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1 Usuário, você está recebendo as novidades da ABECIP Terça-Feira, 23 de Novembro de 2010 Seguradoras usam dados da web para avaliar clientes (Valor Econômico 23/11 Pág B11)... A rede a favor do investidor (Valor Econômico 23/11 Pág D1) A internet decididamente está ganhando cada vez mais espaço no mundo das aplicações financeiras. Duas em cada cinco pessoas utilizam a web para realizar seus investimentos. E a maioria é formada por homens, com formação universitária. É o que mostra um levantamento do instituto de pesquisa de mercado QualiBest sobre investimentos on-line e o comportamento desse tipo de investidor. O estudo, encomendado pela plataforma ProXXIma, do grupo Meio&Mensagem, mostra ainda que, mesmo entre os investidores brasileiros que utilizam a internet como instrumento para realizar as suas aplicações, a aversão ao risco predomina. Entre todos os tipos de investimento realizados por aqueles que utilizam a internet para fazer aplicações ou para movimentá-las, a boa e velha caderneta de poupança lidera, com 80% de preferência. A boa notícia é que o aplicador começa a diversificar mais e o investimento em bolsa já aparece em segundo lugar, com 24%. Em seguida, ficaram os fundos de renda fixa, com 23%, e as carteiras de renda variável, com 13%. Foram obtidas 565 respostas, provenientes de homens e mulheres, das classes A e B, com idade entre 21 e 49 anos, residentes em todo o Brasil. Os dados foram coletados entre agosto e setembro deste ano por meio de um questionário on-line. Entre os entrevistados, 56% eram dos sexo masculino e 64% tinham entre 21 e 29 anos. É natural que a caderneta apareça em primeiro lugar, já que é a aplicação mais tradicional do país, diz Mauro Calil, professor do Centro de Educação e Formação de Patrimônio Calil & Calil. A comodidade do internet banking, o serviço on-line dos grandes bancos, para realizar investimentos na caderneta também contribui para esse favoritismo. Realizar investimentos é um fenômeno relativamente novo no país e ainda há um desconhecimento grande de como fazer as aplicações, afirma Pyr Marcondes, diretor da ProXXIma. "Mas esse é um assunto que causa um fascínio muito grande; há desconhecimento sobre onde investir, mas existe também muita vontade de aprender", diz. "E o mundo digital viabiliza o acesso a esse conhecimento." Dos que responderam à enquete, 29% disseram buscar informações sobre investimentos na internet semanalmente e 25%, diariamente. O fator mais importante na hora de decidir como aplicar é a segurança, com 51% das respostas. Não por acaso, a maioria dos entrevistados (61%) se classificou como conservadora, enquanto 31% acreditam ser moderados. Apenas 8% afirmaram ser arrojados quando o assunto é dinheiro. Interessante também notar que os entrevistados tendem a consultar, em média, quatro meios de comunicação para buscar informações sobre como realizar aplicações via internet, diz Fábio Gomes, diretor-técnico da QualiBest. O destaque fica por conta dos sites especializados, jornais, sessões de

2 economia em portais, além da consulta ao gerente do banco. Os números mostram que, entre aqueles que aplicam em ações, o investimento é uma experiência recente: 50% deles aplica em bolsa há, no máximo, três de anos. Outros 28% investem em ações há menos de um ano. Esses investidores tendem a utilizar um home broker (sistema de compra e venda de ações via internet) ou o site de um banco para realizar suas transações. Rotatividade e descapitalização do FGTS (O Estado de S. Paulo 23/11) Consta que o governo vê com preocupação o crescimento dos saques do FGTS por causa da alta rotatividade dos últimos tempos. As centrais sindicais aproveitam o ensejo para forçar a aprovação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que limita as demissões. Na sua lógica, travando as demissões, se reduzem os saques do FGTS. O que dizer sobre isso? De fato, a rotatividade aumentou bastante no primeiro semestre de Mas isso se deveu basicamente ao fato de 30% dos desligados (recorde) terem pedido para sair da empresa, o que não acarreta nenhum saque do FGTS. A rotatividade aumenta quando a demanda por trabalho se aquece. O empregado pede para sair de uma empresa para aceitar oferta melhor. E sobre os 70% dos desligamentos, que são determinados pelas empresas, não se justifica uma lei que impeça tais demissões? Há uma série de circunstâncias peculiares que explicam essas dispensas. Na construção civil, terminada a obra, acaba o emprego. Na agricultura, passados o plantio e a colheita, diminui a necessidade de trabalhadores. Nos empregos do turismo, findas as férias, encolhe-se o quadro de pessoal. No comércio, contratar e descontratar seguem picos sazonais. Tudo isso sem contar os casos de empregados que provocam um acordo com as empresas para ser demitidos a fim de sacar o FGTS. Empresas que demitem para contratar empregados por menor salário são exceções. No Brasil a demissão é cara e a admissão, mais ainda, quando se consideram as despesas de recrutamento, treinamento e adaptação. Ademais, os dados indicam que, nesta quadra de falta de mão de obra de boa qualidade, as empresas estão aumentando o salário de admissão para atrair os melhores funcionários ou para tirá-los de outras empresas - é um processo de "pilhagem". Na mesma esteira, os sindicatos laborais têm conseguido expressivos aumentos nos pisos salariais nas negociações coletivas. Igualmente importante é a elevação dos pisos estaduais. Portanto, não há nenhuma economia no eventual troca-troca deliberado. Ao contrário, isso cria um tumulto intolerável ao processo produtivo, o que pode ser notado até na vida das famílias. Qual é a dona de casa que aceita o transtorno de trocar de empregada doméstica a cada seis meses para pagar menos? É bom lembrar que até nessa categoria os salários de admissão aumentaram de forma substancial e está cada vez mais difícil encontrar quem queira prestar tais serviços. Saindo das peculiaridades das empresas e passando para as dos empregados, nota-se que a rotatividade incide mais entre os mais jovens, que têm poucos meses de trabalho e que recebem baixos salários. Os mais velhos têm mais tempo de firma, são mais bem qualificados e recebem salários mais altos. Isso explica em grande parte porque poucos rodam muito e muitos rodam pouco. De fato, cerca de 80% dos brasileiros estão na mesma empresa há três anos ou mais. É ilusório querer travar as dispensas por meio da Convenção 158 da OIT. O fenômeno está intimamente ligado à dinâmica dos setores econômicos e às características das pessoas - o que não pode ser mudado pela vontade do legislador ou da OIT. A preocupação com a "descapitalização" do FGTS é procedente, mas as causas devem ser buscadas em outras esferas. Os saques para a compra da casa própria cresceram mais de 30% no último semestre. Desastres climáticos criaram motivos de calamidade pública que aceleraram as retiradas. A lista de permissões para uso daqueles recursos é longa. E o que está na forma

3 de projetos de lei ou jurisprudência que se firma pode aumentá-la ainda mais, como é o caso do uso do FGTS para o pagamento de escola, água, luz, IPTU, pensão alimentícia, compra de ações de estatais e vários outros motivos. Em suma, o aumento dos saques pouco tem que ver com rotatividade ou com dispensas inevitáveis. Por isso, antes de atirar, é bom caprichar na pontaria. PROFESSOR DE RELAÇÕES DO TRABALHO DA FEA-USP NOTICIÁRIO DE IMPRENSA NACIONAL Ajuda a bancos pode superar 6,8 bi de euros (Valor Econômico 23/11 Pág C2) A Irlanda precisa injetar imediatamente pelo menos mais 5 bilhões (US$ 6,8 bilhões) nos dois maiores bancos do país, como parte do resgate internacional do país, afirmam analistas. O Ministério das Finanças da Irlanda, comandado por Brian Lenihan, deverá também desmembrar os dois bancos na preparação para uma venda e forçar novas perdas aos detentores de bônus subordinados do Allied Irish Banks, o segundo maior banco do país em valor de mercado, do Bank of Ireland, o maior, e do Irish Life & Permanent, segundo os analistas. "Precisamos resolver o problema bancário de uma vez por todas", disse ontem Oliver Gilvarry, diretor de análises da corretora Dolmen Securities de Dublin. "Os bancos precisam ser capitalizados antecipadamente." A Irlanda concordou no domingo em buscar a ajuda da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Lenihan não disse qual será o tamanho do socorro - limitando-se a estimar que será de menos de 100 bilhões. O principal economista do Goldman Sachs Group para a Europa, Erik Nielsen, disse no domingo que o governo precisa de 65 bilhões para se financiar nos próximos três anos e mais 30 bilhões para os bancos. A ação do Bank of Ireland, no qual o governo tem uma participação de 36%, chegou a cair 23% no mercado de ações de Dublin ontem. Ela fechou o dia em queda de 19,13.%, cotada a 0,39. A ação do Allied Irish, onde o governo está preparando assumir o controle majoritário até o fim do ano, fechou a 0,41, em queda de 6,21%. Na mínima do dia, o papel chegou a cair 12%, para 38,3, enquanto que a ação do Irish Life & Permanent chegou a recuar 24% para 0,87 centavos. Os bancos irlandeses forçaram o governo a buscar ajuda depois que perdas com empréstimos ruins surgiram, após o colapso, em 2008, do boom imobiliário do país que durou uma década. Naquele ano, Lenihan prometeu garantir a maioria das obrigações, incluindo todos os depósitos efetuados nos bancos irlandeses, uma promessa que levou o governo a injetar 33 bilhões para ajudar os bancos. À medida que as perdas com empréstimos foram aumentando, o governo colocou o custo do resgate em 50 bilhões em setembro deste ano, alimentando as dúvidas dos investidores de que a Irlanda conseguiria bancar o socorro. O presidente do banco central Patrick Honohan disse em 10 de novembro que os investidores ainda estavam preocupados com problemas "ocultos" dentro dos bancos. Ele também disse que as perdas dos bancos irlandeses e internacionais que operam na Irlanda podem chegar a 85 bilhões, mais da metade da produção econômica anual do país. O governo começará novamente a realizar testes de estresse nos bancos do país, em preparação para o pacote de resgate. Todos os bancos irlandeses passaram nos testes realizados pelas autoridades da União Europeia em julho, realizados para mostrar quais bancos poderiam suportar uma recessão e baixas contábeis sobre parte de suas posições em dívidas soberanas. "Um plano estrutural detalhado para a resolução de todas as dificuldades dos bancos irlandeses será desenvolvido como parte do programa", disse Lenihan no domingo. "O primeiro passo será fazer um teste de estresse detalhado das instituições envolvidas e garantir a robustez de suas

4 posições de capital." Os bancos precisam de capital adicional para reforçar suas relações de capital Tier 1, uma medida internacional de solidez, para pelo menos 10%, segundo disse Gilvarry da Dolmen. O governo poderá então usar "algum tipo de fundo contingencial para proporcionar uma proteção maior." O diretor de regulamentação financeira da Irlanda Matthew Elderfield, ordenou em março que os dois maiores bancos do país captassem um total combinado de 10 bilhões até o fim do ano, sob as novas metas para os bancos de relações de capital Tier 1 de 7% e 8%. Elderfield exigiu que o Allied Irish levantasse um adicional de 3 bilhões em setembro, depois que as perdas aumentaram. Em uma nota a clientes divulgada em 18 de novembro, Ciaran Callaghan, analista da NCB Srockbrokers, disse que o Allied Irish e o Bank of Ireland precisam de pelo menos 2,5 bilhões cada um para aumentar suas relações de capital Tier 1 para mais de 10%. Holofotes do mercado se voltam para Portugal (Valor Econômico 23/11 Pág C3) A esperança de que o plano de resgate que está sendo preparado para a Irlanda iria interromper as pressões do mercado financeiro sobre outros governos europeus diminuiu ontem, quando a queda dos mercados financeiros da região jogou os holofotes sobre Portugal como o próximo dominó com potencial de cair. Alguns parlamentares manifestaram a expectativa de que o resgate irlandês diminuiria as tensões em outras economias da União Europeia. "Espero que, com a Irlanda buscando ajuda no fundo da UE, a situação do mercado irá se normalizar porque Portugal estava claramente sendo contagiado", disse o primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates. "Não há relação entre Portugal e a Irlanda." A ministra da Economia da Espanha, Elena Salgado, reiterou que seu país não pedirá assistência financeira externa para diminuir o déficit no orçamento ou para equilibrar as finanças. "A Espanha está honrando seus compromissos (de reduzir o déficit) e os resultados já são tangíveis", afirmou a ministra à rádio estatal RNE. Mas o mercado de ações espanhol fechou em queda de 2,7%, enquanto o principal índice de Portugal encerrou o pregão em baixa de 1,4%. "Depois da confirmação de que a Irlanda será resgatada, os mercados estão perguntando se é tempo de fazer o mesmo com Portugal e, eventualmente, Espanha ou Itália", informou a corretora espanhola Banca March em nota aos seus clientes. Os investidores estão preocupados que a crise da Irlanda seja, em breve, a de Portugal. Os bônus de Portugal registraram apenas um pequeno ganho depois do resgate da Irlanda, enquanto o custo de garanti-los contra inadimplência disparou. Custos similares de garantias para a Espanha, Grécia e Irlanda também deram um salto. Se Portugal tiver que recorrer ao fundo de ajuda da União Europeia, serão necessários 51,5 bilhões (US$ 69,7 bilhões) ao longo dos próximos três anos para cobrir o déficit orçamentário previsto e fazer o resgate de bônus do país que estão para vencer, de acordo com números do HSBC. Para a Espanha, seriam necessários mais de 350 bilhões, o que testaria de forma bastante severa a capacidade da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional. Portugal enfrenta uma greve geral amanhã, antes da uma votação prevista no Parlamento, na sexta-feira, referente a planos de gastos do governo depois de uma batalha liderada pela minoria do governo Sócrates para cortar o orçamento. Miguel Macedo, líder do PSD, maior partido de oposição de Portugal, disse ontem que a decisão irlandesa poderia aliviar as pressões sobre Portugal, mas que o governo não deveria interromper os esforços para cortar o elevado déficit orçamentário. "Portugal não pode parar de fazer o que tem feito diariamente para sair do radar dos mercados internacionais", disse. "Temos que executar rigorosamente o orçamento que vamos aprovar esta semana, e fazer

5 isso bem porque é a única forma de reconquistar a credibilidade com os mercados." Mas Tullia Bucco, economista do banco UniCredit, em Milão, disse que "é difícil ver o que poderia tornar Portugal seguro". "Não acho que a aprovação do orçamento irá acalmar as coisas. Quanto mais a pressão do mercado continuar, maiores as chances de Portugal ter que pedir algum tipo de ajuda." Portugal teve um déficit orçamentário equivalente a 9,3% do produto interno bruto de 2009, e o objetivo é reduzi-lo para 7,3% este ano e para 4,5% em Economistas do Citigroup disseram que, até agora, Portugal não conseguiu mostrar "uma melhora clara em 2010, especialmente em comparação com outros países periféricos da zona do euro, como Grécia, Irlanda e até mesmo a Espanha". O governo informou ontem que os gastos aumentaram 2,8% nos primeiros dez meses do ano, em comparação com um crescimento de 2% nos primeiros nove meses. Mas a receita aumentou 4,6%, enquanto o previsto no plano orçamentário para o ano era 1,2%. Sindicatos que representam cerca de trabalhadores, incluindo todos os do setor público e a maioria do privado, anunciaram apoio à greve de amanhã. "Esperamos uma grande adesão, especialmente nas áreas de saúde e educação, mas é normal que os sindicatos dos setores privados também participem", disse Ana Avoila, líder da Frente Comum, que representa os sindicatos dos servidores. A previsão é de que o plano de resgate da Irlanda inclua um pacote para estimular a recapitalização dos bancos. Na Espanha, que sofreu uma bolha imobiliária semelhante, os bancos foram punidos. As ações do Banco Santander SA, o maior do país, caíram 4%, e as do seu principal rival, o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA, 3,9%, com alto volume de negócios. Em Portugal, que não vivia um boom imobiliário, a maior instituição, o Banco Comercial Português SA, e o rival Banco Espírito Santo caíram 4,3%. O euro caiu cerca de 1% para US$ 1,3592, depois de ter subido inicialmente para US$ 1,3780, após as notícias do resgate da Irlanda. Os bônus do governo irlandês também subiram fortemente pela manhã em Londres, mas recuaram para os níveis de sexta-feira diante de preocupações com a frágil coalizão montada pelo governo irlandês. O rendimento dos bônus de dez anos do governo, que se movimenta inversamente ao seu preço, subiu a 8,37% no fim das negociações em Londres, depois de ter caído inicialmente para 8%. (Colaboraram Patricia Kowsmann, Neil Shah e Stephen Fidler) NOTICIÁRIO DE IMPRENSA REGIONAL Procon aperta o cerco e empresas entram em alerta (DCI 23/11) SÃO PAULO - Uma mudança na forma de agir da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) tem colocado empresas em estado de alerta. Ao observar que as multas tradicionalmente impostas a companhias por infrações de consumo não estavam surtindo o efeito necessário, o órgão aumentou a dose do remédio e aplicou outra sanção prevista no Código de Defesa do Consumidor: a suspensão temporária das atividades. A medida pode ser aplicada em outros setores e já provoca uma corrida das empresas aos escritórios. O advogado Vinicius Zwarg, especialista em direito do consumidor do escritório Emerenciano, Baggio e Associados - Advogados, diz que diversas empresas procuraram o escritório após a decisão, publicada no início de novembro. "Muitos fornecedores querem saber se podem ter seus serviços suspensos", afirma o advogado, que destaca o caso como uma mudança de tendência do Procon em certas situações, já que o órgão historicamente sempre aplicou mais as multas. O diretor de fiscalização do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, explica que são necessários alguns pressupostos legais para aplicar a penalidade. O requisito legal é de que a empresa seja reincidente em infrações de maior gravidade. No caso, os supermercados, entre eles lojas do Carrefour, Sé Supermercados e Walmart, foram flagrados em diversas ocasiões

6 vendendo produtos com o prazo de validade vencido. Góes explica que várias lojas dos grupos já haviam sido multadas, geralmente por infrações nos mesmos setores (bebidas, alimentos, frios e pães) e não corrigiram a falha. A portaria 33 do Procon, de dezembro de 2009, disciplina outras sanções além da multa. O caso dos supermercados, que tiveram a suspensão das atividades fixada em 12 horas, foi o primeiro em que outras sanções foram aplicadas após a portaria. Os fornecedores podem recorrer e a suspensão só será executada ao final do processo administrativo. "Essa autuação do Procon sinaliza que o órgão está mudando sua forma de agir, tornando-se mais rígido e valendo-se das previsões legais do Código de Defesa do Consumidor", afirma a advogada Mayra Palópoli, do Palópoli Advogados Associados. Na decisão que condenou uma das lojas do Carrefour a pagar R$ 87 mil, a nova portaria foi colocada em prática. A decisão considerou a reincidência como agravante para aumentar a pena-base, fazendo com que a multa aumentasse cerca de R$ 22 mil. Cumulativamente, foi aplicada a suspensão, por 12 horas e no perímetro inicial das caixas registradoras, sob pena de desobediência. "Com esta decisão, o Procon sinaliza que passará a usar de todas as penalidades que a lei lhe faculta", completa Mayra. A advogada Cinthia Queiroz, associada do Palópoli Advogados, afirma que as empresas devem investir em prevenção, como assessoria jurídica para que as infrações não se repitam, controle de estoque e maior investimento no treinamento do pessoal. "Além de evitar reincidência, a prevenção impede condenação na justiça a pagar indenizações para os consumidores". Vinicius Zwarg lembra que a prevenção das empresas ainda é incipiente. "O trabalho preventivo compensa mais para as empresas, tanto na imagem quanto financeiramente", afirma. A corrida das empresas aos escritórios se dá porque a nova estratégia de aplicação da lei pelo Procon pode ser estendida para diversos setores, como o de imóveis e construção, ou seja, aqueles que não são regulados (energia, transporte aéreo, telefonia, bancos, etc.), tendência confirmada pelo diretor do órgão, Paulo Góes. "Se a empresa preencher os requisitos legais, em tese todos os setores podem ser punidos", diz. "Qualquer produtor que comercialize mercadorias para a saúde e segurança dos consumidores também podem ser autuados", afirma Cinthia Queiroz, que lembra que os fornecedores, que procuraram o escritório, podem responder solidariamente pelas infrações dos mercados. Zwarg diz que deve marcar reuniões com o Procon para cada caso. O temor é que outras sanções previstas no artigo 56 do Código de Defesa do Consumidor sejam aplicadas a empresas que avançam o sinal, como cassação do registro do produto, proibição de fabricação, revogação de concessão, cassação de licença, interdição ou intervenção administrativa. Zwarg afirma ser normal que as empresas, ao fim do processo administrativo, discutam a punição no Judiciário. O diretor do Procon confirma que se caminha para punições mais severas, que têm o objetivo de corrigir e são medidas pedagógicas. "A filosofia é educar e estimular as empresas a adotar novos mecanismos, já que às vezes a multa não é suficiente", diz. Uma mudança na forma de agir da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) tem colocado empresas em estado de alerta. Ao observar que as multas tradicionalmente impostas a companhias por infrações de consumo não estavam tendo efeito, o órgão aplicou outra sanção prevista no Código de Defesa do Consumidor: a suspensão temporária das atividades. A medida já está gerando corrida aos escritórios de advocacia. Salão Imobiliário do Maranhão deve movimentar mais de R$ 120 milhões (O Estado do Maranhão 23/11) O Salão Imobiliário do Maranhão (Sima) 2010 começará amanhã com a venda de imóveis comerciais, residenciais, novos e usados, e movimentação estimada em mais de R$ 120

7 milhões. A primeira edição do evento será realizada no Multicenter Sebrae até domingo. Pelo local, deverão passar mais de 8 mil pessoas, que poderão adquirir desde o primeiro imóvel familiar até salas para negócios, tudo com visão de investimento financeiro. Quem visitar o Sima terá a oportunidade de comprar o que melhor se adequar à sua necessidade, ao seu bolso e ao seu estilo, sem necessitar percorrer diferentes lugares e ainda podendo comparar qualidade dos empreendimentos, em um amplo levantamento. A estrutura do Sima tende a colaborar para um bom volume de negócios, uma vez que todos estão interessados na negociação direta com as construtoras e o financiamento estará a um passo dos compradores, com a presença das operadoras financeiras CEF e Banco do Brasil em estandes próximos. As construtoras LN (Lua Nova), Mota Machado, Cyrella e as imobiliárias Opport e Ricardo Duailibe também já estão com presença confirmada em estandes. Déficit - Para o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Maranhão (Sinduscon-MA), João Alberto Mota, o Salão Imobiliário do Maranhão será importante não somente para fomentar o setor no Maranhão, como também terá um viés social, ajudando a diminuir o déficit habitacional do estado. Hoje, conforme dados do Sinduscon, o Maranhão tem um déficit habitacional de aproximadamente 490 mil unidades. São Luís, sozinha, responde por cerca de 60% desses números. Isto significa uma necessidade de construção de pelo menos 290 mil moradias apenas na capital maranhense. "O salão vai ajudar bastante também a diminuir essa demanda reprimida. O déficit habitacional do Maranhão é o maior déficit habitacional relativo do país, em torno de 490 mil habitações. Tanto que para o Maranhão, o "Minha Casa, Minha Vida" foi beneficiado com 72 mil habitações na etapa 1. Isso foi pra o estado do Maranhão todo", declarou o presidente do Sinduscon. Segundo João Alberto Mota, todas as empresas participantes do evento estão empenhadas em empreender novos negócios. "É uma oportunidade de se fazer negócios. Vamos trabalhar para isso. As construtoras incorporadoras vão procurar vender os seus imóveis. Comprar um imóvel no Salão será mais favorável do que em um outro momento", projetou o presidente do Sinduscon. Bom momento - Mota ressaltou que a realização do Salão Imobiliário do Maranhão também representa o momento único que vive o setor no estado e em toda a região Nordeste. Em 2010, por exemplo, o setor de construção civil pode crescer até 25% em comparação com o ano passado. "Hoje, com o mercado imobiliário totalmente aquecido, é importante a realização de eventos como o Salão Imobiliário do Maranhão. Somente para se ter uma idéia, no Ceará existem dois salões por ano, então esse é o primeiro que espero que ocorra anualmente ou duas vezes por ano, dependendo do aquecimento do nosso setor imobiliário", destacou Mota. Saiba mais De quarta a sexta-feira, o Sima estará aberto das 14 às 22h, e no sábado e no domingo, das 10h às 22h. O Sima 2010 é promovido pela 2LA Eventos, com apoio do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Maranhão (Sinduscon-MA), do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) e do Governo do Estado do Maranhão. POUPANÇA Poupança diária

8 Clique aqui para visualizar o saldo diário CURSOS Inscrições abertas para o curso: Crédito Imobiliário no Brasil Dinâmica Operacional e Produtos Dias: 11/8/2010 e 11/9/2010 Horário: 09:00 à 18:00 [+] Inscreva-se TODOS OS DIREITOS RESERVADOS ABECIP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POUPANÇA Av. Brigadeiro Faria Lima, 1485, 13º andar Torre Norte Cep São Paulo SP (011)

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