Osteoporose 2. Definição de Osteoporose 3. Fisiopatologia da Osteoporose 4. Como se faz o diagnóstico de osteoporose 8 Diagnóstico 9

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Osteoporose 2. Definição de Osteoporose 3. Fisiopatologia da Osteoporose 4. Como se faz o diagnóstico de osteoporose 8 Diagnóstico 9"

Transcrição

1 2011/2012 Módulo V.II Endocrinologia Tema da Aula: Patologia Mineral - Osteoporose Docente: Dr. Mário Rui Mascarenhas Data: 11/01/2012 Número da Aula Previsto: 30 Desgravador: Francisca Costa, Joana Carvalho Corrector: João Dias Ferreira Bibliografia Slides da aula Desgravada de Reumatologia de Osteoporose Desgravada de Terapêutica da Osteoporose Harrison s Internal Medicine 18th ed. Nota do corrector: A aula foi muito superficial, o áudio foi de má qualidade e o professor dispersou-se muito por outros assuntos e não foi muito esclarecedor, pelo qual recomendamos a consulta da bibliografia recomenda supracitada. Índice Osteoporose 2 Considerações Gerais 2 Definição de Osteoporose 3 Tipos de Osteoporose 4 Fisiopatologia da Osteoporose 4 Factores de risco para fracturas osteoporóticas 7 Como se faz o diagnóstico de osteoporose 8 Diagnóstico 9 Diagnóstico clínico 9 Osteoporose secundária 10 Quando se deve pensar em osteoporose secundária 10 História clínica 10 Terapêutica 12 Fármacos 12 Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 1 de 12

2 Endocrinologia Osteoporose Considerações Gerais A osteoporose é a doença mineral, metabólica do osso, das mais frequentes no mundo. É menos frequente nos locais onde o tempo de vida é curto, ou seja, África e China. Estes países nem têm diabetes nem têm osteoporose associada, só se tiverem uma causa secundária para a osteoporose. Este gráfico salienta a variação da massa óssea nas mulheres, pico de massa óssea aos anos de idade e os homens em média têm uma massa óssea superior à da mulher. Há aqui uma curva em que a mulher perde muita massa óssea, associada à menopausa, pela ausência dos estrogénios. Aos 60 anos, como aumentam as alterações da estrutura óssea e como também há uma maior tendência para as quedas, sobretudo nas mulheres, nomeadamente fracturas do colo do úmero, fracturas do antebraço, que muitas delas são assintomáticas, e as fracturas do colo do fémur. Fig. 1 Curva da Massa Óssea Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 2 de 12

3 Patologia Mineral - Osteoporose Os factores influentes na aquisição de massa óssea são os estrogénios, que vão aumentar a capacidade de crescimento do osso na pré puberdade e na puberdade, portanto são muito importantes para o crescimento dos ossos (na zona das epífises) e da massa óssea. Os androgénios vão fazer com que haja uma formação óssea superior dentro dos ossos, na medula óssea, que é importante para a manutenção da massa óssea e também da massa muscular. Os androgénios e a hormona de crescimento também estão associados à parte muscular. Se o indivíduo tiver uma atrofia muscular ou tiver uma massa muscular não muito desenvolvida, não é capaz de coordenar tão bem os movimentos e a tendência para o desequilíbrio e para as quedas é maior. Quanto maior for o numero de quedas, maior será a probabilidade de fracturas. A massa óssea vai depender dos factores hormonais, da exposição solar (indirectamente), da nutrição e de factores genéticos. A exposição ao Sol é importante por causa da vitamina D, os níveis de vitamina D são mais elevados na exposição ao Sol, os raios solares têm que atingir directamente a nossa pele, o que é dificultado em parte pelos protectores solares. O leite, o iogurte e os ovos também têm vitamina B12 (ou D12), mas o óleo de também tem (fim do séc XIX, início do séc XX). A tendência seria para esperar que nos países em que há menor exposição solar, haveria mais osteoporose, mas verificou-se em estudos feitos que na Índia e nos países árabes há uma grande diminuição da massa óssea. Definição de Osteoporose A Osteopose caracteriza-se pela diminuição da resistência óssea que predispõe ao aumento do risco de fractura. Resistência óssea = Qualidade do Osso + Densidade óssea Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 3 de 12

4 Endocrinologia Tipos de Osteoporose Primária Tipo 1 ou pós-menopausa Tipo 2 ou senil, associada ao envelhecimento Idiopática (juvenil) Secundária Temos 2 tipos de osteoporose: primária, associada ao envelhecimento que é tipo II, e a associada à menopausa que é tipo I. Existe também a idiopática (não se sabe a causa) e a secundária. Para todos os casos de osteoporose nós devemos tentar saber qual é a causa. Temos que ter a certeza que aquela perda de massa óssea, não é causada por nenhuma doença. Portanto, a osteoporose secundária, na pós-menopausa na mulher aparece em cerca de 20 a 30% dos casos e no homem em mais de 50% dos casos independentemente da idade. Fisiopatologia da Osteoporose Fig. 2 Fisiopatologia da Osteoporose Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 4 de 12

5 Patologia Mineral - Osteoporose Poderá haver um défice de aquisição porque há uma diminuição da actividade física durante a infância e adolescência, hábitos alimentares menos correctos e quando houverem quedas haverá então o aparecimento de fracturas. As causas principais das doenças que estão associadas à perda de massa óssea são: hipogonadismo, que é a causa principal, com uma diminuição muito marcada dos estrogénios; a inibição da supra-renal por corticoides que são utilizados com frequência em algumas doenças respiratórias (asma, DPOC) e de pele como lúpus. Em relação às crianças a administração continua de glicocorticoides naquelas situações provoca um atraso do crescimento. (O professor descreveu um caso dele em que teve que baixar a dose de corticoides, para a prevenção da asma, a um doente devido ao atraso de crescimento que apresentava). Outras causas Fig.3 Causas de Osteoporose Comparamos este grupo de mulheres com hipertiroidismo com um grupo controle, escolhemos as mulheres do grupo controle uma a uma exactamente com o mesmo peso, a mesma estatura e a mesma quantidade de massa gorda e de massa magra, IMC e idade. Verificamos que as que tinham hipertiroidismo tinham uma massa óssea francamente reduzida e o mesmo se passava, isto ao nível da coluna lombar, com o osso trabecular, em que há um metabolismo muito mais activo e em que as alterações metabólicas têm muito mais Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 5 de 12

6 Endocrinologia consequências que levam a uma grande perda de massa óssea ou a um aumento de massa óssea. Também a nível do colo cúbito e do rádio distal havia grande perda de massa óssea. Em doentes com hipertiroidismo em que a doença vai cursar durante anos, em modo sub-clínico, estão a perder massa óssea. A perda de massa óssea é perda de massa magra, massa muscular que tem como complicação rabdomiólise. Na maior parte das doenças o que vai acontecer é um aumento do débito da actividade osteoclástica em relação à actividade osteoblástica, do tempo da reabsorção óssea em detrimento da formação óssea que vai levar a perda de massa óssea. Nos indivíduos que fazem corticoterapicos de modo prolongado, pelo contrário o que vai acontecer numa fase inicial é diminuição da formação óssea e uma atenuação da reabsorção óssea. Mas o esquema geral é diminuição da actividade osteoblástica e aumento da actividade osteoclástica, isso é que vai levar à perda de massa óssea. Prevalência da osteoporose Fig.4 Prevalência da Osteoporose Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 6 de 12

7 Patologia Mineral - Osteoporose Factores de risco para fracturas osteoporóticas Fig. 5 Factores de risco para fractura osteoporótica Major e minor. A idade é o factor principal, quem já teve uma fractura osteoporótica prévia vai ter provavelmente uma ou mais fracturas expostas no futuro, fractura das ancas, são critérios major. A osteoporose causa um número elevadíssimo de fracturas, sendo as principais as do colo do fémur, 19%, as da anca são 20%, as dos colles 19% e as vertebrais são 40%. Portanto uma grande incidência de fracturas vertebrais osteoporóticas. Complicações das fracturas do colo do fémur Morte em 25% dos homens e das mulheres no ano seguinte, os que sobrevivem ficam com incapacidades permanentes a maior parte deles (a vestir-se, a subir escadas), vão ter uma má qualidade de vida. Complicações das fracturas vertebrais Compressão Medular Sifose (Dorsais) Insuficiência Respiratória (Dorsais) Outros Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 7 de 12

8 Endocrinologia Quem já fracturou uma vez tem uma probabilidade extremamente elevada de fracturar novamente Costelas. Como se faz o diagnóstico de osteoporose Se assintomáticos: Densitometria óssea; Radiografia da coluna; Medição dos doentes, diminuição de 2-3 cm, significa várias fracturas vertebrais ou alterações dos discos (medição exacta anterior, método por comparação). O problema da osteoporose pode não ser só a fractura como a deformações ósseas. Entre 20% a 30% dos indivíduos morre um ano após a fractura, as incapacidades decorrentes, 30% fica incapaz de fazer as actividades da rotina diária. A prevalência é maior no sexo feminino, 3 vezes superiores. Os factores não modificáveis sexo (feminino), fractura anterior, idade. A mortalidade é superior nos homens que fazem fracturas osteoporóticas do que nas mulheres. A doença é muito mais grave no sexo masculino do que no sexo feminino, com um aumento da mortalidade e morbilidade associado. A sobrevivência das lesões osteoporóticas, na observada é 25% menos ao fim de 5 anos do que a população que não fez fracturas. A densitometria é o melhor método de diagnóstico para a osteoporose, é um diagnóstico precoce. Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 8 de 12

9 Patologia Mineral - Osteoporose Diagnóstico Score T é o número standart de desvios superior ou inferior à média da população jovem. Só dá o resultado etiológico, só refere a presença de diminuição da massa óssea. Nota: Osso normal: T-score mais de -1 Osteopenia: T-score entre -1 e -2.5 Osteoporose: T-score menos de -2.5 Score Z é o número standart de desvios superior ou inferior à média dos indivíduos da mesma idade. A realçar: T-score -2,5 DP nem sempre significa osteoporose, pode ser osteomalácia, o diagnóstico é feito pela doseamento da vitamina D e da fosfatase alcalina óssea muito aumentada ( a vitamina D é 10 a 15 vezes mais dispendiosa). Diagnóstico clínico Pode ser feito sem o recurso à densitometria, através da radiografia da coluna, por suspeita de fracturas, dá o diagnóstico de fractura osteoporótica. Só 25% dos indivíduos que tem osteoporose, tem também fracturas osteoporóticas, a grande maioria aparece em indivíduos que tem uma massa óssea normal. O que se concluí que há outros factores além da densidade óssea que interferem na qualidade do osso. Existem exames que a avaliam a qualidade do osso (dimensões das trabéculas, espaços inter-trabeculares), para além da densitometria. A avaliação da densidade óssea faz-se pelo diagnóstico precoce da osteoporose, pela prevenção do risco fracturário e pela monitorização da terapêutica. Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 9 de 12

10 Endocrinologia Surgiu uma ferramenta o FRAX: WHO Fracture RISK Assessment Tool, para ajudar os médicos, no sentido tentar eliminar exames excessivos. Osteoporose secundária Mais frequente no homem que na mulher; Fracturas em idades jovens. Quando se deve pensar em osteoporose secundária Mulher em idade fértil Homem com menos de anos Fracturas frequentes Fracturas repetidas em locais não habituais Dissociação entre o local da fractura e a idade do doente (p.ex. colo fémur antes dos 70 anos) Z-score < 1,5 DP Doenças relacionadas: Conetivites Hipertiroidismo Hipogonadismo Hiperparatiroidismo Toma de glicocorticóides História clínica Factores de risco sociais para perda de massa óssea Baixo consumo de cálcio Alcoolismo Sedentarismo Doenças crónicas Medicação anterior e actual Estilo de vida Osteoporose familiar Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 10 de 12

11 2011/2012 Exame físico Visão alterações da visão associado a alterações do equilíbrio, com quedas frequentes; Estado de nutrição; Força muscular; Alterações dos membros inferiores; Cifose. Exames de rotina Hemograma (anemia); VS; Electroforese das proteínas; Cálcio, fósforo e calciúria; Fosfatase alcalina: alterada na osteomalácia, na doença de Paget do osso e em metástases; Função renal e função hepática; Ferro e sua cinética. Outros exames em função do contexto clínico Função tiroideia - TSH (T3 e T4 livres) Função das gónadas - testosterona, estradiol, gonadotrofinas PTHi 25(OH)D Cortisolúria 24 h Auto-anticorpos anti-gliadina Marcadores de remodelação óssea: CTX, PINP Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 11 de 12

12 Endocrinologia Terapêutica Recomendações gerais: Alteração do estilo de vida (nutrição e actividade física); Medidas de prevenção de quedas; Terapêutica dirigida à etiologia (ex: no hipogonadismo dar hormonas sexuais); Empírica em Alternativa ou Associação (Sempre associação Suplementos de Cálcio + Vitamina D). Fármacos: Aumento da actividade dos osteoblastos osteoformadores; Diminuição de reabsorção óssea esteróides sexuais e os bifosfonatos; Acido hialorónico - dá-se uma vez por ano; Ranelato de estrôncio - acção dupla (em parte diminui a reabsorção óssea e em parte aumenta a formação óssea); Osteoformadores (1-84 PTH) - toma descontínua - por via subcutânea, uma vez por dia durante 7 meses, no total de 18 meses, podendo aparecer Osteoblastomas, após este período; Bifosfonatos - toma durante 4 a 5 anos. Comissão de Curso 07/13 5º Ano Página 12 de 12

Dossier Informativo. Osteoporose. Epidemia silenciosa que afecta 800.000 pessoas em Portugal

Dossier Informativo. Osteoporose. Epidemia silenciosa que afecta 800.000 pessoas em Portugal Dossier Informativo Osteoporose Epidemia silenciosa que afecta 800.000 pessoas em Portugal 2008 1 Índice 1. O que é a osteoporose? Pág. 3 2. Factores de risco Pág. 4 3. Prevenção Pág. 4 4. Diagnóstico

Leia mais

Reabilitação fisioterapêutica do idoso com osteoporose

Reabilitação fisioterapêutica do idoso com osteoporose Definição Reabilitação fisioterapêutica do idoso com osteoporose Distúrbio osteometabólico, de origem multifatorial, caracterizado pela diminuição da densidade mineral óssea e deterioração de sua micro

Leia mais

Osteoporose Prevenção e Tratamento

Osteoporose Prevenção e Tratamento Osteoporose Prevenção e Tratamento ANDRÉA ASCENÇÃO MARQUES Abril 2013 amarques@reumahuc.org Osteoporose É uma doença onde existe baixa densidade óssea microarquitetura do osso. e deterioração da Osso com

Leia mais

OSTEOPOROSE: CLASSIFICAÇÃO E DIAGNÓSTICO. Juliana Maia 04/10/11

OSTEOPOROSE: CLASSIFICAÇÃO E DIAGNÓSTICO. Juliana Maia 04/10/11 OSTEOPOROSE: CLASSIFICAÇÃO E DIAGNÓSTICO Juliana Maia 04/10/11 INTRODUÇÃO É um distúrbio osteometabólico caracterizado pela diminuição da densidade mineral óssea (DMO), com deterioração da microarquitetura

Leia mais

www.fisiofitsenior.com.br

www.fisiofitsenior.com.br www.fisiofitsenior.com.br Índice Definição... Dados estatísticos... pg 03 pg 06 Causas e fatores de risco... pg 09 Tratamentos... pg 14 Atividades físicas e osteoporose... pg 15 Nutrientes recomendados...

Leia mais

NORMA DE BOA PRÁTICA CLÍNICA

NORMA DE BOA PRÁTICA CLÍNICA NÚMERO: 001/2010 DATA: 30/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Prescrição da Osteodensitometria na Osteoporose do Adulto Osteodensitometria Médicos do Serviço Nacional de Saúde Departamento

Leia mais

OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA

OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA Universidade do Minho Escola de Engenharia OSTEOPOROSE VS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS USANDO A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA QUANTITATIVA José Artur Rodrigues Nº 55574 Orientador: Prof. Higino Correia Mestrado

Leia mais

OSTEOPOROSE. Disciplina de Reumatologia da FML. Prof M Viana Queiroz Prof João Eurico Fonseca Profª Helena Canhão

OSTEOPOROSE. Disciplina de Reumatologia da FML. Prof M Viana Queiroz Prof João Eurico Fonseca Profª Helena Canhão OSTEOPOROSE Disciplina de Reumatologia da FML Prof M Viana Queiroz Prof João Eurico Fonseca Profª Helena Canhão DEFINIÇÃO Doença óssea sistémica caracterizada por baixa massa óssea, deterioração da micro-arquitectura

Leia mais

O que é a osteoporose?

O que é a osteoporose? Introdução O que é a osteoporose? Toda a gente sabe que o aumento da fragilidade dos ossos e consequente risco de fracturas, assim como o encurvamento da coluna e a perda de altura, fazem parte do processo

Leia mais

PRIMEIRA FRATURA. FAÇA COM que A SUA SEJA A SUA ÚLTIMA. www.spodom.org. www.iofbonehealth.org

PRIMEIRA FRATURA. FAÇA COM que A SUA SEJA A SUA ÚLTIMA. www.spodom.org. www.iofbonehealth.org FAÇA COM que A SUA PRIMEIRA FRATURA SEJA A SUA ÚLTIMA www.iofbonehealth.org Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas www.spodom.org O QUE É A OSTEOPOROSE? A osteoporose é uma doença

Leia mais

Osteoporose. Conceito e Diagnóstico SPR- Reciclagem 2010

Osteoporose. Conceito e Diagnóstico SPR- Reciclagem 2010 Osteoporose Conceito e Diagnóstico SPR- Reciclagem 2010 Guadalupe Pippa Serviço de Reumatologia Hospital Heliopolis Escola de Medicina da Universidade Anhembi Morumbi Definição de Osteoporose Osteoporose

Leia mais

Complicações Tardias do HIV Vitamina D e Metabolismo Ósseo

Complicações Tardias do HIV Vitamina D e Metabolismo Ósseo Complicações Tardias do HIV Vitamina D e Metabolismo Ósseo Mônica Jacques de Moraes Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP V Congresso Norte-Nordeste de Infectologia Fortaleza, 4 a 6 de dezembro de 2014

Leia mais

Brígida Ferrão. 10 de Outubro de 2014

Brígida Ferrão. 10 de Outubro de 2014 Brígida Ferrão 10 de Outubro de 2014 DEFINIÇÃO Sistema Endócrino conjunto de orgãos e tecidos que produzem hormonas, libertadas na corrente sanguínea e que controlam outros orgãos alvo Envelhecimento tecidos

Leia mais

DOENÇAS ÓSSEAS. M. Cristina Marques Fac. Farmácia de Lisboa

DOENÇAS ÓSSEAS. M. Cristina Marques Fac. Farmácia de Lisboa DOENÇAS ÓSSEAS M. Cristina Marques Fac. Farmácia de Lisboa 2007 BALANÇO DO CÁLCIO HORMONAS QUE CONTROLAM A CALCÉMIA SÍNTESE DE VITAMINA D RESPOSTAS À HIPOCALCÉMIA RESPOSTAS À HIPERCALCÉMIA HIPERCALCÉMIA

Leia mais

PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Raquel Lino de Menezes 8, Francielda Geremias da Costa Luz¹, Maycon Allison Horácio de

Leia mais

TRIAGEM DE OSTEOPOROSE E OSTEOPENIA EM PACIENTES DO SEXO FEMININO, ACIMA DE 45 ANOS E QUE JÁ ENTRARAM NA MENOPAUSA

TRIAGEM DE OSTEOPOROSE E OSTEOPENIA EM PACIENTES DO SEXO FEMININO, ACIMA DE 45 ANOS E QUE JÁ ENTRARAM NA MENOPAUSA TRIAGEM DE OSTEOPOROSE E OSTEOPENIA EM PACIENTES DO SEXO FEMININO, ACIMA DE 45 ANOS E QUE JÁ ENTRARAM NA MENOPAUSA PAULINO, Matheus Veloso 1 ; TAVEIRA, Roberto Brasil Rabelo 2 ; SILVA, Ana Paula Nascimento

Leia mais

Osteoporose no Paciente Jovem. R4 André Ricardo Fuck Orientadora: Profª Drª Carolina A. M. Kulak

Osteoporose no Paciente Jovem. R4 André Ricardo Fuck Orientadora: Profª Drª Carolina A. M. Kulak Osteoporose no Paciente Jovem R4 André Ricardo Fuck Orientadora: Profª Drª Carolina A. M. Kulak Incomum em jovens e geralmente devido causa secundária Critérios densitométricos da ISCD e SBDens: Homens

Leia mais

A ENDOCRINOLOGIA CLÍNICA

A ENDOCRINOLOGIA CLÍNICA 9º Curso Pós-Graduado NEDO A ENDOCRINOLOGIA CLÍNICA Andropausa A. Galvão-Teles Lisboa, Fevereiro de 2010 Disfunção testicular no adulto Disfunção eixo hipotálamo-hipófise-gónada Hipogonadismo Testosterona

Leia mais

Osteoporose: o ladrão silencioso

Osteoporose: o ladrão silencioso A ENFERMAGEM É IMPORTANTE A Enfermagem é importante fornece informação breve de referência, com uma perspectiva internacional da profissão de enfermagem sobre questões sociais e de saúde actuais Osteoporose:

Leia mais

Osteoporose. Definição de osteoporose. A mais nova NIH Consensus Conference

Osteoporose. Definição de osteoporose. A mais nova NIH Consensus Conference Osteoporose Normal Bone Osteoporotic Bone Definição de osteoporose A velha para distinguir osteoporose de osteomalácia: uma quantidade reduziadade osssoque é qualitativamente normal A nova Introduz o conceito

Leia mais

Fisiopatologia da menopausa

Fisiopatologia da menopausa Fisiopatologia da menopausa SUSANA ANTUNES*, OFÉLIA MARCELINO*, TEREZA AGUIAR* RESUMO A menopausa representa o fim das menstruações espontâneas da mulher. Neste artigo, faz-se uma breve revisão, referindo

Leia mais

Módulo II.III- Fisiologia. Bibliografia: Textbook of Medical Phisiology, Guyton, A. e Hall, J. 11ª Edição, págs. 918-930

Módulo II.III- Fisiologia. Bibliografia: Textbook of Medical Phisiology, Guyton, A. e Hall, J. 11ª Edição, págs. 918-930 Módulo II.III- Fisiologia Tema da Aula: Hipófise Docente: Dr. Eduardo Teles Martins Data: 09/12/2008 Número da Aula Previsto: 17 Desgravador: Ana Rita Antão Corrector: Gonçalo Santos www.comissaodecurso0713fml.blogspot.com

Leia mais

PREVALÊNCIA DE OSTEOPOROSE E CONDUTA TERAPÊUTICA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA ATENDIDAS POR UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE MANDAGUAÇU - PR

PREVALÊNCIA DE OSTEOPOROSE E CONDUTA TERAPÊUTICA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA ATENDIDAS POR UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE MANDAGUAÇU - PR ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PREVALÊNCIA DE OSTEOPOROSE E CONDUTA TERAPÊUTICA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA ATENDIDAS POR UMA UNIDADE

Leia mais

1. INTRODUÇÃO...3 2. RASTREIO E AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL...6 3. INTERVENÇÃO NUTRICIONAL...9

1. INTRODUÇÃO...3 2. RASTREIO E AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL...6 3. INTERVENÇÃO NUTRICIONAL...9 Importância da avaliação nutricional em Cuidados Continuados Março 2008 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. RASTREIO E AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL...6 3. INTERVENÇÃO NUTRICIONAL...9 4. GUIA PARA PREVENIR E

Leia mais

Como se protege da osteoporose

Como se protege da osteoporose Como se protege da osteoporose Ter osteoporose não é o fim do mundo mas implica algumas alterações nos hábitos. O que pode fazer para melhorar a sua qualidade de vida? Como pode evitar que ela chegue mais

Leia mais

SÔBRE LESÕES PAGETOIDES DO TECIDO ÓSSEO NA LEPRA

SÔBRE LESÕES PAGETOIDES DO TECIDO ÓSSEO NA LEPRA (Trabalho da Sencção de Anatomia PatoIógica do Instituto Conde de Lara, São Paulo, Brasil. Diretor: Prof. Walter Büngeler) SÔBRE LESÕES PAGETOIDES DO TECIDO ÓSSEO NA LEPRA PAULO RATH DE SOUSA Por determinação

Leia mais

Gisele Cristina Gosuen. Universidade Federal de São Paulo CRT em DST, Aids e Hepatites virais

Gisele Cristina Gosuen. Universidade Federal de São Paulo CRT em DST, Aids e Hepatites virais Manejo de Osteopenia-Osteoporose Gisele Cristina Gosuen Universidade Federal de São Paulo CRT em DST, Aids e Hepatites virais 26/04/2014 Conflito de interesse Resolução CFM nº 1.595 18 de Maio de 2000

Leia mais

Acabe, com a dor II 1

Acabe, com a dor II 1 ACABE COM A DOR Acabe, com a dor São as mulheres quem mais sofre quadros dolorosos, com maior frequência e em mais áreas corporais, revela a Associação fnternacional para o Estudo da Dor. Conheça as dores

Leia mais

Avaliação do risco de fratura por desmineralização óssea

Avaliação do risco de fratura por desmineralização óssea Avaliação do risco de fratura por desmineralização óssea Gisela Alice Soares Leite Relatório Final do Trabalho de Projeto apresentado à Escola Superior de Tecnologia e de Gestão Instituto Politécnico de

Leia mais

09/07/2014. Quando avaliar e como manejar Osteopenia e Osteoporose na DPOC. Fernando Lundgren. Osteopenia e Osteoporose na DPOC doença concomitante?

09/07/2014. Quando avaliar e como manejar Osteopenia e Osteoporose na DPOC. Fernando Lundgren. Osteopenia e Osteoporose na DPOC doença concomitante? Quando avaliar e como manejar Osteopenia e Osteoporose na DPOC Fernando Lundgren Pontos para pensar Osteopenia e Osteoporose na DPOC doença concomitante? Ocorre em todo paciente com DPOC? Se relaciona

Leia mais

Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com. Prof. Me Alexandre Rocha

Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com. Prof. Me Alexandre Rocha Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Personal Trainer Prof. Me Alexandre Rocha 1 Quem é o Idoso? ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS)

Leia mais

Teresa Branco COMO VENCER A FOME EMOCIONAL

Teresa Branco COMO VENCER A FOME EMOCIONAL Teresa Branco COMO VENCER A FOME EMOCIONAL CONTEÚDOS INTRODUÇÃO 7 COMO LER ESTE LIVRO 13 PRIMEIRA PARTE :: FOME EMOCIONAL E O AUMENTO DO PESO > Capítulo 1 :: PORQUE AUMENTAMOS DE PESO? 17 SEGUNDA PARTE

Leia mais

Programa Preliminar. Sessão de Comunicações Livres Moderadoras: Dra. Lucinda Santos e Dra. Manuela Oliveira

Programa Preliminar. Sessão de Comunicações Livres Moderadoras: Dra. Lucinda Santos e Dra. Manuela Oliveira Programa Preliminar 26 de Agosto 2015, Quarta-feira 18h00 Cerimónia de abertura Conferência inaugural: HISTÓRIA DA SIBOMM Dr. Raúl Jervis 27 de Agosto, Quinta-feira 10h45 11h15 Moderadoras: Dra. Lucinda

Leia mais

Anexo I - Questionário

Anexo I - Questionário Anexo I - Questionário Joana Alexandra de Jesus Amorim, aluna do 4º ano da Licenciatura em Enfermagem da Universidade Fernando Pessoa, encontra-se a realizar um trabalho de investigação com o título Cirurgia

Leia mais

Ana Paula Barbosa, Mário Rui Mascarenhas, Manuel Bicho, Isabel do Carmo

Ana Paula Barbosa, Mário Rui Mascarenhas, Manuel Bicho, Isabel do Carmo OSTEOPOROSE IATROGÉNICA Ana Paula Barbosa, Mário Rui Mascarenhas, Manuel Bicho, Isabel do Carmo Serviço de Endocrinologia,Diabetes e Metabolismo. Hospital Universitário de Santa Maria, C.H.L.N., E.P.E.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE FARMÁCIA

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE FARMÁCIA UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE FARMÁCIA CARACTERIZAÇÃO DO PADRÃO DE DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA OSTEOPOROSE EM MULHERES PROVENIENTES DE UM MEIO URBANO E DE UM MEIO RURAL. Bárbara Maria Balão da Silva

Leia mais

Estudo dos Factores de Risco na Ocorrência de Osteoporose

Estudo dos Factores de Risco na Ocorrência de Osteoporose Estudo dos Factores de Risco na Ocorrência de Osteoporose Jairson Conceição Dinis Relatório Final do Trabalho de Projecto apresentado à Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança

Leia mais

APROVADO EM 13-11-2015 INFARMED. Folheto informativo: Informação para o utilizador Ácido alendrónico Cinfa 70 mg comprimidos Ácido alendrónico

APROVADO EM 13-11-2015 INFARMED. Folheto informativo: Informação para o utilizador Ácido alendrónico Cinfa 70 mg comprimidos Ácido alendrónico Folheto informativo: Informação para o utilizador Ácido alendrónico Cinfa 70 mg comprimidos Ácido alendrónico Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento, pois contém informação

Leia mais

Dra Adriana de O Marinho Reumatologia e Clínica Médica Fone 3223-3830

Dra Adriana de O Marinho Reumatologia e Clínica Médica Fone 3223-3830 Dra Adriana de O Marinho Reumatologia e Clínica Médica Fone 3223-3830 O que é Osteoporose? A osteoporose é uma doença freqüente que é definida como diminuição absoluta da quantidade de osso e desestruturação

Leia mais

Processo de envelhecimento

Processo de envelhecimento Fernando Santos Processo de envelhecimento O idoso não é uma versão mais velha do adulto jovem O idoso tem características metabólicas distintas que alteram as necessidades em relação a nutrientes específicos

Leia mais

das Doenças Cérebro Cardiovasculares

das Doenças Cérebro Cardiovasculares Programa Regional de Prevenção e Controlo das Doenças Cérebro Cardiovasculares Índice Siglas e Acrónimos... 2 1. Contextualização... 3 2. População Alvo... 3 3. Objectivos... 4 4. Indicadores para Avaliação

Leia mais

A actividade física na prevenção da osteoporose.

A actividade física na prevenção da osteoporose. A actividade física na prevenção da osteoporose. Um estudo da importância da actividade física adequada em dois momentos da vida: na infância/adolescência e na senilidade. José Diogo Neves Vedes Porto,

Leia mais

OSTEOPOROSE. Doença óssea Metabólica

OSTEOPOROSE. Doença óssea Metabólica Doença óssea Metabólica OSTEOPOROSE É um distúrbio ósseo, metabólico, caracterizado por um declínio gradual, na massa óssea absoluta, com preservação do processo de mineralização. 0 declínio da densidade

Leia mais

Osteoporose. Disciplina de Fisiopatologia III Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Departamento de Analises Clínicas e Toxicológicas 27-09-07

Osteoporose. Disciplina de Fisiopatologia III Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Departamento de Analises Clínicas e Toxicológicas 27-09-07 FBC0417 - Fisiopatologia III Osteoporose Disciplina de Fisiopatologia III Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Departamento de Analises Clínicas e Toxicológicas 27-09-07 Prof. Mario H. Hirata FCF-USP

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS FATORES DE RISCO PARA OSTEOPOROSE E QUEDAS EM VISITANTES DO ESTANDE DA LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA DO XVI ECAM

LEVANTAMENTO DOS FATORES DE RISCO PARA OSTEOPOROSE E QUEDAS EM VISITANTES DO ESTANDE DA LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA DO XVI ECAM LEVANTAMENTO DOS FATORES DE RISCO PARA OSTEOPOROSE E QUEDAS EM VISITANTES DO ESTANDE DA LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA DO XVI ECAM Patrícia Azevedo Garcia 1,3,4 ; Ludmilla Pinto Guiotti Cintra 1,3,4

Leia mais

IMPORTANCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA EM DOENTES SUBMETIDOS A TRANSPLANTE RENAL E HEPÁTICO

IMPORTANCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA EM DOENTES SUBMETIDOS A TRANSPLANTE RENAL E HEPÁTICO IMPORTANCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA EM DOENTES SUBMETIDOS A TRANSPLANTE RENAL E HEPÁTICO Pereira, V.; Branco, E.; Menezes, M.D.; Silva, C.A.; Silveira, A.; Ventura, F.; Tomás, T. Novembro 2003 FUNDAMENTAÇÃO

Leia mais

Aula 23 Sistema endócrino

Aula 23 Sistema endócrino Aula 23 Sistema endócrino O sistema endócrino é formado por órgãos e tecidos que secretam hormônios. Os hormônios são lançados na corrente sangüínea e influenciam a atividade de células, órgãos ou sistemas.

Leia mais

OSTEOPOROSE: PREVENIR É POSSÍVEL!

OSTEOPOROSE: PREVENIR É POSSÍVEL! OSTEOPOROSE: PREVENIR É POSSÍVEL! 17 de Outubro a 2 de Novembro Exposição promovida pelo Serviço de Ginecologia do HNSR EPE OSTEOPOROSE: O QUE É? Osteoporose significa "osso poroso". É uma doença que se

Leia mais

CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE FRATURAS NA OSTEOPOROSE FRATURAS NÃO PREVENÇÃO SIM

CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE FRATURAS NA OSTEOPOROSE FRATURAS NÃO PREVENÇÃO SIM CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE FRATURAS NA OSTEOPOROSE FRATURAS NÃO PREVENÇÃO SIM O QUE É OSTEOPOROSE? Em termos simples, é a descalcificação do osso. O osso se enfraquece e fica mais fácil de quebrar. É um

Leia mais

Prolia para osteoporose

Prolia para osteoporose Data: 29/06/2013 Nota Técnica 105/2013 Número do processo: 0110170-82.2013-813.0525 Solicitante: Juiz de Direito Dr. Napoleão da Silva Chaves Réu: Estado de Minas Gerais Medicamento Material Procedimento

Leia mais

Modelação matemática para avaliar o risco de fratura por desmineralização óssea

Modelação matemática para avaliar o risco de fratura por desmineralização óssea 1 Modelação matemática para avaliar o risco de fratura por desmineralização óssea Daniel José Silva Teixeira Relatório Final do Trabalho de Projeto apresentado à Escola Superior de Tecnologia e Gestão

Leia mais

O que fazer perante diminuição da massa óssea

O que fazer perante diminuição da massa óssea 11º CURSO PÓS GRADUADO NEDO 2010 ENDOCRINOLOGIA CLÍNICA O que fazer perante diminuição da massa óssea J. Garcia e Costa Luso, 5 e 6 de Junho de 2010 O que fazer ou o que não fazer O IMPORTANTE É IDENTIFICAR

Leia mais

Assunto: Fibromialgia Nº: 45/DGCG DATA: 09/09/05. Administrações Regionais de Saúde e Médicos dos Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde

Assunto: Fibromialgia Nº: 45/DGCG DATA: 09/09/05. Administrações Regionais de Saúde e Médicos dos Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Fibromialgia Nº: 45/DGCG DATA: 09/09/05 Para: Contacto na DGS: Administrações Regionais de Saúde e Médicos dos Serviços Prestadores

Leia mais

Por não serem solúveis na água, os lípidos circulam no plasma sob a forma de lipoproteínas. Os ácidos gordos livres circulam ligados à albumina.

Por não serem solúveis na água, os lípidos circulam no plasma sob a forma de lipoproteínas. Os ácidos gordos livres circulam ligados à albumina. LIPOPROTEÍNAS E DISLIPIDÉMIAS Por não serem solúveis na água, os lípidos circulam no plasma sob a forma de lipoproteínas. Os ácidos gordos livres circulam ligados à albumina. Transporte dos lípidos Classificação

Leia mais

Anotadas do 5º Ano 2008/09 Data: 11/12/2008 Disciplina: Cirurgia 2. Obesidade

Anotadas do 5º Ano 2008/09 Data: 11/12/2008 Disciplina: Cirurgia 2. Obesidade Anotadas do 5º Ano 2008/09 Data: 11/12/2008 Disciplina: Cirurgia 2 Prof.: Professor Dr Bicha Castelo Tema da Aula Teórica: Obesidade, perspectivas terapêuticas cirúrgicas. Autor: Hugo Monteiro Equipa Revisora:

Leia mais

Patologias da coluna vertebral

Patologias da coluna vertebral Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias da coluna vertebral Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Escoliose idiopática Dorso curvo Cervicobraquialgia Lombalgia e lombociatalgia

Leia mais

Sistema neuro-hormonal

Sistema neuro-hormonal Sistema neuro-hormonal O que é o sistema neuro-hormonal? Qualquer alteração no exterior ou no interior do corpo corresponde a um Estímulo que provoca uma resposta do sistema neurohormonal. Como funciona

Leia mais

Módulo II.III - Fisiologia. Tema da Aula: Tiróide Docente: Prof. Alberto Escalda Data: 03/12/2008 Número da Aula Previsto:16

Módulo II.III - Fisiologia. Tema da Aula: Tiróide Docente: Prof. Alberto Escalda Data: 03/12/2008 Número da Aula Previsto:16 Módulo II.III - Fisiologia Tema da Aula: Tiróide Docente: Prof. Alberto Escalda Data: 03/12/2008 Número da Aula Previsto:16 Desgravador: Luís Miguel Magalhães Vieira Castro de Lemos Corrector: Ana Margarida

Leia mais

INTERATIVIDADE FINAL EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Atividade física e prevenção às drogas.

INTERATIVIDADE FINAL EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Atividade física e prevenção às drogas. Conteúdo: Atividade física e prevenção às drogas. Habilidades: Perceber a alienação das drogas e alcoolismo como destruidores da convivência e dignidade humana. Drogas O que são drogas? São substâncias,

Leia mais

FORTÉO Colter Pen. Eli Lilly do Brasil Ltda. Solução. 250 mcg/ml

FORTÉO Colter Pen. Eli Lilly do Brasil Ltda. Solução. 250 mcg/ml FORTÉO Colter Pen Eli Lilly do Brasil Ltda. Solução 250 mcg/ml 1 CDS23JAN14 FORTÉO Colter Pen teriparatida (derivada de ADN* recombinante) D.C.B. 08427 APRESENTAÇÕES FORTÉO Colter Pen é uma solução estéril,

Leia mais

ACTUALIZAÇÃO 2013. Maio 2013

ACTUALIZAÇÃO 2013. Maio 2013 ACTUALIZAÇÃO 2013 Maio 2013 As versões anteriores do PNSIJ 1992 2002 2005 Saúde infantil e juvenil: Programatipo de actuação Saúde infantil e juvenil: Programatipo de actuação (Orientações Técnicas) Idem

Leia mais

Inês Silva Pereira. Relatório de Estágio. Universidade Fernando Pessoa. Faculdade Ciências da Saúde

Inês Silva Pereira. Relatório de Estágio. Universidade Fernando Pessoa. Faculdade Ciências da Saúde Inês Silva Pereira Relatório de Estágio Universidade Fernando Pessoa Faculdade Ciências da Saúde Porto, 2014 Inês Silva Pereira Relatório de Estágio Universidade Fernando Pessoa Faculdade Ciências da

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 1. NOME DO MEDICAMENTO Aclasta 5 mg solução para perfusão 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada frasco com 100 ml de solução contém 5 mg de ácido

Leia mais

MEDICAMENTOS CONTENDO IODOCASEÍNA/TIAMINA AUTORIZADOS NA UNIÃO EUROPEIA Titular de Autorização de Introdução no Mercado.

MEDICAMENTOS CONTENDO IODOCASEÍNA/TIAMINA AUTORIZADOS NA UNIÃO EUROPEIA Titular de Autorização de Introdução no Mercado. ANEXO I LISTA DAS DENOMINAÇÕES, FORMA FARMACÊUTICA, DOSAGEM, VIA DE ADMINISTRAÇÃO, TITULARES DAS AUTORIZAÇÕES DE INTRODUÇÃO NO MERCADO NOS ESTADOS-MEMBROS (EEA) 1 Estado Membro Itália MEDICAMENTOS CONTENDO

Leia mais

Ana Rita Cardoso Dias Pinto

Ana Rita Cardoso Dias Pinto Ana Rita Cardoso Dias Pinto Prevenção no Controlo de Osteoporose: Universidade Fernando Pessoa Faculdade Ciências da Saúde Porto, 2012 Ana Rita Cardoso Dias Pinto Prevenção no Controlo de Osteoporose:

Leia mais

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e os desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Actividade física adequada e desporto

Leia mais

Data: 21/06/2013. NTRR 99/2013 Solicitante: Anacleto Falci 2º Juiz de Direito Auxiliar Comarca de Governador Valadares/MG. Numeração: 0191254-50.

Data: 21/06/2013. NTRR 99/2013 Solicitante: Anacleto Falci 2º Juiz de Direito Auxiliar Comarca de Governador Valadares/MG. Numeração: 0191254-50. NTRR 99/2013 Solicitante: Anacleto Falci 2º Juiz de Direito Auxiliar Comarca de Governador Valadares/MG. Numeração: 0191254-50.2013 Data: 21/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA:

Leia mais

Técnicas utilizadas na prevenção da osteoporose

Técnicas utilizadas na prevenção da osteoporose 1 Técnicas utilizadas na prevenção da osteoporose Luane Passos de Lima 1 Luane_passos@yahoo.com.br Dayana Priscila Maia Mejia 2 Pós Graduação em Ortopedia e Traumatologia com ênfase em Terapias Manuais

Leia mais

Etapa 4 - Avaliação. Ex.: 2. Ex.: 3. 1ª Etapa da avaliação: Avaliação de casos clínicos:

Etapa 4 - Avaliação. Ex.: 2. Ex.: 3. 1ª Etapa da avaliação: Avaliação de casos clínicos: Etapa 4 - Avaliação 1ª Etapa da avaliação: Avaliação de casos clínicos: São enviados por e-mail 10 (dez) casos clínicos ilustrados para serem respondidos. Valor dessa etapa: 10 pontos. Serão aprovados

Leia mais

ESTADO D O AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MAN AUS GABINETE VEREADOR JUNIOR RIBEIRO

ESTADO D O AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MAN AUS GABINETE VEREADOR JUNIOR RIBEIRO PROJETO DE LEI Nº. 253 / 2014 Dispõe sobre a obrigatoriedade do uso de equipamentos de Ionização de água potável em Unidades de Tratamento de doenças degenerativas da Rede Pública Municipal e de Organizações

Leia mais

MODELO DE BULA. FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES ENDRONAX (alendronato de sódio) 70 mg é apresentado em caixas contendo 4 comprimidos.

MODELO DE BULA. FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES ENDRONAX (alendronato de sódio) 70 mg é apresentado em caixas contendo 4 comprimidos. MODELO DE BULA Endronax alendronato de sódio FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES ENDRONAX (alendronato de sódio) 70 mg é apresentado em caixas contendo 4 comprimidos. USO ADULTO Via oral Composição: Cada

Leia mais

TESTE DE AVALIAÇÃO ESCRITA º 2 MÓDULO 2. Prova Escrita de Consulta da Disciplina de Saúde Infantil

TESTE DE AVALIAÇÃO ESCRITA º 2 MÓDULO 2. Prova Escrita de Consulta da Disciplina de Saúde Infantil TESTE DE AVALIAÇÃO ESCRITA º 2 MÓDULO 2 Curso Profissional de Técnico de Apoio à Infância/Ensino Secundário Prova Escrita de Consulta da Disciplina de Saúde Infantil Turma [I] do 10º Ano de Escolaridade

Leia mais

Posições Oficiais ISCD 2007

Posições Oficiais ISCD 2007 342 North Main Street West Hartford, CT 06117 PH: 860.586.7563 Fax: 860.586.7550 www.iscd.org Posições Oficiais ISCD 2007 A Sociedade Internacional de Densitometria Clínica (ISCD) é uma instituição multidisciplinar,

Leia mais

Provas de Função Pulmonar

Provas de Função Pulmonar Aula Prática Provas de Função Pulmonar Nataniel Gonçalves Rosa 5 de Novembro de 2014 Engenharia Biomédica Ventilação pulmonar Renovação do ar contido nos pulmões de modo espontâneo e por acção dos músculos

Leia mais

Programa Nacional para a Diabetes. Orientações Programáticas

Programa Nacional para a Diabetes. Orientações Programáticas Programa Nacional para a Diabetes Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional de Controlo da Diabetes existe, em Portugal, desde a década de setenta, tendo sido atualizado e revisto

Leia mais

TÍTULO: ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA

TÍTULO: ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada Imagem 01. Radiografia em perfil da coluna lombossacral Paciente masculino, 45 anos, apresenta dor lombar há 4 meses e limitação dos movimentos

Leia mais

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE 01 CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA OBESIDADE A obesidade é uma doença crónica que se caracteriza pelo excesso de gordura corporal e que atinge homens, mulheres e crianças de todas as etnias e idades. A sua prevalência

Leia mais

ANEXO III RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO DO ESTADO MEMBRO DE REFERÊNCIA COM ALTERAÇÕES

ANEXO III RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO DO ESTADO MEMBRO DE REFERÊNCIA COM ALTERAÇÕES ANEXO III RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO DO ESTADO MEMBRO DE REFERÊNCIA COM ALTERAÇÕES Nota: Este RCM foi o anexado à Decisão da Comissão na sequência do procedimento de arbitragem ao abrigo

Leia mais

Olhar do especialista

Olhar do especialista Olhar do especialista Opinião do especialista sobre a sua prática clinica ou acerca de um tema relevante OSTEOPOROSE: UM PROBLEMA COM INÍCIO NA INFÂNCIA Osteoporosis: a problem that starts in childhood

Leia mais

O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia.

O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia. SISTEMA ESQUELÉTICO Ossos do corpo humano se juntam por meio das articulações. E são responsáveis por oferecer um apoio para o sistema muscular permitindo ao homem executar vários movimentos. O sistema

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO PROFESSOR CLERSON

SISTEMA ENDÓCRINO PROFESSOR CLERSON SISTEMA ENDÓCRINO PROFESSOR CLERSON CARACTERÍSTICAS FUNCIONAMENTO DO CORPO COMUNICAÇÃO COM CÉLULAS: AÇÃO HORMONAL LIBERAÇÃO POR DETERMINADAS CÉLULAS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS: CÉLULAS PRODUTORAS DE HORMÔNIOS

Leia mais

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança

Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Congresso do Desporto Desporto, Saúde e Segurança Projecto Mexa-se em Bragança Organização: Pedro Miguel Queirós Pimenta Magalhães E-mail: mexaseembraganca@ipb.pt Web: http://www.mexaseembraganca.ipb.pt

Leia mais

MELHORE A SUA VIDA CUIDE DO SEU CORAÇÃO!

MELHORE A SUA VIDA CUIDE DO SEU CORAÇÃO! MAIO, MÊS DO CORAÇÃO MELHORE A SUA VIDA CUIDE DO SEU CORAÇÃO! 12 A 31 DE MAIO DE 2008 EXPOSIÇÃO ELABORADA PELA EQUIPA DO SERVIÇO DE CARDIOLOGIA, COORDENADA PELA ENFERMEIRA MARIA JOÃO PINHEIRO. B A R R

Leia mais

Hipogonadismo. O que é Hipogonadismo? Causas 25/02/ 2015. Minhavida.com.br

Hipogonadismo. O que é Hipogonadismo? Causas 25/02/ 2015. Minhavida.com.br Hipogonadismo O que é Hipogonadismo? Hipogonadismo é uma doença na qual as gônadas (testículos nos homens e ovários nas mulheres) não produzem quantidades adequadas de hormônios sexuais, como a testosterona

Leia mais

População Mundial. Prof. R O C H A

População Mundial. Prof. R O C H A População Mundial Prof. R O C H A Crescimento da População Conceitos Demográficos População absoluta Número total de habitantes Densidade demográfica ou população relativa número de habitantes por Km²,

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação... 7

SUMÁRIO. Apresentação... 7 SUMÁRIO Apresentação... 7 1. Os ciclos da vida... 15 Primeira fase: evolutiva, de maturação... 16 Segunda fase: relativa estabilidade... 18 Terceira fase: involutiva inicial... 20 A polêmica gerada pela

Leia mais

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO... 2 SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...12 OUTROS HÁBITOS SAUDÁVEIS...14 ATIVIDADE FÍSICA...14 CUIDADOS

Leia mais

Promoção da Actividade Física nos Idosos Acção Integrada para um Objectivo Comum

Promoção da Actividade Física nos Idosos Acção Integrada para um Objectivo Comum Promoção da Actividade Física nos Idosos Acção Integrada para um Objectivo Comum 1. Introdução O envelhecimento é um fenómeno universal, irreversível e inevitável em todos os seres vivos. Psicológico Social

Leia mais

Diagnóstico Diferencial Das Anemias

Diagnóstico Diferencial Das Anemias 2014 2 de Maio 6ª feira Diagnóstico Diferencial Das Anemias Sessão Televoter António Pedro Machado Manuel Ferreira Gomes Tolerabilidade Anemia Bem tolerada Mal tolerada Anemia crónica Anemia aguda Crónica

Leia mais

Projeto de Resolução n.º 238/XIII/1.ª. Recomenda ao Governo que implemente medidas de prevenção e combate à Diabetes e à Hiperglicemia Intermédia.

Projeto de Resolução n.º 238/XIII/1.ª. Recomenda ao Governo que implemente medidas de prevenção e combate à Diabetes e à Hiperglicemia Intermédia. Projeto de Resolução n.º 238/XIII/1.ª Recomenda ao Governo que implemente medidas de prevenção e combate à Diabetes e à Hiperglicemia Intermédia. O aumento da esperança de vida, conseguido através do desenvolvimento,

Leia mais

Benefícios da Vitamina D no osso e em todo o organismo. A vitamina D tem um papel importante.

Benefícios da Vitamina D no osso e em todo o organismo. A vitamina D tem um papel importante. Saúde do Osso. Benefícios da Vitamina D no osso e em todo o organismo. A vitamina D desempenha, juntamente com o cálcio, um papel importante na saúde e na manutenção da estrutura óssea. Estudos recentes

Leia mais

d) uma célula é alvo apenas para um dado hormônio e) uma determinada função pode ser controlada por vários hormônios

d) uma célula é alvo apenas para um dado hormônio e) uma determinada função pode ser controlada por vários hormônios Fisiologia Endócrina - Bloco 1 de exercícios 1. O mecanismo de feedback ou retroação é o principal meio regulador da secreção das glândulas endócrinas. Um exemplo de feedback negativo é: a) aumento da

Leia mais

Saúde Naval MANUAL DE SAÚDE

Saúde Naval MANUAL DE SAÚDE Saúde Naval MANUAL DE SAÚDE IDOSO DOENÇAS MAIS COMUNS Com a chegada da terceira idade, alguns problemas de saúde começam a aparecer, conheça alguns dos mais comuns e saiba como se prevenir: 1 2 DIABETES

Leia mais

Tópicos da Aula. Classificação CHO. Processo de Digestão 24/09/2012. Locais de estoque de CHO. Nível de concentração de glicose no sangue

Tópicos da Aula. Classificação CHO. Processo de Digestão 24/09/2012. Locais de estoque de CHO. Nível de concentração de glicose no sangue Universidade Estadual Paulista DIABETES E EXERCÍCIO FÍSICO Profª Dnda Camila Buonani da Silva Disciplina: Atividade Física e Saúde Tópicos da Aula 1. Carboidrato como fonte de energia 2. Papel da insulina

Leia mais

Prof André Montillo www.montillo.com.br

Prof André Montillo www.montillo.com.br Prof André Montillo www.montillo.com.br Qual é a Menor Unidade Viva? Célula Qual é a Menor Unidade Viva? Tecidos Órgãos Aparelhos Sistemas Célula Células Tecidos Órgãos Sistemas ou Aparelhos Sistemas ou

Leia mais

INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO

INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO POSTURA INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO *Antigamente : quadrúpede. *Atualmente: bípede *Principal marco da evolução das posturas em 350.000 anos. *Vantagens: cobrir grandes distâncias com o olhar, alargando seu

Leia mais

Osteoporose. Trabalho realizado por: Laís Bittencourt de Moraes*

Osteoporose. Trabalho realizado por: Laís Bittencourt de Moraes* Trabalho realizado por: Laís Bittencourt de Moraes* * Fisioterapeuta. Pós-graduanda em Fisioterapia Ortopédica, Traumatológica e Reumatológica. CREFITO 9/802 LTT-F E-mail: laisbmoraes@terra.com.br Osteoporose

Leia mais

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO i) DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO Sevoflurano Baxter 100%, líquido para inalação por vaporização. ii) COMPOSIÇÃO QUALITATIVA

Leia mais