EXAMES DE ANÁLISE MATEMÁTICA III
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- Marco Antônio Garrau Palma
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1 EXAMES DE ANÁLISE MATEMÁTICA III Jaime E. Villate Faculdade de Engenharia Universidade do Porto 22 de Fevereiro de 1999 Resumo Estes são alguns dos exames e testes da disciplina de Análise Matemática III, do curso de engenharia química, e as suas resoluções. Análise Matemática III consiste num semestre de introdução às equações diferenciais e equações de diferenças. 1
2 1 Ano lectivo o Exame, Duração: 2 horas e meia. Com consulta de tabelas de transformadas e uso de qualquer tipo de calculadora. 1. (3 valores) Encontre a solução da seguinte equação integral t y(t) = 4t 2 4 e 4(t s) y(s)ds 2. (5 valores) Resolva o seguinte sistema de equações [ ] [ ] [ ] [ d x1 9 x1 t = + dt 1 2 x 2 x 2 ] x() = [ 1 ] 3. (4 valores) (a) Demonstre que a função é a solução do problema v(x, t) = e 4t sin x (t > ) ( < x < π) v t = 4 2 v x 2 v(x, ) = sin x v(, t) = v(π, t) = (b) Enuncie o teorema de Picard para equações diferenciais ordinárias de primeira ordem. 4. (3 valores) Encontre a solução da equação diferencial dy dx = y y 3 2x y(2) = 1 5. (5 valores) Admita que a população actual de baleias no mundo é 1 e que cada ano o aumento natural (nascimentos e mortes naturais) da população é de 25%. Admita também que o número de baleias abatidas pelos pescadores cada ano é de 3 e que está tendência vai se manter nos próximos anos. Calcule a população, P n (onde n é o número de anos a partir do ano actual) durante os próximos anos. 2
3 1.2 Resolução do exame do O integral no lado direito da equação é um integral de convolução entre as funções y e exp(4t) y(t) = 4t 2 4 e 4t y(t) calculando a transformada de Laplace nos dois lados da equação, obtemos uma equação algébrica Y (s) = 8 s 3 4 s 4 Y (s) onde Y (s) é a transformada de y. Multiplicando os dois lados da equação por s 4 obtemos sy = 8(s 4) s 3 e resolvendo para Y Y = 8 s 3 32 s 4 a transformada inversa dá a solução da equação y = 4t t3 2. Usando o operador D (derivada em função do tempo), as duas equações diferenciais são Dx 1 = 9x 2 + t Dx 2 = x para eliminar uma das variáveis, podemos multiplicar a segunda equação pelo operador D e substituir Dx 1 usando a primeira equação D(Dx 2 ) = Dx 1 = D 2 x 2 = 9x 2 + t esta última é uma equação diferencial ordinária, linear de coeficientes constantes. O polinómio característico é λ 2 = 9 com duas raizes imaginárias ±3i. A solução geral da equação homogénea é x 2 = C 1 cos(3t) + C 2 sin(3t) para encontrar uma solução particular podemos usar o método dos coeficientes indeterminados. Considerando o lado direito da equação e a solução da equação homogénea, concluimos que existe uma solução da forma x 2 = A + Bt onde os coeficientes A e B encontram-se por substituição na equação diferencial = 9(A + Bt) + t = A = B = 1 9 a solução geral é x 2 = C 1 cos(3t) + C 2 sin(3t) + t 9 As constantes calculam-se a partir das condições iniciais: x 2 () = C 1 = 1 3
4 Dx 2 () = 3C = x 1() + 2 = + 2 = C 2 = e finalmente obtemos a solução para x 2 é x 2 = cos(3t) sin(3t) + t 9 Para calcular x 1 podemos usar a segunda equação no sistema original x 1 = Dx 2 2 = 3 sin(3t) cos(3t) (a) Para que a função dada seja solução do problema, o primeiro que devemos mostrar é que verifica as condições fronteira dadas: v(x, ) = e sin x = sin x v(, t) = e 4t sin = v(π, t) = e 4t sin π = a seguir calculamos as derivadas que aparecem na equação v t = 4e 4t sin x 2 v x 2 = x (e 4t cos x) = e 4t sin x assim vemos que a função dada verifica a equação diferencial e como também verifica as condições fronteira, é a solução do problema dado. (b) Teorema de Picard: Dada uma equação diferencial ordinária na forma e uma condição inicial dy = f(x, y) dx y(x o ) = y o se a função f(x, y) e a sua derivada parcial f/ y são contínuas no ponto (x o, y o ), existe solução única do problema de valor inicial, numa vizinhança do ponto (x o, y o ). 4. A equação não corresponde a nenhum dos casos: variáveis separáveis, homogénea, linear ou equação de Bernoulli. Também não é exacta pois Se invertermos a equação obtemos x (2x y3 ) = 2 y y dx dy = y3 2x y a qual é uma equação linear; escrita na forma padrão vemos que o factor integrante é dx dy + 2 y x = y2 ( ) 2 µ = exp y dy = y 2 multiplicando os dois lados da equação por µ obtemos d dy (y2 x) = y 4 4
5 = y 2 x = y5 5 + C Para calcular o valor da constante de integração, substituimos a condição inicial 2 = C = C = 9 5 e a solução (em forma implícita) é 5y 2 x = y Se no ano n a população de baleias fosse P n, o aumento da população durante esse ano, devido a nascimentos e mortes naturais, seria, 25P n. O aumento (ou diminuição) da população durante esse ano seria, 25P n 3 mas por outro lado o aumento da população durante o período n também deverá ser igual a P n+1 P n combinando estas duas expressões obtemos uma equação de diferenças se P n+1 P n =, 25P n 3 n = representa o ano actual, a condição inicial necessária para resolver a equação de diferenças é P = 1 Para resolver a equação podemos usar a transformada Z zp 1 z p =, 25 p 3 z z 1 onde p(z) é a transformada da sucessão P n. A equação anterior é uma equação algébrica que se resolve facilmente para p p = 1 z z 1, 25 3 z (z 1)(z 1, 25) = 1 z (z 1) (z 1, 25) 1 2 z z 1, 25 (z 1)(z 1, 25) = 2 z z 1, z 1 a transformada inversa é ( ) 5 n P n = obviamente a população não pode ser negativa e portanto a expressão anterior só poderá ser válida para alguns valores de n tais que ( ) 5 n 12 2 logo a solução do problema é P n = 4 ( ) 5 n 6 4 n ln 5 ln 6 = n 8, 3 4 { 12 2(1,25) n n 8 n > 8 5
6 1.3 2 o Exame, Duração: 2 horas e meia. Com consulta de tabelas de transformadas e uso de qualquer tipo de calculadora. 1. (3 valores) Encontre a solução geral da seguinte equação de diferenças y n+2 + y n = n 2 2. (5 valores) Encontre a solução geral da seguinte equação diferencial 3. (5 valores) Resolva o problema: y + 4y + 4y = x cos(2x) v x + y v y = xy ex (y >, x > ) v(x, ) = v(, y) = 4. (3 valores) Dada uma função f(x), parcelarmente contínua, definida no domínio < x < L, defina as séries de Fourier seno e co-seno da função, e explique as diferenças entre as duas representações. 5. (4 valores) Resolva o problema de valor inicial onde a função f(t) é definida no seguinte gráfico y + 4y = f(t) y(1) = f(t) t 6
7 1.4 Exame de recurso, Duração: 2 horas e meia. Com consulta de tabelas de transformadas e uso de qualquer tipo de calculadora. 1. (4 valores) Encontre a solução geral da seguinte equação diferencial 2. (5 valores) Resolva o problema (12x 3y 3)dx + (x 2y + 12)dy = 2 v t 2 = 2 v x 2 ( < x < 1, t > ) v(, t) = v(1, t) = (1) v v(x, ) = x(1 x) = sin(7πx) (2) t t= 3. (3 valores) Encontre a solução do seguinte problema de valores iniciais y + y = t t u(t 2) y() = y () = 1 4. (4 valores) Encontre as trajectórias ortogonais da família de curvas x 2 + y 2 = kx, onde k é um parâmetro real. 5. (4 valores) Considere a seguinte família de equações diferenciais, onde n é um parâmetro inteiro positivo xy + (1 x)y + ny = Demonstre que existe uma família de polinómios de grau n que são soluções das respectivas equações (não precisa calcular os polinómios, só mostrar que existem). 7
8 2 Ano lectivo o Teste, Duração: 1 hora. Sem consulta. Pode usar qualquer tipo de calculadora para resolver primitivas. Encontre a solução geral das seguintes equações: 1. x dy (y + x 3 e 2x ) dx = 2. 2y 8y + 8y = 4 e 2x cos(3x) 8
9 2.2 2 o Teste, Duração: 1 hora. Com consulta de tabelas de transformadas e uso de qualquer tipo de calculadora. Resolva o problema 1 e unicamente um dos problemas 2 ou 3 1. (1 valores, obrigatório) (a) Encontre os vectores próprios da matriz: (b) A função de erro é a solução do problema: y + 2xy = y() = y () = 2 π 1/2 Encontre a série de Maclaurin da função de erro. 2. (1 valores, facultativo) Calcule a transformada inversa de Laplace de: 2s e 5s (s 1)(s 2 4s + 13) 3. (1 valores, facultativo) Encontre a solução do problema: y n+2 4y n y n = 1 y = y 1 = 9
10 2.3 Resolução do teste de (a) A equação característica é: (1 + λ) 3 1 (1 λ) 1 4 (6 λ) = (λ 1)(λ2 5λ + 6) = e, portanto, os valores próprios são λ 1 = 1 λ 2 = 2 λ 3 = 3 os vectores próprios correspondentes a λ 1 = 1 são as soluções do sistema = para λ 2 = 2 temos: e para λ 3 = 3: Os vectores próprios são c c 2 onde c 1, c 2 e c 3 são três constantes arbitrárias = = (b) O ponto x = é um ponto ordinário e, assim, a solução geral da equação diferencial pode ser representada por uma série de Maclaurin: y = a n x n n= c 3 As condições iniciais definem os valores das duas primeiras constantes a = y() = a 1 = y () = 2 π 1/2 substituindo a série de Maclaurin na equação diferencial obtemos: A fórmula de recorrência é: n(n 1)a n x n na n x n = n=2 n= [(n + 1)(n + 2)a n+2 + 2na n ]x n = n= (n + 1)(n + 2)a n+2 + 2na n = (n =, 1, 2,...) ou, em função de b n = na n, (n + 1)b n+2 + 2b n = 1
11 Como b = a =, todos os termos de ordem par serão nulos. Para n = 2m + 1 temos: 2(m + 1)b 2m+3 + 2b 2m+1 = e definindo c m = m!b 2m+1 obtemos uma equação de coeficientes constantes: onde O termo geral da sucessão a 2m+1 é: c m+1 + c m = = c m = ( 1) m c a 2m+1 = b 2m+1 2m + 1 = e a série de Maclaurin da função de erro é: c = b 1 = a 1 = 2 π 1/2 2 π 1/2 c m m! (2m + 1) = 2( 1) m π 1/2 m! (2m + 1) m= ( 1) m x 2m+1 m! (2m + 1) Outra forma de obter a série consiste em resolver a equação diferencial por separação de variáveis para obter: y(x) = 2 x π 1/2 e t2 dt seguidamente substitui-se a série de Mclaurin para a função exponencial e integra-se cada termo na série. 2. Usando expansão em fracções parciais: 2s (s 1)(s 2 4s + 13) = A s 1 + 3B C(s 2) (s 2) (s 2) multiplicando os dois lados por (s 1) e substituindo s = 1 obtemos: para s = 2 temos: e para s = : 4 9 = 2 + 3B 9 A = 2 = B = 22 3 = C = C = 2 13 Usando a tabela de transformadas, a transformada inversa é: { u(t 5) e (t 5) + e 2(t 5)[ 22 ]} 3 sin(3t 15) 2 cos(3t 15) 3. A transformada Z da equação é: e, portanto, a transformada da sucessão y n é: ȳ = z 2 ȳ 4zȳ + 13ȳ = 1z z 1 1z (z 1)[(z 2) 2 + 9] = Az z 1 + 3Bz Cz(z 2) (z 2) (z 2)
12 multiplicando os dois lados por z 1 e substituindo z = 1, obtemos o valor da constante A = 1. Para z = 2 temos: 1 9 = 1 + 3B = B = Finalmente, dividindo por z e substituindo z = : 1 8 = C 13 Usando a tabela para calcular as transformadas inversas obtemos: onde r = 13 1/2 e θ = arctg(1, 5). = C = 1 y n = r n[ 1 cos(nθ) 8 3 sin(nθ) ] 12
13 2.4 1 o Exame, Duração: 2 horas e meia. Com consulta de tabelas de transformadas e uso de qualquer tipo de calculadora. 1. (3 valores) Resolva a equação diferencial ordinária com a condição inicial y() = 8 (x + 2) 2 y = 4y + (x + 2) 7 2. (4 valores) Calcule a transformada de Laplace da função f(t) = { t, t 1 e 2t, 1 t 2 2, 2 t 3. (4 valores) Encontre a solução geral do sistema de equações diferenciais x = Ax, onde A é a seguinte matriz: 1 1 A = (4 valores) Sabendo que y = 2, encontre a solução da seguinte equação de diferenças: 5. (5 valores) Resolva a equação de Laplace: para as seguintes condições fronteira: (1 + n)y n+1 + (2n + 8)y n = 2 T x T y 2 = T T (, y) = u(1 y) x (x, ) = T (2, y) = T (x, 2) = y 13
14 2.5 Resolução do exame do A equação pode ser escrita na forma: y 4 y = (x + 2)5 (x + 2) 2 a qual é uma equação linear de primeira ordem. O factor integrante é igual a ( ) dx µ = exp 4 (x + 2) 2 = e 4/(x+2) multiplicando os dois lados da equação por µ e agrupando os termos no lado esquerdo, obtemos d dx [y e4/(x+2) ] = (x + 2) 5 e 4/(x+2) = y e 4/(x+2) = (x + 2) 5 e 4/(x+2) dx + C A primitiva não pode ser calculada analiticamente e, assim, convém escrever explicitamente os limites de integração, desde um valor arbitrário x até a variável x. Para facilitar o cálculo da constante C, escolhemos x = que conduz à solução ( x ) y = e 4/(x+2) (t + 2) 5 e 4/(t+2) dt + C O valor da constante C obtém-se substituindo a condição inicial: y() = C e 2 = 8 = C = 8 e 2 2. Usando a função degrau unitário, a função f(t) escreve-se f(t) = t[1 u(t 1)] + e 2t [u(t 1) u(t 2)] + 2u(t 2) Para poder usar a propriedade de deslocamento no domínio do tempo, é preciso re-escrever a função na forma f(t) = t [(t 1) + 1]u(t 1) + e 2 e 2(t 1) u(t 1) e 4 e 2(t 2) u(t 2) + 2u(t 2) usando a tabela de transfomadas de Laplace, obtemos a transformada de f: F (s) = 1 ( e 2 s 2 + e s s s 2 1 ) ( ) 2s + e 2s s e 4 s A equação característica é: (1 λ) 1 (2 λ) 1 (1 λ) = (2 λ)[(λ 1)2 + 1] = e, portanto, os valores próprios são λ 1 = 2 λ 2 = 1 + i λ 3 = 1 i um vector próprio (v 1 ) correspondente a λ 1 = 2 obtém-se a partir da solução do sistema 1 1 = v 1 =
15 e a solução particular correspondente a v 1 é e At v 1 = e 2t Outras duas soluções linearmente independentes podem ser obtidas a partir de λ 2 ou λ 3. Para λ 3 = 1 i obtemos: i 1 1 (1 + i) = w = 1 i i A partir de w pode obter-se uma solução particular complexa: 1 cos t i sin t e At (1 i)t w = e = e t i sin t + i cos t As partes real e imaginária desta solução são também soluções, e junto com a solução obtida a partir de λ 1, constituem um conjunto fundamental de soluções do sistema: e At v 1 = e 2t, e t cos t sin t, e t sin t cos t A solução geral do sistema é qualquer combinação linear do conjunto fundamental de soluções: e t cos t e t sin t c 1 x(t) = e 2t c 2 e t sin t e t cos t c 3 4. Os dois factores lineares que aparecem na equação, podem ser escritos na forma f n+1 /f n usando factoriais (n + 1)! (n + 4)! n + 1 = n + 4 = n! (n + 3)! Substituindo na equação de diferenças e re-agrupando termos obtemos usando a substituição (n + 1)! (n + 4)! y n! n (n + 3)! y n = a n = n! (n + 3)! y n obtemos uma equação de coeficientes constantes para a sucessão a n : a n+1 + 2a n = A equação característica tem uma única raiz λ = 2 e, assim, a solução geral é a n = a ( 2) n = y n = a (n + 3)!( 2) n Para n = obtém-se (y = 6a = 2) e, portanto, a = 1/3 n! y n = (n + 3)!( 2)n 3 n! 15
16 5. A equação pode ser resolvida usando a transformada de Fourier de T (x, y). em ordem a y t n = T (x, y), φ n (y) = 2 T (x, y)φ n (y) dy Atendendo às condições fronteira do problema, arbitramos as seguintes condições para as funções próprias φ n() = φ n (2) = que conduzem às seguintes funções próprias e valores próprios as transformadas das derivadas parciais de T são: ( 2 ) T x 2 φ n (y) = cos(λ n y) λ n = (2n + 1) π 4 n = d2 t n dx 2 ( 2 ) T y 2 n 2 2 T = y 2 cos(λ ny) dy = T y cos(λ 2 2 ny) T + λ n y sin(λ ny) dy 2 2 = λ n T sin(λ n y) λ 2 n T cos(λ n y) dy = λ 2 nt n A transformada de Fourier da equação de Laplace é d 2 t n dx 2 λ2 nt n = esta é uma equação diferencial ordinária, linear, de coeficientes constantes. As duas raizes do polinómio característico são λ n e λ n, e a solução geral é t n = A n e λ nx + B n e λ nx As condições fronteira para t n obtêm-se a partir das transformadas de Fourier das condições fronteira do problema: t n (2) = T (2, y), φ n (y) = dt n () dx = u(1 y), φ n (y) = 1 substituindo estas condições na solução geral t n (x), obtemos A n B n = sin λ n λ 2 n A n e 2λ n + B n e 2λ n = cos(λ n y) dy = sin λ n λ n Resolvendo este sistema, obtemos as constantes A n, B n e a solução particular t n = A função T (x, y) é dada pela série de Fourier T (x, y) = sin λ n e 2λn 2λ 2 n cosh(2λ n ) eλ nx sin λ n e 2λn 2λ 2 n cosh(2λ n ) e λ nx n= sin λ n λ 2 n cosh(2λ n ) sinh[λ n(x 2)] cos(λ n y) 16
17 2.6 2 o Exame, Duração: 2 horas e meia. Com consulta de tabelas de transformadas e uso de qualquer tipo de calculadora. 1. (4 valores) Encontre a solução geral da equação diferencial linear (x 2 3x + 2)y + xy y = 3x sabendo que as seguintes funções são soluções particulares da equação homogénea correspondente: y 1 = x y 2 = 1 x 2 2. (4 valores) Encontre a solução do seguinte problema de valores iniciais, para qualquer função f(t) parcelarmente contínua e de ordem exponencial y + y 2y = f(t) y() = y () = 1 3. (4 valores) Encontre a solução do sistema de equações diferenciais: x 1 = 2x 1 + 3x 2 + 2t 2 + t x 1 () = 5 x 2 = x 1 + 4x 2 + t 2 + t 1 x 2 () = 1 4. (4 valores) Um doente toma diariamente 1 mg de uma certa droga para controlar a sua asma. A droga é eliminada do corpo do doente de forma que cada dia a quantidade de droga no corpo diminui 25 %. Seja y n a quantidade de droga no corpo do doente imediatamente depois de tomar a dose número n + 1, n dias depois de começar o tratamento (assim, imediatamente a seguir à primeira dose y = 1). Calcule a quantidade limite de droga no corpo do doente (y ). Qual devia ser a dose diária da droga para se obter um limite de 8 mg da droga no corpo do doente? 5. (4 valores) Resolva a equação de derivadas parciais: 2 v + 3xy = e 2x x2 no domínio x 1 e y qualquer número real, com as seguintes condições fronteira: v(, y) = 4 sin y v (1, y) = 6(sin y y) x 17
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