5 Características geométricas da seção transversal 1
|
|
|
- Sônia Aires Santarém
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ESTÁT DE 67 5 cteístics geométics d seção tnsvesl ento de Gvidde de um opo Bidimensionl. onsideemos um plc oizontl. Podemos dividi ess plc em n elementos pequenos. s coodends do pimeio elemento são denominds 1 e 1, s do segundo elemento e etc. s foçs eecids soe os elementos d plc seão denominds P 1, P, P n, espectivmente. Esss foçs ou pesos podem se consideds plels. Su esultnte é, po conseguinte, um únic foç n mesm dieção. intensidde P dest foç é otid pel dição ds intensiddes dos pesos elementes. Σ Fz P P1+ P Pn P otemos s coodends X e Y do ponto G onde esultnte P deve se plicd devemos stisfze condição de que os momentos ds pcels P i em elção os eios e sejm iguis o momento d esultnte P em elção os mesmos eios. ΣM P X P P P n n ΣM P Y P P P n n (5.) Se umentmos o númeo de elementos em que plc é dividid e diminuimos simultnemente o tmno de cd elemento, teemos s seguintes epessões P dp P X dp P Y dp (5.) Esss epessões definem o peso P e s coodends e do cento de gvidde G d plc. 5. entóides de Áes. No cso de um plc omogêne de espessu unifome, intensidde P do peso de um elemento d plc pode se epess como: 1 Mecânic vetoil p engeneios - Fedinnd P. Bee e E. Russell Jonston, J.; McGw-Hill, 1976
2 ESTÁT DE 67 P γ.t. Sendo: γ peso específico.(peso po unidde de volume) do mteil t espessu d plc, e áe do elemento Sustituindo P e P i n equção de momentos (5.) e dividindo po γt, escevemos ΣM X n n ΣM Y n n (5.) umentndo o númeo de elementos em que áe é dividid, otemos X.d Y.d (5.5) Esss equções definem s coodends e do cento de gvidde de um plc unifome. ponto de coodends X e Y é tmém conecido como o centóide d áe d plc integl.d é conecid como o momento estático d áe em elção o eio. nlogmente, integl.d define o momento estático de em elção o eio. Vê-se ds Eqs. (5.5) que, se o centóide de um áe está situdo soe um eio coodendo, o momento estático d áe em elção este eio é nulo. Áes simétics em elção os eios Qundo um áe possui um eio de simeti BB', o centóide d áe deve est situdo neste eio. Se possui dois eios de simeti, o centóide d áe está situdo n intesecção dos dois eios de simeti. Est popiedde nos possiilit detemin imeditmente o centóide de áes tis como cículos, elipses, quddos, etângulos, tiângulos eqüiláteos ou quisque outs figus simétics. segui são fonecidos lguns centóides de foms usuis de áes:
3 ESTÁT DE 67 Tiângulo G G / Áe ½.. / / Quto de cículo G./.π G./.π Áe π. / Semi cículo G G./.π Áe ½.π.. Quto de elipse G./.π G./.π Áe π../ Semi elipse G G./.π Áe ½.π.. Semi páol G./8 G./5 Áe../ Pólic G G./5 Áe /.. k. n Supefície qued de um ód fom gel cg n + 1 n cg. Áe n +. n + n + 1 cg cg 5. Plcs omposts. Um plc pode se dividid em etângulos, tiângulos ou outs ds foms usuis. sciss X de seu cento de gvidde G pode se detemind ds scisss dos centos de gvidde ds váis ptes, epessndo que o momento do peso de tod plc em elção o eio é igul à som dos momentos dos pesos ds váis ptes em elção o mesmo eio (Fig. 5.9). coodend Y do cento de gvidde d plc é encontd de mnei nálog, equcionndo os momentos em elção o eio.
4 ESTÁT DE 67 5 z z P ΣPi P X Y P 1 G 1 P G G FGUR 5.9. ento de gvidde de um plc compost Se plc é omogêne e de espessu unifome, o cento de gvidde coincide com o centóide G de su áe. sciss X do centóide d áe pode se então detemind, considendo que o momento estático d áe compost com espeito o eio é igul à som dos momentos estáticos ds divess áes em elção o mesmo eio (Fig. 5.1). odend Y do centóide é encontd de mnei nálog, isto é, equcionndo momentos estáticos ds áes em elção o eio. Σ i X Y 1 1 ( ) FG entóide de um áe compost M Y n 1 1 n n M X ( n) n. n (5.8) uiddo: Momentos estáticos de áes podem se positivos ou negtivos. Um áe com centóide à esqued do eio teá momento estático negtivo em elção o eio. Eemplo 1 Detemin o cento de gvidde d plc omogêne o ldo. 15 cm 5 cm 1 cm 1 cm,5 cm 17,5 cm
5 ESTÁT DE ,7 cm π, cm 15 cm 5 cm, cm Y 1, cm 11,5 cm 8, cm X 15,16 cm D equção 5.8: ( ) X n 1 1 n n ( ) Y n 1 1 n n omponente.. Retângulo Quto de cículo tiângulo , , ,5 6,7, 1,16 19,81 11,5 8, 5 718,71 656,5 88,79 11,6 1685,6 X.(88,79) 11,6 X 15,16 cm Y.(88,79) 1685,6 Y 1, cm Eemplo Detemin o centóide d áe mostd o ldo. 15 cm 15 cm seve que áe é desconecid, ms, el é o complemento d áe do quto de ciculo, que tem seu centóide e áe 15 cm conecidos. seve tmém que pel simeti X Y, ssim: π 6,65 cm 15 cm Y 7,5 cm 8,65 cm X
6 ESTÁT DE 67 7 omponente. Quddo 5, 7, Quto de ículo - 176,6 8,6-155 Σ 8, Σ. 16 D equção 5.8: ( ) X n 1 1 n n ( i) i. i X.(8,) 16 X,5 cm X N Tel nteio que fonece os centóides ds figus plns não const o tpézio. Detemine o centóide do tpézio io l l l - l 5. Deteminção do entóide po ntegção. X. d -Y. d (5.5) Eemplo 1 d P áe o ldo detemin o momento estático e s coodends do cento de gvidde. d Momento estático: M d d. d.. M ( d) d
7 ESTÁT DE 67 8 M d d. d.. M ( d) d ento de gvidde X M. e Y M. u Eemplo P áe o ldo detemin coodend Y do G. d Y M / u u ( ) ( ) M d d u. d e u d d ( ) M. d d ( ) d. M Y M. 6. Eemplo Detemin po integção diet o centóide d figu o ldo k. ondições de contono: k.. e. 1/ 1/ d d M e M com o elemento veticl Áe: d. d d. d.. d /. 1..( )...
8 ESTÁT DE cg, vet M d d d M d M d M... d M. M cg, vet M d d d M d M d M d M M. M e M com o elemento oizontl ( ) ( ) ( ) M. d d. d M.. d cg, vet 1/ / 1/ 1/ M. d M. d d (-) d ( + )/.. M M. M. 5. 5/ 5/ 1/ 1/ cg, oiz ( ) M. d d. d + 1 M. ( ). d M ( ). d. M 1. d M M.. Posição dos centóides. M M 1 X X Y Y.. 1
9 ESTÁT DE 67 5 Eemplo P figu o ldo, clcul áe, os momentos estáticos M e M e posição do cento de gvidde. onside um cuv pólic [1- ( / )]. X Y / ( ) d. d d. d 1. d d. 1. d. ( ). d.. ( )... M. d d d. M d. 1 1 M 1. d M ( ). d M ( ).. M M 5 ( 8. ) M 15 Y Y.. 5 M. d. 1 d d M... M.. M... M X X.. 8
10 ESTÁT DE Eemplos 1 - Detemin o cg do tiângulo com os eios pssndo pelo vétice. d.d d d d. cg e d d. d d d.. d d... cg d. d... d. cg.. Detemin o cg do tpézio io cg,1,5 1 cg,1,5 1/. cg, 1/ cg,1 1/ cg cg ( ) ( ) ( ) Σ i. i..,5. +, Σ i. +, ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Σ i. i..,5. +, Σ i. +,5.. +, Po eemplo:, m, 1 7, m e, m cg,9 m cg 1,88 m
11 ESTÁT DE Detemin o cg d seção T io. 1 1 ou 1 seção é simétic em elção o eio veticl. cg,5. ( ) ( ).. 1 cg (. ).(,5. ) ( ).( 1).,5.( 1) ( ) ( ) (,5.. ),5. ( ).( 1 ) ( ) ( ) Po eemplo: p 15,, 75 e 1 15 cm. cg 5,8 cm - Detemin o c.g. d seção T io d c c
12 ESTÁT DE 67 5 Áe cg cg. cg. cg , , , cg 88,86 cm Totl cg 9,8 cm - Detemin o c.g. d seção io Detemine p supefície pln d figu: os momentos estáticos em elção os eios e e posição do centóide. 1 mm mm 6 mm 8 mm 1 mm 6 mm 1 mm 8 mm 6 mm 8 mm 6 mm 1 mm 8 mm 6 mm mm cg 55 mm cg 7 mm
13 ESTÁT DE Momentos de néci Momentos de º odem ou Momentos de inéci de Áes Um vig i-poid solicitd po dois momentos iguis e opostos plicdos em sus etemiddes, está em um estdo de solicitção cmdo fleão pu. efeito dess ção pode se fcilmente visulizdo fleiondo s dus etemiddes de um égu, ou sej, égu seá fleiond e, su fce infeio seá tciond e supeio compimid. N figu io, egião supeio (cud) é compimid, infeio é tciond e, lin que sep s dus egiões é cmd de Lin Neut ou eio neuto d seção. B ompessão Tção Em função d ção eten plicd têm-se solicitções intens ns seções d vig e, consequentemente, os esfoços intenos esistentes. ssim, s foçs em um ldo do eio neuto são foçs de compessão e do outo ldo, foçs de tção, enqunto que no eio s foçs são nuls. Esses esfoços intenos esistentes são distiuídos e seus módulos vim linemente com distânci pti d lin neut. Figu io most o teco d vig B, e seção d vig n posição. M S,et M S,int ompessão L.N. F k.. Tção Um foç element tundo em um áe element é dd po: F k.. E o módulo d esultnte R ds foçs elementes F soe seção intei é dd po: R k.. d k. d últim integl n epessão d esultnte é conecid como momento de pimei odem d seção, em elção o eio ; e é nul, pois o icento d seção está loclizdo soe o eio, e, potnto Y., pois Y.
14 ESTÁT DE sistem de foçs F eduz-se, potnto, um conjugdo e, o módulo M deste conjugdo (momento fleto) deve se igul à som dos momentos M. F k.. ds foçs elementes. ntegndo soe secção intei, otemos: M k.. d k. d últim integl n equção cim é conecid como o momento de segund odem ou momento de inéci d seção d vig em elção o eio e é designd po. momento de segund odem é otido pel multiplicção de cd elemento de áe d pelo quddo de su distânci o eio, e integndo soe secção d vig. seve que podeá se positivo ou negtivo, ms ess integl seá sempe positiv e difeente de zeo. No eemplo d figu cim, p seção etngul de lgu e ltu, teímos: d d.d. d.. d.. d.. e, nlogmente:.. d.. Mudndo-se os eio de fom que pssem pelo centóide / / d d.d. d.. d... d / /... / /... d / /... / /
15 ESTÁT DE Detemine o Momento de inéci d seção tingul. d u - ( ) u u ( ) d u. d d. d ( ). d.. d (. ). d Momento Pol de inéci d áe J. d distnci do elemento de áe té o pólo. seve que +, potnto tmém pode se clculd tvés dos momentos etngules de inéci e. ( ) J. d +. d. d +. d d J d. + Detemine o Momento de inéci d seção cicul. ρ dα α dρ d ρ.dα.dρ ρ.sen α ( ) ρ. d ρ. senα. ρ. dα. dρ α π π π π ρ α senα π senπ ρ. sen α. dα. dρ sen α. dα.. π.
16 ESTÁT DE Rio de Gição de um áe Um detemind áe tem um Momento de néci em elção o eio. Se concentmos est áe em um fi esteit, plel o eio, e com o mesmo momento de inéci, distnci dess fi o eio, é denomind Rio de Gição. k J k. k nlogmente k e k (pol) omo J + temos k k + k 5.5. Teoem dos Eios Plelos. d N figu o ldo, consideemos conecido o Momento de néci d seção em elção o eio 1, 1, e queemos detemin o Momento de néci, em elção o eio, plelo 1. d G c 1 ( ). d c + d1. d ( ) c. c c.. 1 c. 1 + d + d d d + d d + d d Nest epessão temos:. d c 1 Momento de néci em elção o G. d1 c. d c. d Momento estático em elção o G d1 d d Áe deslocmento dos eios o quddo
17 ESTÁT DE Teoem dos eios plelos: d 1 +. d 1 +. Sendo: 1 e 1 Momentos de inéci em elção o G. d e d e deslocmentos dos eios e, espectivmente Áe d seção Momentos de inéci em elção os eios tnslddos Teoem dos Eios Plelos p Momentos de néci Poles. N figu o ldo, consideemos conecido o Momento de néci d seção em elção os eios 1 e 1 pssndo pelo G d seção, 1 e 1 e queemos detemin os Momento de néci d 1 c d em elção o eio e, plelos 1 e 1. G c 1 ρ d 1 J + + d e. 1 1 d. 1+ ρ d + d 1 J ( ) ( ) ( ) J + + d. + + d. + + d + d. J + ρ Teoem dos eios plelos p Momentos de néci Pol. J J + 1 ρ. J J 1 ρ Momento de néci Pol em elção à oigem dos eios que pssm pelo G. Momento de néci Pol em elção os eios tnslddos. distânci ente s oigens dos sistems de eios considedos.
18 ESTÁT DE Módulo de Resistênci. Vej seção io. Já vimos que cim d Lin Neut temos compessão e io, tção. Ests tensões de tção e compessão não são constntes, como já foi visto, els são nuls n Lin Neut e umentm à medid que se fstm em dieção às ods, onde tingem seus vloes máimos. M S,et M S,int ompessão σ m. omp. L.N. Tção σ m. Tção dmitindo-se um distiuição line ds tensões, tensão devid à fleão é dd po: σ Mf Est equção nos d tensão o longo d ltu d seção, com vindo ente / e +/, ms, nomlmente o que nos inteess é o vlo máimo dess tensão, que ocoeá ns ods. ssim otemos σ m em função de m. omo distânci do centóide de um seção às sus ods é um ccteístic d seção, definimos Módulo de Resistênci (W) de um seção como: W W e W uniddes L m m m σ Mf σ Mf Mf m m σm W :( ) Módulo de Resistênci Pol. De fom nálog, no dimensionmento de peçs sumetids à esfoços de toção, tem-se o Módulo de Resistênci Pol (W p ). Qunto mio o Módulo de Resistênci Pol de um seção, mio su esistênci à toção. W p J m uniddes L ( : )
19 ESTÁT DE 67 6 Eemplo: Detemin o io de gição, o módulo de esistênci e o módulo de esistênci pol, eltivos os eios icênticos e, p s seções etngul e cicul: i. 1. i i. 1. i W. 1. W m 6 W. 1. W m 6... ( ) J m m + m + + J. 1 ( + ). Wp + 1 m 6 + i π. D d. i 6 π. D D π. D π. D W W. 6 D m π. D π. D J + 6 J π. D π. D Wp. m D 16
20 ESTÁT DE Poduto de néci. integl do poduto de cd elemento d de um áe po sus coodends e é conecid como o poduto de inéci d áe em elção os eios e (P ). P d. Poduto de néci P pode se positivo ou negtivo e, qundo um ou mos os eios e são eios de simeti d áe, o poduto de inéci P é zeo. d d P > P < P Teoem dos eios plelos p os Podutos de néci. X ' d Y Bicento e eios icênticos e coodends de d em elção os eios icênticos + X e + Y ( ) ( ) ( ) P d. ' + X. ' + Y. d '. ' + '. Y + X. ' + X. Y. d ( ) '. '. d P ( '. Y ). d e ( X ) ( ). '. d Momentos estáticos nulos (eios icenticos) X. Y. d X. Y d Áe P P + X. Y. P + d. d. sendo d e d os deslocmentos dos eios. ' ' ' '
21 ESTÁT DE Rotção de Eios. onsidee um eio de coodends, e um 1 α d supefície. s Momentos e Podutos de néci são:. d. d. d Detemin os Momentos e Podutos de néci ( 1, 1 α e 11 ) tvés d otção de um ângulo α, dos eios oiginis, em tono d oigem. pós otção: 1 α.cos α.sen α α cos α +.sen α d α 1 α.cos α.sen α cos α -.sen α d α α 1.cos α +.sen α.cos α.sen α 1 1 ( ) ( ). d.cos α.sen α. d.cos α...cos α.sen α +.sen α. d e, nlogmente, otém-se: 1.cos α.sen α..cos α.sen α 1.sen α +.cos α +..cos α.sen α ( ) 11.cos α.sen α.cos α.sen α +.cosα sen α onsidendo s identiddes tigonométics: sen α. sen α. cos α cos α cos α sen α. 1 cos α 1 cosα cos α + sen α
22 ESTÁT DE 67 6 Pode-se esceve s equções d seguinte fom: cos α.sen α e, nlogmente, otém-se: + 1.cos α +.sen α 11.sen α +.cos α Se sommos ( 1 1) + oteemos u sej, qundo o gio é soe oigem, som dos Momentos de néci em elção estes eios é constnte e igul o Momento de néci Pol Eios Pincipis e Momentos Pincipis de néci Eios Pincipis de um áe em elção um ponto, são queles p os quis se tem um Momento de néci máimo em elção um dos eios e mínimo em elção o outo. Logo: d 1 dα s. d sen u cos u du d cos u sen u du d tn u sec u du d d d d d d + d +.cos α.sen α d 1..sen α..cos α dα dα sen α..sen α..cos α tn α. cos α ( ) p α p é o vlo de α que define os eios pincipis.
23 ESTÁT DE 67 6 Se fizemos: sen α..sen α +.cos α tnα cos α Logo o Poduto de néci é nulo em elção os eios pincipis. Em esumo ) os eios pincipis são otogonis ) 11 (um eio de simeti é sempe um dos eios pincipis) c) 1 e 1 é um máimo e um mínimo. Momentos Pincipis de néci Detemindo o vlo de α p st sustitui em 1 e 1 p se ote m e min. : + +.cos α.sen α 1 p p +.cos α +.sen α 1 p p u tvés d equção: 1, + ± + onde 1 é o máimo e o mínimo Eemplo 1: Detemin os eios e momentos pincipis de inéci d seção io. 1 1 Bicento: ou 1,5,5 15 cg 1/S T ΣM e cg 1/S T ΣM 1 cg (15.7,5 9, 75.8, 75) 5, 17 56,5 1 cg (15.5, 9, 75.6, 5),917 56,5
24 ESTÁT DE ,5 5,17 cg 1,5 15 cg,917 Momentos de neci pssndo pelo G, plelos os eios e S T 56,5 cm.. Ret 1,5 1, 5, 1,5 5, 1,5 15, Ret 1,5,5 1,5 8,75 1,5 7, 9,6 Som 56,5,69 16,6 cg ΣM,688 5, 17 Σ 56,5 cg ΣM 16, 65,917 Σ 56,5.() +.() 1 8,,8 5, 18,569 16,88 16,76-1,67 1,5 86,8556 1,816 Som ( ) 19,9188.() +.() 1 1,8 -,17 5,,78 7,861 6,91, 1,5 7, 75,16 Som ( ) 11,1719 Poduto de néci.. 1 5, -,17,8-17,1 1,5, -1,67-17,611-9,65 Som -9,65
25 ESTÁT DE , 5 tn α 1 781, 5 α -5 α 1 -,5º α 67,5º + 1, ± + 81,57 ± ( 9,65) + ( 9,65) m 16,97 e min 58,1197 Eemplo : Detemin os eios e momentos de inéci d áe io: em elção o eio YY e em elção o eio -. s. medids em mm Y π. d π.1-196, π. d π.75-17, X Áe Totl 159,6 Teldo:.. π ,5 1916,5 6, ,5-196,5 15,78-196, 1,78-771,55-17,86 5, -89, 75, -19,85 Som 159,6 191,9 876,1 X 89,79 e Y 5,7 1 π 1 π d. 16
26 ESTÁT DE Solução - Em elção o eio veticl ,9-99, ,58 d.d +.d ,9 1875,9 1171, ,6-99,5-196,5-6, , , ,58-17,86 9, , ,7 Som Y (mm ) 91869,7 Y (cm ) 91,8697 Solução B - Em elção o eio oizontl ,9-99, ,58 d.d +.d 1 887, , ,8 5851,7-99,5-196,5 15,78-65, , ,58-17,86 15, , Som - (mm ) ,5 - (cm ) 18797,9955 Eemplo : Detemin o poduto de inéci d seção io em elção o centóide. ' X. Y. π ' ' ' + X.. Y onde π. e 8 π π ' ' +. ' '., π 8 9. π 7. π seve que s coodends do centóide tem sinl, vej:
27 ESTÁT DE ' Segundo qudnte: /8, Áe >, Y > e X < X.Y < ' ' +,1671. ' ' Teceio qudnte: /8, Áe >, Y < e X < X.Y > ' ' ',1671. ' ' Quto qudnte: /8, Áe >, Y < e X >.X.Y < ' ' +,1671. Resumindo: ' ' 8 +, ' ' 8, ' ' ' ' ' ' ' ' ' 8, ' ' 8 +, 1671.
28 ESTÁT DE Núcleo entl de néci Núcleo entl de néci, ou Núcleo entl d Seção, é um egião o edo do centóide onde plicndo-se um cg otém-se, em tod seção, tensões de mesm ntuez d cg plicd (tção ou compessão). pens como eemplo, considee um pil etngul sumetido um cg de compessão P, plicd soe o eio oizontl, um distânci e do centóide. Um out fom de epesent este cegmento ecêntico é tvés de um cg centd P e um momento (P.e), confome mostdo n figu io. P e B B P e BB P M P.e BB seção é solicitd po dois esfoços comindos, um compessão il e um fleão pu, confome mostdo n figu io, e s tensões tuntes n seção seão iguis à som dests tensões. BB BB BB Em função d ecenticidde e s tensões esultntes n seção: Ecenticidde pequen Seção inteimente compimid (não unifome) Ecenticidde gnde Seção compimid e tciond
29 ESTÁT DE 67 7 que se usc é o limite ente os dois csos, ou sej, ecenticidde que povoc tensões nuls em um od ( ) e compessão n out od (BB ) P P ompessão il σ 1 S. M Pe. Fleão pu σ W. 6 P 6. e Bod ' σ ' 1+ P 6. Pe. P 6. e. σ σ1+ σ ± 1 ±... P 6. e Bod BB' σ BB' 1. questão se esume em detemin ecenticidde que nul s tensões n od. 6. e σ ' 1+ ou sej, nlogmente, p cg plicd no outo eio 6. e 1 e 6 e 6 / / / Núcleo entl de néci, ou Núcleo entl d Seção, de um etângulo é um plelogmo de digonis / e /. / / / plicd um cg P de compessão: dento dest egião, tod seção é compimid. fo dest egião, pte d seção compimid e pte tciond. Ns ods (nos cntos) compessão num ltel e tensão nul n out. núcleo centl de inéci de um seção qulque pode se otido pelo cociente ente o quddo do io de gição e distânci ente o c.g. e od.
30 ESTÁT DE i e c c e P seção etngul cim i. e, c / 6 i. 1 e. c 6,5. 6 Núcleo entl de néci de um seção cicul é um cículo de io /. / i ( 1. π. ) e, c. π. i e c Nomlmente encontm-se teldos, em livos de Resistênci dos Mteiis, os vloes do Núcleo entl de néci p s seções mis comuns.
31 ESTÁT DE 67 7 Popieddes ds Áes Plns Elementes áe, Momentos de néci p + Momento de nécipol X, Y centóide Poduto de néci BB Momento de néci em elção o eio BB X Y... X Y 1 1. P ( + ) 1 Y c X. + c.. X Y 6 6 c+ c.. ( c) P ( + c+ c ) 7 6 ( ) B c B.. c+ c ( c) BB ( ) B X Y B... X Y P ( + ) BB B X Y B... X Y P ( + ) BB 1 1 B Y B +. Y.. ( ) ( + ) (. + ) ( + ) ( ) BB
32 ESTÁT DE 67 7 B B π. D π. π. D π. 6 π. π. D 5. π. 5. π. D P BB 6 B Y B π.. Y. π ( 9. π 6 ). π. π.,198. BB 7. π 8 8 B X Y B π.. π. X Y. π 16 ( 9. π 6 ). BB, 588. B, π
f(x) = Alternativa E f(-1) g(-2) = 6
Pincipis notções Z - o conjunto de todos os númeos inteios R - o conjunto de todos os númeos eis C - o conjunto de todos os númeos compleos [, b] = { R: b} ] -, b] = { R: b} [, b[ = { R: < b} ] -, b[ =
Capítulo 3 ATIVIDADES PARA SALA PÁG. 50 GEOMETRIA. Projeções, ângulos e distâncias. 2 a série Ensino Médio Livro 1 1
esoluções pítulo ojeções, ângulos e distâncis 0 Sendo pojeção otogonl do ponto soe o plno, tem-se o tiângulo, etângulo em, confome figu. t TIIS SL ÁG. 0 0 0 onte luminos 7 cm 8 cm estcndo o tiângulo, tem-se
Soluções do Capítulo 9 (Volume 2)
Soluções do pítulo 9 (Volume ) 1. onsidee s ests oposts e do tetedo. omo e, os pontos e estão, mbos, no plno medido de, que é pependicul. Logo, et é otogonl, po est contid em um plno pependicul.. Tomemos,
5(6,67Ç1&,$(&$3$&,7Æ1&,$
59 5(6,67Ç&,$(&$3$&,7Æ&,$ ÃÃ5(6,67Ç&,$Ã(Ã/(,Ã'(Ã+0 No pítulo 6 efinimos ução J σ omo seno um ensie e oente e onução. Multiplino mos os los po um áe S, el fiá: J.S σs (A (8. σs (A (8. Se o mpo elétio fo
TIPOS DE GRANDEZAS. Grandeza escalar necessita apenas de uma. Grandeza vetorial Além do MÓDULO, ela
TIPO DE GRANDEZA Gndez escl necessit pens de um infomção p se compeendid. Nesse cso, qundo citmos pens o MÓDULO d gndez (intensidde unidde) el fic definid. Exemplo: tempetu(30ºc), mss(00kg), volume(3400
CAPÍTULO 5 CINEMÁTICA DO MOVIMENTO PLANO DE CORPOS RÍGIDOS
4 CPÍTULO 5 CINEMÁTIC DO MOVIMENTO PLNO DE CORPOS RÍGIDOS O estudo d dinâmic do copo ígido pode se feito inicilmente tomndo plicções de engenhi onde o moimento é plno. Neste cpítulo mos nlis s equções
Ondas Eletromagnéticas Interferência
Onds Eletomgnétics Intefeênci Luz como ond A luz é um ond eletomgnétic (Mxwell, 1855). Ess ond é fomd po dois cmpos, E (cmpo elético) e B (cmpo mgnético). Esses cmpos estão colocdos de um fom pependicul
QUESTÃO 01 01) ) ) ) ) 175 RESOLUÇÃO:
QUESTÃO A AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA DA UNIDADE II- COLÉGIO ANCHIETA-BA ELABOAÇÃO: POF. ADIANO CAIBÉ e WALTE POTO. POFA, MAIA ANTÔNIA C. GOUVEIA Sejm ABC e ADE dois tiângulos etângulos conguentes, com AB
16 - Carga Elétrica e Lei de Coulomb
PROBLEMAS RESOLVIDOS DE ÍSICA Pof. Andeson Cose Gudio Deptmento de ísic Cento de Ciêncis Ets Univesidde edel do Espíito Snto http://www.cce.ufes.b/ndeson [email protected] Últim tulizção: 8//6 4:8 H 6
5.12 EXERCÍCIO pg. 224
9 5 EXERCÍCIO pg Um fio de compimento l é cotdo em dois pedços Com um deles se fá um cículo e com o outo um quddo Como devemos cot o fio fim de que som ds dus áes compeendids pels figus sej mínim? S sendo
O ROTACIONAL E O TEOREMA DE STOKES
14 O ROTACONAL E O TEOREMA DE STOKES 14.1 - O ROTACONAL A equção:. dl ( A) (14.1) ecion integ de inh do veto intensidde de cmpo mgnético fechdo L com coente tot envovid po esse cminho. o ongo de um cminho
Matemática D Extensivo V. 3
GRITO Mtemátic tensivo V. ecícios 1) β 5 7º ) Note que.. o 8 o. Logo o. omo Δ é isósceles, 8 o ; po som dos ângulos intenos do, temos que α o. 18º Note que 7 o e 18 o. otnto o meno co 5 o. Logo β 5 15o.
9. Fontes do Campo Magnético
9. Fontes do Cmpo Mgnético 9.1. A Lei de iot-svt 9.. A Foç Mgnétic ente dois Condutoes Plelos. 9.3. A Lei de Ampèe 9.4. O Fluxo Mgnético 9.5. A Lei de Guss do Mgnetismo. 9.6. O Cmpo Mgnético dum Solenóide.
Análise Vetorial. Prof Daniel Silveira
nálise Vetoil Pof Dniel Silvei Intodução Objetivo Revisão de conceitos de nálise vetoil nálise vetoil fcilit descição mtemátic ds equções encontds no eletomgnetismo Vetoes e Álgeb Vetoil Escles Vetoes
Geometria Plana 04 Prof. Valdir
pé-vestiul e ensino médio QUILÁTS TÁVIS 1. efinição É o polígono que possui quto ldos. o nosso estudo, vmos onside pens os qudiláteos onveos. e i Sendo:,,, véties do qudiláteo; i 1, i, i 3, i 4 ângulos
ATIVIDADES PARA SALA PÁG. 14
Resoluções pítulo 5 Poliedos 01 = 1 dos: F 6 = 8 = 6 F8 TIVIES PR SL PÁG. 14 eve-se te: I. F = 1 + 8 + 6 F = 6 II. = 1 4 + 8 6 + 6 8 = 144 = 144 = 7 III. V + F = + V + 6 = 7 + V= 74 6 V = 48 0 dos: = 8;
O atrito de rolamento.
engengens. Obseve-se que s foçs de tito de olmento epesentds n figu (F e f ) têm sentidos opostos. (Sugeimos que voê, ntes de possegui, poue i um modelo que pemit expli s foçs de tito de olmento). "Rffiniet
Problemas sobre Indução Electromagnética
Faculdade de Engenhaia Poblemas sobe Indução Electomagnética ÓPTICA E ELECTROMAGNETISMO MIB Maia Inês Babosa de Cavalho Setembo de 7 Faculdade de Engenhaia ÓPTICA E ELECTROMAGNETISMO MIB 7/8 LEI DE INDUÇÃO
SÍNTESE. 1. Geometria analítica no plano. 2. Cálculo vetorial no plano. Inequações cartesianas de semiplanos
j h i TEMA III Geometi Anlíti 1. Geometi nlíti no plno Inequções tesins de semiplnos > < > + + < + + Sejm A( 1, ) e B( 1, ) dois pontos do plno: Distâni ente A e B. ( 1 1 ) + ( ) h 1 + 1 Ponto médio do
INSTITUTO DE APLICAÇÃO FERNANDO RODRIGUES DA SILVEIRA. LISTA 3 Teorema de Tales
INSTITUTO PLIÇÃO RNNO RORIUS SILVIR Pofeo: Mello mdeo luno(): Tum: LIST Teoem de Tle Teoem de Tle hmmo de feie de plel um onjunto de et plel de um plno, ou ej, // // //. Ret plel otd po um tnvel: onidee
Circunferência e círculo
Cicunfeência e cículo evolução da humanidade foi aceleada po algumas descobetas e invenções. Ente elas, podemos cita a impensa de Johannes Gutenbeg (1400-1468), na lemanha, po volta de 1450, que pemitiu
B ) 2 = ( x + y ) 2 ( 31 + 8 15 + 31 8 ( 31 + 8 15 ) 2 + 2( 31 + 8 15 )( 31 8 MÓDULO 17. Radiciações e Equações
Ciêncis d Nturez, Mtemátic e sus Tecnologis MATEMÁTICA. Mostre que Rdicições e Equções + 8 5 + 8 + 8 5 + 8 ( + 8 5 + 8 5 é múltiplo de 4. 5 = x, com x > 0 5 ) = x ( + 8 5 ) + ( + 8 5 )( 8 + ( 8 5 ) = x
PME 3200 MECÂNICA II Primeira Prova 31 de março de 2016 Duração da Prova: 120 minutos (não é permitido uso de calculadoras)
PME 3 MECÂNICA II Piei Pov 31 de ço de 16 Dução d Pov: 1 inutos (não é peitido uso de clculdos) A B g 1ª Questão (3, pontos). Dois discos A e B, de sss, ios R e espessus despeíveis, estão fidos o eio de
Exame Recuperação de um dos Testes solução abreviada
Exme Recupeção de um dos Testes solução evid 5 de Junho de 5 (h3) Mestdo em Eng Electotécnic e de Computdoes (MEEC) Electomgnetismo e Óptic º semeste de 4-5 Pof João Pulo Silv (esponsável) Pof Pedo Aeu
UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2012 REFERÊNCIA DE CORREÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA. e uma das raízes é x = 1
UFJF ONURSO VESTIULR REFERÊNI DE ORREÇÃO D PROV DE MTEMÁTI 4 Questão Seja P( = ax + bx + cx + dx + e um polinômio com coeficientes eais em que b = e uma das aízes é x = Sabe-se que a < b < c < d < e fomam
Definição 1 O determinante de uma matriz quadrada A de ordem 2 é por definição a aplicação. det
5 DETERMINANTES 5 Definição e Proprieddes Definição O erminnte de um mtriz qudrd A de ordem é por definição plicção ( ) : M IR IR A Eemplo : 5 A ( A ) ( ) ( ) 5 7 5 Definição O erminnte de um mtriz qudrd
Vestibular Comentado - UVA/2011.1
estiulr Comentdo - UA/0. Conecimentos Específicos MATEMÁTICA Comentários: Profs. Dewne, Mrcos Aurélio, Elino Bezerr. 0. Sejm A e B conjuntos. Dds s sentençs ( I ) A ( A B ) = A ( II ) A = A, somente qundo
INTEGRAL DEFINIDO. O conceito de integral definido está relacionado com um problema geométrico: o cálculo da área de uma figura plana.
INTEGRAL DEFINIDO O oneito de integrl definido está reliondo om um prolem geométrio: o álulo d áre de um figur pln. Vmos omeçr por determinr áre de um figur delimitd por dus rets vertiis, o semi-eio positivo
Gabor Ruszkai/Shutterstock. Matemática B
Gbo uszki/suttestock Mtemátic ul 8 Mtemátic eecícios. (nem-m) Um desenist pojetist deveá desen um tmp de pnel em fom cicul. P eliz esse deseno, el dispõe, no momento, de pens um compsso, cujo compimento
Aula 31 Área de Superfícies - parte II
MÓDULO - UL 1 ula 1 Áea de Supefícies - pate II Objetivos Defini sólidos de evolução. Detemina áeas de algumas supefícies de evolução. Intodução Considee um plano e uma linha simples L contida nesse plano.
Aplicações da Integral
Módulo Aplicções d Integrl Nest seção vmos ordr um ds plicções mtemático determinção d áre de um região R do plno, que estudmos n Unidde 7. f () e g() sejm funções con-, e que f () g() pr todo em,. Então,
Magnetostática. Programa de Óptica e Electromagnetismo. OpE - MIB 2007/2008. Análise Vectorial (revisão) 2 aulas
Fuldde de Engenhi Mgnetostáti OpE - M 7/8 Pogm de Ópti e Eletomgnetismo Fuldde de Engenhi Análise Vetoil (evisão) uls Eletostáti e Mgnetostáti 8 uls mpos e Onds Eletomgnétis 6 uls Ópti Geométi 3 uls Fis
CAPÍTULO 2 - CAMPOS ELÉCTRICOS II
Polems CAPÍTULO 1 - CAMPOS ELÉCTRICOS I 1.1. Consideem-se tês cgs pontuis colocds nos vétices de um tiângulo (figu 1), com q 1 = q 3 = 5 µc, q = - µc (1 µc = 10-6 C) e = 0.1 m. Ach foç esultnte soe q 3.
Plano de Aulas. Matemática. Módulo 8 Geometria plana
Plno de uls Mtemátic Módulo 8 Geometi pln Resolução dos eecícios popostos Retomd dos conceitos 1 PÍTULO 1 1 h 100 cm O esquem epesent escd, e h é ltu d escd. h 0 cm h 0 cm d d d d cm e codo com o teoem
- Operações com vetores:
TEXTO DE EVISÃO 0 - VETOES Cro Aluno(): Este texto de revisão deve ser estuddo ntes de pssr pr o cp. 03 do do Hllid. 1- Vetores: As grndezs vetoriis são quels que envolvem os conceitos de direção e sentido
2ª Lei de Newton. Quando a partícula de massa m é actuada pela força a aceleração da partícula tem de satisfazer a equação
ª Lei de Newton ª Lei de Newton: Se foç esultnte ctunte num ptícul é difeente de zeo, então ptícul teá um celeção popocionl à intensidde d foç esultnte n diecção dess esultnte. P um ptícul sujeit às foçs
Todo material contido nesta lista foi desenvolvida pelo professor Lucas Octavio de Souza e não passou por nenhuma alteração
Todo mteil contido nest list foi desenvolvid pelo pofesso Lucs ctvio de Souz e não pssou po nenhum lteção geometi pln Geometi pln. esumo teóico e eecícios. 3º olegil / uso tensivo. uto - Lucs ctvio de
)25d$0$*1e7,&$62%5( &21'8725(6
73 )5d$0$*1e7,&$6%5( &1'875(6 Ao final deste capítulo você deveá se capaz de: ½ Explica a ação de um campo magnético sobe um conduto conduzindo coente. ½ Calcula foças sobe condutoes pecoidos po coentes,
EQUAÇÃO DO 2 GRAU ( ) Matemática. a, b são os coeficientes respectivamente de e x ; c é o termo independente. Exemplo: x é uma equação do 2 grau = 9
EQUAÇÃO DO GRAU DEFINIÇÃO Ddos, b, c R com 0, chmmos equção do gru tod equção que pode ser colocd n form + bx + c, onde :, b são os coeficientes respectivmente de e x ; c é o termo independente x x x é
/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2
67 /(,'(%,76$9$57()/8; 0$*1e7,& Ao final deste capítulo você deveá se capaz de: ½ Explica a elação ente coente elética e campo magnético. ½ Equaciona a elação ente coente elética e campo magnético, atavés
Cilindros de Paredes Grossas (Solução de Lamé)
Deptmento de Engenhi Mecânic Mecânic dos Sólidos II Cilindos de Pedes Gosss (Solção de Lmé) Pof. Ath Bg eoi d Elsticidde Polem F Copo sjeito ção de esfoços extenos (foçs, momentos, etc.) F 7 F 8 F F 3
MATAMÁTICA MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS SETOR II
MTMÁTI MTEMÁTI E SUS TENLGIS SET II ENEM011 Módulo odutos notáveis oduto d som pel difeenç: ( + ) ( ) = Quddo d som: ( + ) = + + Quddo d difeenç: ( ) = + uo d som: ( + ) 3 = 3 + 3 + 3 + 3 uo d difeenç:
Definição: Seja a equação diferencial linear de ordem n e coeficientes variáveis:. x = +
Vléi Zum Medeios & Mihil Lemotov Resolução de Equções Difeeciis Liees po Séies Poto Odiáio (PO) e Poto Sigul (PS) Defiição: Sej equção difeecil lie de odem e coeficietes viáveis: ( ) ( ) b ( ) é dito poto
MATRIZES E DETERMINANTES
Professor: Cssio Kiechloski Mello Disciplin: Mtemátic luno: N Turm: Dt: MTRIZES E DETERMINNTES MTRIZES: Em quse todos os jornis e revists é possível encontrr tbels informtivs. N Mtemátic chmremos ests
1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE
Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço
, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b]
Interl Deinid Se é um unção de, então su interl deinid é um interl restrit à vlores em um intervlo especíico, dimos, O resultdo é um número que depende pens de e, e não de Vejmos deinição: Deinição: Sej
RESNICK, HALLIDAY, KRANE, FÍSICA, 4.ED., LTC, RIO DE JANEIRO, FÍSICA 3 CAPÍTULO 27 CARGA ELÉTRICA E LEI DE COULOMB
Pobles Resolvidos de ísic Pof. Andeson Cose Gudio Depto. ísic UES RESNICK, HALLIDAY, KRANE, ÍSICA,.ED., LTC, RIO DE JANEIRO, 996. ÍSICA CAPÍTULO CARGA ELÉTRICA E LEI DE COULOMB. ul deve se distânci ente
GABARITO. 2 Matemática D 06) 11 = = = 01. Correto. Do enunciado temos que: h = 4r. Portanto, V cilindro. Portanto, por Pitágoras:
Mtemáti D Extensivo V. 8 Exeíios 0) ) 96 dm b) ) (x) p x : () 5. + 8. 6 dm Potnto: V b... 6 96 dm b) Os vloes de x devem stisfze s seguintes equções. Sendo V. b. então π.. (x 5x + 8x) 6π dm Potnto x 5x
Exercícios. setor Aula 25
setor 08 080409 080409-SP Aul 5 PROGRESSÃO ARITMÉTICA. Determinr o número de múltiplos de 7 que estão compreendidos entre 00 e 000. r 7 00 7 PA 05 30 4 n 994 00 98 98 + 7 05 n + (n ) r 994 05 + (n ) 7
Matemática. Resolução das atividades complementares. M13 Determinantes. 1 (Unifor-CE) Sejam os determinantes A 5. 2 (UFRJ) Dada a matriz A 5 (a ij
Resolução ds tividdes complementres Mtemátic M Determinntes p. (Unifor-CE) Sejm os determinntes A, B e C. Nests condições, é verdde que AB C é igul : ) c) e) b) d) A?? A B?? B C?? C AB C ()? AB C, se i,
Algumas Definições, Áreas, Perímetros e Fórmulas Especiais Polígono Figura Fórmulas Quadrado:
Geometi I (Pln) Pofesso Alessndo Monteio Algums Definições, Áes, Peímetos e Fómuls Especiis Polígono Figu Fómuls Quddo: plelogmo que possui dois ldos consecutivos conguentes e um ângulo eto. ) Áe: ) Peímeto:
RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 10/08/13 PROFESSOR: MALTEZ
ESOLUÇÃO DA AALIAÇÃO DE MATEMÁTICA o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 0/08/ POFESSO: MALTEZ QUESTÃO 0 A secção tansvesal de um cilindo cicula eto é um quadado com áea de m. O volume desse cilindo, em m, é: A
3. Lei de Gauss (baseado no Halliday, 4a edição)
3. Lei de Guss (bsedo no Hllidy, 4 edição) Um Nov Fomulção d Lei de Coulomb 1.) A Lei de Coulomb é lei básic d letostátic, ms não está expesso num fom que poss simplific os csos que envolvem elevdo gu
MATEMÁTICA BÁSICA 8 EQUAÇÃO DO 2º GRAU
MATEMÁTICA BÁSICA 8 EQUAÇÃO DO 2º GRAU Sbemos, de uls nteriores, que podemos resolver problems usndo equções. A resolução de problems pelo médtodo lgébrico consiste em lgums etps que vmso recordr. - Representr
TRIGONOMETRIA/GEOMETRIA 1 Arcos e ângulos
Nome: n o : Ensino: Médio érie: ª. Turm: Dt: rofessor: Márcio esumo TIGNMETI/GEMETI rcos e ângulos. Elementos: C: centro d circunferênci CB = C = : rio d circunferênci CB ˆ : ângulo centrl B : rco. Medid
Resoluções de Atividades
VLU GTI esoluções de tividdes Sumáio pítulo Geometi de posição... pítulo Tiângulo etângulo... 4. pítulo ojeções, ângulos e distâncis... 7 pítulo oliedos... 9 pítulo Uniddes de áes e uniddes de volume...
UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CADERNO UNIVERSITÁRIO GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR Pof. Moc Mnghello Pof. Joge Tdeu Vgs d Silv GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR. Intodução: EMENTA DA DISCIPLINA:
Matemática. Atividades. complementares. ENSINO FUNDAMENTAL 6- º ano. Este material é um complemento da obra Matemática 6. uso escolar. Venda proibida.
6 ENSINO FUNDMENTL 6- º ano Matemática tividades complementaes Este mateial é um complemento da oba Matemática 6 Paa Vive Juntos. Repodução pemitida somente paa uso escola. Venda poibida. Samuel Casal
Atividades para classe
RESLUÇÃ DE TIIDDES pítulo 5 Módulo 1: Áes de egiões poligonis Em cd item bio está indicdo o nome do polígono e lgums medids. Detemine áe de cd polígono. PÁGIN 1 oe Desfio ) tiângulo c) losngo áe do polígono
Adriano Pedreira Cattai
Adrino Pedreir Ctti pctti@hoocomr Universidde Federl d Bhi UFBA, MAT A01, 006 Superfícies de Revolução 1 Introdução Podemos oter superfícies não somente por meio de um equção do tipo F(,, ), eistem muitos
Lista de Exercícios Cálculo de Volumes por Cascas Cilíndricas
List de Eecícios Cálculo de olumes po Cscs Cilíndics ) Use o método ds cscs cilíndics p detemin o volume gedo pel otção o edo do eio y d egião limitd pels cuvs dds. Esoce egião e csc típic. ) y =, y =,
lim xk Álvaro Fernandes Integral dupla Considere uma superfície f x,y z definida numa região fechada e limitada R do plano xy.
Álvo Fedes Cosidee um supefície f x,y Itegl dupl z defiid um egião fechd e limitd do plo xy é pojeção d supefície sobe o plo xy Tçdo-se ets plels os eixos ox e oy, espectivmete, ecobimos egião po pequeos
ATIVIDADES PARA SALA PÁG. 75
esoluções 01 pítulo 4 studo de tângulos e polígonos TIVIS SL ÁG. 7 onsdendo s ets // s // //, tem-se os ângulos ltenos ntenos gus. 1 s III. eg de tês: Medd do co ompmento do (em gus) co (m) 360 40000 (qudo)
OPERAÇÕES ALGÉBRICAS
MATEMÁTICA OPERAÇÕES ALGÉBRICAS 1. EXPRESSÕES ALGÉBRICAS Monômio ou Termo É expressão lgébric mis sintétic. É expressão formd por produtos e quocientes somente. 5x 4y 3x y x x 8 4x x 4 z Um monômio tem
x 0 0,5 0,999 1,001 1,5 2 f(x) 3 4 4,998 5,
- Limite. - Conceito Intuitivo de Limite Considere função f definid pel guinte epressão: f - - Podemos obrvr que função está definid pr todos os vlores de eceto pr. Pr, tnto o numerdor qunto o denomindor
