisar e acrescentar na OP. 4 e 11 verificação das característica s visuais do componente. JF e IS; Semana 38. Atualizado IT`s e PC`s das operações 4 e 11, aumentando a probabilidade de detecção deste modo de falha e diminuindo a ocorrência nesta operação e para o cliente final Semana 38

94 8 Serão Implementadas Data ev.: Ações de Melhoria no 126 Maior NP 2 Código Fornecedor.: /7/28 Processo Produtivo NP Protótipo Data Plano de Controle Original: 25/9/6 Contato Principal / Telefone: Pré-Lançamentoesponsável: João van Dinteren Aprovação Cliente: Produção Aprovação Fornecedor: Aprovação Cliente: role: Anderson Y., Fábio J., Fernando S., Geneildo S., Henrique S., João D., Juscelino F., afael C, Minoru N, Paulo F., icardo C. N P F I N A L Severidade Ocorrência Detecção N P E D U Z I D O Especificação de Produto ou Processo / Tolerância Técnica de Avaliação / Medição Tamanho da Amostra e Freqüência Método de Controle Plano de eação esponsável Não existir componente danificado, terminal torto ou peças aprovadas sem timbratura ou ilegível, atualizada e sem excesso de rebarba ou caixa papelão danificada Inspeção Visual 2% das Peças em cada Ordem de Fabricação, Turno ou Lote egistro de Auditoria Final 1 - Caso a embalagem apresente não conformidade, segregar e comunicar o responsáveis por produção/qual idade. Qualidade Garantir que peças ou produtos não conformes sejam retrabalhadas, devolvidos ou sucatados Visual, Funcional e Paramétrico 1% do Lote segregado 1 - Comunicar o responsável Procedimento pela Produção de Controle de / Qualidade e Produto Não- proceder conforme conforme PSQ 8.3 Produção

95 C9. O Plano de Controle de Pré-Lançamento foi elaborado considerando o estágio / período inicial de produção, fase esta de aprendizado e aperfeiçoamento do processo, que por sua vez possui um plano de controle rigoroso. Por este motivo algumas vezes podem existir diferenças entre o Plano de Controle Pré-lançamento e o Plano de Controle de Produção. No estudo de caso em questão verificou-se que as características a serem verificadas eram as mesmas que posteriormente permanecerão no Plano de Controle de Produção, a única rigorosidade maior no Plano de Controle Pré-lançamento em relação ao Plano de Controle de Produção verificadas foram o tamanho das amostras especificadas para controle que eram maior. Nesta etapa não foi mostrado o Plano de controle, pois o mesmo será detalhado no item D5. Prazo Elaboração: Semana 34/27 Elaborado em: Semana 34/ C1. - Este evento deveria ser desdobrado em um cronograma mais detalhado considerando as etapas de desenvolvimento de ferramental e dispositivos (ex. Projeto, Verificação do Projeto, Análise Crítica Projeto, Construção, Tryout, Validação / Aprovação, etc.). Mas como o ferramental a ser utilizado já existe, pois é referente a um fornecedor já homologado, este foi simplificado, conforme previsto no item A4. Metas e Custos da fase de Planejamento e Definição do Programa, e conforme executado no item C3. Metas e Custos da fase de Desenvolvimento do processo. Prazo Execução: Semana 33/27 Concluído em: Semana 33/ C11. - Os documentos do processo produtivo foram desenvolvidos e aprovados entre as semanas 31 e 35/27, abrangendo (PFMEA, Lay out de instalação, Instruções de Trabalho, Planos de Inspeção de ecebimento, Fluxograma de processo e Plano de Controle de Produção), neste tópico do APQP, e para o Estudo de Caso em questão serão abordados as instruções de trabalho do operador e conseqüentes sistemáticas / documentações que as cercam. A instrução para ser mostrada com detalhes no estudo de caso em questão foi a da Op. 42 Grafatura dos terminais na Base Plástica. Mas para todas as demais operações definidas no fluxograma de processo e no PFMEA, foram elaboradas Instruções de Trabalho com o mesmo padrão de informações e conteúdo da apresentada a seguir.

96 82 Produto: Centralina Instrução de Trabalho N OP: 42 Designação da Operação: Grafatura dos Terminais na Base Plástica N Doc. ITE Classificação: M Equipamento: Operação Manual e Prensa Mecânica Prod. / h 185 pç/h Matérias-primas / Componentes: , , , Terminais 2,8mm, Terminais 6,3mm, Base Códigos: , , , Plástica Preta c/ 6 Furos Localização da matéria-prima: Produção. T T T T T T Base Plástica Item Insumos Item Dispositivos / Ferramentas 1 Terminal 6,3mm (T ); 1 Prensa Mecânica; 2 Terminal 6,3mm (T ); 2 Pulsão p/ Terminais: T3, T7 e T9; 3 Terminal 2,8mm (T ); 3 Pulsão p/ Terminais: T2, T5 e T6. 4 Terminal 6,3mm (T ); Terminal 2,8mm (T ); Terminal 6,3mm (T ); Base Plástica Preta c/ 6 Furos ( ). - - Instruções de Preparação / Parâmetros de Ajuste de Máquinas Elem. Início de turno Elem. Fim de turno 1 Verificar se o posto dispõe dos seguintes formulários a serem preenchidos: Ordem de Serviço de Manutenção, Carta Farol e Gráfico de ejeitos. Não havendo os formulários, solicitar a 1 Limpar e organizar posto de trabalho; líder da linha; 2 Abastecer o posto com todos os Terminais necessários; 2 ealizar o preenchimento dos formulários ao final de cada O.F.. 3 Abastecer o posto com Bases Plásticas Solicitar à manutenção a colocação do punção necessário para grafatura dos Terminais T3, T7 e T9; - - Elem. Descrição dos Elementos de Operação 1 Posicionar a Base Plástica no suporte da prensa, conforme Foto 1; 2 Colocar os Terminais T3, T7 e T9 nos respectivos furos, conforme Foto 2; 3 Empurrar a alavanca até o final do curso e aguardar a grafatura que será realizada automaticamente pela prensa, conforme Foto 3; 4 epetir o procedimento para todos os Terminais existentes até o final da O.F.; 5 Solicitar à manutenção a troca do pulsão necessário para grafatura dos Terminais T2, T5 e T6; 6 Posicionar a Base Plástica com 3 Terminais já grafados e colocar os Terminais T2, T5 e T6 nos respectivos furos, conforme Foto 4; 7 Empurrar a alavanca até o final do curso e aguardar a grafatura que será realizada automaticamente pela prensa, conforme Foto 3; 8 epetir o procedimento para todos os Terminais existentes até o final da O.F.; 9 evisar as peças prontas e analisar se todos os Terminais possuem a Grafatura suficiente conforme CPE ; T5 T7 T2 T3 T9 T6 Foto 1 Base Documentos e egistros usados nesta operação: ev. 1 Elaboração: Nome: Data: Foto 3 Momento Foto 2 T3,T7 e T9 Foto 4 T2, T5 e T6 da Grafatura Gráfico de ejeitos Alarme da Qualidade egistro de Set up PCE Henrique enan Silva 22/8/7 evisão: Aprovação: Pág. Nome: Paulo Ferrari Nome: João van Dinteren Data: 24/9/7 Data: 28/9/7 1 de 2

97 83 Junto a Instrução de trabalho é acompanhado o Histórico de revisão da mesma para controle do que se foi alterado ao longo do tempo. ev. Data evisão Descrição da Alteração Data do Treinamento 22/8/7 Emissão Inicial. 3/8/7 1 24/9/7 Troca da prensa e o modo de grafar, passando para 3 Terminais por vez. Implementado histórico de revisões. 28/9/7 Treinados Visto Gerente da Produção N.A 1º Turno - Líder N.A 2º Turno Líder N.A Gerente da Produção 1º Turno Líder 2º Turno Líder Data Devolução Obsoleto N.A 28/9/7 Visto N.A Os documentos citados nas Instruções de trabalho para realização dos registros pertinentes as tarefas definidas nas Instruções de trabalho e conseqüente controle das mesmas são: Gráficos de ejeitos: É dele que são retirados às informações de que se os índices aceitáveis de refugo estão sendo atendidos, bem como a visualização de causas especiais e causas comuns no processo, bem como os tipos de defeitos por operação, possibilitando a análise de um tipo de defeito em especial (modo de falha Causa raiz) para posteriores melhorias / correções de processo. 1,5 1,,5 GÁFICO DE EJEITOS Descrição da Operação: Grafatura dos terminais na Base Plástica POSTO DE TABALHO: 42 N ,7 1,6 1,4 1,3 1,2 1,1,9,8,7,6,4,3,2,1 OF Data 17/9/717/9/718/9/718/9/7 19/9/719/9/721/9/721/9/7 21/9/724/9/724/9/725/9/7 25/9/726/9/726/9/727/9/7 27/9/728/9/728/9/7 Turno 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º 1º 2º Operador Evelin Cida Evelin Cida Evelin Cida Evelin Evelin Cida Evelin Cida Evelin Cida Evelin Cida Evelin Cida Evelin Cida Quantidade produzida Quantidade rejeitada % ejeito,69%,7%,57%,5%,52% 1,1%,6%,68%,38%,31%,38%,42%,74%,28%,39%,12%,7% 1,54%,63% ALAME N DEFEITOS Terminal Oxidado N/A 1 N/A N/A N/A N/A 1 N/A N/A N/A N/A N/A N/A N/A 1 N/A N/A N/A N/A 2 N/A Base danificada Base descentralizada Terminal com rebarba 2 3 Terminal desalinhado 1 1 Terminal mal Grafado Outros

98 84 Alarme da Qualidade: É a conseqüência do não atendimento dos índices de refugo definidos como aceitáveis após um período de tempo, e conseqüente ação imediata e no caso de reincidência de problema, escalonamento a níveis superiores para verificação de implementação de ação corretiva. Alarme da Qualidade Data: 19/9/7 OF: 935 Qtde: 25 Emitente: Aparecida Visto: Código: Alarme n 1 Escalada/Turno: Líder 2º Descrição da não conformidade: Baseta danificada: Baseta com marca de falha de injeção Ação tomada: Problema de Matéria-Prima (Acionado a Qualidade) podendo deixar "vão" entre a capa e base possibilitando contaminação no ele ealizar conteção no lote da produção e do almoxarifado Disposição: ( X ) Sucatar ( ) etrabalhar ( ) Usar como está Ação corretiva? ( ) Sim ( X ) Não espondido por: Solange Qualidade: Elisangêla Data: 28/9/7 OF: 9337 Qtde: 39 Emitente: Evelin Visto: Código: Alarme n 2 Escalada/Turno: Sup. 1º Descrição da não conformidade: Baseta danificada: Baseta com marca de falha de injeção Ação tomada: Problema de Matéria-Prima (Acionado a Qualidade) podendo deixar "vão" entre a capa e base possibilitando contaminação no ele Acionar fornecedor para realização de contenção das peças em seu processo e abrir 8D (Análise de causa e ação corretiva). Qualidade: ealizar contenção interna no lote da produção e no almoxarifado Disposição: ( X ) Sucatar ( ) etrabalhar ( ) Usar como está Ação corretiva? ( X ) Sim ( ) Não espondido por: Solange Qualidade: Elisangêla Data: OF: Qtde: Emitente: Visto: Código: Alarme n Escalada/Turno Descrição da não conformidade: Ação tomada: Disposição: ( ) Sucatar ( ) etrabalhar ( ) Usar como está Ação corretiva? ( ) Sim ( ) Não espondido por: Qualidade: egistro de Set up: Serve para garantir de modo padronizado que a máquina seja ajustada com os parâmetros considerados como aceitáveis para trabalho, as especificações são pré-definidas pela engenharia no formulário a seguir e em caso de não atendimento aos parâmetros a máquina não poderá ser liberada. LINHA: Eletrônicos OPE: Grafatura dos terminais base plástica Nº DA OPEAÇÃO: 42 EGISTO DE SET UP DATA: 17/9/7 17/9/7 18/9/7 18/9/7 19/9/7 TUNO: 1º 2º 1º 2º 1º OPEADO: Evelin Cida Evelin Cida Evelin ITENS: ESPECIFICADO: ENCONTADO: 1 Instalação do punção P1: T3, T7 e T9 P2: T2, T5 e T6 P1 P1 P1 P1 P2 2 Pressão do manômetro 4 a 8 bar Obs. Caso os parâmetros não sejam atendidos solicitar a manutenção e ou engenharia. Não liberar equipamento para trabalho sem ajuste dos parâmetros definidos

99 85 Família C12. Foram identificados registrados quais estudos do sistema de medição (MSA) devem ser realizados para este desenvolvimento. Os sistemas de inspeção e medição considerados no Plano de Controle foram incluídos no MSA. Para este desenvolvimento em questão foi considerado somente & pelo tipo de teste de medição depender de um padrão de referência que se não encaixado corretamente no equipamento e manter o tempo correto de medição dos valores, pode mostrar medidas diferentes eprodutibilidade (se entre operadores diferentes) e epetibilidade (se o mesmo operador). Freqüência de execução de MSA definida foi de anual Segue informações conforme abaixo: Prazo Definição dos estudos de MSA: Semana 33/27 Concluído em: Semana 33/27 PLANO DE ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO - MSA Nome do Equipamento Características Tipo do Equipamento Estabilidade Estudos Linearidade Tendência & C-XX elógio Comparador Deslocamento Linear Digital -,1 X X X MU-XX Multímetro Tensão/esistência Digital - 1/2 dig. M-XX Micrômetro Dimensão Externa Digital -,1 OH-XX Ohmímetro esistência Digital -,1 PA-XX Paquímetro Dimensão Interna Digital -,1 PA-XX Paquímetro Dimensão Externa Digital -, PA-XX Paquímetro Dimensão Profundidade Digital -,1 DX-XX Dinamômetro Linear Força Analógico /25 gr DX-XX Dinamômetro Apalpador Força Analógico 3/3 kg P-XX Projetor de Perfil Dimensão Linear em X e ou Y Digital -,1 B3-XX Gabarito áster Passa / Não passa Gabarito BCC-XX Gabarito áster Passa / Não passa Gabarito BCI-XX Gabarito áster Passa / Não passa Gabarito GFC-XX Gabarito de Verificação Passa / Não passa Gabarito E2-XX Espessímetro Micro ISO Dimensional Espessímetro ECI-XX Espessímetro Cubic Italamec Dimensional Espessímetro CD-XX Capacímetro Capacitância Digital TD-XX Termômetro Temperatura Digital -,1 / 1 C - Inspeções Visuais - Cubic Italamec Visuais Conforme PC Operação - Inspeção Visual Marsilli Visuais Conforme PC Operação - Inspeção Visual Digmotor Visuais Conforme PC Operação - Inspeção Visual Sipro Visuais Conforme PC Operação - Inspeções Visuais - Centralina Visuais Conforme PC Operação - Inspeções Visuais - Centralinas XX Visuais Conforme PC Operação CO-7 Collaudo Centralina Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-6 Collaudo Centralinas XX Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-15 Collaudo Centralinas XX Funcionais Collaudo Funcional CO-7 Collaudo CPL Montagem Collaudo Funcional CO-1 Collaudo Microiso Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-2 Collaudo Microiso Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-3 Collaudo Cubic Italiana Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-4 Collaudo Cubic Francesa Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-1 Teste Final ele Limpador Traseiro 383.1X Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-11 Teste ele Limpador Traseiro 383.1X Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-12 Teste ele Limpador Traseiro 383.1X Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-13 Teste Funcional Centralinas XX Funcionais Collaudo Funcional CO-14 Collaudo ele Lampejador Paramétricas Collaudo Paramétrico CO-19 Collaudo Funcional ele Limpador Traseiro Funcionais Collaudo Funcional CO-2 Collaudo Funcional ele Lampejador Funcionais Collaudo Funcional X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X

100 86 Freqüência de execução dos estudos definidos: Freqüência: ev.: Equipamento - Collaudo (CO-7) Anual J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D A A A A Estudo ealizado - Aprovado Período da Validade LEGENDA Estudo ealizado - eprovado Próximo Estudo C13. - ealizado análise crítica pela equipe multidisciplinar da fase de desenvolvimento do processo, mostrando os resultados, positivos e negativos e o status das atividades anteriormente definidas, para ser mostrando para alta direção com intuito de rever necessidade de provisão de recursos, falhas de comunicação entre as interações das atividades, atrasos de implementações de atividades, etc. Data realização: Semana 34/27 Tema: Analise Crítica e Monitoramento Gerencial: Itens C do APQP da Centralina Data: 24/8/27 Local: Pressac Horário: 1: Duração: 6 Minutos Protocolada: Sim Integrantes Giuseppe Pagliarino Minoru Nogata Dario Lima Juscelino Fideles Anderson Yamada João van Dinteren Objetivo da reunião: Empresa Pressac Pressac Pressac Pressac Pressac Pressac Depto Direção (Geral) Dir. (Técnica) Comercial Qualidade Engª Processo Engª Produto Avaliar Tempos do Cronograma do APQP Avaliar iscos da Qualidade ATA DE EUNIÃO Situação quanto ao "Target" de Custos de desenvolvimento Identificação de Caminhos Críticos do Projeto Situações relevantes para conhecimento da Alta Direção Item Descrição Data esp. Foi exposto para os participantes da reunião que o cronograma do APQP 1. vem sendo seguido dentro dos prazos estipulados e foram evidenciados João van atrasos nos itens C1. (Instalação da linha de produção, devido atrasos na 24/8/27 Dinteren definição de critérios de aceitação de calibração nos equipamento de teste pela Engª). Ficou evidenciado que os custos reais visualizados no item C3. foram menor 2. que os previstos no item A4. onde eram previstos $ 175.3, e foram gastos $ 146.8, sendo que o saldo previsto para investimento era de 24/8/27 $ 228.8, (Conf. QI), estando o projeto com saldo positivo em relação Fone Anderson Yamada e Álvaro Potye 3. Apesar da documentação do processo (IT`s) não estarem prontas até a presente data da análise crítica, verificou-se pelo cronograma que o prazo de finalização está previsto para semana 35 e as implementações estão dentro dos prazos de andamentos acordados. 24/8/27 Anderson Yamada 4. Para a fase de Desenvolvimento do Processo não surgiram situações que não estivessem contempladas durante as fases iniciais e que devam ser reportadas nesta Ata para a Alta Direção. Apesar dos atrasos a Direção concorda com o andamento do projeto e não foram necessários provisão de recursos adicionais até a situação atual. 24/8/27 Juscelino Fideles D1. O produção do lote piloto e pré-produção ocorreram entre as semanas 32

101 87 e 33 para o lote piloto (2 dias em cada semana) e entre as semanas 36 e 37 para o lote de pré-produção (6 dias na 1ª semana e 5 dias na 2ª semana), demonstrando dados de capacidade produtiva em relação ao contratado pelo cliente, bem como dados de variação do processo (scrap, horas reais de paradas em relação ao planejado, taxa de ocupação do equipamento, etc.) Sendo estes resultados considerados adequados em relação aos previstos anteriormente, demonstrados conforme a seguir: Planilha de Análise de Capacidade de Produção Data: 6 a 14/8/7-3 a 13/9/7 Processo: Eletrônicos PN: Dados Chaves Tempo Disponível por dia (Min) 54 Qtde Pç dia 976 Paradas planejadas por dia (Min) 1 (%) Scrap Paradas não planejadas por dia (Min) 3 aceitável 1 Nº Dias trabalhados por semana 6 Nº Semanas por Ano 5 Volume anual contratado (unid) 27 Tempo Ciclo (s) 25,2 Taxa Ocupação Equipamento (%) 95 O tempo disponível por dia, volume anual contratado, nº de dias trabalhados por semana e nº de semanas por ano devem ser acordados em papel entre a Pressac e o Cliente. Tx ocupação equipamento Cumulativo desde a 1ª operação Cumulativa Paradas Total Paradas PPM Piloto Dias Taxa rejeito (%) Produção (dia) planejadas (%) 6,2% ,22% 7 X 7,1% ,96% 3 X 13,6% ,% 2 X 14,19% ,% 8 X 3,5% ,15% 17 X 4,29% ,% 11 X 5,3% ,% 11 X 6,39% ,% 15 X 7,25% ,63% 1 X 8,19% ,52% 7 X 1,3% ,78% 11 X 11,42% ,% 16 X 12,35% ,78% 14 X 13,42% ,22% 16 X Pré- Produção

102 D2. O Sistema de Medição foi avaliado, estando dentro dos padrões requeridos no manual MSA AIAG 3ª ed. A execução dos estudos de MSA e os respectivos registros foram atendidos, e estão adequados ao equipamento de medição e teste referente ao produto em desenvolvimento e as características definidas nos Planos de Controle de Pré-Lançamento e Produção, conforme a seguir. Prazo Execução: Semana 37/27 Executado em: Semana 37/27 Dados Obtidos Estudo de Atributos - Análise de isco Part No. & Nome Op Collaudo - Teste Final Nome do Equipamento Collaudo Param Características Teste Param étrico Equipamento No. CO-7 Tolerância A= Apreovado / = eprovado Tipo do Equipamento Collaudo Param étrico Data 14/9/27 esponsável João M arcos Peça Operador A Operador B Operador C Valor de Código eferência eferência 1 A A A A A A A A A A A A 2 A A A A A A A A A A A A 3 A A A A A A A A A A A A 4 A A A A A A A A A A A A 5 A A A A A A A A A A A A 6 A A A A A A A A A A A A 7 A A A A A A A A A A A A 8 C 9 C 1 C 11 A A A A A A A A A A A A 12 C 13 A A A A A A A A A A A A 14 C 15 A A A A A A A A A A A A 16 C 17 A A A A A A A A A A A A 18 A A A A A A A A A A A A 19 A A A A A A A A A A A A 2 A A A A A A A A A A A A 21 A A A A A A A A A A A A 22 A A A A A A A A A A A A 23 A A A A A A A A A A A A 24 A A A A A A A A A A A A 25 C 26 C 27 C 28 C 29 A A A A A A A A A A A A 3 A A A A A A A A A A A A 31 A A A A A A A A A A A A 32 A A A A A A A A A A A A 33 C 34 C 35 A A A A A A A A A A A A 36 C 37 A A A A A A A A A A A A 38 A A A A A A A A A A A A 39 A A A A A A A A A A A A

103 89 Operador A Operador B Operador A Operador A Operador B Operador C Critérios de aceitação: Kappa >,75 = Concordância Boa Excelente (Máximo = 1) >,4 = Concordância egular <,4 = Concordância precária Eficácia > 9% = Aceitável 8% = Necessita aperfeiçoamento < 8% = Inaceitável esultados T a b u la ç ã o C ru za d a O p e ra d o r B A -B T o ta l A p o O b s e rva d o A 5 7,9 8 E s p e ra d o 2, ,4 8 B O b s e rva d o 9 3 p e C A 9 3 E s p e ra d o 3 3, ,5 2, T o ta l A B O p e ra d o r C B -C C T o ta l A p o O b s e rva d o E s p e ra d o 1 9, ,5 6 A -A O b s e rva d o 9 6 p e A -B A 9 6 E s p e ra d o 3 4, ,4 4 A -C, T o ta l B -A B -B B -C O p e ra d o r C A -C C -A T o ta l A p o C -B O b s e rva d o C -C 5 7,9 8 E s p e ra d o 2, ,4 8 O b s e rva d o 9 3 p A 9 3 e E s p e ra d o 3 3, ,5 2, T o ta l E F A T o ta l A p o O b s e rva d o ,9 8 E s p e ra d o 2, ,4 8 O b s e rva d o 9 3 p A 9 3 e E s p e ra d o 3 3, ,5 2, T o ta l E F B T o ta l A p o O b s e rva d o E s p e ra d o 1 9, ,5 6 O b s e rva d o 9 6 p e A 9 6 E s p e ra d o 3 4, ,4 4, T o ta l E F C T o ta l A p o O b s e rva d o E s p e ra d o 1 9, ,5 6 O b s e rva d o 9 6 p A 9 6 e E s p e ra d o 3 4, ,4 4, T o ta l A n á lis e s K a p p a,9 6 1, 1, E fic á c ia 9 4,7 4 % 1, % 1, % C o n c o rd â n c ia - 9 5,7 1 % 9 5,7 1 % 9 5,7 1 % - 1, % 9 5,7 1 % 1, % -

104 D3. Normalmente a capabilidade a ser atendida é aquela designada pelo cliente. Nós internamente consideramos a designada pelo cliente mais às características especiais identificadas no plano de controle. Mas para o desenvolvimento em questão este passo foi considerado como não aplicável pelo seguinte motivo: - Considerou-se que durante a produção existem basicamente dois tipos de controle, Inspeção Visual (subjetivo) e Aparelho paramétrico (somente aprova ou reprova a peça). A inspeção visual é subjetiva, pois procura problemas dos tipos: Solda fria, Placa Trincada, Oxidada ou Suja, Componentes Quebrados, etc., sendo executados por um operador. Já o aparelho paramétrico é um equipamento de teste onde o operador somente coloca a peça e este executa todos os testes necessários para aprovação. Portanto o primeiro processo é subjetivo e o segundo não fornece parâmetros para ser analisado, sendo que toda vez que o equipamento é ligado, existe um procedimento de autocalibração. E em ambos os casos não nos fornece dados para poder-se executar qualquer tipo de estudo sobre os conceitos de Capabilidade de Processo D4. Foram requeridos pelo cliente 49 testes para qualificação do produto, conforme verificado nas fases de Planejamento e Definição do Programa itens A1. e A2. Desenhos / especificações e Objetivos do Produto / equisitos específicos do cliente respectivamente. Os mesmos estão distribuídos da seguinte forma para facilitar o entendimento: - Dimensionais / Material: 7 testes; - Características elétricas: 2 testes; - Características funcionais: 8 testes; - Características Eletromagnéticas: 18 testes; - Características Mecânicas: 6 testes; - Características Térmicas: 5 testes; - Características de Durabilidade: 1 teste; - Características Físico / Químicas: 2 testes.

105 91 esumo dos testes Dimensionais e de Material PLANO DE POVA AUTOQUALIFICAÇÃO CONFIABILIDADE QUALIFICAÇÃO DE NOVOS PODUTOS Data atualização: 21/1/8 Previsão Conclusão: Início Produção: PODUTO: DESENHO: CÓDIGO: Legendas: Concluído prazo Unidade de Comando Trava-Portas Atraso na conclusão CAACTEÍSTICAS ( POVAS ) Nº. TEMPÍSTICA ESULTADOS NOMAS DE EFEÊNCIA E PÇS MEIOS EMPEGADOS N P EDIÇÃO Ago Set OutNov DezJanFevMar ELAT. N NOTAS 1 Dimensionais / Material Q Prova de inspeção visual - Não Destrutivo ev /7 P Bancada Visual, Lupa Prova de identificação do produto - Não ev. 12; 761 ev. 21; Destrutivo.13 ev. 12; 748 ev. 3 2 Q 2/7 P Bancada Provas de dimensionais e tolerâncias do ev. 12; ev produto - Não Destrutivo ev. 12; Prova de características dos materiais - ev.13; ev.9; Destrutivo ev.11; ev.9; ev. 9; Prova de banho superficiais - Destrutivo ev. 12; ev.13; 5 Visual, Paquímetro, Micrometro e Projetor de Perfil Q 3/7 P Bancada Analise dos Certificado MP e Q Amostras Padrão 4/7 P certificados de MP Certificado MP e Amostras Padrão Cx de Fusiveis, Visual, 1.6 Prova de conexões e ajustabilidade - Não Paquímetro, ev Destrutivo Micrometro e Projetor de Perfil Alicate Amperímetro, Multimetro, Osciloscópio 1Mhz e Termômetro (Digitais), Barômetro, Higrômetro e Cronômetro (Analógicos), Fonte 1.7 Prova da regra de conexão ao terra da ev Estabilizada egulada bateria (massa) (if ) - Não Destrutivo ( a 6V / 25A), Banco de Cargas (esistiva, Indutiva, Motor, Lâmpada e etc) e 6 Motores Acionadores de Trava Elétrica. Analise dos Q 5/7 P certificados de MP Q 6/7 P Bancada Q 7/7 P Bancada

106 92 esumo dos testes de Características elétricas e dimensionais PLANO DE POVA AUTOQUALIFICAÇÃO CONFIABILIDADE QUALIFICAÇÃO DE NOVOS PODUTOS Data atualização: 21/1/8 Previsão Conclusão: Início Produção: PODUTO: DESENHO: CÓDIGO: Legendas: Concluído prazo Unidade de Comando Trava-Portas Atraso na conclusão CAACTEÍSTICAS ( POVAS ) Nº. TEMPÍSTICA ESULTADOS NOMAS DE EFEÊNCIA E PÇS MEIOS EMPEGADOS N P EDIÇÃO Ago Set OutNov DezJanFevMar ELAT. N NOTAS 2 Provas de Características Elétricas 2.1 Prova de consumo de corrente - Não Q ev. 12; 7.Z1 ev Destrutivo 8/7 P Bancada Idem acima Q 2.2 Prova de queda de tensão - Não Destrutivo 7.Z35 ev /7 P Bancada 3 Prova de Caracterisiticas Funcionais 3.1 Prova de Calibração - Não Destrutivo ev Q 1/7 P Bancada 3.2 Prova de Sobre Carga - Destrutiva ev Insensibilidade a baixa resistência de isolação das chaves de controle - Não ev Destrutivo 3.4 Insensibilidade ao desligamento da alimentação - Não Destrutivo ev esistencia a acionamentos repetitivos - Destrutivo ev Verificação do funcionamento do circuito padrão com os acionadores na posição aberta ev Não Destrutivo 3.7 Verificação do funcionamento do circuito padrão com os acionadores na posição fechada ev Não Destrutivo Funcionamento em Power-Up - Não Destrutivo ev Idem acima Q 11/7 P Bancada Q 12/7 P Bancada Q 13/7 P Bancada Q 14/7 P Bancada Q 15/7 P Bancada Q 16/7 P Bancada Q 17/7 P Bancada

107 93 esumo dos testes Eletromagnéticos PLANO DE POVA AUTOQUALIFICAÇÃO CONFIABILIDADE QUALIFICAÇÃO DE NOVOS PODUTOS Data atualização: 21/1/8 Previsão Conclusão: Início Produção: PODUTO: DESENHO: CÓDIGO: Legendas: Concluído prazo Unidade de Comando Trava-Portas Atraso na conclusão CAACTEÍSTICAS ( POVAS ) Nº. TEMPÍSTICA ESULTADOS NOMAS DE EFEÊNCIA E PÇS MEIOS EMPEGADOS N P EDIÇÃO Ago Set OutNov DezJanFevMar ELAT. N NOTAS 4 Provas de Caract. Eletromagnéticas 4.1 Prova de resistencia a conecções acidentais - Não Destrutivo 4.2 Prova de resistencia com alimentação de sobre tensão - Não Destrutivo ev. 12; ev. 12; 17 Idem acima Q 18/7 P Bancada Q 19/7 P Bancada 4.3 Prova de comportamento do reset com queda de tensão - Não Destrutivo ev. 12; 27 Q 2/7 P Bancada 4.4 Prova de comportamento do reset com queda de tensão na bateria - Não Destrutivo ev. 12; 911 Q 21/7 P Bancada 4.5 Prova de imunidade a disturbios transitórios chaveados - Destrutivo ev. 12; 49 Q 22/7 P INPE 4.6 Prova de imunidade a disturbios transitórios induzidos - Não Destrutivo 4.7 Prova de Imunidade a disturbios eletromagnéticos em camera anecoica - Não Destrutivo 4.8 Prova de imunidade a corrente de F (B.C.I.) - Não Destrutivo 4.9 Prova de imunidade a descarga eletrostática - Destrutivo 4.1 Prova de emissões irradiadas - Não Destrutivo 4.11 Prova de emissões induzidas nas linhas de alimentação - Não Destrutivo 4.12 Prova de emissão de transientes nas linhas de alimentação - Não Destrutivo ev. 12; ev. 12; ev. 12; 45 Geradores, antenas, ev. 12; 42 Câmara Blindada, Acopladores Geradores, Câmara Semi-anecóica, ev. 12; 42 LISN e todos os itens citados acima ev. 12; ev. 12; 42 Q 23/7 P INPE Q 24/7 P INPE Q 25/7 P INPE Q 26/7 P INPE Q 27/7 P INPE Q 28/7 P INPE Q 29/7 P INPE 4.13 Prova de imunidade a campos magnéticos de baixa frequencia - Não Destrutivo 4.14 Prova de imunidade a campos eletromagnéticos irradiados - Não Destrutivo 4.15 Prova de medição da emissão eletromagnética irradiada do produto instalado no veículo - Não Destrutivo 4.16 Prova de emissões captadas pela antena do veículo - Não Destrutivo 4.17 Prova de emissões de disturbios transitórios - Não Destrutivo 4.18 Prova de imunidade a descargas eletromagnéticas - Destrutivo Q ev. 12; 42 3/7 P INPE ev. 12; 7-Z482 ev N/A N/A esp. do Cliente ev. 12; 42 N/A N/A esp. do Cliente ev. 12; 42 N/A N/A esp. do Cliente ev. 12; 42 N/A N/A esp. do Cliente ev. 12; 42 N/A N/A esp. do Cliente

108 94 esumo dos testes Mecânicos, Térmicos, Físico / Químicos e de Durabilidade AUTOQUALIFICAÇÃO CONFIABILIDADE PLANO DE POVA QUALIFICAÇÃO DE NOVOS PODUTOS Data atualização: 21/1/8 Previsão Conclusão: Início Produção: PODUTO: DESENHO: CÓDIGO: Legendas: Concluído prazo Unidade de Comando Trava-Portas Atraso na conclusão CAACTEÍSTICAS ( POVAS ) Nº. TEMPÍSTICA ESULTADOS NOMAS DE EFEÊNCIA E PÇS MEIOS EMPEGADOS N P EDIÇÃO Ago Set OutNov DezJanFevMar ELAT. N NOTAS 5 Provas Mecânicas 5.1 Prova de Conecções - Não Destrutivo ev. 12; /2 Caixa de Fusiveis, Q 71 ev. 9 Dinamômetro, Visual, 31/7 P Bancada Paquímetro, 5.2 Prova de fixação do produto - Não Destrutivo ev Micrometro e Projetor Q de Perfil 32/7 P Bancada 5.3 Prova de vibração senoidal para produtos ev. 12; 7.1 ev. 2 classes V2-V3-V4 - Destrutiva Prova de vibração randomica para produtos ev classes V2-V3-V4 5.5 Prova de Choque Mecanico - Destrutivo ev Provas Térmicas 6.1 Prova de temperatura de Armazenagem - Destrutivo ev Geradores, antenas, Câmara Blindada, Acopladores Geradores, Câmara Semi-anecóica, LISN e todos os itens citados acima Q 33/7 P ATEB Q 34/7 P ATEB Q 35/7 P ATEB Q 1/8 P ATEB 6.2 Prova de ciclo lento de temperatura - Destrutivo ev Prova de ciclo rápido de temperatura - Idem acima ev Destrutivo 6.4 Prova de calor úmido permanente - Destrutivo ev Prova de produto de condensação - Destrutivo ev Provas de Durabilidade 7.1 Provas de durabilidade 9.314/1 ev. 9; 9.314/2 ev. 7 2 Idem acima 8 Provas Físicos / Química 8.1 Prova de resistência ao pó ev Idem acima 8.2 Prova de resistência a névoa salina ev Tabela A1 Q 2/8 P ATEB Q 3/8 P ATEB Q 4/8 P ATEB Q 5/8 P ATEB Q 6/8 P Bancada Q 7/8 P ATEB Q 8/8 P ATEB

109 D5. O Plano de Controle de produção foi elaborado considerando as condições reais de processo após a produção do lote piloto. Foi utilizado como base o Plano de Controle de Pré-lançamento, com menos rigorosidade nos controles (tamanho da amostra), em relação aos estipulados no pré-lançamento. O Plano a ser mostrado com detalhes no estudo de caso em questão foi o da Op. 42 Grafatura dos terminais na Base Plástica. Mas para todas as demais operações definidas no fluxograma de processo e no PFMEA, foram elaboradas Instruções de Trabalho com o mesmo padrão de informações e conteúdo da apresentada a seguir: Prazo Elaboração: Semana 36/27 Elaborado em: Semana 36/27 N OP: N Doc. Plano de Controle 42 CPE Produto: Centralina Designação da Operação: Grafatura dos Terminais na Base Plástica 1 Aspectos Visuais (Terminais e Base Plástica Preta c/ 6 Furos) Características: Especificação: Tolerância: Freqüência: Amostra: Verificar se os terminais possuem convites dos dois lados e estão ausentes de oxidação, marcas de digital, falhas de banho (estanhagem) ou qualquer outro tipo de deformação. Verificar se a Base Plástica está bem injetada, sem excesso de rebarba e contém os 6 furos. 1% - T T T T T T Base Plástica Controle das Características de Grafatura dos Terminais Características: Especificação: Tolerância: Freqüência: Amostra: Verificar em todas as peças se a prensa está realizando corretamente a grafatura, se o term inal está grafado no lugar correto e alinhado. 1% Foto Com Grafatura Ok e Term inais Alinhados. Equipamento p/ Avaliação Inspeção Visual Documento de Controle Gráfico de ejeito Plano de eação 1 Segregar a peça. 3 rejeitos consecutivos, parar a operação e comunicar o responsável pela produção. Segregar as peças em processo. Efeitos Potenciais Produto Final Não Funcional no Processo Produtivo ou Cliente Final Características Especiais M esponsabilidade: Produção

110 96 3 Controle do Teste de Tensão de uptura Características: Especificação: Tolerância: Freqüência: Amostra: Deslocamento Testar terminais Máx. Aceitável ealizar os testes de resistência na cravação do terminal de A, B, D e F Após acordo com a grafatura que estiver sendo realizada pela prensa. (Foto 1) c/ 6Kgf. Aplicação da 2 horas 15 peças Força:,1mm. Método de Controle do Teste de Tensão de uptura: 1. Medir o comprimento do terminal utilizando o Paquímetro (PA-XX) antes de aplicar a força (Foto 3); 3. Aplicar uma força de 6Kgf no terminal utilizando o Dinamômetro (D4-XX) (Foto 4); 4. Medir o comprimento final do terminal (deslocamento máximo aceitável:,1mm) (Foto 3); 5. etirar a amostra do dispositivo de teste; 6. Preencher a Carta Farol com os valores obtidos; Obs: Peças que obtiverem deslocamentos superiores ao limite permitido deverão ser segregadas e comunicadas ao responsável da Produção que juntamente com os setores Qualidade/Engenharia darão as disposições necessárias. Foto 1 Indicação dos Terminais. Foto 2 Dispositivo de Teste. E B C A D F Foto 3 Medindo o Comprimento do Terminal Utilizando o Paquímetro. Amostra PCI p Montar Amostra Astuccio p/ Montagem da Amostra e PCI. Foto 4 Dinamômetro no Momento de Aplicação da Força 6 Kgf no Terminal. Equipamento p/ Avaliação Documento de Controle Plano de eação Efeitos Potenciais Características Especiais esponsabilidade: Dinamômetro / Comparador / Paquímetro Carta Farol / Gráfico de ejeitos / ITE Em caso do Terminal ceder no teste de resistência à cravação, comunicar a Engª e Qualidade que darão as disposições necessárias ao lote do produto. Produto Final Não Funcional no Processo Produtivo ou Cliente Final M Engenharia / Qualidade

111 D6. O PPAP dos Fornecedores de componentes para a produção das centralinas foram recebidos e avaliados pelo Depto Qualidade, sendo devidamente validados e estão disponíveis no Setor da Qualidade para consultas. Houve atraso na entrega dos PPAP`s de alguns componentes por parte do fornecedor, em relação aos prazos definidos no cronograma e ao SOP (Start of Production Início de Produção ) definidos. Prazo final de recebimento dos Documentos: Semana 7/28 ecebimento Completo: Semana 7/28 As informações a seguir representam as documentações que foram recebidas, e avaliadas, não sendo viável expor no estudo de caso devido à quantidade de informações. Produto: Bloca Porta PPAP FONECEDOES Descrição Código Fornecedor PPAP Semana Nível eceb. ele 12V p/ PCI Panasonic 3 51/7. Base plastica de Terminais X Ueta 3 49/7. Capa Amarela X Ueta 3 1/8. Circuito Impresso ArtCi 2 1/8. Terminal Estanhado Ueta 3 7/8. Terminal Estanhado Ueta 3 7/8. Terminal Estanhado Ueta 3 7/8. Terminal Estanhado Ueta 3 7/8. Terminal Estanhado Ueta 3 7/8. esistor 82 1/2W 5% SF Karimex 2 4/7. esistor 4K7 1/8W 5% Case Karimex 2 4/7. esistor 3K3 1/8W 5% Case Karimex 2 36/7. esistor 47 1/8W 5% Case Karimex 2 36/7. esistor 22K 1/8W 5% Case Karimex 2 29/7. esistor 1K 1/8W 5% Case Karimex 2 29/7. esistor 33K 1/8W 5% Case Karimex 2 29/7. Cap. Eletrolítico 22uF 5V NA Karimex 2 29/7. Cap. Eletrolítico 47uF 25V NA Karimex 2 28/7. Cap. Cer. 1nF 5V 1% Case Karimex 2 25/7. Cap. Cer. 1nF 5V +8% -2% Case Karimex 2 24/7. Diodo 1N Karimex 4 23/7. Diodo LL4448 SOD-8C Karimex 4 23/7. Transistor BC SMD Karimex 4 21/7. CI egulador LM2931AD33-E FUTUE 2 22/7. CI Phillips P89LPC915FDH-S FUTUE 2 23/7. Varistor S5K AOW 2 23/7.

112 D7. - Foram submetidos os documentos requeridos pelo Cliente, para homologação do fornecimento de peças, sendo que a aprovação para a Centralina foi dada sob desvio do cliente devido o SOP ser menor que a data de entrega do PPAP Completo ser realizada. Este atraso deu-se devido a não entrega do PPAP de alguns componentes por parte do fornecedor (Vide cronograma). Prazo Entrega completa: Semana 2/28 Entrega: Semana 1/28 Nível de Submissão ao cliente D8. Nesta fase foi realizada uma análise crítica técnica dos seguintes dados de saída do projeto: Qualidade, Confiabilidade, Durabilidade e Mensurabilidade, inclusive análise das ações decorrentes a falhas nos passos planejados. Foi realizado sem um registro técnico específico, somente com base em documentos que evidenciavam o atendimento dos mesmos e identificação de realização no cronograma de desenvolvimento do produto. Com o propósito de garantir que nenhum dado técnico do projeto tenha sido esquecido para final validação do desenvolvimento, dados estes que estão resumidos conforme a seguir: Característica Avaliado Atende SIM NÃO SIM NÃO Observações: Metas de Qualidade 17PPM / Mês X X Conf. D1. Metas de Durabilidade (Auto X Qualificação) X Conf. D4. Metas de Confiabilidade MTBF - MTT X X Conf. D1. Mensurabilidade (MSA) X X Conf. D D9. ou One Day Production, é o acompanhamento do cliente responsável pelo fornecedor em um dia real (normal) de produção para verificar se a capacidade anteriormente planejada e aprovada realmente atende a demanda de produção exigida, normalmente é realizada em um dia de 8 horas produtivas (mínimo) pelo Engenheiro da Qualidade dos Fornecedores (EQF). No estudo de caso em questão, verificou-se que o documento para execução do un at ate foi devidamente preparado para ser executado e aprovado juntamente com EQF, mas o EQF não realizou esta validação e que foi desconsiderada na aprovação final do produto. Prazo Definido: Semana 4/28 ealizado: eplanejado até a Semana 1/28, após data passo foi desconsiderado D1. - ealizada análise crítica pela equipe multidisciplinar da fase de validação do produto e do processo, mostrando os resultados, positivos e negativos e o status das atividades anteriormente definidas, para ser mostrando para alta direção com intuito de aprovar o Planejamento Avançado da Qualidade quanto ao atendimento aos requisitos do projeto, revendo potenciais, falhas de comunicação entre as interações das atividades, atrasos de implementações de atividades, etc.

113 99 Prazo Análise Crítica Final: Semana 5/27 Data da Análise: Semana 5/27 Tema: Analise Crítica e Monitoramento Gerencial: Itens D do APQP da Centralina Data: 14/12/27 Local: Pressac Horário: 1:3 Duração: 6 Minutos Protocolada: Sim Integrantes Giuseppe Pagliarino Minoru Nogata Dario Lima Juscelino Fideles Anderson Yamada João van Dinteren Objetivo da reunião: Empresa Pressac Pressac Pressac Pressac Pressac Pressac Depto Direção (Geral) Dir. (Técnica) Comercial Qualidade Engª Processo Engª Produto APOVAÇÃO DO APQP ATA DE EUNIÃO Avaliar Tempos do Cronograma do APQP Avaliar iscos da Qualidade Fone Identificação de Caminhos Críticos do Projeto Situações relevantes para conhecimento da Alta Direção Item Descrição Data esp. Foi exposto para os participantes da reunião que o cronograma do APQP veio sendo seguido dentro dos prazos estipulados e foram evidenciados 1. atrasos nos itens D4. (Qualificação do Produto), devido alguns testes João van 14/12/27 depender de laboratório externo, e para as datas necessárias não ter sido Dinteren encontradas "janelas" para locação de turno do Laboratório ATEB (atrasos nos testes mecânicos, térmicos e físico químicos). 2. Foi exposto aos participantes que somente na Fase de Validação do produto / processo, verificou-se que o Estudos preliminares de capabilidade do processo (item D3.)não seriam aplicáveis para este produto/processo em questão, podendo este item ter sido melhor avaliado já na fase inicial de planejamento e definição do programa. Servindo este como registro de lições aprendidas de novos 14/12/27 Juscelino Fideles 3. Exposto aos participantes que hove atraso no envio de PPAP`s do fornecedor Ueta, impactando em atraso nos itens D6. e D7., sendo devido a isso necessário solicitar derroga do cliente para início de produção. 14/12/27 Juscelino Fideles 4. Foi apresentado o APQP durante a reunião, sendo este aprovado apresentado a ressalva de ser reavaliado após o primeiro ano de produção das Centralinas para podermos, com as lições aprendidas durante a produção seriada, melhorar continuamente o APQP do item produzido e de novos itens, pois os pontos críticos em destaque nas análises críticas (atrasos, falta de definições no planejamento, etc.) serão considerados. Decisão de Consenso Geral. 14/12/27 João van Dinteren E1. Esta última fase visa avaliar a eficácia do esforço do APQP, que normalmente abrange análise de dados de atributos e variáveis, com base em Planos de Controle da Produção, Avaliação dos Sistemas de Medição, Avaliação das

114 1 Embalagens, etc., após um período de tempo (período para avaliação em campo sobre a aplicação e utilização do produto pelo cliente ou usuário final), de acordo com o amadurecimento do processo, a fim de se reduzir variações e aumentar a Satisfação do Cliente. Entendamos que nada mais é do que a famosa Melhoria Contínua que é tão exigida pelo Sistema de Gestão da Qualidade ISO TS Nota: A retro-alimentação é uma atividade que só termina quando da descontinuidade do produto pelo cliente. Para o estudo de caso em questão, não se verificou nenhuma melhoria contínua formal, ou seja, nenhum registro ou evidência objetiva no processo, documentações, projeto do produto, etc, que evidenciem a melhoria contínua pró-ativamente. Andando pelo chão de fábrica, verificou-se alguns tópicos diferentes no processo produtivo, que ocorreram após a aprovação do APQP, mas não foi verificado retroalimentação da documentação e avaliação dos resultados conseguidos com as melhorias. Evidência chão de fábrica: Verificado implementação de Monitor de vídeo de 2 polegadas na operação de revisão do Subconjunto montado, atuando com uma ampliação superior ao da lupa até então existente no processo, melhorando a detecção, mas como citado não se verificou retro-alimentação neste caso da documentação de processo (Instrução de Trabalho, Plano de Controle e PFMEA). As ações formalmente registradas para o processo do produto em questão, são somente as reativas, ou seja, proveniente de reclamações de cliente.

115 11 Exclusões Teoria x Prática Alguns itens demonstrados na teoria não foram aplicados neste estudo de caso em questão. Nesta parte do trabalho será demonstrado por mim quais itens não foram aplicados e porque não foram aplicados. 1º Fase I Planejamento e Definição do Programa Decisão de Fornecimento Neste tópico as metas do projeto, de confiabilidade e qualidade do produto, bem como o estudo de viabilidade de fornecimento foi realizado excluindo-se a análise de benckmark de produto de competidor, devido existir um produto similar já fabricado na organização. Portanto a equipe baseou-se nas lições aprendidas do projeto do produto similar já existente, bem como o histórico de reclamações de cliente deste para este item. 2º Fase II Projeto e Desenvolvimento do Produto Status do APQP do Subfornecedor Este tópico, não foi exatamente excluído, o mesmo foi considerado, mas não demonstrou ao sub-fornecedor seu nível de participação no nosso APQP, pouquíssimas visitas para acompanhamento do status das atividades dos sub-contratados para atender os prazos do nosso APQP foram realizadas, bem como verificação de necessidade de recursos adicionais não previstos pelo fornecedor, que acarretem atrasos, sendo que se ocorrer, seja possível notificar o cliente o atraso e trabalhar em cima do fornecedor. Nenhum dos tópicos falhos descritos acima foram citados nas análises crítica durante o desenvolvimento. 3º Fase IV Validação do Produto e do Processo Estudo Preliminar de Capabilidade do Processo Este item foi considerado, mas posteriormente excluído, pois se considerou que durante a produção existem basicamente dois tipos de controle, Inspeção Visual (subjetivo) e Aparelho paramétrico (somente aprova ou reprova a peça). A inspeção visual é subjetiva, pois procura problemas dos tipos: Solda fria, Placa Trincada, Oxidada ou Suja, Componentes Quebrados, etc., sendo executados por um operador. Já o aparelho paramétrico é um equipamento de teste onde o operador somente coloca a peça e este executa todos os testes necessários para aprovação. Portanto o primeiro processo é subjetivo e o segundo não fornece parâmetros para ser analisado, sendo que toda vez que o equipamento é ligado, existe um procedimento de autocalibração. E em ambos os casos não nos fornece dados para poder-se executar qualquer tipo de estudo sobre os conceitos de Capabilidade de Processo.

116 12 Melhorias Aqui serão demonstradas contribuições estruturadas para com a ferramenta, utilizandose de experiência profissional, de conhecimento em processo e de conhecimento em Sistema de Gestão da Qualidade. Introdução: Como citado acima, para o estudo de caso em questão, não se verificou nenhuma melhoria contínua formal, ou seja, nenhum registro ou evidência objetiva no processo, documentações, projeto do produto, etc, que evidenciem a melhoria contínua próativamente. Andando pelo chão de fábrica, notou-se alguns tópicos diferentes no processo produtivo, que ocorreram após a aprovação do APQP, mas não foi verificado retroalimentação da documentação e avaliação dos resultados conseguidos com as melhorias. Evidência chão de fábrica: Verificado implementação de Monitor de vídeo de 2 polegadas na operação de revisão do Subconjunto montado, atuando com uma ampliação superior ao da lupa até então existente no processo, melhorando a detecção, mas como citado não se verificou retro-alimentação neste caso da documentação de processo (Instrução de Trabalho, Plano de Controle e PFMEA). As ações formalmente registradas para o processo do produto em questão, são somente as reativas, ou seja, proveniente de reclamações de cliente. Informações Iniciais do projeto de Melhoria - Função: Analista da Qualidade - Nível Hierárquico: esponde diretamente a Gerência da Qualidade - esponsabilidades: Manutenção do Sistema de Gestão da Qualidade ISO TS (Definição / Controle de procedimentos, desdobramento e implementação de requisitos específicos do cliente. Execução de auditorias internas (sistema / processo / produto), auditorias em fornecedores, análise crítica de indicadores dos processos mapeados, emissão de relatórios de ações corretivas para o órgão certificador (Houston)). Uma das principais atividades da função é o desdobramento e implementação de requisitos específicos do cliente, ou seja, mesmo que eu não seja o executante pela atividade que garanta a implementação do requisito, a responsabilidade final pela implementação é minha por atuar como Sistema de Gestão. Projeto de Melhoria

117 13 QSB O mesmo consiste na implementação de 9 estratégias voltadas ao chão de fábrica, com propósito de garantir o controle das atividades que cercam o processo de manufatura, dando diretrizes de como fazer, ou seja, o Sistema de Gestão da Qualidade ISO TS 16949, nos diz que devemos controlar nossos produtos nãoconforme, mas não nos diz como, sendo assim, cada organização pode criar sistemas que sejam diferentes, mas que tenham o mesmo propósito de controlar os produtos não-conforme, ela não nos da diretrizes de como fazer, somente o que fazer, então entra o requisito específico do cliente que nos diz como fazer, em relação ao que a ISO TS estabeleceu o que fazer. esumo das Estratégias: esposta ápida Controle de Produto Não-conforme C.A..E. Customer Acceptance, eview and Evaluation Trabalho Padronizado Treinamento Padrão do Operador Verificação dos Dispositivos Poka Yokes Auditorias Escalonadas no Processo edução NP Número de Prioridade de isco Lições Aprendidas A estratégia a ser abordada será edução do Número de Prioridade de isco NP, que consiste no resultado entre a multiplicação do número de Severidade (Efeito mais grave dentro de um modo de falha) X Ocorrência (Probabilidade que a causa de falha irá ocorrer) X Detecção (Classificação do Melhor Controle de detecção para um modo de falha). A estratégia em questão exige que se liste-se e eduza Pró-ativamente e eativamente os cinco maiores NP`s Pró-ativos e reativos da organização, e os trate com ações apropriadas para redução dos mesmos, conforme segue: NP eativo eferente à falhas passadas de qualidade, reclamações de cliente, problemas conhecidos de garantia, PPM interno, etc. NP Pró-ativo eferente a evisões completas de PFMEA`s com maiores NP`s da organização, utilizando com base dados de problemas conhecidos.

118 14 A equipe de FMEA levantou os Top 5 reativos e pró-ativos, conforme segue: edução NP TOP 5 NP POATIVO TOP 5 NP EATIVO Nº OP Nº OP Nº OP Nº OP Nº OP Nº OP 1 Nº OP 1, 11 Nº OP 1 Nº OP 12, 125 Nº OP 14 Índice ele mal fechado Gravação não corresponde ao desenho ( ) (Pos. C6) Não acionamento do relé de placa Terminal de Encosto Danificado no Momento da Inserção Lâmina descentralizada 11 Fio quebrado Solda Trincada Peça Danificada Vidro Traseiro esquerdo não funciona Astucio Danificado NP Cubic Italiano elé de Placa Centralina Porta Microiso Cubic Francês 1 Sipro CPL Centralina Cubic Frances 1 Severidade Detecção Ocorrência Top NP Tomada de Ações Limite de Processo Centralina Bloca Portas O produto está entre os Top Five de NP Pró-ativo, e como mencionado na fase E1., as ações corretivas para melhoria contínua do projeto, processo, etc. para o produto do estudo de caso em questão, não foram evidenciadas consistentemente. A estratégia de redução de NP, se bem implementada, poderia servir como melhoria contínua para retroalimentar o APQP (Fase E1.) do produto que estamos estudando. O mesmo foi considerado como Pró-ativo, devido seu histórico de reclamações de clientes não ser significativo em relação a outras linhas de produtos, demonstrados conforme a seguir:

119 15 Histórico de reclamações do cliente referente ao produto (Centralina) CONTOLE DE AÇÕES COETIVAS SAC-Clientes - 28 / 29 Prazo fechamento Sac - Clientes Nacional = 35 dias Prazo fechamento Sac - Clientes Internacionais = 7 dias N Nome Corretiva / Cliente Preventiva Nº Doc. Cliente Descrição do Problema Modo de Falha Causa Cód. Produto Mês Sac 13 - Corretiva Central Inoperante Trilha da PCI rompida Sac 15 - Corretiva 1416 Trava eletrica não funciona Improcedente SAC 17 - Corretiva Ausência de funcionamento ou intermitente Improcedente SAC 18 - Corretiva 4745 SAC 23 - Corretiva 244 Não funciona - falha no processo de fabricação do rele Trava eletrica das portas não funciona, rele não atua. Improcedente Improcedente SAC 3 - Corretiva 2425 Anomalia trava elétrica não funciona Improcedente SAC 31 - Corretiva Não funciona, falha no processo de fabricação do rele. SAC 5 - Corretiva 14 Funcionamento irregular. Excesso de solda no diodo SAC 15b - Corretiva Não funciona Improcedente Sac 18b - Corretiva Funcionamento irregular. Trilha rompida por sobrecarga externa proveniente do veículo Ocorreu fora do processo produtivo Pressac, queda antes da utilização Desconhecida, vinda da má instalação no veículo Terminal afundado devido queda fora do processo produtivo Pressac ele não apresenta defeito, realizado teste na bancada interna e devolvido ao cliete Ocorreu fora do processo produtivo Pressac Mai Maio Jun Jun Set Nov.8 Improcedente ele não apresenta defeito Nov.8 esíduos de solda / Falha na solda Variação da temperatura da máquina de solda onda Terminal afundado Ocorreu fora do processo produtivo Pressac Falha no processo de solda do fornecedor Fev Abr Abr.9 Problemas encontrados A estratégia de NP, não está conceitual e interinamente implementada, não garantindo a implementação completa do requisito específico do cliente QSB, por algumas falhas que ocorrem em sua definição / execução. Como sendo um dos dois únicos auditores certificados do requisito específico, foram levantados os porquês da estratégia não funcionar. 1º - A(s) equipe(s) multidisciplinar de edução de NP não está(ao) definidas, fazendo com que não exista efetivamente um responsável pelas atividades que a estratégia exige. 2º - Não existe agenda de reuniões de edução de NP, dificultando a padronização

120 16 das datas de comparecimento dos responsáveis (que também não estão bem definidos) e cobrança aos seus superiores imediato em caso de não comparecimento. 3º - As ações que foram definidas nas reuniões de edução de NP que de uma forma ou de outra ocorreram, não eram consistentes, ou seja, não bloqueavam a causa raiz do problema. 4º - Muitas ações definidas nas reuniões de edução de NP que de uma forma ou de outra ocorreram, não eram viáveis, exigindo investimentos não condizentes com a realidade de provisão de recursos disponível no momento. 5º - Quando se utiliza como base os dados internos de processo para tomadas de ações, os mesmos são insuficientes para atuar em uma determinada causa de um modo de falha específico. 6º - Quando as reuniões ocorrem, as mesmas duram 2 horas ou mais, tornando-se maçante e sem resultado efetivo. Proposta (Geral) Com base nas informações acima, serão propostas as seguintes regras básicas para implementação da estratégia. 1º Equipe multidisciplinar de edução de NP, será: (Vide Anexo I) Sempre o líder do processo do produto que estiver sendo tratado (obrigatório). Uma pessoa da Engª de Processo (obrigatório). Uma pessoa da Engª de Produto Uma pessoa da Qualidade (obrigatório). Um operador do processo e da operação que estiver sendo tratada no momento (Somente se necessário). 2º Estruturar cronograma de realização de reuniões de edução de NP: (Vide Anexo II) Definir freqüência de realização como quinzenal. Estabelecer duração máxima de 45 minutos. Na agenda, definir quais os dados serão necessários para próxima reunião. Os superiores imediatos dos potenciais participantes deverão definir quem serão os participantes 3º e 4º Envolver Gerência na validação das ações corretivas: (Vide Anexo I) Gerência da Qualidade (Validar causas raízes). Gerência Técnica (Validar viabilidade custos das ações). Definir prazo de conclusão de implementação de ações e análise da eficácia, estabelecendo assim uma possibilidade de verificação de comparativo de melhoria entre período anterior x período atual (45 dias). Gerência Geral (Analisar status das ações e conseqüente resultados das mesmas, uma vez que o QSB exige que seja realizada análise crítica mensal de todas as estratégias).

121 17 5º Estruturar gráfico de pareto de defeitos: (Anexo III) De todas as operações de todas as linhas produtivas a fim de se ter dados internos suficientes para qualquer tratativa que estiver em curso. 6º Estruturar formulário tipo ata de reunião, específico para reuniões de edução de NP, contendo critérios tipo: Duração, participantes, etc. Anexo I Ata de eunião para euniões de edução NP Tema: eunião de edução de NP Integrantes Depto Obrigatório Visto Fone Engª Processo S Engª Produto S Qualidade S Líder Processo S Operador N Outros N após ação Gerente Juscelino F. Qualidade definida após ação Gerente João van D. Engenharia definida Gerente Luiz Camargo Gerência Geral 45 dias Objetivo da eunião: ATA DE EUNIÃO Local: Horário: Duração: 45 min Data: Protocolada: Item Descrição Data esp. Status OBS: Durante tomadas de ações nas reuniões de NP, consultar banco de dados de Lições Aprendidas. G Y

122 18 Anexo II Cronograma de euniões de edução de NP Dia 4 Janeiro 18 Janeiro 1 Fevereiro 15 Fevereiro 1 Março 15 Março Equipe Multidisciplinar: Horário eunião Cronograma das euniões de edução de NP Agenda Abertura e escolha do problema a ser tratado Análise dos dados e definição de ações Validação / Implementação de ações corretivas Eficácia de ações / status implementação / necessidade provisão recursos Foco no tema não concluído / Escolha de outro problema a ser tratado Status atual das ações não concluídas / continuação ciclo do 2º problema escolhido esp. conduzir reunião 1º S 2º D 1º S 2º D 1º S 2º D Engª Qualidade Produção Manutenção Logística FJ / AA FJ / AA FJ / AA FJ / AA FJ / AA JM JM JM JM Componentes da Equipe Multidisciplinar LE LE LE N/A N/A N/A M N/A FJ / AA JM LCPL N/A N/A N/A N/A N/A N/A JM LCPL N/A N/A Dados necessários Gerência N/A N/A N/A JF / JD AA: Alessandro Airton, AM: Ademir Mello, DS: Dimas Souza, JG: Julio Galhardo, FJ: Fábio Junqueira, FL: Felipe Lemes, GS: Geneildo Silva, IS: Ivoney Silva, JD: João Dinteren, MN: Minoru Nogata, PF: Paulo Ferrari, C: afael Campos, S: enan Silva; D: Daniela ocha; M: icardo Marcelino; LE: Lider Eletrônica ; LM: Lider Microiso; LCI: Lider Cubic Italiana; LCF: Lider Cubic Francesa; LCPL: Lider CPL; LP: Lider ele de Placa; LJ: Lider Jumper; N/A N/A Anexo III - Gráfico de paretos de defeitos Qtde Op evisão e Fechamento Estruturado para todas as operações de todas as linhas de produção especifican do o modo de falha que mais ocorrem, a fim de focar o problema no momento da tratativa.

123 19 Proposta (Específica) Pela análise do gráfico dos 1 maiores NP`s, verificamos que o produto (Centralina Bloca Portas) do estudo de caso em questão é o 2º maior NP pró-ativo, estando este em ordem de prioridade próximo de ser levado em consideração quando a estratégia de edução de NP se estabelecer consistentemente. Cruzando a informação do gráfico com o PFMEA, verificamos que a operação do produto que possui o NP alto é a operação nº 7 Produção externa do Kit, ou seja, uma operação terceirizada do subconjunto do produto em questão. Por isso as propostas de melhorias específicas para o estudo de caso serão todas em função de monitoramento e desenvolvimento do fornecedor, que com certeza terá abrangência para todos os fornecedores da organização. 1,,5 Como base em dados recentes levantados, verificamos que o índice de refugo conseqüente da operação de revisão (posterior a operação de montagem do fornecedor não é alta, conforme segue): 1,2 1,1,9,8,7,6,4,3,2,1 GÁFICO DE EJEITOS Descrição da Operação evisão e Kit montado POSTO DE TABALHO: N OP. 1 OF Data Turno Operador Qtde produzida Qtde rejeitada % ejeito ALAME N DEFEITOS Comp. Mal Soldados Solda Fria Aba quebrada na Base Comp. Sem Solda Furo na Solda Mon. incorreta dos comp. Mont. incorreta do conector Placa suja ebarba na Base ebarba na Tampa Sujeira na Base Sujeira na Tampa Suporte de fix. queb.na Base Trava quebrada na Base Trava quebrada na Tampa /8/9 17/8/9 18/8/9 18/8/9 19/8/9 19/8/9 2/8/9 2/8/9 2/8/9 21/8/9 21/8/9 22/8/9 22/8/9 24/8/9 24/8/9 25/8/9 25/8/9 26/8/9 1º Evelin 97 3,31% N/A º Cida 915 2,22% N/A 1 1 1º Evelin 823 2,24% N/A 2 2º Cida 83,% N/A 1º Evelin 754,% N/A 2º Cida 956,% N/A 1º Evelin 983,% N/A 1º Evelin 987,% N/A Mas se relacionarmos com os dados de retrabalho verificarmos que na verdade os 2º Cida 978 2,2% N/A 1 1º Evelin 994 2,2% N/A º Cida 11 1,1% N/A º Evelin 12 1,1% N/A º Cida 15 1,1% N/A º Evelin 987 1,1% N/A º Cida 988,% N/A º Evelin 955 1,1% N/A º Cida 978 1,1% N/A º Evelin 976,% N/A

124 11 índices de refugo são baixos por muitas peças serem retrabalhadas devidos falhas do fornecedor. Os modos de falhas: Componentes mal soldados e Solda fria, são características verificadas no processo de revisão interno, mas são provenientes do processo produtivo do fornecedor. Portanto não estamos com uma ocorrência baixa de refugo, e sim com uma detecção alta e um processo de reparo (retrabalho) eficaz, o que não resolve o problema, somente remedia-o. Além de analisarmos que as horas de retrabalho gastas são significativas, afetando a produtividade, uma vez que as horas gastas com retrabalho deveriam ser utilizadas para produção normal de novas ordens de fabricação. Causa etrabalho (Agosto/29) Nº de ocorrências Gráfico do modo de falha verificado na peça que causou a necessidade de retrabalho na mesma. Ps. (Ele) = Linha Eletrônicos. Fio Quebrado (MI) esíduo no núcleo (MI) Comp. Mal soldado (Ele) Solda fria (Ele) Interrupção (CPL) Isolamento (CPL) Tipo de Defeito Qtde retrabalhada X eprovada após retrabalho (Agosto/29) Quantidade de peças reprovadas após execução do retrabalho (dados a serem inseridos no gráfico de refugo da linha) Nº Peças retrabalhadas CPL Fechadura ele de Placa Eletrônicos Jumper Cartier Italiana Microiso Digimotor Sipro Marsilli Nº Peças reprovadas Linha Produtiva Qtde pç retrabalhada (mês) Qtde reprovada após retrabalho

125 111 Horas Horas de etrabalho (Agosto/29) 11,32 44, CPL Fechadura ele de Placa Eletrônicos Jumper Cartier Italiana Microiso Digimotor Sipro Marsilli Total Linha Produtiva Gráfico que demonstra a quantidade de horas de retrabalho gastas por linha de produção no período. Analisando a performance qualitativa do fornecedor em questão, em função do monitoramento atual, verificamos que seu índice esta bom, conforme informações demonstradas a seguir: elatório Mensal de Avaliação de Fornecedores Savoy do Brasil Fornecedor: MEGAFLEX A/C: W. Bordon Produtos Fornecidos: Montagem de Placas. IQF (% Mês) Índice de Qualidade do Fornecedor - Ano/29 Janeiro Fevereiro Março 6 Abril Maio Junho 94 Julho Mês Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Acumulado Mês: Agosto Fone: (11) IQF = S.Q. x,4 + Q.P. x,6 S.Q. "Sistema da Qualidade" (4%) 1 Fornecedor ISO TS 16949:22 7 Fornecedor ISO 91:2, atende todos requisitos ISO TS porém s/ certificação 5 Fornecedor certificado ISO 91:2 Q.P. "Qualidade do Produto" (6%) Índice de Qualidade do Fornecedor Satisfatório c/ estrição Satisfatório Insatisfatório O critério de performance final do fornecedor consiste apenas em duas ponderações entre: Sistema de Gestão da Qualidade do fornecedor (4% nota final) e Qualidade do produto (6% da nota final - Onde o problema no Lote foi detectado). Portanto por ter a certificação ISO TS, percebemos que o fornecedor em questão já tem

Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP.

Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP. Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP. FMEA, ISO/TS, APQP, PPAP Pretendemos, neste módulo, mostrar todas as ligações e vínculos existentes entre a ferramenta do

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto)

Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto) Curso e-learning APQP 2ª. EDIÇÃO (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos)

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Curso e-learning FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

Manual da Qualidade Fornecedores 2007

Manual da Qualidade Fornecedores 2007 Manual da Qualidade Fornecedores 2007 www.metalurgicanunes.com.br 2 ÍNDICE 01 Introdução. 3 02 Filosofia da Qualidade 3 03 Políticas da Metalúrgica Nunes 4 04 Requisitos de Qualidade para fornecimento

Leia mais

APQP PLANEJAMENTO AVANÇADO DA QUALIDADE DO PRODUTO

APQP PLANEJAMENTO AVANÇADO DA QUALIDADE DO PRODUTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INSTITUTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E GESTÃO APQP PLANEJAMENTO AVANÇADO DA QUALIDADE DO PRODUTO Daniel Chaves H. da Silva Orientador: Professor Carlos Henrique Pereira Mello

Leia mais

Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos

Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos F-MEA Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos ADPO ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 1 F-MEA Failure Mode and Effects Analisys Conceito É uma metodologia analítica utilizada para garantir que problemas

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE GESTÃO AUTOMOTIVA SEMINÁRIO APQP / PPAP Propiciar aos participantes uma visão crítica do APQP e do PPAP, seus benefícios

Leia mais

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar

FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha 1 1 Introdução

Leia mais

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Professores: Diego Mondadori Rodrigues Ernani Matschulat Viviane Dorneles Tobias

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01 Sumário 1 Objetivo 2 Últimas Alterações 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão de qualidade 5 Responsabilidade da direção 6 Gestão de recursos 7 Realização do produto 8 Medição, análise e melhoria.

Leia mais

Sistema de Gestão de Medição: importante, mas nem sempre reconhecido

Sistema de Gestão de Medição: importante, mas nem sempre reconhecido Sistema de Gestão de Medição: importante, mas nem sempre reconhecido Nasario de S.F. Duarte Jr. (São Paulo, SP) Resumo: o objetivo deste artigo é ressaltar a importância de se estabelecer um sistema de

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL Publicado:Fevereiro 2012 ESCLARECIMENTO REFERENTE À ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ISO/TS 16949:2009 APLICÁVEL A MHBR BRASIL LTDA 1-Generalidade Este anexo da Qualidade

Leia mais

MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES

MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES Requisitos e diretrizes para o sistema de gestão da qualidade e ambiental Página 1 de 9 1. REQUISITOS ESPECÍFICOS... 3 1.1 Objetivo... 3 1.2 Geral... 3 1.3 Documentos

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Gestão da Qualidade TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Interpretação / Implantação da ISO 9001:2008 Compreender a filosofia

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS 16949 APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/FPT

CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS 16949 APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/FPT Betim, 25 de Março de 2011 CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS 16949 APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/FPT Atualiza e substitui, a partir de 11/04/2011, a CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS

Leia mais

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001 Capítulo 8 Gerenciamento da Qualidade do Projeto O Gerenciamento da Qualidade do Projeto inclui os processos necessários para garantir que o projeto irá satisfazer as necessidades para as quais ele foi

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)

FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade 1 FMEA - Definição

Leia mais

REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo

REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo 1. Objetivo Este documento tem por objetivo comunicar os requisitos mínimos a todos os fornecedores de componentes, matérias

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu São Paulo, 01 de Outubro de 2010 Nomes: Cícero Marcelino RA: 200509458 Daniele Teixeira RA: 200605045 Edson Pereira RA: 200607727 Matheus Monteiro RA: 200709765 Rodrigo Pavin

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam definir termos e conceitos da qualidade. Para tal, pretende-se discutir a relação que se estabelece

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO NBR ISO 9001:2008 INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO 8 Princípios para gestão da qualidade Foco no cliente Liderança Envolvimento das pessoas Abordagem de processos Abordagem sistêmica para a gestão Melhoria

Leia mais

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS.

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Módulo 2 Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Conteúdos deste módulo Discriminação Decomposição da variação do sistema de medição Variação

Leia mais

Manual da Qualidade para Fornecedores

Manual da Qualidade para Fornecedores Manual da Qualidade para Fornecedores Elaborado por: Indústrias Romi S.A. Departamento de Suprimentos Santa Bárbara d'oeste - SP 09 de Fevereiro de 2009 Edição C N.O.: 26-02 1 0019.C 2 SUMÁRIO GLOSSÁRIO...

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2 -

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

Comercial. Gestão da Qualidade

Comercial. Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Comercial Ferramentas da Qualidade: Ações preventivas são tomadas em problemas potenciais, aqueles que ainda não ocorreram, mas que podem vir a ocorrer no futuro caso não seja tomada

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)

8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) seu produto nas unidades respectivas de cada grandeza, isto é, o produto tem $4,50 na característica "custo", 170 mm na característica "dimensão", e assim por diante. As colunas "concorrente };' e "concorrente

Leia mais

14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE

14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE 14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE Sumário Prefácio 0 Introdução 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão da qualidade 5 Responsabilidade da direção

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR MANUAL DO FORNECEDOR OBJETIVOS A FlexLink exige que todos os fornecedores desenvolvam sistemas com base nos Padrões Internacionais (ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS18001) tendo como objetivo a melhoria contínua

Leia mais

Manual de Qualidade de Fornecedor Requisitos do Programa. Índice

Manual de Qualidade de Fornecedor Requisitos do Programa. Índice Norma John Deere Manual de Qualidade de Fornecedor Requisitos do Programa Índice 1 Escopo... 2 2 Termos e Definições... 2 3 Sistema de Gerenciamento da Qualidade... 6 4 Responsabilidade de Gerenciamento...

Leia mais

Engenharia do Produto

Engenharia do Produto Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba Departamento de Eletrônica Engenharia do Produto Slides elaborados a partir de Rozenfeld et al. (2006) AULA 6 Favor colocar

Leia mais

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda.

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos relacionados aos itens da ISO TS 16949:2009 Para uso conjunto com ISO TS 16949 (edição 2009 / 06 / 15) Situação de modificação

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução à Melhoria de Processos de Software baseado no MPS.BR Prof. Maxwell Anderson www.maxwellanderson.com.br Agenda Introdução MPS.BR MR-MPS Detalhando o MPS.BR nível G Introdução

Leia mais

QUALIDADE II. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 09/08/2012. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

QUALIDADE II. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 09/08/2012. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves QUALIDADE II Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor

Leia mais

SISTEMÁTICA PARA SELEÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS APLICADA AO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS

SISTEMÁTICA PARA SELEÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS APLICADA AO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS SISTEMÁTICA PARA SELEÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS APLICADA AO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS Creusa Sayuri Tahara Amaral Grupo ei2 NUMA EESC USP São Carlos Agenda Introdução Metodologia Seis sigma Design

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO Autora: LUCIANA DE BARROS ARAÚJO 1 Professor Orientador: LUIZ CLAUDIO DE F. PIMENTA 2 RESUMO O mercado atual está cada vez mais exigente com

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 2.1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 Fundamentos de Risco e Retorno Se todos soubessem com antecedência qual seria o preço futuro de uma ação, o investimento

Leia mais

Marcus Vicente Mazzillo (FCAV ) marcus.mazzillo@gmail.com Andre Leme Fleury (USP ) alfleury@usp.br

Marcus Vicente Mazzillo (FCAV ) marcus.mazzillo@gmail.com Andre Leme Fleury (USP ) alfleury@usp.br UTILIZANDO A ANÁLISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA POTENCIAL (FMEA) PARA ATINGIR A CONFORMIDADE COM O PADRÃO DE SEGURANÇA DOS DADOS DO SETOR DE CARTÕES DE PAGAMENTO (PCI DSS) Marcus Vicente Mazzillo (FCAV

Leia mais

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda.

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos relacionados aos itens da ISO TS 16949:2009 Para uso conjunto com ISO TS 16949 (edição 2009 / 06 / 15) Situação de modificação

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores Este Manual é de propriedade da Martiaço Indústria Ltda. Sem autorização não pode ser distribuído ou copiado. SUMÁRIO 1. A EMPRESA... 3 2. OBJETIVO... 4

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

www.megacursos.com.br O QUE É ISO?

www.megacursos.com.br O QUE É ISO? 1 O QUE É ISO? ISO significa International Organization for Standardization (Organização Internacional de Normalização), seu objetivo é promover o desenvolvimento de normas, testes e certificação, com

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MQ 01 Rev. 07 MANUAL DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MQ 01 Rev. 07 MANUAL DA QUALIDADE Rev. Data. Modificações 01 14/09/2007 Manual Inicial 02 12/06/2009 Revisão Geral do Sistema de Gestão da Qualidade 03 22/10/2009 Inclusão de documento de referência no item 8. Satisfação de cliente, Alteração

Leia mais

CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF.

CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF. Três Corações, 12 de janeiro de 2015. CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF. 01/2015 Este documento pode ser utilizado

Leia mais

Combinando a norma ISO 10006 e o guia PMBOK para garantir sucesso em projetos

Combinando a norma ISO 10006 e o guia PMBOK para garantir sucesso em projetos Combinando a norma ISO 10006 e o guia PMBOK para garantir sucesso em projetos Combining the ISO 10006 and PMBOK to ensure successful projects 1 Por Michael Stanleigh Tradução e adaptação para fins didáticos

Leia mais

Gestão de projetos na indústria automotiva: Metodologia APQP e as melhores práticas do PMI

Gestão de projetos na indústria automotiva: Metodologia APQP e as melhores práticas do PMI Gestão de projetos na indústria automotiva: Metodologia APQP e as melhores práticas do PMI SARAH APARECIDA DA CRUZ Centro Universitário do Sul de Minas sidney@unis.edu.br SIDNEY VERGINIO DA SILVA Centro

Leia mais

Gestão da qualidade do software

Gestão da qualidade do software Gestão da qualidade do software Empenhada em assegurar que o nível de qualidade requerido de um produto de software é atingido Envolve a definição de normas e procedimentos de qualidade apropriados, e

Leia mais

Abordagem da Indústria Automotiva para Sistemas de Medição

Abordagem da Indústria Automotiva para Sistemas de Medição Abordagem da Indústria Automotiva para Sistemas de Medição Joselino Lacerda - Gerente de Qualidade Acumuladores Moura PRESENÇA Marca líder na América do Sul 6 plantas industriais Mais de 70 centros de

Leia mais

Fundamentos de Teste de Software

Fundamentos de Teste de Software Núcleo de Excelência em Testes de Sistemas Fundamentos de Teste de Software Módulo 2- Teste Estático e Teste Dinâmico Aula 3 Teste Estático SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 1. Definição... 3 2. Custo Versus Benefício...

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

1 2009 CBG Centro Brasileiro de Gestão

1 2009 CBG Centro Brasileiro de Gestão 1 2009 CBG Centro Brasileiro de Gestão ISO 9001:2015 Histórico da série 2 2009 CBG Centro Brasileiro de Gestão Histórico da série REVISÕES DA SÉRIE ISO 9000 2000 2008 2015 1994 1987 3 2009 CBG Centro Brasileiro

Leia mais

Indústria. SIQ - Qualidade que traz Resultados!

Indústria. SIQ - Qualidade que traz Resultados! Indústria SIQ - Qualidade que traz Resultados! Panorama atual Modelo de gestão não estruturada Como as soluções atuam Onde atuam Soluções SIQ Modelo de Gestão Estruturada Todas as Suítes Fluxos Estimativa

Leia mais

Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto

Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto Prof. Andréa Cristina dos Santos, Dr. Eng. andreaufs@gmail.com

Leia mais

ISO 9000. Padronização de todos os processos que afectam o produto e consequentemente o cliente;

ISO 9000. Padronização de todos os processos que afectam o produto e consequentemente o cliente; ISO 9000 A série ISO 9000 é uma concentração de normas que formam um modelo de gestão da Qualidade para organizações que podem, se desejarem, certificar seus sistemas de gestão através de organismos de

Leia mais

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade Os modelos de Qualidade Total apresentam uma estrutura teórica bem consistente, pois: não há contradições entre as suas afirmações básicas; há uma estrutura bem definida

Leia mais

Gerenciamento de Qualidade

Gerenciamento de Qualidade UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Gerenciamento de Qualidade Engenharia de Software 2o. Semestre de

Leia mais

2 NBR ISO 10005:1997. 1 Objetivo. 3 Definições. 2 Referência normativa

2 NBR ISO 10005:1997. 1 Objetivo. 3 Definições. 2 Referência normativa 2 NBR ISO 10005:1997 1 Objetivo 1.1 Esta Norma fornece diretrizes para auxiliar os fornecedores na preparação, análise crítica, aprovação e revisão de planos da qualidade. Ela pode ser utilizada em duas

Leia mais

Gerenciando o Sistema de Medição

Gerenciando o Sistema de Medição Gerenciando o Sistema de Medição A finalidade deste artigo é colaborar na reflexão e conscientização de todos os níveis das empresas - desde a alta administração ao usuário dos instrumentos - quanto aos

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA Requisitos e diretrizes para o Sistema de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente, conforme padrões definidos pelas normas NBR ISO 9001:2008, NBR ISO 14001:2004 e pela

Leia mais

Norma ISO 9001:2008. Gestão da Qualidade

Norma ISO 9001:2008. Gestão da Qualidade Norma ISO 9001:2008 Gestão da Qualidade Sistemas da Qualidade e Qualidade Ambiental ISO 9000 e ISO 14000 Prof. M. Sc. Helcio Suguiyama 1- Foco no cliente 2- Liderança 3- Envolvimento das Pessoas 4- Abordagem

Leia mais

Manual de Fornecedores

Manual de Fornecedores Manual de Fornecedores Fornecedores (Responsável pela Qualidade) Carimbo, Assinatura e data. 00 2 de 10 Índice 1. MANUAL DO FORNECEDOR... 3 1.1 INTRODUÇÃO... 3 1.2 OBJETIVO... 3 2. RELAÇÃO DE FORNECEDORES...

Leia mais

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP.

Cirius Quality. A Consultoria que mais cresce no Brasil. Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CQ Consultoria Cirius Quality e Treinamento 1º Edição Interpretação da NBR ISO 9001:2008 Cirius Quality Av. José Bonifácio Nº 1076 - Diadema-SP. CEP: 09980-150 i www.ciriusquality.com.br e contato@ciriusquality.com.br

Leia mais

ISO 9000 ISO 9001:2008

ISO 9000 ISO 9001:2008 ISO 9001:2008 QUALIDADE II ISO 9000 A ISO 9000 - Qualidade é o nome genérico utilizado pela série de normas da família 9000 (ISO) que estabelece as diretrizes para implantação de Sistemas de Gestão da

Leia mais

Gestão da qualidade. Conceito e histórico da qualidade. Prof. Dr. Gabriel Leonardo Tacchi Nascimento

Gestão da qualidade. Conceito e histórico da qualidade. Prof. Dr. Gabriel Leonardo Tacchi Nascimento Gestão da qualidade Conceito e histórico da qualidade Prof. Dr. Gabriel Leonardo Tacchi Nascimento Como é vista a qualidade Redução de custos Aumento de produtividade Conceito básico de qualidade Satisfação

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? BUROCRACIA? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE

I S O ISO? NORMA ISO 9002 NORMA ISO 9002 ISO SÉRIE 9000? GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE ISO? ITÁLIA CANADÁ ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL, NÃO GOVERNAMENTAL, QUE ELABORA NORMAS. FAZEM PARTE DA ISO ENTIDADES DE NORMALIZAÇÃO DE MAIS DE UMA CENTENA DE PAÍSES. JAPÃO EUA I S O INGLATERRA ALEMANHA BRASIL

Leia mais

Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003

Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003 Capítulo 4: ISO 9001 e ISO 90003 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO90003 Capítulo 5: CMMI Capítulo 6: PSP Capítulo

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação.

Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação. Product Lifecycle Management [PLM] Comprometa-se com a inovação. SoftExpert PLM Suite é uma solução que oferece os requisitos e as habilidades necessárias que as empresas precisam para gerenciar com êxito

Leia mais

MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas

MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas MÓDULO 3 Práticas do PFMEA (Planejamento do Processo), aplicando-as em situações práticas Ligação entre os FMEA s O DFMEA não é um documento que existe sozinho. Por exemplo: a saída do DFMEA pode ser usada

Leia mais

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha.

a norma utiliza o termo PANE para expressar falha. FMEA Prof. Andréa CONCEITO DE FMEA CONCEITO DE FMEA ABNT, na norma NBR 5462 (1994), adota a sigla originária do inglês FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) e a traduz como sendo Análise dos Modos de

Leia mais

Gerenciamento de Projeto

Gerenciamento de Projeto UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Gerenciamento de Projeto Engenharia de Software 2o. Semestre/ 2005

Leia mais

Engenharia de Software - Parte 04

Engenharia de Software - Parte 04 Engenharia de Software - Parte 04 4 - ISO/IEC 9000-3 Há um conjunto de Normas da ISO desenvolvidas especificamente para software. O guia ISO/IEC 9000-3 aplica-se a empresas de software interessadas em

Leia mais

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK http://www.sei.cmu.edu/ Prefácio do CMM Após várias décadas de promessas não cumpridas sobre ganhos de produtividade e qualidade na aplicação de novas metodologias

Leia mais

METALÚRGICA NAKAYONE LTDA

METALÚRGICA NAKAYONE LTDA METALÚRGICA NAKAYONE LTDA Manual de Instruções Para Fornecedores Revisão Maio/2010 Código Capítulo CONTROLE DE REVISÃO Índice Pág. De M.DIR. 02-01 Instruções Preliminares 01 50 M.DIR. 02-02 Premissa 02

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004)

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) Ao longo dos últimos anos, a Fundação Carlos Alberto Vanzolini vem trabalhando com a Certificação ISO 14000 e, com o atual processo de

Leia mais

GESTÃO da Qualidade GESTÃO DA QUALIDADE. Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor

GESTÃO da Qualidade GESTÃO DA QUALIDADE. Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor GESTÃO da Qualidade Práticas DEG/AB 1 GESTÃO DA QUALIDADE Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor Consumidor: qualidade é o grau em que o produto satisfaz as necessidades pelas quais foi adquirido

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL - GESTÃO ORGANIZACIONAL TREINAMENTOS QUALIDADE - MEIO AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE

RESPONSABILIDADE SOCIAL - GESTÃO ORGANIZACIONAL TREINAMENTOS QUALIDADE - MEIO AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE CURSOS IN-COMPANY RESPONSABILIDADE SOCIAL - GESTÃO ORGANIZACIONAL TREINAMENTOS QUALIDADE - MEIO AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE Suporte Assessoria Empresarial Belo Horizonte - São Paulo ÍNDICE Processo de

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação?

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação? O que é a norma ISO? Em linhas gerais, a norma ISO é o conjunto de cinco normas internacionais que traz para a empresa orientação no desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Leia mais

ISO Revisions. ISO Revisions. Revisões ISO. Qual é a diferença entre uma abordagem de procedimentos e de processo? Abordando a mudança

ISO Revisions. ISO Revisions. Revisões ISO. Qual é a diferença entre uma abordagem de procedimentos e de processo? Abordando a mudança Revisões ISO ISO Revisions Qual é a diferença entre uma abordagem de procedimentos e de processo? Abordando a mudança Processos vs procedimentos: o que isto significa? O conceito da gestão de processo

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos

Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos Maria Clara da Costa Teixeira (EESC USP) mclara@sc.usp.br Álvaro Costa Neto (EESC USP) costa@sc.usp.br Resumo Diante das

Leia mais

Políticas de Qualidade em TI

Políticas de Qualidade em TI Políticas de Qualidade em TI Aula 05 MPS.BR (ago/12) Melhoria de Processo do Software Brasileiro Prof. www.edilms.eti.br edilms@yahoo.com Agenda Descrição sumária do MPS.BR - Melhoria de Processo do Software

Leia mais

Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento

Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento Web Site: www.simplessolucoes.com.br N786-1 ISO CD 9001 Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento N786-1 ISO CD 9001 para treinamento - Rev0 SUMÁRIO Página Introdução 4 0.1 Generalidades 4 0.2 Abordagem

Leia mais

08/09/2011 GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK GESTÃO DE PROJETOS

08/09/2011 GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK GESTÃO DE PROJETOS GESTÃO DE PROJETOS Prof. Me. Luís Felipe Schilling "Escolha batalhas suficientemente grandes para importar, suficientemente pequenas para VENCER." Jonathan Kozol GERÊNCIA DA INTEGRAÇÃO PMBOK 1 GERÊNCIA

Leia mais

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES.

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. Evandro de Paula Faria, Claudia Cristina de Andrade, Elvis Magno da Silva RESUMO O cenário competitivo exige melhoria contínua

Leia mais