8º Congresso de Pós-Graduação INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO FÍSICO AERÓBIO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL SISTÊMICA DE SUJEITOS COM DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA

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1 8º Congresso de Pós-Graduação INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO FÍSICO AERÓBIO SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL SISTÊMICA DE SUJEITOS COM DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA Autor(es) TAIS MENDES DE CAMARGO Co-Autor(es) ESTER DA SILVA VANDENI CLARICE KUNZ RAQUEL BRESSAN DE SOUZA MARIANA RODRIGUES SALVIATI VANESSA CELANTE ANTONIO ROBERTO ZAMUNÉR TARCÍSIO NERY EDUARDA LAZARINI GUIDETTI Orientador(es) MARLENE APARECIDA MORENO 1. Introdução A perfusão tecidual adequada é garantida pela constante manutenção da pressão sanguínea, permitindo dessa forma as trocas metabólicas. A manutenção, bem como a variação momento a momento da pressão arterial (PA), depende de mecanismos complexos que determinam ajustes apropriados, os quais corrigem prontamente os desvios para dos níveis basais, sejam normotensos, hipertensos ou hipotensos (IRIGOYEN, KRIEGER, CONSOLIM-COLOMB, 2005). O termo hipertensão arterial sistêmica (HAS) se refere a valores acima dos recomendados e pela constatação de aumento de riscos cardiovasculares (HESS, 2002; Celene, 2006) sendo difícil estabelecer quais controladores da PA tem papel predominante no desenvolvimento e manutenção de valores elevados da mesma. Dentre as principais patologias relacionadas à HAS, destaca-se a doença arterial coronariana (DAC), a qual representa um importante problema de saúde, com alta prevalência de morbimortalidade. O fator causal da HAS está diretamente relacionado ao dano vascular, que promove lesões endoteliais na parede do vaso e interfere no processo da aterogênese na DAC, promovendo hiperplasia e alterações funcionais na camada intíma do vaso (CELENE,2006) O conhecimento dos fatores de risco tem promovido uma mudança no comportamento da população, alterando o perfil da morbimoratilidade. Modificações no estilo de vida e aumento na prática da atividade física regular são um dos exemplos dessas mudanças (CELENE, 2006), e a literatura científica tem demonstrado fortes evidências de que as ações preventivas e terapêuticas direcionadas à HAS reduzem a morbimortalidade associada às doenças cardiovasculares (SHIMODA, SUGAYAMA, EBAID, 1996). Diversos estudos demonstraram o efeito benéfico do treinamento físico aeróbio (TFA) sobre a PA. O TFA, seja como proposta preventiva ou reabilitadora provocam uma série de respostas fisiológicas, resultantes de adaptações autonômicas e hemodinâmicas que influenciam o sistema cardiovascular provocando no organismo um aumento instantâneo da demanda energética da musculatura

2 exercitada e do organismo como um todo. Tem sido descrito também que exercícios mais prolongados, como os aeróbios, possuem efeitos hipotensores maiores, sendo um importante elemento não medicamentoso para o seu controle ou como adjuvante ao tratamento farmacológico, visando evitar o uso ou reduzir o número de medicamentos e de suas doses (FORJAZ, SANTAELLA, REZENDE, BARRETTO, NEGRÃO, 1998; LOPES, BARRETO-FILHO, RICCIO, 2003; MONTEIRO, SOBRAL-FILHO, 2004). A eficácia do TFA em reduzir a PA também é dependente da intensidade do exercício. Em trabalho realizado em modelo experimental, observou-se redução da PA com intensidade leve a moderada, correspondente a 55% do consumo máximo de oxigênio no pico do exercício (VO2pico) (VÉRAS-SILVA, MATTOS, GAVA, BRUM, NEGRÃO, KRIEGER,1997). Os exercícios aeróbios, mesmo em intensidades baixas, podem promover redução na PA, como observado por Souza (2003), após quatro meses de aplicação de exercícios em sujeitos com hipertensão arterial sustentada e hipertensão do jaleco branco. As respostas relacionadas ao TFA de baixa intensidade praticado regularmente provocam redução do tônus simpático do coração e, em consequência, há bradicardia de repouso. Estas alterações levam à diminuição do débito cardíaco e da PAS (NEGRÃO, RONDON, 2001) 2. Objetivos Avaliar a influência do treinamento físico aeróbio sobre a pressão arterial de sujeitos com doença arterial coronariana. 3. Desenvolvimento Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Metodista de Piracicaba UNIMEP (nº 04/09, em anexo). Participaram 13 homens de meia idade (Tabela 1) com diagnóstico de DAC. A seleção dos voluntários foi realizada no serviço de hemodinâmica do Hospital dos Fornecedores de Cana de Piracicaba, sendo considerado como DAC+ aqueles que apresentavam estenose maior ou igual a 50% em pelo menos uma artéria coronária, determinado por angiocoronariografia, sendo os critérios baseados nas Diretrizes de Doença Coronariana Crônica Angina Estável (2004). Todas as avaliações foram realizadas no Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Cardiovascular e Provas Funcionais, da Faculdade de Ciências da Saúde da UNIMEP. Os voluntários foram submetidos a anamnese completa, e os que se enquadraram nos critérios de seleção passaram por avaliação clínica. O teste ergoespirométrico (TE) foi realizado com o objetivo de avaliar a capacidade funcional aeróbia dos voluntários e as respostas cardiorrespiratórias ao exercício, bem como para a prescrição do TFA. Para execução do TE foi utilizado um cicloergômetro de frenagem eletromagnética (Corival 400, Quinton, Seattle, WA, USA), sendo as variáveis ventilatórias e metabólicas obtidas respiração a respiração, por meio de um sistema de medidas de gases expirados (CPX/D MedGraphics Breeze, St. Paul, MN, USA). A capacidade funcional aeróbia no pico do teste e no limiar de anaerobiose (LA) foi avaliada a partir dos dados do consumo de oxigênio ( em L/min-1). A FC de treinamento foi baseada no LA, sendo esse determinado pela análise visual gráfico. O programa de treinamento foi realizado na Clínica de Fisioterapia da UNIMEP, supervisionado pelo mesmo pesquisador e envolveu três fases: a) Aquecimento, com duração de 5 a 10 minutos, onde foram efetuados exercícios de alongamento, dinâmicos aeróbios, e de coordenação associados a exercícios respiratórios; b) Condicionamento: composta por exercício em bicicleta ergométrica, com duração total de 40 min. O protocolo empregado baseou-se nos resultados do teste de esforço. A FC e PA foram aferidas no final de cada nível de esforço, e a intensidade foi prescrita entre o LA e até 10% abaixo do ponto de compensação respiratória (NEGRÃO & BARRETO, 2005); c) Desaquecimento: com duração aproximada de 10 minutos, foram feitos exercícios dinâmicos enfocando a musculatura não trabalhada durante o aquecimento e também exercícios respiratórios associados a alongamentos específicos. A primeira etapa do TFA totalizou 48 sessões e a segunda, 72 sessões, onde houve perda amostral de três voluntários. Em cada sessão foram aferidos e registrados os valores pressóricos e de FC antes, durante e após a intervenção fisioterapêutica. Para a medida da PA, utilizou-se o método ausculatório de Korotkoff, utilizando-se um estetoscópio (Litman ) e um esfigmomamômetro (Bic ) e para a aferição da FC, o método palpatório da artéria radial. Isso foi necessário pois, a partir de um certo período, se pode traçar o perfil de cada paciente, o que permitiu modificar ou não o protocolo de tratamento previsto, caso percebida alguma alteração da FC e PA anteriormente à sessão (REGENGA et al, 2000). Para a análise estatística foi utilizado o aplicativo Bioestat 5.0. O teste de Shapiro Wilk foi usado para verificação da distribuição dos dados, sendo rejeitada a hipótese de normalidade de todas as variáveis. Portanto, para a análise de significância foi utilizado o teste de Wilcoxon para amostras pareadas. Um valor de p<0,05 foi considerado como estatiticamente significativo. 4. Resultado e Discussão

3 A saúde e a qualidade de vida do homem podem ser mantidas e melhoradas pela prática regular de atividade física. Os exercícios físicos aeróbios (EFA), sejam agudos ou crônicos promovem alterações hemodinâmicas e cardiovasculares, tais como, redução da PA em repouso e em cargas submáximas de esforço. (CARVALHO et al., 1996; SEALS, SILVERMAN, REILING, DAVY, 1997; RONDON & BRUM, 2003). Na Tabela 2 encontram-se descritos os valores obtidos das mensurações de pressão arterial sistólica (PAS) e pressão arterial diastólica (PAD) pré treino e após 48 sessões, onde foi encontrado diminuição significativa da PAS após o período de treinamento, porém, não foram observadas diferenças nos valores de PAD. No entanto, após 72 sessões de treinamento, foi observado redução significativa em ambas as variáveis (Tabela 3), sendo concordante com a literatura quando refere que o treinamento físico leva à diminuição da pressão arterial de repouso (SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO. SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA, 2002) Os mecanismos responsáveis pelos ajustes fisiológicos do sistema cardiovascular ao exercício são relacionados às funções adaptativas (MONTEIRO, SOBRAL-FILHO, 2004). Essas respostas são tanto maiores quanto maior for a intensidade do exercício, mas não se alteram com a duração do mesmo, caso ele seja realizado numa intensidade inferior ao LA (BRUM, FORJAZ, TINUCCI, NEGRÃO, 2004), sendo esses achados concordantes com os encontrados no presente estudo. Os efeitos fisiológicos do exercício físico podem ser classificados em agudos imediatos e tardios e crônicos, sendo os crônicos, denominados adaptações, as quais resultam da exposição frequente e regular às sessões de exercícios e representam aspectos morfofuncionais que diferenciam um indivíduo fisicamente treinado de outro sedentário (MONTEIRO, SOBRAL-FILHO, 2004). Estudos que envolveram exercícios dinâmicos ou isotônicos são os que apresentaram maior redução na PA, em comparação com os exercícios isométricos e resistidos dinâmicos (PESCATELO, et al, 2004). FORJAZ et al. (1998), demonstraram que exercícios mais prolongados possuem efeitos hipotensores maiores e mais duradouros, sendo esse resultado concordante com os do presente estudo, uma vez que a duração do protocolo usado foi de 48 sessões na primeira etapa e de 24 sessões na segunda etapa, totalizando 72 sessões. Segundo CARVALHO et al. (1996), a duração da parte aeróbia do treinamento deve ter no mínimo 40 minutos, o que foi realizado na presente investigação. O exercício quando associado com o tratamento farmacológico, pode melhorar o controle do paciente com hipertensão moderada/grave e dentre as medidas com eficácia comprovada e de melhor impacto na PA, merecem destaque a redução do peso, a redução do sódio da dieta e a prática regular de atividade física (LOPES, BARRETO-FILHO, RICCIO, 2003). Pode ser observado nos resultados da presente investigação, a redução dos valores pressóricos atribuída à prática regular da atividade física, visto que a medicação foi mantida na mesma dosagem até o final do treinamento, demonstrando que exercício físico realizado regularmente promoveu importante adaptação hemodinâmica que influenciou o sistema cardiovascular, como descrito também por RONDON e BRUM (2003). Um aspecto importante é que, além do exercício, outras condutas comumente utilizadas em sessões de condicionamento físico, como o relaxamento também possuem efeito hipotensor após sua realização (SANTAELLA, 2003), corroborando com o protocolo utilizado no presente estudo, onde a finalização do treinamento foi com exercícios de flexibilidade e relaxamento. 5. Considerações Finais Os achados desse estudo demonstraram diminuição significativa dos valores pressóricos sistólico e diastólico após treinamento físico com exercícios aeróbios, sugerindo um efeito benéfico do protocolo proposto sobre PA de sujeitos com DAC. Referências Bibliográficas BRUM PC; FORJAZ CLM; TINUCCI T; NEGRÃO CE. Adaptações agudas e crônicas do exercício físico no sistema cardiovascular Rev. paul. Educ. Fís., São Paulo, v.18, p.21-31, ago CARVALHO T.; et al. Rev Bras Med Esport _ Vol. 2, Nº 4 Out/Dez, 1996 Diretrizes de Doença Coronariana Crônica Angina Estável. Arq Bras Cardiol. V.83, Sup II: 1-43, FORJAZ CLM; SANTAELLA DF; REZENDE LO; BARRETTO ACP; NEGRÃO CE. A duração do exercício determina a

4 magnitude e a duração da hipotensão pós-exercício. Arquivos Brasileiros de Cardiologia do Estado de São Paulo. V. 70, n.2, p , HEISS M. Doenças do coração. São Paulo: Manole, IRIGOYEN MC; KRIEGER EMo; CONSOLIM-COLOMBO FM. Controle fisiológico da pressão arterial pelo sistema nervoso. Revista Brasileira de Hipertensão. V.8; N.1. p LOPES, H. F.; BARRETO-FILHO, J. A.S.; BARRETO-FILHO; RICCIO, G.M. Tratamento não-medicamentoso da hipertensão arterial. Rev Soc Cardiol Estado de São Paulo. V.1: , MONTEIRO, M. D. F.; SOBRAL FILHO, D. C. Exercício físico e o controle da pressão arterial. Rev Bras Med Esporte. V.10, Nº 6; Nov/Dez, NEGRÃO CE; BARRETO AC. Cardiologia do exercício. Do atleta ao cardiopata. Ed. Manole, Barueri, São Paulo, NEGRÃO, C.E.; RONDON, M.U.P.B. Exercício físico, hipertensão e controle barorreflexo da pressão arterial. Rev Bras Hipertensão, v. 8, p , Pescatelo LS, Franklin BA, Fagard R, Farquhar WB, Kelly GA, Ray CA. American College of Sports Medicine Position Stand. Exercise and hypertension. Med Sci Sports Exerc. v. 36, p , PORTO, C. Doenças do coração. Prevenção e tratamento. 2ª.ed. São Paulo: Manole, REGENGA A.M.; MAFRA P.; et al. Reabilitação precoce do paciente infartado. In: Fisioterpia em cardiologia da UTI à reabilitação. 1 Ed. São Paulo, Rocca, RONDON M.U.P.B.; BRUM P.C. Exercício físico como tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial. Revista Brasileira de Hipertensão, Ribeirão Preto, v.10, p.134-9, SANTAELLA DF. Efeitos do relaxamento e do exercício físico nas respostas pressórica e autonômica pós-intervenção em indivíduos normotensos e hipertensos f. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo. SEALS DR, SILVERMAN HG, REILING MJ, DAVY KP. Effect of regular aerobic exercise on elevated blood pressure in postmenopausal women. Am J Cardiol 1997;80: SHIMODA, M.; SUGAYAMA S, K.C.; EBAID, M. Orientação Familiar preventiva: aspectos genéticos das doenças cardiovasculares e perspectivas futuras. Rev Soc Cardiol Estado de São Paulo. V.6: 623-2; SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO. SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA. IV diretrizes brasileiras de hipertensão arterial. Campos do Jordão: SBH/SBC/ SBN, p.40. SOUZA, M.O. Efeito do treinamento físico aeróbio nos níveis pressóricos clínicos e de 24 horas de indivíduos hipertensos f. Dissertação (Mestrado) - Escola de Educação Física e Esporte, Universidade de São Paulo, São Paulo. VÉRAS-SILVA, A.S.; MATTOS, K.C.; GAVA, N.S.; BRUM, P.C.; NEGRÃO, C.E.; KRIEGER, E.M. Low-intesity exercise training decreases cardiac output and hypertension in spontaneously hypertensive rats. American Journal of Physiology: Heart and Circulatory Physiology, Bethesda, v.273, n. 42, p.h , Anexos

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