PQI 2405 Eng. de Alimentos
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- Miguel Escobar Covalski
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1 PQI 2405 Eng. de Alimentos Conteúdos: 1. Operações unitárias em laticínios 2. Processamento térmico descontínuo 3. Processamento térmico contínuo 4. Congelamento 5. Panificação
2 LEITE FLUIDO Composição e Valor Nutritivo Definição: O leite é um líquido secretado da glândula mamária das fêmeas dos mamíferos após o nascimento da cria. É um líquido de composição complexa, branco e opaco de sabor doce e valor de ph próximo da neutralidade. A função natural do leite é ser um alimento exclusivo do jovem mamífero durante o período crítico de sua existência após o nascimento. Denomina-se leite, sem outra especificação, o produto normal, fresco, integral oriundo da ordenha completa e ininterrupta de vacas sadias ( Decreto nº de ).
3 Composição: Composição Média Leite de Mulher Leite de Vaca Água g/l Proteínas g/l Caseína g/l 5 a 7 27 Lipídios g/l a 40 Ác. graxos essenciais g/l 3,5 1 Carboidratos g/l Lactose g/l Sais Minerais g/l 2,1 7 Vitaminas C mg/100 ml 4 2,1 B1 µg/ 100 ml B2 µg/ 100 ml B12 µg/ 100 ml 0,18 0,5 A UI/ 100 ml D UI/ 100 ml 0,4 a 5,0 0,3 a 4,0 E µg/ 100 ml a 150
4 Bioquímica do leite Sistema complexo: suspensão coloidal de glóbulos de gordura e micelas protéicas dispersas na fase aquosa. ph do leite: 6,5 a 6,7 Status bioquímico do leite Composição média Emulsão Solução coloidal/ Solução (%) óleo/água suspensão verdadeira Umidade Lipídios 87,0 4,0 X Proteínas 3,5 X Lactose Cinzas 4,7 0,6 X X
5 Sistema protéico do leite: caseína (fosfoproteínas): 80% - β lactoglobulina: 10% - α lactoalbumina: 2% Fração caseínica: ponto isoelétrico: 4,7 - α s caseína: 50% - β caseína: 30% - κ caseína: 15% - γ caseína: 5%
6 Status elétrico da proteína do leite: Se a ph 7,0 e a 37 ºC, com adição de íons Ca ++ : α s coagula; β precipita; κ não é afetada α s e β juntas precipitam α s, β e κ juntas, não tem efeito ph = 6,6 ph 4,7 ph 1 ph 14
7 Estrutura da Caseína submicela cadeia protéica κ caseína fosfato de Ca grupos PO 4
8 Bioquímica do leite Lipídios: triglicerídios 97 a 99% fosfolipídios e ésteres (colesterol) Triglicerídios: ácidos graxos saturados 60 a 70% ácidos graxos de cadeia curta voláteis: odor característico Tamanho: 0,1 a 20 µm Tamanho médio: 3 a 4 µm
9 Bioquímica do leite Carbohidratos: lactose ou galactose 1-4 glicose: dissacarídio de sabor pouco açucarado, substrato da fermentação das bactérias lácticas.
10 Bioquímica do leite Valor Nutricional: Alimento líquido com matéria seca próx. a de numerosos alimentos sólidos (10 a 13%) Valor energético: 700 kcal/ litro Excelente suporte de Ca, K e riboflavina Qtde. Necessidade Vitamina mg/l mg/dia/adulto A 0, B 1 0,4 1 2 B 2 1,7 2 4 C D 0,002 0,01
11 Obtenção higiênica do leite Qualidade do leite: Seleção do gado, quantidade e qualidade das proteínas. Pagamento pelo conteúdo graxo. Fatores que afetam a qualidade: alimentação e higiene do gado, condições da ordenha, temperatura abaixo de 5ºC Bactérias x 10 6 (UFC/mL) Tempo (h) T = 30ºC T = 25ºC T = 20ºC T = 15ºC T = 4ºC
12 Seleção e classificação do leite Leite A Granja leiteira estabelecimento destinado à produção, pasteurização e envase do leite Pasteurizado tipo A para consumo humano Leite B Estábulo estabelecimento destinado à produção, resfriamento e transporte do leite tipo B para o estabelecimento industrial onde será submetido ao beneficiamento Leite C Fazenda Leiteira estabelecimento destinado à produção e transporte do leite tipo C, sem ser submetido a qualquer tratamento térmico, para o estabelecimento industrial, onde será submetido ao beneficiamento posterior
13 Classificação: Requisito Leite tipo A Leite tipo B Leite tipo C Cru Past. Cru Past. Cru Past. Contagem máx. n=5;c=2; máx. n=5;c=2; máx. n=5;c=2; padrão m= m= m=1 105 (UFC/mL)** M=1 103 M=8 104 M=3 105 Coliformes (30 - n=5; c=0; n=5; c=2; n=5; c=2; 35ºC) NMP/mL** m=1 m=2; M=5 m=2; M=4 n=5; c=0; n=5; c=1; n=5; c=1; m=aus m=1;m=2 m=1;m=2 Coliformes (45ºC) NMP/mL** Salmonella ssp/ máx. n=5; c=0; máx. n=5; c=0; máx. n=5; c=0; 25mL** m=aus m=aus m=aus ** padrões microbiológicos a serem observados até a saída do estabelecimento industrial produtor NMP: número mais provável n: nº de unidades a serem coletadas aleatoriamente de um mesmo lote e analisadas individualmente c: é o nº máx. aceitável de unidades de amostras com contagem entre os limites m e M m: é o número mínimo de contagem encontrado entre as amostras M: é o número máximo de contagem encontrado entre as amostras Fonte: Brasil (2002)(1)
14 Ordenha
15 Ordenha: Sabor e odor Limpeza Sedimento Higiene Contagem de células somáticas Contagem de bactérias Conteúdo de proteína Conteúdo de gordura Ponto de congelamento
16 Armazenamento de leite cru: 1 - agitador 2 - porta de inspeção 3 - indicador de temperatura 4 - eletrodo de nível inferior 5 - indicador pneumático de nível 6 - eletrodo de nível superior Volume: a L
17 O marco Louis Pasteur Suas descobertas revolucionaram o conhecimento: 2ª metade do século XIX: interesse pelos problemas de deterioração na cerveja e no vinho 1864: reportou a Academia de Ciências da França que uma vegetação microscópica era responsável pela deterioração Suas descobertas criaram a fundamentação teórica de processo térmico Pasteurização
18 O conceito Pasteurização O processo de pasteurização está entre os métodos que usam o calor para conservar os alimentos Tem como objetivo destruir microrganismos patogênicos que causam danos à saúde Largamente aplicado em leite por ser veículo de microrganismos causadores de doenças 1º desenvolvido: pasteurização lenta
19 Invento Trocador de calor a placas TCP Retorno produto cru Pasteurização contínua HTST
20 Pasteurização: indicador biológico Dois propósitos distintos: Aspecto de saúde pública: destruir todas as bactérias que podem causar danos à saúde (as patogênicas); Manutenção da qualidade do leite destruir algumas enzimas indesejáveis e diminuir o nível de bactérias deterioradoras viáveis; A extensão da inativação microbiana depende da combinação da temperatura-tempo de retenção empregada. A temperatura mínima necessária pelo mínimo tempo de retenção para a pasteurização de leite é baseada no microrganismo mais termo resistente encontrado no leite, Coxiella burnetti.
21 Pasteurização: indicador biológico No Brasil, como em outros países, a enzima fosfatase alcalina presente no leite cru é considerada o indicador biológico do processo de pasteurização de leite, ou seja, o leite é considerado adequadamente pasteurizado se a enzima foi inativada. Tempo Temperatura ( C)
22 Caso Leite: Destruição dos MO patogênicos e vitaminas D (min) ,1 Não destruição dos MO patogênicos e vitaminas Temperatura (ºC) Patogênicos (z = 10ºC) Vitaminas (z = 25ºC)
23 Pasteurização
24 Exemplo: capacidade da planta: L/h, 7 dias por semana. Entrada de leite cru com 3,8 % de gordura e a temperatura de + 4 C; saída de leite padronizado com 3,0% de gordura a temperatura de + 4ºC; saída de creme de leite padronizado com 40% de gordura e a + 5ºC. 1. Tanque de recepção provido de controle de nível 2. Bomba de alimentação 3. Controlador de fluxo 4. Trocador de calor a placas 5. Centrífuga 6. Válvula de pressão constante 7. Transmissor de fluxo 8. Transmissor de densidade 9. Válvula de regulagem 10. Válvula de interrupção de fluxo 11. Válvula para checar o Leite Creme Leite desnatado Leite padronizado Meio aquecedor Meio resfriador Fluxo redirecionado fluxo 12. Homogeneizador 13. Bomba auxiliar 14. Tubo de retenção 15. Válvula diversora de fluxo 16. Painel de controle
25 Padronização do leite Exemplo: Quantos quilos de creme com 40% de gordura devem ser misturados com leite desnatado com 0,05% de gordura para fazer uma mistura de leite padronizado com 3% de gordura? leite padronizado Creme excedente
26 Invento para a separação do creme do leite Creme de leite Leite desnatado r w 2 r w Leite integral
27 Homogeneização do leite Redução dos glóbulos de gordura a aproximadamente 1 µm de diâmetro, a qual é acompanhada por um aumento de 4 a 6 vezes a superfície interfacial gordura/plasma. a b
28 Análise da distribuição de tamanho 70 Distribuição do volume de gordura (%) Tamanho do glóbulo (microns) 250 bar 100 bar sem homogeneização
29 Consumo de energia e influência sobre a temperatura Fluxo: L.h -1 T = 65ºC P in = 200 kpa Bomba pistão P 1 = 20 MPa 1º estágio P 2 = 4,8 MPa 2º estágio P out = 400 kpa
30 Dimensionamento do Pasteurizador de Leite: Os mais importantes parâmetros para dimensionar adequadamente um pasteurizador de leite são: vazão desejada do produto propriedades físicas dos líquidos programa de temperatura perda de carga máxima permitida em ambas as correntes máxima temperatura de operação máxima pressão admissível
31 Programa de temperatura: O esquema mostrado abaixo indica os perfis de temperatura em uma seção do trocador, geralmente constituída de um arranjo de placas onde as correntes do fluido quente e do fluido frio ocorrem em sentido contra-corrente: Temperatura Temperatura T 1 T 4 T 2 T 3
32 Trocador de Calor a Placas - TCP 1923: 1º TCP Placas de bronze Após 1930: Placas prensadas aço inox Principal aplicação: Pasteurização de leite e sucos Equipamento versátil: Fácil limpeza Compacto Alta taxa de troca térmica Infinidade de arranjos Máx. pressão: 2,5 MPa Máx. Temp: 150ºC
33 Trocador de Calor a Placas - TCP Padrões típicos
34 Configura ções 144 de arranjos TCP 8 canais Nc = 8 configurações possíveis Nc = configurações possíveis (a) U (c) Z (b) (d)
35 Exemplo: Leite Creme Leite desnatado Leite padronizado Meio aquecedor Meio resfriador Fluxo redirecionado
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