EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM TURISMO

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1 EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM TURISMO Aldir Cavalcante Antunes 1 Karla Cristina Campos Ribeiro 2 Márcia Fernanda Izidoro Gomes 3 Maria Leônia Alves do Vale 4 Resumo: Em virtude do número significativo de Instituições de nível superior em Turismo no Amazonas (07 cursos ao todo) e da grande quantidade de bacharéis no mercado, inclusive uma parte considerável não atuando no segmento, este artigo é resultado da busca de um diferencial competitivo para os egressos do Curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas. Tem por objetivo apresentar propostas de adequação do currículo do Curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas, com ênfase ás características regionais e as necessidades do mercado turístico do Estado. Propõe o estímulo à formação de competências que visam permitir uma maior competitividade ao profissional de nível superior em Turismo baseada em uma formação multifuncional. Discute a aplicabilidade das disciplinas da grade curricular sugerida frente ao ingresso dos alunos no mercado de trabalho, bem como seu desempenho e satisfação durante o exercício acadêmico na Instituição. Enfoca o papel das atividades práticas como parte indispensável para o desenvolvimento dos conteúdos teóricos, que atendem e permitem saberes específicos do setor turístico. Ressalta a importância de determinados conhecimentos, habilidades e atitudes fundamentais para o alcance e a responsabilidade na prestação de serviços por parte do profissional. Palavras-chaves: Competência, Estrutura Curricular, Bacharéis em Turismo. 1. Introdução A atividade turística pode ser entendida como um agrupamento de diferentes setores inter-relacionados e complementares, entre eles as áreas mais diretamente ligadas ao 1 Pedagoga, com curso de MBA em Turismo, Hotelaria e Entretenimento pela FGV, Coordenadora Pedagógica do Curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas. 2 Bacharel em Turismo e Mestranda em Engenharia de Produção. Professora do Curso de Turismo do Centro Integrado de Ensino Superior do Amazonas e Coordenadora de Qualidade da Universidade do Estado do Amazonas. 3 Bacharel em Turismo, com especialização em Marketing e MBA em Turismo, Hotelaria e Entretenimento e Docente da Universidade do Estado do Amazonas. 4 Mestra em Engenharia de Produção, Bacharel em Administração de Empresas, Especialista em Ecoturismo, MBA em Turismo, Hotelaria e Entretenimento. Diretora da Escola de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas.

2 turismo, como: hotelaria, agência de viagens, transportes, eventos; e aquelas que podem ser consideradas como o suporte básico e/ou complementar às demais áreas: gestores públicos de turismo, as atividades de planejamento e consultoria em turismo, e as organizações do terceiro setor que em alguns segmentos desenvolvem um papel de extrema relevância, o que permite gerar uma gama distinta de perfis profissionais. A base para o desenvolvimento turístico está na prestação de serviços. Independente do tipo de programação realizada a possibilidade de oferecimento de um turismo prazeroso e de qualidade a uma demanda cada vez mais exigente, é diretamente proporcional à capacidade de bom atendimento e motivação do capital humano em buscar a satisfação do cliente. O turismo abrange atividades de várias naturezas. São tarefas complexas, que exigem a atuação de profissionais especializados, com conhecimento e formação na área os Bacharéis em Turismo ou Turismólogos (ANSARAH, 2000). Acompanhando as tendências internacionais que indicam um crescente interesse por viagens e lazer, surgem e se aprimoram as mais diversas áreas profissionais e investimentos ligados ao turismo. Seguindo a mesma ótica, surgem também inúmeros Cursos em Turismo, de nível técnico, médio e superior, que buscam capacitar pessoas e gerar mão-deobra qualificada para o atendimento das expectativas e necessidades destas demandas. No caso brasileiro, conforme Ansarah (2000), os primeiros cursos de Turismo em nível superior tiveram início na década de 70. Em 1978 surgiram os cursos de hotelaria e, mais recentemente, os cursos de gastronomia, lazer e toda uma mescla de currículos direta e indiretamente relacionados ao atendimento da demanda turística. Contudo, foi a partir de 1990 que os cursos de graduação em turismo tiveram um grande impulso, mais acentuadamente a partir de 1995 quando houve um aumento considerável destes cursos de graduação no Brasil. Segundo Trigo (2002) foram contabilizados no início de 2002, 425 cursos de bacharéis e tecnólogos em turismo e hotelaria isso sem considerar os cursos de administração com ênfase ao turismo. Na cidade de Manaus, os primeiros cursos de turismo em nível superior datam de Passados 07 anos, a cidade conta hoje com 07 cursos de graduação nessa área. Entretanto, dada a grande complexidade e abrangência das atividades relacionadas ao segmento e, por ser uma área de interesses acadêmico e científico relativamente nova, ainda padece da escassez de estudos específicos para articular seu corpus de conhecimento de

3 modo a permitir uma definição precisa para um perfil profissional condizente com as tendências turísticas mundiais e principalmente tendo como norte as características regionais dos mercados onde atuarão estes profissionais. Em Manaus, como na maioria das outras cidades brasileiras onde existem cursos de graduação em turismo, grande parte dos currículos criados para as primeiras turmas destes cursos foram desenvolvidos com base nas orientações do MEC e em pesquisas de outros currículos de cursos já existentes. À medida que os cursos foram evoluindo seus currículos foram sendo adaptados ao que se cogitavam serem as ênfases e tendências regionais e locais, tudo feito muito mais na base da suposta experiência, do que em pesquisas que indicassem estes caminhos. Em suma, considerando o âmbito local, não há até agora um estudo que identifique qual é o perfil recomendado para a formação do Bacharel em Turismo que lhes garantam competitividade e empregabilidade, segundo as necessidades do mercado turístico do Estado do Amazonas. Considerando estas premissas este artigo tem como objetivo apresentar as recomendações e propostas sugeridas para a adequação do currículo do Curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas, com ênfase às características regionais e as necessidades do mercado turístico do Estado. Assim, propôs-se o estímulo à formação de competências que visam permitir uma maior competitividade ao profissional de nível superior em Turismo baseada em uma formação multifuncional. Refletiu-se sobre a aplicabilidade das disciplinas da grade curricular sugeridas frente ao ingresso dos alunos no mercado de trabalho, bem como seu desempenho e satisfação durante o exercício acadêmico na Instituição. Outrossim, a relevância deste estudo confirma-se na carência de pesquisas científicas locais na área que sirvam de balizadores para os responsáveis pela formação educacional de um número significativo de indivíduos, como vem ocorrendo no ensino superior em turismo, em que o número de cursos gerados, de maneira geral, não têm base científica sobre as reais necessidades e tendências do mercado de trabalho.

4 2. Educação X Formação: a relevância dos processos educacionais para inserção dos acadêmicos e profissionais no mercado de trabalho. Em pleno Século XXI são crescentes as exigências por profissionais que agreguem valor às empresas e Instituições em que estão inseridos. Acompanhar estas tendências é um processo difícil. Trata-se de um grande desafio para a maioria das pessoas, e principalmente, para as Instituições educacionais, responsáveis em grande parte pela formação destes indivíduos. Cada vez mais o mercado de trabalho impõe o estabelecimento de profissionais competentes, que reúnam condições satisfatórias no que se referem aos conhecimentos acumulados, habilidades inatas ou desenvolvidas e atitudes positivas e favoráveis ao desenvolvimento organizacional e pessoal, como condição de empregabilidade e sucesso no mundo dos negócios. A competência individual é entendida neste estudo como a capacidade da pessoa em transformar os seus conhecimentos, suas habilidades, e atitudes em resultados práticos favoráveis ao seu desempenho e posição no mercado de trabalho. Entende-se, que é fundamental a reunião destes três fatores para que o indivíduo se consolide como um profissional competente frente às diversas realidades impostas. Ou seja, não basta apenas ter o conhecimento, mas precisa-se saber como aplicá-lo; ou ainda, não basta saber aplicálo, se não se houver a atitude certa diante de situações imprevisíveis. Enfim, é o somatório destas condições que permitirá ao indivíduo se estabelecer como um indivíduo competente. Colaborando com o exposto Nisembaum (2000), Brandão e Guimarães (1999) definem que ter competência significa possuir características fundamentais que são relacionadas a uma performance superior numa tarefa ou situação, e envolvem conhecimentos, habilidades e atitudes que permitem a um profissional um excelente desempenho em diversas circunstâncias de trabalho. A realidade dos profissionais que atuam no setor turístico não difere da situação geral apresentada. Ao contrário, a exigência por indivíduos competentes é algo presente e crescente. É com base nesta perspectiva que se posiciona este estudo, que visa identificar parâmetros para a formação de competências para os bacharéis em turismo, observando,

5 além das Diretrizes Curriculares Nacionais previstas pelo Ministério da Educação para os cursos de nível superior em turismo, as necessidades do mercado turístico local. Muito embora tenham tido seu início há pouco mais de trinta anos os cursos em nível superior em turismo no Brasil ainda se encontram em fase de desenvolvimento e adequação. Fato que revela uma das facetas inerentes à atividade turística, a sua dinâmica evolutiva. Por ter como base de seu desenvolvimento a prestação de um serviço, é certo que as pessoas que o oferecem devem estar constantemente atentas as novas necessidades do consumidor e principalmente buscar prover meios para o oferecimento de um produto de qualidade. Ou seja, os cursos de turismo vêm sendo desafiados a produzirem tecnologias que melhorem e viabilizem o conhecimento em prol do desenvolvimento do setor. Conforme Ansarah (2002) é necessário desenvolver uma tríplice formação profissional para as atividades de turismo, que devem estar baseadas nos seguintes pressupostos: na capacidade criativa dos profissionais; na habilidade para introdução de novas tecnologias; no uso de novos processos e formas de organização; na capacidade de adaptação do profissional: fator-chave do êxito para empresas; na busca constante de produtividade: o principal objetivo e condição para sobrevivência dos profissionais. Portanto, o objetivo maior, e provavelmente um dos grandes desafios dos cursos de nível superior em turismo, é conseguir proporcionar conjuntamente aos acadêmicos a educação e o treinamento. De outro modo, é permitir que o aluno detenha além dos conhecimentos e habilidades específicas sobre as diversas atividades inerentes ao turismo, as atitudes relevantes para a apropriação destes fatores, ou seja, um conjunto de princípios, capacidade crítica e reflexiva sobre as circunstâncias que o cercam, e não apenas ser um mero reprodutor de procedimentos. Cooper et al. (2001) aborda estas questões destacando que existe uma diferença entre a educação e o treinamento: a educação deve fornecer ao estudante ferramentas para que estes possam interpretar, avaliar e analisar as diversas situações e conhecimentos em

6 diferentes contextos; enquanto o treinamento é algo mais específico que está concentrado na aplicação detalhada de uma habilidade. Assim, para que os bacharelandos em turismo recebam uma formação que vá além do treinamento, e sejam contemplados com uma educação consistente, devem obter condições favoráveis para isto por meio do oferecimento da aprendizagem baseada em aspectos teóricos, práticos e éticos (BISSOLI, 2002). Em relação aos aspectos teóricos, é necessário que se alcance diversas correntes do pensamento turístico, de maneira a possibilitar um posicionamento crítico-reflexivo sobre o fenômeno e suas inter-relações socioculturais, econômicas e ambientais, estabelecendo paralelos entre passado, presente e futuro, buscando sempre meios para desenvolver o turismo por meio da maximização dos efeitos positivos e minoração dos efeitos negativos. No que se refere aos aspectos práticos, é precípuo a realização de atividades que permitam o treinamento e know-how de técnicas e saberes, que estimulem a consolidação de habilidades, conhecimentos e atitudes, tais como: visitas técnicas, estágios, planejamento e organização de eventos, além do planejamento e execução de roteiros de viagens e alguns tipos de trabalhos de campo. Quanto aos aspectos éticos, espera-se que o profissional internalize o valor de uma postura de respeito e moral diante dos aspectos que permeiam as relações no turismo, nos campos social, econômico, ambiental, a partir de uma compreensão de que estas relações abrangem questões maiores como a cidadania e a melhoria do mundo em que está inserido. Atingir todas as premissas básicas para a formação de um perfil condizente com as competências profissionais previstas nas orientações do MEC/Sesu não se constitui tarefa fácil e provavelmente é um verdadeiro desafio. Não incomum é que na teoria os projetos pedagógicos prevêem uma coisa e na prática se estabeleça outra. Definir a adequada proporção e intensidade de cada um dos aspectos mencionados acima (formação teóricoprática) pode ser um caminho para isto. Outrossim, devido ao caráter multidisciplinar e interdisciplinar característico do turismo é muito difícil propor um modelo padronizado de ensino. Contudo, pode-se refletir sobre alguns pontos que permitam configurar um objeto de estudo e análise para a formação do profissional especializado na área.

7 O cerne da questão neste estudo é o que propõe em linhas gerais o MEC, documento Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Turismo e Hotelaria, que é no formar um profissional apto a atuar em um mercado altamente competitivo e em constante transformação, cujas opções possuem um impacto profundo na vida social, econômica e no meio ambiente das sociedades onde são desenvolvidas. Sendo assim, um dos principais objetivos para a formação superior em turismo é preparar o acadêmico para o planejamento e a gestão da atividade. Deste modo, a estrutura curricular dos cursos em turismo deve ser pensada de maneira a possibilitar ao estudante não somente a aprendizagem sobre as rotinas de trabalho, mas sobretudo, permitir a internalização e reflexão sobre as circunstâncias e conseqüências das relações humanas, sociais, econômicas, políticas, ambientais que permeiam a atividade turística. Por seu caráter multidisciplinar, é preciso que se entenda o turismo como um objeto de estudo onde diversas áreas do conhecimento são parte indispensáveis de um todo. Cabe a cada disciplina da estrutura curricular possibilitar o alcance de sua inter-relação e aplicabilidade no desenvolvimento da atividade turística ou seja identificar sua contextualização diante das diversas facetas em que se dão as práticas turísticas e as comunidades, além de sua ligação com as demais disciplinas (BISSOLI, 2002). As Diretrizes Específicas das DCN também determinam que os cursos de graduação em turismo deverão apresentar uma organização curricular com os conteúdos interligados em três eixos de formação de acordo com o seguinte: I - Conteúdos Básicos: estudos relacionados com os aspectos Sociológicos, Antropológicos, Históricos, Filosóficos, Geográficos, Culturais e Artísticos, que conformam as sociedades e suas diferentes culturas; II - Conteúdos Específicos: estudos relacionados com a Teoria Geral do Turismo, Teoria da Informação e da Comunicação, estabelecendo ainda as relações do Turismo com a Administração, o Direito, a Economia, a Estatística e a Contabilidade, além do domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira;

8 III - Conteúdos Teórico-Práticos: estudos localizados nos respectivos espaços de fluxo turístico, compreendendo visitas técnicas, inventário turístico, laboratórios de aprendizagem e de estágios. Baseando-se nestas orientações, entende-se que o Bacharel em Turismo deve ser preparado para a realidade do segmento, com atitudes e procedimentos que atentem para as atividades globais, como o conhecimento do mercado, pautados pela qualidade e responsabilidade na prestação de seus serviços. Para tanto, deve possuir uma sólida formação interdisciplinar, oriunda das ciências humanas em geral e das ciências administrativas em particular, além dos conteúdos específicos sobre o setor turístico. Portanto é papel indiscutível do Ensino Superior em Turismo possibilitar ao acadêmico, além dos fatores acima mencionados, uma visão empreendedora da atividade, estimulando a efetivação e consolidação de conhecimentos, habilidades e atitudes condizentes com o desenvolvimento do segmento turístico global, priorizando os aspectos e necessidades locais. Enfim, é refletir sobre o âmbito global e agir com base na situação local. No próximo item, com base nos fundamentos utilizados neste estudo, são abordadas as proposições orientadoras para a revisão da estrutura curricular do Curso de Turismo da Universidade do Amazonas. 3. A Estrutura Curricular e o Perfil Profissiográfico pautados em aspectos relativos ao mercado turístico local e global. O Curso de Turismo da Universidade do Estado do Amazonas teve seu início em agosto de 2001 e terá sua primeira turma de bacharéis em Tem sido uma preocupação da Coordenação, Direção e alguns integrantes do corpo docente da Instituição, obter informações que possibilitem uma orientação sobre os rumos que devem ser dados aos aspectos relativos aos processos de formação dos alunos, no que diz respeito às disciplinas

9 existentes na estrutura curricular, bem como sobre as ênfases em atividades práticas e complementares, com vistas a empregabilidade dos egressos. Em função de não haver ainda alunos egressos, não há como realizar uma pesquisa com os mesmos para se ter um balizador sobre a forma como estes estão atuando e interagindo no mercado local. Assim, os principais instrumentos utilizados como orientadores para a análise e proposições que visem melhor adequar a estrutura curricular do Curso são: questionário socioeconômico aplicado aos alunos; entrevistas informais com representantes do trade turístico; análise e comparação da estrutura curricular atual com outras de diversas Instituições nacionais e locais; identificação de segmentos locais com maior índice de empregabilidade; levantamento sobre as tendências do segmento, principalmente no Estado. realização de eventos científicos. Em relação ao questionário socioeconômico busca-se obter um perfil dos alunos que ingressam nos Cursos de Turismo, suas expectativas e nível de conhecimentos acumulados. Quanto às entrevistas com os representes do trade espera-se identificar as necessidades no que se refere aos perfis profissionais condizentes com a realidade do setor. Assim, são ouvidos profissionais do setor público, privado, além de bacharéis que atuam no segmento. Pretende-se instalar um fórum de debates permanentes na Universidade trazendo para dentro da academia profissionais de setores que integram a cadeia produtiva do turismo, de modo a obter uma consultoria que possa nortear os conteúdos programáticos das disciplinas, bem como a atuação do corpo docente e coordenação. No que diz respeito às análises comparativas com outros currículos objetiva-se identificar as diferenças e semelhanças básicas e também as inovações tanto no que se refere às disciplinas, quanto às competências estimadas. As pesquisas voltadas para determinação dos setores de maior empregabilidade, bem como tendências emergentes, são feitas com base na coleta de dados junto às Instituições públicas e privadas do setor, tais como: a Secretaria de Cultura e Turismo, Secretarias

10 Municipais de Turismo, Associações de Classe, Empresas de Turismo, além de bacharéis que atuam no mercado. Na realização de eventos da Universidade tem sido prioridade a busca por parâmetros orientadores para a definição de um perfil profissional coerente com as necessidades locais e globais, por meio da junção da teoria com a prática. Existem dois eventos fixos no calendário institucional: Mostra Pedagógica de Trabalhos Acadêmicos onde são apresentados as pesquisas desenvolvidas em sala de aula, com foco em um tema específico realizado de maneira interdisciplinar; Encontro de Acadêmicos e Turismólogos do Amazonas atualmente se apresenta em sua segunda versão, que tem como enfoque científico promover o debate contínuo sobre aspectos relevantes ao profissional de turismo. Com base nas informações obtidas com estas atividades procedeu-se a análise da atual estrutura curricular do Curso de Bacharelado em Turismo da Universidade do estado do Amazonas. O referido Curso foi elaborado em regime de seriado semestral, perfazendo um total de 3030 horas, distribuídos em 08 semestres. O principal objetivo estabelecido no Projeto Pedagógico é preparar o Bacharel para atuar na área de Planejamento, Gestão, Pesquisa e Docência na área de Turismo, tendo como foco o turismo como fenômeno econômico e social. No decorrer dos primeiros semestres percebeu-se que seria necessária uma reestruturação do atual currículo do Curso para atender as demandas identificadas através das pesquisas relacionadas acima. Deste modo, a partir de reuniões periódicas com o corpo docente, apresentou-se as propostas para as mudanças na estrutura curricular. As modificações sugeridas não visam uma total alteração do atual currículo, mas promover melhorias que permitam atingir as demandas identificadas. De outro modo, tentase sanar algumas restrições percebidas ao longo dos semestres cursados, entre as quais destacam-se: curso com ênfase em áreas sem sustentabilidade nos conteúdos;

11 ausência de experimentação prática na área por um número significativo de docentes, que embora tenham titulação encontram dificuldades para contextualização dos assuntos, aliando a teoria com a prática; disciplinas com conteúdos estanques que não favorecem a interdisciplinaridade; conteúdos de idiomas estrangeiros com carga horária insuficiente. foram: Considerando as restrições expostas, as mudanças mais significativas apresentadas Inserir as Disciplinas de Línguas (Inglês e Espanhol) do primeiro ao oitavo e último semestre. Baseado nos resultados dos questionários socioeconômicos que revelaram que a grande maioria dos discentes não possui embasamento algum em nenhum dos dois idiomas. Outro fator preponderante observado é que o nível econômico é baixo, o que dificulta o investimento em cursos complementares. Ademais foi detectada através de pesquisa que o idioma é uma carência freqüente aos estudantes de turismo, sendo fator restritivo na sua inserção no mercado de trabalho. Exemplo claro dessa afirmação se observa no setor de hotelaria onde a falta de domínio em outros idiomas, principalmente no inglês, torna-se empecilho a atuação neste setor. Outro exemplo ocorrido em 2001, quando houve um processo seletivo para contratação de Bacharéis em Turismo para atuarem na Secretaria de Cultura e Turismo do Estado foi o fato de que algo em torno de 70% dos candidatos não dominavam nenhum outro idioma. Inserção da disciplina de Empreendedorismo que visa dotar os alunos de conhecimentos, habilidades e atitudes empreendedoras que permitam o seu diferencial no mercado; Ênfase as disciplinas de atividades orientadas, buscando consolidar o aprendizado teórico ao prático. Um dos métodos de trabalho utilizados e fazer com que os discentes ao ingressarem no curso adotem um município com potencial turístico para pesquisas e trabalhos contínuos que visam tornar efetivo esse potencial, por meio de indicadores das pesquisas realizadas e ações coerentes com a sustentabilidade necessária à atividade.

12 É importante ressaltar que este trabalho já vem sendo desenvolvido pelos acadêmicos do 5º e 3º períodos, com a escolha dos municípios Presidente Figueiredo e Carreiro Castanho, onde estão acontecendo atividades freqüentes com a participação dos órgãos municipais, empresários locais e a comunidade. Detectou-se como competência emergente na cidade de Manaus, a atuação de Bacharéis em Turismo na área da Docência do Ensino Superior. Deste modo, busca-se oferecer disciplinas para a complementação pedagógica e formação de docentes na área. As disciplinas pedagógicas poderão ser cursadas pelos discentes nas outras Unidades da Instituição, como por exemplo no Curso Normal Superior, por meio de uma reserva do número de vagas demandadas. Outra proposta seria oferecer seqüencialmente após a graduação, um curso de pós-graduação lato sensu na Docência para o Ensino Superior em Turismo. Enfim, estas são as propostas apresentadas para a adequação e melhor aproveitamento do Curso de Bacharel em Turismo da Universidade do Estado Amazonas. É importante frisar que algumas das proposições já estão sendo desenvolvidas com êxito. Pretende-se que as ações ainda não foram executadas possam ser efetivadas até o início do segundo semestre de Espera-se que ao final de todas as modificações propostas a Estrutura Curricular do Curso de Turismo da UEA possa abranger em sua essência aspectos relacionados aos seguintes pontos: aspectos ambientais; aspectos Culturais; planejamento e gestão; empreendedorismo. Outrossim, o perfil profissiográfico pretendido deve externar as seguintes características: internalização de valores éticos;

13 compreensão do mundo a partir de uma visão holística; formação técnica e científica para atuar no planejamento e na gestão de planos, programas, projetos em empresas turísticas e afins; empreender e buscar soluções alternativas e inovadoras; desenvolver atividades específicas da prática profissional em consonância com as demandas mundiais, nacionais e regionais. Conclusão A educação ruma no sentido de transferir valores que permitam dar sentido ao trabalho e trazer à luz as possibilidades do indivíduo. O desenvolvimento profissional tem uma conotação de evolução e continuidade. A formação destaca os aspectos técnicos de destreza e conhecimentos, incide em atitudes (OMT, 1995, apud Ferreira, 2002). Devido ao número significativo de Cursos de Graduação em Turismo na cidade de Manaus e na ausência de estudos que indiquem o número de profissionais necessários para atender a demanda local, este estudo tem o propósito de apresentar propostas para a consolidação de um perfil que permita ao Bacharel em Turismo da UEA condições de competitividade que lhes garantam empregabilidade, segundo as necessidades do mercado turístico do Estado do Amazonas. Considera-se a importância deste estudo em função da carência de pesquisas científicas com base local na área que permitam orientar àqueles que lidam com a formação acadêmica superior em turismo.

14 Referências Bibliográficas: ANDRADE, José Vicente de. Turismo Fundamentos e Dimensões. 2ª Ed. São Paulo: Ática, BARRETO, Margarita. Manual de Iniciação ao Estudo do Turismo. Campinas, São Paulo: Papirus, 2000 ( Coleção Turismo). BOO, Elizabeth. Ecoturismo Potenciales y Escollos. Washington D.C.: World Wild Life Fund. e The Conservations Foundation, BRASIL. Ministério da Indústria Comércio e Turismo, Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal. Diretrizes para Uma Política Nacional de Ecoturismo. Brasília: LINDBERG, Kreg, HAWKINS, Donald. Ecoturismo - um guia para planejamento e gestão. São Paulo: SENAC, MENDONÇA, Arminda, CORRÊA, Marcus. Turismo: conceitos, definições e siglas. Manaus: Editora Valer, MAGRINI A. A Avaliação de Impactos Ambientais. In: Meio Ambiente - Aspectos Técnicos e Econômicos. Brasília: ed. MARGULIS, S., IPEA, OMT _ Organização Mundial de Turismo. Desenvolvimento de Turismo Sustentável: Manual para organizadores locais. Brasília: EMBRATUR,1994. PETROCCHI, Mario. Turismo: planejamento e gestão. São Paulo: Futura, RUSCHMANN, Doris Van de Meene. Turismo e planejamento sustentável: a proteção do meio ambiente. Campinas, São Paulo: Papirus, 2000 (coleção turismo). SACHS, Ignacy. Estratégias de Transição para o Século XXI. Para Pensar o desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Ed. Brasiliense, SERRANO, Célia Toledo, BRUHNS, Heloísa (ORGS).Viagens à natureza: turismo, cultura e ambiente. Campinas, São Paulo: Papirus, 1997 (coleção turismo). TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. A sociedade pós-industrial e o profissional em turismo. Campinas, São Paulo: Papirus, TULIK, Olga. Turismo e meio ambiente - identificação e possibilidades da oferta alternativa. In : Turismo em análise. São Paulo: ECA /USP, [1999?].

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