MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E NA GESTÃO ESCOLAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E NA GESTÃO ESCOLAR"

Transcrição

1 MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E NA GESTÃO ESCOLAR Drª Elma Júlia Gonçalves de Carvalho Introdução As grandes alterações na organização e administração do trabalho escolar vêm sendo acompanhadas de um intenso debate, no qual ganham relevância as propostas de administração democrática, descentralizada e participativa. Fundamentadas predominantemente em aspectos políticos, tais propostas combatem o centralismo burocrático, inflexível e ineficaz. Sem desconsiderar sua validade, entendemos que, para apreender os novos rumos da gestão da educação, é imprescindível ampliar o foco de análise, abrangendo as mudanças ocorridas no mundo do trabalho e da produção. Para refletir sobre o tema gestão escolar e democratização no interior da escola, não podemos ignorar fatores relacionados à organização geral da sociedade. O que ocorre na escola extrapola seu campo específico, expressa desejos e necessidades originados da organização social. Desta perspectiva, é impossível desvincular as transformações na educação das alterações na base produtiva, ou seja, das exigências de reorganização do capital. Isso implica fundamentar a análise com informações sobre as novas formas de trabalho que vêem se impondo no momento atual. Tendo em vista refletir sobre as motivações sociais e históricas que desencadearam esse processo, o principal objetivo deste trabalho é analisar o movimento de substituição do modelo de administração burocrático-racional do trabalho escolar por novas práticas organizacionais consideradas mais democráticas. Ao abordar o movimento de passagem de uma forma de acumulação de capital para outra, ou seja, da indústria da produção de massa sob a regulação taylorista/fordista para a produção flexível/enxuta), procuramos demonstrar que é esse novo paradigma, que não se restringiu aos muros da empresa e, entre outros campos, foi importado pela administração pública, que vem condicionando a forma de gerir as organizações e instituições, inclusive a educacional. Docente do Departamento de Teoria e Prática da Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM/PR). Av. Colombo, 5790, CEP: , (44)

2 O modelo centralizado de gestão escolar A administração, concebida como científica, corresponde à necessidade de racionalização 1 do processo de trabalho, complexibilizado e diversificado pelo avanço da industrialização. Na produção artesanal, os artesãos, organizados em corporações de ofício e regidos por estatutos, tinham o domínio de todas as fases do processo de trabalho, desde sua elaboração até sua execução, ou seja, possuíam o domínio da ciência do trabalho. Com a industrialização, o processo produtivo adquiriu uma nova estrutura. Ao empregar a ciência no processo de trabalho, alienando-a do trabalhador, a divisão das tarefas, especialmente entre planejamento e execução, inaugurou a dissociação entre o trabalho intelectual e o manual. Essa complexificação do trabalho deu origem à figura do gerente e à organização racional dos processos produtivos, conforme se pode observar na definição de Braverman (1987, p. 103) sobre a administração científica taylorista: todo possível trabalho cerebral deve ser banido da oficina e centrado no departamento de planejamento ou projeto. Para se obter o aumento da produção e do lucro, o trabalho é potencializado por meio de um rígido controle do processo produtivo (racionalização). Dessa forma, as tarefas são ainda mais fragmentadas. Taylor formulou alguns fundamentos ou princípios básicos da organização e do controle dos processos de trabalho: 1) controle do ritmo de trabalho e sua intensificação; 2) seleção e treinamento (para treinar o indivíduo, não em uma profissão, mas de modo que ele executasse a tarefa conforme as indicações da gerência); 3) padronização racional do trabalho (cargos e tarefas); 4) prêmios de produção e incentivos salariais; 5) planejamento e controle do trabalho; 6) existência de especialistas responsáveis por cada uma das funções produtivas (disciplina, reparação, métodos, preparação para o trabalho). Cria-se, assim, uma nova estrutura administrativa: na fábrica surgiam os departamentos de programação e controle de produção, tempos e métodos, controle de qualidade, etc. À gerência científica caberia planejar, programar as tarefas, avaliar e controlar a execução de todos os elementos do processo do trabalho, cujo resultado, para Braverman (1987, Capítulo 5), seria a economia de tempo do trabalhador e o aumento da produtividade. 2

3 As características centrais da organização taylorista mantêm-se no fordismo, com a diferença de que Henri Ford introduz a esteira rolante no processo de produção, combinando-a com operações extremamente parceladas dos trabalhadores. Com a introdução da linha de montagem, as peças se deslocavam automaticamente e ininterruptamente, suprindo o trabalho de todos os homens na produção, sem esperas nem paradas. Ao operário só lhe restava seguir essas cadências, fixo no seu posto de trabalho, e alimentando continuamente de novos materiais que sofreram a ação de seus membros. A linha de montagem torna-se, assim, notável instrumento de intensificação do trabalho (Fleury e Vargas, 1983, p. 26). A produção em série torna-se, assim, a forma de atender ao aumento do mercado de bens de consumo de massa e à ampliação das margens de lucro das empresas comprimidas pela concorrência. No livro Administração Industrial e Geral, escrito em 1916, com o objetivo de dinamizar a divisão do trabalho, controlando-o em todos os níveis da organização da empresa, desde o planejamento do processo de produção até sua execução, Fayol estabelece os princípios básicos da administração e da gerência de empresas, sejam elas industriais, comerciais, políticas, militares ou de qualquer outro tipo. São eles: divisão do trabalho, autoridade e responsabilidade, disciplina, unidade de comando, unidade de direção, subordinação do interesse particular ao interesse geral, remuneração [adequada às capacidades], centralização hierárquica, ordem, equidade, estabilidade do quadro de pessoal, iniciativa, união de pessoal [espírito de solidariedade e lealdade] (Fayol, 1975, p. 34). Ao considerar que a organização empresarial deve se basear na divisão do trabalho e na especialização do operário, Fayol continua a tradição de Taylor, mas acrescenta elementos diferentes. Por exemplo, afirma que toda administração significa previsão, organização, unidade de mando, coordenação, controle (Ibid., p. 93), enfatizando, desta forma, o comando burocrático e centralizado nas estruturas organizacionais, sejam públicas ou privadas. Também simplifica o fluxo horizontal do processo de produção, propondo uma organização linear e centralizada. Autoridade, para ele, significa direito de mando e responsabilidade, no sentido de dever, de atividade e de atribuição (Ibid., p. 35). Estes princípios caracterizam o modelo organizacional e de funcionamento das empresas capitalistas, ou seja, compõem uma estrutura hierárquica em que predomina a unidade de 1 Maior produção com menor esforço, diminuição de desperdícios relativos ao tempo, à matéria-prima e ao 3

4 mando e em que o processo produtivo (assentado na divisão do trabalho e na especialização das tarefas) se mantém subordinado ao controle do capital. Perdendo cada vez mais sua autonomia, os trabalhadores tiveram que se adequar ao ritmo das máquinas, à hierarquia burocrática e às decisões centralizadas. A organização dos processos de trabalho no âmbito interno das empresas demandava uma grande quantidade de trabalhadores reunidos num mesmo local, onde cada um deveria se especializar em uma única tarefa. O princípio produtivo da rigorosa divisão, especialização e padronização do trabalho, de uma tecnologia de base rígida e relativamente estável e de uma divisão entre pensamento e ação, demandava habilidades específicas e comportamentos operacionais predeterminados e com pouca variação. O trabalhador qualificado seria aquele que executasse tarefas manuais singulares com habilidade, precisão e rapidez. O desafio era acostumar/disciplinar a força de trabalho aos sistemas de trabalho padronizados e rotinizados. Assim, à educação caberia formar o novo tipo de trabalhador, dotá-lo dos comportamentos necessários às novas condições da produção. A esse respeito Kuenzer (2000, p. 36) diz: [...] Compreender os movimentos necessários a cada operação, memorizá-los e repeti-los ao longo do tempo não exige outra formação escolar e profissional a não ser o desenvolvimento da capacidade de memorizar conhecimentos e repetir procedimentos em uma determinada seqüência. Evidentemente, ao lado de funções que exigiam habilidades meramente físicas existiam também funções que demandavam trabalhadores com níveis mais elevados de qualificação e instrução. Os princípios taylorista e fordista extrapolaram os domínios das fábricas para invadir e estruturar todas as outras dimensões da vida social, influenciando também as formas de organização e administração educativas, caracterizando o que Lima (1994) denomina de taylorização do trabalho educativo institucionalizado. Portanto, a organização escolar, ao responder às demandas do mundo do trabalho e da vida social, apresenta elementos comuns às grandes empresas burocráticas: rigidez das leis e dos regulamentos escritos a serem adotados em todas as escolas; hierarquia da autoridade; centralização do poder; racionalização; parcelamento do trabalho pedagógico; trabalho. 4

5 especialização e divisão de funções entre planejamento e execução. Incumbindo os especialistas do planejamento racional do trabalho educacional, os quais pensam, programam e supervisionam a decodificação da programação preestabelecida (Frigotto, 1984, p. 169), atribui-se ao professor a tarefa de executar em sala de aula os planejamentos previamente formulados, cujos conteúdos e são selecionados e organizados seqüencialmente e os critérios de avaliação definidos. Com a divisão dos alunos em classes, há uma seriação do espaço, do tempo (horários detalhados) e dos saberes (compartimentação das matérias). De acordo com Barroso (2001, p. 98): A classe, que era inicialmente uma simples divisão de alunos, transforma-se progressivamente num padrão organizativo para departamentalizar o serviço dos professores e o próprio espaço escolar. Simultaneamente, adquire o valor de medida na progressão dos alunos (passar de classe ) e na divisão temporal do percurso escolar (o termo classe vai-se tornando sinônimo de ano de escolaridade). Nessa visão taylorizada da educação, a organização pedagógica também passa a ser regida pelos princípios da divisão do trabalho. As propostas curriculares caracterizamse por uma organização rígida e fragmentada das áreas de conteúdo, tanto no que diz respeito à seleção dos assuntos quanto aos sequenciamentos intra e extradisciplinares. Nelas se enfatiza a repetição mecânica das tarefas padronizadas, com a expectativa de que, por meio da repetição e da memorização, se atinja uma uniformidade de respostas e uma padronização de procedimentos. Deste ponto de vista, o produto é resultado da forma como foi organizado o processo. O critério de efetividade da administração da educação consiste na capacidade de produzir a solução ou resposta desejada. O modelo descentralizado de gestão escolar A crise do taylorismo/fordismo iniciada nos anos setenta é acompanhada da necessidade de uma reestruturação produtiva. O pós-taylorismo/fordismo caracteriza, então, uma nova forma de regulação (novas formas de gerência e contrato de trabalho) e configuração das relações de trabalho, correspondendo à globalização da economia e à 5

6 reengenharia da produção, responsáveis pelo novo padrão de acumulação capitalista a acumulação flexível 2. Os processos de produção de base rígida, operando em imensas linhas de montagem, com grandes estoques de produtos duráveis, envolvendo uma potenciação imensa do trabalho manual e desenvolvendo-se numa lógica de adestramento, vão dando lugar aos processos de base modular (ilhas de produção isoladas) e de processos flexíveis ( flextempo - horários flexíveis, trabalho domiciliar, trabalho por tarefas). Sendo todas as etapas e esferas da produção fragmentadas e dispersas, ocorre o desmantelando das linhas de montagem e a introdução de constantes inovações. Segundo Sennett (2000, p. 9), nos setores dinâmicos da economia a ênfase na flexibilidade muda o próprio significado do trabalho: atacam-se as formas rígidas de burocracia e também os males da rotina cega. Pede-se aos trabalhadores que sejam ágeis, estejam abertos a mudanças em curto prazo, assumam riscos continuamente, dependam cada vez menos de leis e procedimentos formais. São introduzidas novas formas de organização do processo de trabalho, como por exemplo, o just in time 3 e o Cinco S 4. Dentre os muitos efeitos provocados por essas mudanças, os mais evidentes são o desmantelamento das estruturas burocráticas e a adoção de novos procedimentos de gerenciamento. Com a descentralização, o desaparecimento da figura do supervisor e a adoção do modelo de organização cooperativa e discursiva, envolvendo a participação dos trabalhadores na tomada de decisões, tornam possível às pessoas ter maior controle sobre suas atividades. O princípio fundamental é o da auto-regulação, ou seja, ao trabalhador é atribuída maior responsabilidade pelo controle do seu próprio trabalho. A burocracia, que auxiliou o desenvolvimento da produção no taylorismo/fordismo, tornou-se um empecilho para a viabilização de respostas às rápidas mudanças científicotecnológicas e às exigências frenéticas do mercado e, para que o sistema produtivo voltasse a funcionar de maneira eficiente, foi necessário pensar em uma nova forma de administração. A autoridade burocrática foi então substituída pela autonomia democrática e 2 Segundo Harvey (2000, p. 140), ela se apóia na flexibilidade dos processos de trabalho, dos mercados de trabalho, dos produtos e dos padrões de consumo. 3 Ao invés da produção em larga escala, ocorre a produção de estoques mínimos. Procura-se colocar com maior rapidez produtos variados no mercado, atendendo às demandas do consumo. 4 Cinco S, do japonês, Seiri, Seiton, Seisou, Seiketsu e Shitsuke, que significam, respectivamente, senso de seleção, ordenação, limpeza, higiene e autodisciplina. Tais iniciativas podem ser percebidas nos apelos à economia de tempo, de materiais, de energia elétrica, o que em última instância significa apelar para que o próprio trabalhador se auto-responsabilize pelas condições necessárias à exploração de seu trabalho. 6

7 por um novo perfil de gestor: alguém que coordena a tomada de decisões nas próprias equipes de trabalho. Assim, a crise dos anos representa não apenas a falência de um modelo de crescimento industrial fundado na produção de massa, mas, sobretudo, o prenúncio de que a sua superação estaria vinculada à adoção de um novo paradigma tecnológico organizacional e de gestão do trabalho. Em sua trajetória, ao alterar sua produção, o capitalismo altera também as funções dos homens que dela participam. As exigências de globalização, inovação e competitividade entre as empresas, ao invés do trabalhador parcial, excessivamente especializado, com conhecimentos fragmentados e dirigidos para ocupações bem definidas, compõem um novo perfil, cujas habilidades e capacidades intelectuais lhe possibilitam adaptar-se à produção flexível. Dentre as novas competências estão: capacidade de abstração, seleção, interpretação e processamento de informações; autonomia intelectual, moral e ética; atenção e responsabilidade; capacidade de comunicação; capacidade de identificar e resolver com agilidade problemas decorrentes da própria variabilidade e dos imprevistos produtivos; criatividade; inteligência, capacidade de adquirir visão de conjunto do processo produtivo; capacidade de assumir múltiplos papéis; flexibilidade para se adaptar às novas situações; capacidade de gerar resultados; busca de aperfeiçoamento contínuo; autodisciplina; capacidade de trabalho em equipe e de liderança. Todas estas habilidades passam a ser consideradas, pelos homens de negócio, mais importantes do que o simples adestramento para os postos de trabalho. Ao mesmo tempo, passam a fazer a diferença numa sociedade de base cada vez mais automatizada, competitiva, flexibilizada, cujo tempo de produção e de consumo é cada vez mais acelerado, em que a mão de obra se torna desqualificada e obsoleta rapidamente e que, em face das novas exigências do trabalho, sua requalificação se torna cada vez mais urgente. A criação de empregos menos rotineiros, a nova forma de organização, a combinação de tarefas antes separadas, a rotação de tarefas, além de reduzir a rigidez dos processos produtivos, também exige uma multifuncionalidade dos trabalhadores. Os processos de trabalho flexíveis e automatizados demandam conhecimentos mais abrangentes, como: maior apropriação de conhecimentos científicos e tecnológicos e nível de capacitação teórica, conhecimentos da língua portuguesa, de língua (as) estrangeira (s), matemática e conhecimentos básicos da ciência e humanidades (literatura, história, arte, 7

8 ciências sociais e filosofia). O mercado volta sua atenção para a escola, à qual se atribui a função de formar a futura mão-de-obra. Por um lado, o saber do trabalhador passa a ser visto como estratégico para o aumento da produtividade e competitividade entre as empresas. Desta forma, ao se definir a necessidade do investimento na ampliação do conhecimento, retoma-se a tese do capital humano 5. Por outro lado, embora o capital demande de uma maior apropriação de conhecimentos, o nível de escolaridade no Brasil é considerado precário, conforme indicadores de analfabetismo e subescolarização divulgados pelo próprio MEC/INEP. A baixa qualidade no ensino público e o fracasso escolar, medidos pelos altos índices de evasão, repetência, analfabetismo e aprendizagem incompleta, aparecem como resultado do mau gerenciamento, da forte organização burocrática e centralizadora, do desperdício de recursos e tempo. A expectativa de tornar o sistema educacional mais eficiente é acompanhada de crescentes críticas à centralização administrativa e pedagógica. Ganham força cada vez maior as propostas de democratização e descentralização, as quais não se caracterizam como iniciativas locais, mas expressam uma tendência mundial 6 de redefinição da política educacional e da gestão educacional. Ao invés de uma organização escolar assentada na burocratização, racionalização e centralização pedagógica, qualificada como gigantesca, inflexível, irracional, incoerente, ineficaz e ineficiente, são introduzidas estruturas organizacionais mais flexíveis e 5 A tese do capital humano surge na década de 60, sendo retomada nos anos 90. De acordo com Frigotto, o conceito de capital humano, ou, mais extensivamente, de recursos humanos busca traduzir o montante de investimentos que uma nação faz ou os indivíduos fazem, na expectativa de retornos adicionais futuros. Do ponto de vista macroeconômico, o investimento no fator humano passa a significar um dos determinantes básicos para o aumento na produtividade e renda e, conseqüentemente, de mobilidade social [...] A educação passa, então, a constituir-se num dos fatores fundamentais para explicar economicamente as diferenças de capacidade de trabalho e, conseqüentemente, as diferenças de produtividade e renda (1984, p ). Analisando o contraditoriedade desse discurso, ele afirma: O contra-senso histórico da teoria do capital humano consiste no fato de que a tese engendra mais educação, mais treinamento, que geram mais produtividade e, conseqüentemente, maior renda e, por essa via, ter-se-ia um adequado caminho para a superação da desigualdade entre os países e entre as classes sociais dá-se, exatamente, num contexto e num momento onde: se rearticula a dominação imperialista, a competição intercapitalista impele a uma incorporação crescente do progresso técnico ao processo de produção, cindindo de forma cada vez mais radical o processo de trabalho; se delineia, de forma cada vez mais acentuada, a divisão internacional da força de trabalho; o processo de automação, em suma, só tende a rotinizar, simplificar e desqualificar o trabalho, mas também, sob as relações capitalistas tende a aumentar o subemprego e o desemprego e exasperar a extração de mais-valia (Ibid, p. 219). 8

9 democráticas, livres das velhas amarras e da concepção de gestão anterior. Isto se torna evidente nos comentários de Barroso (2000, p ): Torna-se necessário adoptar, de maneira clara, o princípio de diversidade e flexibilidade de modelos de gestão escolar [...] Esta flexibilidade é necessária para permitir margens de ajustamento nas práticas de gestão e faz parte do próprio conceito de autonomia, enquanto modo de auto-governo. De acordo com esse autor, os cinco princípios da autonomia na gestão escolar, da qualidade e da eficiência da educação são: legitimidade, participação, liderança, qualificação, flexibilidade (Ibid, p. 27). Princípios estes que consideramos não estar muito distantes dos programas e métodos da organização e da administração empresarial atual. No que diz respeito à gestão, a lógica empresarial atual é de que o gerenciamento e a liderança são as chaves para a vantagem competitiva. Neste caso, a gerência centralizadora/autoritária é coisa do passado. Para se adaptar à concorrência acirrada e às mudanças constantes no processo produtivo, a gestão administrativa passa a se apoiar em novos valores, dentre os quais o de que a empresa deve ser comandada pela participação e pelo compartilhamento das responsabilidades e do poder. Em relação à educação, com a descentralização operacional, aumentam as responsabilidades da escola. A efetividade da administração escolar passa a ser concebida como resultado da democratização dos processos administrativos. Ou seja, quanto mais solidária, participativa e democrática, mas eficiente é considerada a gestão. Na escola, do mesmo modo que na empresa, o administrador terá que assumir um novo papel, terá de coordenar os diferentes componentes do sistema educacional na tomada de decisões conjuntas. Ele torna-se o elemento fundamental do processo participativo no interior da escola e na sua integração com a comunidade. Considerações Finais Em face do exposto, podemos afirmar que a globalização mudou a forma de organização e gestão do trabalho, cujas repercussões se fazem evidentes na gestão escolar. 6 Nas últimas décadas, vários países do mundo, como Portugal, Argentina, Espanha, França e inclusive Brasil, têm implementado mudanças nas políticas educacionais, concentrando-as, principalmente, na descentralização educativa e na autogestão institucional. 9

10 Tal como na administração empresarial, as demandas do trabalho coletivo induzem a administração escolar a descentralizar e desburocratizar o trabalho escolar. De acordo com a nova concepção administrativa, o trabalho em grupo, a cooperação e a autonomia, em contraposição às formas burocráticas e centralizadas, são aspectos relevantes para se obter maior flexibilidade na organização das empresas, tornando-as mais funcionais e ajustadas às incessantes mudanças de uma sociedade cada vez mais competitiva, exigente e sujeita a permanentes imprevistos. Ao mesmo tempo, como se democratizam 7 as relações de trabalho, dissemina-se a idéia de que isto contribui para as modificações na posição do trabalhador dentro da empresa. Portanto, a flexibilização expressa uma mudança na forma do trabalho. A racionalidade técnica, burocrática e normativa é substituída por competências de interação e responsabilidade, que mudam radicalmente a estrutura de poder dentro da empresa: a autoridade centralizada dá lugar ao "exercício flexível de poder" (Sennett, 2000, p. 137), ou seja, à horizontalidade do poder de decisão e a uma atribuição de cargos mais fluída. Tais idéias, que não são totalmente novas, mas, assumindo um novo significado, ressurgem com maior intensidade e freqüência, auxiliam na concretização da nova etapa do capitalismo. Segundo Lima (1994, p ), as estratégias de modernização [...] redescobrem o potencial da participação e reeditam o princípio da integração [...]. No entanto, a participação-colaboração, ou participação-coesão, inscreve-se na tradição mais conservadora das ideologias organizativas [...], pois, inspiradas no taylorismo, aparecem como indispensáveis à dissimulação dos conflitos. Em outras palavras, este tipo de participação-coesão, funcional e fictício, é claramente entendido como uma técnica de gestão para a promoção da eficácia e da qualidade. A participação alargada dos interessados assenta numa estratégia de delegação política para reduzir os conflitos institucionais, uma estratégia neoconservadora, na terminologia de Tyler [...]. Ou seja, apesar de freqüentemente representar uma descentralização de encargos, não se trata de uma descentralização/devolução de poderes. Numa sociedade de base cada vez mais competitiva e individualizada, a cooperação assume apenas um caráter simbólico, transformando a democratização das relações de 7 A nova lógica administrativa introduz a preocupação com a dimensão social do trabalho, valorizando a cooperação, a comunicação, o relacionamento em grupo, e auto-realização, introduzindo princípios de delegação de responsabilidades, descentralização e participação como estratégia de motivação do trabalho. 10

11 trabalho em uma aparência. Como aponta Sennett (2000, p. 129), [...] os grupos tendem a manterem-se juntos permanecendo na superfície das coisas; a superficialidade partilhada mantém as pessoas juntas evitando questões difíceis, divisivas, pessoais [...]. Nessa cultura flexível, previsibilidade e confiabilidade são traços de caráter menos destacados; aqui não há base firme [...]. Na verdade há uma unidade falsa. À medida que a competição estimula lutas entre indivíduos e entre grupos autônomos, para atingir um determinado objetivo, eles são obrigados a dissimular suas aparências e comportamentos com os outros. Os empregados e chefes não são vistos como antagonistas, mascarando-se, desta forma, os conflitos e antagonismos sociais. A ênfase na idéia de democratização também não significa que dentro da empresa o exercício do controle esteja desaparecendo: ele está apenas sendo reajustado. Ao comentar as formas de trabalho cooperativo, Félix (1984, p. 39) considera que ele favorece [...] o maior controle por parte da administração sobre os grupos informais, evitando a geração de conflitos entre esses grupos e a organização formal [...] e um aumento da produtividade, uma vez que são, parcialmente, eliminadas as tensões, desde que dirigentes e dirigidos se identifiquem como elementos de um mesmo grupo cujos objetivos são comuns (Ibid, p. 41). No campo educacional, o que ocorre não nos parece diferente. Aí também se pode observar uma dissimulação de democracia. O que parece ser interesse comum, autonomia, parceria e colaboração é na verdade uma manifestação dos interesses da sociedade moderna, que co-responsabiliza os indivíduos/família pelo sucesso ou fracasso da instituição, reforçando a idéia de que a qualidade da educação depende de cada um isoladamente, como nos sugere o Relatório do Banco Mundial (1995, p xx). Dar más participación al grupo familiar.- Las instituciones de enseñanza tal vez se responsabilicen más de su rendimiento si las unidades familiares establecen más relación con las instituciones a que asisten sus miembros, participando en la dirección de la escuela y ejerciendo la facultad de decidir entre distintas escuelas e instituciones. Dar más autonomía a las instituciones- La calidad de la educación puede mejorar si se faculta a las escuelas para que utilicen los insumos educacionales de conformidad con las condiciones escolares y comunitarias locales y si se las hace responder ante los padres y las comunidades. La utilización de los insumos educacionales es eficaz cuando las instituciones son autónomas y pueden distribuir sus recursos. 11

12 Em conseqüência, a sociedade começa a ser vista não apenas como destinatária das políticas sociais, mas como co-responsável pela sua realização. As políticas educativas nos anos 90 consagram a nova orientação de se estabelecer relações mais complexas entre governo e sociedade. Redefinem-se as responsabilidades quanto ao desenvolvimento das políticas sociais educativas, alargam-se os processos de participação e buscam-se alternativas de financiamento em zonas não exploradas (Carvalho, 2005). Outro aspecto que queremos mencionar é que também a democratização dos ambientes passa a ser considerada indispensável para uma boa administração. O ato de administrar transforma-se em algo abstrato e a-histórico, naturaliza-se o esforço cooperativo, a necessidade de um bom administrador, a importância da participação, independentemente de qualquer conjuntura. Dá-se a impressão de que não só todos deveriam cooperar, mas que todos teriam os mesmos valores e necessidades materiais. Em consonância com esta perspectiva, para que a escola fosse bem administrada bastaria abandonar o caráter burocrático e centralista de organização do poder e da autoridade da escola pública em favor de mecanismos de estímulo à participação autônoma dos que fazem parte da comunidade escolar. Desconsiderando-se os conflitos e as contradições sociais, a escola é vista como um palco de interesses comuns, no qual os argumentos podem ser traçados em perfeita igualdade e boa vontade e os menos convincentes rendem-se aos mais persuasivos. Queremos considerar ainda que, no interior do capitalismo atual, a democratização da educação não é entendida apenas pelo aspecto da participação, mas também pelo da livre escolha das ofertas educativas consideradas mais atrativas. Os programas de reforma, moldando-se aos critérios da economia privada, defendem que a educação seja transformada em serviços dirigidos ao cidadão, como cliente/consumidor. Esses serviços estariam relacionados à estratégia para aumentar a qualidade, a eficácia, a competência, e com menor custo, em cada estabelecimento de ensino. No entanto, a livre escolha do cliente é relativa, especialmente se considerarmos que as exigências das forças econômicas e produtivas é que irão determinar quais serão as novas diretrizes educacionais, sistematizadas e expressas por organismos nacionais, como o MEC, no caso do Brasil, e articuladas por organismos internacionais (BIRD, BM, UNESCO). 12

13 Acredita-se que, bem administrada, a escola é o caminho para a solução dos problemas sociais, problemas que ela mesma não criou. Ou seja, na boa administração estaria a chave para a superação das dificuldades educacionais, sociais e de desenvolvimento da sociedade, o que significa uma exacerbação das relações democráticas como sinônimo de uma administração escolar eficiente. Para nós, revela-se aqui uma perspectiva reducionista da educação, segundo a qual o locus da qualidade é o da competência administrativa/técnica de cada estabelecimento de ensino e os problemas e as soluções são vistos apenas como gerenciais e técnicos, sem relação com os aspectos econômicos e sociais. Finalizando, gostaríamos de ressaltar que a luta pela democratização do país, mais caracterizada nos anos 80 e 90, levou os educadores a defender a democratização da escola. Na maior parte da literatura vigente, ela aparece associada à libertação do autoritarismo administrativo (centralização/burocratização), sem ser identificada como um pré-requisito para o revigoramento da economia. Com base nos aspectos indicados, consideramos que, ao se falar em padrões democráticos nas relações do capitalismo flexível, é possível incorrer no equívoco de confundir democracia com relacionamentos respeitosos, cooperação, autonomia de todos os sujeitos de um grupo de trabalho, os quais podem sugerir e opinar sobre tudo. As discussões sobre democracia não podem ignorar que, no limite, a efetiva democratização da gestão escolar só será possível com a efetiva democratização da sociedade, quando os bens materiais e culturais estiverem disponíveis a todos os cidadãos. De nosso ponto de vista, a democratização e a autonomia da gestão escolar não se dão à margem das relações sociais mais amplas. Sublinhando, a administração verdadeiramente democrática está muito além da autonomia gestionária e da participação dos atores: ela passa também pelo fim da divisão do trabalho, das formas de dominação e alienação em que se funda a sociedade atual. Ou, ainda, conforme nos lembra Dourado (2000, p. 90), [...] a luta pela qualidade social não pode estar deslocada de lutas mais amplas pela eqüidade, num país margeado por desigualdades sociais tão gritantes. Portanto, pensar a democratização da escola implica lutar pela democratização da sociedade da qual essa faz parte e é parte constitutiva e constituinte. Referências bibliográficas: 13

14 BANCO MUNDIAL. Prioridades y Estratégias Para La Educacion. Maio de BARROSO, J. O reforço da autonomia das escolas e a flexibilização da gestão em Portugal. In: FERREIRA, Naura S.C (Org.). Gestão Democrática da Educação: atuais tendências, novos desafios. 2ª ed., São Paulo: Cortez, 2000, p Relatório da disciplina Teoria das Organizações e da Administração Educacional. Lisboa: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, BRAVERAMAN, H. Trabalho e Capital Monopolista. 3 ª edição, Rio de Janeiro, JC Editora, CARVALHO, E. J. G. Autonomia da Gestão Escolar: Democratização e Privatização, Duas Faces de Uma Mesma Moeda. Piracicaba Tese (Doutorado), 2005, 235f., Programa de Pós-Graduação em Educação - Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba. DOURADO, Luiz Fernandes. A escolha de dirigentes escolares: Políticas e gestão da educação no Brasil. In: FERREIRA, Naura S.C. Gestão Democrática da Educação: atuais tendências, novos desafios. 2ª ed., São Paulo: Cortez, 2000, p FAYOL, H. Administração Industrial e Geral. 9ª ed., São Paulo: Editora Atlas S.A, FÉLIX, Maria F.C. Administração Escolar: Um problema educativo ou empresarial? São Paulo, Cortez: Autores Associados, FLEURY, A.C.C. e VARGAS, N. Organização do trabalho: uma abordagem intersisciplinar: sete casos brasileiro para estudo. São Paulo, Atlas, FRIGOTTO, G. A Produtividade da Escola Improdutiva. São Paulo, Editora Cortez:Autores Associados, HARVEY, D. A Condição Pós-Moderna. Uma Pesquisa sobre as Origens da Mudança Cultural. São Paulo, Edições Loyola, KUENZER, A.Z. Educação, linguagens e tecnologias: as mudanças no mundo do trabalho e as relações com o conhecimento e método. In: Cultura, linguagem e subjetividade no ensinar e aprender. Rio de Janeiro, DP&A editora, LIMA, L. C. Modernização, Racionalização e Optimização. Perspectivas neotaylorianas na organização da administração escolar. Cadernos de Ciências Sociais. 14

15 Braga, Centro de Estudos em Educação e Psicologia, Instituto de Educação e Psicologia - IEP da Universidade do Minho, n 14, p , Jan., SENNETT, R. Corrosão do Caráter conseqüências pessoas do trabalho no novo capitalismo. 4 ª ed., Rio de Janeiro, Editora Record,

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias FACULDADE GOVERNADOR OZANAM COELHO PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias ALINE GUIDUCCI UBÁ MINAS GERAIS 2009 ALINE GUIDUCCI INTRODUÇÃO À GESTÃO DE

Leia mais

Teorias e Modelos de Gestão

Teorias e Modelos de Gestão Teorias e Modelos de Gestão Objetivo Apresentar a evolução das teorias e modelo de gestão a partir das dimensões econômicas, filosóficas, pol Iticas, sociológicas, antropológicas, psicológicas que se fazem

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

Formação de professores do Ensino Médio

Formação de professores do Ensino Médio Formação de professores do Ensino Médio Etapa I Caderno VI Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio A Avaliação no Ensino Médio Ocimar Alavarse Gabriel Gabrowski Mediadora: Viviane Aparecida

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

Teorias da Administração

Teorias da Administração Teorias da Administração Cronologia das teorias da administração 1903 Administração Científica 1903 Teoria Geral da Administração 1909 Teoria da Burocracia 1916 Teoria Clássica da Administração 1932 Teoria

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sumário Aula 1- Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização. Aula 2- Processo

Leia mais

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO IMPORTÂNCIA INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO Quando do início de um empreendimento, de um negócio ou qualquer atividade; As expectativas e desejos de início são grandes:

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas

Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas Conceitos Fundamentais de Engenharia 1 Ano Profª Fernanda Cristina Vianna Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas 1. O Que é Estrutura Organizacional? É a estrutura formal na qual ocorrem as

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia?

A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? A Educação Inclusiva, realidade ou utopia? Gloria Contenças Marques de Arruda (Escola Municipal Luiz de Lemos) Baseado em informações dos conteúdos estudados, Michels (2006) diz que "[...] as reformas

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Educação técnica e desenvolvimento humano e social

Educação técnica e desenvolvimento humano e social Educação técnica e desenvolvimento humano e social Nacim Walter Chieco(*) 1. Educação e desenvolvimento social A partir de 1996 teve início, no Brasil, um processo de ampla e profunda reforma educacional.

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

FICHAMENTO. Aluno(a): Odilon Saturnino Silva Neto Período: 3º

FICHAMENTO. Aluno(a): Odilon Saturnino Silva Neto Período: 3º FICHAMENTO Aluno(a): Odilon Saturnino Silva Neto Período: 3º Disciplina: Administração Contemporânea IDENTIFICAÇÃO DO TEXTO MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia. Teoria geral da

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas As pessoas devem ser tratadas como parceiros da organização. ( Como é isso?) Reconhecer o mais importante aporte para as organizações: A INTELIGÊNCIA. Pessoas:

Leia mais

Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9

Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9 Arquivo Título: Flexibilidade: Um Novo Formato das Organizações Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9 RESUMO

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA. drivanmelo@yahoo.com.br

FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA. drivanmelo@yahoo.com.br FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA drivanmelo@yahoo.com.br ADMINISTRAÇÃO AD Prefixo latino = Junto de AD MINISTRAÇÃO MINISTER Radical = Obediência, Subordinação Significa aquele que realiza uma função

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los.

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los. Decorrência da Teoria Neoclássica Processo Administrativo. A Teoria Neoclássica é também denominada Escola Operacional ou Escola do Processo Administrativo, pela sua concepção da Administração como um

Leia mais

As Organizações e o Processo de Inclusão

As Organizações e o Processo de Inclusão As Organizações e o Processo de Inclusão Introdução Não há nada permanente, exceto a mudança. Heráclito, filósofo grego (544-483 a.c.). Mudança é o processo no qual o futuro invade nossas vidas. Alvin

Leia mais

Curso de Especialização em Gestão Pública

Curso de Especialização em Gestão Pública Universidade Federal de Santa Catarina Centro Sócio-Econômico Departamento de Ciências da Administração Curso de Especialização em Gestão Pública 1. Assinale a alternativa falsa: (A) No processo gerencial,

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 1 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I Administração é a maneira de governar organizações ou parte delas. É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA?

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? Elisane Scapin Cargnin 1 Simone Arenhardt 2 Márcia Lenir Gerhardt 3 Eliandra S. C. Pegoraro 4 Edileine S. Cargnin 5 Resumo: Diante das inúmeras modificações

Leia mais

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N. Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.º 32603 INTRODUÇÃO Na área do controlo de gestão chamamos atenção para

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

REENGENHARIA PARTE I

REENGENHARIA PARTE I REENGENHARIA PARTE I Introdução O que é a REENGHENHARIA? De acordo com a definição original de Hammer e Champy, a reengenharia é a Implementação de mudanças radicais que, ao redesenhar os processos de

Leia mais

SUPERVISÃO EDUCACIONAL

SUPERVISÃO EDUCACIONAL SUPERVISÃO EDUCACIONAL SUPERVISÃO, do inglês supervision, significa supervisar, dirigir, orientar (CUNHA, 1971, p. 816), ação de velar sobre alguma coisa ou sobre alguém a fim de assegurar a regularidade

Leia mais

Diferença entre a visão departamental e visão por processos.

Diferença entre a visão departamental e visão por processos. GESTÃO POR PROCESSOS Diferença entre a visão departamental e visão por processos. A visão por processos é conhecida desde a época medieval com a atuação dos artesãos responsáveis por todas as etapas do

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA

Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenharia de Produção PPGEP/UFSCar

Leia mais

Novas Formas de Organização do Trabalho

Novas Formas de Organização do Trabalho Novas Formas de Organização do Trabalho Nesse cenário tecnológico, os trabalhadores são organizados em um novo conceito de divisão do trabalho que compreende: a) Novas tecnologias de produção; b) Novos

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida)

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) Liderança é inata? Abordagem Genética - Antigamente acreditava-se que o indivíduo nascia com características, aptidões e valores próprios de um líder. Na moderna

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007 FACULDADE DE CUIABÁ Curso GESTÃO PÚBLICA Disciplina GESTÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Dr. RUBEM JOSÉ BOFF, Ph.D. rubemboff@yahoo.com.br Aulas: 4 e 5/5/2007 Dr. Rubem José Boff, Ph.D. Cuiabá-MT,

Leia mais

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc Ph.D in Business Administration Doutorado

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Prof. Fabrício Rogério Parrilla Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade

Leia mais

Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3

Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3 Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3 Teorias da Administração Aula 3 Teoria Científica Taylorismo (Continuação) Taylor observou que, ao realizar a divisão de tarefas, os operários

Leia mais

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção Sistemas de Transformação e de produção A seleção do Processo de produção depende: -Tecnologia dos Processos de Transformaçã ção -Tecnologia dos meios auxiliares (dispositivos, ferramentas) -Tecnologia

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma

MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você

Leia mais

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato.

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Luciany Fusco Sereno** Introdução O trabalho tem por objetivo apresentar um estudo de caso realizado na cidade de Barreirinhas-MA

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Ambiente Organizacional voltado a inovação As 6 chaves para o Sucesso Foco Flexibilidade

Leia mais

Evolução do Pensamento

Evolução do Pensamento Unidade I Evolução do Pensamento Administrativo Prof. José Benedito Regina Conteúdo da disciplina EPA Parte 1 - Conceitos gerais da administração Parte 2 - Evolução histórica: Abordagens administrativas

Leia mais

Abordagem Clássica da Administração

Abordagem Clássica da Administração Abordagem Clássica da Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 05 Principais Personagens Fredeick Winslow Taylor (americano) Escola da Científica: aumentar a eficiência da indústria por meio

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES CAPÍTULO 1 Gestão da produção: história, papel estratégico e objetivos Prof. Glauber Santos 1 GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 1.1 Gestão da produção: apresentação Produção

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Gestor-líder: processo dinâmico de criação, habilidade, competência para perceber das limitações do sistema e propor solução rápida;

Gestor-líder: processo dinâmico de criação, habilidade, competência para perceber das limitações do sistema e propor solução rápida; AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Gestão de Políticas Participativas ALUNO(A):Mª da Conceição V. da MATRÍCULA: Silva NÚCLEO REGIONAL:Recife DATA:17/09/2013 QUESTÃO

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR

GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR A ênfase posta na atualidade no termo gestão educacional tem origem nas mudanças ocorridas nas relações da administração pública (aparato de Estado) com a sociedade.

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie

Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações. Prof Rodrigo Legrazie Escola das relações humanas: Sociologia nas Organizações Prof Rodrigo Legrazie Escola Neoclássica Conceitua o trabalho como atividade social. Os trabalhadores precisam muito mais de ambiente adequado e

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000)

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) Ao longo do tempo as organizações sempre buscaram, ainda que empiricamente, caminhos para sua sobrevivência, manutenção e crescimento no mercado competitivo.

Leia mais

Módulo 11 Socialização organizacional

Módulo 11 Socialização organizacional Módulo 11 Socialização organizacional O subsistema de aplicação de recursos humanos está relacionado ao desempenho eficaz das pessoas na execução de suas atividades e, por conseguinte, na contribuição

Leia mais

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos 11) Analisando a relação entre desenvolvimento e aprendizagem na perspectiva de Vygotsky, é correto afirmar que: a) Desenvolvimento e aprendizagem

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Capítulo 1 Abordagem da localização da Gestão de Pessoas na estrutura organizacional da empresa

Capítulo 1 Abordagem da localização da Gestão de Pessoas na estrutura organizacional da empresa Capítulo 1 Abordagem da localização da Gestão de Pessoas na estrutura organizacional da empresa - Abordagem da localização da Gestão de Pessoas na estrutura organizacional da empresa A teoria clássica

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES?

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? Beatriz Francisco Farah E-mail:biafarah@nates.ufjf.br A questão da educação para profissionais

Leia mais

O PEDAGOGO COMO MEDIADOR NA GESTÃO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS: UMA PROPOSTA DE PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E EMPRESA Elisabeth Caldeira UNIVALI/ Itajaí

O PEDAGOGO COMO MEDIADOR NA GESTÃO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS: UMA PROPOSTA DE PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E EMPRESA Elisabeth Caldeira UNIVALI/ Itajaí O PEDAGOGO COMO MEDIADOR NA GESTÃO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS: UMA PROPOSTA DE PARCERIA ENTRE UNIVERSIDADE E EMPRESA Elisabeth Caldeira UNIVALI/ Itajaí Resumo Este trabalho resulta de pesquisa sobre o perfil

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica Shirleiscorrea@hotmail.com A escola, vista como uma instituição que historicamente sofreu mudanças é apresentada pelo teórico português

Leia mais

Sistemas de Informação e o Processo de Gerência

Sistemas de Informação e o Processo de Gerência Sistemas de Informação e o Processo de Gerência É necessário que seja feita uma visão integrada do processo de administrar, para que se possa localizar adequadamente o sistema de informação neste mesmo

Leia mais