Administração de Materiais

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1 dministração de Materiais Prof.ª Fabiana Martins de Souza Tacco ecursos dministrar recursos tem sido a preocupação dos gerentes, engenheiros, administradores e praticamente todas as pessoas direta ou indiretamente ligadas às atividades produtivas tanto na produção de bens tangíveis tanto quanto na prestação de serviços. Como mostra a figura abaixo, as empresas precisam e têm a sua disposição cinco tipos de recursos: materiais, patrimoniais, de capital ou financeiro, humanos e tecnológicos. Fig CUSS À DSPSÇÃ DS MPSS C U S S M T S P T M N S C P T L H U M N S T C N L Ó G C S Martins, lt, 2009 Demanda Demanda é o ponto de partida para a elaboração do plano global da cadeia de abastecimento. falta de alinhamento entre demanda e estrutura logística de abastecimento gera custos, prejuízos, perda de market share, dentre outros. s clientes são os puxadores dos processos. 1

2 dministração de Materiais dministração de ecursos Materiais engloba a seqüência de operações que tem início: na identificação do fornecedor, na compra do bem ou serviço, em seu recebimento, transporte interno e acondicionamento (armazenagem), em seu transporte durante o processo produtivo, em sua armazenagem como produto acabado em sua distribuição ao consumidor/cliente. Martins, lt, 2009 Ciclo da dministração de Materiais Fig CCL D DMNSTÇÃ D MTS Clientes Transporte Sinal de Demanda xpedição dentificar fornecedor rmazenagem do produto acabado Comprar materiais Movimentação interna Transportar materiais ecebimento e rmazenagem Martins, lt, 2009 Funções dministrativas Planejamento Determinação de bjetivos e metas para o desempenho organizacional futuro. rganização Designação de tarefas, agrupamento de tarefas em departamentos, alocação de recursos. Direção nfluenciar os colaboradores para que realizem as tarefas de acordo com o planejado e os objetivos estabelecidos. Controle Comparar o desempenho atual com o que foi planejado. SLV,

3 Supply Chain Management Na figura acima constam os participantes da cadeia de suprimentos: Fornecedor ndústria/fábrica tacadista Distribuidor Varejista Fluxo de nformações Fluxo de Mercadorias Fluxo Monetário $$ Conceito: Cadeia de Suprimentos Cadeia de suprimentos corresponde ao conjunto de processos requeridos para a obtenção materiais, agregar-lhes valor e disponibilização dos produtos de acordo com o desejo dos clientes e consumidores, quando e onde desejarem BTGL (2009, p. 5) Complexidade peracional Número de Fornecedores Número de SKU s Número de rmazéns Número de Clientes/Lojas xistência de Fábricas Perecibilidade dministrar a complexidade operacional!! SLV, FLUY,

4 Conceito: Logística Logística é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar de maneira eficiente e eficaz as atividades logísticas que envolvem o fluxo de matérias primas, produtos e resíduos, bem como os serviços, informações e custos associados, cobrindo desde o ponto de origem, passando pelo ponto de consumo, pós-consumo, pósvenda, revalorização, reutilização até o retorno ao ciclo produtivo, com o objetivo de atender aos objetivos do consumidor/cliente de maneira sustentável, sempre ao menos custo possível. daptada de Concil of Logistics Management Logística ntegrada Fonte: Logística Ballou,

5 Processo de Suprimentos Para fabricar produtos é preciso ter a quantidade correta de materiais para abastecimento do processo de produção. quisição de materiais (btenção): ao menor custo possível; qualidade superior e que estejam disponíveis É preciso garantir o abastecimento da produção!!! Processo de suprimentos Compras ciclo de compras começa a partir de uma solicitação de alguma área interna da organização requerendo matérias-primas, produtos, equipamentos, peças de reposição, materiais acessórios, dentre outros. ste ciclo termina quanto a área solicitante recebe a notificação de que o item comprado foi entregue de acordo com as especificações estabelecidas.. btenção de materiais tem papel fundamental na busca da excelência! Processo de suprimentos Compras Macro atividades que deve ser comprado Como comprar Quando comprar nde comprar De quem comprar Quanto pagar m que quantidade Detalhamento specificação de itens de acordo com as necessidades da empresa Metodologia de desenvolvimento dos processos de compra Melhor instante para a compra dentificação de melhores segmentos Definição dos melhores fornecedores Definição de preços justos e consequente evolução stabelecimento da quantidade ideal, em linha com os objetivos de economia da empresa, p. 30 5

6 Práticas de Negócio Processo Suprimentos troca eletrônica de informações (D) é uma prática importante que vem substituindo o telefone. Contratos de longo prazo, intensificando o relacionamento com o fornecedor. edução na quantidade de fornecedores. Utilização de ferramentas de colaboração, VM (Vendor nventory Management) ou Supplier Managed nventory (SM) fornecedor abastece automaticamente o cliente. Ética, princípios e valores! Processo de Suprimentos G N Z Ç Ã eceber solicitação Selecionar fornecedor Solicitar /Programar entrega M N T eceber e analisar Transferir material fetuar pagamento F N C D SP MM dm. Materiais Principais transações: Criação de Material (MM01/MM02/MM03) Criação de Fornecedor (XK01 / XK02 / XK03) equisição de Compra (M51N/M52N/M53N) rdem de Compra (M21N/M22N/M23N) ecebimento Físico (MG) ecebimento Fiscal (M) Visão geral dos estoques (MMB) Fonte: 6

7 ntervalo 5 minutos Processo de Produção função da produção corresponde à transformação de insumos ou componentes em produtos finais. s produtos são bens físicos e/ou os serviços gerados por uma empresa com a finalidade de obter receita e atingir as expectativas de proprietários e investidores Desenvolvimento de fornecedores é essencial Materiais de qualidade são essenciais ao processo produtivo!! Produção Produzir refere-se ao elemento cujo processo fundamental é composto por operações que convertem um conjunto de matérias-primas em um produto acabado ou semi-acabado..., p. 30 s produtos podem ser configurados conforme solicitação do cliente! Mudanças na demanda requerem flexibilidade na produção. 7

8 Processo de Produção Práticas de negócio do processo de produção Programas de treinamento dos funcionários de chão de fábrica. ntegridade de dados para se obter o máximo de exatidão nas fórmulas e níveis de estoque. timização de recursos. edução do tempo de trocas e início/término relacionado com produtos que competem em uma mesma linha de produção. Programas de manutenção preventiva incluídos no programa de produção. Controle de lote para posterior rastreamento do material. Processo de Produção Kanban Kanban = registro / placa visível / cartão. É um sistema que utiliza cartões de sinalização visando a regulação dos fluxos de produção em uma indústria. Nele é possível a identificação visual do estoque. ge como um acionador da produção / processo subsequente. Visa a redução contínua de desperdícios / estoque zero / eliminar defeitos / quebras / minimizar tempo de preparação. Pode sinalizar a necessidade para a geração da requisição de compras. Fornecedores devem ser tratados como parceiros. Cuidado ao dimensionar a quantidade de cartões Kanban, pois isto influencia diretamente no tamanho do estoque!! Processo de Produção Kanban Fonte: Foto: eprodução - Quadro Kanban 8

9 Processo de Produção Kanban Fonte: Processo de Produção Just-in-time sistema just-in-time é um método de produção com o objetivo de disponibilizar os materiais requeridos pela manufatura apenas quando forem necessários para que o custo de estoque de matériaprima seja menor. JT, que é baseado na qualidade e flexibilidade do processo de compras, também pode disparar o processo. Dependendo de como o sistema é idealizado, um cartão ou conjunto de cartões kanban pode dar início ao processo de compras. Sistema de produção puxado Martins e lt, 2009 p. 176 SP PP Produção Principais transações: Criação de Materiais (MM01/MM02/MM03) Criação da Bill f Material (CS01 / CS02 / CS03) Criação do oteiro (C01/C02/C03) Criação de rdem de Produção (C01/C02/C03) Baixa Material Básico (MB1 ou MG (por rdem de Produção) pontamento do Produto cabado (C15) Fonte: 9

10 Processo de Produção M T S Programar Produção Transferir Material Produzir e analisar qualidade mbalar produto rmazenar em local temporário Liberar para venda P D U T C B D Sequência Processo Produtivo p. 176 Manutenção stoques s estoques têm a função de funcionar como reguladores do fluxo de negócios. Tanto no fluxo de produção, no processo manufatureiro, com o abastecimento de matériaprima à produção. Quanto no fluxo de vendas, no processo comercial, no abastecimento de produto acabado aos participantes da cadeia de abastecimento (atacadistas, distribuidores, varejistas e cliente final. Martins, lt, 2009 azões para ter estoques Melhorar o serviço ao cliente: dando suporte a área de marketing, que ao criar demanda precisa de material disponível para concretizar vendas; conomia de escala: os custos são tipicamente menores quando o produto é fabricado continuamente e em quantidades constantes; Proteção contra incertezas na demanda e no tempo de entrega: considera o problema que advém aos sistemas logísticos quando tanto o comportamento de demanda dos clientes quanto o tempo de entrega dos fornecedores não são perfeitamente conhecidos, ou seja, para atender os clientes são necessários estoques de segurança; Martins, lt, 2009, p

11 azões para ter estoques Proteção contra contingências: proteger a empresa contra greves, incêndios, inundações, instabilidades políticas e outras variáveis que podem criar problemas. risco diminuiria com a manutenção de estoques. possibilidade de demanda maior do que a prevista. star aberto a expansão repentina. continuidade da produção. Martins, lt, 2009, p. 172 Custos ssociados manter estoques rmazenagem: quanto mais estoque, mais área necessária, mais custo de aluguel. Manuseio => quanto mais estoque, mais pessoas e equipamentos necessários para manusear os estoques, mais custo de mão de obra e equipamentos. Perdas: quanto mais estoque, maiores as chances de perdas, mais custo decorrente de perdas. bsolescência: quanto mais estoque, maiores as chances de materiais tornarem-se obsoletos, mais custos decorrentes de materiais que não mais serão utilizados. Furtos e oubos: quanto mais estoques, maiores as chances de materiais serem furtados e/ou roubados, mais custos decorrentes. Martins, lt, 2009, p. 172 nventário Físico: consiste na contagem física dos itens em estoque. Caso haja diferenças entre o inventário físico e os registros do controle de estoques, devem ser feitos os ajustes. curácia dos Controles: Uma vez terminado o inventário, pode-se calcular a acurácia dos controles, que mede a porcentagem de itens corretos, tanto em quantidade quanto em valor. curácia= Gestão dos stoques Número/Valor de itens com registros corretos Número total de tens Nível de Serviço ou Nível de tendimento: é o indicador do quão eficaz foi o estoque para atender às solicitações dos usuários. Nível de Serviço= Número de requisições atendidas Número de requisições efetuadas Martins, lt, 2009, p

12 Gestão dos stoques Giro de stoques mede quantas vezes, por unidade de tempo, o estoque se renovou ou girou. Valor consumido no período Giro de stoques = Valor do estoque médio no período Cobertura de estoques indica o número de unidades de tempo; por exemplo, dias que o estoque médio será suficiente para cobrir a demanda média. Cobertura em dias = Número de dias do período em estudo Giro Localização dos estoques: é uma forma de endereçamento dos itens estocados para que eles possam ser facilmente localizados. Com a automatização dos almoxarifados, a definição de um critério de endereçamento é imprescindível. x. ndereço:.b.c.d. Martins, lt, 2009, p nálise BC (Curva BC) análise BC consiste na verificação, em certo espaço de tempo (6 meses ou 1 ano), do consumo, em valor monetário ou quantidade, dos itens estocados, para que eles possam ser classificados em ordem decrescente de importância. Classe 50% a 80% valor (~20% dos itens) Classe B 20% a 30% valor (~20 a 30% dos itens) Classe C 5 a 15% valor (~>50%) *Vide Breeze com o passo a passo. Martins, lt, 2009, p. 211 Método de valiação dos stoques valiando-se o estoque pelo método Primeiro a entrar, Primeiro a sair (PPS), analisa-se o estoque pela ordem cronológica das entradas dos materiais. Sai o material que foi estocado em primeiro lugar. Utilizando-se o método Último a entrar, Primeiro a sair (UPS) para a análise dos estoques, considera-se que devem em primeiro lugar sair as últimas peças que entraram no estoque, o que faz com que o saldo do estoque seja avaliado pelo preço das últimas entradas. Custo médio a Secretaria da eceita Federal impõe os critérios de avaliação dos estoques, e consequentemente, a forma de apuração do custo da mercadoria vendida pelo Custo Médio. Martins, lt, 2009, p

13 ntervalo 5 minutos Warehouse Management System Sistema de gerenciamento do rmazém Gestão de rmazéns, Depósitos e Centros de Distribuição uxilia a resolver problemas: - demora na separação dos pedidos, grandes distâncias a serem percorridas para a separação dos produtos. - falta de controle de estoque, a quantidade do estoque físico não é a mesma que o estoque on-line. - lead time longo para o processamento do pedido. - nível de serviço ao cliente comprometido pela demora no processo. Processo de Distribuição processo de distribuição está associado à movimentação física de materiais e produtos. sse processo envolve atividades internas e externas, acompanhadas de documentos legais. Suas funções centrais são: recebimento e armazenagem, controle de estoques, administração de frotas e fretes, separação de produtos, carga de veículos, transportes, devolução de materiais e produtos, dentre outras. distribuição varia de produto para produto 13

14 Processo de Distribuição- Transporte Corresponde à movimentação física de um produto, que pode se dar em várias circunstâncias considerando o destino do produto como movimentação direta ao cliente, movimentação ao centro de distribuição próprio ou entre fábricas (transferência), movimentação ao ponto de apoio e movimentação a terceiros para retrabalho. custo do transporte é um componente importante no processo logístico e deve ser avaliado criteriosamente. Processo de Distribuição- Transporte Modal de Transporte odoviário Ferroviário Marítimo Dutoviário Vantagens ou Limitações lta disponibilidade e flexibilidade, melhor em volumes menores e pequenas distâncias. Baixo custo, baixa capilaridade das linhas férreas, alta capacidade de carga. Custo baixo, capacidade de carga muito alta, velocidade de trânsito baixa. specializado, custo de implantação alto, baixo custo. éreo lta velocidade, alto custo, Processo Distribuição-xpedição S V Ç C L N T eceber pedidos Carregar veículo Consolidar Pedidos Gerar documento de transporte Planejar e programar transporte Liberar veículo stabelecer rotas de transporte Transportar Selecionar empresas de transporte ntregar produto ao cliente Separar produtos nstalar produto C L N T 14

15 Processo Distribuição Transportation Management System Gerenciar contratos de transporte; Programar cargas; Planejar necessidade de frota; Cotação de fretes; companhar e controlar prazos de atendimento; companhamento das cargas pelos clientes; purar custos, despesas e adiantamentos gerais e por operação; Gerenciar contas correntes com clientes, transportadoras e motoristas eduzir custos e falhas na operação; Maximizar o uso dos veículos; Saga Sistemas - Planejamento da Distribuição Práticas de negócio no planejamento da distribuição ntegrar organizações do processo e se relacionar com clientes; eduzir retorno de produtos; elaborar previsões com os clientes; stabelecer regras claras para pedidos urgentes; Tecnologia da informação; Tecnologia de nformação!! TMS Planejamento da Distribuição Práticas de negócio no planejamento da distribuição timizar demanda e recursos; estabelecer prioridades de entrega; locar produtos de acordo com entrada e saída; Utilizar sistemas integrados; colaborar com departamentos e organizações; Sincronizar sistemas de planejamentos e transacionais P. plano de distribuição irá orientar o atendimento à demanda dos clientes! 15

16 Planejamento da Distribuição Práticas de negócio no planejamento da distribuição timizar demanda e recursos; estabelecer prioridades de entrega; locar produtos de acordo com entrada e saída; Utilizar sistemas integrados; colaborar com departamentos e organizações; Sincronizar sistemas de planejamentos e transacionais P. plano de distribuição irá orientar o atendimento à demanda dos clientes! SP SD Vendas e Distribuição Principais transações: Criação de Material (MM01/MM02/MM03) Criação de Cliente (XD01 / XD02 / XD03) Criação de rdem de Venda (V01/V02/V03) Criação de Fornecimento (VL01N/VL02N/VL03N) missão de Nota Fiscal (VF01/VF02/VF03) Fonte: Processo de dministração de Pedidos C L N T Fornecer dados de produtos e serviços Visitar Clientes Coletar Pedidos eceber e validar pedidos nalisar crédito do cliente -commerce vem transformando o processo de recepção dos pedidos. eservar produto - remessa Fluxo característico do processo de ministração de pedidos. p. 201 D S T B U Ç Ã 16

17 Problemas que geram em custos ntregas erradas Produto / mbalagem avariada traso nas entregas nversão de mercadorias Quebra de veículo ndereço errado no cadastro traso na expedição Troca de nota fiscal Mercadoria sem nota Veículo sem motorista Falta de ajudante Pedidos Urgentes Muitos pedidos, processamento manual, muito papel. traso no Carregamento traso no Descarregamento Falta de Caminhão ciosidade no caminhão Longas filas de espera nos recebimentos. Pedidos cancelados Concentração de pedidos ao final do mês. stradas precárias Falta de equilíbrio na gestão de estoques. eferências BLLU,. Logística mpresarial Transportes, dministração de Materiais ditora tlas. BTGL, P.. Logística e Gerenciamento da Cadeia de bastecimento. 2ed. ditora Saraiva, FLUY, P. F., WNK, P., FGUD, K. F., Logística mpresarial. Perspectiva Brasileira,ditora tlas, MTNS, P. G., LT, P.. C., dministração de Materiais e ecursos Patrimoniais. SLV, C.. L., FLUY, P. F. valiação da rganização Logística em mpresas da Cadeia de Suprimento de limentos ndústria e Comércio. evista de dministração Contemporânea, v. 4, n. 1, jan/abr SLV,.. Teorias da administração.2008 Sistema ntegrado - SP Trainning - 17

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