CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO"

Transcrição

1 1

2 CURSO DE DIREITO DA INFORMÁTICA LUIZ MÁRIO MOUTINHO 03/09/2013 2

3 PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO E AS LIMITAÇÕES DO DECRETO 7.962/2013 3

4 Conclusões O CDC é mais do que suficiente para a proteção do consumidor no comércio eletrônico O Decreto 7.962/2013 é um documento legal de pouca utilidade 4

5 O CDC E A PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR 5

6 O CDC e a proteção do consumidor CF Art. 5º [...] XXXII - o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor 6

7 O CDC e a proteção do consumidor CF Art A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios V - defesa do consumidor 7

8 O CDC e a proteção do consumidor CDC Art. 1 O presente código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social, nos termos dos arts. 5, inciso XXXII, 170, inciso V, da Constituição Federal e art. 48 de suas Disposições Transitórias 8

9 O CDC e a proteção do consumidor CDC Art. 4º A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo [...] atendidos os seguintes princípios I - reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo 9

10 O CDC e a proteção do consumidor CDC Art. 4º A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios 10

11 O CDC e a proteção do consumidor CDC Art. 81. A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercida em juízo individualmente, ou a título coletivo 11

12 O DECRETO 7.962/13 E O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR 12

13 Dec. Art. 1º Este Decreto regulamenta a Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990, para dispor sobre a contratação no comércio eletrônico, abrangendo os seguintes aspectos I - informações claras a respeito do produto, serviço e do fornecedor 13

14 Dec. II - atendimento facilitado ao consumidor III - respeito ao direito de arrependimento 14

15 Dec. Art. 2º Os sítios eletrônicos ou demais meios eletrônicos utilizados para oferta ou conclusão de contrato de consumo devem disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, as seguintes informações 15

16 Dec. I - nome empresarial e número de inscrição do fornecedor, quando houver, no Cadastro Nacional de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda II - endereço físico e eletrônico, e demais informações necessárias para sua localização e contato 16

17 CDC. Art. 4º A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios 17

18 CDC. III - harmonização dos interesses dos participantes das relações de consumo e compatibilização da proteção do consumidor com a necessidade de desenvolvimento econômico e tecnológico, de modo a viabilizar os princípios nos quais se funda a ordem econômica (art. 170, da Constituição Federal), sempre com base na boa-fé e equilíbrio nas relações entre consumidores e fornecedores 18

19 CDC. Art. 6º São direitos básicos do consumidor VII - o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados 19

20 CDC. VIII - a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências 20

21 Dec. Art. 2º Os sítios eletrônicos (...) devem disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, as seguintes informações IIII - características essenciais do produto ou do serviço, incluídos os riscos à saúde e à segurança dos consumidores 21

22 Dec. IV - discriminação, no preço, de quaisquer despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega ou seguros 22

23 CDC Art. 6º São direitos básicos do consumidor: III - a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem 23

24 Dec. O Decreto 7.962/13 e o Código de Defesa Art. 2º Os sítios eletrônicos (...) devem disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, as seguintes informações V - condições integrais da oferta, incluídas modalidades de pagamento, disponibilidade, forma e prazo da execução do serviço ou da entrega ou disponibilização do produto 24

25 CDC. Art. 31. A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores 25

26 Dec. Art. 2º Os sítios eletrônicos (...) devem disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, as seguintes informações VI - informações claras e ostensivas a respeito de quaisquer restrições à fruição da oferta 26

27 CDC. Art. 54. Contrato de adesão é aquele cujas cláusulas tenham sido (...) estabelecidas unilateralmente pelo fornecedor de produtos ou serviços(...) 4 As cláusulas que implicarem limitação de direito do consumidor deverão ser redigidas com destaque, permitindo sua imediata e fácil compreensão 27

28 CDC. Art. 30. Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados, obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado. 28

29 Dec. Art. 3º Os sítios eletrônicos ou demais meios eletrônicos utilizados para ofertas de compras coletivas ou modalidades análogas de contratação deverão conter, além das informações previstas no art. 2º, as seguintes I - quantidade mínima de consumidores para a efetivação do contrato 29

30 CDC. O Decreto 7.962/13 e o Código de Defesa Art. 51. São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: IV - estabeleçam obrigações consideradas iníquas, abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada, ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a eqüidade 30

31 CDC. Art. 51. São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: XIII - autorizem o fornecedor a modificar unilateralmente o conteúdo ou a qualidade do contrato, após sua celebração 31

32 CDC. Art. 51. São nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: XI - autorizem o fornecedor a cancelar o contrato unilateralmente, sem que igual direito seja conferido ao consumidor 32

33 Dec. Art. 3º Os sítios eletrônicos ou demais meios eletrônicos utilizados para ofertas de compras coletivas ou modalidades análogas de contratação deverão conter, além das informações previstas no art. 2º, as seguintes II - prazo para utilização da oferta pelo consumidor 33

34 Dec. Art. 2º Os sítios eletrônicos (...) devem disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, as seguintes informações VI - informações claras e ostensivas a respeito de quaisquer restrições à fruição da oferta 34

35 Dec. O Decreto 7.962/13 e o Código de Defesa Art. 3º Os sítios eletrônicos ou demais meios eletrônicos utilizados para ofertas de compras coletivas ou modalidades análogas de contratação deverão conter, além das informações previstas no art. 2º, as seguintes III - identificação do fornecedor responsável pelo sítio (...) e do fornecedor (...), nos termos dos incisos I e II do art. 2º 35

36 Dec. Art. 4º Para garantir o atendimento facilitado ao consumidor no comércio eletrônico, o fornecedor deverá I - apresentar sumário do contrato antes da contratação, com as informações necessárias ao pleno exercício do direito de escolha do consumidor, enfatizadas as cláusulas que limitem direitos 36

37 CDC. Art. 46. Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores, se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo, ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance 37

38 CDC. Art. 54. Contrato de adesão é aquele (...) 4 As cláusulas que implicarem limitação de direito do consumidor deverão ser redigidas com destaque, permitindo sua imediata e fácil compreensão. 38

39 Dec. Art. 4º Para garantir o atendimento facilitado ao consumidor no comércio eletrônico, o fornecedor deverá III - confirmar imediatamente o recebimento da aceitação da oferta 39

40 Dec. IV - disponibilizar o contrato ao consumidor em meio que permita sua conservação e reprodução, imediatamente após a contratação VI - confirmar imediatamente o recebimento das demandas do consumidor referidas no inciso, pelo mesmo meio empregado pelo consumidor 40

41 CDC. Art. 6º São direitos básicos do consumidor VII - o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos(...) 41

42 CDC. VIII - a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências 42

43 CDC. Art Obstam a decadência I - a reclamação comprovadamente formulada pelo consumidor perante o fornecedor de produtos e serviços até a resposta negativa correspondente, que deve ser transmitida de forma inequívoca 43

44 Dec. Art. 4º Para garantir o atendimento facilitado ao consumidor no comércio eletrônico, o fornecedor deverá VII - utilizar mecanismos de segurança eficazes para pagamento e para tratamento de dados do consumidor 44

45 CDC. Art. 4º A Política Nacional das Relações de Consumo tem por objetivo (...) atendidos os seguintes princípios d) pela garantia dos produtos e serviços com padrões adequados de qualidade, segurança, durabilidade e desempenho 45

46 CDC. Art. 8 Os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou segurança dos consumidores, exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição, obrigando-se os fornecedores, em qualquer hipótese, a dar as informações necessárias e adequadas a seu respeito. 46

47 CDC. O Decreto 7.962/13 e o Código de Defesa Art. 14. O fornecedor de serviços responde, (...) pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos (...) 1 O serviço é defeituoso quando não fornece a segurança que o consumidor dele pode esperar, levando-se em consideração as circunstâncias relevantes, entre as quais 47

48 Dec. Art. 5º O fornecedor deve informar, de forma clara e ostensiva, os meios adequados e eficazes para o exercício do direito de arrependimento pelo consumidor 48

49 CDC. Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias (...) sempre que a contratação (...) ocorrer fora do estabelecimento comercial(...) 49

50 Dec. O Decreto 7.962/13 e o Código de Defesa Art. 5º O fornecedor deve informar, de forma clara e ostensiva, os meios adequados e eficazes para o exercício do direito de arrependimento pelo consumidor 1o O consumidor poderá exercer seu direito de arrependimento pela mesma ferramenta utilizada para a contratação, sem prejuízo de outros meios disponibilizados 50

51 Dec. Art. 5º O fornecedor deve informar, de forma clara e ostensiva, os meios adequados e eficazes para o exercício do direito de arrependimento pelo consumidor. 2º O exercício do direito de arrependimento implica a rescisão dos contratos acessórios, sem qualquer ônus para o consumidor 51

52 Dec. 3o O exercício do direito de arrependimento será comunicado imediatamente pelo fornecedor à instituição financeira ou à administradora do cartão de crédito ou similar, para que: I - a transação não seja lançada na fatura do consumidor; ou 52

53 Dec. II - seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento na fatura já tenha sido realizado 53

54 Dec. Art. 5º O fornecedor deve informar, de forma clara e ostensiva, os meios adequados e eficazes para o exercício do direito de arrependimento pelo consumidor. 4o O fornecedor deve enviar ao consumidor confirmação imediata do recebimento da manifestação de arrependimento 54

55 CDC. O Decreto 7.962/13 e o Código de Defesa Art. 6º São direitos básicos do consumidor VII - o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados 55

56 CDC. VIII - a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências 56

57 Dec. Art. 6º As contratações no comércio eletrônico deverão observar o cumprimento das condições da oferta, com a entrega dos produtos e serviços contratados, observados prazos, quantidade, qualidade e adequação 57

58 CDC. Art. 30. Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados, obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado 58

59 Conclusões O Decreto 7.962/13 adota técnica legislativa semelhante a adotada pelo CDC, cujo dispositivos são de conteúdo aberto e indeterminado. A maioria dos dispositivos do Decreto 7.962/13 reproduz artigos do Código de Defesa do Consumidor 59

60 Conclusões O CDC é mais do que suficiente para a proteção do consumidor no comércio eletrônico O Decreto 7.962/2013 é um documento legal de pouca utilidade 60

COMERCIALIZAÇÃO DE SEGUROS POR MEIOS REMOTOS

COMERCIALIZAÇÃO DE SEGUROS POR MEIOS REMOTOS COMERCIALIZAÇÃO DE SEGUROS POR MEIOS REMOTOS 2014 Aluizio Barbosa l Direito - UFRJ l MBA Direito de Empresas PUC-RJ l Especialização em Desenvolvimento Gerencial IBMEC-RJ l Sócio do escritório Pellon &

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR Escola Nacional de Defesa do Consumidor Oficina Desafios da Sociedade da Informação: comércio eletrônico

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 Minuta PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 Altera a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), para dispor sobre o comércio eletrônico. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art.

Leia mais

MJ ORIENTA CONSUMIDOR PARA COMPRAS PELA INTERNET

MJ ORIENTA CONSUMIDOR PARA COMPRAS PELA INTERNET MJ ORIENTA CONSUMIDOR PARA COMPRAS PELA INTERNET O Ministério da Justiça divulgou na sexta-feira (20/8), durante a 65ª reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), um documento com as diretrizes

Leia mais

Comissão Especial De Defesa do Consumidor. Hércules Amaral Presidente

Comissão Especial De Defesa do Consumidor. Hércules Amaral Presidente Comissão Especial De Defesa do Consumidor Hércules Amaral Presidente Audiência Pública Debate dos dispositivos que delimitam o período do dia ou data e horário para a entrega de produtos ou prestação de

Leia mais

RELAÇÃO DE CONSUMO DIREITO DO CONSUMIDOR

RELAÇÃO DE CONSUMO DIREITO DO CONSUMIDOR DIREITO DO CONSUMIDOR RELAÇÃO DE CONSUMO APLICABILIDADE O presente código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem pública e interesse social, nos termos dos arts. 5, inciso XXXII,

Leia mais

RELAÇÕES DE CONSUMO FRENTE AOS ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS. Leonardo Ayres Canton Bacharel em Direito

RELAÇÕES DE CONSUMO FRENTE AOS ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS. Leonardo Ayres Canton Bacharel em Direito RELAÇÕES DE CONSUMO FRENTE AOS ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS Leonardo Ayres Canton Bacharel em Direito INTRODUÇÃO A primeira norma a tratar sobre as atividades envolvendo organismos geneticamente

Leia mais

O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização

O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização Contribuição de Dr. Rodrigo Vieira 17 de dezembro de 2008 Advocacia Bueno e Costanze O fornecimento de senhas

Leia mais

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. Prof. Alexandre LIPP João PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC. b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. Prof. Alexandre LIPP João PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC. b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC 1 CDC PONTO 1: BASE CONSTITUCIONAL DO CDC PONTO 2: a) DISTINÇÃO CONSUMIDOR E FORNECEDOR b) TEORIAS, INÍCIO DOS PRINCÍPIOS NO CDC 1) A BASE CONSTITUCIONAL DA DEFESA DO CONSUMIDOR: ART. 5º, XXXII 1, CF (Dir.

Leia mais

O DIREITO DO CONSUMIDOR Aspectos Constitucionais

O DIREITO DO CONSUMIDOR Aspectos Constitucionais Direito do Consumidor Aula 01 Professora Flávia Zebulum O DIREITO DO CONSUMIDOR Aspectos Constitucionais -Direito e Garantia Fundamental: Art. 5, XXXII CF/88 -Princípio Inerente a Ordem Econômica: Art.

Leia mais

site: balcaodoconsumidor.upf.br e-mail: balcaodoconsumidor@upf.br

site: balcaodoconsumidor.upf.br e-mail: balcaodoconsumidor@upf.br Nº 10 1ª EDIÇÃO ANO 2013 Equipe Executora: Balcão do Consumidor: Coordenadores: Prof. Dr. Liton Lanes Pilau Sobrinho Prof. Ms. Rogerio da Silva Arte e Execução: Lucas De Toni Reginatto Estagiário: Pedro

Leia mais

Farmácias e drogarias como atividade empresarial de relevância pública: aspectos políticos, éticos e legais da assistência farmacêutica no Brasil

Farmácias e drogarias como atividade empresarial de relevância pública: aspectos políticos, éticos e legais da assistência farmacêutica no Brasil Painel de uso racional de medicamentos: regulação da promoção e do aceso a produtos farmacêuticos em farmácias e drogarias Farmácias e drogarias como atividade empresarial de relevância pública: aspectos

Leia mais

Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo

Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo 471 Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo Sonia Maria Monteiro 1 O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE COLETIVO No plano coletivo de assistência à saúde,

Leia mais

Noções de Direito do Consumidor. Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012

Noções de Direito do Consumidor. Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012 Noções de Direito do Consumidor Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012 AULA 01 18/06/2012 Mini Currículo P r o f e s s o r e A d v o g a d o. E s p e c i a l i s t a e m R e l a ç õ e s d e C o n s

Leia mais

PRINCÍPIOS ADOTADOS PELO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

PRINCÍPIOS ADOTADOS PELO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PRINCÍPIOS ADOTADOS PELO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Daniela Maria Paludo 1 1 INTRODUÇÃO O presente artigo traz a apresentação dos princípios adotados pelo Código de Defesa do Consumidor CDC, bem como

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado com sede na Rua Sampaio Viana, 44 - Paraíso,

Leia mais

CARTILHA REGULAMENTO GERAL CONSUMIDOR RGC. Outubro / 2015

CARTILHA REGULAMENTO GERAL CONSUMIDOR RGC. Outubro / 2015 CARTILHA REGULAMENTO GERAL CONSUMIDOR RGC Outubro / 2015 CONHEÇA SEUS DIREITOS Principais normas aplicáveis aos consumidores: * Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90); * Regulamento Geral de

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito

Leia mais

Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar

Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar Direito do Consumidor: Responsabilidade Civil e o Dever de Indenizar Formação de Servidores do PROCON RJ - 2012 RESUMO Finalidade da Responsabilidade Civil Segurança Jurídica Sistema de Garantias Tutela

Leia mais

LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995

LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995 LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995 Dispõe sobre o Serviço de TV a Cabo e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 1.111, DE 2011 (Do Sr. Carlos Bezerra)

PROJETO DE LEI N.º 1.111, DE 2011 (Do Sr. Carlos Bezerra) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 1.111, DE 2011 (Do Sr. Carlos Bezerra) Obriga a apresentação de documento de identidade do titular de cartão de crédito ou débito, ou de seu dependente, conforme

Leia mais

Contestação de Despesas Desacordo Comercial

Contestação de Despesas Desacordo Comercial Contestação de Despesas Desacordo Comercial Semarc Regional Seminário de Relacionamento com Clientes Fortaleza, 30 de abril de 2013. Abril-13 1 Sobre a Abecs Criada em 1971. Representa o setor de meios

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado com sede na Rua Sampaio Viana, 44 - Paraíso,

Leia mais

PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE

PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE PROPRIEDADE INTELECTUAL PROTEÇÃO JURÍDICA DO SOFTWARE UNISINOS Unidade 07 Professora Liz Beatriz Sass 2010/II O direito brasileiro e a informática Lei nº 7.232/84 Política Nacional de Informática Criou

Leia mais

Proteção do consumidor no comércio eletrônico e as limitações do Decreto 7.962/2013

Proteção do consumidor no comércio eletrônico e as limitações do Decreto 7.962/2013 Proteção do consumidor no comércio eletrônico e as limitações do Decreto 7.962/2013 2013 Ivanildo Figueiredo Mestre e Doutorando em Direito (UFPE) Professor de Direito da Informática e Direito Empresarial

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA ITAUCARD BUSINESS REWARDS

REGULAMENTO DO PROGRAMA ITAUCARD BUSINESS REWARDS REGULAMENTO DO PROGRAMA ITAUCARD BUSINESS REWARDS 1. DISPOSIÇÕES GERAIS a) Este Regulamento faz parte integrante do Contrato de Cartão de Crédito ( Contrato ) e regula as condições aplicáveis ao Programa

Leia mais

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Luciana de Oliveira Leal Halbritter Juíza de Direito do TJ RJ Mestre em Justiça e Cidadania pela UGF Sumário: 1. Introdução; 2. Aspectos Gerais;

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013.

RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013. Dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro de garantia estendida, quando da aquisição de

Leia mais

O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR

O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR OSMAR LOPES JUNIOR O COMÉRCIO ELETRÔNICO E O CÓDIGO DE DEFESA E PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR Introdução Não é preciso dizer o quanto a internet

Leia mais

(Apensos: PLs nº 1.876, de 2011; e nº 2.427, de 2011)

(Apensos: PLs nº 1.876, de 2011; e nº 2.427, de 2011) COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI N o 1.593, DE 2011 (Apensos: PLs nº 1.876, de 2011; e nº 2.427, de 2011) Modifica a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, que dispõe sobre a proteção

Leia mais

Processo: 0016178-37.2012.808.0347 Requerente: FABIANO CEZAR NEVES DE OLIVEIRA, JORGETE NEVES DE OLIVEIRA Requerido(a): UNIMED VITORIA SENTENÇA

Processo: 0016178-37.2012.808.0347 Requerente: FABIANO CEZAR NEVES DE OLIVEIRA, JORGETE NEVES DE OLIVEIRA Requerido(a): UNIMED VITORIA SENTENÇA RIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO VITÓRIA VITÓRIA - 6º JUIZADO ESPECIAL CÍVEL AVENIDA João Baptista Parra - Ed Enseada Tower. - Sl 1401(Cartório e Sala de Instrução), Sl 1702-A(Sala

Leia mais

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS CONTRATO DE FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL CANALIZADO CONTENDO AS CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO REFERENTES AOS CLIENTES COMERCIAIS DA CEG 1.º PARTES a) CEG: COMPANHIA DISTRIBUIDORA DE

Leia mais

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde 1 Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Publicado em Revista de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro /Cont. de/ RJRJ, Rio de Janeiro, n.80, p. 95-99, jul./set.

Leia mais

DIREITO DO CONSUMIDOR MARIA BERNADETE MIRANDA

DIREITO DO CONSUMIDOR MARIA BERNADETE MIRANDA DIREITO DO CONSUMIDOR MARIA BERNADETE MIRANDA OFERTA VÍNCULO DA RELAÇÃO DE CONSUMO MERCADO DE CONSUMO OFERTA Artigo 30 Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS O QUE É A BLACK FRIDAY?

ORIENTAÇÕES GERAIS O QUE É A BLACK FRIDAY? BLACK FRIDAY O QUE É A BLACK FRIDAY? É um termo criado nos Estados Unidos para nomear a ação de vendas anual, que acontece sempre na quarta sexta-feira do mês de novembro, após o feriado de Ação de Graças.

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Procedimento Preparatório n. 064.2010.001580-3 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA, representado, neste ato, pela Promotora de Justiça da Saúde

Leia mais

Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney

Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney BANCO RENDIMENTO S/A, com sede na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.092, 19ºandar, São Paulo, Capital, inscrito no C.N.P.J. sob no. 68.900.810/0001-38,

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR » Cacildo Baptista Palhares Júnior Advogado em Araçatuba (SP) Questões comentadas de direito do consumidor da prova objetiva do concurso de 2010 para Defensor da Bahia Com referência ao CDC, julgue os

Leia mais

Proteção Contratual. Contratos no CDC Princípios dos contratos Cláusulas Abusivas Garantia contratual

Proteção Contratual. Contratos no CDC Princípios dos contratos Cláusulas Abusivas Garantia contratual Proteção Contratual Contratos no CDC Princípios dos contratos Cláusulas Abusivas Garantia contratual Contratos de adesão Nas últimas décadas, a produção em massa e a comercialização em grande escala geraram

Leia mais

EXTRATO DE CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGURO

EXTRATO DE CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGURO EXTRATO DE CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGURO TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado

Leia mais

BANRISUL ARMAZÉNS GERAIS S.A. EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 001/2007 Regida pela Lei nº 8.666/93 e suas alterações

BANRISUL ARMAZÉNS GERAIS S.A. EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 001/2007 Regida pela Lei nº 8.666/93 e suas alterações BANRISUL ARMAZÉNS GERAIS S.A. EDITAL DE CREDENCIAMENTO Nº 001/2007 Regida pela Lei nº 8.666/93 e suas alterações A Banrisul Armazéns Gerais S.A., atendendo ao disposto nos arts. 13 e 25 II da lei nº 8.666/93,

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

Sumário Executivo do Contrato dos Cartões de Crédito Private Label Híbrido

Sumário Executivo do Contrato dos Cartões de Crédito Private Label Híbrido BANCO DO BRASIL S.A. Sumário Executivo do Contrato dos Cartões de Crédito Private Label Híbrido Conceito e Características do Cartão de Crédito O cartão de crédito Private Label Híbrido, de uso doméstico

Leia mais

PLS 346/2005 - Senador Pedro Simon Serviço de TV a Cabo

PLS 346/2005 - Senador Pedro Simon Serviço de TV a Cabo PLS 346/2005 - Senador Pedro Simon Serviço de TV a Cabo Audiência Pública Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Senado Federal 29 de nov. de 2007 Flávia Lefèvre Guimarães

Leia mais

Este regulamento estabelece as regras para o PROGRAMA E PROMOÇÃO AVAX CORRETORA DE SEGUROS INDIQUE UM AMIGO, instituído pela AVAX CORRETORA DE SEGUROS

Este regulamento estabelece as regras para o PROGRAMA E PROMOÇÃO AVAX CORRETORA DE SEGUROS INDIQUE UM AMIGO, instituído pela AVAX CORRETORA DE SEGUROS REGULAMENTO E TERMO DE ADESÃO AO PROGRAMA E PROMOÇÃO AVAX CORRETORA DE SEGUROS INDIQUE UM AMIGO Este regulamento estabelece as regras para o PROGRAMA E PROMOÇÃO AVAX CORRETORA DE SEGUROS INDIQUE UM AMIGO,

Leia mais

FUTURAINVEST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CARTILHA DO CONSUMIDOR

FUTURAINVEST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CARTILHA DO CONSUMIDOR FUTURAINVEST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CARTILHA DO CONSUMIDOR 1 Sumário 1 - A origem do Código de Defesa do Consumidor...3 2 - Código de Defesa do Consumidor... 3 3 - Direitos

Leia mais

A REGULAMENTAÇÃO DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR NOS CONTRATOS DE COMÉRCIO ELETRÔNICO. Uma análise crítica do decreto federal 7.962 de 15 de março de 2013

A REGULAMENTAÇÃO DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR NOS CONTRATOS DE COMÉRCIO ELETRÔNICO. Uma análise crítica do decreto federal 7.962 de 15 de março de 2013 A REGULAMENTAÇÃO DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR NOS CONTRATOS DE COMÉRCIO ELETRÔNICO Uma análise crítica do decreto federal 7.962 de 15 de março de 2013 Eduardo de Souza Floriano 1 O Governo Federal publicou,

Leia mais

Resumo Aula-tema 07: Direito do Consumidor.

Resumo Aula-tema 07: Direito do Consumidor. Resumo Aula-tema 07: Direito do Consumidor. O Direito do Consumidor estabelece as regras que regulam as relações de consumo entre consumidores e fornecedores de produtos ou serviços. Como vivemos em um

Leia mais

R E C O M E N D A Ç Ã O Nº 01 /2012

R E C O M E N D A Ç Ã O Nº 01 /2012 R E C O M E N D A Ç Ã O Nº 01 /2012 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO CEARÁ, através da Secretária Executiva e demais Promotores de Justiça do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor, doravante

Leia mais

Termos e Condições Adesão ao PROGRAMA SOMMA

Termos e Condições Adesão ao PROGRAMA SOMMA Termos e Condições Adesão ao PROGRAMA SOMMA 1. PROGRAMA SOMMA é um programa de acumulação de pontos, através do qual registra-se o consumo efetuado por cartão de crédito, cartão pré-pago ou cartão de fidelidade

Leia mais

Contrato. 22/01/2015 Registro.br Contrato. $Revision: 873 $ $Date: 2011 09 16 11:35:12 0300 (Fri, 16 Sep 2011) $

Contrato. 22/01/2015 Registro.br Contrato. $Revision: 873 $ $Date: 2011 09 16 11:35:12 0300 (Fri, 16 Sep 2011) $ Contrato $Revision: 873 $ $Date: 2011 09 16 11:35:12 0300 (Fri, 16 Sep 2011) $ CONTRATO PARA REGISTRO DE NOME DE DOMÍNIO SOB O ".BR" O NÚCLEO DE INFORMAÇÃO E COORDENAÇÃO DO PONTO BR NIC.br, inscrito no

Leia mais

Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor.

Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. NOTA TÉCNICA n 3 Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. Alayde Avelar Freire Sant Anna Ouvidora/ANAC

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 294, DE 2013.

RESOLUÇÃO CNSP N o 294, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 294, DE 2013. Dispõe sobre a utilização de meios remotos nas operações relacionadas a planos de seguro e de previdência complementar

Leia mais

Termos e Condições Gerais para a loja online da Olympus

Termos e Condições Gerais para a loja online da Olympus Termos e Condições Gerais para a loja online da Olympus 1. Âmbito 2. Celebração do contrato 3. O direito à devolução por parte do consumidor 4. Preços 5. Entrega 6. Vencimento, pagamento e mora 7. Compensação

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. O presente Código de Conduta da Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (a Companhia ), visa cumprir com as disposições do Regulamento

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO APLICATIVO CONTROLY E DO CARTÃO CONTROLY

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO APLICATIVO CONTROLY E DO CARTÃO CONTROLY TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO APLICATIVO CONTROLY E DO CARTÃO CONTROLY Os presentes termos e condições gerais de uso (os Termos de Uso ) definem os direitos e obrigações aplicáveis aos usuários do

Leia mais

OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR

OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR VOCÊ SEMPRE OUVIU DIZER QUE... OS CARTÓRIOS VÃO ACABAR O QUE VOCÊ VAI FAZER A RESPEITO? QUAL O FUTURO DOS REGISTROS PÚBLICOS O QUE QUEREMOS? A QUEM INTERESSA? COMO FAZER? CRISE OPORTUNIDADE Lei nº 11.977,

Leia mais

ParanáBanco. REGULAMENTO DE USO DO NETBANKING PARANÁ BANCO Atualizado em 16/09/2015

ParanáBanco. REGULAMENTO DE USO DO NETBANKING PARANÁ BANCO Atualizado em 16/09/2015 O Cliente, pela assinatura física e/ou eletrônica do Termo de Adesão e Uso do NetBanking Paraná Banco, adere ao presente Regulamento, definido conforme os seguintes termos e condições: 1. Regras de uso

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL PORTARIA Nº 1.382 DE 23 DE OUTUBRO DE 2012

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL PORTARIA Nº 1.382 DE 23 DE OUTUBRO DE 2012 PORTARIA Nº 1.382 DE 23 DE OUTUBRO DE 2012 O Reitor da Universidade Federal de UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições vem, nos termos do inciso XI do art. 26 do Regimento Geral da UNIFAL-MG e do art. 119

Leia mais

Ouvidoria do SUS públicos ou privados Sistema Único de Saúde - SUS-SP Serviço DISQUE-SUS Ouvidoria da Saúde 2ª Conferência Estadual de Saúde

Ouvidoria do SUS públicos ou privados Sistema Único de Saúde - SUS-SP Serviço DISQUE-SUS Ouvidoria da Saúde 2ª Conferência Estadual de Saúde A Ouvidoria do SUS como instrumento de garantia dos direitos dos cidadãos, enquanto usuários dos serviços de saúde públicos ou privados, no Sistema Único de Saúde - SUS-SP, foi instituída em outubro de

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia DECRETO Nº 3857, de 29 de setembro de 2015. "Institui e Regulamenta a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS e) no Município de Ibirataia e dá outras providências." O Prefeito do Município de Ibirataia,,

Leia mais

RESOLUCAO 2.878 R E S O L V E U:

RESOLUCAO 2.878 R E S O L V E U: RESOLUCAO 2.878 Dispõe sobre procedimentos a serem observados pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil na contratação de operações e na

Leia mais

LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990

LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. TÍTULO I DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR... CAPÍTULO III DOS DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR Art. 6º São

Leia mais

MODELO DO CONTRATO DE ADESÃO AO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE REDE INTERNA

MODELO DO CONTRATO DE ADESÃO AO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE REDE INTERNA CONTRATO DE ADESÃO AO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE REDE INTERNA São partes no presente instrumento, de um lado, (i) o usuário dos serviços de telecomunicações da Brasil Telecom S.A., doravante individualmente

Leia mais

c) O Programa tem prazo para acúmulo de Pontos do Catálogo 03/2015 de Outubro de 2015, a 30 de Março de 2016.

c) O Programa tem prazo para acúmulo de Pontos do Catálogo 03/2015 de Outubro de 2015, a 30 de Março de 2016. Regulamento Clube do Desejo Miess 1. DISPOSIÇÕES GERAIS a) As presentes disposições regulam o programa de pontos * Clube do Desejo Miess * (Programa), por meio do qual são atribuídos (*Pontos *) os clientes

Leia mais

A COBRANÇA DE TARIFAS ADMINISTRATIVAS EM CONTRATOS DE CONCESSÃO DE CRÉDITO

A COBRANÇA DE TARIFAS ADMINISTRATIVAS EM CONTRATOS DE CONCESSÃO DE CRÉDITO A COBRANÇA DE TARIFAS ADMINISTRATIVAS EM CONTRATOS DE CONCESSÃO DE CRÉDITO Moisés da Silva Advogado Pós-graduando em Direito Processual e em Direito do Estado 59 EXCERTOS Se a instituição financeira presta

Leia mais

3.2. O USUÁRIO poderá alterar sua senha a qualquer momento, assim como criar uma nova chave em substituição a uma chave já existente;

3.2. O USUÁRIO poderá alterar sua senha a qualquer momento, assim como criar uma nova chave em substituição a uma chave já existente; 1. CONTRATO Os termos abaixo se aplicam aos serviços oferecidos pela Sistemas On Line Ltda., doravante designada S_LINE, e a maiores de 18 anos ou menores com permissão dos pais ou responsáveis, doravante

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998.

CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998. CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998. Dispõe sobre a operação dos contratos previdenciários dos planos coletivos que tenham por finalidade a concessão de benefícios a pessoas físicas vinculadas

Leia mais

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004.

Resolução nº 194 RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. RESOLUÇÃO Nº 194-ANTAQ, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2004. APROVA A NORMA PARA A HOMOLOGAÇÃO DE ACORDO OPERACIONAL ENTRE EMPRESAS BRASILEIRAS E ESTRANGEIRAS DE NAVEGAÇÃO PARA TROCA DE ESPAÇOS NO TRANSPORTE MARÍTIMO

Leia mais

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III Decreto do Estado do Amazonas nº 33.405 de 16.04.2013 DOE-AM: 16.04.2013 Disciplina a emissão da Nota Fiscal Eletrônica a Consumidor Final, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS,

Leia mais

ATA DE REGISTRO DE PREÇOS

ATA DE REGISTRO DE PREÇOS ATA DE REGISTRO DE PREÇOS ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº: 003 -TERRACAP PROCESSO Nº: 111.004.762/2013 Pregão Presencial Nº: 29/2013 VALIDADE: 12 meses, a partir da publicação no DODF. Aos dias do mês de

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO COMERCIAL

ACORDO DE COOPERAÇÃO COMERCIAL ACORDO DE COOPERAÇÃO COMERCIAL ATELECOM S.A., inscrita no CNPJ/MF sob nº 03.498.897/0001-13, com sua sede social sita na Rua do Rócio, 291-2 andar, Vila Olímpia, São Paulo / SP, doravante denominada ATELECOM

Leia mais

CONTRATO PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE CALL CENTER 2013 DAS PARTES

CONTRATO PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE CALL CENTER 2013 DAS PARTES CONTRATO PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE CALL CENTER 2013 DAS PARTES YOU TELECOM ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES LTDA ME, CNPJ nº 14.450.742/0001-23 com sede no endereço SRTV/s, quadra 701, conjunto E, edifício

Leia mais

VENDAS Á DISTÂNCIA. Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico. Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância

VENDAS Á DISTÂNCIA. Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico. Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância VENDAS Á DISTÂNCIA Enquadramento Legal Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância No que respeita à forma da contratação electrónica, estipula

Leia mais

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para

Leia mais

CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO

CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO PORTARIA INTERMINISTERIAL N.º 140, de 16 de março de 2006 O MINISTRO DE ESTADO DO CONTROLE E DA TRANSPARÊNCIA e o MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no

Leia mais

MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIC;A PROCURADORIA CIVEL

MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIC;A PROCURADORIA CIVEL fi^ 9+3 111111111111111111111111111111111111111 *317834* MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIC;A PROCURADORIA CIVEL Primeira Camara Civel Agravo de Instrumento n 0078067-8

Leia mais

Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior

Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior REGULAMENTO DE ACÚMULO DE PONTOS NO PROGRAMA BRADESCO COM TRANSFERÊNCIA PARA O PROGRAMA FIDELIDADE

Leia mais

h) CADASTRO Documento formal ao qual a EMPRESA CREDENCIADA adere ao PROGRAMA MAXXIMO FIDELIDADE nas condições do presente contrato.

h) CADASTRO Documento formal ao qual a EMPRESA CREDENCIADA adere ao PROGRAMA MAXXIMO FIDELIDADE nas condições do presente contrato. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE GESTÃO DE PROGRAMA DE FIDELIDADE inscrita no CNPJ/MF sob o n. 09.016.557/0001-95, com sede na Rua Dr. Sodré 122 Sala 53, Vila Nova Conceição, São Paulo SP - CEP: 04535-110,

Leia mais

Av. Presidente Vargas, 1261 CEP: 20071-004 - Centro - Rio de Janeiro Tel: +55 (21) 2532-2661

Av. Presidente Vargas, 1261 CEP: 20071-004 - Centro - Rio de Janeiro Tel: +55 (21) 2532-2661 TERMO DE REFERÊNCIA OBJETIVANDO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PROJETO DOS SISTEMAS DE CFTV DA BIBLIOTECA PARQUE ESTADUAL DE MANGUINHOS BPM JUSTIFICATIVA A Biblioteca Parque Estadual de Manguinhos é um

Leia mais

ANEXO III TRANSAÇÕES SEM CARTÃO PRESENTE

ANEXO III TRANSAÇÕES SEM CARTÃO PRESENTE ANEXO III TRANSAÇÕES SEM CARTÃO PRESENTE O presente Anexo III faz parte integrante do Contrato de Credenciamento ao Sistema Elavon ( CONTRATO ) registrado no 5º Oficial de Registro de Títulos e Documentos

Leia mais

REGULAMENTO DO AUTO-ATENDIMENTO SETOR PÚBLICO

REGULAMENTO DO AUTO-ATENDIMENTO SETOR PÚBLICO REGULAMENTO DO AUTO-ATENDIMENTO SETOR PÚBLICO O presente instrumento estabelece as normas regulamentares do AUTO-ATENDIMENTO SETOR PÚBLICO, destinado ao atendimento de Pessoas Jurídicas de direito público,

Leia mais

CONTRATO DE PARCERIA DE VENDA DIRETA

CONTRATO DE PARCERIA DE VENDA DIRETA CONTRATO DE PARCERIA DE VENDA DIRETA Pelo presente Instrumento Particular, tendo de um lado a empresa DX COMMERCE DO BRASIL EIRELI-ME, empresa estabelecida na cidade e comarca de Leme, Estado de São Paulo,

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2016

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2016 PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2016 (Do Sr. MARX BELTRÃO) Susta o inciso III e os 1º e 3º do art. 63 da Resolução n.º 614, de 28 de maio de 2013, da Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL,

Leia mais

DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DE DEFESA DO CONSUMIDOR

DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DE DEFESA DO CONSUMIDOR Parecer Procedimento administrativo PA nº 02/2015 Ementa: RESOLUÇÃO 2.932/2002 BACEN POSSIBILIDADE DE AMPLIAÇÃO DO HORÁRIO DE ATENDIMENTO LEGALIDADE - BANCO ITAÚ EXCLUSIVO PARA CLIENTES VIOLAÇÃO AOS PRINCÍPIOS

Leia mais

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA.

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA. MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. Vide dicas MDE: Material Didático Estácio. 1ª ATIVIDADE: Pesquisar um tema referente a matéria na biblioteca e redigir um artigo nos

Leia mais

São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante

São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante O que são serviços de comunicações eletrónicas? São serviços de comunicações eletrónicas os serviços oferecidos mediante remuneração e que consistem no envio de sinais através de redes de comunicações

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA I. Aplicabilidade Estas Condições Gerais serão aplicáveis a todas as vendas efetuadas pela Nefab e suas afiliadas (VENDEDOR) aos seus clientes (COMPRADOR). Desvios destas Condições

Leia mais

Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior

Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior Este regulamento está em vigor a partir do 11/07/2007 (inclusive) substituindo e cancelando o anterior REGULAMENTO DE ACÚMULO DE PONTOS NO PROGRAMA BRADESCO COM TRANSFERÊNCIA PARA O PROGRAMA FIDELIDADE

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.445/13 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelos profissionais e Organizações Contábeis, quando no exercício de suas

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.445/13 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelos profissionais e Organizações Contábeis, quando no exercício de suas RESOLUÇÃO CFC N.º 1.445/13 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelos profissionais e Organizações Contábeis, quando no exercício de suas funções, para cumprimento das obrigações previstas

Leia mais

Termo de adesão ao programa Maxximo Fidelidade e Regulamento

Termo de adesão ao programa Maxximo Fidelidade e Regulamento Termo de adesão ao programa Maxximo Fidelidade e Regulamento O presente Instrumento é celebrado entre MAXXIMO FIDELIDADE Ltda., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob o n. 09.016.557/0001-95,

Leia mais

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB

ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB ANEXO I T E R M O DE R E F E R Ê N C I A EDITAL DE PREGÃO Nº 05/2015 CREMEB 1 -DO OBJETO O objeto do Pregão Presencial é a contratação de empresa especializada para prestação de serviços de rádio-táxi

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DA NEFAB (tradução para Português)

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DA NEFAB (tradução para Português) CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DA NEFAB (tradução para Português) Válidas desde 10-10-2005 Em caso de discrepância entre a versão inglesa e a tradução portuguesa das condições gerais de venda, ou em caso de

Leia mais

1.2 Os serviços oferecidos pelo CLUBE aos ASSOCIADOS (os SERVIÇOS ) compreendem:

1.2 Os serviços oferecidos pelo CLUBE aos ASSOCIADOS (os SERVIÇOS ) compreendem: TERMOS DE USO E ADESÃO Este Termo de Uso e Adesão, doravante simplesmente denominado TERMO, disciplina as regras e condições mediante as quais a LES GOURMANDS CLUB [x], pessoa jurídica de direito privado,

Leia mais

Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007.

Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007.

Leia mais

Amercian Express, Diners, Hipercard, Aura e Elo.

Amercian Express, Diners, Hipercard, Aura e Elo. TERMO DE CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE PRODUTOS PELA INTERNET Magazine Luiza S/A, pessoa jurídica de direito privado, com sede na cidade de Franca/SP, Rua Voluntários da Franca, nº 1465, inscrita no CNPJ

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTRATOS ADMINISTRATIVOS

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTRATOS ADMINISTRATIVOS DIREITO ADMINISTRATIVO CONTRATOS ADMINISTRATIVOS Atualizado em 22/10/2015 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS São contratos celebrados pela Administração Pública sob regime de direito público com particulares ou

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 330, DE 1º DE JULHO DE 2014. TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO CIVIL PÚBLICO [NOME]

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 330, DE 1º DE JULHO DE 2014. TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO CIVIL PÚBLICO [NOME] ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 330, DE 1º DE JULHO DE 2014. TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO CIVIL PÚBLICO [NOME] TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO CIVIL PÚBLICO [NOME] LOCALIZADO

Leia mais

Meio virtual, compra real

Meio virtual, compra real Comércio Eletrônico PROTESTE Associação de Consumidores 3 Meio virtual, compra real Na última década, o comércio eletrônico se multiplicou, devido ao conforto proporcionado aos consumidores, que escolhem

Leia mais

B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio electrónico 2012/S 99-163950. Anúncio de concurso

B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio electrónico 2012/S 99-163950. Anúncio de concurso 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:163950-2012:text:pt:html B-Bruxelas: Estudo sobre a situação do mercado de encomendas da UE, com especial ênfase no comércio

Leia mais