escápula e clavícula. Peitoral maior Clavícula, úmero, Adução do úmero

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4 Músculo Ligações Movimentos Esternocleidomastóideo Esterno, clavícula, Flexão, flexão lateral e rotação da processo mastóide cabeça Trapézio Osso occipital, apófises Extensão e flexão lateral da espinhosas da c7 a d12, cabeça. Adução da escápula, clavícula, escapula elevação e abaixamento da escápula e clavícula. Peitoral maior Clavícula, úmero, Adução do úmero esterno, tórax Serrato anterior Dez costelas Adução da escápula superiores, escapula Recto do abdómen Cartilagem costal, osso ilíaco e púbis Flexão da bacia sobre o tronco e vice-versa Obliquo externo 8 Costelas inferiores, osso ilíaco, púbis Flexão lateral e rotação do tronco Deltóide Clavícula, acrómio, Abdução, retropulsão e propulsão escápula e úmero do úmero Bicípite braquial Escapula, úmero e Supinador e só depois flector do rádio antebraço sobre o braço Tricípite braquial Úmero e ulna Flexão do antebraço sobre o braço Braquiorradial Úmero e radio Supinador e flexor do antebraço Glúteo médio Crista ilíaca, grande Abdução da coxa trocânter do fémur Glúteo máximo Osso ilíaco, sacro, fémur, fáscia lata (até a tíbia) Extensão da coxa (articulação da bacia com o fémur) Tensor da fáscia lata Crista ilíaca, tendão Flexão da anca, extensão da perna prende à tíbia, rotação da coxa para dentro. Sartório Espinha ilíaca, tíbia Flexão da coxa sobre a anca e da perna sobre a coxa, abdução e rotação externa da coxa. Bicípite femoral Osso ilíaco, fémur, Extensão da coxa, flexão da cabeça da fíbula perna, rotação da perna para fora. Semi -tendinoso Osso ilíaco, tíbia Extensão da anca, flexão da perna, rotação da perna para dentro Tibial anterior Tíbia, 1º metatarso Flexão do pé Fibular longo Fíbula, 1º metatarso Torção externa e extensão do pé, aumenta a concavidade da planta do pé

5 Proporções Desde sempre, o ser humano tem recorrido ao estudo de proporções e medidas para melhor efectuar a reprodução do corpo humano. Para tal, foi fundamental encontrar uma unidade básica como ponto de partida para estabelecer as medidas que nos permitem mais facilmente essa representação. O estabelecimento de normas e cânones ajudam-nos a trabalhar o corpo humano embora este tipo de convenção tenha sofrido grandes alterações. No Renascimento, surge um novo cânone (cânone heróico) de 8 cabeças de altura (5 de largura) que não corresponde à realidade, podendo ser aplicado a indivíduos altos. Este cânone foi introduzido primeiramente por Lisipo, aquando da execução da estátua de Apoxiomeno. Neste cânone, a divisão da cabeça em 4 partes iguais, na realidade, não se verifica assim. A parte da linha de nascimento do cabelo ao vértice da cabeça vai ser menor que os outros três andares da face. Ou seja, o primeiro andar vai desde nascença do cabelo à raiz do nariz. O segundo vai desde a raiz do nariz até à sua base. E o terceiro andar vai desde a base do nariz até à base do queixo. Assim tem-se a seguinte divisão: a primeira é a própria cabeça, a segunda passa ao meio dos mamilos, a terceira passa mais ou menos abaixo do umbigo, a quarta passa ao nível do púbis (meia altura do corpo). A meio da coxa, passa a quinta; a sexta passa na articulação do joelho, a sétima pelo meio da perna (parte inferior), e a oitava é a continuação até ao chão. Também a largura dos ombros corresponde a duas cabeças; a altura da cabeça é igual ao comprimento do pé e o comprimento da mão é igual à altura da face. Um homem de estatura baixa 6,5/7 cabeças; mediana 7,5 cabeças; alta 8 cabeças Aumento da quantidade de gordura: Quando a gordura aumenta sob a pele, os locais onde se acumulam nos dois géneros e suas maiores predominâncias são os seguintes: na zona da face, ambos acumulam gordura embora a mulher, mais debaixo do queixo e o homem, mais nas bochechas. Na base do pescoço é igual nos dois sexos. Na região mamária, a mulher tem mais gordura que o homem, sendo que o tamanho da mama varia consoante a gordura que cada mulher tem. Na região do abdómen, ambos acumulam gordura embora na mulher seja mais do umbigo para baixo (barriga) e o homem mais do umbigo para cima (estômago). À volta da cintura e na região dorsal, acumulam ambos, formando os chamados pneus na parte de trás do tórax. Nas nádegas, é também visível maior acumulação de gordura na mulher do que no homem. Na parte posterior dos braços (atrás do tricípite) a mulher acumula mais gordura, bem como nos membros inferiores, onde acumula mais gordura na parte superior e dentro da raiz das coxas e na parte de dentro e fora dos joelhos. Nos homens, os membros são menos atingidos pela gordura.

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