Sistemas Série-Paralelo e

Documentos relacionados
Capítulo 5 Confiabilidade de Sistemas Série-Paralelo e Mistos

TRANSITÓRIOS MECÂNICOS DO MOTOR DE INDUÇÃO

Exemplo pág. 28. Aplicação da distribuição normal. Normal reduzida Z=( )/200= 1,5. Φ( z)=1 Φ(z)

MOSFET: A Dedução da equação da corrente Aula 2

CONFIABILIDADE EM ENGENHARIA

Aula 4. Interferência. - Refração e Lei de Snell: frequência e comprimento de onda - Mudança de fase - Experimento de Young

Métodos AiBi e Logístico para projeção de pequenas áreas: uma aplicação para a microrregião de Angicos RN

EN3224 Dinâmica de Fluidos Computacional

Análise de Dados e Probabilidade B Exame Final 2ª Época

4 Método dos elementos distintos para simular rochas

Aplicação do método FDTD para simulação da interacção de ondas electromagnéticas com tecidos biológicos.

VaR t = valor em risco, em reais, do conjunto das exposições de que trata o caput para o dia "t", obtido de acordo com a seguinte fórmula:

5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO

Análise de Eficiência Energética em Sistemas Industriais de Ventilação

2.4. Grandezas Nominais e Reais

4.1 Definição e interpretação geométrica de integral definido. Somas de Darboux.

F-128 Física Geral I. Aula exploratória-10a UNICAMP IFGW

Estatística - exestatmeddisper.doc 25/02/09

PROJEÇÃO DE DOMICÍLIOS PARA OS MUNICÍPIOS BRASILEIROS EM 31/12/2004

Análise da Confiabilidade e Disponibilidade de Sistemas Reparáveis - Uma aplicação em processos industriais

A PROGRAMAÇÃO MATEMÁTICA, A TECNOLOGIA E A MAIS-VALIA

Contabilometria. Números-Índices

CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PARTÍCULA: FORÇA E ACELERAÇÃO

quanto maior a diferença de energia entre 2 níveis, mais provável fica a emissão espontânea em relação à estimulada. Vemos também que: A

ANÁLISE VISCOELÁSTICA DE PAVIMENTOS ASFÁLTICOS PELO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS

Formulação Conservativa X Não-Conservativa para Sistemas Hiperbólicos. Prof. Diomar Cesar Lobão UFF - Volta Redonda, RJ Nov 2008

Física I. 2º Semestre de Instituto de Física- Universidade de São Paulo. Aula 5 Trabalho e energia. Professor: Valdir Guimarães

Manual de Estatística Descritiva, Probabilidade e Inferência Estatística. Frequência Relativa % (f r )

AGG-232 SÍSMICA I 2011 SÍSMICA DE REFLEXÃO ANÁLISE DE VELOCIDADES

Expectativas, consumo e investimento CAPÍTULO 16. Olivier Blanchard Pearson Education Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard

Econometria: 3 - Regressão Múltipla

Ex: Cálculo da média dos pesos dos terneiros da fazenda Canoas-SC, à partir dos dados originais: x = 20

7 Análise de covariância (ANCOVA)

4 - ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS

Probabilidades e Estatística LEGM, LEIC-A, LEIC-T, MA, MEMec

Estatística. 2 - Estatística Descritiva

Distribuições Amostrais. Estatística. 8 - Distribuições Amostrais UNESP FEG DPD

Em atendimento à solicitação de V.Sa., apresentamos, na seqüência, os resultados do estudo referenciado.

Estatística Descritiva. Medidas estatísticas: Localização, Dispersão

Exercícios de Análise de Sinal

Juros Compostos 2016

Eletromagnetismo II 1 o Semestre de 2007 Noturno - Prof. Alvaro Vannucci

1. Na figura seguinte está representada parte do gráfico de uma função g, de domínio R e contínua em

Interpolação. Exemplo de Interpolação Linear. Exemplo de Interpolação Polinomial de grau superior a 1.

Transcrição:

Capíulo 5 Cofabldade de semas ére-paralelo e Msos Flávo. Foglao uposções comus a odos os ssemas aalsados Cofabldade de ssemas é avalada um poo o empo; ou seja, compoees apreseam cofabldades esácas em. Compoees dos ssemas apreseam-se em dos esados: operaes ou ão-operaes. Compoees falham depedeemee. oero da apreseação: semas: ére Paralelo Combações Paralelo-ére, ére-paralelo semas k-em- semas represeados por dagramas fucoas de blocos Dagrama descreve fução do ssema; p/ ssemas c/ mas de uma fução mas de um dagrama. Compoee represeado por bloco:

Noação E eveo do compoee esar operae o momeo da verfcação. P(E cofabldade do compoee. cofabldade do ssema. Aeção: meddas avaladas o empo de eresse para o aalsa. A cofabldade do ssema é: [ E E ] P E ou seja, o ssema fucoa se odos os compoees fucoarem (por sso a ersecção de eveos. upodo depedêca ere falhas: ou P ( E P ( E P ( E ( E 5 7. semas em ére Na práca, esa é a cofguração mas comum. Num ssema em sére, odos os compoees devem fucoar para que o ssema fucoe. O dagrama de blocos p/ ese ssema é: Propredades do arrajo em sére Cofabldade do ssema decresce rapdamee a medda que o de compoees aumea.,000 0,800 0,00 0,00 0,00 0,000 ( versus 5 7 8 9 0 Exemplo: upoha compoees c/ 0.9 um deermado empo. 8 Cofabldade do ssema Número de compoees Lme superor de s cofabldade do compoee mas fraco; so é: m { }

Exemplo : mpressora a laser 9 Impressora a laser Cofabldade dos compoees Compoee Cofabldade 0,870 0,800 0,987 0,9789 5 0,970 0,9907 7 0,809 8 0,88 9 0,978 0 0,87 0,888 0,8090 0,80 0,87 5 0,87 0,80 A cofabldade do ssema é: ( 0.870 0.800 0. 0.80 P/ obermos uma cofabldade de, dgamos, 80% p/ o ssema: ( 0.8 ( 0.9875 Cofabldade ecessára p/ compoees. Impressora a laser Dagrama de blocos Laser Defleor óco Foe do laser Espelho sobreposção lmpeza revelação olo copador carga descarga almeação rasferêca Trasporador de papel Depóso de cópas olos esablzadores Placa de préaquecm o Exemplo : elefoe sem fo sema em sére composo por foe, base e elefoe. Compoees apreseam axas de falha cosaes: Foe: f 5 falhas 0 h λ Base: λ b falhas 0 h Telefoe: 5 falhas 0 h λ Deerme cofabldade p/ 000 horas de uso. 0

Cofabldade dos compoees: λ f f e e 5 0 (000 (000 0.995 λ b b e e 0 (000 (000 0.997 λ 5 0 (000 (000 e e 0.985 Foe f 0,995 Base b 0,997 Telefoe 0,985 Cofabldade do ssema: (000 f b 0.977. semas em Paralelo Num ssema em paralelo, odos os compoees devem falhar p/ que o ssema falhe. Expressão da Cofabldade: [ E E ] Q P E ão-cofabldade do ssema ( Q P ( E P ( E P ( E ( 5 Pausa para exercíco esolva os segues exercícos: Três pos de arrajo em paralelo Paralelo puro - compoees em operação smulâea; falhas ão afeam desempeho dos compoees sobrevvees. A expressão de cofabldade apreseada aeromee serve p/ ese po de ssema.

semas em paralelo puro Exemplo Cosdere ssema c/ compoees em paralelo: (0.90 a (0.80 b (0.75 ( [( 0.9 ( 0.8 ( 0.75] é maor que a cofabldade do melhor compoee. Quado comp. apreseam somee dos modos de operação, aumea com o o de compoees. Exemplo aeror c/ chave de roca perfea T empo-aé-falha do -ésmo compoee, c/ desdade f (. ( ( ( P T T T T > > 0.995 7 9 Três pos de arrajo em paralelo (Co. Co. Paralelo com sadby Compoee em sadby somee é avado quado compoee avo falhar. C Expressão de cofabldade dese ssema o caso de chave de roca (C perfea dada a segur. Modos de sucesso ão podem ocorrer smulaeamee Cofabldade do ssema: + ( ( f ( ( d 0 No caso especal de compoees c/ axa de falhas cosae (λ: ( λ e ( + λ 8 0

Três pos de arrajo em paralelo (Co. Co. Paralelo comparlhado Compoees avados smulaeamee. Falha em um dos compoees afea as axas de falha dos sobrevvees. Aálse de ssemas comparlhados ulza dagrama de esado do ssema: h( ❶ ❷ ❸. Combações Paralelo-ére Dos exemplos: ére-paralelo Paralelo-ére Aálse fea decompodo ssemas em subssemas em sére e paralelo. Pausa para exercíco esolva os segues exercícos: Exemplo: ére-paralelo (0.9 (0.7 5 (0.8 (0.8 (0. (0.7 Decompor em subssemas em paralelo: [0. 0.] 0.98 [0. 0.] [0. 0.] 0.88 Traar subssemas como um ssema em sére: 0.98 0.88 0.9 0.8 0.9

Exemplo: Paralelo-ére (0.9 (0.7 5 (0.8 (0.8 (0. (0.7 Decompor em subssemas em sére: 0.9 0.7 0.8 0.50 0.8 0. 0.7 0. Traar subssemas como um ssema em paralelo: [( ( 0.7 5 Mas observações... Arrajos paralelo-sére / sére-paralelo podem apresear-se combados em arrajos msos. Por exemplo: 7 Observações sobre combações paralelo-sére / sére-paralelo ére-paralelo redudâca o ível do compoee (de baxo ível. Paralelo-sére redudâca o ível do ssema (de alo ível Pode-se demosrar, p/ ssemas c/ mesmos compoees: (sére-paralelo (paralelo-sére Dfereça meos proucada em ssemas de compoees alamee cofáves ( > 0.9. Pausa para exercícos esolva os segues problemas: 8

. semas k-em em- semas sére e paralelo puro são casos especas de ssemas k-em-: ére puro ssema -em- Paralelo puro ssema -em- No arrajo k-em-, pelo meos k compoees devem esar operaes (de um oal de compoees para que ssema opere sasfaoramee. Cálculo da cofabldade a parr de um exemplo sema de comucações c/ quaro caas, rês dos quas devem esar operaes p/ que o ssema eseja operae.,,,,,,,, Possíves combações de compoees que caracerzam um ssema operae. uação ode odos os compo. esão operaes {,,,} fo omda. 9 Exemplos Ceras de geração de eerga operam c/ dos ou rês geradores, mas ecessam de um úco operae para suprr demada. Poes suspesas e gudases cosuídos de cabos c/ mlhares de fos de aço; somee uma fração dos fos garae a suseação da carga. Carros c/ cco peus (um sep precsam de pelo meos quaro fucoado p/ poder fucoar. Combações expressas aravés do coefcee bomal No caso de compoees c/! k ( k! k! cofabldades dêcas e guas a, expressão de cofabldade do ssema é: ( k ;, ( k 0

Cosdere caas do ex. aeror c/ 0.5 (p/ mssão de aos sema é do po -em-, c/ cofabldade dada por: (0.5 ( 0.5 (0.5 ( 0.5 + (0.5 ( 0.5 0 0.5 semas k-em- cosumam apresear boa cofabldade (já que oferecem algum grau de redudâca. Pausa para exercícos esolva os segues problemas: 5 Quado compoees dferees, s evolve cálculo de probabldades P ( E E E + E E E + E E E + E E E A A A A Cacelameo de probabldades ora clusão de A 5 E E E E dspesável. ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( P A + A + A + A P A + P A + P A P A P A A + + P A A + P A A A + + P A A A + P A A A A