O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

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1 O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora.

2 O que são palestras gerenciais? São uma forma de repassar conhecimento de modo a gerar melhorias empresariais, aproveitamento de oportunidades e estimular a percepção de possibilidades e tendências. PALESTRA: CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (CDC) Objetivos Orientar empresários, lojistas, prestadores de serviços, indústria sobre as regras do Código de Defesa do Consumidor, a fim de reduzir o índice de reclamações.

3 CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (CDC) Constituição Federal - Art. 5º, Inc XXXII: O Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor. O Código de Defesa do Consumidor - Lei 8.078, de 11/09/90. É uma lei de ordem pública com o objetivo de regular as relações de consumo, buscando um reequilíbrio na relação entre consumidor e fornecedor. Uma lei de ordem pública não pode ser contrariada por acordo entre as partes.

4 CDC CONSUMIDOR CONSUMIDOR: é toda e qualquer pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final para uso próprio. Isso significa que o bem adquirido (produto ou serviço) não será comercializado ou empregado na confecção de qualquer coisa ou bem que seja posteriormente comercializado. É o chamado CONSUMIDOR FINAL.

5 CDC FORNECEDOR FORNECEDOR: é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que desenvolve atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação serviços. A pessoa que se dedica apenas ao comércio também deve estar atenta às regras do CDC, pois é considerada pela lei como fornecedor e responderá como tal.

6 CDC PRODUTO/SERVIÇO PRODUTO: é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial. BENS: podem ser: - duráveis (ex.: veículos, eletrodomésticos); - não duráveis (ex.: alimentos). SERVIÇO: é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo mediante remuneração. Por exemplo: consertos, reformas, inclusive serviços públicos, bancários, financeiros, de crédito e de seguros.

7 DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR (CDC) São direitos do consumidor: 1. Proteção da vida e da saúde; 2. Educação e informação para o consumo; 3. Proteção contra publicidade enganosa e abusiva; 4. Proteção contratual; 5. Indenização; 6. Acesso à Justiça; 7. Facilitação de defesa de seus direitos; 8. Qualidade dos serviços públicos.

8 POLÍTICA NACIONAL DAS RELAÇÕES DE CONSUMO (CDC) O Poder Público envolverá: I. Assistência jurídica gratuita; II. Promotorias de justiça de defesa do consumidor; III. Delegacias especializadas no atendimento de consumidores vítimas de infrações penais; IV. Juizados de Pequenas Causas; V. Procon; VI. Estímulos à criação de associações de defesa do consumidor (IDEC, IDC).

9 DEVERES DO FORNECEDOR (CDC) A OFERTA E A APRESENTAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS DEVE ASSEGURAR INFORMAÇÕES: a) Corretas, claras, precisas e ostensivas (em português); b) Sobre características essenciais do produto e orientação de uso e conservação, de forma segura; c) Sobre produtos e serviços perigosos ou nocivos, constando os riscos à saúde e segurança dos consumidores; d) Sobre preço, composição, prazos de validade, quantidade, qualidade, garantia, origem; e) Por meio de publicidade correta.

10 DEVERES DO FORNECEDOR (CDC) OUTROS DEVERES DO FORNECEDOR a) Entregar nota fiscal (NF) ao consumidor; b) Mencionar na NF a descrição minuciosa da mercadoria vendida (estado); c) Estabelecer em contrato valor da venda, forma de pagamento, multa moratória, juros e correção monetária. d) Fornecer termo de garantia; e) Fornecer orçamento prévio discriminado (serviços);

11 DEVERES DO FORNECEDOR (CDC) PROMOÇÃO DE VENDA: Para que o fornecedor faça uma promoção de vendas, deve expor de forma clara o preço exato do produto, a quantidade de estoque, o prazo da promoção, a qualidade e/ou o estado da mercadoria, sua origem e eventuais riscos que o produto ou serviço possa apresentar à saúde e segurança do consumidor. VENDA À DISTÂNCIA: As ofertas e/ou vendas efetuadas por telefone, internet, catálogo, TV ou via postal devem conter obrigatoriamente o nome e o endereço do fabricante não só na embalagem mas também na publicidade e em impressos utilizados.

12 DEVERES DO FORNECEDOR (CDC) RECALL : É o meio utilizado pelo fornecedor para efetuar a troca do produto ou substituição de peças danificadas que apresentem defeitos constatados após as vendas. PUBLICIDADE CORRETA: Toda publicidade deve ser clara para que o consumidor possa identificá-la facilmente. O fornecedor deve manter informações técnicas e científicas para provar que a propaganda é verdadeira. É proibida a publicidade que incite a discriminação, absorção de valores éticos e morais inaceitáveis, práticas desonestas e desleais que induzam a erro.

13 DEVERES DO FORNECEDOR (CDC) PUBLICIDADE: O CDC proíbe a publicidade enganosa ou abusiva, efetuada de forma ostensiva ou por omissão. ENGANOSA: é a que omite dados essenciais ou contém informações falsas sobre o produto ou serviço, quanto a: características, quantidade, origem, preço, propriedades ABUSIVA: quando gerar discriminação; provocar violência; explorar o medo e a superstição; aproveitar-se da falta de experiência da criança; desrespeitar valores ambientais; induzir a um comportamento prejudicial à saúde e à segurança.

14 QUEM RESPONDE PELOS DANOS CAUSADOS AO CONSUMIDOR? RESPONDEM PELOS DANOS: O fabricante, o produtor, o construtor, o importador ou o prestador de serviços. E O COMERCIANTE? No caso de acidentes de consumo, será responsável se: a) Não conservar adequadamente produtos perecíveis; b) O consumidor não conseguir identificar o fabricante, o produtor, o construtor ou o importador.

15 QUEM RESPONDE PELOS DANOS CAUSADOS AO CONSUMIDOR? O FORNECEDOR DE SERVIÇOS SÓ NÃO SERÁ RESPONSABILIZADO QUANDO PROVAR: I - que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste; II - a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. III - que não colocou o produto no mercado.

16 CAUTELAS A SER TOMADAS PELO FORNECEDOR-COMERCIANTE AO ADQUIRIR MERCADORIAS a) Selecionar bem os fornecedores e produtos que vende; b) Ao receber as mercadorias: b1) conferir a NF: objeto, quantidade, qualidade; b2) verificar se há manuais de instrução, etiquetas etc. b3) verificar se há termo de garantia; b4) verificar relação das empresas de assistência técnica; c) Não adquirir, para revenda, produtos e serviços nocivos ao usuário, exceto os que são próprios por sua natureza; c1) verificar se o produto ou o serviço está de acordo com as normas técnicas (ABNT, INMETRO).

17 RESPONSABILIDADES DO FORNECEDOR (CDC) Os fornecedores são solidariamente responsáveis perante o consumidor. A responsabilidade atinge não só o defeito no produto ou serviço mas também os danos causados ao consumidor. É a chamada responsabilidade solidária e objetiva, que a princípio isenta o comerciante, indicando como responsáveis o fornecedor, o produtor, o construtor e o importador. O comerciante será responsabilizado por acidentes de consumo, por exemplo: quando não conservar adequadamente um produto perecível ou quando o consumidor não identificar o fabricante, construtor, produtor ou importador.

18 RESPONSABILIDADES DO FORNECEDOR (CDC) O FORNECEDOR É RESPONSÁVEL PELOS ATOS DE SEUS PREPOSTOS Quanto aos vendedores e representantes comerciais autônomos, a lei entende que há a responsabilidade solidária, uma vez que o fornecedor responde por atos de seus prepostos, mesmo que não haja vínculo trabalhista formalizado.

19 DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA DO FORNECEDOR Quando um consumidor for lesado, este deverá ser ressarcido pelo fornecedor. O fornecedor que não pagar os danos causados por sua dívida responderá com seus bens. É a chamada desconsideração da personalidade jurídica do fornecedor ante obstáculos criados ao consumidor.

20 PRAZOS PARA O CONSUMIDOR (CDC) PRAZO PARA ARREPENDIMENTO: O consumidor tem direito de arrepender-se da compra ou contratação feita à distância no prazo de 7 dias, contados a partir do recebimento do produto ou assinatura do contrato. PRAZO PARA RECLAMAR PELOS VÍCIOS APARENTES: Bens Não-duráveis: o consumidor terá 30 dias para reclamar dos defeitos dos produtos ou serviços recém-adquiridos. O prazo tem início a partir da data em que recebeu o produto ou em que foi finalizado o serviço. Bens Duráveis: o consumidor terá 90 dias para reclamar dos defeitos dos produtos ou serviços. O prazo tem início a partir da data em que recebeu o produto ou em que foi concluído o serviço. VÍCIOS OCULTOS: Tratando-se de vício oculto, o prazo inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito. Isso ocorre porque muitas vezes o problema surge com a utilização do produto ou serviço.

21 PRAZOS PARA O FORNECEDOR (CDC) PRAZO PARA ATENDER À RECLAMAÇÃO: O fornecedor tem prazo máximo de 30 dias para solucionar o problema apresentado pelo consumidor. QUALIDADE EM DESACORDO No prazo de 30 dias deve o fornecedor substituir as partes viciadas do produto ou serviço. Ultrapassado o prazo mencionado e se nenhuma solução for apresentada, o consumidor tem o direito de exigir uma das alternativas abaixo, a que o fornecedor deverá atender prontamente. São elas: a) A substituição do produto ou reexecução do serviço com defeito por outro igual, em perfeitas condições de uso, sem custo adicional quando cabível; b) Devolução da quantia paga com atualização monetária; c) Abatimento do preço proporcional ao defeito apresentado; d) Devolução do dinheiro pago, proporcionalmente ao defeito.

22 PRAZOS PARA O FORNECEDOR (CDC) PRAZO DE GARANTIA CONTRATUAL: Trata-se de uma faculdade do fornecedor, não sendo obrigatória por lei. Seu prazo tem início a partir do término da garantia legal, tornando-se complementar a esta. TERMO DE GARANTIA: O termo de garantia deverá ser preenchido no momento da compra, diante do consumidor, e junto com ele entregue o manual de instalação e instrução de uso do produto. O termo de garantia deverá esclarecer: no que consiste a garantia; prazo; lugar em que deve ser exigida; ATENÇÃO: O TERMO DE GARANTIA NÃO É OBRIGATÓRIO. AINDA QUE ELE NÃO EXISTA, O CDC GARANTE OS DIREITOS DO CONSUMIDOR NO CASO DE PRODUTOS OU SERVIÇOS DEFEITUOSOS.

23 PRÁTICAS COMERCIAIS ABUSIVAS (CDC) PRINCIPAIS PRÁTICAS COMERCIAIS ABUSIVAS 1. Condicionar o fornecimento de produto ou de serviço (venda casada); 2. Limitação de quantidade; 3. Recusa de venda; 4. Envio de mercadoria ou serviço sem solicitação do consumidor; 5. Abusar da franqueza ou ignorância do consumidor; 6. Vantagem excessiva; 7. Não fornecer orçamento prévio; 8. Repassar informação depreciativa sobre o consumidor; 9. Colocar no mercado produto ou serviço em desacordo com as normas técnicas; 10.Deixar de fixar prazo para o cumprimento da obrigação.

24 COBRANÇA DE DÍVIDAS (CDC) O CONSUMIDOR QUE NÃO PAGA TEM QUE SER COBRADO. MAS EXISTE FORMA CERTA DE REALIZAR A COBRANÇA. O CDC não permite que o fornecedor faça qualquer tipo de coação ao consumidor ou tenha qualquer atitude que o exponha ao ridículo, ou submeta a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. COBRANÇA DE DÍVIDAS: O fornecedor pode utilizar todos os meios legais para cobrar dívidas. CADASTROS DE CONSUMIDORES: O consumidor terá acesso às informações existentes em cadastros, fichas, registros e dados pessoais e de consumo arquivados sobre ele.

25 COBRANÇA DE DÍVIDAS (CDC) INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA O CDC facilita a defesa dos direitos do consumidor na justiça, com a possibilidade de inversão do ônus da prova.

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