Veja na tabela a seguir as performances de cada aplicação em setembro e no acumulado do ano. Desempenho em setembro. Ibovespa 4,84% -17,96% 30/09/2013

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1 Veículo: Exame.com Os melhores e os piores investimentos de setembro Ibovespa fecha o mês com a maior alta, seguido pelos fundos de ações small caps; na renda fixa, a LTN, título do Tesouro prefixado, teve o melhor resultado O Ibovespa, principal índice de referência da Bolsa, apresentou a maior alta do ranking de investimentos de setembro, com uma variação positiva de 4,64%. Os fundos que investem em ações small caps (ações com baixo volume de negociação) e os fundos que investem em ações que distribuem bons dividendos (lucro das empresas repassados aos acionistas) fecharam o mês na segunda e na terceira posição do ranking, respectivamente. E entre as aplicações de renda fixa, que são mais conservadoras, a Letra do Tesouro Nacional (LTN), título do Tesouro Nacional que tem sua remuneração acordada no ato da compra do título, teve o melhor resultado. Veja na tabela a seguir as performances de cada aplicação em setembro e no acumulado do ano. Aplicação Desempenho em setembro Desempenho no ano Fechamento em Ibovespa 4,84% -17,96% 30/09/2013 Fundos de ações Small Caps* 4,73% -8,25% 24/09/2013 Fundos de ações dividendos* 4,13% -1,6% 24/09/2013 Fundos de ações livres* 3,24% 1,38% 24/09/2013 Fundos de ações Ibovespa Ativo* 3,13% -3,29% 24/09/2013 Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) LTN (vencimento em 01/01/2017)* NTN-B Principal (vencimento em 15/05/2015)* NTN-B (vencimento em 15/05/2015)* 2,48% -10,99% 30/09/2013 1,79% /09/2013 1,21% 2,23% 30/08/2013 1,16% 2,43% 30/09/2013 Fundos de Renda Fixa* 0,82% 4,70% 24/09/2013 Fundos Multimercados Juros e Moedas* 0,77% 2,92% 24/09/2013 Selic* 0,74% 5,74% 29/09/2013 Fundos referenciados DI* 0,74% 5,65% 27/08/2013 NTN-F (vencimento em 01/01/2014)* 0,73% 4,79% 30/09/2013

2 LTN (vencimento em 01/01/2014)* LFT (vencimento em 07/03/2014)* 0,73% 4,74% 30/09/2013 0,71% 5,74% 30/09/2013 CDI* 0,59% 5,62% 26/09/2013 LFT (vencimento em 07/03/2017) 0,57% 5,67% 30/09/2013 Poupança antiga 0,53% 4,62% 28/09/2013 Poupança nova* 0,52% 4,03% 28/09/2013 IPCA (estimativa do Banco Central) Fundos Multimercado Multiestratégia* 0,35% 5,82% 27/09/2013-0,04% 3,01% 24/09/2013 Fundos Multimercado Macro* -0,14% 4,60% 24/09/2013 NTN-F (vencimento em 01/01/2023)* NTN-B (vencimento em 15/08/2050)* NTN-B Principal (vencimento em 15/05/2035)* -2,63% -6,27% 30/09/2013-3,27% -21,57% 30/09/2013-3,28% -24,64% 30/09/2013 Dólar comercial -4,86% 10,45% 27/09/2013 Ouro -10,10% -11,42% 27/09/2013 IGP-M (estimativa do Banco Central) --- 5,73% 27/09/2013 Fontes: Banco Central, BM&FBovespa, Tesouro Nacional e Anbima. (*) Últimos 30 dias até a data de fechamento (**) Expectativa de inflação para o ano de Renda fixa Entre as aplicações de renda fixa, que têm sua forma de remuneração definida no início do investimento, o melhor resultado do mês foi obtido pelas Letras do Tesouro Nacional (LTN), com vencimento em As LTN são títulos do Tesouro Nacional prefixados, que pagam ao investidor um juro definido no início da aplicação. Segundo Fabiano Guasti Lima, pesquisador do Instituto Assaf, diante da recente alta da taxa Selic, que passou de 8,5% para 9% ao ano, e de um cenário macroeconômico conturbado, os investidores buscam aplicações mais seguras, como os títulos públicos. Em momentos de instabilidade, os investidores procuraram as LTNs e outros títulos que tradicionalmente pagam bons rendimentos, diz. Também por esse motivo, segundo o professor, as Notas do Tesouro Nacional-série B (NTN-Bs) - títulos do Tesouro que pagam um juro prefixado, mais a variação da inflação medida pelo IPCA - têm atraído investidores. As NTN-Bs com vencimentos mais curtos, em 2015, fecharam o mês como a segunda melhor aplicação da renda fixa.

3 Os fundos de renda fixa, que investem em aplicações de renda fixa, também se destacaram no ranking de setembro. Os fundos de renda fixa tiveram um bom resultado porque tendem a acompanhar a alta da Selic. Quando a Selic sobe, o CDI também sobe e puxa as aplicações de renda fixa, como é o caso da poupança, que tendem a ter um resultado melhor, diz o pesquisador do Instituto Assaf. Dos títulos apresentados na tabela, são vendidos pelo Tesouro a LFT com vencimento em 2017, a LTN com vencimento em 2017, a NTN-F com vencimento em 2023, a NTN-B Principal com vencimento em 2035 e a NTN-B com vencimento em Renda variável Os investimentos em renda variável, que costumam ser mais arriscados e não têm sua remuneração previamente definida, tiveram os melhores resultados do mês de setembro. O Ibovespa fechou o mês com alta de 4,64%, a melhor performance da comparação. Os fundos de ações de small caps, que investem em ações com baixo volume de negociação, tiveram a segunda maior rentabilidade do ranking de setembro. As ações small caps costumam ser ações de empresas voltadas ao mercado interno, o que favorece os resultados em momentos como o atual, de crise no cenário internacional. Os investidores migram para ações que sofrem um comportamento um pouco diferente de outras ações que sofrem baixa em períodos de instabilidade das bolsas, devido ao cenário de crise internacional, explica Fabiano. Os fundos de dividendos, que investem em ações boa pagadoras de dividendos (lucro das empresas repassado aos acionistas), também tiveram boa performance no mês. Esse tipo de ação costuma estar ligado a empresas com demanda estável ou líderes de mercado, que são capazes de distribuir boa parte de seus lucros. Esses papéis se destacam em momentos de crise porque são ações consideradas mais seguras e, portanto, mais atrativas em meio a um cenário instável. Veículo: Executivos Financeiros Dólar é aplicação mais rentável do ano Moeda americana teve valorização de 16,10% até agosto Entre janeiro e agosto deste ano, as aplicações mais rentáveis foram o dólar (alta de 16,10%), seguido de imóveis (6,73%), títulos públicos (5,86%), CDI (4,89%), CDB (4,83%), poupança velha (4,09%), poupança velha (3,48%) e ouro (1,46%). Já a bolsa recuou 17,95% nos primeiros oito meses do ano. Fabiano Guasti Lima, pesquisador do Instituto Assaf, explica que diante de uma certa instabilidade mercado nacional e internacional, a moeda americana, sobe, e pode ser um bom investimento para viagens para quem se programar. Já os imóveis, são considerados um investimento historicamente seguro, e seu rendimento é balizado pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil).

4 De acordo com Lima, "nesses momentos de incerteza do mercado, as pessoas optam por investimentos mais seguros, que é o caso dos imóveis. Com a alta da Taxa Selic, a taxa de referência (TR) não fica mais zerada, e os fundos passam a ser um pouco mais interessantes". Para os investimentos, as variáveis a se considerar são risco, rentabilidade, e liquidez. "Em condições normais não se perde o imóvel e muitos investem em imóveis para locação. Já a inflação prejudica os investimentos", afirma. Além do dólar, em espécie, há opções mais sofisticadas no mercado denominadas "derivativos". Os derivativos buscam proteger aplicações atuais a partir de operações com data futura. Há pelo menos três tipos de derivativos relacionados ao dólar. O primeiro deles é o contrato de opção na bolsa de valores. Na opção, o investidor marca uma opção a ser exercida no futuro a partir de um contrato. Na data de vencimento se a opção escolhida for menor que a cotação do dólar nesse dia, ela valerá a pena. Se trata de uma forma de proteger recursos, que podem estar ligados a contratos com vencimento nesse dia. Outra forma de proteger investimentos é utilizar contratos futuros, com base nos índices futuros da bolsa. A operação é travada no futuro. Esse tipo de instrumento financeiro se dá por ajustes diários de posição. "É preciso ter um fluxo de caixa para cobrir esse contrato em caso de perda. Os contratos são padronizados no mercado futuro, onde cada contrato futuro tem sua estrutura", diz o especialista. Já o contrato de swap troca risco entre duas partes ou uma dívida por outra. Nessa operação, duas empresas resolvem trocar riscos de um ativo. Em uma ponta pode estar o dólar e em outra um título prefixado. A intenção é não fazer com que a dívida aumente. Se o dólar subir a 1% na data preestabelecida e o prefixado subir a 0,6%, a diferença entre os dois será a receita ou a despesa de uma das companhias. "O contrato de swap depende do tamanho e prazo de vencimento. Não é tão simples de ser indicado", diz Lima. Segundo o professor, os derivativos são operações estruturadas, assim chamadas por sofrerem tributação, cálculo de IR, e exigirem acompanhamento específico de corretora. Para acalmar o mercado, o Banco Central se vale de swaps cambiais reversos, e disponibiliza dólares que são adquiridos com o compromisso de revenda. Com isso, as empresas asseguram a posição atual, e ficam imunes à variação do dólar. A diferença entre as cotações fica com o Banco Central. Veículo: Diário do Grande ABC Bancos elevam juros até 19 vezes mais que a Selic Treze dias após o BC (Banco Central) elevar a taxa básica de juros nacional de 8,5% ao ano para 9%, os seis maiores bancos subiram seus empréstimos pessoais bem mais do que o 0,5 ponto percentual da Selic. A diferença chegou a até 9,84 pontos percentuais, aumento que supera em 19 vezes o da Selic. Foram considerados para a análise a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco, Santander e HSBC. A Selic é a referência do custo de crédito. Por isso, os juros bancários acompanham os movimentos de alta ou queda da taxa. É a ferramenta que o governo federal tem para segurar ou afrouxar a oferta de empréstimos no País. O pesquisador do Instituto Assaf Fabiano Guasti Lima, que ministra aulas na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo,

5 avaliou que a Selic é como a bandeirada do táxi. Toda vez que sobe, todos os outros juros, como o custo da corrida, tendem a aumentar. Outro ponto que explica o maior aumento é a individualidade. Os bancos fazem uma espécie de análise do histórico do cliente, o chamado rating, e se ele estiver com muitas dívidas ou até com registros de inadimplência, provavelmente os juros serão maiores. O BC deixa claro como descrição de seu levantamento que, em uma mesma modalidade, as taxas de juros podem diferir entre clientes de uma mesma instituição financeira. Taxas de juros variam de acordo com fatores diversos, tais como o valor e a qualidade das garantias apresentadas na operação, a proporção do pagamento de entrada da operação, o histórico e a situação cadastral de cada cliente e o prazo da operação, entre outros. Conforme as informações do BC, o Bradesco teve a maior elevação de juros nos 13 dias, com alta de 9,84 pontos percentuais. A instituição financeira cobrou, entre os dias 5 e 11, em média, 81,14% ao ano, o mesmo que 5,08% ao mês, por seus empréstimos pessoais, excluindo os consignados. Na semana anterior à decisão de engorda da Selic, o banco taxou a operação em 71,3% ao ano, ou 4,59% ao mês. Por sinal, a instituição também aparece na última pesquisa do Procon-SP, coletada no dia 3, com os maiores juros nos empréstimos pessoais. Segundo o levantamento, a média era de 107,46%. Este estudo considera prazo para liquidação de 12 meses, taxas máximas pré-fixadas para clientes não-preferenciais e independente do canal de contratação. O Bradesco não quis se manifestar sobre o assunto. A Caixa, na outra ponta, apresentava a menor taxa de juros na listagem do BC. A instituição financeira pública cobrou de seus clientes, pelo empréstimo pessoal não consignado, em média 43,26% ao ano na semana encerrada no dia 11 (o banco reduziu seus juros em 0,26 ponto percentual). Gerente regional da Caixa, Edvaldo Contin pontua que essa ação visa manter o banco com as menores tarifas do mercado, atrair novos clientes e valorizar os atuais. O professor de Finanças Mário Amigo, que ministra aulas na Saint Paul Escola de Negócios, Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e FIA (Fundação Instituto de Administração), avalia que as diferenças de juros dos bancos públicos, ante os privados, é estratégica. É uma forma de o governo estimular o consumo. Do ponto de vista de disputa de mercado, a disparidade entre os bancos tende a gerar melhores condições aos clientes, destacou o acadêmico. GREVE - Em meio ao cenário de alta de juros aos empréstimos pessoais, os bancários entram hoje no 12º dia de greve pela campanha salarial. Até sexta-feira, 200 agências da região, 44% do total, estavam fechadas, com trabalhadores de braços cruzados (33%). Apenas os atendimentos por canais eletrônicos estão disponíveis. A paralisação, que já supera a do ano passado (com duração de nove dias), pleiteia aumento de 11,93%. Os bancos, entretanto, oferecem 6,1%. Hoje, a categoria realiza assembleia para definir os rumos da greve. Veículo: Mauá Virtual

6 Bancos elevam juros até 19 vezes mais que a Selic Treze dias após o BC (Banco Central) elevar a taxa básica de juros nacional de 8,5% ao ano para 9%, os seis maiores bancos subiram seus empréstimos pessoais bem mais do que o 0,5 ponto percentual da Selic. A diferença chegou a até 9,84 pontos percentuais, aumento que supera em 19 vezes o da Selic. Foram considerados para a análise a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco, Santander e HSBC. A Selic é a referência do custo de crédito. Por isso, os juros bancários acompanham os movimentos de alta ou queda da taxa. É a ferramenta que o governo federal tem para segurar ou afrouxar a oferta de empréstimos no País. O pesquisador do Instituto Assaf Fabiano Guasti Lima, que ministra aulas na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, avaliou que a Selic é como a bandeirada do táxi. Toda vez que sobe, todos os outros juros, como o custo da corrida, tendem a aumentar. Outro ponto que explica o maior aumento é a individualidade. Os bancos fazem uma espécie de análise do histórico do cliente, o chamado rating, e se ele estiver com muitas dívidas ou até com registros de inadimplência, provavelmente os juros serão maiores. O BC deixa claro como descrição de seu levantamento que, em uma mesma modalidade, as taxas de juros podem diferir entre clientes de uma mesma instituição financeira. Taxas de juros variam de acordo com fatores diversos, tais como o valor e a qualidade das garantias apresentadas na operação, a proporção do pagamento de entrada da operação, o histórico e a situação cadastral de cada cliente e o prazo da operação, entre outros. Conforme as informações do BC, o Bradesco teve a maior elevação de juros nos 13 dias, com alta de 9,84 pontos percentuais. A instituição financeira cobrou, entre os dias 5 e 11, em média, 81,14% ao ano, o mesmo que 5,08% ao mês, por seus empréstimos pessoais, excluindo os consignados. Na semana anterior à decisão de engorda da Selic, o banco taxou a operação em 71,3% ao ano, ou 4,59% ao mês. Por sinal, a instituição também aparece na última pesquisa do Procon-SP, coletada no dia 3, com os maiores juros nos empréstimos pessoais. Segundo o levantamento, a média era de 107,46%. Este estudo considera prazo para liquidação de 12 meses, taxas máximas pré-fixadas para clientes não-preferenciais e independente do canal de contratação. O Bradesco não quis se manifestar sobre o assunto. A Caixa, na outra ponta, apresentava a menor taxa de juros na listagem do BC. A instituição financeira pública cobrou de seus clientes, pelo empréstimo pessoal não consignado, em média 43,26% ao ano na semana encerrada no dia 11 (o banco reduziu seus juros em 0,26 ponto percentual). Gerente regional da Caixa, Edvaldo Contin pontua que essa ação visa manter o banco com as menores tarifas do mercado, atrair novos clientes e valorizar os atuais. O professor de Finanças Mário Amigo, que ministra aulas na Saint Paul Escola de Negócios, Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e FIA (Fundação Instituto de Administração), avalia que as diferenças de juros dos bancos públicos, ante os privados, é estratégica. É uma forma de o governo estimular o consumo. Do ponto de vista de disputa de mercado, a disparidade entre os bancos tende a gerar melhores condições aos clientes, destacou o acadêmico. GREVE - Em meio ao cenário de alta de juros aos empréstimos pessoais, os bancários entram hoje no 12º dia de greve pela campanha salarial. Até sexta-feira, 200 agências da região, 44% do total, estavam fechadas, com trabalhadores de braços cruzados (33%). Apenas os atendimentos por canais eletrônicos estão disponíveis.

7 A paralisação, que já supera a do ano passado (com duração de nove dias), pleiteia aumento de 11,93%. Os bancos, entretanto, oferecem 6,1%. Hoje, a categoria realiza assembleia para definir os rumos da greve.

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