Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

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1 FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais ou em títulos de renda fixa privados (de empresas) classificados na categoria "baixo risco de crédito". Além disso, no mínimo 95% de sua carteira é composta por ativos que acompanhem a variação do seu indicador de desempenho, o chamado "benchmark". Usam instrumentos de derivativos (contratos que derivam de outros ativos e têm vencimento futuro) com o objetivo de proteção (chamada de "hedge"). Os fundos referenciados mais conhecidos são os DI. São fundos que buscam acompanhar a variação diária das taxas de juros (Selic/CDI) e se beneficiam de um cenário de alta de juros. FUNDO RENDA FIXA Os fundos Renda Fixa Aplicam pelo menos 80% dos recursos em títulos de renda fixa prefixados (que rendem uma taxa de juro previamente estabelecida) ou pós-fixados (que acompanham a variação da taxa de juro ou um índice de preço). Além disso, usam instrumentos de derivativos (contratos que derivam de outros ativos e têm vencimento futuro) com o objetivo de proteção (chamada de "hedge"). FUNDO DE AÇÕES Os fundos de ações investem no mínimo 67% de seu patrimônio em ações negociadas na Bolsa. Dessa forma, estão sujeitos às oscilações de preços das ações que compõem sua carteira. Alguns fundos dessa categoria têm como objetivo acompanhar a variação de um índice do mercado acionário, como o Ibovespa (principal índice da BM&FBovespa, a Bolsa brasileira) ou o IBX (Índice Brasil, que reúne as 100 ações mais negociadas na Bolsa do país --veja IBOVESPA e IBX em glossário neste site). Os fundos de ações são mais indicados a quem tem objetivos de investimento de longo prazo, pois haverá tempo para que eventuais perdas com as oscilações dos preços das ações da Bolsa sejam recompostas. MULTIMERCADOS Os fundos multimercados mesclam investimentos em diversos ativos, como câmbio, ações, derivativos (contratos que derivam de outros ativos e têm vencimento futuro) e renda fixa. Por isso, esses fundos envolvem diferentes fatores de risco, que precisam ser avaliados antes de o aplicador

2 decidir por esse tipo investimento. São fundos com alta flexibilidade de gestão, por isso dependem do talento do gestor na escolha do melhor momento de alocar os recursos, na seleção dos ativos da carteira e no percentual do patrimônio que será investido em cada um dos mercados. FUNDO CAMBIAL Os fundos cambiais devem manter pelo menos 80% do patrimônio investido em ativos que sejam relacionados, diretamente ou indiretamente (via derivativos), à variação de preços de uma moeda estrangeira, ou a uma taxa de juro (o chamado de cupom cambial). Nesta categoria, os fundos mais conhecidos são os chamados fundos cambiais dólar, que têm o objetivo de seguir a variação da cotação da moeda americana. Mas vale destacar que esses fundos não refletem exatamente a cotação do dólar, pois, esses investimentos (como todos os fundos) envolvem custos, como taxa de administração e Imposto de Renda.

3 O fundo de investimento é uma espécie de "condomínio" de investidores gerido por uma instituição financeira, que busca a maior rentabilidade possível para os recursos aplicados e cobra uma taxa de administração pelo serviço. Nos investimentos em fundos, também há incidência de Imposto de Renda, e podem existir outros custos, como taxa de performance (valor cobrado pelo administrador sobre a parcela da rentabilidade acima do índice estabelecido como referência). Veja taxas e impostos envolvidos em cada aplicação As taxas cobradas em cada fundo variam de um produto para outro dentro de uma mesma instituição e também de uma instituição para outra, conforme os valores investidos, os prazos e o perfil dos produtos, e devem sempre ser avaliadas e negociadas pelo investidor a fim de que ele obtenha o maior ganho final possível. Um fundo pode colocar os recursos dos investidores em diversos tipos de aplicação: ações, em CDBs, em títulos do governo, em aplicações complexas e sofisticadas. Há milhares de fundos no Brasil e cada um tem uma política própria de investimento, a que o aplicador deve ter acesso antes de optar por determinado produto. Todos eles foram divididos em categorias e tipos, conforme as características principais. A divisão em categorias --sete no total--, foi feita pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que é o órgão do governo que regulamenta o mercado de capitais. Além disso, a Anbima subdividiu os fundos em tipos, que levam em conta não só a sua política de investimento, mas também os fatores de risco. Esse detalhamento ajuda o investidor a comparar os produtos. AS CATEGORIAS A seguir, em linhas gerais, esclarecimentos sobre as sete grandes categorias de fundos. CURTO PRAZO

4 Fundos de curto prazo Investem seus recursos exclusivamente em títulos públicos federais ou privados (de empresas) de baixo risco de crédito. Esses títulos podem ser de renda fixa, pós ou prefixados e, geralmente, sua rentabilidade está atrelada à taxa de juro usada nas operações entre os bancos (conhecida como taxa do CDI). Investem em papéis com prazo máximo a decorrer de 375 dias e o prazo médio da carteira é de, no máximo, 60 dias. Por essas características, são considerados os mais conservadores, indicados para investidores com o objetivo de investimento de curtíssimo prazo, pois suas cotas são menos sensíveis às oscilações das taxas de juros. REFERENCIADO Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais ou em títulos de renda fixa privados (de empresas) classificados na categoria "baixo risco de crédito". Além disso, no mínimo 95% de sua carteira é composta por ativos que acompanhem a variação do seu indicador de desempenho, o chamado "benchmark". Usam instrumentos de derivativos (contratos que derivam de outros ativos e têm vencimento futuro) com o objetivo de proteção (chamada de "hedge"). Os fundos referenciados mais conhecidos são os DI. São fundos que buscam acompanhar a variação diária das taxas de juros (Selic/CDI) e se beneficiam de um cenário de alta de juros. RENDA FIXA Aplicam pelo menos 80% dos recursos em títulos de renda fixa prefixados (que rendem uma taxa de juro previamente estabelecida) ou pós-fixados (que acompanham a variação da taxa de juro ou um índice de preço). Além disso, usam instrumentos de derivativos (contratos que derivam de outros ativos e têm vencimento futuro) com o objetivo de proteção (chamada de "hedge"). Os fundos de renda fixa, ao contrário do que ocorre com os fundos referenciados DI, beneficiam-se de um cenário de redução das taxas de juros. MULTIMERCADOS Os fundos multimercados mesclam investimentos em diversos ativos, como câmbio, ações, derivativos (contratos que derivam de outros ativos e têm vencimento futuro) e renda fixa. Por isso, esses fundos envolvem diferentes fatores de risco, que precisam ser avaliados antes de o aplicador decidir por esse tipo investimento. São fundos com alta flexibilidade de gestão, por isso dependem do talento do gestor na escolha do melhor momento de alocar os recursos, na seleção dos ativos da carteira e no percentual do patrimônio que será investido em cada um dos mercados. AÇÕES Os fundos de ações investem no mínimo 67% de seu patrimônio em ações negociadas na Bolsa. Dessa forma, estão sujeitos às oscilações de preços das ações que compõem sua carteira. Alguns fundos dessa categoria têm como objetivo acompanhar a variação de um índice do mercado acionário, como o Ibovespa (principal índice da BM&FBovespa, a Bolsa brasileira) ou o IBX (Índice Brasil, que reúne as 100 ações mais negociadas na Bolsa do país --veja IBOVESPA e IBX em glossário neste site). Os fundos de ações são mais indicados a quem tem objetivos de investimento

5 de longo prazo, pois haverá tempo para que eventuais perdas com as oscilações dos preços das ações da Bolsa sejam recompostas. CAMBIAL Os fundos cambiais devem manter pelo menos 80% do patrimônio investido em ativos que sejam relacionados, diretamente ou indiretamente (via derivativos), à variação de preços de uma moeda estrangeira, ou a uma taxa de juro (o chamado de cupom cambial). Nesta categoria, os fundos mais conhecidos são os chamados fundos cambiais dólar, que têm o objetivo de seguir a variação da cotação da moeda americana. Mas vale destacar que esses fundos não refletem exatamente a cotação do dólar, pois, esses investimentos (como todos os fundos) envolvem custos, como taxa de administração e Imposto de Renda. DÍVIDA EXTERNA Fundos dessa modalidade aplicam no mínimo 80% do patrimônio em títulos brasileiros negociados no mercado internacional. Os 20% restantes podem ser aplicados em outros títulos de crédito transacionados no exterior. Para o investidor no Brasil, esse fundo é a única forma de aplicar nos papéis emitidos pelo governo brasileiro negociados no exterior.

6 11/02/ h00 Saiba o que perguntar ao gerente na hora de escolher um investimento Atualizado em 13/08/2013 às 19h59. Em cenário de juro básico de um dígito, diminuiu o ganho de investimentos de renda fixa, como títulos públicos ou de empresas e fundos que aplicam nesses papéis. Até empatar com a inflação ficou difícil. Assim, pequenas variações de taxas e impostos fazem mais diferença no ganho final e precisam ser avaliados. Mesmo na renda variável, seja em aplicações diretas na Bolsa ou por meio de fundos, é preciso saber qual será o peso das taxas e dos impostos. Editoria de Arte/Folhapress Uma tabela feita pelo "Folhainvest" mostra quais são os principais custos em diversas aplicações financeiras. O poder de negociação do investidor com corretoras, bancos ou gestoras de recursos é em relação às taxas de serviço --como a de administração, no caso de fundos, e a de corretagem, para investimentos em ações--, uma vez que os impostos são estipulados por lei. As taxas variam de uma instituição para outra e, como há concorrência entre as empresas pelos clientes, esses saem em vantagem. Caso o investidor já seja cliente da instituição com a qual pretende aplicar --por exemplo, se for correntista de um banco que oferece um CDB (Certificado de Depósito Bancário)--, um histórico de bom relacionamento aumenta seu poder de negociação. INFLAÇÃO O investidor também precisa ficar de olho na inflação e perguntar ao gerente qual tem sido o desempenho das aplicações escolhidas em relação aos índices de preço. Se o investimento, após descontados custos e impostos, estiver sistematicamente perdendo para a inflação, é hora de procurar o responsável para discutir a pertinência de alguma mudança. "Quanto mais informação o investidor tiver, melhor", diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida). "No fim das contas, o dinheiro é do investidor" acrescenta o especialista, que também é diretorexecutivo de produtos de investimento e previdência do Itaú. Mauro Calil, educador financeiro, ressalta, porém, que nem todas as medidas de cautela podem evitar frustrações. "Prever o futuro é impossível. Não há garantia de que a conta se mostrará correta", afirma.

7 28/01/ h00 Saiba mais: o que são títulos públicos e como investir neles Os títulos de dívida pública são papéis emitidos pelo governo para financiar projetos ou equilibrar as contas. Para o investidor, esses títulos são ativos de renda fixa. Ou seja, seu percentual de rendimento pode ser estimado no momento da aplicação, ao contrário do que ocorre com ativos de renda variável (como ações), cujo retorno não pode ser estimado no investimento. Assim, os títulos do governo são considerados de perfil mais conservador --ou seja, de menor risco-- do que os ativos de renda variável (como ações). Os papeis são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional. Os títulos podem ser ser prefixados, quando a taxa de remuneração é definida na hora da compra, ou pós-fixados, cujo valor é corrigido por um indexador definido --a exemplo dos títulos remunerados por índices de inflação (como o IPCA) ou pela taxa de juros básica da economia (a Selic). Os títulos podem ser ainda de curto, médio ou longo prazos, e realizar ou não pagamento de cupom semestral de juros (uma taxa de juros determinada na venda do título e que varia proporcionalmente à Selic). O investidor deve escolher, entre os títulos disponíveis, aqueles mais compatíveis com o seu perfil e com o objetivo de seu investimento. Para aplicar, o investidor pode utilizar o Tesouro Direto. Há também fundos de investimento de renda fixa que investem parte dos recursos em títulos públicos. LTN Letras do Tesouro Nacional As Letras do Tesouro Nacional são títulos prefixados. Ao adquirir o título, o investidor já sabe exatamente qual será a rentabilidade. NTN-F Notas do Tesouro Nacional --Série F Assim como a LTN, a NTN-F é um título prefixado. A diferença é que parte dos juros é paga em cupons semestrais. A outra parte é resgatada ao final da aplicação. NTN-B A NTN-B (Notas do Tesouro Nacional --Série B) é um título público pós-fixado que segue a rentabilidade da taxa Selic. NTN-B Principal Notas do Tesouro Nacional --Série B Assim como a NTN-B, a NTN-B Principal é um título público indexado ao IPCA. Ao contrário desta, porém, não há pagamento de cupons, e os juros são resgatados integralmente ao final da operação. LFT Letras Financeiras do Tesouro A LFT (Letras Financeiras do Tesouro) é um título público pós-fixado que segue a rentabilidade da taxa Selic. O resgate é feito em data determinada na hora da compra.

8 28/01/ h00 Saiba mais: veja como funciona o investimento direto em ações na Bolsa Uma ação representa a menor parcela do capital de uma empresa. Ao comprar uma ação, o investidor se torna, na prática, sócio da empresa. As ações são negociadas na BM&FBovespa. A ação pode ser ordinária, representada na Bolsa pela sigla ON, ou preferencial, com sigla PN. Ação ordinária dá ao investidor o direito de votar nas decisões da empresa, como a eleição da diretora. Já a preferencial não dá direito a voto, mas confere preferência no recebimento de dividendos (parcela do lucro da companhia distribuída aos acionistas). Na Bolsa, o preço das ações varia ao longo do dia. O tamanho da valorização ou da desvalorização do papel em determinado momento reflete o ganho ou a perda que o acionista terá se vender a ação naquele instante. OSCILAÇÃO DE PREÇO O valor da ação pode cair em um dia e subir no outro, ou vice-versa. Assim, como não é possível estimar qual será a valorização ou a desvalorização do papel no momento da compra, esse tipo de investimento é chamado de renda variável. É possível investir em ações por conta própria, desde que o interessado se cadastre em uma corretora. Essa empresa faz a intermediação do negócio e cobra taxas por esse serviço, como a de corretagem. A corretora oferece, por exemplo, ajuda para escolher seus investimentos de acordo com o seu objetivo financeiro, suporte para entender o funcionamento da Bolsa e para serviços como o "home broker" (site para investir via internet) e relatórios de recomendação de ações. O valor da taxa de corretagem varia de uma corretora para outra. O investidor pode e deve comparar e negociar para obter valores mais vantajosos. É possível consultar as que atendem pessoas físicas no site da Bolsa

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