PROCESSO DE DESENVOLIMENTO DE PRODUTO
|
|
|
- Paulo de Lacerda Castanho
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROCESSO DE DESENVOLIMENTO DE PRODUTO
2
3 VISÃO GERAL DAS ABORDAGENS DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS Desenvolvimento Seqüencial Metodologia de projeto Engenharia e análise de valores Prototipagem rápida Engenharia virtual e simulação Lean Design Fluxo de valor SBCE Engenheiro chefe Padronização Engenharia Simultânea Paralelismo Equipe DFMA, QFD Cliente-fornecedor Stage-gates Fases formais Revisão de fases Desenvolvimento Integrado P&D + PDP na estratégia Portfólio (funil de projetos) Gestão de projetos Maior comunicação Controle de recursos Profissionais generalistas Visão ampla processo Modelos de maturidade Desenvolvimento sustentável Eco-design Confiabilidade Estatística Experimentos Design for six sigma Parâmetros críticos
4 Características do desenvolvimento seqüencial tradicional Desenvolvimento Seqüencial P&D e de Desenvolvimento de Produto encaradas como áreas isoladas Sem integração à estratégia de negócio Barreiras organizacionais e de comunicação Alta administração participa pouco das definições e das metas Predomina a hierarquia e linearidade no fluxo de informações
5 Características do desenvolvimento seqüencial tradicional Desenvolvimento Seqüencial Fornecedores envolvidos só nas fases finais do desenvolvimento Não existe mensuração e controle dos resultados Profissionais especializados, valorizando-se o aprofundamento e isolamento do conhecimento Gerenciamento funcional
6 Características da engenharia simultânea Engenharia Simultânea Paralelismo entre atividades Trabalho em equipes multifuncionais Projeto voltado para manufatura (DFMA... DFx) Integração entre cliente-fornecedor Aplicação de ferramentas de qualidade (QFD...)
7 Característica do desenvolvimento integrado Desenvolvimento Integrado P&D e Desenvolvimento de Produto dentro da estratégia geral da empresa Começa a integrar o planejamento de portfólio (funil de projetos) Maior intensidade de comunicação entre as áreas da empresa Gestão de projetos ampla Os recursos aplicados são controlados constantemente Profissionais tendem a serem mais generalistas Visão ampla é tão importante quanto a especialidade ou a competência técnica.
8 Características do desenvolvimento por stage-gates Desenvolvimento por stage-gates Caso particular de um desenvolvimento integrado Proposto pela NASA, mas popularizado por Coopers Divide o processo em fases, formais (modelo de referência) Incorpora o planejamento ( e gerenciamento) de portfólio Formaliza a revisão (negócio e técnica) de fases
9 Características do Design for Six Sigma (DFSS) Design for six sigma Incorpora os conceitos anteriores Aplica os conceitos do six sigma da área de manufatura Prega o aumento da confiabilidade do produto X processo (fabricação) Aplica ferramentas estatísticas e projeto de experimentos Aplica o gerenciamento dos parâmetros críticos do produto
10 CARACTERÍSTICAS DO LEAN DESIGN Lean Design Mapeamento do fluxo de valor Eliminação de desperdícios Set-Based Concurrent Engineering (SBCE) Líder de desenvolvimento engenheiro chefe (Toyota) Padronização Níveis de maturidade
11 CARACTERÍSTICAS DAS NOVAS ABORDAGENS Simplificar a formalização Ferramentas computacionais mais sofisticadas Maior dedicação à proposição de novas soluções Uso mais intenso de técnicas estatísticas Foco na gestão do conhecimento Gestão do nível de maturidade do PDP Gerenciamento do ciclo de vida de produtos Integração interprojetos
12 VISÃO GERAL DAS ABORDAGENS DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS Desenvolvimento Seqüencial Metodologia de projeto Engenharia e análise de valores Prototipagem rápida Engenharia virtual e simulação Lean Design Fluxo de valor SBCE Engenheiro chefe Padronização Engenharia Simultânea Paralelismo Equipe DFMA, QFD Cliente-fornecedor Stage-gates Fases formais Revisão de fases Desenvolvimento Integrado P&D + PDP na estratégia Portfólio (funil de projetos) Gestão de projetos Maior comunicação Controle de recursos Profissionais generalistas Visão ampla processo Modelos de maturidade Desenvolvimento sustentável Eco-design Confiabilidade Estatística Experimentos Design for six sigma Parâmetros críticos
13 ARRANJOS ORGANIZACIONAIS PARA O PDP Estrutura funcional Estrutura por projeto Estrutura matricial
14 Estrutura funcional Diretor Executivo Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente Funcional Time de Projetos Responsável
15 Estrutura por Projeto Diretor Executivo Gerente ProjetosA Gerente Projeto B Gerente Projeto C Time de Projetos Responsável
16 Estrutura Matricial Diretor Executivo Time de Projetos Coordenador Gerente Funcional Gerente Funcional Gerente de Programas Gerente de Projetos Gerente de Projetos Gerente de Projetos
17 FATORES GERENCIAIS QUE AFETAM O DESEMPENHO DO PDP Integração com as estratégias de mercado, de produto e tecnológica Planejamento integrado do conjunto de projetos Times de desenvolvimento Papel dos líderes e dos gerentes de projeto Envolvimento da cadeia de fornecedores e de clientes Integração das áreas funcionais da empresa Estruturação das etapas e atividades do processo
18 POSIÇÃO NA CADEIA DE SUPRIMENTOS Fornecedor de tecnologia Montador Fornecedor de equipamentos e ferramental Fornecedor de 1º nível Fornecedor de commodities Fornecedor de 2º nível Fornecedor de material Fornecedor de serviços
19 TIPOS DE PARCERIAS NA CADEIA DE SUPRIMENTOS Planejamento Estratégico de Produtos Minuta de Projeto Planejamento Projeto Desenvolvimento da Tecnologia Projeto Informacional Parceiro de Risco Parceiro de Risco Desenvolvimento Projeto Conceitual Projeto Detalhado Parceiro de Risco Co-Desenvolvedor (parceiro) Preparação Produção Co-Desenvolvedor Parceiro de Tecnologia Parceiro de Tecnologia Lançamento do Produto Fornecedor de Serviços Fornecedor de Peças-Padrão Fornecedor de Serviços
20 TIPOS DE ESTRATÉGIAS DE PRODUÇÃO Pré Desenvolvimento Pós MTS: make to stock MTO: make to order ATO: assembly to order Produtos de consumo duráveis e de capital não intensivo Para produtos ETO (engineering to order), a maior parte das atividades são reaproveitadas e realocadas em outras fases com adaptações descritas após a apresentação do modelo
21 ATIVIDADE 5 Como o PDP pode contribuir para a capacidade produtiva da empresa? Quais as principais características específicas do PDP? Qual a importância de classificar, em categorias, os tipos de projetos de desenvolvimento de uma empresa? Qual a contribuição ou papel, para o PDP, das principais funções ou processos empresarias? Qual a importância, para a empresa, de uma boa gestão estratégica e operacional do PDP? Faça uma síntese e discuta as principais características entre as abordagens gerais do PDP? Quais as principais características, bem como os pontos fortes e fracos, dos arranjos organizacionais para equipes de desenvolvimento? Identifique e explique os principais fatores gerencias, que afetam o desempenho do PDP.
Aula 03 Processo de Desenvolvimento de Produto
Aula 03 Processo de Desenvolvimento de Produto Projeto de Formatura II 2o. Semestre de 2016 Sérgio Takeo Kofuji Antonio Carlos Seabra Marcelo Knörich Zuffo Material Objetivos da Aula Processo de Desenvolvimento
Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto
Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto Prof. Andréa Cristina dos Santos, Dr. Eng. [email protected]
PPCP Planejamento, Programação do Controle da Produção
PPCP Planejamento, Programação do Controle da Produção Conceitos e Funções Prof. Nilton Ferruzzi Prof. Nilton Ferruzzi 1 Elementos para o sucesso da estratégia de manufatura Objetivos São prioridades competitivas
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS (PDP) AULA 02 UFPR. Prof.ª Nicolle Sotsek Ramos
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS (PDP) AULA 02 UFPR Prof.ª Nicolle Sotsek Ramos BREVE REVISÃO Importância do PDP para uma organização (vantagem competitiva); PDP atual envolve todos dentro de uma
CS&OP Certified Sales and Operations Planning Professional
O Workshop de S&OP Em mercados competitivos o profissional que dominar o processo de S&OP possuirá grande diferencial estratégico e vantagem competitiva no ambiente de negócios. Neste cenário onde os clientes
Curso de Engenharia de Produção
Curso de Engenharia de Produção Apresentação 2015 Prof. Dr. Carlos Fernando Jung [email protected] Nosso Negócio Produtividade Rentabilidade Melhoria Contínua Otimização de Produtos e Processos
Visão Geral da Gestão de Projetos
UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Visão Geral da Gestão de Projetos Régis Kovacs Scalice, Prof. DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas
Tópicos Especiais em Engenharia de Produção
Tópicos Especiais em Engenharia de Produção Tema (desde 2015) Gestão da Cadeia de Suprimentos Supply Chain Management Prof. Valério Salomon www.feg.unesp.br/salomon Os profissionais mais bem pagos do momento
Marcelo Ferreira. Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica
Especialista do Segmento Gráfico Marcelo Ferreira Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica Conhecimentos práticos e teóricos de toda a cadeia produtiva, administrativa e de custeio
Prof. Linduarte Vieira da Silva Filho
Unidade II SISTEMA DE QUALIDADE Prof. Linduarte Vieira da Silva Filho Sistemas e Ferramentas de Gestão da Qualidade Estudaremos neste módulo técnicas e metodologias trabalhadas na área da administração
Instituto Sindipeças de Educação Corporativa
Instituto Sindipeças de Educação Corporativa 2016 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Missão Oferecer soluções educacionais para elevar a competitividade e a sustentabilidade do setor de autopeças.
EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*.
EMENTÁRIO As disciplinas ministradas pela Universidade Federal de Viçosa são identificadas por um código composto por três letras maiúsculas, referentes a cada Departamento, seguidas de um número de três
Institutos SENAI de Tecnologia e Inovação
Institutos SENAI de Tecnologia e Inovação INSTITUTOS SENAI DE TECNOLOGIA E DE INOVAÇÃO EM SANTA CATARINA Laser Sistemas de Manufatura Eletroeletrônica Logística Ambiental Alimentos e Bebidas Têxtil, vestuário
Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação. Junho de 2006
Núcleo de Apoio ao Planejamento e Gestão da Inovação Junho de 2006 NUGIN: Núcleo de Gestão da Inovação Missão Promover a geração de ambientes inovadores, fomentando e apoiando as empresas na gestão da
Gestão de Produção Aula2: (cont.) Conceitos e Fundamentos da Administração da Produção. Prof. Valdir Tavares de Lucena
Gestão de Produção Aula2: (cont.) Conceitos e Fundamentos da Administração da Produção Prof. Valdir Tavares de Lucena PRATICA 1 : Simulação de uma linha de montagem em sala, vivenciando: Produção empurrada
Disciplinas Fundamentais Curso de Especialização em Administração Industrial (CEAI)
Disciplinas Fundamentais - 2007 Curso de Especialização em Administração Industrial (CEAI) Administração da Produtividade Produção X Produtividade Indicadores de produtividade: globais e parciais Balanced
Estrutura Organizacional para a Gestão de Projetos
UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Estrutura Organizacional para a Gestão de Projetos Régis Kovacs Scalice, Prof. DEPS Departamento de Engenharia de
Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto
Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto Prof. Andréa Cristina dos Santos, Dr. Eng. [email protected]
Gestão da Cadeia de Suprimentos
IFRR, Boa Vista, 11/09/2017 Gestão da Cadeia de Suprimentos Prof. Valério Salomon www.feg.unesp.br/salomon Palestra: Gestão da Cadeia de Suprimentos Apresentação pessoal e profissional Demanda por gerentes
Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação. Sandra Barioni Toma Diretora Técnica PDI
Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação Sandra Barioni Toma Diretora Técnica PDI Nosso PDI O foco das atividades de busca, seleção e realização de oportunidades e projetos em P&D é direcionado pela visão
Instituto Sindipeças de Educação Corporativa
Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Maio 2014 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Missão Oferecer soluções educacionais para elevar a competitividade e a sustentabilidade do setor de
Aula 2. Histórico da Gestão de Processos de Negócio. Prof. Carina Frota Alves
Aula 2 Histórico da Gestão de Processos de Negócio Prof. Carina Frota Alves 1 O que mudou no mundo durante a Revolução Industrial? 2 História dos Meios de Produção Antes da revolução industrial, a economia
Esse é o nosso negócio. A INFORMAÇÃO DE QUE VOCÊ PRECISA. NEM MAIS, NEM MENOS.
Esse é o nosso negócio. A INFORMAÇÃO DE QUE VOCÊ PRECISA. NEM MAIS, NEM MENOS. Novas demandas de mercado exigem que modelos técnicos consagrados sejam incorporadas a novas tecnologias, novos conhecimentos
Projeto Conceitual. Projeto do Produto
Projeto Conceitual Projeto do Produto 1 Projeto Conceitual Especificações-meta Projeto Conceitual Concepção do Produto Integração dos princípios de solução Arquitetura do produto Layout e estilo do produto
Sumário. Capítulo 1 Desenvolvimento e padrões de financiamento da inovação no Brasil: mudanças necessárias... 1
Sumário Capítulo 1 Desenvolvimento e padrões de financiamento da inovação no Brasil: mudanças necessárias... 1 n Apresentação... 1 n Introdução... 1 n Entendendo o capitalismo: a visão de Schumpeter...
Como desenvolver competências profissionais para a produtividade na indústria gráfica
Como desenvolver competências profissionais para a produtividade na indústria gráfica Refletir sobre o impacto da capacitação no aumento da produtividade. Identificar e discutir alternativas e soluções
Engenharia de Produção
Engenharia de Produção 4ª SÉRIE Campus Mossoró MECÂNICA DOS FLUIDOS MECÂNICA TÉCNICA Propriedades dos fluidos.- Estática dos fluidos.- Teoremas de Pascal e Stevin. - Força hidrostática- Flutuação e estabilidade-
7/30/2012. Formação. Bases Tecnológicas. Planejamento Programação e Controle da Produção PPCP. Rodrigo Moraes de Siqueira. Formação: Engenheiro
Planejamento Programação e Controle da Produção PPCP Rodrigo Moraes de Siqueira PPCP-Rodrigo Moraes de Siqueira 1 Formação: Engenheiro Formação Especializações: Sistemas de apoio a manufatura Sistemas
Engenharia de Processos Oscar F. T Paulino
17 Seminário Brasileiro Industrial 27/10/2016 Engenharia de Processos Oscar F. T Paulino Engenharia de Processos - Conceitos Campo de atividades que utiliza os conhecimentos das Ciências básicas (Matemática,
CURSO: ADMINISTRAÇÃO
CURSO: ADMINISTRAÇÃO EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO Equações do primeiro e segundo graus com problemas. Problemas aplicando sistemas; sistemas com três incógnitas
Gestão por Processos. Prof. Luciel Henrique de Oliveira 1
Novos Modelos de Empresa Aula 3 Gestão por Processos Prof. Luciel Henrique de Oliveira [email protected] 1 O que são processos nas empresas? Fornecedores Atividade ou Conjunto de Atividades Input
Ementas. Certificate in Business Administration CBA
Ementas Certificate in Business Administration CBA Agosto 2012 Módulo Fundamental Administração Financeira EMENTA: Disciplina desenvolve a capacidade de contribuição para as decisões gerenciais aplicando
QUADRO DE DISCIPLINAS
QUADRO DE DISCIPLINAS Disciplinas 1 Horas- Aula 2 1. Fundamentos do Gerenciamento de Projetos 24 2. Gerenciamento do Escopo em Projetos 24 3. Gerenciamento da Qualidade em Projetos 12 4. Gerenciamento
O DMAIC é um método sistemático, baseado em dados e no uso de ferramentas estatísticas, para o desenvolvimento dos projetos Lean Seis Sigma.
O DMAIC é um método sistemático, baseado em dados e no uso de ferramentas estatísticas, para o desenvolvimento dos projetos Lean Seis Sigma. O Método DMAIC do Lean Seis Sigma Por Cristina Werkema Como
Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Sandra Barioni Toma
Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Sandra Barioni Toma Nosso PDI O foco das atividades de busca, seleção e realização de oportunidades e projetos em PDI é direcionado pela visão de futuro e pelas estratégias
Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5
Sumário Introdução, 1 Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 1 Direcionadores do Uso de Tecnologia de Informação, 7 1.1 Direcionadores de mercado, 8 1.2 Direcionadores organizacionais,
Gestão da Produção Logística
UNIESP Campus Butantã Gestão da Produção Logística LOGÍSTICA EMPRESARIAL SUPPLY CHAIN MANAGEMENT FACULDADE DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS GERENCIAIS DE SÃO PAULO Rubens Vieira da Silva LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA
Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning)
Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) O que significa ERP? ERP - Enterprise Resource Planning (Planejamento de Recursos Empresariais) são sistemas de informações que integram todos os dados e processos
Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas Santo Agostinho FACET Curso de Sistemas de Informação GESTÃO DE PROJETOS
Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas Santo Agostinho FACET Curso de Sistemas de Informação GESTÃO DE PROJETOS Prof. Adm. Ismael Mendes 2º Semestre/2011 UNIDADE II ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA
Gerenciamento de Processos de Negócio - BPM Marcos Sganderlla Henrique Brodbeck
Gerenciamento de Processos de Negócio - BPM Marcos Sganderlla Henrique Brodbeck Agosto, 2013 Modelos de negócio Processos de negócio Modelos de processos de negócio 2 Modelo de negócio Descrição formal
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão
Curso Administração Campus: Angra dos Reis SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão Formar profissionais, éticos, criativos e empreendedores, com competências e habilidades técnicas, humanas e conceituais, visão
Roteiro. Definição de conceitos Ferramentas presentes Aplicação do método Seis Sigma, uma comparação Produção enxuta
PRODUÇÃO ENXUTA PME3463 - Engenharia da Qualidade Grupo T2G4 Andre Ferreira Jesus Emanuel (11-979677200 / [email protected]) Lucas Ruffenach Vinicius Madarazzo Roteiro Definição de conceitos Ferramentas
Planejamento dos Riscos
UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Planejamento dos Riscos Régis Kovacs Scalice DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Limites do Projeto
Aquisição de Recursos Materiais Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais Martins & Alt Editora Saraiva
5 CAPÍTULO Aquisição de Recursos Materiais 1 Recursos Materiais São os itens ou componentes que uma empresa utiliza nas suas operações do dia a dia, na elaboração do seu produto final ou na consecução
Cadeia de Suprimentos. Aula 1. Contextualização. O que é Supply Chain Management? Prof. Luciano José Pires
Cadeia de Suprimentos Aula 1 Contextualização Prof. Luciano José Pires O que é Supply Chain Management? Atual e futuro A Logística é uma das atividades econômicas mais antigas e também um dos conceitos
MANUFATURA ENXUTA NA CONFECÇÃO DE MOLDES E FERRAMENTAS
MANUFATURA ENXUTA NA CONFECÇÃO DE MOLDES E FERRAMENTAS AGENDA Apresentação da Empresa 2BLean Tempo de desenvolvimento de um Molde de Injeção O que é Lean Aplicações Desperdícios SMED para reduzir o tempo
ÓTICA, ONDAS E ELETROMAGNETISMO CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
ÓTICA, ONDAS E ELETROMAGNETISMO CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS ESTATISTICA E PROBABILIDADE CALCULO DE DUAS VARIAVEIS CONTEÚDO ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.1 Arquitetura - Campus Mossoró) 3ª série
Rodrigo Douglas Gerente de Produção Souza Cruz Trabalhando atualmente na Souza Cruz, maior unidade industrial do grupo BAT no mundo, é responsável
Rodrigo Douglas Gerente de Produção Souza Cruz Trabalhando atualmente na Souza Cruz, maior unidade industrial do grupo BAT no mundo, é responsável pela gestão dos processos de produção, engenharia de produção,
Diagnóstico e Gestão de TI; Modernização da Gestão de Pessoas; Desenvolvimento, Integração e Gerenciamento de Projetos de TI;
Fundada em fevereiro de 2001, a ProBid é uma empresa formada por colaboradores com vasta experiência de mercado, especializada em Tecnologia da Informação, com foco estratégico no Setor Público e que utiliza
Sistema de Manufatura: Conceitos e Classificação PUC. Prof. Dr. Marcos Georges
Sistema de Manufatura: Conceitos e Classificação PUC CAMPINAS Manufatura: definições e Modelos Manufatura de bens: como sendo um sistema que integra seus diferentes estágios, necessitando para isso de
RAD 1504 Gestão da Qualidade I. Profa. Márcia Mazzeo Grande Pro. Erasmo José Gomes
RAD 1504 Gestão da Qualidade I Profa. Márcia Mazzeo Grande Pro. Erasmo José Gomes A era da qualidade acabou? Modismo ou Modelo de Gestão? Panorama atual Elevado número de recalls Requisitos de qualidade
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA PRODUÇÃO
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA PRODUÇÃO 1º TERMO Aulas Teóricas Práticas Total Comunicação e Expressão 36-36 Direito 36-36 Cálculo Diferencial e Integral I 72-72 Fundamentos da Administração
VALORES Ética Parceria Inovação Excelência
MISSÃO Incentivar e disseminar o uso de modelos sistêmicos para gerenciamento de processos e gestão organizacional, através da sensibilização, capacitação e reconhecendo os melhores desempenhos do Estado
Desenvolvimento de Negócios. Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal
Desenvolvimento de Negócios Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal Gestão Estratégica Para quê? Por Quê? Para fazer acontecer e trazer
Terceirização (Outsourcing)
Gestão e otimização da produção Terceirização () Marco Antonio Dantas de Souza MSc. Engenharia de Produção Engenheiro de Segurança do Trabalho O que é outsourcing? Definição ou terceirização é uma técnica
Unidade IV. Avaliação de Desempenho. Profª. Ana Paula de Andrade Trubbianelli
Unidade IV Avaliação de Desempenho Profª. Ana Paula de Andrade Trubbianelli A implantação do planejamento para a avaliação Estudo do processo de trabalho Aperfeiçoamento dos quadros gerenciais (conhecimentos,
Sumário. PARTE 1 Gestão logística da cadeia de suprimentos. Capítulo 2. Capítulo 1
Sumário PARTE 1 Gestão logística da cadeia de suprimentos Capítulo 1 Cadeias de suprimentos no século xxi... 2 A revolução da cadeia de suprimentos... 4 Integração gera valor... 6 Modelo geral de cadeia
UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. COORDENADOR Luciano José Minette
UFV Catálogo de Graduação 2011 229 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO COORDENADOR Luciano José Minette [email protected] 230 Currículos dos Cursos do CCE UFV Engenheiro de Produção ATUAÇÃO O Curso de Engenharia de Produção
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Administração Campus: Teresópolis Missão O curso de Graduação em Administração tem como missão formar profissionais, éticos, criativos e empreendedores, com competências
OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DA QUALIDADE: Benefícios e Aplicações Práticas
OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DA QUALIDADE: Benefícios e Aplicações Práticas Rev. 00 de Março/2013 1/208 1/ 42 Rodrigo Sousa Atuação: Instrutor de treinamentos Consultor e Auditor em Sistemas de Gestão da Qualidade
3 0 PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL CRÉDITOS CARGA HORÁRIA SEMESTRAL CRÉDITOS
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR COORDENADORIA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO ESTRUTURA CURRICULAR DA ENGENHARIA
Engenharia da Qualidade. Introdução à Engenharia de Produção
Engenharia da Qualidade Introdução à Engenharia de Produção 1 O que é qualidade? A qualidade de um produto pode ser avaliada de várias maneiras. Definição Tradicional Significa Adequação ao Uso Definição
Fundação Presidente Antônio Carlos FUPAC Unidade de Barão de Cocais MATRIZ CURRICULAR ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
MATRIZ CURRICULAR ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2012 1º PERÍODO Pré Geometria Analítica e Cálculo Vetorial 4 Introdução ao Cálculo 4 Introdução à Engenharia de Produção Introdução à Programação para Engenharia
Informação de Custos e Qualidade do Gasto Público
I SEMINÁRIO POTIGUAR SOBRE CONTABILIDADE, CUSTOS E QUALIDADE DO GASTO NO SETOR PÚBLICO Informação de Custos e Qualidade do Gasto Público Nelson Machado e Victor Holanda MAIO 2011, NATAL RN Ambiente e Desafios
Gerência de Projetos de TI
Gerência de de TI Experiência da COPEL SIMPROS 2001 Paulo Henrique Rathunde [email protected] Agenda Introdução Gerência de Definição dos Processos Implantação Reflexões 2/33 São Paulo, Brasil 17-20/09/2001
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS (DPD) AULA 03 UFPR. Prof.ª Nicolle Sotsek Ramos
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS (DPD) AULA 03 UFPR Prof.ª Nicolle Sotsek Ramos REVISÃO Modelo sistêmico para o processo de desenvolvimento do produto (PDP); Modelo: Processo de Negócio + Modelo
Gestão de Projeto. CARGA HORÁRIA 16 horas PROGRAMA
Gestão de Projeto Esse curso oferece ampla visão sobre a arte de gerenciar projetos. Apresenta como projetos tornamse viabilizadores estratégicos para as organizações demonstrando a importância de seu
Apresentação. Conteúdo. Conteúdo. Revisão Conceitos Didática utilizada Papel da Integração Processo de iniciação
Apresentação Conteúdo Revisão Conceitos Didática utilizada Papel da Integração Processo de iniciação Conteúdo Contexto do termo de abertura do projeto Processo do termo de abertura do projeto Contexto
Treinamentos Lúdicos de Alto Impacto
Treinamentos Lúdicos de Alto Impacto BrinqLean O BrinqLean apresenta uma nova abordagem didática que utiliza jogos e dinâmicas para promover um aprendizado prático, interativo, lúdico e divertido. Através
Gestão da Qualidade na diálise como Ferramenta Gerencial
Gestão da Qualidade na diálise como Ferramenta Gerencial A busca da equipe Nefron pela Excelência Adm. Cristina Ferreira A EMPRESA NEFRON Ltda Sede: Rua PAULO D ASSUNÇÃO, 88 - JARDIM INDUSTRIAL - CONTAGEM
Gestão Integrada de Custos e Orçamentos Objetivos Gerais: A Gestão Integrada de Custos e Orçamentos permite detetar e eliminar desperdícios e otimiza ações estratégicas para o controle de gastos. Ao adotar
Processo e Agentes da Gestão da Qualidade
Gestão da Qualidade Processo e Agentes da Gestão da Qualidade Fernanda Villar Corrêa Vídeos - Empresa como Sistema - Gestão da Qualidade como Subsistema - Envolvem métodos de produção, avaliação
Programa Operações Logísticas e Supply Chain MANUAL DO CURSO
Programa Operações Logísticas e Supply Chain MANUAL DO CURSO ESPM/Senai-MS - 2017 Apresentação Oferece aos profissionais, que atuam nas indústrias e serviços, visão ampla de questões e desafios à gestão
Por que o Project Builder é tão efetivo como ferramenta para PMO
argumento da apresentação Por que o Project Builder é tão efetivo como ferramenta para PMO - assertividade da abordagem conceitual - características tecnológicas - flexibilidade da oferta Efetivo na implementação
PESQUISA REALIZADA COM OS PARTICIPANTES DO 15º SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO DE PROJETOS
PESQUISA REALIZADA COM OS PARTICIPANTES DO 15º SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO O perfil do profissional de projetos CENÁRIO Pesquisa realizada durante o 15 Seminário Nacional de Gestão
CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS º PERÍODO
CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE FÍSICA DISCIPLINA: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DISCIPLINA:
INTEGRAÇÃO FINANCEIRA NA CADEIA DE SUPRIMENTOS SUPPLY CHAIN FINANCE. Vanessa Saavedra
INTEGRAÇÃO FINANCEIRA NA CADEIA DE SUPRIMENTOS SUPPLY CHAIN FINANCE Vanessa Saavedra Este artigo é parte do resultado alcançado por meio da pesquisa de Supply Chain Finance (SCF), que tem como tema Integração
Gestão da Inovação. Inovação na cadeia produtiva. Prof. Me. Diego Fernandes Emiliano Silva diegofernandes.weebly.
Gestão da Inovação Inovação na cadeia produtiva 1 Referências para a aula BREITBACH, Áurea Corrêa de Miranda; CASTILHOS, Clarisse Chiappini; JORNADA, Maria Isabel Herz da. Para uma abordagem multidisciplinar
Cursos / Treinamentos
Cursos / Treinamentos Carga Horária 1 Estatística Básica em Todos os Níveis. 16 Horas 2 Estatística Avançada. 60 Horas 3 Formação de Auditores Internos da Qualidade. 32 Horas 4 Controle Estatístico de
2. Processos em Engenharia de Software
Renato Cardoso Mesquita Departamento de Eng. Elétrica da UFMG [email protected] Engenharia de Software 2. Processos em Engenharia de Software.......... 2.1. Visão Geral Conceito de processo conjunto
Sem fronteiras para o conhecimento. Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing
1 Sem fronteiras para o conhecimento Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing 2 Seja um Especialista Lean Manufacturing O pacote de Formação de Especialista em Lean Manufacturing une a filosofia
Missão e objetivos da empresa X X X X X. Objetivos por área X X Qualidade das informações X X X X X Integração dos orçamentos por área
Visão por meio das atividades de valor) Preço Prazo Assistência Técnica Modelo de gestão Análise de aspectos políticos governamentais, econômicos e legais Planejamento estratégico Orçamento empresarial
Sistemas de Informação na Empresa
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 04 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Saúde
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Saúde Coordenação Acadêmica: Prof. Jamil Moysés Filho, Msc. Código SIGA: TMBAES*06_38 1 OBJETIVO: Ao final do Curso, o aluno será capaz
Seminários de Manufatura
Seminários de Manufatura Ciclo de Eventos de Gestão de Produção Local: Instituto Mauá de Tecnologia Praça Mauá, 1 - São Caetano do Sul - SP 18-19 Maio, 10-11 Agosto e 09-10 Novembro de 2010 Colaboração
Sistemas de Informação
Capítulo 6: Os Sistemas de Informação para as Operações das Empresas e o Comércio Eletrônico 6-1 Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da Internet James A. O'Brien Saraiva S/A Livreiros
Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação
Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Diretrizes Curriculares
ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE
ANEXO 01 (Conteúdo do EXIN 2016.2 Administração - Campus Mossoró) 3ª SÉRIE DISCIPLINAS DA SÉRIE GESTÃO DA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA GESTÃO DE PESSOAS DIREITO EMPRESARIAL E TRABALHISTA CONTABILIDADE Os recursos
O Papel da Controladoria sob o Enfoque da Gestão Econômica
O Papel da sob o Enfoque da Gestão Econômica Prof. Carlos Alberto Pereira : necessidade ou modismo??? Foco: para se alcançar os objetivos é preciso clarificá-los Sinergia: a otimização isolada das partes
