UNIVERSIDADE POSITIVO ANÁLISE DE MERCADO DAS CASAS DE SHOWS DE GRANDE PORTE DESTINADO AO PÚBLICO JOVEM NA CIDADE DE CURITIBA

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1 UNIVERSIDADE POSITIVO ANÁLISE DE MERCADO DAS CASAS DE SHOWS DE GRANDE PORTE DESTINADO AO PÚBLICO JOVEM NA CIDADE DE CURITIBA CURITIBA PR 2009

2 PEDRO DE MELLO REGO LOPES ANÁLISE DE MERCADO DAS CASAS DE SHOWS DE GRANDE PORTE DESTINADO AO PÚBLICO JOVEM NA CIDADE DE CURITIBA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Turismo da Escola de Negócios da Universidade Positivo como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Turismo. Orientador: Professor André Portes Caldini Berberi CURITIBA PR 2009

3 Dedico esse trabalho especialmente para meu pai e minha mãe e também para todos familiares e amigos que contribuíram para a sua construção. 2

4 3 Agradecimentos Agradeço primeiramente ao orientador do trabalho André Portes Berberi, que contribuiu e auxiliou na conclusão deste trabalho. A todos os meus amigos que entenderam meu sumiço durante o ano e em especial ao Bruno Pinheiro e Gustavo Andrade que ajudaram a aplicar os questionários. Aos espaços Curitiba Master Hall, Arena Expotrade Convention Center e Espaço Moinho que contribuíram para o sucesso do trabalho. Agradeço também aos profissionais, Roberto Lanza da Fundação Cultural de Curitiba, Fábio Neves da Seven Shows e Chrystian Ramos da Futura Produções, por suas contribuições. A minha namorada Amanda que além de ter ajudado na tabulação dos questionários sempre ficou do meu lado me apoiando, contribuindo para o bom desenvolvimento do trabalho. Ao meu irmão Diego Lopes que também ajudou no desenvolvimento do trabalho, contribuindo com sua experiência. Agradeço em especial ao meu pai Sérgio Luiz Lopes e a minha mãe Cristina Mello Rego Lopes por terem me ajudado nas diversas revisões do trabalho, por sempre estarem ao meu lado e que se não por eles eu não estaria aqui.

5 4 A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende. Arthur Schopenhauer

6 5 Sumário 1. INTRODUÇÃO Problema Hipóteses Justificativa Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Metodologia TURISMO Histórico e Conceitos: Classificação Turística Mercado Turístico Oferta e Demanda Turística Segmentação Turística Áreas especializadas do Turismo EVENTOS História dos Eventos no Mundo História dos Eventos no Brasil Conceitos de Eventos Classificação e Tipologia dos Eventos TURISMO DE EVENTOS Histórico e Conceitos Marketing de Turismo de Eventos EVENTOS ARTÍSTICOS Entretenimento Shows e Festivais Produção Cultural ou Executivo e Musical OBJETO DE ESTUDO: A CIDADE DE CURITIBA REFERENCIAL EMPÍRICO Análises dos questionários aplicados junto ao público alvo... 52

7 6 4.2 Análises dos questionários aplicados junto aos donos/ gerentes das casas de shows analisadas Pedreira Paulo Leminski Curitiba Master Hall Espaço Moinho Expotrade Convention Center Arena Expotrade Análises dos questionários aplicados junto aos principais produtores musicais da cidade de Curitiba Seven Shows e Eventos Futura Produções Artísticas CONCLUSÃO REFERÊNCIAS LISTA DE ANEXOS LISTA DE APÊNDICE

8 7 Resumo O trabalho consiste em uma análise de mercado dos shows de grande porte destinado ao público jovem na cidade de Curitiba levando em consideração a opinião do público alvo, dos produtores culturais da Seven Shows e Futura Produções, e dos espaços da cidade, Curitiba Master Hall, Pedreira Paulo Leminski, Espaço Moinho e Arena Expotrade. A cidade de Curitiba está se concretizando com uma das principais cidades do país destinada ao turismo de eventos, porém em relação aos shows de grande porte a cidade está carente de uma casa adequada. A partir disso o problema levantado pelo autor é de: a partir de uma análise histórica e do momento atual de Curitiba quais as mudanças necessárias para que a cidade possa sediar e se tornar referência na realização de shows de grande porte? Para o alcance do problema o objetivo geral do trabalho é analisar a situação atual da cidade Curitiba para a realização de shows de grande porte. Através dos questionários aplicados chega-se a conclusão de que o mercado de shows de grande porte em Curitiba está aquecido, porém com algumas dificuldades como investidores, patrocinadores, burocracia estadual e a falta de infra estrutura adequada. PALAVRAS CHAVE: Turismo de Eventos, Shows, Grande porte e infra estrutura.

9 8 1. INTRODUÇÃO O mercado de shows e espetáculos musicais tem se desenvolvido cada vez mais durante os anos. Dos antigos shows de fundo de garagem aos grandes espetáculos em estádios de futebol, parques e espaços especializados, das poucas ofertas de shows à imensa variedade que existe nos dias de hoje. O intuito do trabalho é identificar se a cidade de Curitiba está preparada para receber shows de grande porte tanto no nível nacional quanto internacional. Quanto ao porte dos eventos, serão considerados shows com número de participantes superior a pessoas. A partir disso, uma das propostas metodológicas, é realizar um levantamento dos principais espaços da cidade de Curitiba que possuem estrutura física para esta capacidade. Os principais espaços abordados partem-se dos já reconhecidos pela realização de shows. São eles a Pedreira Paulo Leminski, o Curitiba Master Hall, Espaço Callas, o Espaço Moinho e a Arena Expotrade Convention Center que sendo um espaço multiuso tem sido uma opção para grandes shows. O estudo desses espaços buscará compreender como são abordados os diversos fatores que implicam na realização de shows como, questões de logística, segurança, fornecedores, entre outros fatores. Os teatros, Positivo, Guaíra e Ópera de Arame são outras boas opções na cidade, porém são geralmente utilizados para apresentações de peças de teatro, palestras e shows acústicos fugindo assim do foco do trabalho que é analisar a carência de uma casa específica para shows de grande porte. Ainda serão abordadas questões importantes para a realização de shows como a autorização para utilização do espaço liberado pelo Corpo de Bombeiros, taxas como a do ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), alvará da prefeitura e ainda os principais fornecedores de som e iluminação, segurança, ingressos e sobre a importância da Fundação Cultural de Curitiba para a realização de shows na cidade. Durante esse processo também será realizada pesquisa de campo para descobrir qual é a visão que o público alvo, homens e mulheres de 18 a 30 anos que vão a shows freqüentemente na cidade de Curitiba tem sobre esses que ocorrem na cidade.

10 9 E outra com os principais organizadores e produtores musicais da cidade sobre suas opiniões a respeito do mercado para shows em Curitiba, em relação a patrocinadores, espaços, fornecedores e outros elementos importantes e detalhados na metodologia deste trabalho. 1.1 Problema A partir de uma análise histórica e do momento atual de Curitiba quais as mudanças necessárias para que a cidade possa sediar e se tornar referência na realização de shows de grande porte? 1.2 Hipóteses H1 As polêmicas ocorridas envolvendo a Pedreira Paulo Leminski principal palco para grandes shows em Curitiba ocasionando sua interdição, e a falta de espaços adequados foi o principal motivo para a diminuição de shows em Curitiba. H2 A falta de investidores e do apoio governamental para esse tipo de mercado pode ter causado a queda de shows na cidade de Curitiba, o que não acontece nas principais cidades do país que são acostumados a receberem shows de grande porte. H3 A qualidade e a falta de organização de algumas empresas que realizam shows em Curitiba fazem com que o público não tenha uma boa imagem desses shows. 1.3 Justificativa O Brasil sempre foi palco para shows de grande porte vide exemplo os shows do Rolling Stones que ocorreu em fevereiro de 2006 na praia de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro com público estimado em 2 milhões de pessoas ou dos shows de Paul McCartney que ocorreram em 1984 no estádio do Maracanã Rio de Janeiro com público de 184 mil pessoas pagantes e na Pedreira Paulo Leminski - Curitiba.

11 10 Ainda podem ser citados os mais diversos shows de grande porte como os festivais de musicas que ocorrem pelo país como o Planeta Atlântida que possui duas sedes, sendo uma em Porto Alegre e outra em Florianópolis movimentando um enorme fluxo de turistas nas cidades. O mesmo ocorre no festival do Reggae que é realizado em São Luis Maranhão o maior da América Latina, entre muitos outros exemplos assim como o Curitiba Country Festival e o Lupaluna festivais que são realizados na cidade de Curitiba PR. Acredita-se que pelo fato de o Brasil apresentar uma diversidade imensa de cultura o país está acostumado a realizar shows de grande porte de todos os tipos de música se destacando os shows voltados para o público jovem. Algumas cidades realizam shows de grande porte com mais freqüência do que outras como São Paulo e Rio de Janeiro que além de terem um diferencial por serem dois grandes centros turísticos do Brasil e com grande número de residentes possuem várias casas de show com capacidade superior a pessoas tendo com isso mais investidores e patrocinadores. Um dos pontos centrais deste trabalho é tentar descobrir como está a situação de Curitiba em relação à realização de shows de grande porte, sendo que isso não acontece com outros centros turísticos do país que possuem espaços adequados para a realização de shows de grande porte no intuito de serem palcos de grandes grupos musicais e de serem mais um atrativo para a cidade. Porém como citado acima os grandes shows estão concentrados no eixo São Paulo e Rio de Janeiro, e que de vez em quando esses shows se deslocam para Salvador, Recife ou Porto Alegre deixando de fora a cidade de Curitiba que sempre fez parte dos roteiros de artistas e bandas que vieram ao país. De acordo com a matéria publicada na seção Gazetinha do Jornal Gazeta do Povo do dia 28 de Fevereiro de 2009, Curitiba enfrenta uma série de problemas em relação a espaços para a realização de shows. Além da interdição de um dos seus espaços para shows mais famosos, a Pedreira Paulo Leminski e com poucas opções de casas de shows, o público curitibano perde a chance de ver de perto os seus ídolos. Mas mesmo com a interdição do principal palco para shows de grande porte de Curitiba como afirma o site A Pedreira é nossa que na época do fechamento, a cidade ostentava a terceira posição no Brasil como destino de shows internacionais

12 11 ficando somente atrás de São Paulo e Rio de Janeiro. (www.apedreiraenossa.com.br) Um exemplo real para a cidade é o show da banda de rock and roll Oasis que inicialmente era para ser realizado na Pedreira Paulo Leminski, porém com a demora da liberação do espaço pela prefeitura, obrigou os produtores a marcarem o show em outro local, o Expotrade Convention Center, para não ter que cancelar o show provando que Curitiba está carente de espaços adequados para grandes shows. 1.4 Objetivos Objetivo Geral Analisar a situação atual da cidade de Curitiba para a realização de shows de grande porte Objetivos Específicos Analisar os principais espaços para a realização de shows da cidade de Curitiba PR. Compreender o comportamento e opiniões do público em relação aos shows realizados na cidade de Curitiba PR; Analisar a opinião dos produtores musicais sobre os shows realizados na cidade de Curitiba PR; 1.5 Metodologia A Organização Mundial do Turismo define metodologia turística como um conjunto de métodos empíricos experimentais, seus procedimentos, técnicas e táticas para ter um conhecimento científico, técnico ou prático dos fatos turísticos. (In. DENCKER, 1999, p.24) Com base nessa definição sobre metodologia turística da OMT o trabalho será desenvolvido. Na primeira etapa do trabalho nos meses de Março, Abril, Maio e início de Junho o intuito era desenvolver um bom referencial teórico por isso foram realizadas pesquisas bibliográficas em livros, revistas, teses acadêmicas, artigos de jornal, internet, revistas especializadas entre outros que tenham como tema toda a evolução do turismo, do turismo de eventos e shows.

13 12 Sendo que os principais livros, periódicos e internet também foram utilizados no desenvolvimento do restante do trabalho para que mais atualizada informação ao leitor. O primeiro capítulo abordado com o tema turismo serve para explicar ao leitor algumas bases de estudo do autor e qual a relação que o turismo tem em relação aos eventos artísticos como os shows. Esse capítulo caberá descrever a história da atividade, seus principais conceitos, as classificações turísticas, as tipologias turísticas, o mercado turístico, a oferta e demanda e a segmentação turística. Já no segundo capítulo com tema eventos, os assuntos já estão mais conectados ao tema principal do trabalho que são shows musicais, criando assim uma ligação para o desenvolvimento do trabalho. Será abordado um histórico e conceitos sobre eventos, as diversas classificações e tipologias dos eventos e sobre a organização dos mesmos. No terceiro capítulo o tema é um dos segmentos do turismo será turismo de eventos. Nele será apresentado o histórico e conceitos da área, tipologia e segmentação do turismo de eventos e a questão de marketing no turismo de eventos. O quarto capítulo é sobre eventos artísticos, sendo que aqui nesse capítulo que serão abordados os principais assuntos do trabalho que são sobre o entretimento, os shows e festivais e a produção musical relacionados. Já na segunda parte do trabalho durante o mês de Julho foram realizadas três pesquisas de campo para tentar responder as perguntas do trabalho. De acordo com a OMT a pesquisa turística é: A formulação de perguntas, a coleta sistemática de informação para responder a essas perguntas e a organização e análise dos dados com a finalidade de descobrir padrões de comportamento, relações e tendências que auxiliem o entendimento do sistema, a tomada de decisões ou a construção de previsões a partir de vários cenários futuros alternativos. (OMT, 2006, pag. 5) As pesquisas foram determinadas de duas maneiras quantitativas e qualitativas, a OMT (2006, pag.11) as explica sendo que a pesquisa quantitativa baseia sua análise na informação que dados e fontes de informação proporcionam e já a pesquisa qualitativa é utilizada quando a informação disponível é pobre em

14 13 dados, mas rica em descrições das variáveis e não facilmente tratável com dados estatísticos. A primeira aplicação uma pesquisa quantitativa buscou o público alvo estabelecido no trabalho, identificados como jovens de idade entre 18 a 30 anos do estado do Paraná e freqüentadores de shows para descobrir qual a opinião do público que freqüenta shows em Curitiba sobre: a qualidade, infra-estrutura dos espaços e imagem desses shows. A segunda pesquisa agora qualitativa aplicada junto aos donos/gerentes de casas de shows de grande porte para identificar como eles vêem o mercado, para descobrir se existe um apoio governamental, questões sobre serviços utilizados e patrocínios na realização dos shows na cidade de Curitiba. Nessa segunda pesquisa foi levada em consideração a Lei Ordinária Nº de 18 de Dezembro de 2003 que dispõe sobre a promoção e realização de eventos de grande porte no Município de Curitiba. A Lei cita que shows de grande porte em local fechado são com público igual ou superior a (mil) pessoas e para local aberto com público igual ou superior a (duas mil) pessoas. (Ver anexo I) (Câmara Municipal de Curitiba) Com isso o número de casas de shows para grande porte cai bruscamente na cidade, pois o maior número são de casas que possuem capacidade de público até 700 pessoas, como Crossroads, John Bull Music Hall, Es Vedrà entre outros que são casas com música ao vivo, porém de médio porte. As casas de shows envolvidas no trabalho não serão comparadas com as casas noturnas de Curitiba como Woods Bar, Bavarium Cervejaria, Victoria Villa, Waay Country Music, Rodeo Country Bar e Yankee American Bar que possuem estrutura física para acomodar público superior a mil pessoas, mas que, por outro lado, não estão focadas em shows especiais senão no gerenciamento semanal de seus estabelecimentos. A partir disso as casas de shows que possuem estrutura física para público de grande porte na cidade de Curitiba e estão direcionadas à realização de shows de grande porte são: a Pedreira Paulo Leminski, Curitiba Master Hall, Espaço e a Arena Expotrade Convention Center. Já a terceira pesquisa também qualitativa foi aplicada com as principais produtoras musicais da cidade de Curitiba sendo algumas delas reconhecidas nacionalmente envolvidas neste segmento com intuito de se analisar o mercado da

15 14 cidade. As empresas analisadas: Prime Produções e Eventos, Seven Shows e Eventos, Planeta Brasil Produções e a CWB Brasil Comunicação e Eventos. Após o término da aplicação dos questionários foi elaborada a tabulação dos dados adquiridos na pesquisa durante a última semana de Agosto. A partir da tabulação foram realizadas as análises para poder desenvolver as propostas do trabalho durante o mês de Setembro. Com essas informações foi possível desenvolver a conclusão do trabalho podendo assim trazer as verificações das hipóteses propostas, do problema para assim desenvolvendo deduções e propostas adequadas.

16 15 2. REFERENCIAL TEÓRICO Cada vez mais os grandes shows e festivais se tornam importantes para o turismo de eventos para uma determinada região no intuito de atrair turistas. Vide exemplo, os shows da Madonna que ocorreram em São Paulo e Rio de Janeiro no final de 2008 atraindo milhares de pessoas do Brasil inteiro para suas apresentações. Isso mostra o poder que grandes artistas possuem para atrair seu público para suas apresentações. Esse poder também é visto nos grandes eventos como Copa do Mundo ou Olimpíadas que movimentam um país ou uma cidade inteira para a sua realização e que atinge pessoas do mundo inteiro durante o evento. Com a diversidade de eventos, o turismo de eventos se tornou muito importante para quase todos os setores. Sendo que os eventos atingem diferentes classificações e tipologias. Segundo MATIAS (2001) o turismo de eventos surge com os primeiros Jogos Olímpicos da era Antiga com data de 776 a.c. sendo que já eram realizados a cada quatro anos na cidade de Olímpia Grécia. Com caráter religioso os jogos eram os únicos momentos em que se havia uma trégua e não eram relatados combates. No decorrer dos anos a atividade se desenvolveu criando novos termos como Conferência, Congresso, Religioso entre outros, porém o Turismo de Eventos só surgiu como uma atividade organizada quando Thomas Cook em 1841 levou 570 pessoas para participarem de um Congresso Antialcoólico em Leicester Inglaterra. (IGNARRA, 1999) A partir desse ano a atividade turística se desenvolveu na Europa, sendo que Thomas Cook considerado o pai do turismo criou diversos termos para o turismo que são utilizados até os dias de hoje como voucher, forfait (viagem organizado de acordo com o interesse do cliente), traveller check e o HandBook of the Trip que eram informações sobre o destino escolhido pelo cliente.(oliveira,2000,p.27) Mas para podermos falar sobre a importância de shows e festivais e a sua relação com o turismo de eventos, é importante compreender o conceito da palavra turismo, entender seu meio, suas áreas, ou seja, todo o sistema turístico que será abordado no capítulo seguinte.

17 TURISMO Histórico e Conceitos: A palavra turismo ou tourism em inglês tem sua origem na Inglaterra, século XVII da palavra francesa tour (língua falada pela corte inglesa na época) que quer dizer volta e tem seu equivalente no inglês turn e do latim tornare. (BARRETO, 2000) Porém alguns estudiosos do setor como o suíço Arthur Haulot acredita que a origem da palavra pode ser hebréia da palavra Tur que aparece na bíblia no Capítulo XII, versículo 17 e com significado de uma viagem de descoberta, de exploração, de reconhecimento. (OLIVEIRA, 2000, p.15) O começo do turismo pode ser identificado em vários momentos da história, alguns autores como De La Torre (1991) e Matias (2001) situam que se iniciou na Grécia, no século VIII a.c. pelo fato das pessoas viajarem para ver os Jogos Olímpicos. (In. BARRETO, 2000, p.44) Já segundo McIntosh (1972) acredita o turismo surgiu com os babilônios por volta de a.c. com: El invento del dinero por los sumerios (babilônios) y el auge del comercio que se inició aproximadamente en el año 4000 a.c, tal vez señale el comienzo de la era moderna de los viajes. Los sumerios fueron los primeiros em concebir la idea del dinero, y en aplicarla a sus transacciones comerciales.(...)el hombre podía pagar por el transporte y el alojamiento ya fuera con dinero o por trueque de bienes.(apud. IGNARRA, 1999, p.15) Ainda existem outras visões sobre o inicio do turismo. Uma delas segundo Ignarra (1999) no Império Romano, existem registros das primeiras viagens de lazer[...]ao longo das vias de circulação eram montados postos de trocas de animais(...)nesses postos de trocas surgiram as primeiras hospedarias (IGNARRA, 1999, p.16) Outro fato importante para o desenvolvimento do turismo foi o Grand Tour na Europa durante os séculos XVIII e XIX que de acordo com Andrade (1999), O grand tour, sob o imponente e respeitável rótulo de viagem de estudos, assumia o valor de um diploma que lhes conferia significativo status social....

18 17 Para os ingleses as pessoas só obtinham um bom conhecimento de cultura quem tivesse sua educação ou formação profissional coroadas por um grand tour através da Europa. (ANDRADE, 1999, p. 9) Porém o turismo que conhecemos hoje só surgiu após a Revolução Industrial no século XIX, onde aconteceram as primeiras viagens organizadas por um agente de viagens. (BARRETO, 2000) A primeira definição de turismo surge em 1911 com o economista austríaco Herman Von Schullard que diz: Turismo é o conceito que compreende todos os processos, especialmente os econômicos, que se manifestam na chegada, na permanência e na saída do turista de um determinado município, país ou região. (apud. BARRETO, 2000, p.9) Essa primeira definição é bem ampla, voltada principalmente para a fonte econômica de um determinado lugar que realiza o turismo. Como ainda não se tinha nenhum estudo nessa época, Herman Von Schullard já via em 1911 o turismo como uma fonte de renda para os destinos turísticos. Outra definição para o turismo surge em 1942, com os professores suíços Walter Hunziker e Kurt Krapf, sendo que essa é a definição adotada pela Associação Internacional de Especialistas na Ciência do Turismo - Aiest: O turismo é uma soma de fenômenos e relacionamentos que surgem das viagens e de estadas de indivíduos não - residentes, na medida em que não visam a uma residência permanente e não são ligados a atividades remuneradas (Apud. LICKORISH;JENKINS, 2000, p.50) A Organização Mundial do Turismo (OMT) define o turismo como: O turismo compreende as atividades que realizam as pessoas durante suas viagens e estadas em lugares diferentes ao seu entorno habitual, por um período consecutivo inferior a um ano, com finalidade de lazer, negócios ou outras. (OMT, 2001, p.38) Já as definições adotadas pela Aiest e pela OMT já mostram o turismo com suas características atuais, como sendo uma atividade que envolva o deslocamento de pessoas de seu entorno habitual e que não podem ser contadas viagens que não são ligadas a atividades remuneradas.

19 18 Um dos pioneiros do estudo da ciência do turismo o professor Jafar Jafari uma definição mais holística do turismo em 1987: É o estudo do homem longe de seu local de residência, da indústria que satisfaz suas necessidades, e dos impactos que ambos, ele e a indústria, geram sobre os ambientes físico, econômico e sóciocultural da área receptora. (apud. BENI, 1998, p.38) Nessa definição o professor Jafar Jafari mostra a preocupação que o turismo tem que ter com a comunidade local, pois todas as atividades que são realizadas num determinado destino turístico influencia nas questões ambientais, sociais e econômicas do local. Outro importante nome para o estudo do turismo é Luiz Fernandez Fuster que em 1967 deu uma definição similar a Jafari: Turismo é, de um lado, o conjunto de turistas. (...) do outro, são os fenômenos e relações que esta massa produz como conseqüência de suas viagens. Turismo é todo o equipamento receptor (...) que o núcleo deve habilitar para atender as concorrentes turísticas que o invadem (...). Turismo são as organizações privadas e públicas que surgem para fomentar a infra estrutura e a expansão do núcleo (...) e o estudo do turismo para deduzir os lineamentos da política a seguir (...). Também é o turismo os efeitos negativos ou positivos que se produzem nas populações receptoras por contágio com os estrangeiros e o que por sua vez acontece entre as populações e seus vizinhos (mesmo que estes não recebam turistas) uma espécie de efeito multiplicador moral ou cultural (...) (apud. BARRETO, 2000, p.133) De acordo com a OMT Organização Mundial do Turismo, os consumidores dos serviços turísticos podem ser classificados em turistas, excursionistas e visitantes. (apud. IGNARRA, 1999) Esses termos foram aprovados em 1963 numa Conferência sobre Viagens Internacionais e Turismo, patrocinada pelas Nações Unidas, sendo que o primeiro termo a se definir foi visitante como: Para propósitos estatísticos, o termo visitante descreve a pessoa que visita um país que não seja o de sua residência, por qualquer motivo, e que não venha exercer ocupação remunerada. (apud. OLIVEIRA, 2000, p.33)

20 19 Segundo Ansarah (2001) a definição de visitante originou outras definições como, turistas são todos os visitantes temporários que permanecem no local visitado mais de 24 horas e excursionistas são todos os visitantes que permanecem menos de 24 horas no país visitado. (ANSARAH, 2001, p.18) Porém segundo Barreto (2000) a definição mais completa de turistas adotada pela OMT é de Oscar De la Torre: visitante temporário, proveniente de um país estrangeiro, que permanece no país mais de 24 horas e menos de 3 meses, por qualquer razão, exceção feita de trabalho.(apud BARRETO, 2000, p.25) Classificação Turística O tema classificação turística é abordada por diversos estudiosos do turismo, porém são de maneiras muito diferenciadas. Segundo Andrade (1999): A sistemática da classificação usual do turismo resulta da necessidade de um mínimo de organização indispensável na terminologia designativa e na distribuição administrativa dos recursos à disposição dos empresários, dos profissionais do setor e dos turistas. Não possui nenhuma segurança científica porque, à medida que os responsáveis pelo funcionamento da máquina turística dela exigem maior lucratividade, menos se interessam em reflexões a respeito de denominações, classificações, divisões e tipificações dos elementos estruturais do fenômeno. (ANDRADE, 1999, p.47) De acordo com Ignarra (1999) o turismo pode ser classificado de acordo com a amplitude das viagens em: local (entre municípios vizinhos), regional (em torno de 200 a 300 km da residência do turista), doméstico (dentro do país de residência do turista) e internacional (fora do país de residência). (IGNARRA, 1999, p.26) E também de acordo com a direção do fluxo turístico como, turismo emissivo que se entende como o fluxo de saída de turistas de uma determinada região e turismo receptivo que é o fluxo de entrada de turistas de uma determinada região. (IGNARRA, 1999) Ainda Ignarra (1999) acredita que o turismo pode ser classificado em turismo individual, sendo que esse seria praticado por pessoas que consomem mais e de forma mais seletiva, e em turismo de massa, esse mais econômico e mais coletivo. Outra visão de classificação do turismo é de Cunha (2001) dizendo que podemos classificar o turismo, segundo a origem dos visitantes, segundo as

21 20 repercussões na balança de pagamentos, a duração da permanência, o grau de liberdade administrativa e a organização da viagem. (CUNHA, 2001, p.34) Mercado Turístico O mercado turístico foi desenvolvido como qualquer outro mercado com intuito de vender produtos e serviços, porém possui características únicas diferente dos outros mercados como o fato do produto/serviço turístico ser intangível, fazendo com que o cliente não possa experimentar antes de comprar como acontece com qualquer outro produto, tendo que esperar até a realização da viagem. Outra característica do produto/serviço turístico é que ele não pode ser estocado, se avião não está com sua locação máxima ele terá que fazer a viagem mesmo assim. Para Lage e Milone (2001) O mercado turístico pode ser considerado uma rede de informações que permite aos agentes econômicos consumidores, no caso os turistas, e produtores, no caso as empresas de turismo tomarem decisões para resolverem os problemas econômicos fundamentais. (LAGE; MILONE, 2001, pg. 92) Com essa definição já se entende que o mercado turístico pode ser tão importante para uma região que possa vir a tornar a principal fonte de renda de uma cidade. Devido às características específicas do mercado, ele pode ser classificado em mercado turístico direto e mercado turístico indireto. O primeiro pode se dizer que são oferecidos bens e serviços estritamente turísticos como as excursões ou pacotes turísticos, a segunda classificação são oferecidos os bens e serviços ligados ao turismo como transportes, restaurantes entre outros. (LAGE; MILONE, 2001) Segundo Montejano (2001): Podemos definir o mercado turístico como a parte da economia que estuda e analisa a realidade econômica do turismo baseada em um mercado no qual confluem a oferta de produtos e serviços e a demanda que está interessada e motivada em consumir esses produtos e serviços turísticos. (MONTEJANO, 2001, pg. 11)

22 21 Com essa definição consegue-se entender que o mercado turístico é formado pelas ofertas dos produtos e serviços turísticos e pela demanda que consume esses produtos e serviços que são oferecidos geralmente pelos agentes de viagem. Ainda de acordo com Lage e Milone (2001, pg.94) para que o mercado turístico exista, é necessária a presença de três elementos básicos, a saber: preço, liberdade e heterogeneidade. Sendo que o que mais influencia o mercado é o preço dos produtos. Conclui-se que o mercado turístico é bastante amplo com diversos tipos de turismo, abrangendo uma diversidade imensa de atrativos turísticos, diversos tipos de meios de transporte, meios de hospedagem, sendo os eventos a área mais antiga e um dos tipos mais utilizados pelos destinos turísticos Oferta e Demanda Turística A oferta turística é formada por todos os bens e serviços do mercado turístico que juntos são oferecidos a demanda turística tanto individual ou em pacotes turísticos. Para Balanzá e Nadal (2003, pg. 65), a oferta é constituída por todos aqueles bens e serviços necessários ou interessantes para satisfazer as necessidades do turista. Segundo Lage e Milone (2001, pg. 72) a oferta turística pode ser definida como o conjunto de atrações naturais e artificiais de uma região, assim como de todos os produtos turísticos à disposição dos consumidores para a satisfação de suas necessidades. A oferta turística pode ser identificada como um produto turístico no que diz Balanzá e Nadal (2003): Oferta turística é o produto turístico que chega até o público que o demanda, através de uma série de variáveis ou ferramentas de marketing, aplicadas e relacionadas adequadamente. As variáveis são o desenvolvimento do produto global, a aplicação do preço, a distribuição e a comunicação. (BALANZÁ; NADAL, 2003, pg. 67)

23 22 Com base nessas definições podemos entender que oferta turística é todo produto ou serviço que um destino turístico pode oferecer, ou seja, é tudo aquilo que conquista o turista a conhecer o local ofertado. A oferta turística pode ser classificada em três categorias de acordo com Lage e Milone (2001), em os atrativos turísticos, equipamentos e serviços turísticos e a infra-estrutura de apoio turístico. Os atrativos turísticos são de fato o lugar, objeto ou acontecimento de interesse turístico que motiva o deslocamento de grupos humanos para conhecêlos, entre eles podem se destacar os recursos naturais (montanhas, litoral, parques, entre outros), recursos histórico-cultural (música, biblioteca, museus, e outros), realizações técnicas e científico-contemporâneas (zoológicos, jardim botânico, entre outros) e acontecimentos programados (congressos, feiras, e outros). (LAGE; MILONE, 2000, pg. 28) Já os equipamentos e serviços turísticos podem ser definidos como o conjunto de edificações, instalações e serviços turísticos indispensáveis ao desenvolvimento da atividade turística. Eles são formados pelos meios de hospedagem (hotéis, pousadas, entre outros), entretenimento (cinemas, teatros, pistas de esqui e outros) alimentação (bares, restaurantes) agenciamento, informações e outros serviços turísticos (agências de turismo, postos de informação, entre outros). (LAGE; MILONE, 2000, pg. 28) A infra-estrutura de apoio turístico é formada pelo conjunto de obras e instalações de estrutura física de base que proporciona o deslocamento da atividade turística, tais como o sistema de comunicações, transportes, serviços urbanos (água, luz, sinalização, limpeza urbana, etc. (LAGE; MILONE, 2000, pg. 29) Em relação aos fatores que influenciam a oferta turística segundo Lage e Milone (2001) são o preço do produto turístico, o preço de outros bens e serviços, preço dos fatores de produção e o nível de avanço tecnológico. A partir da década de 50 o turismo começa a se desenvolver como um mercado, com o tempo livre disponível e maior poder aquisitivo as pessoas começaram a viajar mais, com isso a necessidade de se aprender sobre a demanda para descobrir o que realmente a demanda busca. Demanda turística é simplesmente os turistas que de maneira individual ou em grupo se deslocam do seu habitat natural motivados pelos produtos ou serviços turísticos que irão suprir sua necessidade.

24 23 Para Balanzá e Nadal (2003) a demanda turística de um produto ou serviço turístico que, em determinadas condições, um grupo deseja e pode realmente adquirir. Já Montejano (2001), define demanda turística: Como o conjunto de turistas que, de forma individual ou coletiva, estão motivados por uma série de produtos e serviços turísticos com o objetivo de satisfazer suas necessidades de descanso, recreação, entretenimento e cultura em seu período de férias. (MONTEJANO, 2001, pg. 11) Portanto entendemos que demanda turística é todo um público específico para determinada atividade, viagem, a demanda são os turistas que realmente estariam interessados nessa oferta. Segundo a OMT (2001) a demanda turística: Está intimamente relacionada ao processo de tomada de decisões que as pessoas realizam constantemente no processo de planejamento de suas atividades de lazer e, portanto, sua escolha depende de numerosos fatores não só econômicos, como também psicológicos, sociológicos, físicos e éticos. (OMT, 2001, pg. 53) Como já citado a demanda é formada por grupos heterogêneos com diferentes personalidades sendo que essas se denominam as unidades básicas do turismo que é formada pelos turistas, viajantes e excursionistas. (BALANZÁ; NADAL, 2003, pg. 48) Para Lage e Milone (2001) a demanda turística pode ser definida como a quantidade de bens e serviços turísticos desejam e são capazes de consumir a dado preço, em determinado período de tempo. Com base nessas definições podemos entender que a demanda turística é um fator muito importante para o desenvolvimento do turismo, pois entendendo a demanda será mais fácil para levar a oferta até esses turistas, ou seja, entendendo a demanda facilita o mercado para criar análises, estudos entre outros Segmentação Turística A segmentação se tornou muito importante tanto para a oferta quanto para a demanda turística, ou seja, devido à grande concorrência do mercado um único segmento não conseguia atender aos que realmente queriam seus produtos.

25 24 Um dos pioneiros da segmentação turística foi o sociólogo israelense Erik Cohen que em 1972 classificou os turistas em os de massa individuais, que buscam lugares conhecidos com ajuda das agências de turismo, os de massa organizados que também utilizam serviços das agências, mas em grupos fechados conhecidos como pacotes turísticos, os exploradores buscam novas experiências, mas com conforto e não utilizam serviços de profissionais do ramo e os perambulantes que costumam viajar sem rumo e interagir com a população local. (In: NETTO; ANSARAH, 2009) Ainda nos anos 1970 o egípcio Salah-Eldin Abel Wahab desenvolveu uma tipologia de formas do turismo, agrupadas em, o número de pessoas que viaja, o objetivo da viagem, os meios de transporte utilizados, a localização geográfica da destinação, a idade dos turistas, o gênero dos mesmos e os preços atrelados à classe social. (apud. NETTO; ANSARAH, 2009, pg. 6) Baseado nessas informações Wahab criou classificações para esses grupos como, por exemplo, baseado na quantidade de pessoas ele definiu em turismo individual e em grupo, para meios de transporte turismo terrestre, marítimo, fluvial e aéreo, entre outros. (NETTO; ANSARAH, 2009) No ano de 1973, Stanley Plog desenvolveu um diagrama que chamou de Distribuição da população de acordo com tipos psicográficos, no qual desenvolveu uma curva da demanda baseado no ciclo de vida das destinações de Butler (1980) e criou uma nomenclatura para definir os demais comportamentos. (NETTO; ANSARAH, 2009, pg.7) Para os mais aventureiros o termo designado foi alocêntricos, já os mais dependentes foi psicocêntricos, e os turistas de massa a nomenclatura dada foi mesocêntricos. (NETTO; ANSARAH, 2009) Já no ano de 1977, Smith apresentou outra classificação de turistas dividindo em os exploradores que procuram novos conhecimentos e saberes, os de elite aqueles que escolhem programas exclusivos, caros, porém sem a necessidade de luxo. (NETTO; ANSARAH, 2009) Os que fogem do familiar são os turistas que buscam algo diferente e procuram distância dos turistas de massa, os inusuais são aqueles turistas que têm curiosidade de conhecer outras culturas, porém com adaptações e os turistas de massa que Smith subdividiu em três os incipientes (costumam viajar sozinhos ou em grupos pequenos e buscam o conforto de casa), os de massa propriamente dito (são

26 25 os turistas que viajam em grandes grupos com guias especializados) e os de charter (são aqueles turistas que quase não possuem contato com a população local). (NETTO; ANSARAH, 2009) Segundo Ansarah (1999) conseguirá maiores vantagens nas vendas a empresa que conhecer seus clientes ou seu mercado potencial; esse conhecimento deverá direcionar melhor seus recursos financeiros e adequar os produtos ao mercado. (ANSARAH, 1999, p.24) Para Rabahy (2005): A segmentação de mercado, de modo geral, visa identificar: os motivos da viagem; a composição do grupo de viagem; o âmbito geográfico da viagem; o local da prática do turismo; o tipo de transporte e alojamento utilizado; a época e a duração da viagem; os serviços requeridos; as atividades desenvolvidas; o tipo de viagem; o grau de fidelidade do consumidor; os gastos; além das características do comprador como: nível de renda; características demográficas; econômicas; geográficas; e psicográficas entre outras. (apud. NETO; ANSARAH, 2009, p.3) Com base nessas definições é possível dizer que segmentação turística é desenvolvida para levar determinado produto ou serviço até o público que deseje esse produto, ou seja, é o meio que se encontrou para a grande concorrência em que há no mercado turístico. Entende-se que segmentar o mercado turístico é identificar turistas que busquem o mesmo destino, produto, serviço, ou seja, com comportamentos homogêneos em relação as suas preferências e gostos. Os tipos da segmentação turística são diversos, de acordo com WTO e ETC (2007) apud. Netto e Ansarah (2009) os principais são segmentação sociodemográfica, tipo de viagem, visita a amigos e familiares, características da viagem, turista que visita pela primeira vez o destino e o turista que já esteve no destino, vantagem ou beneficio, atividade, motivação, estilo de vida, nicho de mercado, geodemográfica, preço, segmentação por audiências, internet, businessto-business, sem segmentação. (NETTO; ANSARAH, 2009) Com todos esses tipos de segmentação o leque se abre em relação às opções de segmentos, um exemplo é o turismo de eventos que está relacionado à motivação. Para obter maiores informações a tabela organizada pelos autores

27 26 Lohmann e Panosso Netto 2008 e ampliada por Panosso Netto e Ansarah (ver ANEXO II). Portanto pode definir que segmentação turística é desenvolvida para levar determinado produto ou serviço até o público alvo, ou seja, para atender a todos os tipos e preferências dos clientes Áreas especializadas do Turismo O mercado de trabalho para o profissional do turismo (turismólogo) é bem mais abrangente do que apenas trabalhar em agências de turismo ou de trabalhar como um guia turístico, curioso que a única pessoa habilitada para trabalhar como guia é fazendo um curso especializado que é oferecido pelo SENAC PR além de ter que tirar uma carteira de profissional diante do Ministério do Turismo. Segundo Ruschmann (2002) o turismo está relacionado com diversos tipos de atividades sendo elas a hospedagem, transportes, alimentação, recreação, agenciamento, eventos, planejamento e magistério. Baseado nessas informações pode definir que essas atividades também além de serem as principais áreas do turismo com exceção do magistério, elas possuem uma intensa ligação uma com outra em relação a eventos, mais diretamente aos shows. A área de hospedagem engloba todos os tipos de acomodação como hotel, motel, camping, albergue, sendo muito importante para o desenvolvimento do turismo em determinada região. Para a realização de um evento o meio de hospedagem é essencial e isso não é diferente em relação a shows, pois na grande maioria os organizadores visam atrair públicos de outros lugares. Outra área importante para o turismo os meios de transportes sejam eles aviões, carros, ônibus, trens, e outros são segundo PAGE (2001, pg.15) (...) a ligação essencial entre áreas de destino e as origens e facilita o movimento de pessoas em férias, viajantes de negócios, gente que visita amigos e parentes e aqueles que se dedicam ao turismo educacional e de saúde. Na questão dos transportes nos eventos também é de extrema importância, pois o deslocamento é inevitável, tanto para o público utilizando carros próprios, táxis ou ônibus quanto para a banda/artista que geralmente utilizam ônibus particulares.

28 27 Para completar o tripé do turismo o agenciamento também é essencial para a prática do turismo e serve para facilitar a viagem, sendo que o cliente não precisa se preocupar com nenhuma reserva ou pagamento, tudo é feito pelas agências de viagens. Segundo PETROCCHI e BONA (2003): As agências de turismo são organizações que têm finalidade de comercializar produtos turísticos. Elas orientam as pessoas que desejam viajar, estudam as melhores condições tanto em nível operacional quanto financeiro, e assessoram os clientes acerca da definição dos itinerários. (BETROCCHI; BONA, 2003, pg. 11) Geralmente para os shows de grande porte, as agências de turismo costumam vender pacotes incluindo transportes, ingresso do show e hospedagem, sendo de única responsabilidade do cliente a alimentação. Os alimentos e bebidas são outra área que está inserida no turismo, sejam eles restaurantes, bares, cafés, o setor inteiro está em alta no mercado, principalmente com cursos especializados para chef de cozinha ou cursos técnicos como cozinheiro auxiliar, confeiteiro entre outros. Não seria diferente em relação aos shows, pois é muito grande a relação entre Alimentos e Bebidas com shows, sendo que geralmente as casas de shows conseguem lucrar muito mais na área de A & B do que na venda de ingressos. Para o turismo se desenvolver é necessário o planejamento turístico, segundo RUSCHMANN e SOLHA (2006): Dentre as reflexões do planejamento turístico, destacam-se aquelas que se referem à responsabilidade social, ao uso do espaço e do território pelo turismo, às especificidades na formação dos planejadores turísticos e aos aspectos e características da política de turismo. (RUSCHMANN; SOLHA, 2006, pg. XVIII) Essa definição se encaixa perfeitamente no planejamento de um show pelo fato de haver a necessidade de um estudo para saber se o espaço selecionado está apto para receber o show além de inúmeros quesitos que um show precisa cumprir para sua realização. Na área de recreação, pode se encontrar diversas atividades como assistir TV, ir ao cinema e também está inserido o turismo, com isso os shows também se

29 28 utilizam da recreação principalmente para seus artistas durante o tempo em que passam na cidade para a apresentação. Na questão sobre eventos serão abordado no próximo capítulo, suas definições, e importâncias para o turismo.

30 EVENTOS História dos Eventos no Mundo Segundo Canton (2002)... desde a mais remota existência do ser humano, verificam-se encontros entre os homens. Os planos de caça, atividade de guerra, eram discutidos em reuniões, dentro de uma área preestabelecida, com objetivos definidos. (CANTON, 2002, p.49) Com isso entendemos que a idéia de evento pode ser muito antiga, ou seja, difícil de estabelecer um início exato, mas segundo a história existem diversas épocas em que foram evoluídas. Os primeiros eventos existentes foram os primeiros Jogos Olímpicos da Era Antiga, datados de 776 a.c. (MATIAS, 2001, p.1) Eles eram realizados na cidade de Olímpia, Grécia a cada quatro anos e durante os jogos não era registrado nenhum tipo de combate criando uma espécie de trégua por causa dos jogos. (MATIAS, 2001) Outros períodos importantes para a história dos eventos foram as Festas Saturnálias, instituídas em 500 a.c., das quais derivam o carnaval e em 377 a.c. que foi realizado o primeiro evento denominado congresso em Corinto. (MATIAS, 2001, p.2) Em relação a representações teatrais pode ser destacada, a manifestação de teatro medieval, que é realizada desde 1634 na cidade alemã de Oberammergan, sendo que essa é mais conhecida como a encenação da Paixão de Cristo e atrai mais de 300 mil turistas na temporada. (MATIAS, 2001) Somente em 1681 que é realizado o primeiro congresso científico em Roma, um Congresso de Medicina Geral dando início a eventos de cunho não religioso. (MATIAS, 2001, p.10) No ano de 1841 um inglês chamado Thomas Cook organizou uma viagem, fretando um trem para 570 pessoas entre as cidades de Leicester e Lougboroug, na Inglaterra para a realização de um Congresso Antialcoólico. (IGNARRA, 1999) Uma passagem da história dos eventos é segundo Montgomery (1995) Em 1896, um grupo de homens de negócios observou que os grupos, associações que

31 30 se encontravam, deixavam uma significante renda nos lugares que locavam para se encontrarem, assim como na comunidade. (apud. CANTON, 2002, p.49) Seguindo essa idéia de que os encontros traziam benefícios aos seus empreendimentos e à comunidade receptora, foi fundado em Detroit no mesmo ano de 1896 o primeiro Convention and Visitors Bureau com o objetivo de promover a cidade que estava passando por uma crise. (CANTON, 2002, p.49) De acordo com Andrade (2002, p.99) o Convention and Visitors Bureau tem como tarefa as atividades operacionais e os estudos para o desenvolvimento, geração e captação de eventos nas áreas bem estruturadas. Os principais objetivos de um Convention and Visitors Bureau são de estimular e apoiar eventos, promover e geração de eventos e de captar eventos para uma cidade específica. Outra entidade importante para os eventos tanto nacional quanto internacional é a ICCA International Congress and Convention Association, que trabalha como uma organizadora do setor. Segundo Gil (2000) a ICCA International Congress and Convention Association, é uma: Entidade internacional que congrega instituições/empresas que desenvolvam atividades relacionadas com o turismo de eventos, possui o mais completo banco de dados sobre o setor e publica periodicamente informações sobre o número de eventos realizados, gasto de participantes, ranking dos países-sede de evento, etc.(gil, 2000, p. 21 e 22) Nessa mesma época no ano de 1896 os Jogos Olímpicos foram reavivados pelo Barão de Coubertin, sendo que a cidade de Atenas foi à escolhida para sediar a primeira olimpíada da Era Moderna. (MATIAS, 2001, p.11) História dos Eventos no Brasil O surgimento dos eventos no Brasil segundo registros do Ministério da Indústria e Comércio é anterior a chegada da Família Real ao Brasil, pois aqui eram realizadas feiras em locais abertos, onde serviam para os comerciantes venderem seus produtos, com características das que aconteciam na Idade Média. (MATIAS, 2001)

32 31 Segundo Matias (2001) o primeiro evento que se tem conhecimento, ocorrido em espaço destinado à realização de eventos, foi um Baile de Carnaval em sete de fevereiro de (MATIAS, 2001, p.20) O carnaval que nos dias de hoje é um dos eventos brasileiros mais divulgados no mundo afora juntamente com outros destinos turísticos como praias, serras, cultura e vários outros. O ano de 1908 foi importante para o Brasil na área de eventos, pois foi realizado no Pavilhão de Feiras da Praia Vermelha a Exposição Nacional, sendo que este foi o primeiro evento desse nível realizado no país e o local foi o primeiro construído com estrutura para receber grandes feiras. (MATIAS, 2001) Porem o Brasil só se consolidou como organizador de feiras no ano de 1922 com a realização da Exposição Internacional do Centenário do Brasil no Palácio de Festas no Rio de Janeiro. Ainda na década de 1920 acontece dois grandes marcos para os eventos no Brasil, pois no ano de 1923 é inaugurado o Hotel Copacabana Palace que passa a receber diversos tipos de eventos e no ano de 1928 é realizado o primeiro evento de turismo, a Comvenção Internacional de Turismo que fora organizado pela Sociedade Brasileira de Turismo, hoje Touring Club do Brasil. (MATIAS, 2001) Um dos principais eventos já realizados no Brasil foi a Copa do Mundo de futebol que foi realizado logo após a Segunda Guerra Mundial no ano de 1950, sendo que o Brasil perdeu o título para a seleção do Uruguai em pleno Maracanã com público estimado em quase pessoas. Com a realização da Copa do Mundo o Brasil entra no roteiro mundial de destinos turísticos e com isso a atividade foi se tornando mais organizada, fazendo com que no ano de 1953 na cidade do Rio de Janeiro seja criada a primeira Associação Brasileira de Agências de Turismo - ABAV que tinha como objetivo zelar pelo bom desenvolvimento das atividades prestadas pelos agentes de viagens. (MATIAS, 2001, pg.22) Com essas idéias pode se analisar que após os anos de 1950 a atividade de eventos começou a se estabilizar no país, com o aumento de espaços para a realização dos mesmos e com a criação de entidades que cuidam da atividade, principalmente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Somente em 1983 que foi introduzido o São Paulo Convention and Visitors Bureau sendo o primeiro do Brasil e já no ano seguinte foi criado o Rio de Janeiro

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