TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº /07 ACÓRDÃO

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1 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº /07 ACÓRDÃO B/P VALENTE. Emprego de barco pesqueiro em ação de pesca em área proibida de reserva ecológica, constituindo-se prática de ato ilícito, provocando impacto ao meio ambiente. Ação deliberada de pesca não permitida, em área de reserva ambiental. Negligência. Infrações ao RLESTA. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Trata-se de analisar o fato da navegação envolvendo o B/P VALENTE, de propriedade de Reginaldo Vilhena de Araújo, quando, cerca de 10 horas do dia 24/06/2006, encontrava-se pescando na área da Estação Ecológica de Maracá-Jipioca, localizada na costa do Estado do Amapá, constituindo-se em prática de ato ilícito, provocando impacto ambiental. Dos depoimentos colhidos e documentos acostados extrai-se que o B/P VALENTE, com 8,0 metros de comprimento e 3.2 AB, sob o comando de Jackson Silva Lisboa, foi abordado por uma equipe de fiscalização formada por agentes do IBAMA e da Polícia Militar do Amapá por estar exercendo atividade de pesca como barco agregado (filho) para o barco GEAN PATRICK (mãe) em uma unidade de conservação de proteção integral, conforme Relatório de Fiscalização de fls. 37/42; que, segundo o referido relatório, a tripulação do B/P VALENTE foi orientada a retirar a rede de pesca da água e a fundear o barco para aguardar o retorno da fiscalização, sendo que, nesse ínterim, a equipe de fiscalização abordou o B/P GEAN PATRICK (barco mãe), que recebia o pescado das outras embarcações menores, sob o comando de Cícero Carneiro, o qual apontou o Sr. Reginaldo Vilhena de Araújo, como proprietário de ambas as embarcações; que o pescado, os instrumentos e demais itens envolvidos na infração foram apreendidos e os infratores encaminhados à Delegacia de Polícia do Amapá para prestar depoimento; e que depois de ouvidas, as tripulações, acompanhadas por agentes do IBAMA e por servidores da Polícia Militar, foram orientadas a se deslocarem para a Delegacia da Capitania dos Portos de Santana, local onde a equipe de inspeção naval realizou as vistorias e as demais medidas legais foram tomadas, tais como, notificações das embarcações, autos de apreensão e termos de fiel depositário dos materiais apreendidos. Em seu depoimento, Jackson Silva Lisboa, mestre não habilitado do B/P VALENTE, declarou que o proprietário da embarcação era o Sr. Reginaldo Vilhena de 1/12

2 Araújo e que o depoente se encontrava no comando da embarcação; que o responsável ou encarregado pela embarcação era o Sr. Cícero Carneiro Lisboa Silva; que o seu barco foi abordado pelo IBAMA no dia 24/06/2006, aproximadamente às 11 horas, na costa da ilha do Maracá, município do Amapá, nas proximidades das Lat. 002º N e Long 050º W, a aproximadamente 17 milhas da margem e 10 metros de profundidade; que não tem conhecimento da área de reserva ecológica porque é um aprendiz de pescador, sendo que tem conhecimento que a pesca em área de Reserva Ecológica é crime previsto em Lei; que efetuava pesca na área de reserva ecológica por conta própria; que não tinha pescado a bordo, pois foi recolhido pelo B/P GEAN PATRICK III ; e que não havia a bordo material de salvatagem e de prevenção a incêndio. Em seu depoimento, Admilson Stephano, analista ambiental e agente de fiscalização do IBAMA, declarou que durante a fiscalização de rotina na área da reserva ecológica abordaram o B/P VALENTE sendo que os pescadores da referida embarcação já estavam em trabalho de recolhimento de redes; que foi informado que o pescado estava sendo enviado para o B/P GEAN PATRICK III ; que a embarcação foi abordada nas coordenadas 02º 13,40 N e 050º 26,09 W, sendo que de acordo com a Lei nº 9.974/2000, a embarcação estava dentro da zona de entorno da referida reserva ecológica; que no mesmo grupo do B/P VALENTE e GEAN PATRICK III, foi abordado ainda o B/P COMANDANTE PATRÍCIO, o qual, após ser abordado, apresentou documentos da Capitania dos Portos como B/P MORRO VERDE ; e que ainda abordou uma outra embarcação o B/P LINHARES. Laudo de exame pericial, ilustrado com croqui e foto, descreve a sequência dos acontecimentos, registrando que o B/P VALENTE foi apreendido próximo a ilha de Maracá, costa do Estado do Amapá, carta DHN nº 200, coordenadas de 02º 12,961 N e 050º 22,669 W, profundidade de 9 metros, mar aberto, distante 17 milhas náuticas de terra e conclui que a causa determinante do emprego do pesqueiro em ilícito penal foi negligência. fls. 37 a 42. Documentação de praxe anexada, destacando-se o Relatório de Fiscalização de No primeiro relatório, datado de 27/02/2007, o encarregado do inquérito concluiu que não houve emprego da embarcação em ilícito penal, no que diz respeito à pesca em área de reserva ecológica, pois de acordo com os depoimentos a embarcação não se encontrava dentro da referida área quando foi abordada pescando, contrariando a informação do fiscal do IBAMA. Apontou as infrações à Lei nº 9.537/97, tendo em vista que a embarcação encontrava-se sem tripulação habilitada, não possuía material de 2/12

3 salvatagem, não possuía qualquer documentação, não possuía luzes de navegação e pescava em mar aberto sem ter autorização para tal, e a infração à Lei nº 8.374/91, por falta de seguro obrigatório DPEM. Apontou como possíveis responsáveis diretos por este ato ilícito o Sr. Reginaldo Vilhena de Araújo, proprietário do B/P VALENTE e o Sr. Cícero Carneiro que se denominava responsável por todas as embarcações pertencentes aquele grupo. A PEM, em diligência, requereu que fosse encaminhada a notificação dos indiciados conforme determina a legislação vigente, sendo que em resposta a Delegacia da Capitania dos Portos de Santana solicitou a substituição do relatório por um segundo, datado de 11/09/2007, alegando que o primeiro relatório contém contradição quanto à identificação de possíveis indiciados, gerando dupla interpretação relativas às causas do fato da navegação. No segundo relatório, o encarregado do inquérito manteve o teor do primeiro relatório, substituindo apenas o item III da conclusão, afirmando que a embarcação não pescava dentro da área de Reserva Ecológica. A PEM requereu, com base no art. 103, do Código de Processo Civil, a reunião do processo supra com o de n /2007, cujas portarias de deflagração do inquérito de nº 17 e 19 da Delegacia da Capitania dos Portos de Santana, tratam do mesmo objeto e mesmo conteúdo fático-jurídico, tendo sido deferido pelo Juiz-Relator que declarou este processo conexo com o de nº /2007. A D. Procuradoria, então, ofereceu representação contra Reginaldo Vilhena de Araújo, proprietário do B/P VALENTE e contra Jackson Silva Lisboa, na qualidade de comandante do B/P VALENTE, com fulcro no art. 15, alínea f (emprego da embarcação na prática de ato ilícito), da Lei nº 2.180/54, sustentando, em resumo, que de acordo com os depoimentos dos integrantes da tripulação, os mesmos não tinham conhecimento de estar pescando em área de Reserva Ecológica, entretanto, o alegado desconhecimento não exime os infratores das penalidades previstas em lei; que insta salientar que esta Procuradoria exarou promoção às fls. 62/63, solicitando a esta Egrégia corte que oficiasse à Capitania dos Portos de Santana solicitando providências para que os indiciados fossem devidamente notificados e em resposta ao ofício decorrente da mencionada solicitação, o delegado da Capitania dos Portos de Santana alegou contradição com relação à identificação de possíveis responsáveis, solicitando a substituição do relatório para que a dupla interpretação fosse sanada; que no novo relatório, acostado às fls. 69/74, o delegado substituiu o texto do item III, letra c, da conclusão, in verbis, que são possíveis diretos por este ato ilícito o Sr. Reginaldo Vilhena de Araújo que é o proprietário do B/P VALENTE, e o Sr. Cícero Carneiro que 3/12

4 se denominava responsável por todas as embarcações pertencentes aquele grupo, pela redação que a embarcação não pescava dentro da área de Reserva Ecológica, baseandose única e exclusivamente nos depoimentos dos envolvidos e ignorando o Relatório de Fiscalização do IBAMA, no qual consta que as embarcações foram apreendidas em atividade de pesca ilegal na Estação Ecológica Maracá-Jipioca; que o relatório do IAFN também desconsiderou o laudo pericial (fls. 46/48), elaborado pela Delegacia da Capitania dos Portos em Santana, que afirma estar o B/P VALENTE executando sua atividade de pesca em área de reserva ambiental, área essa onde a pesca é proibida; que, pelo exposto e por tudo o que consta dos autos, é forçoso concluir que o B/P VALENTE estava sendo empregado na prática de ato ilícito, caracterizado como pesca ilegal, eis que praticada em área de Reserva Ecológica, o que tipifica a prática do ilícito administrativo capitulado no art. 15, alínea f, da Lei nº 2.180/54, passível de apreciação e julgamento por este Tribunal Marítimo; e que são responsáveis, portanto, pelo fato da navegação de que se cuida, o proprietário dos barcos de pesca, Sr. Reginaldo Vilhena de Araújo, primeiro representado, por permitir que suas embarcações exercessem atividade de pesca em área protegida por lei e o Sr. Jackson Silva Lisboa, comandante do B/P VALENTE, segundo representado, por ter realizado pesca em área de proteção ambiental. Recebida a representação e citado, o representado Reginaldo Vilhena de Araújo foi regularmente defendido, enquanto o representado Jackson Silva Lisboa apresentou defesa sem a competente procuração, tendo sido requerido e deferido prazo para juntada da referida procuração, o segundo representado não se manifestou permanecendo revel, tendo sido notificado da condição de revelia de acordo com o mandado de fl. 244/244v. A defesa de Reginaldo Vilhena de Araújo, por I. advogado constituído, suscitou preliminar de inépcia formal e material da representação alegando que o representado está impedido do contraditório, posto que não sabe o motivo pelo qual está respondendo ao processo, não tendo por sinal cometido nenhuma infração, uma vez que não se encontrava a bordo pescando, sendo apenas o armador, o que foi indeferido pelo Juiz-Relator em despacho saneador não recorrido, tendo em vista que a representação de fls. 77 a 80 preencheu os requisitos formais exigíveis, sendo elaborada de acordo com a Lei nº 2.180/54 e com o Regimento Interno deste Tribunal, não havendo que se falar em descumprimento dos requisitos legais, como bem fundamentado na manifestação da PEM às fls. 246/248. Quanto ao mérito, a defesa de Reginaldo Vilhena de Araújo, alega, em resumo, que o representado é armador de pesca artesanal há mais de 20 anos, autorizado 4/12

5 pela Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, proporcionando trabalho para parceiros diversos; que a embarcação foi devidamente despachada, tendo sido surpreendida com a presença de Agente de Fiscalização do IBAMA acompanhado de policiais militares, quando se encontrava manobrando próximo da Ilha Maracá/Jipioca; que foi lavrado na ocasião o Auto de Infração nº D e os Termos de Apreensão nº e nº , correspondentes à apreensão da embarcação, do pescado e dos materiais de pesca; que o Auto de infração contém irregularidades insanáveis, de vez que não indica o nome da embarcação bem como os dispositivos que delimitam as áreas de pesca; que quando se trata de eventual ato lícito, praticado por um armador de pesca artesanal, que atua licitamente, é inadmissível a referida representação, por ser injusto que o armador responda objetivamente pelo crime, vilipendiando-se, assim, o princípio da culpabilidade basilar do direito penal; que o dia a dia das atividades pesqueiras tem demonstrado que, em muitos casos, armadores de pesca são acusados de crimes ambientais, simplesmente por serem armadores de pesca, sendo necessário nestes casos, verificar-se se os mesmos contribuíram para prática delituosa, se atuaram na condição de autores ou participantes do crime; que como se demonstrou acima, nem o armador de pesca nem seus pescadores participaram de qualquer ilícito penal, sendo, por conseguinte, inepta, formal e material, a representação; que se ocorreu pesca ilegal, essa pesca realizada em área supostamente proibida é de responsabilidade do comandante da embarcação, e não do armador; e que por todos esses fundamentos, a representação, ora contestada, deve ser julgada improcedente com a absolvição do primeiro representado e do comandante da embarcação em todos os seus termos, arquivando o processo. Na instrução, nenhuma prova foi produzida. Na fase de alegações finais, foi declarada a conexão deste processo nº /2007, já conexo com o processo nº /2007, com os processos nº /2007 e /2007, tendo estes dois últimos sido redistribuídos para o Juiz- Relator dos dois primeiros processos, os quais permaneceram em secretaria aguardando que os processos redistribuídos alcançasse esta fase de alegações finais. Em alegações finais manifestou-se a PEM reiterando os termos de sua exordial, sendo que o representado Reginaldo Vilhena de Araújo ratificou os termos de sua defesa, acrescentando que não praticou qualquer ilícito, mesmo porque o parecer elaborado pelo Procurador Federal da Procuradoria Geral Especializada junto ao IBAMA em Brasília, em que foi interessado João Mauro da Silva, é totalmente favorável à tese defendida pelo primeiro representado, a seguir transcrevendo parte do referido parecer; que o parecer exarado no Processo Administrativo que responde o primeiro representado, 5/12

6 ao abordar todas as questões levantadas pelo autuado, enumera irregularidades, concluindo no sentido de ser o auto de infração julgado insubsistente, sendo que o Gerente Executivo do IBAMA, ao que parece, não acatou o Parecer da Procuradoria Regional do IBAMA em Macapá, pois, até hoje, não julgou o Recurso Administrativo, tendo em vista que nos termos da lei teria 20 dias para fazê-lo; e que vale ressaltar que a embarcação GEAN PATRICK III é o barco mãe, enquanto a pequena embarcação conhecida como piolho denominada VALENTE, é a embarcação que recolhe o pescado capturado na rede de espera. Decide-se. De tudo o que consta nos presentes autos, conclui-se que a natureza e extensão do fato da navegação sob análise, tipificado no art. 15, alínea f, da Lei nº 2.180/54, ficaram caracterizadas como emprego de barco pesqueiro em ação de pesca em área proibida de reserva ecológica, constituindo-se prática de ato ilícito, provocando impacto ao meio ambiente. reserva ambiental. A causa determinante foi a ação deliberada de pesca não permitida, em área de Analisando-se os autos, verifica-se que o inquérito foi instaurado pela Portaria nº 17, de 04/07/2006, da Delegacia da Capitania dos Portos em Santana (DelSantana), atualmente Capitania dos Portos do Amapá, em virtude da informação contida no Ofício (fl.02) do Superintendente do IBAMA/AP ao Delegado da DelSantana, datado de 29/06/2006, segundo o qual era solicitado apoio na guarda temporária de quatro embarcações apreendidas durante ação de fiscalização na Estação Ecológica de Maracá- Jipioca, as quais teriam sido apreendidas por terem infringido o artigo 19 do decreto nº 3.179/99, sendo as embarcações denominadas: B/P LINHARES, B/M VALENTE, B/M GEAN PATRICK III e B/M COMANDANTE PATRÍCIO (B/M MORRO VERDE ). Observe-se que a referida portaria nº 17 (fl.05) foi instaurada para apurar apenas o emprego do Barco-Pesqueiro VALENTE em ilícito penal, o que resultou neste processo de nº /2007, enquanto a Portaria nº 19, de 04/07/2006, da mesma Delegacia da Capitania dos Portos em Santana foi instaurada para apurar apenas o emprego do Barco-Pesqueiro LINHARES em ilícito penal no mesmo fato e no mesmo dia, no mesmo local e na mesma hora, o que resultou no processo nº /2007, razão pela qual a PEM requereu, com base no art. 103, do Código de Processo Civil, a reunião dos processos citados por tratarem do mesmo objeto e mesmo conteúdo fático-jurídico, tendo sido deferido pelo Juiz-Relator que declarou a conexão entre estes processos. Posteriormente verificou-se que as portarias nº 18 e nº 20, ambas de 04/07/2006 foram 6/12

7 instauradas para apurar o emprego, respectivamente, dos Barcos-Pesqueiros MORRO VERDE (B/P COMANDANTE PATRÍCIO ) e GEAN PATRICK III em ilícito penal, dando origem aos processos nº /2007 e /2007, tendo estes dois últimos sido declarados conexos ao dois primeiros, tendo em vista tratar-se, também, do mesmo fato, no mesmo dia, no mesmo local e na mesma hora. As referidas Portarias 17,18,19 e 20 embora tenham indicado encarregados de inquérito diferentes, indicou os mesmos peritos, os quais realizaram os respectivos Laudos Periciais no mesmo dia, 15/12/2006, sendo que o laudo referente ao B/P VALENTE afirma que a embarcação estava executando sua atividade de pesca em área de Reserva Ambiental, área essa onde é proibida a pesca (fl. 48 deste processo). O laudo pericial traz em anexo um croqui com as posições dos pesqueiros plotadas em cópia da carta náutica nº 200 da DHN, indicando a linha de 10 km (5,5MN) tracejada, sendo que o B/P VALENTE está plotado sobre tal linha. A defesa de Reginaldo Vilhena de Araújo alega que o Auto de infração que lhe aplica multa de R$ ,00 (quarenta mil reais) contém irregularidades insanáveis, de vez que não indica o nome da embarcação, bem como os dispositivos que delimitam as áreas de pesca, trazendo aos autos cópia do recurso interposto ao Superintendente do IBAMA (fls. 130 a 134), onde afirma que não estava pescando dentro da unidade de conservação Maracá/Jipioca do IBAMA, afirmando, ainda que o agente de fiscalização não atentou para a Lei nº 9.985/2000, que regulamenta o art. 225, 1º, II, III e IV da Constituição Federal que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, sendo que tal Lei, revoga inclusive a Resolução Conama nº 13/90, que trata da zona de amortecimento de 10 km no entorno da unidade de conservação. Prossegue o recurso asseverando que a Lei nº 9.985/2000, que regulamenta o art. 225 da CF, conforme acima citado, define no seu art. 2º, XVIII, zona de amortecimento como entorno de uma unidade de conservação onde as atividades humanas estão sujeitas a normas e restrições específicas, com o propósito de minimizar os impactos negativos sobre a unidade e que o art. 25 da mesma Lei cita que as unidades de conservação, exceto área de proteção Ambiental e Reserva particular do Patrimônio Natural devem possuir uma zona de amortecimento e, quando conveniente, corredores ecológicos, sendo que o 1º do art. 25, determina que o órgão responsável pela administração da unidade estabelecerá normas específicas regulamentando a ocupação de uso dos recursos da zona de amortecimento e dos corredores ecológicos de uma unidade de conservação, ainda, o 2º do mesmo artigo diz que os limites da zona de amortecimento e dos corredores ecológicos e as respectivas normas de que trata o 1º, poderão ser definidas no ato de criação da unidade ou posteriormente, concluindo o 7/12

8 recurso que, portanto, não existe a zona de amortecimento de 10 km no entorno da unidade, conforme previa a Resolução Conama nº 13/90, sendo que não havendo a zona de amortecimento de 10 km e nem definição de seus limites estabelecidos no ato de criação da Unidade ou posteriormente, o requerente não praticou a infração de estar pescando em local interditado. Finalmente o recurso aponta que o parecer nº 0187/2006/PROGE/COEPA da Procuradoria Geral Especializada junto ao IBAMA, no processo nº /05/97 (fls. 169/170), define interdição como local impróprio para a atividade pesqueira, o que não é o caso do presente auto de infração, sendo que para que haja proibição e interdição impõe-se a existência de norma administrativa que proíbe ou interdita a atividade pesqueira, não havendo no auto de infração qualquer citação sobre a existência de norma que proíba ou interdite atividade de pesca no local onde o requerente foi autuado, sendo, portanto, o auto de infração plenamente nulo por falta de fundamentação legal e por contrariar o parecer acima citado. Submetido o recurso a Procuradoria Federal Especializada IBAMA/AP, esta se manifestou no parecer nº 243/2006 DIJUR/IBAMA/AP (fl.189 a193), assinado, em 30/08/2006, pela Procuradora Federal Maria Benigna Oliveira do Nascimento Jucá, que afirma não ter encontrado nos autos nenhuma norma administrativa que regule a zona de entorno da ESEC Maracá/Jipioca, entendendo que a atividade de pesca ou captura de animais está proibida dentro dos limites da referida Estação Ecológica (ESEC), e que não existindo norma reguladora da zona de amortecimento no entorno da Reserva, em uma área de 10 km, não há proibição para o exercício da pesca na citada área, concluindo que face ao exposto, opina pela insubsistência do auto de infração com base no parecer nº 0187/2006/PROGE/COEPA, do Procurador Luiz Carlos Ferreira e Menezes. Em 22/09/2006 o Superintendente Substituto do IBAMA/AP, Emmanuel Soares Pereira de Souza, encaminhou o recurso de Reginaldo Vilhena de Araujo à Coordenadora de Estudos e Pareceres Ambientais COEPA/PROGE (fl. 194), considerando: i) o conteúdo da defesa do requerente; ii) os dados técnicos presentes no relatório de fiscalização; iii) o Decreto nº /90, em seu art. 27: Nas áreas circundantes das Unidades de Conservação, num raio de dez quilômetros, qualquer atividade que possa afetar a biota ficará subordinada às normas editadas pelo IBAMA ; iv) o parecer nº 243/2006 DIJUR/IBAMA/AP; v) que o parecer nº 0187/2006/PROGE/COEPA citado trata de zona de amortecimento de um Parque Nacional, unidade de conservação de proteção integral tal como a Estação ecológica, mas que possui regulamento específico e legislação diferente (Lei nº 6.902/81 e Decreto nº /90); e vi) o parecer nº 0249/2005 PROGE/COEPA, que trata da uniformização 8/12

9 de procedimentos, mais precisamente a Orientação Jurídica Uniformizada nº 25, onde, entre outros comandos, tem-se Quanto ao art. 27 do Decreto nº /90, o mesmo não foi revogado pela Lei nº 9.985/2000, tendo em vista que há definições distintas para zona de amortecimento e zona de entorno, concluindo que face ao exposto, submete à COEPA (Coordenadora de Estudos e Pareceres Ambientais) os presentes autos para reanálise e manifestação, referente a presente autuação, objetivando o prosseguimento dos trâmites pertinentes. Em 24/10/2006 a Procuradora Federal da Procuradoria Geral Especializada IBAMA, sediada em Brasília, Conceição de Maria Jinkings Campos, manifestou-se sobre a solicitação do Superintendente do IBAMA/AP (Informação nº 0276/2006 PROGE/COEPA fl. 195), onde conclui que em que pese os argumentos do Superintendente, entende que não cabe a esta Procuradoria a análise solicitada, pois conforme prevê a Instrução Normativa 8, de 18/09/2003, no seu art. 12, a defesa apresentada pelo autuado deve ser apreciada pela DIJUR local e submetida ao Superintendente para julgamento e decisão final, sendo que a esta Procuradoria cabe análise do recurso interposto pelo autuado ao senhor Presidente do IBAMA. Em 14/11/2006 o Superintendente IBAMA/AP, Edivan Barros de Andrade, encaminhou o processo de recurso à DIJUR/AP, ao Procurador Federal José de Arimathea Vernet Cavalcanti, considerando a informação nº 0276/2006 PROGE/COEPA para manifestação jurídica, tendo sido respondido (fl.202), em 23/11/2006, pelo referido Procurador que não há mais que se falar em manifestação jurídica desta DIJUR, uma vez que tal manifestação encontra-se consignada com clareza marmórea, às fls. 50 a 54 (fls. 189 a 194), cabendo somente deliberação a respeito pela Superintendência. Novamente, em 22/01/2007, o Superintendente do IBAMA/AP encaminhou os autos para re-análise jurídica pelo DIJUR/IBAMA/AP (fl. 208), desta vez para a Procuradora Federal Maria Benigna Oliveira do Nascimento Jucá, a qual sugeriu, em 13/02/2007, que se proceda conforme despacho do Procurador Federal José de Arimathea Vernet Cavalcanti anteriormente citado. Embora não tenha sido trazida a este processo nº /2007 a decisão em relação ao recurso interposto por Reginaldo Vilhena de Araújo perante o IBAMA, as provas existentes nos autos, sejam a testemunhal ou a documental, permitem concluir que o B/P VALENTE encontrava-se em ação de pesca em área não permitida, senão vejamos: a) Jackson Silva Lisboa, mestre não habilitado do B/P VALENTE, declarou, em seu depoimento, que o seu barco foi abordado pelo IBAMA no dia 24/06/2006, aproximadamente às 11 horas, na costa da ilha do Maracá, município do Amapá, nas 9/12

10 proximidades das Lat. 002º N e Long. 050º W, a aproximadamente 17 milhas da margem e 10 metros de profundidade, não tendo conhecimento da área de reserva ecológica porque é um aprendiz de pescador, sendo que tem conhecimento que a pesca em área de Reserva Ecológica é crime previsto em Lei e que efetuava pesca na área de reserva ecológica por conta própria, sendo que não tinha pescado a bordo, pois foi recolhido pelo B/P GEAN PATRICK III ; b) Admilson Stephano, analista ambiental e agente de fiscalização do IBAMA, declarou, em seu depoimento, que durante a fiscalização de rotina na área da reserva ecológica abordaram o B/P VALENTE sendo que os pescadores da referida embarcação já estavam em trabalho de recolhimento de redes; que foi informado que o pescado estava sendo enviado para o B/P GEAN PATRICK III ; que a embarcação foi abordada nas coordenadas 02º 13,40 N e 050º 26,09 W, sendo que de acordo com a Lei nº 9.974/2000, a embarcação estava dentro da zona de entorno da referida reserva ecológica; c) Laudo de Exame Pericial referente ao B/P VALENTE (fl.48) afirma, no seu item VI) Análise, que De acordo com o depoimento das testemunhas e no Relatório de Fiscalização do IBAMA, verifica-se que apesar das testemunhas alegarem desconhecerem a localização da Reserva Ecológica, o IBAMA apreendeu a embarcação por encontrar-se realmente na Reserva Ecológica e pescando em local proibido e conclui que o fator operacional contribuiu para o evento, tendo em vista que a embarcação estava executando sua atividade de pesca em área de Reserva Ambiental, área essa onde é proibida a pesca ; e d) Relatório de Fiscalização do IBAMA (fls. 37 a 42) registra que Essa primeira equipe abordou o B/P VALENTE, embarcação que exercia a pesca como barco agregado (filho) para um barco maior (mãe), este barco foi orientado a retirar a rede de pesca da água e cessar o impacto ambiental na biota da unidade (...). O segundo representado permaneceu revel, por conseguinte, decorreram os efeitos da revelia quanto à matéria fática, com a presunção de veracidade dos fatos narrados na representação, não havendo provas ou argumentos nos autos que possam afastar a sua responsabilidade pelo evento em questão, eis que agiu com negligência ao realizar pesca em área protegida por lei, restando caracterizada a prática de ato ilícito. Restou demonstrado que o B/P VALENTE estava pescando em área não permitida, e mais, que o resultado de sua operação de pesca era descarregado no barco mãe GEAN PATRICK III, ambos de propriedade do primeiro representado Reginaldo Vilhena de Araújo, ficando caracterizado o emprego da embarcação na prática de ato ilícito, fato da navegação previsto no art. 15, alínea f, da Lei nº 2.180/54. 10/12

11 Deste modo, o Sr. Jackson Silva Lisboa, comandante do B/P VALENTE, segundo representado, deve ser responsabilizado por ter realizado pesca em área de proteção ambiental, tendo sido negligente na função que exercia. Por outro lado, não restou comprovado nos autos deste processo que o primeiro representado, proprietário do barco de pesca VALENTE, Sr. Reginaldo Vilhena de Araújo, tenha permitido ou mesmo determinado, que sua embarcação exercesse atividade de pesca em área protegida por lei, embora tenha confiado sua embarcação a um tripulante inabilitado para a função de comandante, o que se configura como infração ao RLESTA, razão pela qual deve ser exculpado por falta de provas, acolhendo-se em parte a argumentação contida em sua defesa. Pelo exposto, deve-se considerar parcialmente procedente a fundamentação da PEM julgando o fato da navegação como decorrente de negligência, condenando Jackson Silva Lisboa e exculpando Reginaldo Vilhena de Araújo por falta de provas. Deve ser oficiado à Capitania dos Portos do Amapá, agente local da Autoridade Marítima, as infrações ao RLESTA, art. 11 (conduzir embarcação ou contratar tripulante sem habilitação para operá-la), art. 15, inciso I (apresentar-se sem material de salvatagem a bordo), art. 19, inciso II (não portar os certificados ou documentos equivalentes exigidos) e art. 23, inciso II (trafegar em área de mar aberto sendo classificada para navegação interior) e a infração à Lei nº 8.374/91 (não apresentação de bilhete de seguro obrigatório DPEM em vigor na data do fato), cometidas pelo proprietário do B/P VALENTE, Reginaldo Vilhena de Araújo. Assim, ACORDAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do fato da navegação: emprego de barco pesqueiro em ação de pesca em área proibida de reserva ecológica, constituindo-se prática de ato ilícito, provocando impacto ao meio ambiente; b) quanto à causa determinante: ação deliberada de pesca não permitida, em área de reserva ambiental; c) decisão: julgar o fato da navegação previsto no art. 15, alínea f, da Lei nº 2.180/54, como decorrente de negligência Jackson Silva Lisboa, condenando-o à pena de repreensão cumulativamente com a pena de multa de R$ 300,00 (trezentos reais), de acordo com o art. 121, incisos I e VII, da Lei nº 2.180/54, com a redação dada pela Lei nº 8.969/94 e ao pagamento das custas processuais. Exculpar Reginaldo Vilhena de Araújo por falta de provas. Oficiar à Capitania dos Portos Amapá, agente local da Autoridade Marítima, as infrações ao RLESTA, art. 11 (conduzir embarcação ou contratar tripulante sem habilitação para operá-la), art. 15, inciso I (apresentar-se sem material de salvatagem a bordo), art. 19, inciso II (não portar os certificados ou documentos equivalentes exigidos) e art. 23, inciso II (trafegar em área de 11/12

12 mar aberto sendo classificada para navegação interior) e a infração à Lei nº 8.374/91 (não apresentação de bilhete de seguro obrigatório DPEM em vigor na data do fato), cometidas pelo proprietário do B/P VALENTE, Reginaldo Vilhena de Araújo. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 20 de setembro de Cumpra-se o Acórdão: Aos 15 de outubro de SERGIO CEZAR BOKEL Juiz-Relator LUIZ AUGUSTO CORREIA Vice-Almirante (RM1) Juiz-Presidente DINÉIA DA SILVA Diretora da Divisão Judiciária AUTENTICADO DIGITALMENTE 12/12

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