BuscaLegis.ccj.ufsc.br

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BuscaLegis.ccj.ufsc.br"

Transcrição

1 BuscaLegis.ccj.ufsc.br Dos Produtos e Serviços Gratuitos e a Aplicação do CDC Sumário: 1. Considerações Iniciais; 2. Do Consumidor; 3. Do Fornecedor; 4. Dos Serviços Gratuitos; 5. Conclusão; 6. Bibliografia Resumo Este artigo tem o intuito de discutir a polêmica sobre a remuneração dos serviços apresentada no art. 3º do Código de Defesa do Consumidor. Com este intuito ele apresenta os conceitos de consumidor e fornecedor trazidos pelo código e concluí demonstrando a possibilidade da classificação do tomador de um serviço gratuito como consumidor nato ou por equiparação. 1. Considerações Iniciais A lei nº 8078/90, conhecida como o Código de Defesa do Consumidor, foi criada com a finalidade de equilibrar as relações de consumo, onde segundo a visão do legislador o consumidor está sempre em uma situação desprivilegiada. A hipossuficiência do consumidor não pode ser entendida meramente pelo lado econômico, pois não necessariamente o consumidor será o pólo economicamente mais fraco, a hipossuficiência está localizada no campo técnico e científico, porque é o fornecedor quem domina o campo técnico e científico no qual o seu produto ou serviço está inserido. Este artigo tem o intuito de discutir o 2º, do artigo 3º que estabelece que o serviços devem ser remunerados, e demonstrar algumas possíveis respostas para a aplicação dos CDC sobre os serviços gratuitos. Antes de entrarmos no mérito da iremos apresentar os conceitos básicos sobre os pólos de uma relação de consumo. 2. Do Consumidor O Código de Defesa do Consumidor procurou em seu conteúdo inserir os

2 conceitos dos sujeitos da relação de consumo, assim define no artigo 2º: Art. 2 Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Na doutrina existem duas correntes para a definição de consumidor, os finalistas e os maximalistas. Para os finalistas o consumidor é a parte mais fraca da relação de consumo, no inciso I, do art. 4º do CDC, o consumidor é definido como o destinatário final do produto ou serviço, isto é, aquele que consumirá o produto ou serviço em sua plenitude, com um objetivo não profissional e sem utilizar o produto ou serviço com a finalidade de obter lucro. Art. 4 A Política Nacional de Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito a sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transferência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios: I - reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo; O profissional não poderia ser considerado como consumidor, pois o preço do serviço ou produto que ele adquiriu seria incluído no preço das atividades que ele exerce, portanto, para os finalistas a destinação do bem deve ser para o uso doméstico e familiar. Com esta visão os finalistas buscam restringir o grupo dos consumidores àquelas pessoas que realmente necessitam de proteção, pois são hipossuficientes, possibilitando, assim, um nível maior de proteção a este grupo. Além disso, os finalistas alegam que o Código Comercial possui meio próprio para a proteção do profissional-consumidor. A posição maximalista é mais ampla que a finalista e entende que o CDC como sendo um regulamento para as relações de consumo em geral, não importando se o consumidor é pessoa jurídica ou física, desde que este seja o destinatário final do produto. Segundo esta vertente uma fábrica de toalhas que compra algodão ou um advogado que adquire um computador podem ser caracterizados como consumidores. Segundo a professora Claudia Lima Marques o direito contratual moderno busca identificar o consumidor caso a caso, constatando a existência de desequilíbrio na relação contratual. O Superior Tribunal de Justiça tem pendido ultimamente para teoria maximalista na grande de suas decisões. Efetivamente, grande número de empresas têm tentado ver reconhecido no judiciário seu status de consumidores destinatários finais e fáticas, pois o sistema do CDC demonstrou ser um setor de

3 excelência e eficiência do direito civil brasileiro, onde as soluções de mérito e de Justiça contratual realmente realizam-se. Apoiadas por advogados atualizados, as empresas tornam-se litigantes comuns a recorrer ao sistema do CDC para resolver seus problemas contratuais intercomerciais, deturpando, assim, o espírito protetivo do CDC e colocando em perigo a proteção do verdadeiro consumidor strictu sensu. A atual resposta mais clara da jurisprudência e a eventual atualização que o novo Código Civil trará ao sistema geral do Direito Civil e Comercial tendem a superar este problema inicial da introdução do CDC no ordenamento jurídico brasileiro. Além da definição dada pelo legislador no artigo 2º, o CDC apresenta outras três definições por equiparação o parágrafo único do art. 2º, o art. 17 e o art. 29. Art. 2 (...) Parágrafo único. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo. O parágrafo único do art. 2 equipara a consumidores todos aqueles que apesar de não terem adquirido ou utilizado o produto ou serviço àqueles que de alguma forma foram afetados à relação de consumo, e.g., vítimas de um acidente de trânsito causado em virtude de um defeito de fabricação de um veículo automotor. Art 17. Para os efeitos desta Seção, equiparam-se aos consumidores todas as vítimas do evento. O artigo 17 se encontra na Seção II que recebe o título Da Responsabilidade pelo Fato do Produto e do Serviço, e este por sua vez está inserido no Capítulo IV que possui o título Da Qualidade de Produtos e Serviços, da Prevenção e Reparação de Danos. Esta seção tem o intuito de responsabilizar o produtor, o fabricante, o importador, o construtor, nacional ou estrangeiro, além do comerciante, pelos produtos e serviços que estes colocam no mercado, esta seção possui a clara intenção de transferir todos os riscos da relação de consumo para os fornecedores. Na relação elencada na Seção II o comerciante é o que corre o menor risco entre os fornecedores, pois ele terá responsabilidade residual, isto é, no caso de não se localizar o fabricante, produtor ou importador do produto é que ele será responsabilizado pelos defeitos e vícios dos produtos. Art. 29 Para os fins deste Capítulo e do seguinte equiparam-se aos consumidores todas as pessoas determináveis ou não, expostas às práticas nele previstas. Os capítulos que o artigo 29 faz referencia são o Capítulo V, que cuida das práticas comerciais, e o Capítulo VI que versa sobre a proteção do

4 contrato. O Capítulo V engloba questões como a oferta dos produtos, da publicidade, das práticas abusivas, da cobrança das dívidas e dos bancos de dados e cadastro dos consumidores. Com isso todas as ilegalidades que os fornecedores venham a cometer nestes quesitos, equiparam as vítimas a consumidores, invertendo o ônus da prova, o que dificulta muito a defesa dos fornecedores. Sendo assim caso uma instituição financeira venha utilizar uma propaganda enganosa, ou um de seus prepostos ofereça um produto ou serviço em desacordo com os preceitos do CDC, as vítimas serão equiparadas ao consumidor do caput artigo 2º do CDC. 3. Fornecedor O outro pólo da relação de consumo é o fornecedor, o artigo 3º do CDC traz a sua definição, que busca englobar todas as atividades caracterizáveis como fornecimento de produtos ou serviços. Art. 3 Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. 1 Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial. 2 Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. O intuito deste artigo é analisar se os serviços gratuitos estão protegidos pelo CDC, visto que eles não são remunerados, pelo menos de uma forma direta. 4. Dos Serviços Gratuitos Segundo o entendimento da melhor doutrina remuneração é o recebimento de alguma vantagem, não necessariamente pecuniária, sendo assim, remuneração não é sinônimo de lucro, conseqüentemente, a remuneração citada no 2º do artigo 3º, pode ocorrer de forma indireta. A remuneração indireta é a forma de pagamento onde o fornecedor recebe outras vantagens, diversas do pagamento direto através da entrega de um bem, como a realização futura de um negócio, a angariação de novos clientes, ou a divulgação de um produto ou marca. A poupança popular é um serviço gratuito clássico, pois não gera nenhum ônus ao consumidor, visto que este autoriza o banco a utilizar o

5 dinheiro depositado em suas operações ativas, em troca do pagamento de juros sobre o valor depositado. A poupança popular é uma das formas mais baratas e eficientes que os bancos utilizam para captar de recursos, pois a remuneração que os bancos dão aos seus clientes é irrisória perto do lucro que estes auferem na utilização destes recursos, além disso, a poupança é uma porta de entrada para outros serviços oferecidos pelos bancos. Sendo assim, vimos que a maior parte dos serviços gratuitos oferecidos no mercado, na verdade, são remunerados de forma indireta, e como se não bastasse, o preço destes serviços estão embutidos nos outros serviços oferecidos pelos fornecedores. Não obstante estar demonstrado que os serviços gratuitos colocados no mercado pelas empresas com fim lucrativo serem sempre remunerados de forma indireta, ou por terem o seu preço embutido em outros serviços, os tomadores destes serviços podem ser classificados como consumidores pelos conceitos do parágrafo único do artigo 2º, do artigo 17, ou até pelo conceito do artigo Conclusão O Código de Defesa do Consumidor foi criado com base na teoria da hipossuficiência do consumidor, com a finalidade de equilibrar as relações de consumo, trazendo regras mais benéficas do que aquelas apresentadas pelo Código Civil, tendo em vista que as relações consumeristas possuem características e necessidades próprias. No tocante a remuneração os serviços gratuitos oferecidos pelas empresas com fins lucrativos não são isentos de remuneração, pois a remuneração pela realização destes serviços ou acontece de forma indireta ou a remuneração está embutida em outro serviço. Quando for identificado que em uma prestação de serviço gratuita a presença de um consumidor e de um fornecedor, formando uma relação de consumo, surgirá a necessidade da aplicação das normas trazidas pelo CDC para equilibrar esta relação. Não obstante haja o entendimento de que o tomador de um serviço gratuito não esteja classificado como consumidor, ele estará protegido pelos conceitos de consumidor por equiparação, em virtude de defeitos, danos, vícios, tanto nos serviços como nas práticas comerciais dos fornecedores. Sendo assim, o tomador de uma prestação de serviço gratuita estará protegida pelo CDC por ser caracterizado como consumidor nos moldes do art. 3º ou será considerado consumidor por equiparação, nos moldes

6 do parágrafo único do art. 2º, o art. 17 e o art. 29. BIBLIOGRAFIA: BITTAR, Carlos Alberto, Direito do Consumidor: Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078 de 11 de setembro de 1990), Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, ed 4. COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito Comercial, volume 3, São Paulo: Editora Saraiva, ed.3. MARQUES, Cláudia Lima, Contratos no Código de Defesa do Consumidor: O novo regime das relações contratuais, São Paulo, editora Revista dos Tribunais, 2002, 4ª ed. BRASIL. Lei nº 8.078, de 11 de setembro de Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Citações 1. Cláudia Lima Marques, Contratos no Código de Defesa do Consumidor: O novo regime das relações contratuais, 4ª ed., atual. e ampl., Editora Revista dos Tribunais, São Paulo, BASTOS, Rodrigo Garcia. Dos Produtos e Serviços Gratuitos e a Aplicação do CDC. Disponível em: Acesso em: 17.jul.2006.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. Prof. Alexandre LIPP João PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC. b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. Prof. Alexandre LIPP João PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC. b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC 1 CDC PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC PONTO 2: a) DISTINÇÃO CONSUMIDOR E FORNECEDOR b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC 1) A BASE CONSTITUCIONAL DA DEFESA DO CONSUMIDOR: ART. 5º, XXXII 1, CF (Dir.

Leia mais

A configuração da relação de consumo

A configuração da relação de consumo BuscaLegis.ccj.ufsc.br A configuração da relação de consumo Samuel Borges Gomes 1. Introdução O Código de Defesa do Consumidor (CDC) foi sem dúvida um marco na legislação brasileira no sentido de legitimação

Leia mais

RELAÇÃO DE CONSUMO DIREITO DO CONSUMIDOR

RELAÇÃO DE CONSUMO DIREITO DO CONSUMIDOR DIREITO DO CONSUMIDOR RELAÇÃO DE CONSUMO APLICABILIDADE O presente código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social, nos termos dos arts. 5, inciso XXXII,

Leia mais

O DIREITO DO CONSUMIDOR Aspectos Constitucionais

O DIREITO DO CONSUMIDOR Aspectos Constitucionais Direito do Consumidor Aula 01 Professora Flávia Zebulum O DIREITO DO CONSUMIDOR Aspectos Constitucionais -Direito e Garantia Fundamental: Art. 5, XXXII CF/88 -Princípio Inerente a Ordem Econômica: Art.

Leia mais

Noções de Direito do Consumidor. Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012

Noções de Direito do Consumidor. Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012 Noções de Direito do Consumidor Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012 AULA 01 18/06/2012 Mini Currículo P r o f e s s o r e A d v o g a d o. E s p e c i a l i s t a e m R e l a ç õ e s d e C o n s

Leia mais

CREA - RJ. 7º Painel. A Relaçã. ção o de Consumo na Previdência Complementar. William L. Rocha. 15 de maio de 2009

CREA - RJ. 7º Painel. A Relaçã. ção o de Consumo na Previdência Complementar. William L. Rocha. 15 de maio de 2009 CREA - RJ 7º Painel A Relaçã ção o de Consumo na Previdência Complementar William L. Rocha 15 de maio de 2009 A Relaçã ção o de Consumo na Previdência Complementar 1) Do debate sobre a aplicabilidade do

Leia mais

PRESCRIÇÃO SEGURO-SAÚDE

PRESCRIÇÃO SEGURO-SAÚDE BuscaLegis.ccj.ufsc.br PRESCRIÇÃO SEGURO-SAÚDE Autor: Valcir Edson Mayer Advogado e Professor OAB/SC 17.150 Rua General Osório, n.º 311 - Salas 202 e 205 Centro Coml. Diplomata - Centro - Timbó/SC CEP

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR JULIANA PULLINO ARTIGO: O CONSUMIDOR DESTINATÁRIO FINAL OU STRICTO SENSU: CONCEITO E PROTEÇÃO LEGAL

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR JULIANA PULLINO ARTIGO: O CONSUMIDOR DESTINATÁRIO FINAL OU STRICTO SENSU: CONCEITO E PROTEÇÃO LEGAL JULIANA PULLINO ARTIGO: O CONSUMIDOR DESTINATÁRIO FINAL OU STRICTO SENSU: CONCEITO E PROTEÇÃO LEGAL Professora Doutora: Mirella D Angelo MESTRADO EM DIREITO UNIMES 2013 O CONSUMIDOR DESTINATÁRIO FINAL

Leia mais

Aula de 09/03/15. Tanto a patente quanto o registro podem ser comercializados/transmitidos.

Aula de 09/03/15. Tanto a patente quanto o registro podem ser comercializados/transmitidos. Aula de 09/03/15 7. Propriedade Industrial Bens imateriais protegidos pelo direito industrial: patente de invenção, patente de modelo de utilidade, registro de desenho industrial e registro de marca. Tanto

Leia mais

Resumo Aula-tema 07: Direito do Consumidor.

Resumo Aula-tema 07: Direito do Consumidor. Resumo Aula-tema 07: Direito do Consumidor. O Direito do Consumidor estabelece as regras que regulam as relações de consumo entre consumidores e fornecedores de produtos ou serviços. Como vivemos em um

Leia mais

FUTURAINVEST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CARTILHA DO CONSUMIDOR

FUTURAINVEST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CARTILHA DO CONSUMIDOR FUTURAINVEST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CARTILHA DO CONSUMIDOR 1 Sumário 1 - A origem do Código de Defesa do Consumidor...3 2 - Código de Defesa do Consumidor... 3 3 - Direitos

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são

Leia mais

Módulo Operações na Logística. Objetivos. Questões

Módulo Operações na Logística. Objetivos. Questões Módulo Operações na Logística 1. O Direito, a lei e a Logística 2. Os Direitos do Consumidor 3. Atividade Empresarial e a Logística 4. As Obrigações Tributárias Prof. Mardônio da Silva Girão Objetivos

Leia mais

Comunicação: tendências e desafios, realizada na Universidade do Sagrado Coração Bauru SP, no período de 27 a 29 de agosto de 2009.

Comunicação: tendências e desafios, realizada na Universidade do Sagrado Coração Bauru SP, no período de 27 a 29 de agosto de 2009. 111 1ª Jornada Científica de Comunicação Social A pesquisa em Comunicação: tendências e desafios PUBLICIDADE E PROPAGANDA: UMA REFLEXÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E DA ÉTICA PARA A PROFISSÃO

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br O Uso do Cheque na Compra e Venda Gilmar Roberto Duarte Ferreira* Introdução Pretende-se, nestas parcas linhas, abordar eventual prática abusiva, consoante desrespeito à norma instituída,

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR » Cacildo Baptista Palhares Júnior Advogado em Araçatuba (SP) Questões comentadas de direito do consumidor da prova objetiva do concurso de 2010 para Defensor da Bahia Com referência ao CDC, julgue os

Leia mais

Para os profissionais da segurança pública nos estados da Bahia e Sergipe

Para os profissionais da segurança pública nos estados da Bahia e Sergipe Abril 2010 - Ano 2-2ª Edição Para os profissionais da segurança pública nos estados da Bahia e Sergipe O Guia de Compras & Serviços é uma publicação do Página de Polícia, voltado para o universos dos profissionais

Leia mais

CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO

CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO 1 CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO 03/09/2013 2 PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO E AS LIMITAÇÕES DO DECRETO 7.962/2013 3 Conclusões O CDC é mais do que suficiente para a

Leia mais

Tópicos de Direito do Consumidor Carga Horária: 20 h/a

Tópicos de Direito do Consumidor Carga Horária: 20 h/a Faculdade de Direito Milton Campos Reconhecida pelo Ministério da Educação Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Civil Tópicos de Direito do Consumidor Carga Horária: 20 h/a 1- Ementa Princípios

Leia mais

O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização

O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização Contribuição de Dr. Rodrigo Vieira 17 de dezembro de 2008 Advocacia Bueno e Costanze O fornecimento de senhas

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA

POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA POLÍTICA NACIONAL DE GARANTIA 1 Conteúdo Introdução... 3 Objetivo... 3 Esclarecimentos... 3 O que é considerado garantia... 4 O que são considerados itens de manutenção... 4 O que são considerados materiais

Leia mais

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. Venda Casada nos Contratos Bancários. Raul Pereira

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. Venda Casada nos Contratos Bancários. Raul Pereira Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro Venda Casada nos Contratos Bancários Raul Pereira Rio de Janeiro 2014 RAUL PEREIRA Venda Casada nos Contratos Bancários Artigo Científico apresentado

Leia mais

Alguns comentários sobre a proteção à saúde e segurança do consumidor

Alguns comentários sobre a proteção à saúde e segurança do consumidor Alguns comentários sobre a proteção à saúde e segurança do consumidor Marcia Helena Bosch Juíza de Direito no Estado de São Paulo, Professora da Escola Paulista da Magistratura e Doutoranda pela PUC-SP

Leia mais

RELAÇÕES DE CONSUMO FRENTE AOS ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS. Leonardo Ayres Canton Bacharel em Direito

RELAÇÕES DE CONSUMO FRENTE AOS ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS. Leonardo Ayres Canton Bacharel em Direito RELAÇÕES DE CONSUMO FRENTE AOS ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS Leonardo Ayres Canton Bacharel em Direito INTRODUÇÃO A primeira norma a tratar sobre as atividades envolvendo organismos geneticamente

Leia mais

AS RESPONSABILIDADES NAS TRANSAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DO E- COMMERCE ROFIS ELIAS FILHO ADVOGADO

AS RESPONSABILIDADES NAS TRANSAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DO E- COMMERCE ROFIS ELIAS FILHO ADVOGADO AS RESPONSABILIDADES NAS TRANSAÇÕES REALIZADAS ATRAVÉS DO E- COMMERCE ROFIS ELIAS FILHO ADVOGADO Copyleft é livre o uso desta apresentação para fins não comerciais, desde que a fonte e a autoria sejam

Leia mais

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 Dispõe sobre a destinação de Lâmpadas inservíveis, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências O CONSELHO NACIONAL DO MEIO

Leia mais

PRÁTICAS COMERCIAS. Oferta Princípios da publicidade Publicidade abusiva e enganosa

PRÁTICAS COMERCIAS. Oferta Princípios da publicidade Publicidade abusiva e enganosa PRÁTICAS COMERCIAS Oferta Princípios da publicidade Publicidade abusiva e enganosa CONCEITO Práticas comerciais são os procedimentos, mecanismos, métodos e técnicas utilizados pelos fornecedores para,

Leia mais

Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar

Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012 RESUMO Finalidade da Responsabilidade Civil Segurança Jurídica Sistema de Garantias Tutela

Leia mais

DIREITO DO CONSUMIDOR

DIREITO DO CONSUMIDOR DIREITO DO CONSUMIDOR RETA FINAL - MG RELAÇÃO JURÍDICA DE CONSUMO A relação jurídica de consumo possui três elementos, a saber: o subjetivo, o objetivo e o finalístico. Por elemento subjetivo devemos entender

Leia mais

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. O Direito de Arrependimento Aplicado no Código de Defesa do Consumidor. Ângela Cristina Roque

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. O Direito de Arrependimento Aplicado no Código de Defesa do Consumidor. Ângela Cristina Roque Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro O Direito de Arrependimento Aplicado no Código de Defesa do Consumidor Ângela Cristina Roque Rio de Janeiro 2014 ANGELA CRISTINA ROQUE Direito de Arrependimento

Leia mais

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde 1 Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Publicado em Revista de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro /Cont. de/ RJRJ, Rio de Janeiro, n.80, p. 95-99, jul./set.

Leia mais

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Luciana de Oliveira Leal Halbritter Juíza de Direito do TJ RJ Mestre em Justiça e Cidadania pela UGF Sumário: 1. Introdução; 2. Aspectos Gerais;

Leia mais

Reflexões críticas acerca da cobrança do estacionamento pelos Shopping Centers.

Reflexões críticas acerca da cobrança do estacionamento pelos Shopping Centers. Reflexões críticas acerca da cobrança do estacionamento pelos Shopping Centers. Introdução: Adriano Celestino Ribeiro Barros Bacharel em Direito O estacionamento do Shopping Center não é gratuito, pois

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Breves considerações tributárias quanto a atividade de empresário (antiga firma individual) na atividade de representação comercial Juliano César Borges de Vito* Um dos fatores preponderantes

Leia mais

Contrato de Prestação de Serviços. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Contrato de Prestação de Serviços. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Contrato de Prestação de Serviços Contrato de Prestação de Serviços Visão Geral dos Contratos: Formação dos Contratos;e Inadimplemento Contratual. Formação dos Contratos Validade do Negócio Jurídico: Agente

Leia mais

consumidor consulte seus direitos

consumidor consulte seus direitos Câmara dos Deputados consumidor consulte seus direitos com VINICIUS CARVALHO Deputado Federal Centro de Documentação e Informação Coordenação de Publicações BRASÍLIA 2008 05948.indd 1 25/04/2008 13:50:24

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br - Software & Direito - Dos Contratos : Licença de uso e serviços Hilton Ricardo Rocha* Introdução Uma das questões principais, atualmente discutida no âmbito jurídico, está ligada

Leia mais

Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Responsabilidade Civil dos Administradores das Sociedades Administrador Administrador é a pessoa a quem se comete a direção ou gerência de qualquer negócio ou serviço, seja de caráter público ou privado,

Leia mais

3.2. O USUÁRIO poderá alterar sua senha a qualquer momento, assim como criar uma nova chave em substituição a uma chave já existente;

3.2. O USUÁRIO poderá alterar sua senha a qualquer momento, assim como criar uma nova chave em substituição a uma chave já existente; 1. CONTRATO Os termos abaixo se aplicam aos serviços oferecidos pela Sistemas On Line Ltda., doravante designada S_LINE, e a maiores de 18 anos ou menores com permissão dos pais ou responsáveis, doravante

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos - SP Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO

Leia mais

Autor: Deputado Antonio Bulhões Relator: Deputado Elismar Prado

Autor: Deputado Antonio Bulhões Relator: Deputado Elismar Prado COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI N o 5.995, DE 2009 Altera a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, Código de Defesa do Consumidor, para estender o direito de arrependimento ao consumidor

Leia mais

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação.

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. DISCIPLINA: DIREITO DO CONSUMIDOR PROFESSORA: IVANA BONESI RODRIGUES LELLIS TURMA: 6º EM PLANO DE CURSO 2014/1

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL DO SÍTIO NO COMÉRCIO ELETRÔNICO NACIONAL

RESPONSABILIDADE CIVIL DO SÍTIO NO COMÉRCIO ELETRÔNICO NACIONAL 1 RESPONSABILIDADE CIVIL DO SÍTIO NO COMÉRCIO ELETRÔNICO NACIONAL FABRICIO, M. A. F. Resumo: O presente trabalho tem por finalidade um estudo sobre a responsabilidade civil do sítio no comércio eletrônico,

Leia mais

1. CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL. Lei nº 7.492/86. 1. Nacional (Lei nº 4.595/64):...

1. CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL. Lei nº 7.492/86. 1. Nacional (Lei nº 4.595/64):... 1 DIREITO PENAL DIREITO PENAL PONTO 1: CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL 1. CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Instituição Financeira Lei nº 7.492/86 1. Nacional (Lei nº 4.595/64):...

Leia mais

O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR

O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR OSMAR LOPES JUNIOR O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR Introdução Não é preciso dizer o quanto a internet

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos/SP Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Habilitação Profissional Técnica de

Leia mais

XII CONGRESSO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO CONSUMIDOR. Prof. Eginardo Rolim

XII CONGRESSO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO CONSUMIDOR. Prof. Eginardo Rolim XII CONGRESSO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO CONSUMIDOR Prof. Eginardo Rolim CURSO DE EXTENSÃO EM DIREITO DO CONSUMIDOR Introdução, Histórico e Conceitos: consumidor, fornecedor, produtos e serviço.

Leia mais

PROVIMENTO Nº 116 DE 14 DE JULHO DE 1997

PROVIMENTO Nº 116 DE 14 DE JULHO DE 1997 CORREGEDORIA-GERAL PROVIMENTO Nº 116 DE 14 DE JULHO DE 1997 O Excelentíssimo Doutor ALBERTO NOGUEIRA, Vice-Presidente e Corregedor - Geral do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, no uso de suas atribuições

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

Direito Tributário Toque 1 Competência Tributária (1)

Direito Tributário Toque 1 Competência Tributária (1) É com grande satisfação que inicio minha jornada no site da Editora Ferreira. Neste espaço, iremos abordar o Direito Tributário com um único objetivo: obter, nesta disciplina, uma ótima pontuação em qualquer

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Garantia Legal e Contratual, uma questão superada pela Teoria da Vida Útil. Walter da Silva Maizman* INTRODUÇÃO Intrincada questão repousa sobre a garantia dos produtos e serviços

Leia mais

A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 11ª. REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 11ª. REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, Dispõe sobre a Política de Segurança da Informação no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª. Região. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 11ª. REGIÃO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR

DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR O PROCON MUNICIPAL tem como principal tarefa a proteção e defesa do consumidor, por isso desenvolveu este guia para melhor transparência e respeito, para você, consumidor.

Leia mais

O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NA IMPORTÂNCIA PARA O COMÉRCIO ELETRÔNICO

O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NA IMPORTÂNCIA PARA O COMÉRCIO ELETRÔNICO O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NA IMPORTÂNCIA PARA O COMÉRCIO ELETRÔNICO Carolina Cicarelli GUASTALDI 1 RESUMO: O presente trabalho tem como meta analisar o Código de Defesa do Consumidor como instrumento

Leia mais

Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor.

Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. NOTA TÉCNICA n 3 Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. Alayde Avelar Freire Sant Anna Ouvidora/ANAC

Leia mais

Teoria Geral do Processo II Matrícula: 11/0115791 Vallisney de Souza Oliveira O ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

Teoria Geral do Processo II Matrícula: 11/0115791 Vallisney de Souza Oliveira O ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Aluno: Endrigo Araldi Teoria Geral do Processo II Matrícula: 11/0115791 Vallisney de Souza Oliveira O ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Brasília, 30 de Maio de 2013

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. I RELATÓRIO

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. I RELATÓRIO COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. Veda a utilização do sistema francês de amortização, ou tabela Price, nos empréstimos e financiamentos de qualquer natureza.

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 6.458, DE 2009 (Do Sr. Edmar Moreira)

PROJETO DE LEI N.º 6.458, DE 2009 (Do Sr. Edmar Moreira) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 6.458, DE 2009 (Do Sr. Edmar Moreira) Impõe sanções às seguradoras que praticarem condutas lesivas aos segurados ou terceiros e dá outras providências. DESPACHO:

Leia mais

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Direito Empresarial II Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Contratos Aula 18 Contratos: Teoria Geral; Classificação; Requisitos; Objetos; Elementos; Contratos em Espécie: Compra

Leia mais

Vício de Informação nos Boletos de Cobrança Bancários Código de Defesa do Consumidor

Vício de Informação nos Boletos de Cobrança Bancários Código de Defesa do Consumidor Vício de Informação nos Boletos de Cobrança Bancários Código de Defesa do Consumidor PLÍNIO LACERDA MARTINS Mestre em Direito Promotor de Justiça Prof. de Direito do Consumidor UGF pliniolacerda@aol.com

Leia mais

DIREITO DO CONSUMIDOR

DIREITO DO CONSUMIDOR Capitulo I DIREITO DO CONSUMIDOR SUMÁRIO 1. Regulamentação das relações de consumo: 1.1 A Constituição e Código de Defesa do Consumidor; 1.2. Norma de ordem pública e de interesse social; 1.3. Aplicação

Leia mais

São Paulo, 16 de setembro de 2011. Ilmo. Sr. Ronaldo Mota Sardenberg Presidente ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações.

São Paulo, 16 de setembro de 2011. Ilmo. Sr. Ronaldo Mota Sardenberg Presidente ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações. São Paulo, 16 de setembro de 2011. Ilmo. Sr. Ronaldo Mota Sardenberg Presidente ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações Prezado Senhor, O Idec Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - vem,

Leia mais

OPERAÇÕES DE CÂMBIO. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

OPERAÇÕES DE CÂMBIO. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda OPERAÇÕES DE CÂMBIO CÂMBIO Câmbio é toda compra, venda ou troca de moeda nacional por moeda estrangeira ou papéis que o representem ou vice-versa. No Brasil em decorrência da atual legislação, sempre uma

Leia mais

A SÚMULA N. 297 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

A SÚMULA N. 297 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS A SÚMULA N. 297 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS THALES PINTO GONTIJO 1 Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça, por meio da

Leia mais

CAUTELAS DA CONSTRUTORA NA ESCOLHA DO FORNECEDOR DE INSUMOS: vícios ocultos e o regime de responsabilidade solidária do CDC

CAUTELAS DA CONSTRUTORA NA ESCOLHA DO FORNECEDOR DE INSUMOS: vícios ocultos e o regime de responsabilidade solidária do CDC CAUTELAS DA CONSTRUTORA NA ESCOLHA DO FORNECEDOR DE INSUMOS: vícios ocultos e o regime de responsabilidade solidária do CDC Por Rodrigo Antola Aita 1. Introdução As empresas construtoras e incorporadoras,

Leia mais

A COBRANÇA DE TARIFAS ADMINISTRATIVAS EM CONTRATOS DE CONCESSÃO DE CRÉDITO

A COBRANÇA DE TARIFAS ADMINISTRATIVAS EM CONTRATOS DE CONCESSÃO DE CRÉDITO A COBRANÇA DE TARIFAS ADMINISTRATIVAS EM CONTRATOS DE CONCESSÃO DE CRÉDITO Moisés da Silva Advogado Pós-graduando em Direito Processual e em Direito do Estado 59 EXCERTOS Se a instituição financeira presta

Leia mais

Cartilha do Jovem Consumidor

Cartilha do Jovem Consumidor MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PIAUÍ PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA PROGRAMA DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR - PROCON/PI Cartilha do Jovem Consumidor Projeto Educação para o Consumo Responsabilidade

Leia mais

www.brunoklippel.com.br QUESTÕES COMENTADAS DE DIREITO DO TRABALHO PARTE 1 PRINCÍPIOS.

www.brunoklippel.com.br QUESTÕES COMENTADAS DE DIREITO DO TRABALHO PARTE 1 PRINCÍPIOS. www.brunoklippel.com.br QUESTÕES COMENTADAS DE DIREITO DO TRABALHO PARTE 1 PRINCÍPIOS. 1. MEUS CURSOS NO ESTRATÉGIA CONCURSOS: Estão disponíveis no site do Estratégia Concursos (www.estrategiaconcursos.com.br),

Leia mais

Como oportunamente lembrou Maria Antonieta Zanardo Donato[1], ao tratar da árdua tarefa de conceituar o consumidor:

Como oportunamente lembrou Maria Antonieta Zanardo Donato[1], ao tratar da árdua tarefa de conceituar o consumidor: CONSUMIDOR E SITES DA INTERNET Ingrid Melania Rasmusen Amaya Introdução Análise sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor - Codecom considerando-se cliente o proprietário responsável pelo site a ser

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

Amigos, Atenciosamente,

Amigos, Atenciosamente, Amigos, A MSCB Advogados Associados, é o braço jurídico da Zênite Assessoria e Consultoria Ltda., que há mais de 20 anos presta serviços às empresas que atuam na área de transporte de cargas e logística,

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE DECRETO Nº 29.979 DE 07 DE ABRIL DE 2015

GOVERNO DE SERGIPE DECRETO Nº 29.979 DE 07 DE ABRIL DE 2015 GOVERNO DE SERGIPE DECRETO Nº 29.979 DE 07 DE ABRIL DE 2015 Dispõe sobre a entrega da Declaração de Bens e Valores por todos os agentes públicos, no âmbito do Poder Executivo Estadual, nos termos da Lei

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China CONVENÇÃO SOBRE A JURISDIÇÃO DOS FÓRUNS SELECIONADOS NO CASO DE VENDA INTERNACIONAL DE MERCADORIAS (Concluída em 15 de Abril de 1958) Os Estados signatários da presente Convenção; Desejando estabelecer

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS ABORDAGEM Conceitos relacionados ao tema; Legislação aplicável à execução; Modelo de gestão e processo adotado pela Fundep. O que é o SICONV? CONCEITOS

Leia mais

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação.

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. DISCIPLINA: I PROFESSOR: FRANCISCA JEANE PEREIRA DA SILVA MARTINS TURMAS: 7º AM / BM PLANO DE CURSO 2013/01 UNIDADE

Leia mais

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Renda Fixa Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Cédula de Crédito Imobiliário Instrumento que facilita a negociabilidade e a portabilidade do crédito imobiliário

Leia mais

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro A responsabilidade do comerciante nas relações de consumo Daniella Benkendorf Werneck Rio de Janeiro 2012 DANIELLA BENKENDORF WERNECK A responsabilidade

Leia mais

A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR E A INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR E A INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR E A INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Matheus Corredato Rossi 1 Publicado originalmente em Fundos de Pensão Revista da ABRAPP / SINDAPP / ICSS. n. 316. São Paulo: mai/06. A importância

Leia mais

Site: www.fernandomenezes.adv.br E-mail: advogado@fernandomenezes.adv.br Celular: (71) 9917-5454 e (71) 9173-8855 Telefone: (71) 3341-5454 Av.

Site: www.fernandomenezes.adv.br E-mail: advogado@fernandomenezes.adv.br Celular: (71) 9917-5454 e (71) 9173-8855 Telefone: (71) 3341-5454 Av. Site: www.fernandomenezes.adv.br E-mail: advogado@fernandomenezes.adv.br Celular: (71) 9917-5454 e (71) 9173-8855 Telefone: (71) 3341-5454 Av. Tancredo Neves, nº 939, Sala 907, bairro Caminho das Arvores,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 1.111, DE 2011 (Do Sr. Carlos Bezerra)

PROJETO DE LEI N.º 1.111, DE 2011 (Do Sr. Carlos Bezerra) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 1.111, DE 2011 (Do Sr. Carlos Bezerra) Obriga a apresentação de documento de identidade do titular de cartão de crédito ou débito, ou de seu dependente, conforme

Leia mais

OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA

OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA Por: Vera Cristiane Costa Prezoto Introdução Diante do atual cenário de competitividade, as organizações buscam instrumentos

Leia mais

Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização

Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização São Paulo, 28 de Abril de 2015 Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização Objetivos da Terceirização Aumentar a produtividade e reduzir custos. Aumento de qualidade em razão da especialização das empresas

Leia mais

AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro

AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro Havendo a necessidade de se estabelecer os termos e condições que devem obedecer a celebração dos contratos de factoring, de harmonia com o regulamentado no Decreto

Leia mais

Aspectos Jurídicos da Recuperação de Crédito

Aspectos Jurídicos da Recuperação de Crédito Aspectos Jurídicos da Recuperação de Crédito 19 de Julho Instrutora: Cláudia Ribeiro Pereira Nunes Busca e Apreensão em Alienação Fiduciária de bens móveis essenciais ao exercício da empresa Conceito de

Leia mais

Anexo III. A Diretoria da EMBRATUR - Instituto Brasileiro de Turismo. No uso de suas atribuições legais e estatutárias e,

Anexo III. A Diretoria da EMBRATUR - Instituto Brasileiro de Turismo. No uso de suas atribuições legais e estatutárias e, Anexo III MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO EMBRATUR - Instituto Brasileiro de Turismo DELIBERACAO NORMATIVA nº 378 de 12 de agosto de 1997 A Diretoria da EMBRATUR - Instituto Brasileiro

Leia mais

4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle

4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle 4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle Luís Eduardo Vieira Superintendência de Gestão Técnica SGT Financeira e Controle. Introdução A transparência

Leia mais

REGULAMENTO PROMOÇÃO VIVO FIXO ILIMITADO LOCAL

REGULAMENTO PROMOÇÃO VIVO FIXO ILIMITADO LOCAL REGULAMENTO PROMOÇÃO VIVO FIXO ILIMITADO LOCAL Válido para os Estados de RS, ES, MG, GO, PR, SC, BA, PE, CE, RN, PI, AP, MA, PA, DF, MS, RR e AM, AC, MT, RJ, RO e TO. Antes de participar da Promoção, o

Leia mais

Os Direitos do Consumidor:

Os Direitos do Consumidor: DIREITOS E DEVERES Segundo a legislação, consumidores são todas as pessoas que compram bens para uso pessoal, a alguém que faça da venda a sua profissão. A Lei n.º 24/96, de 31 de Julho estabelece os direitos

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO. Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções.

TERCEIRIZAÇÃO. Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções. TERCEIRIZAÇÃO Autor: Ivaldo Kuczkowski, Advogado Especialista em Direito Administrativo e Conselheiro de Tributos da Empresa AUDICONT Multisoluções. INTRODUÇÃO Para que haja uma perfeita compreensão sobre

Leia mais

Celebrado em Brasília, aos 20 dias do mês de março de 1996, em dois originais, nos idiomas português e alemão, ambos igualmente válidos.

Celebrado em Brasília, aos 20 dias do mês de março de 1996, em dois originais, nos idiomas português e alemão, ambos igualmente válidos. ACORDO-QUADRO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA SOBRE COOPERAÇÃO EM PESQUISA CIENTÍFICA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO O Governo da República

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS 2. DEFINIÇÕES 3. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 4. PERÍODO DE VEDAÇÕES ÀS NEGOCIAÇÕES 5. AUTORIZAÇÃO

Leia mais

"A POLEMICA SOBRE "OS CRITÉRIOS TÉCNICOS" NA RESTRIÇÃO DE SEGUROS"

A POLEMICA SOBRE OS CRITÉRIOS TÉCNICOS NA RESTRIÇÃO DE SEGUROS "A POLEMICA SOBRE "OS CRITÉRIOS TÉCNICOS" NA RESTRIÇÃO DE SEGUROS" Contribuição de Dr Rodrigo Vieira 08 de julho de 2008 Advocacia Bueno e Costanze "A POLEMICA SOBRE "OS CRITÉRIOS TÉCNICOS" NA RESTRIÇÃO

Leia mais

Fórum Banco Central de Inclusão Financeira. Painel MDS

Fórum Banco Central de Inclusão Financeira. Painel MDS Fórum Banco Central de Inclusão Financeira Painel MDS Brasília, 18/nov/2010 Sumário Breve descrição do PBF; Razões para inclusão financeira; Marco legal da inclusão financeira; Atual agenda de inclusão

Leia mais

DESCAMINHO E CONTRABANDO. Lei nº 13.008, de 26.06.2014. Colaboração: Domingos de Torre 02.07.2014

DESCAMINHO E CONTRABANDO. Lei nº 13.008, de 26.06.2014. Colaboração: Domingos de Torre 02.07.2014 DESCAMINHO E CONTRABANDO Lei nº 13.008, de 26.06.2014. Colaboração: Domingos de Torre 02.07.2014 A lei em destaque alterou o artigo 334 do Decreto-lei nº 2.848, de 07.11.194 (Código Penal). O caput do

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: São Jose do Rio Pardo Código: 150 Município: São Jose do Rio Pardo Área de conhecimento: Gestão e Negócios Componente Curricular: Legislação Empresarial

Leia mais

Responsabilidade Civil de Provedores

Responsabilidade Civil de Provedores Responsabilidade Civil de Provedores Impactos do Marco Civil da Internet (Lei Nº 12.965, de 23 abril de 2014) Fabio Ferreira Kujawski Modalidades de Provedores Provedores de backbone Entidades que transportam

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N o 6.099, DE 12 DE SETEMBRO DE 1974. Dispõe sobre o tratamento tributário das operações de arrendamento mercantil e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

Projetos de Novo Código Comercial

Projetos de Novo Código Comercial Projetos de Novo Código Comercial O que está em discussão? Câmara dos Deputados - Projeto de Lei nº 1.572/2011 (670 artigos) Autor: Dep. Vicente Cândido Relator: Dep. Paes Landim Idealizador: Fábio Ulhoa

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO N 324, DE 2005

PROJETO DE LEI DO SENADO N 324, DE 2005 PROJETO DE LEI DO SENADO N 324, DE 2005 Regulamenta o exercício da profissão de Relações Públicas, revogando a Lei nº 5.377, de 11 de dezembro de 1967, e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

Da Responsabilidade Civil Objetiva. É a mesma coisa que responsabilidade civil sem culpa. Ela tem como fundamento legal a teoria do risco.

Da Responsabilidade Civil Objetiva. É a mesma coisa que responsabilidade civil sem culpa. Ela tem como fundamento legal a teoria do risco. Da Responsabilidade Civil Objetiva É a mesma coisa que responsabilidade civil sem culpa. Ela tem como fundamento legal a teoria do risco. Na doutrina brasileira a matéria vem muito bem elaborada por Caio

Leia mais