O bairro. A urbanização

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1 Trabalho e desemprego entre jovens de um bairro social Alexandre Silva - Novembro de 2009

2 O bairro A urbanização Casal da Boba é uma urbanização criada por iniciativa da C.M. Amadora com o objectivo de realojar agregados provenientes de bairros de barracas do concelho. Começou a ser habitado desde 2001, e tem 700 fogos que correspondem a mais de 2000 pessoas. Uma parte das casas do bairro é de venda livre. Decorre no bairro, desde 2005, um projecto de intervenção com o objectivo de combater factores de exclusão e contribuir para a promoção social de crianças e jovens coordenado pela CMA e FCG.

3 A população do bairro População muito jovem. As faixas etárias da infância e da juventude correspondem a mais de metade da população (perto dos 60%). A maior parte dos residentes é de origem africana (64%). A maior parte dos que nasceram no estrangeiro têm naturalidade cabo-verdiana. Os estrangeiros não chegam a um quarto da população. Dupla desvantagem escolar. Apenas 13,9% dos indivíduos com mais de 10 anos atingiram o ensino secundário e 10,4% não chegaram a frequentar a escola.

4 Quase totalidade é trabalhador por conta de outrem. Categorias profissionais mais significativas são o pessoal dos serviços e vendedores, (28,8%), e os trabalhadores não qualificados dos serviços, (27,6%). Taxa de desemprego era em Junho de 2006, 23,7% quase o triplo da registada a nível nacional, mas apenas 2,2% vive do subsídio de desemprego. A maior parte das pessoas vive a cargo da família. Baixos rendimentos e perfil de classe composto quase exclusivamente por Operários e Empregados Executantes (Costa et al.; 2000).

5 Os jovens de Casal da Boba São mais jovens que os jovens em geral. Estudam até mais tarde do que os seus pais, mas estão, a este nível, numa posição de desvantagem relativamente aos seus congéneres a nível nacional. São mais em no bairro os jovens que deixam a escola antes da conclusão da escolaridade obrigatória. Os jovens que permanecem até mais tarde no sistema de ensino tendem a acumular um número de reprovações que não permite a conclusão dos níveis de ensino mais avançados.

6 Principal meio de vida dos jovens do bairro e dos jovens em geral segundo a idade (percentagens em coluna) Principal meio de vida Jovens em geral* Jovens de Casal da Boba** Trabalho 20,4 59,3 82,2 68,5 4,3 42,3 72,9 38,7 Subsídio de desemprego 0,8 2,1 2,4 3,2 3,8 5,9 3,1 A cargo da família 76,3 35,3 11,8 12,0 93,5 48,7 15,3 53,9 Outra situação 2,4 3,4 3,7 16,3 2,2 5,1 5,9 4,3 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 * Fonte: Guerreiro e Pegado, 2006: 69; dados dos Censos 2001 ** Fonte: Inquérito à População de Casal da Boba, 2006 Principal condição perante o trabalho dos jovens do bairro e dos jovens em geral segundo a idade (percentagens em coluna) Principal condição Jovens em geral* Jovens de Casal da Boba** perante o trabalho Estudante 73,9 32,5 5,9 33,6 76,3 15,4 2,4 33,2 Exerce profissão 16,9 53,4 80,0 53,7 4,3 46,2 74,1 38,3 Desempregado 4,0 7,5 6,9 6,3 10,8 32,1 20,0 20,3 Outras condições 5,2 6,5 7,2 6,5 8,6 6,4 3,5 8,2 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 * Fonte: Guerreiro e Pegado, 2006: 82; dados do Inquérito ao Emprego, 2004 ** Fonte: Inquérito à População de Casal da Boba, 2006

7 Acesso e permanência no trabalho Transição escola-trabalho Entre os jovens de Casal da Boba é comum o trabalho enquanto estão a estudar e por vez antes ainda da idade legal. As saídas da escola fazem-se muitas vezes para o desemprego. O padrão de transição escola-trabalho é em geral mais prematuro e precário do que o panorama geral europeu (Brannen; 2002:4) sobretudo quando está associado a parentalidade precoce. Trajectórias yô-yô (Pais; 2001): São frequentes as entradas e saídas dos primeiros trabalhos.

8 Profissão principal da população do bairro segundo o sexo e a idade (percentagens em coluna) Profissão principal Homens Mulheres < 30 anos >= 30 anos < 30 anos >= 30 anos Pessoal administrativo 1,6 5,2 5,3 5,2 Pessoal dos serviços e vendedores 16,4 7,8 64,5 32,6 Trabalhadores não qualificados dos serviços 16,4 3,4 26,3 53,3 Trabalhadores industriais e dos transportes 19,7 16,4 2,6 5,9 Trabalhadores da construção civil 26,2 43,1 Trabalhadores não qualificados da construção civil 11,5 17,2 Outras profissões 8,2 6,9 1,3 3,0 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 Profissão principal dos jovens do bairro e dos jovens em geral segundo o sexo (percentagens em coluna) Profissão principal Jovens em geral* Jovens de Casal da Boba** H M Total H M Total Pessoal administrativo e similares 7,8 17,5 12,2 1,6 5,3 3,6 Pessoal dos serviços e vendedores 11,9 22,3 16,7 16,4 64,5 43,1 Operários industriais, da const. civil e outros 44,9 18,4 32,8 45,9 2,6 21,9 Trabalhadores não qualificados 12,2 16,2 14,0 27,9 26,3 27,0 Outras profissões 23,3 25,5 24,3 8,2 1,3 4,4 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 * Fonte: Guerreiro e Pegado, 2006: 98; dados dos Censos 2001 ** Fonte: Inquérito à População de Casal da Boba, 2006

9 Profissão principal dos jovens do bairro, segundo a escolaridade atingida (percentagens em coluna) Profissão principal Até ao 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino secundário ou mais Total Pessoal administrativo 1,8 12,5 3,7 Pessoal dos serviços e vendedores 34,0 52,6 37,5 42,6 Trabalhadores não qualificados dos serviços Trabalhadores industriais e dos transportes 25,5 8,5 24,6 7,0 12,5 18,8 22,1 10,3 Trabalhadores da construção civil 19,1 8,8 6,3 11,8 Trabalhadores não qualificados da construção civil 10,6 3,5 5,1 Outras profissões 2,1 1,8 12,5 4,4 Total 100,0 100,0 100,0 100,0

10 Oportunidades de acesso ao mercado de trabalho O reduzido capital social associado às redes de sociabilidade dos jovens (fechadas quase sempre numa mesma condição social desfavorecida) é um obstáculo às oportunidades de acesso a melhores empregos. Situação no mercado de trabalho Os jovens têm profissões mais qualificadas do que os seus pais, sobretudo as mulheres, que são também as que estão em vantagem na escola. Entre as duas gerações há um movimento da construção civil para outros sectores, no caso dos homens, e dos trabalhadores não qualificados dos serviços para o pessoal dos serviços e vendedores, no caso das mulheres.

11 Tipo de contrato da população do bairro segundo a idade e sexo (percentagens em coluna) Tipo de contrato 30 ou mais anos Menos de 30 anos Jovens Homens Jovens Mulheres Contrato permanente 54,5 31,5 30,4 32,4 Contrato a prazo/a termo certo 23,2 46,9 37,5 54,1 Não tem contrato 20,7 20,8 30,4 13,5 Recibos verdes 0,8 0,8 1,8 Outro 0,8 Jovens no mercado de trabalho O caso de um bairro social Total 100,0 100,0 100,0 100,0 Tipo de contrato dos jovens do bairro segundo a escolaridade atingida (percentagens em coluna) Tipo de contrato Até ao 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino secundário Ensino médio e superior Total Contrato permanente 30,2 32,7 33,3 28,6 31,8 Contrato a prazo/a termo certo 32,6 49,1 62,5 57,1 46,5 Não tem contrato 37,2 18,2 4,2 20,9 Recibos verdes 14,3 0,8 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

12 Os jovens têm vínculos contratuais menos estáveis do que os seus pais: Tiveram menos tempo para consolidar a sua situação no trabalho Entraram no mercado de trabalho num contexto de maior flexibilização das relações laborais Estão em pé de igualdade com a geração mais velha Estão em pé de igualdade com a geração mais velha relativamente às situações de ausência de contrato (cerca de 20% nos dois casos) O prolongamento dos percursos escolares não tem grande efeito nos vínculos contratuais com a excepção importante de reduzir a probabilidade de trabalhar sem contrato.

13 Taxa de desemprego da população jovem e adulta em Portugal e em Casal da Boba segundo o sexo 1 Portugal* Casal da Boba** Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total anos 8,4 12,9 10,5 51,7 35, anos 4,8 8,5 6,5 21,6 20,9 21, anos 7,5 11,8 9,5 40,3 29,5 34, anos 4,4 7,5 5,8 16,4 19,4 18 * Fonte: Guerreiro e Pegado, 2006: 134; dados dos Censos 2001 ** Fonte: Inquérito à População de Casal da Boba, A população activa no escalão etário dos 15 aos 19 anos é insuficiente na amostra para produzir valores significativos neste indicador.

14 Taxa de desemprego dos jovens do bairro segundo a escolaridade e idade Nível de ensino atingido Até ao 2º ciclo 59,1 39,3 50,9 3º ciclo 34,6 13,8 29,5 Ensino secundário ou mais 25,0 9,1 13,3

15 O desemprego acompanha as tendências relativas à estabilidade da situação contratual. É maior a taxa de desemprego entre os jovens (34,7%) que os adultos (18%) e é maior entre os jovens homens (40,3%) que entre as mulheres da mesma geração (29,5%). O nível de escolaridade relaciona-se com a probabilidade de se ficar desempregado. A taxa de desemprego é menor entre os jovens que atingiram níveis de escolaridade mais elevados. Mesmo entre estes últimos é comum durante os anos iniciais haver troca frequente de empregos e períodos de desemprego de curta a média duração.

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