Portais Governamentais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Portais Governamentais"

Transcrição

1 Equipe: Alexandre Serra Barreto Ivana Correa de Oliveira Hubert Chamone Gesser Patrícia Zimath GOVERNO ELETRÔNICO Prof. Dr. Hugo Cesar Hoeschl Tania Cristina D Agostini Bueno UFSC CTC - PPGEP

2 Sumário Introdução Fundamentos Teóricos Políticas de Viabilização do E-gov Brasil Japão EUA Regulamentação no Brasil Proposta SC Estado Digital Análise de Sites Serviços oferecidos Federais Brasil e Exterior Estaduais Brasil e Exterior Municipais Brasil e Exterior Prêmio E-gov Considerações Finais Bibliografia

3 Introdução Origem: na década de 70 Processos internos e melhoria dos controles O setor público está vendo a Sociedade da Informação como uma oportunidade para promover reformas sociais, culturais e econômicas. As redes de informação permitem racionalizar as atividades do setor público e operar os serviços de forma mais eficiente.

4 Introdução O que é E-Gov? Forma de utilizar as tecnologias da informação e das telecomunicações, integradas em rede, a fim de prover serviços e informações para toda a sociedade, a qualquer hora e em qualquer lugar, fortalecendo a democracia.

5 PARA QUE SERVE O E-GOVERNO Informações e serviços; Prestação de contas com maior transparência; Ensino à distância, manutenção de bibliotecas; Estímulo ao e-procurement (aquisições via rede) Estímulo ao e-business.

6 PARA QUE SERVE O E-GOVERNO GESTÃO PÚBLICA EFICIENTE G2G G2C G2B

7 O DESENVOLVIMENTO DO E-GOVERNO 1ª etapa: Difusão de informações (Websites); 2ª etapa: Adequação dos sites para receber sugestões, reclamações e dados dos usuários; 3ª etapa: Prestação de serviços públicos (exemplo: pagamento de contas); 4ª etapa: Reunião dos sites em um único portal.

8 MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO Razões Novas tecnologias de Informação Governos mais democráticos; Exigências dos usuários (Gestão Participativa) O uso da Internet agiliza a participação popular (Transparência) Aumento da relação governante/eleitor (Qualidade no voto)

9 PANORAMA MUNDIAL DO E-GOV Cresce associado a duas idéias: GESTÃO PARTICIPATIVA GESTÃO EFICIENTE As iniciativas tem ocorrido de forma descentralizada (departamental); Tem sido mais usado para a divulgação de decisões tomadas; Consulta popular é pouco disseminada no poder executivo.

10 DIFICULDADES / LIMITAÇÕES UNIVERSALIZAÇÃO DO ACESSO À INFORMAÇÃO Nem todos tem acesso às novas tecnologias (Internet). FEEDBACK Ganho de credibilidade (responder denúncias e sugestões). SIMPLIFICAÇÃO E CONHECIMENTO DAS INFORMAÇÕES Informações disseminadas em diversos sites (desorganização). NATUREZA DAS INFORMAÇÕES Definição da informação pública e controle da veracidade.

11 RECOMENDAÇÕES UNIVERSALIZAÇÃO DO ACESSO À INFORMAÇÃO Lugares públicos para consulta popular (info-quiosques). FEEDBACK Interação via e suporte técnico para acolher resultados. SIMPLIFICAÇÃO E CONHECIMENTO DAS INFORMAÇÕES Organização das informações em árvores de diretórios. NATUREZA DAS INFORMAÇÕES Criação de legislação que defina qual é a informação pública.

12 PANORAMA DO E-GOV NO BRASIL Nos Municípios 72% das prefeituras com mais de habitantes usam a Internet para a prestação de serviços e informações à população; A qualidade da informação varia conforme o site, e poucas prefeituras prestam serviços em tempo real; Capitais e regiões metropolitanas apresentam estágios mais avançados de E-Gov (recebem dados dos usuários); Os pequenos municípios não dispõem sequer de sistemas administrativos informatizados.

13 PANORAMA DO E-GOV NO BRASIL Nos Estados Somente dois estados não tem sites ou portais de governo. Nos demais estados se observa muita variação no grau de desenvolvimento dos sites e portais. Alguns concentram-se em informações históricas, geográficas e de turismo e hotelaria. Outros prestam serviços on-line podendo ser considerados como tendo nível internacional de qualidade.

14 AVALIAÇÃO DO MINISTÉRIO DA FAZENDA PNAFE Programa Nacional de Apoio à Administração Fiscal para os Estados Brasileiros A quantidade e a abrangência dos serviços prestados pela administração tributária é maior no Brasil do que nos EUA e em países europeus. Vantagens para o contribuinte e para o fisco (Internet).

15 A INCLUSÃO DIGITAL PREMISSAS A exclusão digital aprofunda a exclusão socioeconômica; Necessita de políticas públicas de modo articulado nas 3 esferas de governo; Necessidade do controle social dos recursos públicos destinados à inclusão digital; Suas ações devem estimular o acesso universal e a simplificação dos sistemas computacionais.

16 A INCLUSÃO DIGITAL A ELABORAÇÃO DE SITES Devem garantir acessibilidade e governabilidade; Devem garantir todas as informações explicativas relacionadas à prestação de um serviço; Devem ser constantemente avaliados por indicadores de qualidade; Deve haver integração das iniciativas federais, estaduais e municipais (evitar duplicidade de esforços e recursos)

17 A INCLUSÃO DIGITAL OS TELECENTROS São iniciativas que garantem o acesso público às tecnologias de informação; Devem ir além da capacitação e treinamento; Devem ser geridos com a participação efetiva da comunidade; Devem contar com lideranças comunitárias para sustentar seu funcionamento e dinamização.

18 Políticas de Viabilização do e-gov Brasil Japão EUA

19 Políticas de Viabilização (Brasil) A política de e-gov no Brasil, publicação da SLTI/MPOG, setembro de 2001.

20 Políticas de Viabilização (Brasil) Contexto sócio-econômico brasileiro: 9 milhões de usuários de internet, 5,3% da pop. 62,5 milhões de linhas telefônicas, 62% fixas e 38% celulares, 39% pop. têm acesso à telefonia,

21 Políticas de Viabilização (Brasil) Provedores concentram-se nos centros urbanos, Limitação de acesso e custo de telefonia são barreiras de acesso à internet, Custo elevado de equip. informática, principalmente se considerada a RPC, Ausência de linhas de crédito adequadas a pessoal de baixa renda e estudantes,

22 Políticas de Viabilização (Brasil) Baixo nível de escolaridade da pop. brasileira, acarretando dificuldades na utilização de novas tecnologias.

23 Políticas de Viabilização (Brasil) Naquela época, o Brasil já dispunha dos seguintes serviços ao cidadão, via internet: Entrega IR, Emissão de CND, Divulgação editais compras, Cadastramento de fornecedores do gov., Matrícula escolar no ensino básico,

24 Políticas de Viabilização (Brasil) Acompanhamento de processos judiciais, Acesso a indicadores sócio-econômicos e aos censos, Informações sobre aposentadorias e pensões, Programas de ensino à distância,

25 Políticas de Viabilização (Brasil) Envio de mensagens pelo correio em quiosques públicos, Informações sobre os programas do gov. federal.

26 Políticas de Viabilização (Brasil) Diagnóstico do contexto: O diagnóstico dos especialistas do MPOG evidenciou a necessidade de uma política integrada e abrangente, para a consolidação do já obtido, e para a obtenção da universalização de acessos e serviços.

27 Políticas de Viabilização (Brasil) Resultando: Formulação de uma política de TI voltada para a administração pública, Desenvolve-se em paralelo às outras políticas, tais como a sociedade da informação do MCT.

28 Políticas de Viabilização (Brasil) Assim, o programa e-gov visa atuar em três frentes: Interação com o cidadão, Integração com parceiros e fornecedores, Melhoria da gestão pública.

29 Políticas de Viabilização (Brasil) Linhas de Ação: Oferta na internet de todos os serviços prestados ao cidadão, Ampliar acesso à informação por parte do cidadão, Promover a convergência e integração de redes e bancos de dados governamentais, Promover avançada infra-estrutura de comunicações e serviços,

30 Políticas de Viabilização (Brasil) Utilizar o poder de compra do gov. federal para a obtenção de custos menores e a otimização do uso de redes de comunicação, Estimular o acesso a internet por meio de pontos de acesso nas instituições públicas e comunitárias, Concorrer para o fortalecimento da competitividade sistêmica da economia.

31 Políticas de Viabilização (Brasil) Metas (implementação até 2003): Definição e publicação da oferta de serviços e informações na internet (todos os órgãos), Cartão do cidadão, Call-Center integrado ao portal de serviços e ouvidoria do governo federal,

32 Políticas de Viabilização (Brasil) Ouvidoria vinculada à Pres. da República Viabilização de pagamentos eletrônicos, Catálogo de informações na internet de órgãos, administradores e spf, Implantação da Rede Implantação da Rede Multiserviço, em âmbito nacional,

33 Políticas de Viabilização (Brasil) Implantação do pregão eletrônico de compras do governo federal, Pontos Eletrônicos de Presença (PEP), Informatização das ações educacionais (até 2006), Rede nacional de saúde (SUS, doações, portal de saúde, call-center, tele-medicina),

34 Políticas de Viabilização (Brasil) Sistema integrado de segurança, Incentivos para ampliação de acessos à internet, Portal do micro e pequeno agricultor, Portal de apoio ao emprego, Aplicação para micro e pequenos exportadores,

35 Japão Lei Básica de Formação da Sociedade em Rede Lei Básica de Formação da Sociedade da Informação e das Telecomunicações em Rede, de 6 de janeiro de 2001.

36 Políticas de Viabilização (Japão) Art 1º. O propósito dessa lei é promover medidas para a formulação e concretização de uma Avançada Sociedade da Informação e das Telecomunicações em rede de forma intensiva e expedita.

37 Políticas de Viabilização (Japão) Art. 2º. "A Sociedade Avançada da Informação e das Telecomunicações em rede é a sociedade na qual o povo pode se desenvolver por ele mesmo, de forma criativa e vigorosa, em todos os campos e atividades, por meio da aquisição, troca e transmissão de uma gama de informações e conhecimentos em escala global, de forma livre e segura através da internet e de outras redes de informações e telecomunicações avançadas.

38 Políticas de Viabilização (Japão) (Identificação dos papéis que cabem aos governos Estaduais e locais e ao setor privado) Art. 7º. Setor privado: papel principal, Governos: Implementação de medidas que tornem o ambiente favorável ao setor privado, incluindo regulamentação e solução de conflitos.

39 Políticas de Viabilização (Japão) (Digitalização da Administração) Art. 20. Para os objetivos almejados por essa lei, é preciso que sejam estabelecidas medidas para a digitalização da administração, incentivando o uso de internet e outras redes avançadas nos trabalhos dos governos estaduais e locais, de forma a conferir conveniência e acessibilidade ao povo, assim como simplificar e dar transparência à administração pública.

40 Políticas de Viabilização (Japão) (Comitê Decisório)Art. 25. Para a promoção dos objetivos dessa lei, são criados, no Gabinete do primeiro ministro japonês, os strategic-headquaters.

41 Políticas de Viabilização (Japão) (Headquarters) Art. 35. Os headquarters devem desenvolver políticas prioritárias, envolvendo: (i) As políticas básicas e medidas para a concretização da sociedade em tela, (ii) medidas para rapidamente promover a formação das mais avançadas informática e telecomunicações do mundo,

42 Programa e-japan 2002 Programa e-japan 2002, de 26 de junho de 2001 I - Diretrizes Básicas: (1) Promoção da infraestrutura para a internet de alta e de ultra-alta velocidade, (2) Digitalização da educação escolar e reforço das políticas de RH para a transformação do Japão, até 2005, em uma superpotência em RH para TI,

43 Programa e-japan 2002 (3) Melhoria de conteúdo na internet, (4) Promoção dos Governos Eletrônicos em todas as esferas, (5) Ênfase em atividades internacionais, de forma a que o Japão tenha papel central na grande revolução da TI, tornando-se o grande Hub asiático para internet.

44 Programa e-japan 2002 Infra-estrutura para o e-gov: Para a consolidação do e-gov, as bases para a digitalização da circulação de documentos entre governos e cidadãos serão desenvolvidas incluindo os órgãos certificadores digitais. Além disso o governo central vai dar apoio aos governos locais, para que estes estejam pari-passo em termos de e-gov.

45 Programa e-japan 2002 Conceito de e-gov : Um governo eletrônico é um meio de reforma da administração pública, capacitando transações administrativas entre governos, cidadãos e empresas por meio de documentos disponíveis on-line, e a troca e utilização de informações instantaneamente entre governos central e locais, pelas redes de informação.

46 Programa e-japan 2002 Conceito de e-gov: Isso não significa apenas dispor os serviços existentes on-line, Antes, envolve a o planejamento e racionalização de processos e produtos oferecidos pela administração pública,

47 Programa e-japan 2002 Conceito de e-gov: O e-gov permitirá a qualquer pessoa utilizar os serviços dos governos centrais e locais sem restrições e constrangimentos, de forma confortável e conveniente e revitalizará as atividades empresariais. Os serviços administrativos deverão estar disponíveis 24 horas na internet.

48 Programa e-japan 2002 Conceito de e-gov: Assim, o e-gov formará a infra-estrutura social a partir da qual toda a população japonesa poderá fruir dos benefícios da revolução em TI.

49 Programa e-japan 2002 Metas e-gov: O governo deverá lidar com as informações eletrônicas de maneira tão natural quanto com as dispostas em papel, até Administração pública deve ser reformada de forma intensiva de forma a digitalizar documentos, promover a eliminação de papéis e trocar e utilizar documentos por meio das redes de informação.

50 Programa e-japan 2002 Linhas de ação e-gov, até 2003: Disponibilização eletrônica de informações administrativas, Preenchimento de formulários e pagamento de taxas eletrônicos, Criação de sistemas de autenticação e certificação públicos e governamentais,

51 Programa e-japan 2002 Criação do e-gov suprimentos, Administração sem papel, Suporte aos e-gov locais, Voto eletrônico em eleições locais, Disseminação no setor público e privado do uso de indicadores de desempenho no desenvolvimento de sistemas,

52 Programa e-japan 2002 Introdução de pesquisa em TI no setor público, Coordenação e acompanhamento das medidas propostas.

53 Programa e-japan 2002 Futuro Desejado: O governo e o setor privado reunirão esforços para poder atingir até 2005, e demonstrar ao povo e ao mundo, que o Japão constitui-se na mais avançada nação do mundo em TI. O projeto inclui a disponibilização de internet de alta velocidade e sem fio em distritos urbanos e a disseminação de terminais móveis, os e-shopping malls, que conferirão ao povo a impressão real de uma revolução em TI.

54 Políticas de Viabilização (EUA) Estratégia de e-gov dos EUA, de 27 de fevereiro de 2002: (situação atual) Contexto dos investimentos governamentais em TI ($48 bilhões em 2002 e $52 bi em 2003): Mais de 60% dos usuários de internet interagem com sites governamentais do EUA,

55 Políticas de Viabilização (EUA) Os investimentos americanos em TI governamental do passado, agencycentered, resultaram em mais de sites e 35 milhões de páginas. Contudo, essa visão acabou por limitar os ganhos de produtividade governamentais e a capacidade de servir aos cidadãos,

56 Políticas de Viabilização (EUA) Proposta: a intenção é promover um e-governo citizen-centered. As intenções principais do governo são: Facilitar serviços e interação dos cidadãos com o governo, Melhorar a eficiência do governo, Melhorar a resposta do governo aos anseios da população.

57 Políticas de Viabilização (EUA) Uma estratégia identificou tópicos para tratamento inter-agências por parte do e-gov, significando ganhos esperados de bilhões de dólares em 24 meses, ao eliminar tarefas redundantes, excesso de papel e a ineficiência em geral.

58 Políticas de Viabilização (EUA) A estratégia visa atender quatro grandes grupos de consumidores de serviços: Cidadãos, Empresas, Intergovernamentais, Intragovernamentais.

59 Políticas de Viabilização (EUA) Melhoria de produtividade (problemas): Avaliação de performance de agências centrada em processos, Utilização de TI para automação de processos existentes sem a consideração de possíveis reformulações,

60 Políticas de Viabilização (EUA) Ilhas de automação (agências) ineptas para a integração de serviços, Resistência a mudanças organizacionais e orçamentárias nas agências,

61 Políticas de Viabilização (EUA) O governo definiu planos táticos para tratar essas dificuldades que poderiam nublar os ganhos a serem obtidos com as futuras ações de e-gov, a serem concretizados num horizonte de 24 meses.

62 Políticas de Viabilização (EUA) Iniciativas selecionadas (Cidadãos): Ponto de acesso Recreação.gov Assistência governamental on-line, Acesso on-line à linhas de crédito, USA serviços ao cidadão (CRM interagências), EZ tax filing,

63 Políticas de Viabilização (EUA) Iniciativas selecionadas (Empresas): Processo legislativo on-line, Expansão de produtos tributários eletrônicos para os empregadores, Venda on-line de ativos do governo, Portal de auxílio às operações de exportação,

64 Políticas de Viabilização (EUA) Ponto de acesso à informações sobre obrigações empresariais, Consolidação das informações de saúde,

65 Políticas de Viabilização (EUA) Iniciativas selecionadas (Governos): Ponto de informações e de dados geoespaciais, e-grants, Portal de assistência a desastres e crises, Wireless SAFECOM, e-vital,

66 Políticas de Viabilização (EUA) Iniciativas selecionadas (eficiência governamental interna): e-training, Ponto único de recrutamento, Integração de Recursos Humanos, e-pagamento, e-travel,

67 Políticas de Viabilização (EUA) De maneira geral, as iniciativas devem representar a economia e utilização racional de recursos federais, a melhoria na qualidade e tempo de resposta do governo federal às necessidades dos cidadãos e na redução de processos ineficazes e redundantes.

68 Políticas de Viabilização (EUA) As melhorias não virão da automatização dos processos atuais, mas sim da transformação da maneira como o governo interage com cidadãos e empresas.

69 Políticas de Viabilização A partir dos programas de Brasil, Japão e EUA, observa-se: O programa e-japan tem possibilidade de envolver os governos central e locais no processo,

70 Políticas de Viabilização Os planos brasileiro e americano são bastante similares considerando-se as linhas de ação, guardadas as respectivas necessidades de cada país, No Brasil enfrenta-se o desafio da inclusão digital de forma mais agravada,

71 Políticas de Viabilização Apesar de nossa condição sócio-econômica desfavorável em relação às superpotências, nosso e-gov apresenta estágio atual de desenvolvimento muito similar, em certos casos até mais avançado do que os de Japão e EUA.

72 Análise de sites (EUA) EUA (FirstGov.gov) FirstGov é um website de pesquisa amigável e acesso grátis projetado para centralizar a busca de informações oriundas dos websites governamentais das esferas local, estadual e federal e das agências federais dos EUA. É o seu primeiro click para o governo dos EUA.

73 Análise de sites (EUA) O FirstGov é o catalisador do crescimento do governo eletrônico americano. O trabalho a ele relacionado transcende os limites tradicionais de esferas de governo, pois o enfoque é global, conectando o mundo com as informações e serviços do governo americano (pres. Bush).

74 Análise de sites (EUA) O FirstGov é uma iniciativa interagências administrada pela Adm. de Serviços Gerais dos EUA (GSA). Entrou em funcionamento em 22/09/2000. O portal é de propriedade do povo dos EUA (pres. Bush).

75 Análise de sites (EUA) Definição: FirstGov é uma ferramenta amigável de acesso grátis projetada para prover a centralização de informações governamentais.

76 Análise de sites (EUA) Objetivo: prover um serviço grátis, permitindo à comunidade global acessar de forma fácil e e rápida as informações do gov. americano na internet. Para tal, ele oferece uma poderosa ferramenta de pesquisa e um index de informações dos governos.

77 Análise de sites (EUA) O FirstGov possui links e ferramentas de pesquisa que permitem a busca em mais de 51 milhões de páginas dos governos federal, estadual e tribais e de nações estrangeiras. Ele tem encorajado as agências a organizarem seus portais por grupos de usuários ou tópicos, ao invés de vinculados a cada uma das agências.

78 Análise de sites (EUA) O portal auxilia os usuários e fazerem negócios com o governo, de forma on-line, por telefone, por ou pessoalmente. Basta o usuário escolher o grande subportal de negócios (cidadãos, negócios e governo).

79 Análise de sites (EUA) Política de administração e links do FirstGov: A administração do portal avalia todos os links sugeridos usando os seguintes critérios:

80 Análise de sites (EUA) - O site recomendado é mantido ou patrocinado por entidade governamental? - Ele provê informações e serviços governamentais oficiais? - Ele complementa informações disponíveis no FirstGov?

81 Análise de sites (EUA) - O site é de grande interesse público? - O conteúdo é relevante, útil e impositivo para cidadãos, empresas e servidores públicos? - As informações contidas parecem ser acuradas e atuais?

82 Análise de sites (EUA) - A abordagem do site em relação à privacidade pessoal de informações é consistente com as políticas públicas correlatas? - O site é amigável?

83 Análise de sites (EUA) -O site recomendado possui uma ou algumas das seguintes características altamente desejáveis? Cruza agências ou limites intergovernamentais;

84 Análise de sites (EUA) Permite aos usuários a realização de transações on-line; Provê meios dos usuários interagirem diretamente com o governo, identificando fones, endereços, s e instruções;

85 Análise de sites (EUA) Provê aos cidadãos informações sobre performance de serviços governamentais; Provê informações e serviços úteis à sociedade, tais como endereços, mapas, serviços para a terceira idade, turismo nacional etc.

86 Análise de sites (EUA) O FirstGov pode estabelecer link com qualquer site governamental disponível ao público, desde que esteja sob a direção da agência responsável pelo site; Estabelece links com os governos estaduais e locais;

87 Análise de sites (EUA) Pode estabelecer links com sites criados por agências quase-governamentais e parceiros do setor público e privado; Em ocasiões raras apresenta links com sites não patrocinados ou sob responsabilidade dos governos, desde que eles ofereçam informações governamentais de forma não disponível no site oficial;

88 Análise de sites (EUA) Obs: Em relação aos últimos o governo dos EUA não se responsabiliza pelos serviços ou informações prestadas ao público.

89 Análise de sites (Alemanha) Portal deutschland.de: deutschland.de deve representar para a sociedade da informação o que Made in Germany representa no contexto da alta tecnologia e qualidade dos produtos alemães (Uwe Karsten porta-voz gov. alemão).

90 Análise de sites (Alemanha) O portal oferece em cinco línguas distintas uma coleção representativa de importantes referências alemãs. Abrange informações sobre educação, saúde, cultura, mídia, esportes, Estado, Turismo, economia e ciência.

91 Análise de sites (Alemanha) Incorpora em si uma lista de portais alemães e outros links. Inicialmente 1000 links, podendo chegar a outros 1000 com o tempo.

92 Análise de sites (Alemanha) Houve a decisão consciente por parte do grupo multisetorial responsável pela idealização do portal de torná-lo operacionalmente independente do Gov. Federal.

93 Análise de sites (Alemanha) Política de administração e links do deutschland.de: É um portal considerado independente O governo federal, representado por seu escritório de informações e imprensa, é cliente do prestador dos serviços do portal.

94 Análise de sites (Alemanha) O cliente não influencia o trabalho dos editores do portal. O executante dos serviços é uma jointventure vencedora da espécie de licitação realizada (Arge deutschland.de).

95 Análise de sites (Alemanha) Arge deutschland.de: Ponton-Lb Gmbh (Hanover), empresa média com vasta experiência em internet e responsável pela gerência dos sistemas de edição, projeto, programação e software.

96 Análise de sites (Alemanha) T-Systems (Berlim), subsidiária da gigante Deutsch Telekom, é responsável por projetar, ajustar, operar e manter os servidores, bancos de dados e firewalls. Além disso opera o sistema de atendimento de s multilíngue.

97 Análise de sites (Alemanha) Características exigidas pelo cliente: - Qualidade assegurada de conteúdo, - Projeto moderno e amigável e sisetams de pesquisa eficientes, - Call-center de s com capacidade de atendimento global,

98 Análise de sites (Alemanha) Comitê de aconselhamento é o responsável pelo adequado, neutro e apropriado pontode vista apresentado no conteúdo. O Comitê pode ser chamado para dirimir disputas Comitê deve apontar soluções de grande aceitação por parte da sociedade.

99 Análise de sites (Alemanha) Comitê é formado por pessoas públicas, servidores públicos, e especialistas.

100 Regulamentação no Brasil Resolução nº 7, de 29 de Julho de 2002; Elaborada pelo Comitê Executivo do Governo Eletrônico Casa Civil da Presidência da República; Estabelece regras e diretrizes para os sites na internet da Administração Pública Federal.

101 Resolução nº de Julho 2002 As diretrizes tratam: da estrutura das informações dos sites; do seu controle e monitoramento; dos mecanismos de interação com os usuários; da identidade visual e da segurança dos sites.

102 Estrutura das Informações dos Sites Domínios gov.br e mil.br (exceto ensino e pesquisa); A estrutura deve privilegiar a prestação de serviço ao cidadão; O conteúdo de maior valor deve ser destacado na parte superior da página; Dispor o conteúdo agregado por assunto, sendo vedado o agrupamento por estrutura organizacional; Utilizar padrões técnicos que não exijam equipamentos de grande performance ou programas pouco difundidos;

103 Estrutura das Informações dos Sites Adotar estratégia de navegação que propicie rapidez de acesso, uso intuitivo dos comandos e funções; Linguagem simples e direta, com conteúdos claros, simples, atuais e verdadeiros; Imagens apenas quando associadas diretamente ao órgão ou serviço; Declarar o nome da unidade ou servidor responsável pelo atendimento das mensagens recebidas.

104 Controle e Monitoramento Utilizar páginas específicas com orientações para os casos de devolução de mensagem de erro; Manuseio e manutenção dos serviços e informações independente de técnicos especializados; Medição do tráfego de usuários no site; Pesquisa on-line sobre a qualidade dos serviços e informações prestadas; Utilizar cookies somente com a autorização dos usuários.

105 Interação com os Usuários É obrigatória a existência de um serviço de comunicação direta do usuário com o órgão fale conosco 5 dias úteis para resposta às solicitações; Respostas disponibilizadas em uma página de questionamentos mais freqüentes ; As mensagens recebidas devem ser classificadas e analisadas estatisticamente.

106 Identidade Visual Cabe à Secretaria de Comunicação do Governo da Presidência da República a definição da identidade visual dos sites. Considera-se Identidade Visual o conjunto de marcas, símbolos e ícones.

107 Segurança dos Sites A infra-estrutura dedicada à prestação dos serviços Web deve ser isolada da rede interna da organização; Planos de contingências visando o restabelecimento do ambiente e dos serviços no caso de falhas e incidentes de segurança; Não podem ser usados provedores externos na prestação de serviços sigilosos ou que exponham a privacidade do usuário.

108 Segurança dos Sites Registro de eventos e acessos monitorados constantemente; Adotados procedimentos de auditoria interna; O serviço de certificação dos sites só pode ser feito por Autoridades Certificadoras integrantes do ICP-Brasil; Documentação técnica dos sites deve ser mantida.

109 Resolução nº de Julho 2002 Prazo para Regulamentação As organizações têm até o final do ano de 2002 para adaptarem seus sites ao novo modelo.

110 Análise de Sites Governos Pesquisados: 7 governos federais sendo Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Portugal, Argentina e Chile; 25 governos estaduais brasileiros e do Distrito Federal; 6 governos estaduais de outros países, sendo 4 nos Estados Unidos, um no México e outro na Austrália; 3 governos municipais brasileiros e 2 de outros países.

111 Fonte: The Public Services Provided By Brazilian Government Over The Internet Autores: Jorge Calmon Moniz de Bittencourt Filho e Elizabeth Loiola - Universisdade Federal da Bahia - Escola de Administração - Núcleo de Pós- Graduação em Administração, 04/2001

112 Análise de Sites Taxonomia Proposta Nível 1 Sites de baixa atratividade e interatividade, apresentando basicamente informações institucionais e de divulgação do governo, num nível inicial de presença na Internet; Nível 2 Sites de baixa atratividade e interatividade, apresentando um pequeno número de serviços on-line; Nível 3 Sites de média atratividade e interatividade, apresentando um número significativo de serviços on-line; Nível 4 - Sites de alta atratividade e interatividade, apresentando informações de grande interesse do público, constantemente atualizadas e muitos serviços on-line.

113 Análise de Sites Os Serviços de Governos Federais

114 Governos Federais Portais Governamentais

115 Portal de Serviços Portais Governamentais RECEITA FEDERAL PREVIDÊNCIA SOCIAL ComprasNet

116 Governos Federais Nível 4 Portais Governamentais

117 Governos Federais Nível 4 Portais Governamentais

118 Governos Federais Nível 4 Portais Governamentais

119 Governos Federais Nível 3 Portais Governamentais

120 Governos Estaduais As Melhores Práticas no Brasil Portais Governamentais Nível 3 => Cinco Estados www. XX. gov.br Bahia Minas Gerais Paraná Pernambuco São Paulo

121 Governos Estaduais Portais Governamentais

122 Governos Estaduais Portais Governamentais Inscrição nos vestibulares das universidades estaduais; emissão de certidões negativas e consulta à legislação estadual; Acesso ao site de serviços públicos Sacnet em totens distribuídos nos pontos de maior circulação de pessoas.

123 Governos Estaduais Portais Governamentais

124 Governos Estaduais Portais Governamentais Informações georeferenciadas e agrícolas; Decreto do governo estadual obriga que os órgãos publiquem suas atividades na Internet.

A Política de Governo Eletrônico no Brasil

A Política de Governo Eletrônico no Brasil REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A Política de Governo Eletrônico no Brasil Brasília, Brasil Setembro de

Leia mais

Governo Eletrônico. Universidade Federal de Santa Catarina Mestrado de Engenharia de Produção e Sistemas. Leandro Carioni

Governo Eletrônico. Universidade Federal de Santa Catarina Mestrado de Engenharia de Produção e Sistemas. Leandro Carioni Universidade Federal de Santa Catarina Mestrado de Engenharia de Produção e Sistemas Governo Eletrônico Capítulos 1, 2 e 3 do Livro Verde Leandro Carioni Cenário Futuro E-business E-Group E-Commerce E-Government

Leia mais

FRANQUIA HOME OFFICE

FRANQUIA HOME OFFICE FRANQUIA HOME OFFICE SUMÁRIO QUEM SOMOS PREMIAÇÕES ONDE ESTAMOS NOSSO NEGÓCIO MULTIMARCAS MULTISERVIÇOS PERFIL DO FRANQUEADO VANTAGENS DA FRANQUIA CLUBE TURISMO DESCRITIVO DO INVESTIMENTO PROCESSO DE SELEÇÃO

Leia mais

Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02

Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02 1 de 30 16/11/2015 15:16 Diagnóstico da Governança - Práticas de Gestão Recomendadas v02 Prezado(a) Como o OBJETIVO de apurar o nível de maturidade em governança da Justiça Federal, foi desenvolvido instrumento

Leia mais

InternetSul. Associação dos Provedores de Serviços de Internet da Região Sul. Fabiano André Vergani Presidente InternetSul

InternetSul. Associação dos Provedores de Serviços de Internet da Região Sul. Fabiano André Vergani Presidente InternetSul Porto Alegre Wireless Junho/2009 InternetSul Associação dos Provedores de Serviços de Internet da Região Sul Fabiano André Vergani Presidente InternetSul Organização 1. Conapsi Quem somos; 2. Breve Histórico

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação (PETI) Secretaria de Tecnologia da Informação Florianópolis, março de 2010. Apresentação A informatização crescente vem impactando diretamente

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL INSTRUÇÃO NORMATIVA SECOM-PR N o 8 DE 19 DE DEZEMBRO DE 2014 Disciplina a implantação e a gestão da Identidade Padrão de Comunicação Digital das

Leia mais

Governança Pública. O Desafio do Brasil. Contra a corrupção e por mais desenvolvimento. Governança de Municípios. Março/2015

Governança Pública. O Desafio do Brasil. Contra a corrupção e por mais desenvolvimento. Governança de Municípios. Março/2015 Governança Pública O Desafio do Brasil Contra a corrupção e por mais desenvolvimento Governança de Municípios Março/2015 João Augusto Ribeiro Nardes Ministro do TCU Sumário I. Introdução-OTCUeocombateàcorrupção

Leia mais

Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas Diretoria Executiva PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 2012 2015 Controle de Revisão Ver. Natureza Data Elaborador Revisor

Leia mais

Regulamento Prêmio Sebrae de Jornalismo 6ª edição Nacional

Regulamento Prêmio Sebrae de Jornalismo 6ª edição Nacional Regulamento Prêmio Sebrae de Jornalismo 6ª edição Nacional 1. DOS OBJETIVOS DO PRÊMIO 1.1. O Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ) é um concurso jornalístico instituído pelo Sebrae Nacional Serviço Brasileiro

Leia mais

AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE. Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional

AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE. Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional Desafio Fomentar o Uso do Poder de Compra do Governo Junto aos Pequenos Negócios para Induzir

Leia mais

Tecnologia nos Municípios Brasileiros

Tecnologia nos Municípios Brasileiros PREFEITURA DE ITABORAÍ SECRETARIA DE FAZENDA ASSCT&I & (COBRA/BANCO DO BRASIL) DIRETORIA DE SISTEMAS INTEGRADOS Tecnologia nos Municípios Brasileiros O TERMO CIDADE DIGITAL Uma Cidade Digital muitas vezes

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES Março/2010

RELATÓRIO DE ATIVIDADES Março/2010 1 RELATÓRIO DE ATIVIDADES Março/2010 Em março, a Ouvidoria recebeu 2.362 manifestações, distribuídas conforme gráfico abaixo. Também foram respondidas 220 mensagens dirigidas ao Ministério por meio do

Leia mais

Plano Nacional. de Banda Larga. Brasília, 05 de maio de 2010

Plano Nacional. de Banda Larga. Brasília, 05 de maio de 2010 Plano Nacional de Banda Larga Brasília, 05 de maio de 2010 Sumário 1. Importância Estratégica 2. Diagnóstico 3. Objetivos e Metas 4. Ações 5. Investimento 6. Governança e Fórum Brasil Digital 2 1. Importância

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

Dimensão social. Educação

Dimensão social. Educação Dimensão social Educação 218 Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 36 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que freqüenta a escola. Descrição As variáveis

Leia mais

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos:

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos: Varejo e-commerce A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e

Leia mais

Sobre o Movimento é uma ação de responsabilidade social digital pais (família), filhos (jovem de 6 a 24 anos), escolas (professores e diretores)

Sobre o Movimento é uma ação de responsabilidade social digital pais (família), filhos (jovem de 6 a 24 anos), escolas (professores e diretores) 1 Sobre o Movimento O Movimento é uma ação de responsabilidade social digital; Visa a formação de usuários digitalmente corretos Cidadania Digital, através de uma campanha de conscientização direcionada

Leia mais

http://diariodocongresso.com.br/novo/2011/09/expresso-livre-alcanca-20-mil-usuarios...

http://diariodocongresso.com.br/novo/2011/09/expresso-livre-alcanca-20-mil-usuarios... Page 1 of 8 Diário do Congresso Os Bastidores do Poder On-line Os Bastidores do Poder On-line Capa Senado Câmara Entrevistas Artigos Blogs Opinião Partidos Políticos Pesquise no DC 1ª Página Jornais 1ª

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

BPMS Business Process Management Systems

BPMS Business Process Management Systems BPMS Business Process Management Systems Perspectivas e benefícios em processos no governo II Colóquio Internacional 28-07-2005 La Sociedad de la Información em Perspectiva Comparada: Las Americas y Europa

Leia mais

EDITAL DE ELEIÇÃO E CONSTITUIÇÃO DOS CONSELHOS DE USUÁRIOS DA SKY

EDITAL DE ELEIÇÃO E CONSTITUIÇÃO DOS CONSELHOS DE USUÁRIOS DA SKY EDITAL DE ELEIÇÃO E CONSTITUIÇÃO DOS CONSELHOS DE USUÁRIOS DA SKY São convocados os senhores Usuários dos serviços de Telecomunicações e as associações ou entidades que possuam em seu objeto social características

Leia mais

Governo Eletrônico no Brasil

Governo Eletrônico no Brasil Governo Eletrônico no Brasil João Batista Ferri de Oliveira Natal, 18 de Setembro de 2009 II Simpósio de Ciência e Tecnologia de Natal Estrutura da apresentação Estrutura organizacional Diretrizes Principais

Leia mais

ROSANA DALLA COSTA FÉLIX MEDIA TRAINING DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - TREINAMENTO PARA GESTORES RELATÓRIO TÉCNICO

ROSANA DALLA COSTA FÉLIX MEDIA TRAINING DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - TREINAMENTO PARA GESTORES RELATÓRIO TÉCNICO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PLANEJAMENTO E GOVERNANÇA PÚBLICA ROSANA DALLA COSTA FÉLIX MEDIA TRAINING DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - TREINAMENTO PARA GESTORES

Leia mais

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas 2012Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 Sumário Prova ABC

Leia mais

E-Business global e colaboração

E-Business global e colaboração E-Business global e colaboração slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. 2.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Quais as principais

Leia mais

Certificação digital e SIOPS Previsão legal

Certificação digital e SIOPS Previsão legal O Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) é um software desenvolvido pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), em linguagem Delphi, com o objetivo

Leia mais

Transparência Pública. Controladoria-Geral da União - CGU

Transparência Pública. Controladoria-Geral da União - CGU Transparência Pública Controladoria-Geral da União - CGU Transparência Pública Edward L V Borba Coordenador-Geral de Cooperação Federativa e Controle Social edward.borba@cgu.gov.br Secretaria de Transparência

Leia mais

Bancos Corretoras Seguradoras

Bancos Corretoras Seguradoras Bancos Corretoras Seguradoras A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências

Leia mais

FRANQUIA MODALIDADE LOJA

FRANQUIA MODALIDADE LOJA FRANQUIA MODALIDADE LOJA SUMÁRIO QUEM SOMOS PREMIAÇÕES ONDE ESTAMOS NOSSO NEGÓCIO MULTIMARCAS MULTISERVIÇOS PERFIL DO FRANQUEADO VANTAGENS DA FRANQUIA CLUBE TURISMO DESCRITIVO DO INVESTIMENTO PROCESSO

Leia mais

FRANQUIA MODALIDADE QUIOSQUE

FRANQUIA MODALIDADE QUIOSQUE FRANQUIA MODALIDADE QUIOSQUE SUMÁRIO QUEM SOMOS 02 PREMIAÇÕES 03 ONDE ESTAMOS 04 O MODELO QUIOSQUE 06 NOSSO NEGÓCIO 07 MULTIMARCAS 07 MULTISERVIÇOS 08 PERFIL DO FRANQUEADO 09 VANTAGENS DA FRANQUIA CLUBE

Leia mais

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente:

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente: Serviços A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e práticas

Leia mais

Proposta de Metodologia para a Avaliação dos websites do Governo Federal

Proposta de Metodologia para a Avaliação dos websites do Governo Federal Proposta de Metodologia para a Avaliação dos websites do Governo Federal Espartaco Madureira Coelho maio/2001 Introdução A partir da leitura do artigo Assessing E-Government: The Internet, Democracy and

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

SOLUÇÕES IDEAIS PARA A GESTÃO PÚBLICA

SOLUÇÕES IDEAIS PARA A GESTÃO PÚBLICA SOLUÇÕES IDEAIS PARA A GESTÃO PÚBLICA A EMPRESA A Lexsom é uma empresa especializada em soluções de informática com atuação no mercado nacional desde 1989, tem como principal foco o desenvolvimento integrado

Leia mais

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO Universidade Corporativa Ministério da Fazenda Responsável: Margareth Alves de Almeida - Chefe

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

O DILEMA DOS GESTORES O DESAFIO DA GESTÃO

O DILEMA DOS GESTORES O DESAFIO DA GESTÃO 1 O DILEMA DOS GESTORES NECESSIDADES CRESCENTES RECURSOS LIMITADOS O DESAFIO DA GESTÃO SITUAÇÃO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO Condições crônicas MODELO DE ATENÇÃO Condições agudas 3 Um sistema formador complexo

Leia mais

Edital SEMA/PMT nº 1/2014. Regulamenta o 1º Concurso SERVIDOR INOVADOR.

Edital SEMA/PMT nº 1/2014. Regulamenta o 1º Concurso SERVIDOR INOVADOR. Edital SEMA/PMT nº 1/2014. Regulamenta o 1º Concurso SERVIDOR INOVADOR. A Prefeitura Municipal de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (SEMA), torna público o

Leia mais

Fundo Nacional do Idoso

Fundo Nacional do Idoso Uma iniciativa que visa contribuir com o Pacto Global SISTEMA CFA/CRAs CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHOS REGIONAIS DE ADMINISTRAÇÃO Fundo Nacional do Idoso Como investir seu imposto de renda

Leia mais

Internet Ampliando o contato com a comunidade escolar

Internet Ampliando o contato com a comunidade escolar Internet Ampliando o contato com a comunidade escolar Introdução Silvio Henrique FISCARELLI 1 I Adriana da Silva TURQUETTI 2 Saur (1995), no Primeiro Congresso Nacional de Informática Pública realizado

Leia mais

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH Oficina CH/EM Caro Aluno, Esta oficina tem por objetivo analisar as principais características de um dos principais indicadores socioeconômicos utilizados na

Leia mais

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Universidade de São Paulo Escola de Artes, Ciências e Humanidades. Gestão de Políticas Públicas 5º Semestre

Universidade de São Paulo Escola de Artes, Ciências e Humanidades. Gestão de Políticas Públicas 5º Semestre Universidade de São Paulo Escola de Artes, Ciências e Humanidades Gestão de Políticas Públicas 5º Semestre RELATÓRIO DE TRABALHO USO DA TELEFONIA MÓVEL NO E-GOV Gestão de Processo e Tecnologia da Informação

Leia mais

Soluções. para o seu cliente mais importante. Governo

Soluções. para o seu cliente mais importante. Governo Soluções para o seu cliente mais importante. Governo A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes

Leia mais

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI Secretaria de Articulação Institucional SAI Seminário Metas do Plano e dos Sistemas Municipal, Estadual e Nacional de Cultura Vitória-ES 05/Dez/2011 Secretaria de Articulação Institucional SAI A Construção

Leia mais

CONSIST GRP. O canal certo para simplificar e organizar a atividade governamental.

CONSIST GRP. O canal certo para simplificar e organizar a atividade governamental. CONSIST GRP. O canal certo para simplificar e organizar a atividade governamental. Organização Simplificação Informação CONSIST GRP Bem-vindo à Era da Excelência em Gestão Governamental. Acesso em tempo

Leia mais

Manifestação do Destinatário da NF-e

Manifestação do Destinatário da NF-e Manifestação do Destinatário da NF-e DESENVOLVENDO SOLUÇÕES Autora: Laila Maria Doc. Vrs. 01 Revisão: Gustavo Aprovado em: Novembro de 2014. Nota de copyright Copyright 2014 Teorema Informática, Guarapuava.

Leia mais

Modernização da Gestão e Tecnologia

Modernização da Gestão e Tecnologia Modernização da Gestão e Tecnologia Gestão Municipal? i. Economicidade e Eficiência: reduzir custos e ampliar a receita que é de direito do ente municipal ii. Processos: etapas de realização e fluxo de

Leia mais

II Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e IV Fórum Prazeres da Leitura. Acessibilidade Brasil

II Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e IV Fórum Prazeres da Leitura. Acessibilidade Brasil II Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e IV Fórum Prazeres da Leitura Acessibilidade Brasil Acessibilidade em Bibliotecas Acessibilidade Brasil A Importância da Acessibilidade

Leia mais

20RG - Expansão e Reestruturação de Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica

20RG - Expansão e Reestruturação de Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica Programa 2031 - Educação Profissional e Tecnológica Número de Ações 200 Ação Orçamentária - Padronizada Setorial 20RG - Expansão e Reestruturação de Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica

Leia mais

Marcelo Andrade Pimenta Março de 2010

Marcelo Andrade Pimenta Março de 2010 O Cidadão Digital e a Cidade Marcelo Andrade Pimenta Março de 2010 O que deve ser considerado... O desenvolvimento das TIC tem proporcionado uma dissociação entre a proximidade espacial e o desempenho

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE www.ucp.fazenda.gov.br PROGRAMAS EM ANDAMENTO Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros - PNAFM

Leia mais

Diretoria Geral Ouvidoria RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA OUVIDORIA MÊS DE OUTUBRO DE 2015

Diretoria Geral Ouvidoria RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA OUVIDORIA MÊS DE OUTUBRO DE 2015 Diretoria Geral Ouvidoria RELATÓRIO DE ATIVIDADES DA OUVIDORIA MÊS DE OUTUBRO DE 1 A Ouvidoria do DNPM, órgão de assistência direta e imediata ao Diretor-Geral, foi criada por meio do Decreto nº 7.9, de

Leia mais

Negócios pela Internet. / NT Editora. -- Brasília: 2013. 119p. : il. ; 21,0 X 29,7 cm.

Negócios pela Internet. / NT Editora. -- Brasília: 2013. 119p. : il. ; 21,0 X 29,7 cm. Autor Renata Severiano Administradora. Especialista em Planejamento e Administração de Recursos Humanos, Gestão pela Qualidade e Educação a Distância. Ex-coordenadora pedagógica em EAD do Grupo NT, Ex-coordenadora

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Egov Inclusão digital. Aires José Rover

Egov Inclusão digital. Aires José Rover Egov Inclusão digital Aires José Rover Definições e-governo: utilização de tecnologia da informação na administração pública para prestação de serviços on line e para a disseminação das mais variadas informações

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRA4007 EDITAL Nº 3/2010 1. Perfil: no. 1 Sol e Praia 3. Qualificação educacional: Pós-graduação em turismo, geografia, educação ambiental, recreação

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA Curitiba tem se mostrado uma cidade dinâmica e de grandes oportunidades para os trabalhadores e empreendedores.

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação Gestão da Tecnologia da Informação A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Institui o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

I Fórum Nacional Conjunto Consad Conseplan - Confaz

I Fórum Nacional Conjunto Consad Conseplan - Confaz I Fórum Nacional Conjunto Consad Conseplan - Confaz Avanços do trabalho desenvolvido no âmbito do Ciclo de Debates sobre Relações Público-Privadas e Compras Públicas Estaduais 13 de novembro de 2014 Relações

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

Tamiris Cristine Teodoro de Souza. Rua General Jardim, 36-5º andar- Vila Buarque CEP: 01223-906 - São Paulo- SP. Email: sinasc@prefeitura.sp.gov.

Tamiris Cristine Teodoro de Souza. Rua General Jardim, 36-5º andar- Vila Buarque CEP: 01223-906 - São Paulo- SP. Email: sinasc@prefeitura.sp.gov. 2ªE di ç a or e v i s t aea mpl i a da F e v e r e i r o/2013 2013, Prefeitura do Município de São Paulo É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que citada a fonte. PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL

SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL 1 SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL Toda organização, pública ou privada, independente de seu tamanho, deve constituir uma área para atendimento às demandas dos colaboradores

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL A Fundação Interuniversitária de Estudos e Pesquisa sobre o Trabalho (UNITRABALHO), criada em 1996 com a missão de integrar universidades

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE BOLETIM DE SERVIÇO ANO XLIV N. 082 28/05/2014 SEÇÃO IV PÁG. 09 SEÇÃO IV

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE BOLETIM DE SERVIÇO ANO XLIV N. 082 28/05/2014 SEÇÃO IV PÁG. 09 SEÇÃO IV ANO XLIV N. 082 28/05/2014 SEÇÃO IV PÁG. 09 SEÇÃO IV Edital do Processo Seletivo para o Curso Micropolítica da Gestão e Trabalho em Saúde EDITAL PARA SELEÇÃO DE TUTORES A Universidade Federal Fluminense,

Leia mais

180 Telefónica, S.A. Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa 2004. Fornecedores

180 Telefónica, S.A. Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa 2004. Fornecedores 180 Telefónica, S.A. Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa 2004 09 Fornecedores Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa 2004 Telefónica, S.A. 181 09/01 Grande número de fornecedores 09/02

Leia mais

webaula S/A 1 de 15 Grupo webaula Educação sem fronteiras

webaula S/A 1 de 15 Grupo webaula Educação sem fronteiras webaula S/A 1 de 15 Grupo webaula 1. LMS webaula O LMS WEBAULA (Learning Management System) foi desenvolvido especialmente para promover a capacitação e reciclagem teórica e prática dos colaboradores de

Leia mais

Soluções em TI ao alcance de todos

Soluções em TI ao alcance de todos Você sabia que a sua prefeitura, independentemente do tamanho, pode ser beneficiada com o uso de mais de 50 aplicações que fazem parte do Portal do Software Público Brasileiro? Soluções em TI ao alcance

Leia mais

As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas. Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional

As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas. Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional OBJETIVO DAS NORMAS (linhas da esquerda para a direita) 8.666/93 Lei Geral de

Leia mais

VALIDAÇÃO DO PRÊMIO CEARÁ DE CIDADANIA ELETRÔNICA 2013

VALIDAÇÃO DO PRÊMIO CEARÁ DE CIDADANIA ELETRÔNICA 2013 VALIDAÇÃO DO PRÊMIO CEARÁ DE CIDADANIA ELETRÔNICA 2013 ABRIL/2013 PROGRAMAÇÃO 1. OBJETIVO, OBJETO E PÚBLICO ALVO 2. CARACTERÍSTICAS 3. CATEGORIAS E COMISSÕES 4. CRITÉRIOS 5. FASES 6. FORMULÁRIO 7. VENCEDORES

Leia mais

Portal Cidadão - Governo

Portal Cidadão - Governo Portal Cidadão - Governo A Certisign Manaus Recife Brasília Goiânia Belo Horizonte São Paulo Rio de Janeiro Porto Alegre A Certisign Pioneira no mercado Certificação na América Latina Única com foco exclusivo

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4011 EDITAL Nº 01/2010 1. Perfil: Iphan Central 15 3. Qualificação educacional: - Graduação concluída em Arquitetura e Urbanismo, desejável Pósgraduação

Leia mais

Projetos: Terminologia e Aplicações

Projetos: Terminologia e Aplicações Capítulo 1 Projetos: Terminologia e Aplicações A profissionalização da área de Gerenciamento de Projetos é cada vez maior, não somente no Brasil, mas de modo universal. Tal fato é evidenciado observando-se

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

QUEM SOMOS NOSSO NEGÓCIO

QUEM SOMOS NOSSO NEGÓCIO QUEM SOMOS Somos uma empresa brasileira dedicada a construir e prover soluções que empregam tecnologias inovadoras, combinadas com a identificação por rádio frequência (RFID), análise de imagens (imagens

Leia mais

ESTRUTURA PARA PORTAIS ELETRÔNICOS MUNICIPAIS

ESTRUTURA PARA PORTAIS ELETRÔNICOS MUNICIPAIS ESTRUTURA PARA PORTAIS ELETRÔNICOS MUNICIPAIS 1. Apresentação Os sites e sistemas web desenvolvidos pela Dynamika apresentam um conjunto de critérios de desenvolvimento que visam entregar o projeto de

Leia mais

Acesse: www.eyenet.com.br ou ligue : (11) 5049-0441

Acesse: www.eyenet.com.br ou ligue : (11) 5049-0441 1 2 1) Proposta Comercial 2) Cases 3) Apresentação Eyenet 3 Objetivos do Projeto Construir uma intranet, oferecendo aos gestores, uma ferramenta web de fácil atualização de conteúdos, tornando-o um meio

Leia mais

Portal TRILHAS em números

Portal TRILHAS em números Portal TRILHAS Portal TRILHAS em números Projeção dos Acessos Número de usuários cadastrados: 14.289 * - 20.381 acessos (duração aproximada de 15 minutos); - 12 páginas, em média, acessadas por visita.

Leia mais

aumentar a arrecadação?

aumentar a arrecadação? Como aumentar a arrecadação? Como economizar recursos públicos? Como modernizar a Gestão Pública? Como oferecer melhores serviços ao cidadão? Melhoria da Gestão com o uso de Tecnologia da Informação Melhore

Leia mais

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ MISSÃO: Garantir prestação jurisdicional rápida, acessível e efetiva no âmbito da sua competência. DESCRIÇÃO DA MISSÃO: A Justiça Federal no Paraná existe para garantir direitos

Leia mais

Governo Eletrônico nos Municípios do Alto Vale do Itajaí - Santa Catarina Projeto Transreg

Governo Eletrônico nos Municípios do Alto Vale do Itajaí - Santa Catarina Projeto Transreg Governo Eletrônico nos Municípios do Alto Vale do Itajaí - Santa Catarina Projeto Transreg RESUMO A rápida evolução das tecnologias da informação e comunicação, hoje presentes em diversas áreas da sociedade,

Leia mais

DESENVOLVER SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA PEQUENAS EMPRESAS

DESENVOLVER SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA PEQUENAS EMPRESAS Palestras Gerenciais DESENVOLVER SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA PEQUENAS EMPRESAS O NEGÓCIO E AS NECESSIDADES DO MERCADO Manual do participante Autoria: Egnaldo Cesar O. Paulino Jorge Luiz da Rocha Pereira

Leia mais

ANEXO VII FICHA DE INSCRIÇÃO

ANEXO VII FICHA DE INSCRIÇÃO ANEXO VII FICHA DE INSCRIÇÃO MINISTÉRIO SUPERVISOR: Ministério da Educação ÓRGÃO/ENTIDADE: Universidade Federal de Santa Maria/RS DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Campus Centro de Educação da UFSM RESPONSÁVEL:

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI Secretaria de Articulação Institucional SAI O Processo de Construção do SNC Teresina-PI 04/Dez/2012 A Importância Estratégica do SNC Após os inúmeros avanços ocorridos nos últimos anos no campo da cultura

Leia mais

Capítulo 2 E-Business global e colaboração

Capítulo 2 E-Business global e colaboração Objetivos de estudo Capítulo 2 E-Business global e colaboração Quais as principais características de um negócio que são relevantes para a compreensão do papel dos sistemas de informação? Como os sistemas

Leia mais

Ângela F. Brodbeck. Ana Maria Rizzo Silva

Ângela F. Brodbeck. Ana Maria Rizzo Silva Alinhamento Estratégico entre TI e Negócio Alinhamento entre Ações Estratégicas, Processos e iniciativas de Tecnologia de Informação Novembro, 2013 Ângela F. Brodbeck Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

Estudo comparado de duas experiências municipais de ASCOMs releitura à luz dos Planos Municipais de Saúde 2010-2013

Estudo comparado de duas experiências municipais de ASCOMs releitura à luz dos Planos Municipais de Saúde 2010-2013 Estudo comparado de duas experiências municipais de ASCOMs releitura à luz dos Planos Municipais de Saúde 2010-2013 Aurea Maria da Rocha Pitta aureapitta@fiocruz.br Grupo de Pesquisa Governos e Sociedade

Leia mais