ANÁLISE MATEMÁTICA IV
|
|
|
- Bárbara Bonilha Brás
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA 6 SÉRIES DE FOURIER E MÉTODO DE SEPARAÇÃO DAS VARIÁVEIS 1 Determine o desenvolvimento em série de Fourier das seguintes funções: a fx = x para x [ 1, 1]; b fx = x + 1 para x [ 1, 1]; c fx = cos 3 x para x [ π, π]. Resolução: a A série de Fourier de f é da forma fx = a + a k cosx + b k sinx Como fx é ímpar, todos os a k s são. Quanto aos b k s, são dados pela fórmula b k = 1 = = = 1k = 1k+1 x sinxdx x sinxdx x cosx + 1 porque x sinx é par 1 cosx + dx Conclui-se que o desenvolvimento de Fourier de f para x [ 1, 1] é 1 k+1 fx = sinx b A função x já foi desenvolvida em série pelo que nos resta desenvolver a função constante igual a 1 no intervalo [ 1, 1]. Por unicidade do desenvolvimento de Fourier, há uma única escolha possível para a k s e b k s tais que 1 = a + a k cosx + b k sinx Claramente uma escolha possível é a = e a k = b k = para k 1. Por unicidade conclui-se então que o desenvolvimento de Fourier da função constante igual a 1 é 1 = e portanto o desenvolvimento de Fourier de f é fx = + 1 k+1 sinx
2 AMIV FICHA RESOLVIDA 6 c O desenvolvimento de Fourier de f é da forma fx = a + a k coskx + b k sinkx Por unicidade do desenvolvimento de Fourier, qualquer desenvolvimento desta forma que se obtenha será o desenvolvimento de Fourier. Pela fórmula de DeMoivre tem-se: cos x + i sin x 3 = cos3x + i sin3x cos 3 x 3 cos x sin x + i3 cos x sin x sin 3 x = cos3x + i sin3x donde, igualando as partes reais, cos 3 x 3 cos x1 cos x = cos3x 4 cos 3 x = 3 cos x + cos3x cos 3 x = 3 4 cos x cos3x Uma vez que este é um desenvolvimento da forma pretendida, conclui-se que é este o desenvolvimento de Fourier. Isto é tem-se b k = para todo o k 1, a k = para k 1, 3 e a 1 = 3 4, a 3 = 1 4. Comentário: Nas aĺıneas b e c do exercício anterior poder-se-ia também ter utilizado as fórmulas integrais para calcular os coeficientes a k e b k mas esse processo seria muito mais trabalhoso, principalmente na aĺınea c. Determine o desenvolvimento em série de senos das seguintes funções: x se x 1 a fx = 1 se 1 < x ; b fx = cos x para x [, π]. Resolução: a O desenvolvimento de f em série de senos no intervalo [, ] é da forma x fx = b k sin. Os coeficientes b k são dados pela fórmula x b k = fx sin dx x x = x sin dx + sin dx 1 = x 1 x cos x + cos = cos + 4 k π sin = 4 sin 1 k k π. dx x cos 1
3 AMIV FICHA RESOLVIDA 6 3 Conclui-se que o desenvolvimento de f em série de senos é dado pela expressão 4 sin 1 k x fx = k π sin. b O desenvolvimento de f em série de senos no intervalo [, π] é da forma kx fx = b k sin. Os coeficientes b k são dados pela fórmula b k = π kx fx sin dx π = 1 π kx cos x sin dx. π Para calcular a primitiva anterior pode integrar-se duas vezes por partes e obtém-se 1 k kx kx cos x sin dx = sin x sin + k kx 4 cos x cos. Assim, para k, tem-se b k = 1 π 4 4 k = 1k 1k π4 k e, para k =, tem-se b = 1 π π kx sin x sin + k kx cos x cos cos x sin x dx = 1 π,k π sinx dx =. π Conclui-se que o desenvolvimento de f em série de senos é dado pela expressão k 1 k 1 kx fx = π4 k sin. 3 Determine o desenvolvimento em série de cosenos das seguintes funções: a fx = x para x [, 1]; b fx = e x para x [, π]. Resolução: a O desenvolvimento de f em série de cosenos no intervalo [, 1] é da forma fx = a + a k cosx. Os coeficientes a k são dados pela fórmula Donde a k = 1 a = fx cosx dx. x dx = 3,
4 4 AMIV FICHA RESOLVIDA 6 e, para k 1, a k = x cosx dx = x sinx 1 = 4 = 4 x sinx dx x cosx 1 x sinx dx cosx + = 4 1k π k. Conclui-se que o desenvolvimento de f em série de cosenos no intervalo [, 1] é dado por fx = k π k cosx. b O desenvolvimento de f em série de cosenos no intervalo [, π] é da forma fx = a + kx a k cos. Os coeficientes a k são dados pela fórmula Donde e, para k 1, a k = π a = 1 π π π fx cos kx dx. e x dx = e4π 1 π, a k = 1 π kx e x cos dx π = 1 π π Re e x+i kx dx = 1 π Re e+ k ix π + k i = 1 π Re e 4π+i 1 + k i = 8 1 k e 4π 1 π16 + k. Conclui-se que o desenvolvimento de f em série de cosenos é dado pela expressão fx = e4π k e 4π 1 kx + 4π π16 + k cos. dx
5 AMIV FICHA RESOLVIDA Recorrendo ao método de separação de variáveis determine uma solução do seguinte problema de valor na fronteira para a equação do calor: para x π e t. u = u t x u, x = sin3x 1 sin8x ut, = ut, π = Resolução: Começa-se por procurar soluções da equação diferencial parcial da forma ut, x = T txx. Substituindo na equação tem-se Tendo em conta as condições na fronteira T txx = T txx t x T txx = T tx x T t T t = X x para T t, Xx Xx T t T t = k = X x para algum k R Xx T t = kt t X para algum k R. x = kxx ut, = ut, π = T tx = T txπ = T t = t ou X = Xπ =, conclui-se que para obter soluções não identicamente nulas tem de ser X = Xπ =. Por sua vez isto implica que a constante k acima tem de ser negativa se k a única solução da equação X x kxx = que verifica X = Xπ = é a solução identicamente nula. Portanto Xx = c 1 cos kx + c sin kx, e substituindo nas condições fronteira obtém-se X = c1 = Xπ = c sin = c1 = c = ou sin =. Obtêm-se assim soluções não nulas para a equação diferencial para X e para a condição fronteira quando = k = n para n = 1,,... e para cada um destes valores de k obtêm-se como soluções do sistema acima múltiplos reais de Xx = sinnx e T t = e nt. Isto é, para cada n = 1,,... obtém-se a seguinte solução da equação diferencial parcial satisfazendo a condição na fronteira: u n t, x = sinnxe nt. Finalmente, determina-se coeficientes d n R tais que a condição inicial seja satisfeita por ut, x = d n u n t, x.
6 6 AMIV FICHA RESOLVIDA 6 Tem-se u, x = sin3x 1 sin8x d n u n, x = sin3x 1 sin8x d n sinnx 1 = sin3x 1 sin8x portanto d 3 = 1, d 8 = 1 e d n = para n 3, 8. Conclui-se que a solução do problema do enunciado é ut, x = sin3xe 9t 1 sin8xe 64t. 5 Seja c um parâmetro real positivo. Recorrendo ao método de separação de variáveis determine uma solução do seguinte problema para a equação das ondas: u = c u t x u, x = cos x u, x = t ut, = ut, π = 1 para x π e t verificando a equação diferencial para < x < π. Sugestão: Comece por determinar uma solução estacionária isto é da forma ut, x = vx da equação diferencial que satisfaça as condições na fronteira para x = e x = π. Pode também aproveitar o resultado da aĺınea b. Resolução: Começa-se por determinar uma solução estacionária da equação diferencial parcial que satisfaz a condição na fronteira. Substituindo ut, x = vx em u t = c u x ut, = ut, π = 1 obtém-se vx = c vx t x v = vπ = 1 vx = ax + b v = v1 = 1 vx = 1. Voltando ao problema inicial e escrevendo ut, x = vx + u h t, x = 1 + u h t, x, tem-se que u h t, x é uma solução do seguinte problema com condições na fronteira homogéneas: u h t = c u h x u h, x = cos x 1 u h t, x = u h t, = u h t, π =
7 AMIV FICHA RESOLVIDA 6 7 Para resolver este problema, começa-se por procurar soluções da equação diferencial parcial e das condições fronteira da forma u h t, x = T txx. Substituindo na equação tem-se Tendo em conta as condições na fronteira T txx = c T txx t x T txx = c T tx x T t T t = c X x para T t, Xx Xx T t T t = k = c X x para algum k R Xx T t = kt t X x = k para algum k R. Xx c u h t, = u h t, π = T tx = T txπ = T t = t ou X = Xπ =. conclui-se que para obter soluções não identicamente nulas tem de ser X = Xπ =. Por sua vez isto implica que a constante k acima tem de ser negativa se k a única solução da equação X x k Xx = que verifica X = Xπ = é a solução c identicamente nula. Portanto k k Xx = c 1 cos x + c sin x, c c e substituindo nas condições fronteira obtém-se X = c1 = Xπ = c sin c1 = c = ou sin k c k c π =. π =. Obtêm-se assim soluções não nulas para a equação diferencial para X e para a condição fronteira quando = ncπ k = n c 4 para n = 1,,... e para cada um destes valores de k obtêm-se como soluções da equação para Xx nx Xx = c sin. Quanto à equação para T t T t = n c nct nct 4 T t T t = c 3 cos + c 4 sin No entanto, a condição inicial u h t, x = T Xx = implica, para soluções não identicamente nulas, que seja T =, ou seja, c 4 =. Assim nct T t = c 3 cos
8 8 AMIV FICHA RESOLVIDA 6 Isto é, para cada n = 1,,... obtém-se a seguinte solução da equação diferencial parcial satisfazendo a condição na fronteira e a condição inicial respeitante à derivada em ordem a t: u n t, x = sin nx cos nct Finalmente, determina-se coeficientes d n R tais que a condição inicial não homogénea seja satisfeita por u h t, x = d n u n t, x. Tem-se. u h, x = cos x 1 d n u n, x = cos x 1 nx d n sin 1 = cos x 1. Portanto os d n s são os coeficientes do desenvolvimento da função cos x 1 em série de senos no intervalo [, π]. Na aĺınea b foi já calculado o desenvolvimento de cos x em série de senos neste intervalo pelo que resta fazer o mesmo para a função constante igual a 1: π π donde se conclui 1 sin nx 1 =,n ímpar dx = nx cos π = 1n 1 1 n 1 sin nx e portanto, tendo em conta que para n par os coeficientes das séries de senos das funções cos x e 1 se anulam, tem-se 4n cos x 1 = π4 n + 4 nx sin isto é, Conclui-se que u h t, x = d n =,n ímpar 4n π4 n 4 se n ímpar se n par. 4n π4 n + 4 e que a solução do problema do enunciado é ut, x = 1 +,n ímpar 4n π4 n + 4 sin sin nx cos nx cos nct nct.
9 AMIV FICHA RESOLVIDA Recorrendo ao método de separação de variáveis determine uma solução para o seguinte problema de valor na fronteira: u + u = u x y ux, = ux, 1 = u, y = u1, y = y para x 1 e y 1 verificando a equação diferencial para < x < 1 e < y < 1. Resolução: Começa-se por procurar soluções da equação diferencial parcial da forma ux, y = XxY y. Substituindo na equação tem-se XxY y + XxY y = XxY y x y X xy y + XxY y = XxY y X x Xx 1 = Y y para Y y, Xx Y y X x Xx 1 = k = Y y para algum k R Y y X x = k + 1Xx Y para algum k R. y = ky y Tendo em conta as condições na fronteira ux, = ux, 1 = XxY = XxY 1 = Xx = x ou Y = Y 1 = conclui-se que para obter soluções não identicamente nulas tem de ser Y = Y 1 =. Por sua vez isto implica que a constante k acima tem de ser positiva se k a única solução da equação Y x + ky y = que verifica Y = Y 1 = é a solução identicamente nula. Portanto Y y = c 1 cos ky + c sin ky e substituindo nas condições fronteira obtém-se Y = c1 = Y 1 = c sin k = c1 = c = ou sin k = Obtêm-se assim soluções não nulas para a equação diferencial para X e para a condição fronteira quando k = k = n π para n = 1,,... e para cada um destes valores de k obtêm-se como soluções da equação para Y y Y y = c siny Quanto à equação para Xx X x = 1 + n π Xx Xx = c 3 cosh 1 + n π x + c 4 sinh 1 + n π x No entanto, a condição u, y = XY y = implica, para soluções não identicamente nulas, que seja X =, ou seja, c 3 =. Assim Xx = c 4 sinh 1 + n π x.
10 1 AMIV FICHA RESOLVIDA 6 Isto é, para cada n = 1,,... obtém-se a seguinte solução da equação diferencial parcial satisfazendo as condições na fronteira homogéneas: u n x, y = sinh 1 + n π x siny Finalmente, determina-se coeficientes d n R tais que a condição na fronteira não homogénea seja satisfeita por ux, y = d n u n x, y. Tem-se u1, y = y d n u n 1, y = y d n sinh 1 + n π siny = y. Portanto d n sinh 1 + n π são os coeficientes do desenvolvimento de y em série de senos no intervalo [, 1]. Donde, d n sinh 1 + n π = y siny dy = 1n+1 1 e portanto 1 n+1 d n = sinh 1 + n π. Conclui-se que a solução do problema do enunciado é ux, y = 1 n+1 sinh 1 + n π sinh 1 + n π x siny.
Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem Superior a Um
Capítulo 2 Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem Superior a Um 2.1 EDOs lineares homogéneas de ordem dois. Redução de ordem. Exercício 2.1.1 As seguintes equações diferenciais de 2 a ordem podem ser
ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA SUPLEMENTAR 1. (1) Descreva as regiões do plano complexo definidas por z i c z, onde c é um número real não negativo.
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA SUPLEMENTAR 1 NÚMEROS COMPLEXOS E FUNÇÕES COMPLEXAS Números Complexos 1) Descreva as regiões
ANÁLISE MATEMÁTICA IV LEEC SÉRIES, SINGULARIDADES, RESÍDUOS E PRIMEIRAS EDO S. disponível em
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise Última actualiação: //003 ANÁLISE MATEMÁTICA IV LEEC RESOLUÇÃO DA FICHA 3 SÉRIES, SINGULARIDADES, RESÍDUOS E PRIMEIRAS
d [xy] = x arcsin x. dx + 4x
Instituto de Matemática e Estatística da USP MAT456 - Cálculo Diferencial e Integral IV para Engenharia 3a. Prova - o. Semestre 01-6/11/01 Turma A Questão 1. a (1,0 ponto Determine a solução geral da equação
Polinómio e série de Taylor
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE MATEMÁTICA II - o Semestre 05/06 Exercícios Suplementares (Eng a Física Tecnológica, Matemática Aplicada e Computação
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Ciências Exatas
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Ciências Exatas LCE0176 - Cálculo e Matemática Aplicados às Ciências Biológicas Professora: Clarice G. B. Demétrio
UNIFEI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROVA DE CÁLCULO 1
UNIFEI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROVA DE CÁLCULO 1 PROVA DE TRANSFERÊNCIA INTERNA, EXTERNA E PARA PORTADOR DE DIPLOMA DE CURSO SUPERIOR - 16/10/2016 CANDIDATO: CURSO PRETENDIDO: OBSERVAÇÕES: 1.
Departamento de Matemática da Universidade de Aveiro
Departamento de Matemática da Universidade de Aveiro ANÁLISE MATEMÁTICA II 7/8 Folha 4 - soluções: Séries de Fourier; notação complexa. Vamos mostrar que se f e g são funções periódicas de período T, fg
d [xy] = x cos x. dx y = sin x + cos x + C, x
Instituto de Matemática e Estatística da USP MAT2455 - Cálculo Diferencial e Integral IV para Engenharia 3a. Prova - 2o. Semestre 2011-21/11/2011 Turma A Questão 1. a) (1,0 ponto) Determine a solução geral
Corda Elástica Presa Somente em uma das Extremidades
Corda Elástica Presa Somente em uma das Extremidades Reginaldo J. Santos Departamento de Matemática-ICEx Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi 5 de outubro de 2010 2 Vamos determinar
COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA MÓDULO 1. Equações Diferenciais com Derivadas Parciais
Complementos de Matemática 1 COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA MÓDULO 1 Séries de Fourier Equações Diferenciais com Derivadas Parciais Complementos de Matemática 2 Jean Baptiste Joseph Fourier (1768-1830) viveu
Equações Diferenciais com Derivadas Parciais
1/13 Equações Diferenciais com Derivadas Parciais Chamam-se equações principais da física matemática às seguintes equações diferenciais com derivadas parciais de segunda ordem: 2/13 2 u t 2 = a 2 2 u x
Definição (6.1): Definimos equação diferencial como uma qualquer relação entre uma função e as suas derivadas.
Capítulo 6 Definição (6.1): Definimos equação diferencial como uma qualquer relação entre uma função e as suas derivadas. Definição (6.2): Seja e uma função real incógnita definida num intervalo aberto.
1 A Equação Fundamental Áreas Primeiras definições Uma questão importante... 7
Conteúdo 1 4 1.1- Áreas............................. 4 1.2 Primeiras definições...................... 6 1.3 - Uma questão importante.................. 7 1 EDA Aula 1 Objetivos Apresentar as equações diferenciais
carga do fio: Q. r = r p r q figura 1
Uma carga Q está distribuída uniformemente ao longo de um fio reto de comprimento infinito. Determinar o vetor campo elétrico nos pontos situados sobre uma reta perpendicular ao fio. Dados do problema
depende apenas da variável y então a função ṽ(y) = e R R(y) dy
Formulario Equações Diferenciais Ordinárias de 1 a Ordem Equações Exactas. Factor Integrante. Dada uma equação diferencial não exacta M(x, y) dx + N(x, y) dy = 0. ( ) 1. Se R = 1 M N y N x depende apenas
Equações diferenciais com derivadas parciais
Equações diferenciais p. 1/49 Equações diferenciais com derivadas parciais Alexander Plakhov e Luís Descalço Universidade de Aveiro Equações diferenciais p. 2/49 Equações e separação das variáveis Equações
O poço de potencial finito
O poço de potencial finito A U L A 13 Meta da aula Aplicar o formalismo quântico ao caso de um potencial V(x) que tem a forma de um poço (tem um valor V 0 para x < -a/ e para x > a/, e um valor 0 para
SEGUNDA PROVA DE EDB - TURMA M
SEGUNDA PROVA DE EDB - TURMA M Prof. MARCELO MARCHESIN -/1/7 (13:-1: DPTO. DE MATEMÁTICA, UFMG. RESOLUÇÃO E CRITÉRIOS 1. (11, ptos Sabendo-se que u n (x, y = c n senh( nπx nπy b sen( b para n = 1,,...
Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Tecnologia de Tomar Área Interdepartamental de Matemática
Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Tecnologia de Tomar Área Interdepartamental de Matemática Análise Numérica Licenciaturas em Engenharia Ambiente,Civil e Química I - Equações Não Lineares.
FOLHAS DE PROBLEMAS DE MATEMÁTICA II CURSO DE ERGONOMIA PEDRO FREITAS
FOLHAS DE PROBLEMAS DE MATEMÁTICA II CURSO DE ERGONOMIA PEDRO FREITAS Maio 12, 2008 2 Contents 1. Complementos de Álgebra Linear 3 1.1. Determinantes 3 1.2. Valores e vectores próprios 5 2. Análise em
sica- Matemática tica e a equação diferencial parcial que descreve o fluxo de calor
A Equação de Calor Uma das EDP s clássica da FísicaF sica- Matemática tica e a equação diferencial parcial que descreve o fluxo de calor em um corpo sólido. s E uma aplicação mais recente é a que descreve
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Resumo. Nesta aula, apresentaremos a noção de integral indefinidada. Também discutiremos
CÁLCULO L NOTAS DA DÉCIMA OITAVA AULA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Resumo. Nesta aula, apresentaremos a noção de integral indefinidada. Também discutiremos a primeira técnica de integração: mudança
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I LMAC, MEBIOM, MEFT 1 o SEM. 2014/15 1 a FICHA DE EXERCÍCIOS 1 [
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I LMAC, MEBIOM, MEFT o SEM. 04/5 a FICHA DE EXERCÍCIOS 0. Desigualdades e Módulos. Mostre que:.. R : + < =, 7, +.. R
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I LMAC, MEBIOM, MEFT 1 o SEM. 2010/11 2 a FICHA DE EXERCÍCIOS - PARTE 2
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I LMAC, MEBIOM, MEFT 1 o SEM. 010/11 a FICHA DE EXERCÍCIOS - PARTE I. Representação gráfica
Derivadas. Derivadas. ( e )
Derivadas (24-03-2009 e 31-03-2009) Recta Tangente Seja C uma curva de equação y = f(x). Para determinar a recta tangente a C no ponto P de coordenadas (a,f(a)), i.e, P(a, f(a)), começamos por considerar
Complementos de Análise Matemática
Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia Departamento: Matemática Ficha prática n o 1 - Cálculo Diferencial em IR n 1. Para cada um dos seguintes subconjuntos de IR, IR 2 e IR 3, determine
y (n) (x) = dn y dx n(x) y (0) (x) = y(x).
Capítulo 1 Introdução 1.1 Definições Denotaremos por I R um intervalo aberto ou uma reunião de intervalos abertos e y : I R uma função que possua todas as suas derivadas, a menos que seja indicado o contrário.
Nesta seção começamos o estudo das equações diferenciais a derivadas parciais, abreviadamente. da onda da onda ocorre é no problema da corda vibrante.
Seção 18: Equação da Onda Nesta seção começamos o estudo das equações diferenciais a derivadas parciais, abreviadamente EDP s. Começamos pela equação da onda. Um exemplo de situação em que a equação da
1 Definição de uma equação diferencial linear de ordem n
Equações diferenciais lineares de ordem superior 1 1 Definição de uma equação diferencial linear de ordem n Equação diferencial linear de ordem n é uma equação da forma: a n (x) dn y dx n + a n 1(x) dn
Exercícios de MATEMÁTICA COMPUTACIONAL. 1 0 Semestre de 2009/2010 Resolução Numérica de Equações Não-Lineares
Exercícios de MATEMÁTICA COMPUTACIONAL Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica 1 0 Semestre de 2009/2010 Resolução Numérica de Equações Não-Lineares 1. Considere a equação sin(x) e x = 0. a) Prove que
Sobre Desenvolvimentos em Séries de Potências, Séries de Taylor e Fórmula de Taylor
Sobre Desenvolvimentos em Séries de Potências, Séries de Taylor e Fórmula de Taylor Pedro Lopes Departamento de Matemática Instituto Superior Técnico o. Semestre 004/005 Estas notas constituem um material
Esmeralda Sousa Dias. (a) (b) (c) Figura 1: Ajuste de curvas a um conjunto de pontos
Mínimos quadrados Esmeralda Sousa Dias É frequente ser necessário determinar uma curva bem ajustada a um conjunto de dados obtidos experimentalmente. Por exemplo, suponha que como resultado de uma certa
= 2 sen(x) (cos(x) (b) (7 pontos) Pelo item anterior, temos as k desigualdades. sen 2 (2x) sen(4x) ( 3/2) 3
Problema (a) (3 pontos) Sendo f(x) = sen 2 (x) sen(2x), uma função π-periódica, temos que f (x) = 2 sen(x) cos(x) sen(2x) + sen 2 (x) 2 cos(2x) = 2 sen(x) (cos(x) sen(2x) + sen(x) cos(2x) ) = 2 sen(x)
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Uma equação diferencial é aquela em que a função incógnita aparece sob a forma da sua derivada. Havendo uma só variável independente as derivadas são ordinárias e a equação é denominada
FEUP - MIEEC - Análise Matemática 1
FEUP - MIEEC - Análise Matemática Resolução da a Chamada - de Janeiro de 9 Respostas a perguntas diferentes em folhas diferentes Justifique cuidadosamente todas as respostas. Não é permitida a utilização
5.3 Comparação dos métodos de integ. simples. 5.4 Integ. dupla pelas fórmulas de Newton-Cotes. 5.5 Integ. dupla via fórmulas de Gauss-Legendre.
5. Integração numérica 5.1 Fórmulas de Newton-Cotes. 5. Quadratura de Gauss-Legendre. 5.3 Comparação dos métodos de integ. simples. 5.4 Integ. dupla pelas fórmulas de Newton-Cotes. 5.5 Integ. dupla via
Equação algébrica Equação polinomial ou algébrica é toda equação na forma anxn + an 1 xn 1 + an 2 xn a 2 x 2 + a 1 x + a 0, sendo x
EQUAÇÃO POLINOMIAL Equação algébrica Equação polinomial ou algébrica é toda equação na forma a n x n + a n 1 x n 1 + a n 2 x n 2 +... + a 2 x 2 + a 1 x + a 0, sendo x C a incógnita e a n, a n 1,..., a
MÉTODOS MATEMÁTICOS. Prof. Dr. Paulo H. D. Santos.
MÉTODOS MATEMÁTICOS Prof. Dr. Paulo H. D. Santos [email protected] AULA 1 10/03/2015 Apresentação do Plano de Ensino; EDOs de 1ª Ordem Parte 1. Sumário Conteúdo Programático Metodologia Avaliação Critério
Fórmulas de Taylor - Notas Complementares ao Curso de Cálculo I
Fórmulas de Taylor - Notas Complementares ao Curso de Cálculo I Gláucio Terra Sumário 1 Introdução 1 2 Notações 1 3 Notas Preliminares sobre Funções Polinomiais R R 2 4 Definição do Polinômio de Taylor
ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA SUPLEMENTAR 3. Determine a solução geral da seguinte equação diferencial: dy. dt + et y = 0 ẏ
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise ANÁLISE MATEMÁTICA IV FICHA SUPLEMENTAR 3 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ESCALARES DE PRIMEIRA ORDEM Equações Lineares Homogéneas
3. Alguns conceitos de cálculo
3. Alguns conceitos de cálculo 3. Derivada de uma função Para calcular a derivada de uma função, usa-se o comando diff. O primeiro argumento deverá ser uma função de uma ou mais variáveis, o segundo argumento
RESOLUÇÕES LISTA 02. b) FALSA, pois para termos a equação de uma reta em um certo ponto a função deve ser derivável naquele ponto.
UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CAMPUS DA CIDAO CURSO DE MATEMÁTICA CÁLCULO NUMÉRICO JOSÉ CLAUDIMAR DE SOUSA RESOLUÇÕES LISTA 02 QUESTÃO 1 a) Pela equação
ANÁLISE MATEMÁTICA III CURSOS: LEAB, LEB, LEMG, LEMAT, LEN, LEQ, LQ. disponível em acannas/amiii
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise Última actualização: 9// ANÁLISE MATEMÁTICA III CURSOS: LEAB, LEB, LEMG, LEMAT, LEN, LEQ, LQ PROPOSTA DE) RESOLUÇÃO DA
f (x) dx = 2 cos (xξ) f (x) dx R.
LISTA DE EXERCÍCIOS 3 - TÓPICOS DE MATEMÁTICA APLICADA MAP 33 PROF: PEDRO T P LOPES WWWIMEUSPBR/ PPLOPES/TMA Os exercícios a seguir foram selecionados do livro do G Folland e do D Figueiredo F X, exy indica
Aula n o 29:Técnicas de Integração: Integrais Trigonométricas - Substituição Trigonométrica
CÁLCULO I Aula n o 29:Técnicas de Integração: Integrais Trigonométricas - Substituição Trigonométrica Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida 1 Integrais Trigonométricas Iniciaremos com o seguinte
A. Equações não lineares
A. Equações não lineares 1. Localização de raízes. a) Verifique se as equações seguintes têm uma e uma só solução nos intervalos dados: i) (x - 2) 2 ln(x) = 0, em [1, 2] e [e, 4]. ii) 2 x cos(x) (x 2)
Resolução 2 o Trabalho de Análise Matemática I ETI/LEI (02 de Dezembro de 2010)
Resolução o Trabalho de Análise Matemática I ETI/LEI ( de Dezembro de ) Diana A. Mendes a). Z ( + e ) d Z Z µ () d + (e ) d +(e ) µ + e e +e +e b). µ Z +4 +5 d Z µ d +4 +4+ Z µ +( +) d (arctan ( +)) arctan
Integrais. ( e 12/ )
Integrais (21-04-2009 e 12/19-05-2009) Já estudámos a determinação da derivada de uma função. Revertamos agora o processo de derivação, isto é, suponhamos que nos é dada uma função F e que pretendemos
UNIFEI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROVA DE CÁLCULO 1
UNIFEI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROVA DE CÁLCULO 1 PROVA DE TRANSFERÊNCIA INTERNA, EXTERNA E PARA PORTADOR DE DIPLOMA DE CURSO SUPERIOR - 16/10/2016 CANDIDATO: CURSO PRETENDIDO: OBSERVAÇÕES: 1.
SÉRIES DE FOURIER. Fabio Cardoso D Araujo Martins, Fernando Sergio Cardoso Cunha, Paula Rodrigues. Ferreira Alves, Rafael Caveari Gomes
SÉRIES DE FOURIER Fabio Cardoso D Araujo Martins, Fernando Sergio Cardoso Cunha, Paula Rodrigues Ferreira Alves, Rafael Caveari Gomes UFF - Universidade Federal Fluminense Neste artigo mostramos com diversos
Conceitos Básicos. Capítulo 1 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. Uma equação diferencial é uma equação que envolve uma função incógnita e suas derivadas.
Capítulo 1 Conceitos Básicos EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Uma equação diferencial é uma equação que envolve uma função incógnita e suas derivadas. Exemplo 1.1 Algumas equações diferenciais envolvendo a função
Denominamos equação polinomial ou equação algébrica de grau n a toda equação da forma:
EQUAÇÕES POLINOMIAIS. EQUAÇÃO POLINOMIAL OU ALGÉBRICA Denominamos equação polinomial ou equação algébrica de grau n a toda equação da forma: p(x) = a n x n + a n x n +a n x n +... + a x + a 0 = 0 onde
Lista 1 - Cálculo III
Lista 1 - Cálculo III Parte I - Integrais duplas sobre regiões retangulares Use coordenadas cartesianas para resolver os exercícios abaixo 1. Se f é uma função constante fx, y) = k) e = [a, b] [c, d],
3 Equacões de Bernoulli e Riccati Equação de Bernoulli Equação de Riccati Exercícios... 24
Conteúdo 3 Equacões de Bernoulli e Riccati 18 3.1 - Equação de Bernoulli.................... 18 3.2 - Equação de Riccati..................... 20 3.3 - Exercícios.......................... 24 1 Equações
PROGRAMA DO CURSO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO AUXÍLIO NA CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES
PROGRAMA DO CURSO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO AUXÍLIO NA CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES Público alvo: Acadêmicos do curso de Engenharia da UTFPR Campus Ponta Grossa. Carga horária: o
Exercícios Resolvidos Teorema da Divêrgencia. Teorema de Stokes
Instituto uperior Técnico Departamento de Matemática ecção de Álgebra e Análise Exercícios Resolvidos Teorema da Divêrgencia. Teorema de tokes Exercício 1 Considere a superfície definida por e o campo
Álgebra. Polinômios.
Polinômios 1) Diga qual é o grau dos polinômios a seguir: a) p(x) = x³ + x - 1 b) p(x) = x c) p(x) = x 7 - x² + 1 d) p(x) = 4 ) Discuta o grau dos polinômios em função de k R: a) p(x) = (k + 1)x² + x +
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES SEGUNDA ORDEM
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES SEGUNDA ORDEM 02/04/2014 Prof. Geraldine Revisão de Álgebra Linear Definição de conjunto Linearmente Independente Dizemos que as funções f ( x), f ( x) são LI, em um 1 2
de Potências e Produtos de Funções Trigonométricas
MÓDULO - AULA 0 Aula 0 Técnicas de Integração Integração de Potências e Produtos de Funções Trigonométricas Objetivo Aprender a integrar potências e produtos de funções trigonométricas. Introdução Apesar
Cálculo Diferencial e Integral C. Me. Aline Brum Seibel
Cálculo Diferencial e Integral C Me. Aline Brum Seibel Em ciências, engenharia, economia e até mesmo em psicologia, frequentemente desejamos descrever ou modelar o comportamento de algum sistema ou fenômeno
xy + y = 0. (1) Portanto a solução geral de (1) é a família de hipérboles y = C x,
Seção 4: Equações Exatas Fator Integrante Introduzimos a idéia de equação exata, através de dois exemplos simples. Note que nesses dois exemplos, além de exata, a EDO também é separável, podendo alternativamente
MÉTODOS NUMÉRICOS. ENGENHARIA e GESTÃO INDUSTRIAL
UNIVERSIDADE DO MINHO MÉTODOS NUMÉRICOS ENGENHARIA e GESTÃO INDUSTRIAL EXERCÍCIOS PRÁTICOS Ano lectivo de 2005/2006 Métodos Numéricos - L.E.G.I. Exercícios práticos - CONUM Solução de uma equação não linear
UNIFEI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ
UNIFEI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROVA DE CÁLCULO 1 e 2 PROVA DE TRANSFERÊNCIA INTERNA, EXTERNA E PARA PORTADOR DE DIPLOMA DE CURSO SUPERIOR - 30/11/2014 CANDIDATO: CURSO PRETENDIDO: OBSERVAÇÕES:
Derivadas direcionais Definição (Derivadas segundo um vector): f : Dom(f) R n R e P 0 int(dom(f)) então
Derivadas direcionais Definição (Derivadas segundo um vector): f : Dom(f) R n R e P 0 int(dom(f)) então Seja D v f(p 0 ) = lim λ 0 f(p 0 + λ v) f(p 0 ) λ v representa a derivada direcional de f segundo
Aula: Equações diferenciais lineares de ordem superior
Aula: Equações diferenciais lineares de ordem superior Profa. Ariane Piovezan Entringer DMA - UFV Problema de Valor Inicial - EDO de ordem n Problema de Valor Inicial - EDO de ordem n a n (x) d n y dx
Mestrados Integrados em Engenharia Mecânica e em Eng Industrial e Gestão ANÁLISE MATEMÁTICA III DEMec 010-11-0 1ºTESTE A duração do exame é horas + 30minutos. Cotação: As perguntas 1 e 6 valem valores,
Definição. A expressão M(x,y) dx + N(x,y)dy é chamada de diferencial exata se existe uma função f(x,y) tal que f x (x,y)=m(x,y) e f y (x,y)=n(x,y).
PUCRS FACULDADE DE ATEÁTICA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PROF. LUIZ EDUARDO OURIQUE EQUAÇÔES EXATAS E FATOR INTEGRANTE Definição. A diferencial de uma função de duas variáveis f(x,) é definida por df = f x (x,)dx
Derivada de algumas funções elementares
Universidade de Brasília Departamento de Matemática Cálculo 1 Derivada de algumas funções elementares Vamos lembrar que a função f é derivável no ponto x = a se existe o limite f f(x) f(a) f(a+) f(a) (a).
ANÁLISE COMPLEXA E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS AULA TEÓRICA DE NOVEMBRO DE dt + a 0(t)y = 0
ANÁLISE COMPLEXA E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS AULA TEÓRICA 24 16 DE NOVEMBRO DE 2016 EQUAÇÕES LINEARES HOMOGÉNEAS DE ORDEM SUPERIOR A DOIS São da forma a n (t) dn y dt n + a n 1(t) dn 1 y dt n 1 + + a 1(t)
1. Determine o valor do integral curvilíneo do campo F (x, y, z) = xzî + xĵ + y k ao longo da linha (L), definida por: { x 2 /4 + y 2 /25 = 1 z = 2
Análise Matemática IIC Ficha 6 - Integrais Curvilíneos de campos de vectores. Teorema de Green. Integrais de Superfície. Teorema de Stokes. Teorema da Divergência. 1. Determine o valor do integral curvilíneo
Escola Naval Gabarito Comentado PSAEN PROVA ROSA Elaborado por alunos do ITA: Caio Guimarães, Ishai Elarrat, Felipe Moraes
Escola Naval Gabarito Comentado PSAEN 006 - PROVA ROSA Elaborado por alunos do ITA: Caio Guimarães, Ishai Elarrat, Felipe Moraes. Seja x = base d d. Da figura: x h.ctg d d h.(ctg ctg ) h x d h.ctg (ctg
Colectânea de Exercícios, Testes e Exames de Matemática, para Economia e Gestão
Colectânea de Exercícios, Testes e Exames de Matemática, para Economia e Gestão Bruno Maia [email protected] a edição 4 A colectânea encontra-se protegida por direitos de autor. Todos os direitos de autor ou
Total Escolha 5 (cinco) questões. Justifique todas as passagens. Boa Sorte!
ā Prova de MAT 147 - Cálculo II - FEA-USP 15/10/01 Nome : GABARITO N ō USP : Professor : Oswaldo Rio Branco de Oliveira Q 1 3 4 5 6 7 Total N Escolha 5 (cinco) questões. Justifique todas as passagens.
Exercícios propostos para as aulas práticas
Análise Matemática III Engenharia Civil 2005/2006 Exercícios propostos para as aulas práticas Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra Algumas noções topológicas em IR n 1 Verifique se cada
Como, neste caso, temos f(x) = 1, obviamente a primitiva é F(x) = x, pois F (x) = x = 1 = f(x).
4. INTEGRAIS 4.1 INTEGRAL INDEFINIDA A integral indefinida da função f(x), denotada por f x dx, é toda expressão da forma F(x) + C, em que F (x) = f(x) num dado intervalo [a,b] e C é uma constante arbitrária.
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS - Lista I
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS - Lista I 1. Desenhe um campo de direções para a equação diferencial dada. Determine o comportamento de y quando t +. Se esse comportamento depender do valor inicial de
Sistemas de Equações Lineares e Matrizes
Sistemas de Equações Lineares e Matrizes. Quais das seguintes equações são lineares em x, y, z: (a) 2x + 2y 5z = x + xy z = 2 (c) x + y 2 + z = 2 2. A parábola y = ax 2 + bx + c passa pelos pontos (x,
Método dos Mínimos Quadrados
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Análise Numérica 2004/2005 Método dos Mínimos Quadrados PROBLEMAS 1 Determine a aproximação dos mínimos quadrados aos pontos por: x 1 3 4 6 8
CÁLCULO I. 1 A Função Logarítmica Natural. Objetivos da Aula. Aula n o 22: A Função Logaritmo Natural. Denir a função f(x) = ln x;
CÁLCULO I Prof. Edilson Neri Júnior Prof. André Almeida Aula n o 22: A Função Logaritmo Natural Objetivos da Aula Denir a função f(x) = ln x; Calcular limites, derivadas e integral envolvendo a função
Derivadas. Incremento e taxa média de variação
Derivadas Incremento e taxa média de variação Consideremos uma função f, dada por y f (x). Quando x varia de um valor inicial de x para um valor x, temos o incremento em x. O símbolo matemático para a
Matemática para a Economia II - 7 a lista de exercícios Prof. Juliana Coelho
Matemática para a Economia II - 7 a lista de exercícios Prof. Juliana Coelho - Cacule a integral dupla I fx, y) dxdy onde f e R são dados abaixo. R a) fx, y) x + y e R [, ] [, ]; b) fx, y) x + xy + e R
Técnicas de Desenho de Filtros Digitais
Técnicas de Desenho de Filtros Digitais Luís Caldas de Oliveira lco@istutlpt Instituto Superior Técnico Técnicas de Desenho de Filtros Digitais p1/38 Resumo Desenho de filtros discretos com base em filtros
Análise Matemática III. Textos de Apoio. Cristina Caldeira
Análise Matemática III Textos de Apoio Cristina Caldeira A grande maioria dos exercícios presentes nestes textos de apoio foram recolhidos de folhas práticas elaboradas ao longo dos anos por vários docentes
CDI-II. Resumo das Aulas Teóricas (Semana 5) 1 Extremos de Funções Escalares. Exemplos
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise Prof. Gabriel Pires CDI-II Resumo das Aulas Teóricas (Semana 5) 1 Etremos de Funções Escalares. Eemplos Nos eemplos seguintes
4 Cálculo Diferencial
4 Cálculo Diferencial 1. (Eercício IV.1 de [1]) Calcule as derivadas das funções: a) tg, b) +cos 1 sen, c) e arctg, d) e log2, e) sen cos tg, f) 2 (1 + log ), g) cos(arcsen ) h) (log ), i) sen 2. 2. Derive:
Aplicações de. Integração
Aplicações de Capítulo 6 Integração APLICAÇÕES DE INTEGRAÇÃO Neste capítulo exploraremos algumas das aplicações da integral definida, utilizando-a para calcular áreas entre curvas, volumes de sólidos e
A Derivada. Derivadas Aula 16. Alexandre Nolasco de Carvalho Universidade de São Paulo São Carlos SP, Brazil
Derivadas Aula 16 Alexandre Nolasco de Carvalho Universidade de São Paulo São Carlos SP, Brazil 04 de Abril de 2014 Primeiro Semestre de 2014 Turma 2014104 - Engenharia Mecânica A Derivada Seja x = f(t)
Encontre um valor aproximado para 3 25 com precisão de 10 5 utilizando o método da bissecção.
1 a) Mostre que f (x) = x cos x possui uma raiz no intervalo [0, 1]. b) Prove que essa raiz é única. c) Sem executar o método, preveja o número de iterações que o algoritmo da bissecção utilizaria para
Projecto Delfos: Escola de Matemática Para Jovens 1 FICHA DE TRABALHO
Projecto Delfos: Escola de Matemática Para Jovens 1 Uma função, f, é uma aplicação de um conjunto, D, que designamos por domínio, para um conjunto, C, designado por contra-domínio, segundo uma lei, f(x),
PROBLEMAS PROPOSTOS Parte C Análise de Fourier. Equações Diferenciais Parciais (EDPs)
8 arte C Análise de Fourier. Equações Diferenciais arciais (EDs) u u u (6) x y z Equação de aplace tridimensional Aqui, c é uma constante positiva, t é o tempo, x, y, z são coordenadas cartesianas e dimensão
Aula 26 Separação de Variáveis e a Equação da Onda.
Aula 26 Separação de Variáveis e a Equação da Onda. MA311 - Cálculo III Marcos Eduardo Valle Departamento de Matemática Aplicada Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica Universidade
Funções reais de variável real
Funções reais de variável real Função exponencial e função logarítmica 1. Determine a base de cada logaritmo. log a 36 = 2 (b) log a (25a) = 5 (c) log a 4 = 0.4 2. Considere x = log 10 2 e y = log 10 3.
OFICINA DE MATEMÁTICA BÁSICA - MÓDULO II Lista 3
OFICINA DE MATEMÁTICA BÁSICA - MÓDULO II Lista Data da lista: 12/11/2016 Preceptora: Natália Cursos atendidos: Todos Coordenador: Francisco 1. Qual é o conjunto imagem da função f de R em R, denida por
RESOLUÇÃO MATEMÁTICA 2ª FASE
RESOLUÇÃO MATEMÁTICA ª FASE UFPR 01. Encontre o conjunto solução em IR das seguintes inequações: a) 5 x x. 5 x x x 3 (-1) 3 x 3 S x R / x b) 3x 1 3. 3x 1 3 3 3x 1 3 3x 1 3 e 3x 1 3 3x 4 3x 4 x x 3 3 4
