Projecto de Programação MEEC /2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores"

Transcrição

1 Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Programação 2010/2011 Enunciado do projecto O projecto a desenvolver pelos alunos consistirá numa sistema de monitorização do estado de uma rede viária: frequência de passagem de veículos e sua velocidade. 1 Introdução Actualmente muitas estradas têm sensores que detectam a passagem dos veículos. Estes sensores permitem não só saber quando um veículo passa, mas também a sua velocidade. Esta informação deve ser processada centralmente por uma aplicação que indica quais as estradas com maior tráfego ou com problemas de escoamento dos veículos. Os alunos deverão desenvolver uma Aplicação de Monitorização que recebe eventos destes sensores, processa essa informação e informa o utilizador do estado das várias estradas. 2 Arquitectura O sistema final será composto por várias aplicações, uma será desenvolvidas pelos alunos, outras fornecidas pelo corpo docente: Aplicação de Monitorizaçãp (desenvolvida pelo alunos) Gestor do Canal de Comunicação (fornecido) Sensores (fornecidos) Relógio (fornecido) O esquema de transmissão de dados entre as aplicações é o seguinte: Relógio Sensor 1 Sensor 2 /tmp/canal_1 Aplicação de Monitorização Terminal Mapa Sensor 3 Gestor do canal Os sensores encontram-se distribuídos pelas diversas estradas e registam a passagem de veículos. 1/15

2 Essa informação à transmitida para a Aplicação de Monitorização através do canal. Simultaneamente, e através do mesmo canal, o relógio transmite informação acerca da passagem de tempo. Todas estas mensagens são enviadas em formato de texto, como se descreverá mais adiante. A aplicação principal lerá continuamente do canal e dependendo do tipo de informação recebida (passagem de um veículo numa determinada estrada ou passagem do tempo) assim executará determinadas acções. A aplicação terá duas funcionalidade distintas: mostrará continuamente num mapa o estado das estradas monitorizadas e permitirá ao operador, através do teclado obter estatísticas. 3 Gestor do Canal (fornecido) O canal a usar é um tipo especial de ficheiro que permite a comunicação entre diversas aplicações a executar na mesma máquina. Várias aplicações podem escrever neste ficheiro especial, mas só uma o pode ler. De modo a facilitar a criação do canal é fornecida uma aplicação (gest_canal) que permite a criação e eliminação deste ficheiro especial. Só depois de garantida a existência do canal se pode começar a usar as outras aplicações. 4 Relógio (fornecido) Esta aplicação escreve num canal pré-existente a hora corrente. Com uma determinada frequência indica a passagem do tempo. Por questões de facilidade de uso do sistema, a precisão deste relógio é de 15 minutos: HORA 0 0 HORA 0 15 HORA 0 30 Aquando do arranque desta aplicação é solicitado ao utilizador que escreva qual o identificador numérico do canal a utilizar. Alternativamente o utilizador pode invocar esta aplicação usando argumentos da linha de comando, escrevendo, por exemplo, o seguinte no terminal: relogio 4 Se o canal correspondente não existir a aplicação imprime uma mensagem de erro e sai. 5 Sensores (fornecidos) Os sensores são aplicações especiais que enviam para um canal pré existente a informação acerca das viaturas que passam numa estrada. Quando um sensor é criado, envia para o canal a sua informação (nome do sensor, velocidade máxima da estrada, número de faixas e coordenadas) como 2/15

3 se pode ver no exemplo: Projecto de Programação MEEC /2011-1ºSemestre NOVO_SENSOR IC_ A primeira palavra é o identificador de mensagem (NOVO_SENSOR) e o segundo é o identificador da estrada. Os seguintes valores correspondem à velocidade máxima permitida nessa estrada e o número de faixas de rodagem, no caso do IC 19 a velocidade máxima é de 100 Km/h e tem 3 faixas de rodagem. Os quatro últimos valores são as coordenadas de início e fim da estrada: xinicio yinicio xfim yfim. Depois, começa a escrever no canal a informação (velocidade) de cada viatura que passa: VIATURA IC_ Teste de funcionamento de um canal 1. Num terminal executar a aplicação gest_canal:./gest_canal Verificar se já existe um canal com esse nome. Se existir sair e escolher outro nome, senão criá-lo. Esta aplicação indica qual o ficheiro associado ao canal ( /tmp/canal_1, por exemplo). Será este ficheiro que a aplicação de monitorização deverá abrir para leitura. 2. Para verificar o que ocorre no canal escrever: less f /tmp/nome_canal Agora poderemos ver quais as mensagens escritas no canal. Quando estivermos a executar a nossa Aplicação de Monitorização, não deveremos executar este comando. 3. Num outro terminal executar:./relógio Podemos agora observar o que está a ser escrito no canal. 4. Para criar os sensores executar a aplicação sensor num terminal separado:./sensor /tmp/canal_1 IC_ Verificar que agora o sensor chamado IC_19 também escreve no canal. Poderemos criar mais sensores noutros terminais. Esta aplicação recebe como parâmetros o nome do canal (dado pela aplicação gest_canal), o nome do sensor, o número de faixas, a velocidade máxima e as coordenadas de início e fim da estrada (x_inicio y_inicio x_fim y_fim). Estes sensores só devem ser criados após a criação do canal. 7 Aplicação de Monitorização (implementar pelos alunos) A aplicação lê a informação enviada pelos sensores e relógio, armazena-a e apresenta-a de duas 3/15

4 formas diferentes: continuamente num mapa (com a indicação do estado das estradas), e textualmente no terminal (a pedido do utilizador). Durante todo o seu funcionamento e sem intervenção do utilizados, a aplicação deverá: Registar automaticamente a presença de novos sensores; Armazenar a informação relevante ao funcionamento da aplicação; Actualizar um mapa das estradas com o seu estado; Eliminar um sensor que não envie informação durante mais de 1 hora, apagando toda a informação anteriormente armazenada e eliminando-o do mapa. Simultaneamente, esta aplicação deverá ler os comandos dados pelo utilizador, respondendo aos mesmos. 7.1 Mapa A aplicação ao iniciar-se desenha um mapa com os limites do território (sem as estradas). Os limites do país são lidos a partir de um ficheiro chamado mapa.dat. No canto superior esquerdo do mapa, deve ser apresentada a hora actual, enviada pelo relógio. Quando a aplicação começa a receber informação acerca das várias estradas, desenha-as no mapa. Sempre que o estado de uma estrada muda (quando o seu tráfego e congestionamento variam) também o mapa tem de ser actualizado. Dependendo de determinado factores assim cada estrada deve ser desenhada com uma cor diferente: AMARELO se a velocidade média dos carros nos últimos 15 minutos for menor que a metade da velocidade máxima dessa estrada VERMELHO se, nos últimos 15 minutos, passarem por essa estrada 5 carros seguidos com velocidade 1Km/h ou inferior. PRETO em nenhum dos outros casos As dimensões da janela são lidas a partir do ficheiro mapa.dat Hora actual A hora actual deverá ser apresentada continuamente no mapa, sendo actualizada sempre que for lido do canal uma mensagem enviada pelo relógio Formato do ficheiro mapa.dat O ficheiro mapa.dat é um simples ficheiro de texto que contem as coordenadas dos polígonos que formarão um mapa, assim como comentários, que serão ignorados pelo programa. 4/15

5 A primeira linha contém as dimensões do mapa. Posteriormente, em cada linha poderá aparecer uma das seguintes informações: Comentário a palavra start_map a palavra end_map as coordenadas de um vértice do mapa. O ficheiro segue as regras apresentadas nos seguintes diagramas sintácticos. Linhas em branco são válidas e podem aparecer em qualquer local do ficheiro. Ficheiro Largura Altura Mudança de linha Comentário Polígono Largura e altura são números inteiros positivos. Comentário # Texto Polígono inic_pol Coordenada fim_pol As palavras inic_pol, fim_pol, assim cada uma das coordenadas (par x y) devem ocorrer em linhas separadas. Cada uma das coordenadas (par x y) que ocorrem entre as palavras inic_pol e fim_pol serão os vértices de um polígono. Quando desenhando o mapa, estes vértices serão ligados pela ordem que ocorrem (o primeiro ao segundo, o segundo ao terceiro, ). O último vértice deverá ser ligado ao primeiro. 5/15

6 Coordenada Projecto de Programação MEEC /2011-1ºSemestre Número Número O primeiro valor corresponde à coordenada x do vértice do polígono, enquanto que o segundo valor corresponde à coordenada y Janela de mapa Durante a execução da aplicação deverá estar sempre aberta uma janela onde será actualizado o mapa. A criação da janela, assim como a sua actualização será realizada usando funções da biblioteca G2 (http://g2.sourceforge.net/). A criação da janela será realizada usando a função g2_open_x11(533, 1100) no início da execução da aplicação. 7.2 Terminal O módulo terminal permite ler do teclado os comandos dados pelo utilizador, e efectuar as seguintes operações: VEL apresenta a velocidade média dos veículos que passaram na última hora nos vários sensores NUM apresenta o número de carros que passaram na última hora nos vários sensores VEL_MAX Apresenta os dados do sensor com velocidade relativa maior na última hora. VEL_MIN - Apresenta os dados do sensor com velocidade relativa maior na última hora. NUM_MAX - Qual o sensor que teve mais carros a passar num quarto de hora. Deverá escrever o nome do sensor e quando ocorreu esse máximo. NUM_MIN - Qual o sensor que teve mais carros a passar num quarto de hora. Deverá escrever o nome do sensor e quando ocorreu esse máximo. INFO Escreve no écran toda a informação disponível acerca de um sensor. CONGELAR Congela a actualização do mapa DESCONGELAR Descongela a actualização do mapa SAIR Termina a aplicação A velocidade relativa é o rácio entre a velocidade média e a velocidade máxima. Embora possa aparecer um menu explicativo das opções disponíveis, o utilizador deverá escrever 6/15

7 explicitamente uma das opções atrás apresentadas. Se o utilizador escrever incorrectamente o comando, deverá ser apresentada uma mensagem de erro Comando VEL Este ecoando não tem argumentos, bastando ao utilizador escrever a palavra VEL A aplicação deverá apresentar, para todos os sensores existentes, a seguinte informação: Nome, viaturas que passaram na última hora e velocidade média desses veículos. Exemplo: Comando: VEL Sensor Viaturas Velocidade IC_ A A9_ Comando NUM Este comando não tem argumentos, bastando ao utilizador escrever a palavra NUM A aplicação deverá apresentar para todos os sensores existentes a seguinte informação: Nome e quantidade de viaturas que passaram na última horas. Exemplo: Comando: NUM Sensor Viaturas IC_ A5 320 A9_ Comando VEL_MAX Este comando não tem argumentos, bastando ao utilizador escrever a palavra VEL_MAX Será escrito no écran o nome do sensor por onde, nos últimos 15 minutos, passaram as viaturas com maior velocidade relativa. Deverá ser apresentado o nome do sensor, Velocidade máxima permitida, velocidade média das viaturas que passaram nos últimos 15 minutos e a velocidade relativa (vel_media/vel_maxima). Se diversos sensores apresentarem a mesma velocidade relativa, todos devem ser apresentados. Exemplo: 7/15

8 Comando: VEL_MAX Sensor Vel permitida Vel Media vel Relativa A Comando VEL_MIN Este comando não tem argumentos, bastando ao utilizador escrever a palavra VEL_MIN Este comando imprime a mesma informação que o comando VEL_MAX, mas para o sensor com menor velocidade relativa. Se diversos sensores apresentarem a mesma velocidade relativa, todos devem ser apresentados Comando NUM_MAX Este comando não tem argumentos, bastando ao utilizador escrever a palavra NUM_MAX Será escrito no écran o nome do sensor por onde, nos últimos 15 minutos, passaram mais viaturas. Deverá ser apresentado o nome do sensor e o número de veículos que por aí passaram nos últimos 15 minutos. Se diversos sensores apresentarem o mesmo número de veículos, todos devem ser apresentados. Exemplo: Comando: VEL_MAX Sensor Viaturas A5 108 IC_ Comando NUM_MIN Este comando não tem argumentos, bastando ao utilizador escrever a palavra NUM_MIN Este comando imprime a mesma informação que o comando NUM_MAX, mas para o sensor por onde passaram menos viaturas nos últimos 15 minutos. Se diversos sensores apresentarem o mesmo número de veículos, todos devem ser apresentados Comando INFO Este comando tem um argumento: após a palavra INFO o utilizador deverá indicar o nome de um sensor. Para o sensor indicado pelo utilizador deverá ser apresentada a seguinte informação: nome, velocidade máxima, número de viaturas que passaram nos últimos 15 minutos, velocidade média dos últimos 15 minutos e estado da estrada (amarelo ou vermelho). 8/15

9 Exemplo: Comando: INFO A9_1 Sensor: A9_1 Viaturas: 1 Velocidade: 50 Estado: Amarelo Comandos CONGELAR e DESCONGELAR Estes comandos não recebem nenhum argumento, bastando ao utilizador escrever a palavra CONGELAR ou DESCONGELAR. O mapa deve ser actualizado constantemente, sempre que é recebida uma mensagem do relógio. O comando CONGELAR permite parar essa actualização do mapa. Após a invocação do comando CONGELAR, o mapa deixa de ser actualizado, mas todas as mensagens recebidas devem ser processadas e a informação armazenada. Após a invocação do comando DESCONGELAR, o mapa volta a ser actualizado, tendo em atenção a nova informação entretanto armazenada Comando SAIR Este comando não recebei nenhum argumento, bastando ao utilizador escrever a palavra SAIR. Aquando da invocação deste comando, a aplicação termina. 7.3 Informação armazenada Sempre que é recebida uma mensagem informando a existência de um novo sensor, deverá ser armazenada numa lista uma estrutura associada a esse novo sensor. Essa estrutura deverá ser capaz de armazenar toda a informação estática (nome, velocidade máxima, coordenadas), assim como todas a outra informação dinâmica (número de viaturas e velocidades, ) necessária à actualização do mapa e resposta aos comandos dos utilizadores. Sempre que não seja recebida nenhuma informação acerca de um sensor durante 1 hora, a estrutura associada a esse sensor deverá ser eliminada. 7.4 Mensagens permitidas no canal A aplicação principal pode ler do canal de comunicação mensagens escritas pelo relógio e pelos sensores existentes. Essas mensagens seguem o formato apresentado de seguida. 9/15

10 Mensagens permitidas Mensagem Hora Mensagem Sensor Mensagem Viatura Qualquer mensagem que não cumpra com as regras aqui apresentadas devem ser ignoradas. Mensagem Hora HORA Hora Minuto O primeiro número corresponde à hora actual (entre 0 e 23) e o segundo corresponde ao minuto (entre 0 e 59). Por questões de simplicidade, o valor do minuto só pode ser 0, 15, 30 ou 45. Ambos os números são inteiros. Mensagem Sensor NOVO_SENSOR Nome Velocidade Máxima Número Faixas Coordenada Início Coordenada Fim O nome será composto por uma palavra (sem espaços, sem limitação de caracteres e formado por uma qualquer combinação de letras, dígitos ou outros símbolos. A velocidade é um número real positivo e o número de faixas é um inteiro também positivo. As coordenadas (do início e fim) da estrada seguem a regra apresentada anteriormente: Número Número O primeiro valor corresponde à coordenada x (longitude) e o segundo ao y (latitude). Mensagem Veículo Quando passa um veículo por um sensor é enviada pelo canal uma mensagem com o seguinte formato: VIATURA Nome Estrada Velocidade 10/15

11 8 Robustez Projecto de Programação MEEC /2011-1ºSemestre Devido ao facto desta aplicação interagir com elementos externos (sensores, relógios, e até o próprio utilizador) é necessário garantir que os dados lidos e originados externamente não corrompem o funcionamento da aplicação. Assim, a aplicação de monitorização deverá ser robustas, de modo a garantir que correcto funcionamento caso o ficheiro com o mapa esteja corrompido, caso receba mensagens incorrectas (mal formatadas, ou com informação em falta), ou caso o utilizador se engane na escrita dos comandos. Os alunos deverão decidir quais as acções que o programa deve tomar caso encontra algum erro (no ficheiro de dados, nas mensagens dfo canal, ou nos comandos dados pelo utilizador) 8.1 Leitura do mapa.dat Durante a leitura do ficheiro mapa.dat, o programa deverá verificar que este segue as regras descritas neste documento. Se o ficheiro tiver erros, a aplicação deverá tomar medidas adequadas, por exemplo: ignorar linha incorrecta, ou tentar recuperar desse erro. 8.2 Leitura do canal As mensagens permitidas (e seu formato foram anteriormente descritas). Qualquer menesgem que não sigua o fomato apresentado, deve ser ignorada. Os alunos devem decidir que fazer quando uma mensagem está mal formada. 8.3 Leitura dos comandos do utilizador Também os utilizadores se podem enganar, pelo que os comandos lidos a partir do teclado devem ser verificados e validados. A aplicação devrá tomar uma acção caso um comando dado não exista ou esteja mal formado. 9 Entrega Intermédia Para a entrega intermédia os alunos deverão desenvolver as seguintes funcionalidades: Leitura dos dados do mapa. Desenho do mapa Abertura do canal Leitura da informação enviada pelo relógio 11/15

12 Actualização da hora actual no mapa. 10 Desenvolvimento Os alunos deverão desenvolver a aplicação usando a linguagem C e seguindo as normas e práticas apresentadas nas aulas teóricas. Os alunos devem, seguir os seguintes passos na realização do projecto: 1. Leitura dos dados do mapa 2. Desenho do mapa 3. Abertura do canal 4. Leitura dos dados do relógio 5. Actualização da hora no mapa 6. Leitura e validação das outras mensagens do canal. 7. Armazenamento dos dados dos diversos sensores 8. Actualização do mapa do estado das estradas 9. Eliminação dos sensores inactivos 10. Leitura dos comandos do teclado 11. Implementação dos comando. O tratamento de diversos sensores deverá obrigatoriamente ser realizado através uso de uma lista dinâmica para armazenamento da informação dos vários sensores. O código deverá estar dividido em funções com nomes e funcionalidade lógicas e estas em diversoso ficheiros. Os nomes das variáveis deverão ser adequados e os comentários deverão ser usados para explicitar algumas decisões que os alunos tenham tomado e para tornar o código mais legível. 11 Anexos 11.1 mapa.txt Exemplo de um ficheiro mapa.txt com as coordenadas de Portugal: #mapa portugal inic_pol /15

13 fim_pol inic_pol fim_pol inic_pol fim_pol 13/15

14 11.2 Janela do mapa 14/15

Programação 2ºSemestre MEEC - 2010/2011. Programação 2º Semestre 2010/2011 Enunciado do projecto

Programação 2ºSemestre MEEC - 2010/2011. Programação 2º Semestre 2010/2011 Enunciado do projecto Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Programação 2º Semestre 2010/2011 Enunciado do projecto O projecto a desenvolver pelos alunos consistirá numa sistema de monitorização,

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

Manual do Utilizador

Manual do Utilizador Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Departamento de Engenharia Electrotécnica e Computadores Software de Localização GSM para o modem Siemens MC35i Manual do Utilizador Índice

Leia mais

SOFTWARE. Equipamentos de gestão para controlo de acessos

SOFTWARE. Equipamentos de gestão para controlo de acessos SOFTWARE Fácil utilização. Ambiente Windows XP Profissional. Controle individual dos operadores com diferentes níveis de acesso. Registo de todas as entradas, pagamentos, saídas e de anomalias. Informação

Leia mais

Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online

Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online Integração Empresarial Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online Luís Costa - 8050120 Abril, 2012 1. Introdução Este documento apresenta detalhadamente o processo de negócio de uma

Leia mais

Java Mail Server. Manual do Utilizador

Java Mail Server. Manual do Utilizador Java Mail Server Manual do Utilizador Introdução às Redes e Comunicações 2002/2003 Java Mail Client Janela de Ligação O Java Mail Client (JMC), assim que é inicializado, mostra uma janela que irá possibilitar

Leia mais

1 Introdução. 2 Funcionamento da Aplicação. Projeto de Programação - Entrega Final MEEC - 2012/2013-2.Semestre Farm:TamagoISTi

1 Introdução. 2 Funcionamento da Aplicação. Projeto de Programação - Entrega Final MEEC - 2012/2013-2.Semestre Farm:TamagoISTi Projeto de Programação - Entrega Final MEEC - 2012/2013-2.Semestre Farm:TamagoISTi 1 Introdução Tamagotchi foi um dos primeiros animais de estimação virtuais, extremamente popular no final do último século

Leia mais

Instruções de utilização do portal Web da Visteon

Instruções de utilização do portal Web da Visteon FORD MOTOR COMPANY LIMITED Issued by European Warranty Operations Ford Customer Service Division Instruções de utilização do portal Web da Visteon 1. Entrar Na janela de endereço no seu browser da internet,

Leia mais

GeoMafra Portal Geográfico

GeoMafra Portal Geográfico GeoMafra Portal Geográfico Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar

Leia mais

Índice. Índice de figuras

Índice. Índice de figuras PASSO-A-PASSO Índice 1 Entrar no Portal das Escolas 3 2 Registo 3 2.1 Preencher o registo 3 2.2 Campos de registo a preencher 4 2.3 Autorização para tratamento de dados do Portal das Escolas 6 2.4 Mensagem

Leia mais

Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Param. Mensagem

Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Param. Mensagem Minha habitação Aplicação para telemóvel Manual de instalação e utilização PT Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Mensagem Índice 1- Apresentação...............................................3

Leia mais

BlackBerry Internet Service. Versão: 4.5.1. Manual do Utilizador

BlackBerry Internet Service. Versão: 4.5.1. Manual do Utilizador BlackBerry Internet Service Versão: 4.5.1 Manual do Utilizador Publicado: 2014-01-09 SWD-20140109134740230 Conteúdos 1 Como começar... 7 Acerca dos planos de serviço de mensagens para o BlackBerry Internet

Leia mais

1 - Imprimir documentos na rede da escola.

1 - Imprimir documentos na rede da escola. 1 - Imprimir documentos na rede da escola. 1.1 - Entrar no sistema interno da escola (escopal.edu) Inserir o seu Nome de Utilizador Inserir a sua Palavra - passe Seleccionar ESCOPAL 1.2 Instalar a impressora

Leia mais

CGA Directa. Manual do Utilizador. Acesso, Adesão e Lista de Subscritores

CGA Directa. Manual do Utilizador. Acesso, Adesão e Lista de Subscritores CGA Directa Manual do Utilizador Acesso, Adesão e Lista de Subscritores Versão 1.00 de 10 de Março de 2008 Índice Pág. Introdução 3 Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3 Acesso Acesso 4 Adesão Adesão 5 2.1

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 Oficina do Correio Para saber mais sobre Correio electrónico 1. Dicas para melhor gerir e organizar o Correio Electrónico utilizando o Outlook Express Criar Pastas Escrever

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012

PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012 Departamento de Engenharia Electrotécnica PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012 Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 1º ano 2º semestre Trabalho Final Reservas de viagens

Leia mais

Boot Camp Manual de Instalação e Configuração

Boot Camp Manual de Instalação e Configuração Boot Camp Manual de Instalação e Configuração Contéudo 3 Introdução 4 Elementos necessários 5 Descrição geral da instalação 5 Passo 1: Verificar se existem actualizações 5 Passo 2: Preparar o computador

Leia mais

Um sistema SMS 1 simplificado

Um sistema SMS 1 simplificado 1 Introdução Um sistema SMS 1 simplificado Projecto de Redes de Computadores I - 2007/2008 LEIC IST, Tagus Park 10 de Setembro de 2007 Pretende-se com este projecto que os alunos implementem um sistema

Leia mais

Seu manual do usuário EPSON LQ-630 http://pt.yourpdfguides.com/dref/1120693

Seu manual do usuário EPSON LQ-630 http://pt.yourpdfguides.com/dref/1120693 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a no manual do usuário (informação,

Leia mais

Versão 1.0. GEP Gabinete de Estratégia e Planeamento. aneamento. Rua Castilho, Nº 24 Lisboa 1250-069 Lisboa Homepage : http://www.gep.mtss.gov.

Versão 1.0. GEP Gabinete de Estratégia e Planeamento. aneamento. Rua Castilho, Nº 24 Lisboa 1250-069 Lisboa Homepage : http://www.gep.mtss.gov. Versão 1.0 GEP Gabinete de Estratégia e Planeamento aneamento. Rua Castilho, Nº 24 Lisboa 1250-069 Lisboa Homepage : http://www.gep.mtss.gov.pt Índice Folha 2 ÍNDICE Folha 1 - Requisitos -------------------------------------------------------------

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Barra de ferramentas padrão. Barra de formatação. Barra de desenho Painel de Tarefas

Barra de ferramentas padrão. Barra de formatação. Barra de desenho Painel de Tarefas Microsoft Power Point 2003 No Microsoft PowerPoint 2003, você cria sua apresentação usando apenas um arquivo, ele contém tudo o que você precisa uma estrutura para sua apresentação, os slides, o material

Leia mais

Telekit, Componentes Electrónicos S.A. - 2004. Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo

Telekit, Componentes Electrónicos S.A. - 2004. Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo Manual Técnico do Interface GSM LEVEL GB RDIS - Sincronismo Configuração / Parâmetros: Quando iniciar o programa, os parâmetros de configuração só ficam acessíveis quando os seus valores forem lidos a

Leia mais

Prova Escrita de Aplicações Informáticas B

Prova Escrita de Aplicações Informáticas B EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Aplicações Informáticas B 12.º Ano de Escolaridade Prova 703/1.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos.

Leia mais

O Manual do Desktop Sharing. Brad Hards Tradução: Pedro Morais

O Manual do Desktop Sharing. Brad Hards Tradução: Pedro Morais Brad Hards Tradução: Pedro Morais 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 O protocolo do Remote Frame Buffer 6 3 Utilizar o Desktop Sharing 7 3.1 Gerir convites do Desktop Sharing............................ 9 3.2

Leia mais

GeoMafra SIG Municipal

GeoMafra SIG Municipal GeoMafra SIG Municipal Nova versão do site GeoMafra Toda a informação municipal... à distância de um clique! O projecto GeoMafra constitui uma ferramenta de trabalho que visa melhorar e homogeneizar a

Leia mais

Principais correcções efectuadas

Principais correcções efectuadas GIAE Versão 2.0.5 Setembro de 2010 Com o objectivo de unificar a versão em todos os módulos do GIAE, incluindo o GestorGIAE, alguns módulos passam directamente da versão 2.0.x para a versão 2.0.5. Muito

Leia mais

Boot Camp Manual de Instalação e Configuração

Boot Camp Manual de Instalação e Configuração Boot Camp Manual de Instalação e Configuração Conteúdo 3 Introdução 3 Elementos necessários 4 Descrição geral da instalação 4 Passo 1: Verificar se existem actualizações 4 Passo 2: Preparar o computador

Leia mais

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2012 Efacec Todos os direitos reservados. Não é permitida qualquer cópia, reprodução, transmissão ou utilização deste documento sem a prévia autorização escrita da Efacec Sistemas de Gestão S.A.

Leia mais

Módulo de Administração de Utilizadores

Módulo de Administração de Utilizadores base Módulo de Administração de Utilizadores Versão 2.0 Manual do utilizador Janeiro 2002 Ficha técnica Título BIBLIObase : Módulo de Administração de Utilizadores: versão 2.0 : manual do utilizador Autores

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA ARS Gestão de Unidades Funcionais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA ARS Gestão de Unidades Funcionais SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA ARS Gestão de Unidades Funcionais Manual de Utilização Administração Regional de Saúde do Norte Departamento de Estudos e Planeamento Março de 2011 Índice 1 Introdução... 3 1.1

Leia mais

Documento de actualização funcional. Refª JURI-DEV-20121221-v1

Documento de actualização funcional. Refª JURI-DEV-20121221-v1 Documento de actualização funcional Refª JURI-DEV-20121221-v1 21 de Dezembro de 2012 Índice 1 Certificação com envio de ficheiro SAFT-PT para AT... 3 1.1 Sobre a Certificação... 3 1.2 Novas regras para

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

MANUAL DO UTILIZADOR DO BACKUP HD SERIES

MANUAL DO UTILIZADOR DO BACKUP HD SERIES MANUAL DO UTILIZADOR DO BACKUP HD SERIES OBRIGADO por ter adquirido a aplicação ClickFree Backup. Estas instruções foram reunidas para o ajudar a utilizar o produto, mas de um modo geral esperamos que

Leia mais

Folha de cálculo. Excel. Agrupamento de Escolas de Amares

Folha de cálculo. Excel. Agrupamento de Escolas de Amares Folha de cálculo Excel Agrupamento de Escolas de Amares Índice 1. Funcionalidades básicas... 3 1.1. Iniciar o Excel... 3 1.2. Criar um livro novo... 3 1.3. Abrir um livro existente... 3 1.4. Inserir uma

Leia mais

Sistema Operativo em Ambiente Gráfico

Sistema Operativo em Ambiente Gráfico Sistema Operativo em Ambiente Gráfico Sistema Operativo Conjunto de programas fundamentais que permitem que o computador funcione e comunique com o exterior; Windows: sistema operativo mais utilizado nos

Leia mais

GIAE VERSÃO 2.1.1 28 JUNHO DE 2011 MUITO IMPORTANTE

GIAE VERSÃO 2.1.1 28 JUNHO DE 2011 MUITO IMPORTANTE GIAE VERSÃO 2.1.1 28 JUNHO DE 2011 MUITO IMPORTANTE Devido a um bug detectado no motor da base de dados, situação agora corrigida pelo fabricante, esta nova actualização do GIAE é disponibilizada numa

Leia mais

Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores. Projecto de. Arquitectura de Computadores.

Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores. Projecto de. Arquitectura de Computadores. Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Projecto de Arquitectura de Computadores Jogo dos Blocos (variante do Arkanoid) (Versão 1.0) 2008/2009 Índice 1 Objectivo...

Leia mais

Introdução aos Computadores

Introdução aos Computadores Os Computadores revolucionaram as formas de processamento de Informação pela sua capacidade de tratar grandes quantidades de dados em curto espaço de tempo. Nos anos 60-80 os computadores eram máquinas

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos

Leia mais

EMP Multi Screen Adjustment. Guia de Funcionamento

EMP Multi Screen Adjustment. Guia de Funcionamento EMP Multi Screen Adjustment Guia de Funcionamento Simbologia Utilizada no Manual 1 IMPORTANTE Indica operações que podem provocar danos ou ferimentos se não se tiver os cuidados devidos. NOTA Indica informações

Leia mais

Projecto Gestão de Frotas (Geonaut) Manual de Utilização

Projecto Gestão de Frotas (Geonaut) Manual de Utilização Este documento pretende mostrar como utilizar todas as funcionalidades disponíveis no Projecto Geonaut através da aplicação rtfrontweb no módulo Geonaut. Módulo/Opção Descrição Disponibiliza todas as funcionalidades

Leia mais

VM Card. Referência das Definições Web das Funções Avançadas. Manuais do Utilizador

VM Card. Referência das Definições Web das Funções Avançadas. Manuais do Utilizador VM Card Manuais do Utilizador Referência das Definições Web das Funções Avançadas 1 Introdução 2 Ecrãs 3 Definição de Arranque 4 Informações de Função Avançada 5 Instalar 6 Desinstalar 7 Ferramentas do

Leia mais

Cópia de Segurança e Recuperação Manual do utilizador

Cópia de Segurança e Recuperação Manual do utilizador Cópia de Segurança e Recuperação Manual do utilizador Copyright 2009 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca comercial registada nos EUA da Microsoft Corporation. As informações aqui

Leia mais

Manual de Utilizador. Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais. Escola Superior de Tecnologia. Instituto Politécnico de Castelo Branco

Manual de Utilizador. Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais. Escola Superior de Tecnologia. Instituto Politécnico de Castelo Branco Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico de Castelo Branco Departamento de Informática Curso de Engenharia Informática Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais Ano Lectivo de 2005/2006

Leia mais

Internet Update de PaintManager TM. Manual de instalação e utilização do programa de actualização

Internet Update de PaintManager TM. Manual de instalação e utilização do programa de actualização Internet Update de PaintManager TM Manual de instalação e utilização do programa de actualização ÍNDICE O que é o programa Internet Update? 3 Como se instala e executa o programa? 3 Aceder ao programa

Leia mais

Impressoras Multifunções

Impressoras Multifunções 2011 Impressoras Multifunções Manual de Procedimentos Ctec ESES 13 08 2011 Impressoras Multifunções INDICE LIBERTAR AS IMPRESSÕES, COPIAR OU DIGITALIZAR 3 EFECTUAR CÓPIAS 5 EFECTUAR DIGITALIZAÇÕES ATRAVÉS

Leia mais

GIAE VERSÃO 2.2.0 24 ABRIL DE 2012. Com o objetivo de unificar a versão todos os módulos do GIAE são atualizados para a versão 2.2.0.

GIAE VERSÃO 2.2.0 24 ABRIL DE 2012. Com o objetivo de unificar a versão todos os módulos do GIAE são atualizados para a versão 2.2.0. GIAE VERSÃO 2.2.0 24 ABRIL DE 2012 Com o objetivo de unificar a versão todos os módulos do GIAE são atualizados para a versão 2.2.0. Muito Importante: Antes de efetuar qualquer procedimento de instalação,

Leia mais

OBJECTIVO Primeiros passos no processamento de texto

OBJECTIVO Primeiros passos no processamento de texto FICHA 0 OBJECTIVO Primeiros passos no processamento de texto Antes de começar a elaborar documentos com o Word é necessário que saiba o essencial sobre o funcionamento deste processador de texto. Não menos

Leia mais

BALCÃO DIGITAL. Manual de Utilização

BALCÃO DIGITAL. Manual de Utilização BALCÃO DIGITAL Manual de Utilização BALCÃO DIGITAL 2 ÍNDICE COMO ADERIR ADESÃO À CARTEIRA DE SERVIÇOS DO BALCÃO DIGITAL ACTIVAÇÃO DA CARTEIRA DE SERVIÇOS DO BALCÃO DIGITAL Contratos Comunicar Leitura Adesão

Leia mais

Índice. Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação?

Índice. Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação? Índice Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação? Como efectuar uma operação de confirmação de estimativas? Como aceder ao Serviço de Certificação

Leia mais

MAIL DINÂMICO O QUE É? . É UM MÓDULO DO SIGARRA QUE PRETENDE FACILITAR A COMUNICAÇÃO

MAIL DINÂMICO O QUE É? . É UM MÓDULO DO SIGARRA QUE PRETENDE FACILITAR A COMUNICAÇÃO MAIL DINÂMICO O QUE É?. É UM MÓDULO DO SIGARRA QUE PRETENDE FACILITAR A COMUNICAÇÃO. PERMITE O ENVIO DE MENSAGENS DE CORREIO ELECTRÓNICO PARA UM OU PARA VÁRIOS DESTINATÁRIOS EM SIMULTÂNEO. FUNCIONA DE

Leia mais

SIM - SUPPLIERS INVOICING MANAGER - MANUAL DE UTILIZADOR

SIM - SUPPLIERS INVOICING MANAGER - MANUAL DE UTILIZADOR Leaseplan Portugal Bertrand Gossieaux SIM - SUPPLIERS INVOICING MANAGER - MANUAL DE UTILIZADOR Page2 INDICE 1. LOGIN, ESTRUTURA E SAÍDA DO SIM... 3 a) Login... 3 b) Estrutura principal... 4 c) Saída da

Leia mais

EAmb V.1 ESPOSENDE AMBIENTE. GestProcessos Online. Manual do Utilizador

EAmb V.1 ESPOSENDE AMBIENTE. GestProcessos Online. Manual do Utilizador EAmb V.1 ESPOSENDE AMBIENTE GestProcessos Online Manual do Utilizador GestProcessos Online GABINETE DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EAmb Esposende Ambiente, EEM Rua da Ribeira 4740-245 - Esposende

Leia mais

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP Trabalho Nº 4 - VoIP 1. Introdução A utilização de tecnologia VoIP como alternativa às redes telefónicas tradicionais está a ganhar cada vez mais a aceitação junto dos utilizadores, e está sobretudo em

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO ARENA 13 CONTROL CENTER

MANUAL DO USUÁRIO ARENA 13 CONTROL CENTER 1 MANUAL DO USUÁRIO ARENA 13 CONTROL CENTER 2 TERMO DE CONFIDENCIALIDADE As informações contidas neste documento são confidenciais e se constituem em propriedade da BLOCKSAT SISTEMAS DE SEGURANÇA LTDA

Leia mais

PROGRAMA DE GESTÃO DOS RECENSEAMENTOS

PROGRAMA DE GESTÃO DOS RECENSEAMENTOS PROGRAMA DE GESTÃO DOS RECENSEAMENTOS APLICAÇÃO TRATAIHRU Versão 03.04 INDICE 1. CANDIDATURA...3 a) Tratar... Error! Bookmark not defined. b) Fechar... Error! Bookmark not defined. c) Converter...3 d)

Leia mais

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0 Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia de Viseu Engenharia de Sistemas e Informática Sistemas Operativos - 2005/2006 Trabalho Prático v1.0 Introdução O presente trabalho prático visa

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP)

Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP) Ferramentas de Modelação e Análise de Sistemas baseadas em Redes de Petri (RdP) Existem inúmeras ferramentas (software) baseadas em RdP que permitem desenvolver modelar e analisar sistema de RdP. Algumas

Leia mais

Um compilador é um programa que lê um programa escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num programa equivalente

Um compilador é um programa que lê um programa escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num programa equivalente Capítulo 1 Introdução Um compilador é um que lê um escrito numa dada linguagem, a linguagem objecto (fonte), e a traduz num equivalente numa outra linguagem, a linguagem destino Como parte importante neste

Leia mais

20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor

20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor 20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor Manual do Utilizador Professor... 1 1. Conhecer o 20 Escola Digital... 4 2. Autenticação... 6 2.1. Criar um registo na LeYa Educação... 6 2.2. Aceder ao

Leia mais

UNIDADE 2: Sistema Operativo em Ambiente Gráfico

UNIDADE 2: Sistema Operativo em Ambiente Gráfico Ambiente Gráfico Configurações Acessórios O Sistema Operativo (SO) é o conjunto de programas fundamentais que permitem que o computador funcione e que comunique com o exterior. Actualmente o Windows é

Leia mais

Ao conjunto total de tabelas, chamamos de Base de Dados.

Ao conjunto total de tabelas, chamamos de Base de Dados. O QUE É O ACCESS? É um sistema gestor de base de dados relacional. É um programa que permite a criação de Sistemas Gestores de Informação sofisticados sem conhecer linguagem de programação. SISTEMA DE

Leia mais

Conteúdo. 1 Introdução 5. 2 Pré-configuração 6. 3 Configurar a Interface do Utilizador 7. 4 Configurar as opções internas 9

Conteúdo. 1 Introdução 5. 2 Pré-configuração 6. 3 Configurar a Interface do Utilizador 7. 4 Configurar as opções internas 9 Esta documentação foi convertida a partir da Base de Utilizadores do KDE para o K3b a 2011-01-20. Actualização para o 2.1 pela Equipa de Documentação do KDE Tradução: José Pires 2 Conteúdo 1 Introdução

Leia mais

Manual do utilizador. Aplicação de agente

Manual do utilizador. Aplicação de agente Manual do utilizador Aplicação de agente Versão 8.0 - Otubro 2010 Aviso legal: A Alcatel, a Lucent, a Alcatel-Lucent e o logótipo Alcatel-Lucent são marcas comerciais da Alcatel-Lucent. Todas as outras

Leia mais

COMPUTAÇÃO e PROGRAMAÇÃO

COMPUTAÇÃO e PROGRAMAÇÃO COMPUTAÇÃO e PROGRAMAÇÃO 2º Trabalho Ano lectivo 2009/2010 MEMec e LEAN Data e hora limite de entrega: 6 de Janeiro de 2010, até às 23h59m Entrega: Submissão electrónica, via Fénix (ver instruções na secção:

Leia mais

Transição de POC para SNC

Transição de POC para SNC Transição de POC para SNC A Grelha de Transição surge no âmbito da entrada em vigor, no ano de 2010, do Sistema de Normalização Contabilística (SNC). O SNC vem promover a melhoria na contabilidade nacional,

Leia mais

SSS Slide Show System

SSS Slide Show System SSS Slide Show System Licenciatura em Ciências da Computação Programação Imperativa 2009 Segundo Projecto Versão de 21 de Março de 2009 Alberto Simões José C. Ramalho Instruções Este projecto deve ser

Leia mais

CAPÍTULO 6 COMUNICAÇÃO SERIAL

CAPÍTULO 6 COMUNICAÇÃO SERIAL CAPÍTULO 6 COMUNICAÇÃO SERIAL DEIXADO INTENCIONALMENTE EM BRANCO ÌNDICE 1 COMUNICAÇÃO SERIAL... 5 1.1 - Enviar um arquivo do Proteo... 6 1.2 - Receber um arquivo No Proteo... 9 1.3 - Verificando resultados

Leia mais

Manual do Gestor da Informação do Sistema

Manual do Gestor da Informação do Sistema Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura Informática e Computação Laboratório de Informática Avançada Automatização de Horários Manual do Gestor da Informação do Sistema João Braga

Leia mais

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida Ministério Público Ministério Público Guia de Consulta Rápida Versão 3 (Outubro de 2009) - 1 - ÍNDICE 1. ACEDER AO CITIUS MINISTÉRIO PÚBLICO... 4 2. BARRA DE TAREFAS:... 4 3. CONFIGURAR O PERFIL DO UTILIZADOR...

Leia mais

Folha de Cálculo (Excel)

Folha de Cálculo (Excel) Tecnologias de Informação e Comunicação Folha de Cálculo (Excel) Professor: Rafael Vieira. 1. Introdução à folha de cálculo o nome folha de cálculo atribuído a este tipo de programas, deve-se, principalmente,

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 2-1. PRINCÍPIOS DE SOFTWARE DE ENTRADA E SAÍDA (E/S) As metas gerais do software de entrada e saída é organizar o software como uma série de camadas, com as mais baixas preocupadas em esconder as

Leia mais

Pesquisa e organização de informação

Pesquisa e organização de informação Pesquisa e organização de informação Capítulo 3 A capacidade e a variedade de dispositivos de armazenamento que qualquer computador atual possui, tornam a pesquisa de informação um desafio cada vez maior

Leia mais

Ambiente de trabalho. Configurações. Acessórios

Ambiente de trabalho. Configurações. Acessórios Ambiente de trabalho Configurações Acessórios O Sistema Operativo (SO) é o conjunto de programas fundamentais que permitem que o computador funcione e comunique com o exterior. Actualmente, o Windows é

Leia mais

APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO

APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO APOIO AO BENEFICIÁRIO - FEDER - - MAIS CENTRO - GUIA DE SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO GUIA DE PREENCHIMENTO: - SUBMISSÃO ELECTRÓNICA DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO - SUBMISSÃO DE CHECK-LIST

Leia mais

Microsoft Access 2010. Para conhecermos o Access, vamos construir uma BD e apresentar os conceitos necessários a cada momento

Microsoft Access 2010. Para conhecermos o Access, vamos construir uma BD e apresentar os conceitos necessários a cada momento Microsoft Access 2010 Para conhecermos o Access, vamos construir uma BD e apresentar os conceitos necessários a cada momento 1 Principais objetos do Access Tabelas Guardam a informação da BD (Base de Dados)

Leia mais

TIC Unidade 2 Base de Dados. Informação é todo o conjunto de dados devidamente ordenados e organizados de forma a terem significado.

TIC Unidade 2 Base de Dados. Informação é todo o conjunto de dados devidamente ordenados e organizados de forma a terem significado. Conceitos relativos à Informação 1. Informação O que á a informação? Informação é todo o conjunto de dados devidamente ordenados e organizados de forma a terem significado. 2. Dados Em informática designa-se

Leia mais

SECUNDÁRIA DE CAMARATE DIGIT@L. Plataforma Office 365. Alojamento de ficheiros - OneDrive para Empresas

SECUNDÁRIA DE CAMARATE DIGIT@L. Plataforma Office 365. Alojamento de ficheiros - OneDrive para Empresas SECUNDÁRIA DE CAMARATE DIGIT@L Plataforma Office 365 Alojamento de ficheiros - OneDrive para Empresas Conteúdo Nota prévia... 2 Alojamento de ficheiros o OneDrive para Empresas... 2 Funcionalidades do

Leia mais

Ferramentas de Comunicação da Internet no Ensino/Aprendizagem

Ferramentas de Comunicação da Internet no Ensino/Aprendizagem Centro de Formação da Batalha Centro de Competência Entre Mar e Serra Ferramentas de Comunicação da Internet no Ensino/Aprendizagem Batalha Novembro de 2001 1 - Como começar com o Outlook Express Com uma

Leia mais

Procedimentos para a divulgação de eventos no site da ECUM

Procedimentos para a divulgação de eventos no site da ECUM Procedimentos para a divulgação de eventos no site da ECUM Pressupostos introdutórios 3 Descrição da tarefa 4 Autenticação/Login 4 Página de entrada 4 Criar um novo evento 5 Colocar um evento em destaque

Leia mais

Google Sites. A g r u p a m e n t o C a m p o A b e r t o 2 0 1 0 / 2 0 1 1

Google Sites. A g r u p a m e n t o C a m p o A b e r t o 2 0 1 0 / 2 0 1 1 Google Sites A g r u p a m e n t o C a m p o A b e r t o 2 0 1 0 / 2 0 1 1 1. Google Sites A Google veio anunciar que, para melhorar as funcionalidades centrais do Grupos Google, como listas de discussão

Leia mais

Manual do Software Versão 2.0

Manual do Software Versão 2.0 Manual do Software Versão 2.0 1.0 INSTALAÇÃO 5 1.1 Software e acessórios 5 1.2 Instalação do software sob Windows 95/98/NT 5 1.3 Instalação da interface 7 2.0 O ECRÃ INICIAL 8 2.1 Iniciar o programa 8

Leia mais

SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS - COMUNICA. Manual do Usuário

SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS - COMUNICA. Manual do Usuário SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS - COMUNICA Manual do Usuário Título SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS - COMUNICA

Leia mais

Ao ligar o equipamento, você verá a mensagem abaixo, o objetivo dela é fazer a configuração mínima para LOGAR ao servidor da Internet.

Ao ligar o equipamento, você verá a mensagem abaixo, o objetivo dela é fazer a configuração mínima para LOGAR ao servidor da Internet. MANUAL DE OPERAÇÃO DO NET MACHINE VOCÊ NÃO NECESSITA MAIS DE UM COMPUTADOR PARA CONVERSAR COM ALGUÉM QUE ESTA NO MIRC NET MACHINE É UM PLACA ELETRÔNICA DE BAIXO CUSTO A PLACA TAMBEM PODE MANDAR E LER E-MAILS

Leia mais

Software da Impressora

Software da Impressora Software da Impressora Acerca do Software da Impressora O software Epson inclui o controlador de impressão e o EPSON Status Monitor 3. O controlador de impressão é um software que permite controlar a impressora

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

Ave: Manual do usuário

Ave: Manual do usuário As iniciais no canto superior esquerdo indicam a atual lista de espécies em uso. Clique neste campo para abrir uma grade com todas Ave: Manual do usuário Introdução A Janela Inicial O botão Listas Sobre

Leia mais

Sistema de Controlo de Entrada de Viaturas SCEV

Sistema de Controlo de Entrada de Viaturas SCEV Sistema de Controlo de Entrada de Viaturas SCEV Sónia Mendes, Carla Ladeiro e Paula Pereira Abstract O controlo de acessos a instalações é uma área da segurança electrónica em franca expansão, sendo cada

Leia mais

Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3]

Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3] Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3] ÍNDICE Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3]... 1 ÍNDICE... 2 ÍNDICE DE FIGURAS... 3 Prefácio... 4 2 Acesso ao OTRS ITSM... 5 Registo de Ticket Classificação do

Leia mais

Curso de Licenciatura em Engenharia Informática Cadeira de Algoritmia

Curso de Licenciatura em Engenharia Informática Cadeira de Algoritmia Curso de Licenciatura em Engenharia Informática Cadeira de Algoritmia Projecto de avaliação 2006/2007. Este projecto visa a criação de um back-end para geração de facturas para um sistema de facturação

Leia mais

Manual Brother Image Viewer para Android

Manual Brother Image Viewer para Android Manual Brother Image Viewer para Android Versão 0 POR Definições de notas Ao longo deste Manual do Utilizador, é utilizado o seguinte ícone: NOTA As Notas indicam o que fazer perante uma determinada situação

Leia mais

Sistemas de Bases de Dados

Sistemas de Bases de Dados Sistemas de Bases de Dados Carlos Viegas Damásio José Alferes e Carlos Viegas Damásio Sistemas de Bases de Dados 2014/15 Objectivos - Em Bases de Dados (2º ano) pretendia-se: Que os estudantes fossem capazes

Leia mais

Manual CallCenter para a IPBrick

Manual CallCenter para a IPBrick Manual CallCenter para a IPBrick iportalmais 1 de Outubro de 2010 1 1 Introdução As empresas usam call centers como forma de interagir e de construir relações com os seus clientes. Consciente da importância

Leia mais