TECNOLOGIA DO SÊMEN ANÁLISE DO SÊMEN

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TECNOLOGIA DO SÊMEN ANÁLISE DO SÊMEN"

Transcrição

1 TECNOLOGIA DO SÊMEN ANÁLISE DO SÊMEN Características físicas c) Motilidade (progressiva) % de sptz viáveis uma gota de sêmen em aumento de 100 a 400x na propriedade: 50% para doação de sêmen: 70% para sêmen congelado: 30% d) Vigor vitalidade do movimento do sptz escala de 0 5 (ideal 3) 1

2 CONCENTRAÇÃO ESPERMÁTICA Contagem de sptz Contar 1,2,3,4,5 ou 1,6,3,7,5 2

3 CONTAGEM ESPERMÁTICA Quadrante 1, sptz contados: 1,2,4,5,6,8,9 Quadrante 2, sptz contados: 10,11,12,13,14 CONCENTRAÇÃO ESPERMÁTICA De preferência, dar a concentração em [ ] x 10 6 / ml Ex.: Em 5 quadrados a concentração é 100 sptz Usando a fórmula (para diluição de 1:200) 100 x 5 x 10 x 200 / mm x 10 x 200 / mm x 200 / mm 3 1ml = 1000 mm x 1000 / ml /ml ou x 10 6 sptz/ ml 3

4 VOLUME ESPERMÁTICO Para congelação: Palheta média = 0,52 ml de sêmen ( 0,5mL) Palheta fina = 0,225 ml de sêmen ( 0,25mL) 4

5 Congelação Fenômenos físicos e cristalização - podem levar a: - danos ultra-estruturais, físicos, bioquímicos e funcionais - alteração da assimetria bilipídica da membrana espermática - alterações na cromatina e na morfologia - perda da motilidade - permeabilização e desestabilização das membranas - geração de espécies reativas de oxigênio (EROs) (WATSON, 2000) EROs X estresse oxidativo (AITKEN, KRAUSZ, 2001; MARQUES ET AL., 2002) Originadas do metabolismo normal da células Degradadas pelos agentes antioxidantes Alteração na produção e degradação Aumento na produção de EROs Induz peroxidação lipídica pois sptz tem [ ác. graxos] na membrana Remoção de Hidrogênio da camada lipídica Formação de RADICAIS LIVRES Perda da fertilidade e fragmentação do DNA do sptz 5

6 DILUIÇÃO DO EJACULADO aumento do volume do ejaculado preservação da integridade da membrana plasmática maior número de fêmeas inseminadas processo mais lucrativo TºC ejaculado = TºC diluidor (37ºC) determinar taxa de diluição - concentração espermática relativa e total - volume do ejaculado - tipo de envasamento (palheta francesa) - concentração espermática por dose (40milhões sptz/ dose) diluição e movimentação lenta e circular evitar formação de bolhas de ar 6

7 PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Meios diluidores - funções conservar a fertilidade dos sptz por período prolongado aumentar o volume total do ejaculado fonte de energia nutrição dos sptz ação tampão proteção contra alta oxidação e estabilização do ph, à medida que se forma ác. lático proteção contra choque térmico proteção contra agentes contaminantes regulação da osmolaridade manutenção da isotonicidade MEIOS DILUIDORES fonte de energia: glicose gema de ovo ou leite nutrientes protetores de T o C tampão: várias substâncias (citrato de sódio, tris) inibir crescimento microorganismos: antibióticos glicerol: protege dos efeitos da congelação DMSO, açúcares (lactose): agentes desidratantes ph: 6,5 a 6,9 (isotônico e isosmol) baixo custo não produzir metabólitos nocivos aos sptzs estocados até 7 dias ou congelados 7

8 Substâncias crioprotetoras -peso molecular -capacidade de atravessar ou não a membrana celular -adicionados após o resfriamento PERMEÁVEIS glicerol, etilenoglicol e dimetilsulfóxido (DMSO) previnem formação de cristais de gelo intracelular IMPERMEÁVEIS sacarose, lipoproteínas da gema do ovo e ptns do leite promovem estabilização da membrana plasmática DILUIDORES MAIS USADOS Lactose-gema Citrato-gema Tris-gema - Ovos SPF - Ovos postos no dia Glicina-gema Leite desnatado Botu-Bov HIGIENIZADOS Água de côco Sol. Ringer Simples (resfriamento) 8

9 CITRATO-GEMA (duas frações de 500ml cada) Componente Citrato de sódio 2,94% Fração A (sem glicerol) Fração B (com glicerol) % Final da mistura 400ml 330ml 73 Gema de ovo 100ml 100ml 20 OBS Glicerol - 70ml 7 TOTAL 500ml 500ml 100 ph=6,8 a 6,9 (BERBER, 2009) MEIOS À BASE DE LEITE (duas frações de 500ml cada) Componente Fração A (sem glicerol) Fração B (com glicerol) % Final da mistura OBS Leite 500ml 430ml 93 - até 3,5% gordura - aquecido 92 95ºC - desnaturar ptns nocivas - esfriar em TºC ambiente - filtração p/ remover nata Glicerol - 70ml 7 TOTAL 500ml 500ml ph=6,5 a 6,6 - desvantagem: - opacificação do meio - difícil observação sptz (glóbulos de gordura) (BERBER, 2009) 9

10 TRIS-GEMA (duas frações de 500ml cada) Tris: ácido cítrico e água destilada Componente Fração A (sem glicerol) Fração B (com glicerol) % Final da mistura TRIS (0,2M) 400ml 330ml 73 OBS Gema de ovo 100ml 100ml 20 Pode chegar até 28% Glicerol - 70ml 7 TOTAL 500ml 500ml pode acrescentar glicose ou frutose: maior energia p/ sptz - isotônico e isosmol - MUITO USADO! (BERBER, 2009) R$ 56,50 em ml 10

11 Diluição PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Única Fracionada feita em temperatura de 33 a 36 o C sem glicerol : 33 o C com glicerol : 4 o C Sendo que o máximo de diluidor que se pode colocar na primeira fração é 60ml 11

12 PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Diluição única 1:30h 4:00h Diluição (33 o C) Câmara fria 4 o C congelação -196 o C ½ da dose total do diluidor ½ da dose total do diluidor PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Diluição fracionada A: sem glicerol B: com glicerol (crioprotetor) Fração A: 50% do diluidor Fração B: 20% 30% 50% 15min 15min Exemplo: total de diluidor a ser acrescido = 80ml Fração A: 40 ml Fração B: 8ml 12ml 20ml 15min 15min 12

13 Envase PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Pellet em pedra de gêlo seco Ampola Palhetas de 0,52 e 0,225ml ( 0,5 e 0,25ml) Vantagens ocupa menos espaço no botijão de N 2 selada por US ou álcool polivinílico curva de congelação mais homogênea: perdas envase pode ser feito antes ou após o resfriamento e equilíbrio facilidade de identificação PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Refrigeração e Equilíbrio Lento e gradual p/ evitar choque térmico Tempo de equilíbrio 4h + tempo de resfriamento (6h entre 33 e 4 o C) Sêmen resfriado até 7 dias (4 o C) : suínos e eqüinos 13

14 Identificador de palhetas Envase 14

15 Mesa suspensa para congelação 15

16 Armazenamento do sêmen Nível de N 2 deve estar sempre acima de 18cm PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Armazenamento e manipulação Nitrogênio a o C mínimo de 18 cm de N 2 no botijão deve-se retirar o sêmen com pinça de metal 7cm abaixo da boca do botijão proteger ejaculado da luz solar manipulação por pessoas capacitadas 16

17 PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Armazenamento e manipulação (Horn, et al. 1997) Tempo de exposição ao ambiente Diferença significativa : -Motilidade -Motilidade TTR -Vigor -Integridade do acrossoma Viabilidade espermática morfologia atividade metabólica membranas normais 17

18 PRESERVAÇÃO DO SÊMEN Descongelação Em água a 35 o C por 30 segundos: palheta média Em água a 35 o C por 20 segundos: palheta fina Temperatura superior destaca acrossoma SISTEMA DE AVALIAÇÃO COMPUTADORIZADA DAS CARACTERÍSTICAS SEMINAIS (CASA) SUBJETIVIDADE X PRECISÃO E REPETIBILIDADE -Uso de sondas fluorescentes (microscopia de epifluorescência) -Citometria de fluxo (sexagem espermática) -Avaliação de proteínas do plasma seminal 18

19 TESTES PARA AVALIAÇÃO DO SÊMEN - provas metabólicas A amostra é incubada a certa T o C por tempo determinado TESTES PARA AVALIAÇÃO DO SÊMEN - Teste de termorresistência Convencional: incubação da amostra a 38 o C / 5h Rápido: 46 o C / 30 min Estressado: 38 o C / 5h e 5 o C / 24h Após estes períodos avaliação motilidade progressiva ideal: 15% de motilidade 19

20 AVALIAÇÃO DO SÊMEN DESCONGELADO TT (teste de termorresistência convencional) 5h a 38ºC TTR (teste de termorresistência rápido) 30min a 46ºC TTS (teste de termoresistência estressado) 5h a 38ºC mais 24h a 5ºC Interpretação: Aprovar quando Motilidade mínima de 15% após o teste TESTES PARA AVALIAÇÃO DO SÊMEN CONGELADO - Teste de degradação da motilidade Amostra incubada em banho maria a 37oC / 2h Avaliação aos 5 min e 120 min de incubação TDM = motilidade 5 motilidade 120 x 100 motilidade 5 Resultado : entre 30 e 50% 20

21 TESTES PARA AVALIAÇÃO DO SÊMEN DESCONGELADO -Teste de redução de azul de metileno Indica capacidade desidrogenante de uma amostra de sêmen Relaciona-se ao grau de vitalidade e concentração Boa amostra: descora o meio entre alguns segundos e três min Teste hiposmótico (HO) - transporte de fluidos pela membrana plasmática intacta - até atingir equilíbrio LIC e LEC - sptz em solução hiposmótica - entrada de fluidos na membrana - edema da cauda - cauda dobra e enrola - sptz inchado ou HO positivo - membrana plasmática intacta 21

22 Avaliação da integridade do acrossoma - criopreservação eleva níveis de cálcio intracelular (= capacitação) - reação acrossomal pode ocorrer antes do previsto no sêmen congelado TESTES PARA AVALIAÇÃO DO SÊMEN DESCONGELADO - Teste de deterioração do acrossoma Aceitável 30% para maioria das espécies 50% para suínos 22

23 CONSIDERAR FORA DOS PADRÕES a) Volume da dose inferior a 0,25ml b) Motilidade retilínea progressiva (mrp) inferior a 30% c) Vigor inferior a 3 (0 a 5) d) Morfologia (Portaria Sec. Desenvolv. Rural 05/09/96) Concentração sptz com mrp Total de defeitos Defeitos maiores (superior a) (superior a) 10x10 6 ou mais 30% 20% 6x10 6 a 10x % 10% e) Lesão de acrossoma - contraste de fase: superior a 20% - interferência diferencial de fase: superior a 30% (CBRA, Fonseca et al., 1992) Exercícios de interpretação para congelação Ex.: Dados do ejaculado de um bovino: Volume = 5 ml [ ] calculada = 1000 x 10 6 sptz/ ml Vigor = 5 Motilidade = 70% Usar palhetas médias: volume útil = 0,52 ml usar dose de 10 x 10 6 sptz em cada palheta Pergunta-se: quantas doses podem ser congeladas? qual a quantidade de diluidor? 1ml x 10 6 sptz 5 ml ---- x sptz 5000 x 10 6 sptz temos no total com 70% motilidade, ou seja, 3500 x 10 6 sptz viáveis 1 dose x 10 6 sptz x doses x 10 6 sptz 350 doses podem ser feitas 1 dose ,52 ml 350 doses ---- x ml Precisa de 182 ml p/ fazer as 350 doses Como já temos 5ml do volume do ejaculado, devemos acrescentar 177 ml de diluente 23

24 EXERCÍCIOS... 1) Ex.: Dados do ejaculado de um bovino: Volume =10ml [ ] calculada = 800 x 10 6 sptz/ ml Vigor = 5 Motilidade = 70% Usar palhetas finas: volume útil = 0,225 ml usar dose de 20 x 10 6 sptz em cada palheta Pergunta-se: quantas doses podem ser congeladas? qual a quantidade de diluidor? 2) Ex.: Dados do ejaculado de um bovino: Volume =8ml [ ] calculada = 900 x 10 6 sptz/ ml Vigor = 5 Motilidade = 70% Usar palhetas médias: volume útil = 0,52 ml usar dose de 10 x 10 6 sptz em cada palheta Pergunta-se: quantas doses podem ser congeladas? qual a quantidade de diluidor? 24

Prof. José Antonio Ribas

Prof. José Antonio Ribas 1 CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN E INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM EQUINOS Prof. José Antonio Ribas 2 INTRODUÇÃO Viabilidade da criação de cavalos = sucesso na reprodução Industria do cavalo - movimenta cerca de R$

Leia mais

2. Como devo manusear o sêmen durante a sua retirada do botijão?

2. Como devo manusear o sêmen durante a sua retirada do botijão? CUIDADOS NO MANUSEIO DO SÊMEN CONGELADO O manuseio adequado do sêmen congelado é essencial para manter ótimos resultados nos programas de inseminação artificial, tanto no sêmen sexado como no sêmen convencional.

Leia mais

Criopreservação de sêmen. Dr: Ribrio Ivan T.P. Ba1sta

Criopreservação de sêmen. Dr: Ribrio Ivan T.P. Ba1sta Criopreservação de sêmen Dr: Ribrio Ivan T.P. Ba1sta Sumário 1. Introdução 2. Criopreservação de sêmen 3. Efeito da criopreservação 1. No metabolismo dos espermatozoides 2. Na ultra- estrutura dos espermatozoides

Leia mais

ESPERMOGRAMA e BANCO DE SÊMEN BS-HIAE

ESPERMOGRAMA e BANCO DE SÊMEN BS-HIAE ESPERMOGRAMA e BANCO DE SÊMEN BS-HIAE ESPERMOGRAMA! COLETA DO SÊMEN! ANÁLISE MACROSCÓPICA! ANÁLISE MICROSCÓPICA! ANÁLISE DA VITALIDADE! ANÁLISE MORFOLÓGICA! ANÁLISE DAS CÉLULAS REDONDAS! ANÁLISE BIOQUÍMICA!

Leia mais

Criopreservação de embriões

Criopreservação de embriões Criopreservação de embriões Vicente J.F. Freitas Biotecnologia da Reprodução Animal Laboratório de Fisiologia e Controle da Reprodução www.uece.br/lfcr Aula ministrada por: M.Sc. Ribrio Ivan T. P. Batista

Leia mais

Manual Técnico de Processamento de Sêmen para Inseminação Artificial

Manual Técnico de Processamento de Sêmen para Inseminação Artificial Manual Técnico de Processamento de Sêmen para Inseminação Artificial 1 Introdução A Inseminação Artificial (IA) é hoje em dia o método utilizado pela generalidade dos suinicultores, pois, permite fazer

Leia mais

FECUNDAÇÃO FECUNDAÇÃO OU FERTILIZAÇÃO

FECUNDAÇÃO FECUNDAÇÃO OU FERTILIZAÇÃO FECUNDAÇÃO Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia 1 FECUNDAÇÃO OU FERTILIZAÇÃO Processo pelo qual o gameta masculino (espermatozóide) se une ao gameta feminino (ovócito) para formar

Leia mais

TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES

TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES TECNOLOGIAS NA MENSURAÇÃO DO BEM-ESTAR EM AVES Metodologias aplicadas na avaliação de problemas locomotores em frangos de corte e poedeiras têm uma importância cada vez maior dentro da cadeia produtiva.

Leia mais

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON CLERSONC@HOTMAIL.COM CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA

Leia mais

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras MEIOS DE CULTURA Associação equilibrada de agentes químicos (nutrientes, ph, etc.) e físicos (temperatura, viscosidade, atmosfera, etc) que permitem o cultivo de microorganismos fora de seu habitat natural.

Leia mais

CONHECENDO UMA CENTRAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

CONHECENDO UMA CENTRAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL CONHECENDO UMA CENTRAL DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL Entrevistado: Marcelo Brandi Vieira Mestre em Reprodução Animal Diretor Técnico da Progen Inseminação Artificial BI: Qual a importância da Inseminação Artificial

Leia mais

INFLUÊNCIA DE TIPOS DE EMBALAGENS SOBRE A QUALIDADE DO SÊMEN SUÍNO CRIOPRESERVADO

INFLUÊNCIA DE TIPOS DE EMBALAGENS SOBRE A QUALIDADE DO SÊMEN SUÍNO CRIOPRESERVADO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA FACULDADE DE VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS DANIELLE OLIVEIRA DE ARAÚJO INFLUÊNCIA DE TIPOS DE EMBALAGENS

Leia mais

Rev Bras Reprod Anim, Belo Horizonte, v.30, n.1/2, p.42-56, jan./jun. 2006. Disponível em www.cbra.org.br

Rev Bras Reprod Anim, Belo Horizonte, v.30, n.1/2, p.42-56, jan./jun. 2006. Disponível em www.cbra.org.br Rev Bras Reprod Anim, Belo Horizonte, v.30, n.1/2, p.42-56, jan./jun. 2006. Disponível em www.cbra.org.br Fatores relacionados ao sucesso da inseminação artificial de éguas com sêmen refrigerado Factors

Leia mais

Enzimas. Reações baratas e seguras; São altamente eficientes, acelerando a velocidade das reações (10 8 a 10 11 + rápida);

Enzimas. Reações baratas e seguras; São altamente eficientes, acelerando a velocidade das reações (10 8 a 10 11 + rápida); Enzimas Enzimas Enzimas - são proteínas de alta massa molecular (MM > 15000 Da) produzidas por células vivas e que têm a capacidade de aumentar a velocidade das reações biológicas por ativação específica

Leia mais

Elaborado por: Karina Salvador Revisado por: Hilda Helena Wolff Aprovado por: Andréa Cauduro

Elaborado por: Karina Salvador Revisado por: Hilda Helena Wolff Aprovado por: Andréa Cauduro ANTI- 1 Manual CAMBRIDGE BIOTECH -1 POP: BM 05 Página 1 de 7 1. Sinonímia ANTI, TESTE CONFIRMATÓRIO. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos e técnicos do setor de imunologia. 3. Aplicação clínica Os testes

Leia mais

Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE

Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE Leites Fermentados Exemplos: iogurte, bebidas lácteas fermentadas, coalhada, kefir, entre outros. A fermentação pode

Leia mais

Isolamento Viral em Cultivo Celular. Adriana Candido Rodrigues

Isolamento Viral em Cultivo Celular. Adriana Candido Rodrigues Isolamento Viral em Cultivo Celular Adriana Candido Rodrigues Vírus: Parasitas intracelulares obrigatórios Célula viva para replicação Sistemas Celulares Animais de Laboratório Ovos Embrionados Cultura

Leia mais

UNIDADE 4 PRODUÇÃO, CONSUMO, EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO. PROCESSAMENTO TECNOLÓGICO DE OVOS

UNIDADE 4 PRODUÇÃO, CONSUMO, EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO. PROCESSAMENTO TECNOLÓGICO DE OVOS UNIDADE 4 PRODUÇÃO, CONSUMO, EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO. PROCESSAMENTO TECNOLÓGICO DE OVOS 1 CONSUMO DE OVOS Dados da FAO (2010) para a América Latina apontam que o Brasil se encontra na oitava posição em

Leia mais

VITRIFICAÇÃO DE SÊMEN SUÍNO

VITRIFICAÇÃO DE SÊMEN SUÍNO I Mostra de Iniciação Científica I MIC 30/09 e 01/10 de 2011 Instituto Federal Catarinense Campus Concórdia Concórdia SC INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS CONCÓRDIA MEDICINA VETERINÁRIA VITRIFICAÇÃO

Leia mais

O interesse da Química é analisar as...

O interesse da Química é analisar as... O interesse da Química é analisar as... PROPRIEDADES CONSTITUINTES SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS TRANSFORMAÇÕES ESTADOS FÍSICOS DOS MATERIAIS Os materiais podem se apresentar na natureza em 3 estados físicos

Leia mais

Sêmen refrigerado e congelado para inseminação artificial em ovinos

Sêmen refrigerado e congelado para inseminação artificial em ovinos UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL Disciplina: SEMINÁRIOS APLICADOS Sêmen refrigerado e congelado para inseminação artificial em

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS PRÁTICA N o. 02 IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS OBJETIVOS: Esta prática tem como objetivo a identificação e confirmação de grupos funcionais de aldeídos e

Leia mais

Exame Andrológico em Cães

Exame Andrológico em Cães Exame Andrológico em Cães ProfªIsabel Candia Nunes da Cunha UENF Indicações Compra ou venda de reprodutores Seleção de doadores para o uso em IA Diagnóstico de patologias do sistema genital masculino Histórico

Leia mais

Uma receita de iogurte

Uma receita de iogurte A U A UL LA Uma receita de iogurte O iogurte, um alimento comum em vários países do mundo, é produzido a partir do leite. Na industrialização desse produto empregam-se técnicas diversas para dar a consistência,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA FISIOLOGIA ANIMAL II AULA 4 PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES CAETANA CARVALHO, PAULO SANTOS 2006 1 INTRODUÇÃO As

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA RENAL 01. A sudorese (produção de suor) é um processo fisiológico que ajuda a baixar a temperatura do corpo quando está muito calor ou quando realizamos uma atividade

Leia mais

Figura 1. Representação esquemática das estruturas da pele envolvidas no processo de transpiração.

Figura 1. Representação esquemática das estruturas da pele envolvidas no processo de transpiração. HEXATRATE (Vevy/Itália) Ativo antiperspirante e desodorante O suor O suor, produzido pelas glândulas sudoríparas, é constituído por água, na qual se encontram dissolvidos sais minerais e outras substâncias.

Leia mais

O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS INORGÂNICAS? QUAL A FUNÇÃO BIOLÓGICA DE CADA UMA?

O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS INORGÂNICAS? QUAL A FUNÇÃO BIOLÓGICA DE CADA UMA? O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS ORGÂNICAS? O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS INORGÂNICAS? QUAL A FUNÇÃO BIOLÓGICA DE CADA UMA? SUBSTÂNCIAS ORGÂNICAS: CARBONO, HIDROGÊNIO, OXIGÊNIO E NITROGÊNIO FORMAM CADEIAS LONGAS E COMPLEXAS

Leia mais

SUSPENSÕES E SOLUÇÕES

SUSPENSÕES E SOLUÇÕES SUSPENSÕES E SOLUÇÕES Definições SUSPENSÃO Mistura heterogênea de substâncias Ex.: sangue (suspensão de plasma e células) água e óleo; água e areia, água e açúcar SOLUÇÃO Mistura homogênea de substâncias

Leia mais

CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN CANINO, UTILIZANDO ASSOCIAÇÕES DE CRIOPROTETORES E DOIS PROTOCOLOS DE DESCONGELAMENTO

CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN CANINO, UTILIZANDO ASSOCIAÇÕES DE CRIOPROTETORES E DOIS PROTOCOLOS DE DESCONGELAMENTO AMANDA CARLA ACIPRESTE CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN CANINO, UTILIZANDO ASSOCIAÇÕES DE CRIOPROTETORES E DOIS PROTOCOLOS DE DESCONGELAMENTO Dissertação apresentada à Universidade Federal de Viçosa, como parte

Leia mais

Hidratos de Carbono. Monossacarídeo (Glicose) Polissacarídeo (Glicogénio) Dissacarídeo (Frutose + Glicose = Sacarose)

Hidratos de Carbono. Monossacarídeo (Glicose) Polissacarídeo (Glicogénio) Dissacarídeo (Frutose + Glicose = Sacarose) Hidratos de Carbono Os hidratos de carbono são compostos orgânicos, constituídos por carbono (C), hidrogénio (H) e oxigénio (O). São a principal fonte de energia para o movimento, trabalho e realização

Leia mais

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri Extração de DNA Prof. Silmar Primieri Conceitos Prévios O que é DNA? Onde se localiza o DNA na célula? Do que são formadas as membranas celulares? Qual a estrutura do DNA? O que é DNA? Unidade básica informacional

Leia mais

Processamento do Iogurte Gordo Sólido

Processamento do Iogurte Gordo Sólido Escola Superior Agrária De Coimbra Processamento Geral dos Alimentos Processamento do Iogurte Gordo Sólido Trabalho realizado por: Pedro Sá nº20603025 Ana Oliveira nº 20603030 Lénia Belas nº 20603031 Elisabete

Leia mais

Ácido Cítrico Líquido Seminal. Análise Seminal Computadorizada

Ácido Cítrico Líquido Seminal. Análise Seminal Computadorizada Ácido Cítrico Líquido Seminal O ácido cítrico é produzido pela próstata. Tem sua produção dependente da atividade hormonal e está ligado ao processo de coagulação e liquefação do esperma. Colorimétrico

Leia mais

O Secretário de Vigilância Sanitária d Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando:

O Secretário de Vigilância Sanitária d Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando: título: Portaria nº 27, de 18 de março de 1996 ementa não oficial: Aprova o regulamento técnico sobre embalagens e equipamentos de vidro e cerâmica em contato com alimentos, conforme Anexo da presente

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA FACULDADE DE VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA FACULDADE DE VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA FACULDADE DE VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS TATYANE BANDEIRA BARROS QUALIDADE ESPERMÁTICA DO SÊMEN

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

Dialogando com um Centro de Reprodução: A preservação de gametas hoje. Rita Figueira, PhD, TS(ABB)

Dialogando com um Centro de Reprodução: A preservação de gametas hoje. Rita Figueira, PhD, TS(ABB) Dialogando com um Centro de Reprodução: A preservação de gametas hoje. Rita Figueira, PhD, TS(ABB) Conceito e Objetivo: Conceito Criopreservação é um processo onde células ou tecidos biológicos são preservados

Leia mais

CONTAINER (CP) PARA REFRIGERAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO SÊMEN EQÜINO

CONTAINER (CP) PARA REFRIGERAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO SÊMEN EQÜINO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL PROGRAMA MESTRADO EM CIÊNCIA ANIMAL CONTAINER (CP) PARA REFRIGERAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO SÊMEN EQÜINO Daniela Brandão Nunes CAMPO GRANDE MATO GROSSO DO SUL BRASIL

Leia mais

TECNICAS DE AMPLIFICAÇÃO REPRODUTIVA E DE BIOTECNOLOGIA APLICADAS AO MELHORAMENTO ANIMAL

TECNICAS DE AMPLIFICAÇÃO REPRODUTIVA E DE BIOTECNOLOGIA APLICADAS AO MELHORAMENTO ANIMAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA MELHORAMENTO ANIMAL TECNICAS DE AMPLIFICAÇÃO REPRODUTIVA E DE BIOTECNOLOGIA APLICADAS

Leia mais

Alimentação na Gestação

Alimentação na Gestação ESPAÇO VIDA Nut. Fabiane Galhardo Unimed Pelotas 2012 Alimentação na Gestação 1 GESTAÇÃO PERÍODO MÁGICO DE INTENSA TRANSIÇÃO, ONDE A NATUREZA MODIFICA O CORPO E A MENTE PARA TRANSFORMAR MULHER EM MÃE A

Leia mais

Bolhas de ar, cristais de gelo e glóbulos de gordura: não há quem não adore! Muitas pessoas são doidas por sorvetes, uma das mais gostosas invenções

Bolhas de ar, cristais de gelo e glóbulos de gordura: não há quem não adore! Muitas pessoas são doidas por sorvetes, uma das mais gostosas invenções Bolhas de ar, cristais de gelo e glóbulos de gordura: não há quem não adore! Muitas pessoas são doidas por sorvetes, uma das mais gostosas invenções da humanidade. Embora possa ser encontrado em qualquer

Leia mais

ELETROFORESE APLICADA À ANÁLISE DE DNA

ELETROFORESE APLICADA À ANÁLISE DE DNA ELETROFORESE APLICADA À ANÁLISE DE DNA Eletroforese Separação de moléculas carregadas em um campo elétrico. As moléculas em uma mistura são separadas umas das outras conforme o tamanho ou a carga Eletroforese

Leia mais

EFEITO DE TRÊS CRIOPROTETORES SOBRE A MEMBRANA DE CÉLULAS ESPERMÁTICAS DE OVINOS

EFEITO DE TRÊS CRIOPROTETORES SOBRE A MEMBRANA DE CÉLULAS ESPERMÁTICAS DE OVINOS CONVÊNIOS CNPq/UFU & FAPEMIG/UFU Universidade Federal de Uberlândia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação DIRETORIA DE PESQUISA COMISSÃO INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 2008 UFU 30 anos EFEITO

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR Prof. ª Elessandra da Rosa Zavareze elessandrad@yahoo.com.br 1 Estratégias para controlar os agentes de alteração dos alimentos 2 Conhecimento dos seguintes fatores:

Leia mais

Bioenergética. Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti

Bioenergética. Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti Bioenergética Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti Natal/RN Fevereiro de 2011 Substratos para o exercício O corpo utiliza nutrientes carboidratos, gorduras e proteínas consumidos diariamente para

Leia mais

1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR

1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FACULDADE DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA: BROMATOLOGIA 2º/ 4 O PROFA. IVETE ARAKAKI FUJII. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE VETERINÁRIA Colegiado dos Cursos de Pós-Graduação

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE VETERINÁRIA Colegiado dos Cursos de Pós-Graduação UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE VETERINÁRIA Colegiado dos Cursos de Pós-Graduação AVALIAÇÃO IN VITRO DA ADIÇÃO FRACIONADA DA DIMETILFORMAMIDA NA CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN EQÜINO Fernanda

Leia mais

VIABILIDADE DA DOSE FRACIONADA DE SÊMEN BOVINO CRIOPRESERVADO DESCONGELADA POR DIFERENTES MÉTODOS.

VIABILIDADE DA DOSE FRACIONADA DE SÊMEN BOVINO CRIOPRESERVADO DESCONGELADA POR DIFERENTES MÉTODOS. 0 Universidade Federal do Pará UFPA Universidade Federal Rural da Amazônia- UFRA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária-EMBRAPA Núcleo de Ciências Agrárias e Desenvolvimento Rural Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Ana Luísa Carvalho Amplificação de um fragmento de DNA por PCR Numa reacção em cadeia catalizada pela DNA polimerase (Polymerase Chain Reaction - PCR),

Leia mais

CRIOPRESERVAÇÂO DE SÊMEN CANINO UTILIZANDO DIFERENTES MEIOS DE CONSERVAÇÃO

CRIOPRESERVAÇÂO DE SÊMEN CANINO UTILIZANDO DIFERENTES MEIOS DE CONSERVAÇÃO JOSÉLI MARIA BÜCHELE CRIOPRESERVAÇÂO DE SÊMEN CANINO UTILIZANDO DIFERENTES MEIOS DE CONSERVAÇÃO Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre em Ciências Veterinárias, Curso

Leia mais

OPERAÇÕES E PROCESSOS DA T.A.

OPERAÇÕES E PROCESSOS DA T.A. Temperatura ambiental A temperatura no armazenamento do produto alimentício está condicionada à exposição deste a diferentes graus de calor ou de frio. Modificações indesejáveis à qualidade do produto:

Leia mais

Conservação da Carne Professora: Sandra Carvalho Princípios de Conservação Aplicado a Carne Controle da contaminação por microrganismos. Remoção de microrganismos. Controle do Crescimento e da atividade

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE MARÇO DE 2009

GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE MARÇO DE 2009 GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE MARÇO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS MICRORGANISMOS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS MICRORGANISMOS CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS MICRORGANISMOS Características fisiológicas das bactérias Oxigênio Temperatura Água Concentração hidrogênionica do meio (ph) Oxigênio Temperatura ambiental Grupo Temp. Temp.

Leia mais

Propriedades da matéria (Continuação)

Propriedades da matéria (Continuação) Propriedades da matéria (Continuação) Densidade m/v Experimentos / discussão Exercício 1) Um bloco de metal tem volume de 200 ml e massa de 1792 g. a) Qual a densidade desse metal, expressa em g / cm3?

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Data: Agosto/2003 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Óleos e gorduras são constituintes naturais dos ingredientes grãos usados nas formulações de rações para animais. Podem

Leia mais

INSTITUTO DE ZOOTECNIA

INSTITUTO DE ZOOTECNIA UFRRJ INSTITUTO DE ZOOTECNIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA Dissertação Efeito do Plasma Seminal e da Concentração de Gema de Ovo na Criopreservação de Sêmen Caprino Valéria da Silva Ferreira 2013

Leia mais

Características do Leite

Características do Leite Características do Leite Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica

As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica Células e Membranas As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica Organelas são compartimentos celulares limitados por membranas A membrana plasmática é por si só uma organela.

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA ESTUDO DA COLETA E PROCESSAMENTO DE SÊMEN BOVINO LAILA VICENTE TEIXEIRA São Paulo 2009 LAILA VICENTE TEIXEIRA

Leia mais

Introdução. Conceitos aplicados a alimentação animal. Produção animal. Marinaldo Divino Ribeiro. Nutrição. Alimento. Alimento. Nutriente.

Introdução. Conceitos aplicados a alimentação animal. Produção animal. Marinaldo Divino Ribeiro. Nutrição. Alimento. Alimento. Nutriente. Conceitos aplicados a alimentação animal Introdução Produção animal Marinaldo Divino Ribeiro EMV Depto de Produção ão Animal - UFBA Genética Sanidade Nutrição Alimento Susbstância que, consumida por um

Leia mais

QUÍMICA TECNOLÓGICA I

QUÍMICA TECNOLÓGICA I Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Bacharelado em Ciência e Tecnologia Diamantina - MG QUÍMICA TECNOLÓGICA I Prof a. Dr a. Flaviana Tavares Vieira flaviana.tavares@ufvjm.edu.br Alquimia

Leia mais

Ácido cítrico, líquido seminal. Análise seminal computadorizada. Instituto Hermes Pardini - Líquido Seminal 1

Ácido cítrico, líquido seminal. Análise seminal computadorizada. Instituto Hermes Pardini - Líquido Seminal 1 Ácido cítrico, líquido seminal O ácido cítrico é produzido pela próstata. Tem sua produção dependente da atividade hormonal e está ligado ao processo de coagulação e liquefação do esperma. Níveis baixos

Leia mais

ANÁLISE DAS ENZIMAS PEROXIDASE E FOSFATASE EM AMOSTRAS DE LEITE CRU, PASTEURIZADO E LONGA VIDA

ANÁLISE DAS ENZIMAS PEROXIDASE E FOSFATASE EM AMOSTRAS DE LEITE CRU, PASTEURIZADO E LONGA VIDA Vol. 1, No. 1, Outubro-Dezembro de 2011 ARTIGO ORIGINAL ANÁLISE DAS ENZIMAS PEROXIDASE E FOSFATASE EM AMOSTRAS DE LEITE CRU, PASTEURIZADO E LONGA VIDA Bruno Souza Franco ¹, Susana Rubert Manfio 1, Cristiano

Leia mais

HISTÓRIA: PROCESSAMENTO LEITES FERMETADOS. Leite fermentado batido

HISTÓRIA: PROCESSAMENTO LEITES FERMETADOS. Leite fermentado batido LEITES FERMETADOS Profa.Dra.Vanerli Beloti HISTÓRIA: Consumido há século em todo Mediterrâneo Oriental Primeiro alimento transformado que se tem notícia na história da humanidade Iogurte é o mais popular

Leia mais

Função orgânica nossa de cada dia. Profa. Kátia Aquino

Função orgânica nossa de cada dia. Profa. Kátia Aquino Função orgânica nossa de cada dia Profa. Kátia Aquino Vamos analisar! Funções Carboidratros (ou Glicídios) Energética: eles são os maiores fornecedores de energia para os seres vivos, principalmente a

Leia mais

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO METABOLISMO É o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. ...metabolismo Do ponto de vista físico-químico,

Leia mais

Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica. Prof. Clóvis Parazzi

Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica. Prof. Clóvis Parazzi Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica Prof. Clóvis Parazzi O que se deseja de um processo fermentativo? Elevado Rendimento Uniformidade na produção de metabólitos pela levedura

Leia mais

CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA. capacitação. Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas

CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA. capacitação. Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA Ejaculação sptz fêmea aptos a fertilização capacitação Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA Processo mediado por proteínas das glândulas sexuais acessórias

Leia mais

Introdução Vantagens e Desvantagens A Quente A Frio Carga Mecânica Matriz Aberta Matriz Fechada Defeitos de Forjamento

Introdução Vantagens e Desvantagens A Quente A Frio Carga Mecânica Matriz Aberta Matriz Fechada Defeitos de Forjamento Prof. Msc. Marcos Dorigão Manfrinato prof.dorigao@gmail.com Introdução Vantagens e Desvantagens A Quente A Frio Carga Mecânica Matriz Aberta Matriz Fechada Defeitos de Forjamento 1 Introdução: O forjamento

Leia mais

Usinagem Fluido de Corte

Usinagem Fluido de Corte 1 Funções do fluido de corte: Caráter Funcional Redução do atrito entre ferramenta e cavaco Expulsão dos cavacos gerados (principalmente em furações profundas) Refrigeração da ferramenta Refrigeração da

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo Sgrillo.ita@ftc.br A conversão do fluxo de elétrons em trabalho biológico requer transdutores moleculares (circuito microscópico), análogos aos motores elétricos que

Leia mais

CARLOS THIAGO SILVEIRA ALVIM MENDES DE OLIVEIRA ADIÇÃO DE BSA AO DILUENTE BTS MODIFICADO NA CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN CAPRINO

CARLOS THIAGO SILVEIRA ALVIM MENDES DE OLIVEIRA ADIÇÃO DE BSA AO DILUENTE BTS MODIFICADO NA CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN CAPRINO CARLOS THIAGO SILVEIRA ALVIM MENDES DE OLIVEIRA ADIÇÃO DE BSA AO DILUENTE BTS MODIFICADO NA CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN CAPRINO Dissertação apresentada à Universidade Federal de Viçosa, como parte das exigências

Leia mais

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria Página 1 de 7 1 Escopo Este método tem por objetivo quantificar amido em produtos cárneos por espectrometria molecular no. 2 Fundamentos Baseia-se na determinação espectrofotométrica a 620 nm do composto

Leia mais

"A vantagem do alumínio"

A vantagem do alumínio "A vantagem do alumínio" Comparativo entre os Evaporadores para Amônia fabricados com tubos de alumínio e os Evaporadores fabricados com tubos de aço galvanizado Os evaporadores usados em sistemas de amônia

Leia mais

Capacidade de organizar os produtos da digestão usando a energia extraída dos mesmos produtos da digestão (REGULAÇÃO)

Capacidade de organizar os produtos da digestão usando a energia extraída dos mesmos produtos da digestão (REGULAÇÃO) Capacidade de organizar os produtos da digestão usando a energia extraída dos mesmos produtos da digestão (REGULAÇÃO) As proteínas são digeridas até aminoácidos, as gorduras (triglicérides) até glicerol

Leia mais

Características do Curso: Ementa do Curso e Conteúdo Programático: Objetivos do Curso: Recursos didáticos:

Características do Curso: Ementa do Curso e Conteúdo Programático: Objetivos do Curso: Recursos didáticos: Características do Curso: Denominação: Andrologia e Inseminação Artificial Suína Nível: Curso de Extensão Universitária Carga Horária: 80 horas (2 módulos de 40h cada) Taxa (por módulo): R$ 300,00 (estudantes)

Leia mais

Tipo de itens. O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano.

Tipo de itens. O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano. Tipo de itens O sangue é o principal fluído que circula no organismo humano. 1. Quais são as suas principais funções? Transporte de nutrientes, defesa, regulação térmica e controlo 2. Quais os seus constituintes?

Leia mais

Preparação do Material Biológico para Observação em TEM

Preparação do Material Biológico para Observação em TEM Preparação do Material Biológico para Observação em TEM 16º Workshop SEMAT/UM - Caracterização Avançada de Materiais Sandra Mariza Monteiro (smonteir@utad.pt) Preparação do Material Biológico para Observação

Leia mais

PROPRIEDADES DA MATÉRIA

PROPRIEDADES DA MATÉRIA Profª Msc.Anna Carolina A. Ribeiro PROPRIEDADES DA MATÉRIA RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção

Leia mais

Sandra Heidtmann 2010

Sandra Heidtmann 2010 Sandra Heidtmann 2010 Definições: Amostra: Pequena parte ou porção de alguma coisa que se dá para ver, provar ou analisar, a fim de que a qualidade do todo possa ser avaliada ou julgada; Coleta: Ato de

Leia mais

AA 2-G (Vitamina C estabilizada)

AA 2-G (Vitamina C estabilizada) AA 2-G (Vitamina C estabilizada) INCI NAME: Ácido ascórbico-2-glicosilado CAS Number: 129499-78-1 Descrição: O AA2G (Ácido Ascórbico 2-Glicosídeo) é a vitamina C (ácido ascórbico) estabilizada com glicose.

Leia mais

POP- AULA PRÁTICA DE HEMOGRAMA (ERITROGRAMA) Prof.Archangelo

POP- AULA PRÁTICA DE HEMOGRAMA (ERITROGRAMA) Prof.Archangelo POP- AULA PRÁTICA DE HEMOGRAMA (ERITROGRAMA) Prof.Archangelo Material Necessário Seringa 5ml com agulha 25x7 Alcool 70% (iodado) Garrote Tubo vacuun EDTA ( tampa roxa ) microscópio lâminas para microscopia

Leia mais

Sistema tampão. Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H +

Sistema tampão. Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H + Sistema tampão Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H + Quando se adiciona um ácido forte na solução de ácido fraco HX X - + H + HA A - H + X - H + H + HA A

Leia mais

2 Conservação do sangue e hemocomponentes

2 Conservação do sangue e hemocomponentes 2 Conservação do sangue e hemocomponentes Alguns problemas de saúde hematológicos ou hemodinâmicos podem ser tratados utilizando produtos hemoterápicos, como por exemplo, problemas ligados à coagulação,

Leia mais

Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo

Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo Página 1 de 6 Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo 1- Objetivo Verificar a confiabilidade de medição da concentração de Flúor pelo método ISE 2- Aplicação Aplicável aos equipamentos

Leia mais

Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização

Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização A qualidade do ar em um sistema de ar comprimido tem variações e todas elas estão contempladas no leque de opções de produtos que a hb ar comprimido oferece.

Leia mais

Características e informação nutricional do ovo

Características e informação nutricional do ovo Características e informação nutricional do ovo Há muito tempo foi confirmada a eficácia e grande importância do ovo na alimentação das pessoas. De fácil preparação e digestão não foi difícil incorporar

Leia mais

ANTIOXIDANTES NA VIABILIDADE DO SÊMEN EQUINO CONGELADO E RESFRIADO

ANTIOXIDANTES NA VIABILIDADE DO SÊMEN EQUINO CONGELADO E RESFRIADO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL ANTIOXIDANTES NA VIABILIDADE DO SÊMEN EQUINO CONGELADO E RESFRIADO Rodrigo Arruda de Oliveira

Leia mais

MARCELA LEITE CANDEIAS AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN DE GARANHÕES DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR

MARCELA LEITE CANDEIAS AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN DE GARANHÕES DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE FACULDADE DE VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA MARCELA LEITE CANDEIAS AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PROTOCOLOS DE CRIOPRESERVAÇÃO DE SÊMEN DE GARANHÕES

Leia mais

4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol

4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol 4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol OH SOCl 2 Cl + HCl + SO 2 C 11 H 22 O C 11 H 21 Cl (170.3) (119.0) (188.7) (36.5) (64.1) Classificação Tipos de reações e classes das substâncias

Leia mais

ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS. Prof. Emerson

ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS. Prof. Emerson ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS Prof. Emerson Algumas considerações importantes: Apesar da diversidade, algumas células compartilham ao menos três características: São dotadas de membrana plasmática; Contêm

Leia mais

Disciplina de BIOQUÍMICA do Curso de MEDICINA da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra 1º Ano 2007/2008 SEMINÁRIOS ORIENTADOS APOIO SO10

Disciplina de BIOQUÍMICA do Curso de MEDICINA da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra 1º Ano 2007/2008 SEMINÁRIOS ORIENTADOS APOIO SO10 Disciplina de BIOQUÍMICA do Curso de MEDICINA da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra 1º Ano 2007/2008 SEMINÁRIOS ORIENTADOS APOIO SO10 VÍDEO I Estrutura da célula e isolamento dos organelos

Leia mais

Produção, Armazenamento e Procedimentos de Hemocomponentes

Produção, Armazenamento e Procedimentos de Hemocomponentes Produção, Armazenamento e Procedimentos de Hemocomponentes Keicia Moreira Pinto Instituto Nacional do Câncer Hospital do Câncer I Serviço de Hemoterapia Setor de Fracionamento e Expedição de Hemocomponentes

Leia mais

MARINA BOTTREL REIS NOGUEIRA USO DE DILUIÇÃO SERIADA DE SÊMEN CRIOPRESERVADO NA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO DE ÉGUAS MANGALARGA MARCHADOR

MARINA BOTTREL REIS NOGUEIRA USO DE DILUIÇÃO SERIADA DE SÊMEN CRIOPRESERVADO NA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO DE ÉGUAS MANGALARGA MARCHADOR MARINA BOTTREL REIS NOGUEIRA USO DE DILUIÇÃO SERIADA DE SÊMEN CRIOPRESERVADO NA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO DE ÉGUAS MANGALARGA MARCHADOR LAVRAS - MG 2011 MARINA BOTTREL REIS NOGUEIRA USO DE DILUIÇÃO

Leia mais

Determinação de bases voláteis totais em pescados por acidimetria

Determinação de bases voláteis totais em pescados por acidimetria Página 1 de 8 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o teor de bases voláteis totais em pescados, indicando o seu grau de conservação. 2 Fundamentos As bases voláteis totais (N-BVT) compreendem

Leia mais

O que fazer para proteger os alimentos dos microrganismos?

O que fazer para proteger os alimentos dos microrganismos? O que fazer para proteger os alimentos dos microrganismos? Para além do cumprimento das regras de higiene pessoal dos manipuladores de alimentos e das regras de higiene das instalações e dos equipamentos,

Leia mais

4026 Síntese de 2-cloro-2-metilpropano (cloreto de tert-butila) a partir de tert-butanol

4026 Síntese de 2-cloro-2-metilpropano (cloreto de tert-butila) a partir de tert-butanol 4026 Síntese de 2-cloro-2-metilpropano (cloreto de tert-butila) a partir de tert-butanol OH + HCl Cl + H 2 O C 4 H 10 O C 4 H 9 Cl (74,1) (36,5) (92,6) Classificação Tipos de reações e classes de substâncias

Leia mais