Sumário Prefácio, xv 1 Introdução, 1 1.1 Significado de Administração, 1 1.2 Caráter científico da Administração, 2 1.3 O papel da teoria na ciência, 4 1.4 Teorias da Administração, 7 1.5 Classificação das Teorias da Administração, 9 Exercícios de revisão, 10 2 Teorias Clássicas, 11 2.1 Precursores dos clássicos, 11 2.2 Teoria da Administração Científica, 14 2.2.1 Fundamentos do taylorismo, 15 2.2.2 Princípios fundamentais da Administração Científica, 16 2.2.3 Críticas à Teoria da Administração Científica, 18 2.2.4 Implicações para os administradores, 20 2.3 Teoria Clássica da Administração, 20 2.3.1 Abordagem funcional da empresa, 21 2.3.2 Princípios fundamentais de Administração, 22 2.3.3 Críticas à Teoria Administrativa de Fayol, 23 2.3.4 Implicações para os administradores, 24 2.4 Teoria Burocrática de Weber, 24 2.4.1 Fundamentos da autoridade nas organizações, 25 2.4.2 Características da organização burocrática, 26 2.4.3 Críticas à Teoria da Burocracia, 27 2.4.4 Implicações para os administradores, 28 2.5 Contribuições de Gulick e Urwick, 29
viii Sumário 2.5.1 Funções administrativas, 30 2.5.2 Princípios de Administração, 31 2.5.3 Críticas às Teorias de Gulick e Urwick, 32 2.5.4 Implicações para os administradores, 32 Exercícios de revisão, 33 3 Teorias neoclássicas, 35 3.1 Chester Barnard e as funções do executivo, 36 3.1.1 Importância dos sistemas cooperativos, 36 3.1.2 Estrutura das organizações formais, 37 3.1.3 Funções do executivo, 38 3.2 Herbert A. Simon e a racionalidade limitada, 38 3.2.1 O modelo da racionalidade absoluta, 39 3.2.2 O modelo da racionalidade limitada, 40 3.2.3 O processo decisório nas organizações, 41 3.3 Robert K. Merton e as disfunções da burocracia, 42 3.4 Philip Selznick e a Teoria da Organização, 44 3.4.1 Imperativos da manutenção do sistema, 45 3.4.2 Cooptação, 46 3.5 Teoria comportamental da Firma, 46 3.5.1 Conceitos básicos, 47 3.5.2 Tomada de decisão, 49 3.6 Críticas às teorias neoclássicas, 50 3.7 Implicações para os administradores, 50 Exercícios de revisão, 51 4 Teorias baseadas na motivação, 53 4.1 O movimento das relações humanas e a Teoria da Administração, 54 4.1.1 Os experimentos de Hawthorne, 54 4.1.2 Críticas ao movimento das relações humanas, 56 4.1.3 Implicações para os gestores, 57 4.2 Teoria da Hierarquia das Necessidades de Maslow, 58 4.2.1 Fundamentos da teoria, 59 4.2.2 Revisão da hierarquia de necessidades, 62 4.2.3 Críticas à Teoria da Motivação de Maslow, 62 4.2.4 Implicações da teoria para os administradores, 63 4.3 Teoria X e Teoria Y de McGregor, 64 4.3.1 Teoria X e Teoria Y, 64 4.3.2 Críticas à Teoria Y de McGregor, 67 4.3.3 Implicações da teoria para os administradores, 68
4.4 Teoria dos Dois Fatores de Herzberg, 68 4.4.1 Fatores higiênicos, 69 4.4.2 Fatores motivacionais, 70 4.4.3 Críticas à Teoria dos Dois Fatores, 71 4.4.4 Implicações da teoria para os administradores, 72 4.5 Teoria das Necessidades de Alderfer, 72 4.5.1 Fundamentos da teoria, 73 4.5.2 Críticas à Teoria de Alderfer, 74 4.5.3 Implicações para os administradores, 75 4.6 Teoria das Necessidades de McClelland, 75 4.6.1 Necessidade de realização (Need for achievment nach), 76 4.6.2 Necessidade de poder (Need for Power npow), 76 4.6.3 Necessidade de afiliação (Need for Affiliation naff), 77 4.6.4 Críticas à Teoria das Necessidades de McClelland, 77 4.6.5 Implicações da teoria para os administradores, 77 4.7 Teoria da Autodeterminação, 78 4.7.1 Necessidades básicas, 79 4.7.2 Motivação intrínseca e extrínseca, 79 4.7.3 Críticas à Teoria da Autodeterminação, 82 4.7.4 Implicações da teoria para os administradores, 82 4.8 Teoria do Estabelecimento de Metas, 83 4.8.1 Fundamentos da teoria, 83 4.8.2 Críticas à Teoria do Estabelecimento de Metas, 86 4.8.3 Implicações para os administradores, 86 4.9 Teoria do Reforço, 87 4.9.1 Condicionamento operante, 87 4.9.2 Controle do comportamento, 88 4.9.3 Críticas à Teoria do Reforço, 89 4.9.4 Implicações para os administradores, 89 4.10 Teoria da Expectativa, 90 4.10.1 Fundamentos da teoria, 90 4.10.2 Críticas à Teoria da Expectativa, 92 4.10.3 Implicações para os administradores, 93 4.11 Teoria da Equidade Organizacional, 93 4.11.1 Fundamentos da teoria, 94 4.11.2 Críticas à Teoria da Equidade Organizacional, 95 4.11.3 Implicações para os administradores, 95 Exercícios de revisão, 96 Sumário ix
x Sumário 5 Teorias estruturais modernas, 99 5.1 Teoria das Organizações Formais, 100 5.1.1 Conceito de organização formal, 100 5.1.2 Organização informal, 101 5.1.3 Críticas à Teoria das Organizações Formais, 102 5.1.4 Implicações para os administradores, 102 5.2 Teorias Contingenciais, 103 5.2.1 Tipologia de Joan Woodward, 103 5.2.2 Tipologia de James Thompson, 105 5.2.3 Tipologia de Charles Perrow, 106 5.2.4 Teoria Contingencial de Burton e Obel, 108 5.2.5 Teoria histórica da grande empresa, 109 5.2.6 Tipologia de Miles e Snow, 111 5.2.7 Teoria Contingencial de Burns e Stalker, 112 5.2.8 Teoria da contingência estrutural, 114 5.2.9 Críticas às Teorias Contingenciais, 116 5.2.10 Implicações para os administradores, 116 5.3 Teoria das Configurações Estruturais, 117 5.3.1 Partes que compõem a organização, 117 5.3.2 Mecanismos de coordenação, 119 5.3.3 Configurações estruturais, 120 5.3.4 Críticas à teoria, 123 5.3.5 Implicações para os administradores, 123 Exercícios de revisão, 124 6 Teorias psicossociais, 125 6.1 Teoria de Campo, 125 6.1.1 Fundamentos da Teoria de Campo, 126 6.1.2 Dinâmica de grupo, 127 6.1.3 O processo de mudança nas organizações, 127 6.1.4 Constituição e desenvolvimento dos grupos, 129 6.1.5 Críticas à teoria, 130 6.1.4 Implicações para os administradores, 130 6.2 Teoria dos Papéis, 131 6.2.1 Fundamentos da teoria, 132 6.2.2 Conflito de papel, 133 6.2.3 Críticas à teoria, 135 6.2.4 Implicações para os administradores, 135 6.3 Teoria da Comparação Social, 136
Sumário xi 6.3.1 Fundamentos da teoria, 136 6.3.2 Críticas à teoria, 138 6.3.3 Implicações para os administradores, 139 6.4 Teoria do Comportamento Planejado, 140 6.4.1 Fundamentos da teoria, 140 6.4.2 Críticas à teoria, 142 6.4.3 Implicações para os administradores, 143 6.5 Teoria Social Cognitiva, 144 6.5.1 Fundamentos da teoria, 144 6.5.2 Conceitos básicos, 146 6.5.3 Autoeficácia, 147 6.5.4 Críticas à teoria, 148 6.4.5 Implicações para os administradores, 149 6.6 Teoria da Identidade Social, 149 6.6.1 Fundamentos da teoria, 150 6.6.2 Identidade organizacional, 151 6.6.3 Críticas à teoria, 152 6.6.4 Implicações para os administradores, 153 Exercícios de revisão, 153 7 Teorias ambientais, 155 7.1 Teoria dos Sistemas Abertos, 156 7.1.1 Características comuns dos sistemas abertos, 157 7.1.2 As bases de integração dos sistemas, 159 7.1.3 Críticas à teoria, 161 7.1.4 Implicações para os administradores, 161 7.2 Teoria da Ecologia Organizacional, 161 7.2.1 Fundamentos da teoria, 162 7.2.2 Evolução das organizações, 163 7.2.3 Mortalidade das organizações, 163 7.2.4 Críticas à teoria, 164 7.2.5 Implicações para os administradores, 165 7.3 Teoria da Dependência de Recursos, 165 7.3.1 Fundamentos da teoria, 166 7.3.2 Estratégias para gerir as demandas do ambiente, 167 7.3.3 Críticas à teoria, 168 7.3.4 Implicações para os administradores, 169 7.4 Teoria Institucional, 169 7.4.1 Institucionalização, 170
xii Sumário 7.4.2 Isomorfismo, 171 7.4.3 Pilares institucionais, 172 7.4.4 Críticas à teoria, 173 7.4.5 Implicações para os administradores, 174 7.5 Teoria das Redes Sociais, 174 7.5.1 Fundamentos da teoria, 175 7.5.2 Críticas à teoria, 178 7.5.3 Implicações para os administradores, 178 7.6 Teoria do Capital Social, 179 7.6.1 Conceito de capital social, 179 7.6.2 A pesquisa de Putnam, 180 7.6.3 Capital social nas organizações, 181 7.6.4 Críticas à teoria, 182 7.6.5 Implicações para os administradores, 183 7.7 Teoria do Stakeholder, 183 7.7.1 Fundamentos da teoria, 184 7.7.2 Quem são os stakeholders?, 185 7.7.3 Críticas à teoria, 187 7.7.4 Implicações para os administradores, 187 Exercícios de revisão, 188 8 Teorias baseadas nos atores sociais, 189 8.1 Teoria do Ator Estratégico, 190 8.1.1 Conceito de ator estratégico, 190 8.1.2 Poder e incertezas, 192 8.1.3 Análise estratégica, 194 8.1.4 Críticas à Teoria do Ator Estratégico, 195 8.1.5 Implicações para os administradores, 195 8.2 Teoria da regulação social, 196 8.2.1 Os atores e as regras, 197 8.2.2 Regulação conjunta, 197 8.2.3 Críticas à Teoria da Regulação Conjunta, 199 8.2.4 Implicações para os admistradores, 199 8.3 Teoria da Identidade no Trabalho, 200 8.3.1 Modelos de identidade coletiva, 201 8.3.2 Atores que emergem da experiência organizacional, 202 8.3.3 Críticas à Teoria da Identidade no Trabalho, 203 8.3.4 Implicações para os administradores, 203 8.4 Teoria Social das Convenções, 204 8.4.1 O significado de convenção, 205
Sumário xiii 8.4.2 Os seis mundos de Boltanski e Thévenot, 205 8.4.3 Críticas à Teoria Social das Convenções, 210 8.4.4 Implicações para os administradores, 210 8.5 Teoria Ator-Rede, 210 8.5.1 Fundamentos da teoria, 211 8.5.2 Críticas à Teoria Ator-Rede, 212 8.5.3 Implicações para os administradores, 213 Exercícios de revisão, 213 9 Teorias econômicas, 215 9.1 Teoria dos Custos de Transação, 216 9.1.1 Origem da teoria, 217 9.1.2 Fundamentos da teoria, 218 9.1.3 Estruturas de governança, 220 9.1.4 Críticas à Teoria dos Custos de Transação, 222 9.1.5 Implicações para os administradores, 223 9.2 Teoria dos Direitos de Propriedade, 223 9.2.1 Fundamentos da teoria, 224 9.2.2 Tipos de propriedade e comportamento dos funcionários, 225 9.2.3 Críticas à Teoria dos Direitos de Propriedade, 227 9.2.4 Implicações para os administradores, 227 9.3 Teoria da Agência, 228 9.3.1 Fundamentos da teoria, 229 9.3.2 Críticas à Teoria da Agência, 230 9.3.3 Implicações para os administradores, 231 Exercícios de revisão, 231 10 Teorias baseadas em recursos, 233 10.1 Visão baseada em Recursos, 233 10.1.1 Fundamentos da teoria, 234 10.1.2 Críticas à Visão Baseada em Recursos, 235 10.1.3 Implicações para os administradores, 237 10.2 Teoria da Firma Baseada no Conhecimento, 237 10.2.1 Fundamentos da teoria, 237 10.2.2 Críticas à Teoria da Firma Baseada no Conhecimento, 241 10.2.3 Implicações para os administradores, 242 10.3 Teoria das Capacidades Dinâmicas, 242 10.3.1 Fundamentos da teoria, 243 10.3.2 Críticas à Teoria das Capacidades Dinâmicas, 244 10.3.4 Implicações para os administradores, 245 Exercícios de revisão, 245
xiv Sumário 11 Teorias baseadas na cultura, 247 11.1 Teoria das dimensões culturais, 248 11.1.1 Origens da teoria, 248 11.1.2 Dimensões da cultura, 249 11.1.3 Críticas à Teoria das Dimensões Culturais, 251 11.1.4 Implicações para os administradores, 252 11.2 Teoria das Diferenças de Culturas Nacionais, 253 11.2.1 Fundamentos da teoria, 253 11.2.2 Críticas à Teoria das Diferenças de Culturas Nacionais, 255 10.2.3 Implicações para os administradores, 256 11.3 Teoria da Cultura Organizacional, 256 11.3.1 Modelo de Edgar Schein, 257 11.3.2 Teoria da Cultura Corporativa de Kotter e Heskett, 259 11.3.3 Modelo de Cultura Organizacional de Denison, 261 11.3.4 Críticas às Teorias da Cultura Organizacional, 263 11.3.5 Implicações para os administradores, 264 Exercícios de revisão, 264 12 Teorias críticas, 267 12.1 Teoria Crítica frankfurtiana, 268 12.1.1 Fundamentos da teoria, 268 12.1.2 Críticas à teoria, 270 12.1.3 Implicações para os administradores, 271 12.2 Teorias Feministas, 271 12.2.1 Teoria Feminista Liberal, 272 12.2.2 Teoria Feminista Radical, 273 12.2.3 Teoria Feminista Marxista, 274 12.2.4 Teoria Feminista Socialista, 275 12.2.5 Críticas às Teorias Feministas, 276 12.2.6 Implicações para os administradores, 276 12.3 Teorias Pós-Modernas, 277 12.3.1 Fundamentos do pós-modernismo, 278 12.3.2 Influências da pós-modernidade na teoria organizacional, 279 12.3.3 Críticas ao pós-modernismo, 280 12.3.4 Implicações para os administradores, 281 Exercícios de revisão, 281 Referências, 283