Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH. Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH. Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos"

Transcrição

1 Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH Métodos de valoração de água e instrumentos econômicos

2 Meta e objetivo da sessão Identificar os principais métodos de valoração de água para dar suporte ao uso de instrumentos econômicos. Ser capaz de avaliar prós e contras do uso de métodos específicos de valoração de água em diferentes situações de água.

3 Resumo da apresentação Estrutura de análise de custo-benefício Oferta e demanda Abordagem principal: recuperação plena de custos Descrição dos principais métodos de valoração de água

4 Introdução Instrumentos econômicos são importantes para a gestão de águas, especialmente quando existem desequilíbrios e erros notórios de alocação entre oferta e demanda. Como mercados estão raramente disponíveis para solucionar estes problemas, autoridades de águas decidirão níveis e características de tarifas de água de forma a influenciar comportamentos e alocações. Ao decidir isto, informações são necessárias com relação a forma como usuários valoram diferentes serviços de água.

5 Uso multi-setorial e valoração de água

6 Importância da análise custo-benefício Realocar água entre usos alternativos ou tipo usuários; Expandir infra-estrutura de águas; Melhorar a qualidade de águas; Expandir serviços de água para incluir saneamento e tratamento de esgotos; Incluir ações de gestão de águas em nível de bacia hidrográfica (muito importante para GIRH); Estas decisões gerarão benefícios potenciais, mas também custos para os atores O objetivo principal de análise custo-benefício é medir e atribuir apropriadamente estes benefícios e custos.

7 Valoração de água e instrumentos econômicos Mesmo se um mercado não existir, para serviços de água, demanda e DAP existem e refletem quanto custam os serviços de água valorados por usuários. Custo é o valor de oportunidades ou recursos precedentes no processo de geração de benefícios. O desafio em métodos de valoração de água, está em medir benefícios de serviços de água em dadas situações onde não existem mercados ou preços. Igualmente importante são estimativas corretas de custos e níveis apropriados de tarifas a serem cobradas diretamente dos principais beneficiários.

8 Função de demanda e uso residencial (1) Próximo de ser um bem privado, mas sob controle monopolístico Demanda pode ser estimada pelo comportamento do consumidor e mudança de tarifa: Qa = Qa(Pa,Po,P;Y;Z) onde Qa: nível de consumo individual de água em um período específico de tempo; Pa: preço de água; Po: preço de uma fonte de água alternativa; P : índice de preço médio representando todos os outros bens e serviços; Y : renda do consumidor, e Z : vetor representando outros fatores, como clima e preferências do consumidor.

9 Função de demanda e uso residencial (2) Demanda é estimada por métodos econométricos aplicados a dados de uso de água, tarifas e atributos locais e de usuários. Quando estes tipos de dados não estão disponíveis (ou para novos projetos), métodos de preço hedônico e valoração contingente são usados.

10 Estimativa hedônica de preço Embora não exista mercado para serviços de água a ser avaliado, existem outros mercados onde estes benefícios estão embutidos (por exemplo, transações de propriedade imobiliárias próximo às águas com alto valor estético que incorporarão alguns destes benefícios, embora de forma conjunta a outros atributos da propriedade). Este método baseia-se na hipótese de que o preço de mercado do bem é função de seus diferentes atributos, e um preço implícito existe para cada um destes atributos.

11 Métodos de custo de viagem A maioria dos sítios de água para lazer e recreação cobram uma entrada fixa aos usuários, sem variação de acordo com a demanda por estes serviços. Estimativa da demanda é problemática. O custo da viagem de visitantes é uma forma indireta de estimar esta demanda uma vez que existe variação entre visitantes quando às expensas da viagem. Quando isto é possível (usando pesquisa especial, por exemplo), a demanda pode ser inferida dada uma medição dos benefícios totais gerados pelo sítio.

12 Métodos de valoração contingente Estes métodos tornaram-se populares para estimar o valor de bens relacionados à água para os quais não existem mercados ou quando serviço de água deve ser criado. Uma vez que consumidores não têm idéia clara sobre a natureza do serviço, o pesquisador tem que explicá-la muito claramente e perguntar questões relacionadas à disposição a pagar por estes serviços.

13 Valoração de água como bem intermediário Freqüentemente água não é diretamente consumida mas é insumo de um processo produtivo como na agricultura, indústria, ou geração hidroelétrica. Produtores demandarão insumos, de acordo com sua produtividade marginal. Quando não há mercado para o insumo, como para água, métodos especiais de valoração são necessários: Método hedônico de preços (quando um mercado associado pode fornecer informação ao VMP de água); Abordagem de imputação residual e Abordagem de custo alternativo.

14 Método Residual para valoração de água É o mais freqüentemente usado, particularmente para água de irrigação. Usos como abordagem de função da produção. Uma função de produção total é estimada e a contribuição marginal de todos os insumos relevantes (inclusive água) são estimados com dados de produção e preços para outros insumos. Se estes preços refletirem corretamente sua escassez (mercados funcionando devidamente), o restante do valor total é considerada a contribuição da água ao valor total

15 Pense nisso Quão útil são métodos de valoração de água para elaborar políticas de precificação de água? Você tem em seu país recursos humanos e financeiros para realizar estudos de valoração de água? Que estudos parecem mais úteis para aplicação de políticas? O que é necessário para valorar água da fonte à valoração de usos setoriais?

16 Fim Capítulos 1-3 apresentaram GIRH e a necessidade de instrumentos econômicos e financeiros. Para que estes sejam efetivos, direcionadores à sustentabilidade, e ao acesso mais fácil a serviços básicos, eles necessitam ser aplicados. Sua aplicação será examinada nos próximos dois capítulos.

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas Adaptação em Gestão das Águas Meta e objetivos da sessão Meta considerar como a adaptação às mudanças climáticas pode ser incorporada na gestão

Leia mais

O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera

O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera O Papel dos Critérios Econômicos na Gestão das Reservas da Biosfera Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br Seminário Internacional sobre Reservas da Biosfera, Serviços Ambientais e Indicadores

Leia mais

Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais

Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais Metodologias de Análise e Valoração de Impactos Ambientais Ronaldo Seroa da Motta seroadamotta.ronaldo@gmail.com Curso de Aperfeiçoamento: Elaboração de diretrizes para atuação do Ministério Público na

Leia mais

A Mensuração dos Ativos Ambientais

A Mensuração dos Ativos Ambientais A Mensuração dos Ativos Ambientais Ronaldo Seroa da Motta ronaldo.seroa@ipea.gov.br I CONGRESSO INFORMAÇÃO DE CUSTOS E QUALIDADE DO GASTO NO SETOR PÚBLICO MF,MPO,FGV, ISI e ESAF Brasília, 31 de agosto

Leia mais

O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais

O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais O que é a Conservação Estratégica? Economia da conservação Economia da degradação Instrumentos de política ambiental Pagamento por Serviços Ambientais Serviços ambientais Caso demonstrativo Conceito básico

Leia mais

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a 1. INTRODUÇÃO Muitas e intensas transformações ambientais são resultantes das relações entre o homem e o meio em que ele vive, as quais se desenvolvem num processo histórico. Como reflexos dos desequilíbrios

Leia mais

INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH. Aplicação de instrumentos financeiros

INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH. Aplicação de instrumentos financeiros INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH Aplicação de instrumentos financeiros Metas e objetivos da sessão Examinar em maior detalhe o que foi apresentado no Capítulo 5 em relação às principais

Leia mais

Categoria de uso Classe de consumo Tarifas codigo Faixa Agua esgoto (m3/mês.econ) (R$ m3) (R$ m3) Residencial R1 00 a 15 0,40 x TRA 0,40 x TRE R2 16 a 30 1,00 x TRA 1,00 x TRE R3 31 a 60 1,50 x TRA 1,50

Leia mais

Explorando Conexões Entre a Água e Crescimento Econômico

Explorando Conexões Entre a Água e Crescimento Econômico Explorando Conexões Entre a Água e Crescimento Econômico REPORTE PREPARADO PARA O HSBC: RESUMO EXECUTIVO Junho 2012 Sumário executivo O desafio da água O crescimento econômico e populacional estão tornando

Leia mais

Teoria Básica de Oferta e Demanda

Teoria Básica de Oferta e Demanda Teoria Básica de Oferta e Demanda Este texto propõe que você tenha tido um curso introdutório de economia. Mas se você não teve, ou se sua teoria básica de economia está um pouco enferrujada, então este

Leia mais

Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH. Financiando água e saneamento por meio de títulos, COTs e reformas

Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH. Financiando água e saneamento por meio de títulos, COTs e reformas Instrumentos Econômicos e Financeiros para GIRH Financiando água e saneamento por meio de títulos, COTs e reformas Metas e objetivos da sessão Analisar a disponibilidade de um mercado de capitais em nível

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

Anderson Silva de Aguilar; Joel Dias da Silva

Anderson Silva de Aguilar; Joel Dias da Silva PAP017410 Valoração Econômica dos Serviços Ambientais em Unidade de Proteção Integral. Estudo de Caso do Monumento Natural da Mãe D água, Serra da Moeda, Brumadinho/ MG: Enfoque Recursos Hídricos. Anderson

Leia mais

DEMONSTRATIVO DA DESPESA POR ÓRGÃOS E FUNÇÕES

DEMONSTRATIVO DA DESPESA POR ÓRGÃOS E FUNÇÕES Anexo 9 da Lei nº. 43/64 - Adendo VIII Exercício de Especificação Administração Agricultura Assistência Social DA AGRI E MEIO AMBIENTE DA 2.362.258.226.9 2.228.466 5.477.647 1.681.9 425.000 95.000 1.1.500

Leia mais

Gestão Participativa e os Comitês de Bacias

Gestão Participativa e os Comitês de Bacias Novembro de 2009. Gestão Participativa e os Comitês de Bacias Suraya Modaelli DAEE 1,2 bilhão de pessoas sem acesso a água potável no mundo 2 bilhões sem infra-estrutura de saneamento milhões de crianças

Leia mais

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Workshop Adaptação às mudanças climáticas e os desafios da gestão ambiental integrada no Brasil O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Diretoria de Recursos Hídricos Ministério

Leia mais

Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH. Aspectos Legais da Gestão de Recursos Hídricos Compartilhados

Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH. Aspectos Legais da Gestão de Recursos Hídricos Compartilhados Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH Aspectos Legais da Gestão de Recursos Hídricos Compartilhados Meta e objetivos do capítulo Meta A meta deste capítulo é rever o papel e a relevância

Leia mais

ENTENDA O QUE SÃO OS COMITÊS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS

ENTENDA O QUE SÃO OS COMITÊS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS ENTENDA O QUE SÃO OS COMITÊS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS O que são Os Comitês foram criados para gerenciar o uso dos recursos hídricos de forma integrada e descentralizada com a participação da sociedade.

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E MEIO-AMBIENTE SEMANA 2 ECONOMIA AMBIENTAL OBJETIVOS

GESTÃO EMPRESARIAL E MEIO-AMBIENTE SEMANA 2 ECONOMIA AMBIENTAL OBJETIVOS GESTÃO EMPRESARIAL E MEIO-AMBIENTE SEMANA 2 ECONOMIA AMBIENTAL OBJETIVOS Conhecer abordagem adotada pelos economistas com relação às questões ambientais. Conhecer algumas das ferramentas utilizadas pela

Leia mais

Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação de GIRH. Disposições sobre a Água Baseadas no Costume

Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação de GIRH. Disposições sobre a Água Baseadas no Costume Estrutura Legal e Regulatória para a Implementação de GIRH Disposições sobre a Água Baseadas no Costume Meta e objetivos do capítulo Meta A meta deste capítulo é examinar a existência de disposições baseadas

Leia mais

Módulo 1 Questões Básicas da Economia. 1.1. Conceito de Economia

Módulo 1 Questões Básicas da Economia. 1.1. Conceito de Economia Módulo 1 Questões Básicas da Economia 1.1. Conceito de Economia Todos nós temos uma série de necessidades. Precisamos comer, precisamos nos vestir, precisamos estudar, precisamos nos locomover, etc. Estas

Leia mais

COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA

COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA 1 OBJETIVOS 1. Como nossa empresa pode medir os benefícios de nossos sistemas de informação? Quais modelos deveríamos usar para

Leia mais

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas:

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas: 11. ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA O presente capítulo consiste da avaliação econômica do Plano Estadual de Recursos Hídricos. Esta avaliação objetiva quantificar e demonstrar os impactos da implementação

Leia mais

COPASA COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS

COPASA COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS Apresentação A Companhia de Saneamento de Minas Gerais, COPASA, criada em 1963, é uma empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Regional e Política

Leia mais

Conceitos Relevantes Tomando Decisões (Cap. 7) 2º SEMESTRE 2011

Conceitos Relevantes Tomando Decisões (Cap. 7) 2º SEMESTRE 2011 Conceitos Relevantes Tomando Decisões (Cap. 7) 2º SEMESTRE 2011 Custo de oportunidade e decisões Custo explícito é aquele que requer gasto em dinheiro. O custo implícito, por outro lado, não implica despesas

Leia mais

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação

CobiT 5. Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação CobiT 5 Como avaliar a maturidade dos processos de acordo com o novo modelo? 2013 Bridge Consulting All rights reserved Apresentação Sabemos que a Tecnologia da

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Custos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Custos Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Custos Metodologia Aula Teórica Exemplos e Exercícios práticos Questões de concursos anteriores Metodologia e Bibliografia Bibliografia PMBOK, 2004. Project Management

Leia mais

OUTORGA DE ÁGUA E LICENÇA PARA IMPLANTAÇÃO DE OBRA HÍDRICA

OUTORGA DE ÁGUA E LICENÇA PARA IMPLANTAÇÃO DE OBRA HÍDRICA ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA E DO MEIO AMBIENTE SECTMA AGÊNCIA EXECUTIVA DE GESTÃO DAS ÁGUAS DO ESTADO DA PARAÍBA - AESA OUTORGA DE ÁGUA E LICENÇA PARA IMPLANTAÇÃO DE

Leia mais

Regulamentação do SIGERH Decreto nº 13.284, de 22/03/1997

Regulamentação do SIGERH Decreto nº 13.284, de 22/03/1997 Regulamentação do SIGERH Decreto nº 13.284, de 22/03/1997 Regulamenta o Sistema Integrado de Gestão de Recursos Hídricos - SIGERH, e dá outras providências. O Governador do Estado do Rio Grande do Norte,

Leia mais

A Qualidade na Prestação do Cuidado em Saúde

A Qualidade na Prestação do Cuidado em Saúde A Qualidade na Prestação do Cuidado em Saúde Maria Christina Fekete 1 Apresentação O termo cuidado em saúde tem interpretação pouco precisa, tal como ocorre com o conceito de qualidade. Assim sendo, tratar

Leia mais

Teste. Hirata Consultores & Associados Ltda.

Teste. Hirata Consultores & Associados Ltda. Teste Página 2 % Especialista Barganhador Confrontador Provedor Articulador Sonhador MIN 47,04 37,00 23,02 46,15 27,05 18,24 AUTO 15,49 0,40 25,58 73,78 99,00 82,34 MÁX 79,07 54,9 52,91 75,53 52,57 46,59

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

- Dezembro, 2010 - Organismos de Bacia Estado da arte, Brasil

- Dezembro, 2010 - Organismos de Bacia Estado da arte, Brasil - Dezembro, 2010 - Organismos de Bacia Estado da arte, Brasil ASPECTOS CONSTITUCIONAIS Organismos de bacia Histórico Constituição de 1988 estabeleceu, entre outros aspectos, que as águas são bens públicos,

Leia mais

PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH

PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH PROPOSTA DE PROGRAMAS E AÇÕES PARA O PNRH Objetivo Geral PROPOR PROGRAMAS, AÇÕES E ESTRATÉGIAS, INTERSETORIAIS E INTERINSTITUCIONAIS, VISANDO ASSEGURAR O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DOS USOS

Leia mais

Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura

Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura White Paper #6 Revisão 2 Resumo Nesta comunicação é descrito um método melhorado para medir o Custo Total de Exploração (TCO) da infraestrutura

Leia mais

As Lições da Crise Hídrica na Região Metropolitana de São Paulo João Alberto Viol

As Lições da Crise Hídrica na Região Metropolitana de São Paulo João Alberto Viol As Lições da Crise Hídrica na Região Metropolitana de São Paulo João Alberto Viol Vice Presidente de Gestão e Assuntos Institucionais Resumo Planejamento das atividades de Infraestrutura de Saneamento

Leia mais

Estratégia de Gestão e Técnica para Implantação de Sistemas de Tratamento de Esgotos. Objetivos do Esgotamento Sanitário

Estratégia de Gestão e Técnica para Implantação de Sistemas de Tratamento de Esgotos. Objetivos do Esgotamento Sanitário Estratégia de Gestão e Técnica para Implantação de Sistemas de Tratamento de Esgotos Objetivos do Esgotamento Sanitário DIMENSÕES: SANITÁRIO: Melhor controle e preservação da saúde; SOCIAL: Conforto e

Leia mais

Avançando na gestão das águas do DF

Avançando na gestão das águas do DF Avançando na gestão das águas do DF O Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal (CRH DF) 1 emitiu no ano de 2014 duas resoluções tratando do enquadramento dos corpos d água superficiais do Distrito

Leia mais

Estudo de Caso da Iniciativa Metano Global: o Estado do Kentucky

Estudo de Caso da Iniciativa Metano Global: o Estado do Kentucky Estudo de Caso da Iniciativa Metano Global: o Estado do Kentucky JOHN A. ROGNESS III PH.D. DIRETOR, DIVISÃO DE ANÁLISE FINANCEIRA COMISSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DO KENTUCKY 1 A Comissão de Serviço

Leia mais

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1. ARCO - Associação Recreativa dos Correios Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Página

Leia mais

Uma visão sistêmica para conservação de água no ambiente construído

Uma visão sistêmica para conservação de água no ambiente construído Uma visão sistêmica para conservação de água no ambiente construído Profa. Dra. Marina S. de Oliveira Ilha FEC/UNICAMP Marina Ilha SBCS08 1 Distribuição da água doce superficial MUNDO CONT. AMERICANO Nordeste

Leia mais

UM ESTUDO DA COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA PARA A CIDADE DE CAMPINA GRANDE PB.

UM ESTUDO DA COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA PARA A CIDADE DE CAMPINA GRANDE PB. UM ESTUDO DA COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA PARA A CIDADE DE CAMPINA GRANDE PB. Elton Silva Cruz, Engenheiro Civil; Djalena M. de Melo, Engenheira Civil; Melissa F. da Silveira, Graduanda da UFCG. Departamento

Leia mais

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ.

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. WALDELI ROZANE SILVA DE MESQUITA Secretaria Executiva de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente, Núcleo de Hidrometeorologia

Leia mais

Documento Regional Europeu quinto Fórum Mundial da Água Sumário Executivo

Documento Regional Europeu quinto Fórum Mundial da Água Sumário Executivo O Documento Regional Europeu para o quinto Fórum Mundial da Água descreve os principais desafios que a Europa atravessa bem como as soluções desenvolvidas de modo a supera-los. O Documento foi escrito

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução à Melhoria de Processos de Software baseado no MPS.BR Prof. Maxwell Anderson www.maxwellanderson.com.br Agenda Introdução MPS.BR MR-MPS Detalhando o MPS.BR nível G Introdução

Leia mais

Aula 2 Contextualização

Aula 2 Contextualização Economia e Mercado Aula 2 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Importância de se conhecer o funcionamento dos mercados Diferenciação de mercado Comportamento dos consumidores e firmas; formação de preços;

Leia mais

ANÁLISE DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS

ANÁLISE DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS Curso de Avaliações Prof. Carlos Aurélio Nadal cnadal@ufpr.br 1 AULA 04 ANÁLISE DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS 2 Dificuldades das avaliações imobiliárias características especiais dos imóveis, que

Leia mais

ESD 126 ESD 126 Mercados Econômicos de Energia

ESD 126 ESD 126 Mercados Econômicos de Energia Mercados Econômicos de Energia Características da Demanda Elétrica Demanda de Eletricidade em Hokkaido 5 de março de 2001 Cortesia da Hokkaido Electric Power Co., Inc.: Utilização permitida Dois Dias em

Leia mais

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO 1. Uma empresa utiliza tecidos e mão-de-obra na produção de camisas em uma fábrica que foi adquirida por $10 milhões. Quais de seus insumos

Leia mais

Modelagem e Decisão Planilhas Eletrônicas

Modelagem e Decisão Planilhas Eletrônicas Modelagem e Decisão Planilhas Eletrônicas Modelagem e Decisão (07181) Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (ICEAC) Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Introdução Objetivo

Leia mais

XIII SIMPEP - Bauru, SP, Brasil, 06 a 08 de novembro de 2006.

XIII SIMPEP - Bauru, SP, Brasil, 06 a 08 de novembro de 2006. XIII SIMPEP - Bauru, SP, Brasil, 06 a 08 de novembro de 2006. Análise das vantagens e limitações dos métodos de valoração de recursos ambientais: Método do custo de viagem, método de valoração contingente

Leia mais

MARKETING ESTRATÉGICO

MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING ESTRATÉGICO O conceito de marketing é uma abordagem do negócio. HOOLEY; SAUNDERS, 1996 Esta afirmação lembra que todos na organização devem se ocupar do marketing. O conceito de marketing não

Leia mais

ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001

ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001 Seminário ENERGIA E MEIO AMBIENTE Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 2001 PROJETOS DE CONSERVAÇÃO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Eletrobrás Saulo José Nascimento Cisneiros Diretor de Projetos Especiais da Eletrobrás

Leia mais

Recursos Hídricos - Uma abordagem de desenvolvimento para o semiárido nordestino

Recursos Hídricos - Uma abordagem de desenvolvimento para o semiárido nordestino Seminário Crise Mundial e Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades Recursos Hídricos - Uma abordagem de desenvolvimento para o semiárido nordestino Eduardo Kaplan Barbosa Programa de Mestrado

Leia mais

A CRISE HÍDRICA E AS AÇÕES TOMADAS PELO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

A CRISE HÍDRICA E AS AÇÕES TOMADAS PELO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE A CRISE HÍDRICA E AS AÇÕES TOMADAS PELO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Jacqueline Kássia Menezes Inocente Caselli 1 História Pontifícia Universidade Católica de Campinas.Técnico em Meio Ambiente Colégio

Leia mais

Sistema de Contas Nacionais Nova série 2000 Brasil

Sistema de Contas Nacionais Nova série 2000 Brasil Diretoria de Pesquisas Sistema de Contas Nacionais Nova série 2000 Brasil Seminario Latino Americano de Cuentas Nacionales Ciudad de Guatemala - Guatemala, 23 al 25 de octubre de 2006 Pontos para reflexão

Leia mais

Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva INSTRUÇÕES

Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva INSTRUÇÕES Avaliação e monitoramento de atenção básica na Amazônia Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva 1. Você recebeu do fiscal o seguinte material: INSTRUÇÕES a) Este Caderno de Questões contendo o enunciado

Leia mais

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins*

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Os fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) para Portugal tornaram-se uma componente importante da economia portuguesa

Leia mais

ESTADO DOS CADASTROS DE USUÁRIOS NAS BACIAS PCJ NO ANO DE 2013

ESTADO DOS CADASTROS DE USUÁRIOS NAS BACIAS PCJ NO ANO DE 2013 Primeiro Termo Aditivo Contrato nº 003/ANA/2011 INDICADOR 4 OPERACIONALIZAÇÃO DA COBRANÇA Indicador 4B Cadastro de Usuários ESTADO DOS CADASTROS DE USUÁRIOS NAS BACIAS PCJ NO ANO DE 2013 4B - Cadastro

Leia mais

O Impacto das Mudanças Climáticas em Empresas de Água e Saneamento no Brasil

O Impacto das Mudanças Climáticas em Empresas de Água e Saneamento no Brasil O Impacto das Mudanças Climáticas em Empresas de Água e Saneamento no Brasil Marcos Thadeu Abicalil Especialista Sênior em Água e Saneamento, Banco Mundial Impatos Gerais das Mudanças Climáticas Enfoque

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Elaine Aparecida Ramos elaineramos89@gmail.com Taison Luiz de Paula Braghiroli taisonbrag@gmail.com Resumo:

Leia mais

2. Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí

2. Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí Nota Informativa nº 03/2011/SAG Documento nº 030178/2011-46 Em 23 de novembro de 2011 Ao Senhor Superintendente de Apoio à Gestão de Recursos Hídricos Assunto: Resumo dos resultados da pesquisa de impacto

Leia mais

LINEAMENTOS PARA MELHORAR A GESTÃO DAS ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS E FAZER MAIS SUSTENTÁVEL A PROTEÇÃO DA SAÚDE

LINEAMENTOS PARA MELHORAR A GESTÃO DAS ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS E FAZER MAIS SUSTENTÁVEL A PROTEÇÃO DA SAÚDE Primeiro lineamento geral: O TRATAMENTO E USO ADEQUADOS DAS ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS CONTRIBUEM A PROTEGER A QUALIDADE DOS CORPOS DE ÁGUA E DEVERIAM SER PARTE DE UMA GESTÃO MAIS EFICIENTE DOS RECURSOS

Leia mais

WEB VISUALIZADOR SSD SABESP - MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

WEB VISUALIZADOR SSD SABESP - MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO WEB VISUALIZADOR SSD SABESP - MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Nilzo Renê Fumes 1 ; Carlos Toshio Wada 2 Resumo - O desenvolvimento do visualizador do Sistema de Suporte a Decisões da Sabesp

Leia mais

Administrando os canais de distribuição (aula 2)

Administrando os canais de distribuição (aula 2) 13 Aula 2/5/2008 Administrando os canais de distribuição (aula 2) 1 Objetivos da aula Explicar como os profissionais de marketing usam canais tradicionais e alternativos. Discutir princípios para selecionar

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE

ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE 1 MESTRADO EM ECONOMIA E POLÍTICA DA ENERGIA E DO AMBIENTE 2006/2007 2º TRIMESTRE ECONOMIA DOS RECURSOS NATURAIS E DO AMBIENTE ISABEL MENDES 3 ECONOMIA DO AMBIENTE 3.1 Valorização dos Bens Ambientais 3.1.1

Leia mais

FERRAMENTAS E INDICADORES DE DESEMPENHO

FERRAMENTAS E INDICADORES DE DESEMPENHO FERRAMENTAS E INDICADORES DE DESEMPENHO Mito ou Verdade? Tudo que é importante tem que ser medido Tudo que é medido deve ser gerenciado Tudo que é gerenciado pode ser melhorado Formas de representação

Leia mais

Estruturação de uma Concessão/PPP: Regulação Econômica de Infraestruturas

Estruturação de uma Concessão/PPP: Regulação Econômica de Infraestruturas Estruturação de uma Concessão/PPP: Regulação Econômica de Infraestruturas 1º Simpósio Nacional de Auditoria de PPPs 15/05/2013 Roteiro da Apresentação 1. Motivação 2. Governo e Infraestrutura 3. Quando

Leia mais

agente deve continuar funcionando mesmo depois que seu agenciador não está mais presente

agente deve continuar funcionando mesmo depois que seu agenciador não está mais presente Atributos Importantes Independência agente deve continuar funcionando mesmo depois que seu agenciador não está mais presente Adaptabilidade agente deve poder se adaptar a múltiplos ambientes, envolvendo

Leia mais

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção 2.1. Custo de Oportunidade Conforme vínhamos analisando, os recursos produtivos são escassos e as necessidades humanas ilimitadas,

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

Cidades Verdes. Cidades e Mudanças Climáticas no Brasil: Resultados Preliminares

Cidades Verdes. Cidades e Mudanças Climáticas no Brasil: Resultados Preliminares Cidades Verdes Cidades e Mudanças Climáticas no Brasil: Resultados Preliminares Cidades Brasileiras e Mudanças Climáticas Emissões de GEE Vulnerabilidade Ações das cidades brasileiras Oportunidades de

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS Capacitação dos pobres para a obtenção de meios de subsistência sustentáveis Base para

Leia mais

DIRETRIZES PARA ANÁLISES ECONÔMICAS E FINANCEIRAS DE PROJETOS

DIRETRIZES PARA ANÁLISES ECONÔMICAS E FINANCEIRAS DE PROJETOS DIRETRIZES PARA ANÁLISES ECONÔMICAS E FINANCEIRAS DE PROJETOS PO-10/2013 Unidade Responsável: PMO Ponto Focal OBJETIVO: Essas diretrizes visam ajudar a equipe e consultores do Funbio a responder às questões

Leia mais

Recuperação Paralela de Geografia 6º Ano 3º Bimestre

Recuperação Paralela de Geografia 6º Ano 3º Bimestre Recuperação Paralela de Geografia 6º Ano 3º Bimestre 1) Leia a seguir a letra da música Água, escrita por Paulo Tatit e Arnaldo Antunes. Da nuvem até o chão Do chão até o bueiro Do bueiro até o cano Do

Leia mais

AULA 07 Tipos de avaliação

AULA 07 Tipos de avaliação 1 AULA 07 Tipos de avaliação Ernesto F. L. Amaral 31 de março de 2011 Avaliação de Políticas Públicas (DCP 046) Fonte: Cohen, Ernesto, e Rolando Franco. 2000. Avaliação de Projetos Sociais. São Paulo,

Leia mais

Teoria pertence ao grupo das teorias objetivas, conduzindo a análise do valor para o terreno da oferta e dos custos de produção.

Teoria pertence ao grupo das teorias objetivas, conduzindo a análise do valor para o terreno da oferta e dos custos de produção. VALOR Questões : 1. O que é que determina o valor de um bem? 2. De que elementos dependem os valores atribuídos aos bens e serviços normalmente transacionados? VALOR TRABALHO David Ricardo: O valor de

Leia mais

Desafios do enquadramento e Objetivos da oficina

Desafios do enquadramento e Objetivos da oficina Oficina sobre Estratégias para o Enquadramento de Corpos d Água: Aspectos Técnicos e Institucionais PARCERIA: ANA E CTPNRH/CNRH Desafios do enquadramento e Objetivos da oficina Brasília DF, 09 de Setembro

Leia mais

Ativos Patrimônio Líquido CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS. 1. Custo de Capital

Ativos Patrimônio Líquido CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS. 1. Custo de Capital 34 CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS 1. Custo de Capital Custo de capital é a taxa de retorno que a empresa precisa obter sobre os seus projetos de investimentos, para manter o valor de

Leia mais

INTRODUÇÃO A ECONOMIA AULA 01 : CONCEITOS BÁSICOS TÓPICO 01: FUNDAMENTOS DE ECONOMIA MULTIMÍDIA Ligue o som do seu computador! OBS.: Alguns recursos de multimídia utilizados em nossas aulas, como vídeos

Leia mais

GIRH como Instrumento de Adaptação às Mudanças Climáticas. Instrumentos e Medidas de Adaptação

GIRH como Instrumento de Adaptação às Mudanças Climáticas. Instrumentos e Medidas de Adaptação GIRH como Instrumento de Adaptação às Mudanças Climáticas Instrumentos e Medidas de Adaptação Objetivos desta sessão Ao fim desta sessão, os participantes poderão: Compreender o conceito de adaptação às

Leia mais

www.institutosiegen.com.br Aula 1 Entender o conhecimento de cada aluno, suas experiências, visões do curso e desejos.

www.institutosiegen.com.br Aula 1 Entender o conhecimento de cada aluno, suas experiências, visões do curso e desejos. Aula 1 1. Apresentação da matéria, ementa e objetivos. 2. Dados, Informação e conhecimento; 3. Tipologia da Informação e conceito de Sistemas de Informação. Apresentação da Matéria, ementa e objetivos

Leia mais

1. Introdução. 3. Resultados. 2. Metodologia. Andréia Fernandes Muniz a *, Fernando Avancini Tristão a

1. Introdução. 3. Resultados. 2. Metodologia. Andréia Fernandes Muniz a *, Fernando Avancini Tristão a http://dx.doi.org/10.4322/cerind.2014.017 Estudo sobre a Forma de Comercialização e Especificação do Revestimento de Piso com Porcelanato Baseado nas Percepções dos Vendedores de Revestimentos Cerâmicos

Leia mais

COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA

COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA Capítulo 13 COMO ENTENDER O VALOR EMPRESARIAL DOS SISTEMAS E COMO GERENCIAR A MUDANÇA 13.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Como nossa empresa pode medir os benefícios de nossos sistemas de informação?

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 O saneamento básico no Brasil não condiz com o país que é a 7ª. economia do mundo da população não possui coleta

Leia mais

Enquadramento dos Corpos de Água em Classes segundo os Usos Preponderantes. Correlação com Plano de Bacia, Sistema de Informação e Monitoramento

Enquadramento dos Corpos de Água em Classes segundo os Usos Preponderantes. Correlação com Plano de Bacia, Sistema de Informação e Monitoramento Enquadramento dos Corpos de Água em Classes segundo os Usos Preponderantes Correlação com Plano de Bacia, Sistema de Informação e Monitoramento Plano de Recursos Hídricos Plano diretor de longo prazo que

Leia mais

Formas de uso da água

Formas de uso da água Formas de uso da água INTRODUÇÃO A água é utilizada para várias atividades humanas: uso doméstico, geração de energia, irrigação, navegação, lazer, entre outras atividades. Distribuição relativa do consumo

Leia mais

Perspectivas do Setor de Saneamento em relação à Cobrança

Perspectivas do Setor de Saneamento em relação à Cobrança Seminário Cobrança pelo Uso dos Recursos Hídricos Urbanos e Industriais Comitê da Bacia Hidrográfica Sorocaba e Médio Tietê Perspectivas do Setor de Saneamento em relação à Cobrança Sorocaba, 10 de setembro

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

QUALIDADE DE SOFTWARE. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 27 Slide 1

QUALIDADE DE SOFTWARE. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 27 Slide 1 QUALIDADE DE SOFTWARE Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 27 Slide 1 Objetivos Apresentar o processo de gerenciamento de qualidade e as atividades centrais da garantia de

Leia mais

Adaptando-se à escassez hídrica: melhorando as fontes e os usos da água na agricultura urbana de Beijing

Adaptando-se à escassez hídrica: melhorando as fontes e os usos da água na agricultura urbana de Beijing Adaptando-se à escassez hídrica: melhorando as fontes e os usos da água na agricultura urbana de Beijing Ji Wenhua e Cai Jianming - IGSNRR Email: jiwh.07b@igsnrr.ac.cn Beijing está enfrentando uma crise

Leia mais

1. O Comitê de Promoção, presidido pelo Dr. Ernesto Illy, reuniu-se pela nova vez sob a égide do Convênio de 2001 em 25 de maio de 2006.

1. O Comitê de Promoção, presidido pelo Dr. Ernesto Illy, reuniu-se pela nova vez sob a égide do Convênio de 2001 em 25 de maio de 2006. PC 37/06 International Coffee Organization Organización Internacional del Café Organização Internacional do Café Organisation Internationale du Café 5 junho 2006 Original: inglês P Decisões e Resoluções

Leia mais

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE 546 A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE Irene Caires da Silva 1, Ana Carlina Toni Pereira 2, Carlile Serafim Pestana 2, Fernando Henrique Grigoletto dos Santos 2, Henrique

Leia mais