XII Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação - SEPesq Centro Universitário Ritter dos Reis

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1 Proficiência em Leitura de Língua Portuguesa de Alunos de 8ª série/9º Ano do Ensino Fundamental: Algumas Considerações sobre os Resultados da Prova Brasil Letícia Corrêa Bitencourt Bianchi Acadêmica do Mestrado em Letras UniRitter Noeli Reck Maggi Doutora em Educação pela UFRGS UniRitter Resumo: A leitura é considerada um processo de interação entre os conhecimentos linguísticos, textuais e de mundo. No entanto, os resultados da proficiência em leitura de língua portuguesa, apurados pela Prova Brasil, demonstram que tal processo não vem sendo bem desenvolvido pelas escolas públicas brasileiras, pois os resultados estão abaixo do esperado, considerando o nível de escolaridade em que o aluno se encontra. Por este motivo, o objetivo deste trabalho é refletir sobre a realidade de proficiência em leitura de língua portuguesa no Brasil, apresentando as médias de alunos de 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental por dependência administrativa (estadual e municipal), segundo a Unidade Federativa, nas avaliações de 2011 e Trata-se também sobre a escala de proficiência vigente a partir de 2013 e sobre os descritores da Prova Brasil. A metodologia utilizada foi a análise de documentos oficiais, como Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs e Plano de Desenvolvimento da Educação; e materiais disponibilizados no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP. Os resultados revelam que os índices estão abaixo do esperado (> ou = 275) em todo o território brasileiro, não tendo em nenhuma Unidade Federativa um resultado positivo. 1 Introdução A leitura é considerada um processo, em que o leitor realiza ativamente seu trabalho de construção do significado do texto, a partir dos seus objetivos, do seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a língua: características do gênero, do portador, do sistema de escrita, etc. (BRASIL, 1998). No entanto, os índices de proficiência em leitura de língua portuguesa, apurados pela Prova Brasil, demonstram que tal processo não vem sendo bem desenvolvido pelas escolas públicas brasileiras, pois os resultados estão abaixo do esperado, considerando o nível de escolaridade em que o aluno se encontra.

2 A Prova Brasil faz parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) que diz ter como principal objetivo [...] avaliar a Educação Básica brasileira e contribuir para a melhoria de sua qualidade e para a universalização do acesso à escola, oferecendo subsídios concretos para a formulação, reformulação e o monitoramento das políticas públicas voltadas para a Educação Básica. Além disso, procura também oferecer dados e indicadores que possibilitem maior compreensão dos fatores que influenciam o desempenho dos alunos nas áreas e anos avaliados. (Disponível em: Acesso em: 29 mar. 2016) O Saeb é composto por três processos: Aneb Avaliação Nacional da Educação Básica; Anresc/Prova Brasil Avaliação Nacional do Rendimento Escolar; e ANA Avaliação Nacional da Alfabetização. Mas, neste trabalho, o foco será nos índices obtidos em proficiência em leitura de Língua Portuguesa por alunos de 8ª série/9ªano na Prova Brasil. Neste tipo de avaliação, são todos os estudantes da rede pública de ensino da 4ªsérie/5ºano e 8ªsérie/9ºano do Ensino Fundamental que devem participar, pois a avaliação é censitária e realizada a cada dois anos. Os instrumentos para avaliação são questionários e provas de língua portuguesa (foco em leitura), matemática (foco em resolução de problemas) e ciências. A Prova Brasil é uma forma de classificar/comparar escolas e/ou regiões. Segundo, Carnoy et al. (2015), as pontuações nos testes estão adquirindo importância suficiente para afetar a legitimidade dos governos. O estudo de Oliveira (2011, p. 68) ratifica isto quando diz que a área educacional não está isenta das intervenções políticas, econômicas e sociais do Estado. Muito pelo contrário, pois, desde o desenvolvimento do processo de globalização, a educação vem tendo papel crucial no campo das políticas públicas, já que o conhecimento passou a ser um fator essencial para impulsionar o crescimento econômico. Por isso o Brasil preocupa-se com o sucesso de seus alunos e está interessado em saber se o desempenho dos estudantes brasileiros está melhorando ao longo do tempo. Na próxima seção, quer-se apresentar e refletir sobre a média de proficiência em leitura de língua portuguesa de alunos de 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental por dependência administrativa (estadual e municipal), segundo a Unidade Federativa, nas avaliações de 2011 e Tratar-se-á também sobre a escala de proficiência vigente a partir de 2013 e sobre os descritores da Prova Brasil. 2 Qualidade da leitura: o que os resultados da Prova Brasil apontam?

3 Como avaliar de forma eficiente a qualidade da leitura de alunos de escolas públicas de um país tão vasto geográfica e culturalmente como o Brasil? A realização de uma avaliação de sistema com amplitude nacional, para ser efetiva, exige a construção de uma matriz de referência que dê transparência e legitimidade ao processo de avaliação, informando aos interessados o que será avaliado (Brasil, 2008, p. 17), por isso foram criadas matrizes de referência para a Prova Brasil. No entanto, estas não englobam todo o currículo escolar, são somente uma parte baseada no que é possível aferir por meio do tipo de instrumento de medida utilizado na Prova Brasil e que, ao mesmo tempo, é representativo do que está contemplado nos currículos vigentes no país (BRASIL, 2008). Tais matrizes têm como referência os Parâmetros Curriculares Nacionais e foram estabelecidas a partir de uma consulta nacional aos currículos propostos por algumas redes municipais e por Secretarias Estaduais de Educação e de consulta aos professores das redes municipal, estadual e privada (BRASIL, 2008). No quadro 1, encontra-se a Matriz de Referência para 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental, a qual estabelece, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP (2011), os objetos de conhecimento e as competências a serem desenvolvidas. Fazem parte da Matriz de Referência seis tópicos e 21 descritores (D1 a D21). É importante ressaltar que cada questão da Prova Brasil refere-se a um tópico e a um descritor. Quadro 1: Matriz de Referência para 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental Primeira dimensão Segunda dimensão Objeto do conhecimento Tópico I Procedimentos de Leitura Tópico II Implicações do Suporte, do Gênero e/ou do Enunciador na Compreensão do Texto Competências D1 Localizar informações explícitas em um texto. D3 Inferir o sentido de uma palavra ou expressão. D4 Inferir uma informação implícita em um texto. D6 Identificar o tema de um texto. D14 Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato. D5 Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto, etc.). D12 Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.

4 Tópico III D20 Reconhecer diferentes formas Relação entre Textos de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. D21 Reconhecer posições distintas entre duas ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema. Tópico IV D2 Estabelecer relações entre partes Coerência e Coesão no de um texto, identificando repetições Processamento do Texto ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto. D7 Identificar a tese de um texto. D8 Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la. D9 Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto. D10 Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa. D11 Estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos do texto. D15 Estabelecer relações lógicodiscursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios, etc. Tópico V D16 Identificar efeitos de ironia ou Relações entre Recursos Expressivos humor em textos variados. e Efeitos de Sentido D17 Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações. D18 Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expressão. D19 Reconhecer o efeito de sentido decorrente da exploração de recursos ortográficos e/ou morfossintáticos. Tópico VI D13 Identificar as marcas

5 Variação Linguística linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto. Fonte: Site do INEP 1. Entende-se, a partir do que foi apresentado no Quadro 1, que o foco da avaliação para a disciplina de Língua Portuguesa é a proficiência em leitura, a qual requer a competência de apreender um texto como construção de conhecimento em diferentes níveis de compreensão, análise e interpretação (BRASIL, 2008, p. 21). Nesta perspectiva, são avaliadas habilidades e competências definidas em unidades chamadas descritores que baseiam-se em habilidades discursivas tidas como essenciais na situação de leitura, e estes são agrupados em tópicos que compõem a Matriz de Referência (INEP, 2011). A partir desta avaliação, é estipulado o nível de proficiência em leitura que o aluno se encontra e o que ele provavelmente é capaz de fazer. São divididos em oito níveis, em que o desempenho do estudante pode variar de maior ou igual a 200 e a maior ou igual a 375 pontos. O considerado ideal para um aluno de 8ª série/9 ano do Ensino Fundamental é a pontuação mínima de 275, de acordo com Brasil (2008), sendo considerado um aluno de nível 4 na escala de proficiência. A seguir tem-se a descrição de cada nível da escala de proficiência vigente a partir da avaliação de 2013: Quadro 2: Escala de proficiência em leitura para 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental Nível* Descrição do Nível** Nível 1: Desempenho Reconhecer expressões características da linguagem maior ou igual a 200 e (científica, jornalística etc.) e a relação entre menor que 225 expressão e seu referente em reportagens e artigos de opinião. Inferir o efeito de sentido de expressão e opinião em Nível 2: Desempenho maior ou igual a 225 e menor que 250 crônicas e reportagens. Localizar informações explícitas em fragmentos de romances e crônicas. Identificar tema e assunto em poemas e charges, relacionando elementos verbais e não verbais. Reconhecer o sentido estabelecido pelo uso de expressões, de pontuação, de conjunções em poemas, charges e fragmentos de romances. Reconhecer relações de causa e consequência e características de personagens em lendas e fábulas. Reconhecer recurso argumentativo em artigos de 1 Disponível em: Acesso em 05 abril 2016.

6 Nível 3: Desempenho maior ou igual a 250 e menor que 275 Nível 4: Desempenho maior ou igual a 275 e menor que 300 opinião. Inferir efeito de sentido de repetição de expressões em crônicas. Localizar informações explícitas em crônicas e fábulas. Identificar os elementos da narrativa em letras de música e fábulas. Reconhecer a finalidade de abaixo-assinado e verbetes. Reconhecer relação entre pronomes e seus referentes e relações de causa e consequência em fragmentos de romances, diários, crônicas, reportagens e máximas (provérbios). Interpretar o sentido de conjunções, de advérbios, e as relações entre elementos verbais e não verbais em tirinhas, fragmentos de romances, reportagens e crônicas. Comparar textos de gêneros diferentes que abordem o mesmo tema. Inferir tema e ideia principal em notícias, crônicas e poemas. Inferir o sentido de palavra ou expressão em história em quadrinhos, poemas e fragmentos de romances. Localizar informações explícitas em artigos de opinião e crônicas. Identificar finalidade e elementos da narrativa em fábulas e contos. Reconhecer opiniões distintas sobre o mesmo assunto em reportagens, contos e enquetes. Reconhecer relações de causa e consequência e relações entre pronomes e seus referentes em fragmentos de romances, fábulas, crônicas, artigos de opinião e reportagens. Reconhecer o sentido de expressão e de variantes linguísticas em letras de música, tirinhas, poemas e fragmentos de romances. Inferir tema, tese e ideia principal em contos, letras de música, editoriais, reportagens, crônicas e artigos. Inferir o efeito de sentido de linguagem verbal e não verbal em charges e história em quadrinhos. Inferir informações em fragmentos de romance. Inferir o efeito de sentido da pontuação e da polissemia como recurso para estabelecer humor ou ironia em tirinhas, anedotas e contos.

7 Nível 5: Desempenho maior ou igual a 300 e menor que 325 Nível 6: Desempenho maior ou igual a 325 e menor que 350 Nível 7: Desempenho maior ou igual a 350 e menor que 375 Localizar a informação principal em reportagens. Identificar ideia principal e finalidade em notícias, reportagens e resenhas. Reconhecer características da linguagem (científica, jornalística etc.) em reportagens. Reconhecer elementos da narrativa em crônicas. Reconhecer argumentos e opiniões em notícias, artigos de opinião e fragmentos de romances. Diferenciar abordagem do mesmo tema em textos de gêneros distintos. Inferir informação em contos, crônicas, notícias e charges. Inferir sentido de palavras, da repetição de palavras, de expressões, de linguagem verbal e não verbal e de pontuação em charges, tirinhas, contos, crônicas e fragmentos de romances. Identificar ideia principal e elementos da narrativa em reportagens e crônicas. Identificar argumento em reportagens e crônicas. Reconhecer o efeito de sentido da repetição de expressões e palavras, do uso de pontuação, de variantes linguísticas e de figuras de linguagem em poemas, contos e fragmentos de romances. Reconhecer a relação de causa e consequência em contos. Reconhecer diferentes opiniões entre cartas de leitor que abordam o mesmo tema. Reconhecer a relação de sentido estabelecida por conjunções em crônicas, contos e cordéis. Reconhecer o tema comum entre textos de gêneros distintos. Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de figuras de linguagem e de recursos gráficos em poemas e fragmentos de romances. Diferenciar fato de opinião em artigos e reportagens. Inferir o efeito de sentido de linguagem verbal e não verbal em tirinhas. Localizar informações explícitas, ideia principal e expressão que causa humor em contos, crônicas e artigos de opinião. Identificar variantes linguísticas em letras de música.

8 Reconhecer a finalidade e a relação de sentido estabelecida por conjunções em lendas e crônicas. Localizar ideia principal em manuais, reportagens, artigos e teses. Identificar os elementos da narrativa em contos e crônicas. Diferenciar fatos de opiniões e opiniões diferentes em artigos e notícias. Inferir o sentido de palavras em poemas. * O intervalo do nível inclui o primeiro ponto e exclui o último ponto. ** O estudante provavelmente é capaz de. Fonte: Site do Inep 2. De acordo com Brasil (2008, p. 21), o fato de se avaliar apenas a Nível 8: Desempenho maior ou igual a 375 leitura não reduz a importância dessas avaliações, tendo em vista que a leitura é fundamental para o desenvolvimento de outras áreas do conhecimento e para o consequente exercício da cidadania. Por isso não se quer com este estudo criticar que apenas um dos focos do ensino de Língua Portuguesa está sendo avaliado pela Prova Brasil. É importante apenas deixar claro que não se pode limitar-se a ensinar somente o que está sendo exigido nas avaliações externas devido à grande pressão que as escolas sofrem, já que as médias em proficiência em leitura de alunos de 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental encontram-se abaixo do esperado para quem tem no mínimo oito anos de escolarização. Entende-se que a leitura é apenas uma das facetas necessárias no ensino de Língua Portuguesa e que realmente os índices apontam para uma precarização como pode-se perceber na tabela 1, que se refere ao resultado de proficiência em leitura nos anos de 2011 e 2013, avaliações mais recentes de que se tem acesso aos dados, pois para a avaliação realizada em 2015 ainda não há resultados divulgados amplamente, apenas para os diretores de cada escola, portanto com acesso restrito. Tabela 1: Resultados da proficiência em leitura de Língua Portuguesa de alunos de 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental 2011 e 2013 UF 2011 Escola Estadual 2013 Escola Estadual 2011 Escola Municipal 2013 Escola Municipal Minas Gerais 253,34 251,44 252,2 251,50 2 Disponível em: 3/escalas_ensino_fundamental_2013.pdf. Acesso em 05 abril 2016.

9 Paraná 243,19 242,75 253,01 251,75 Santa Catarina 243,98 240,52 251,32 249,55 Mato Grosso do Sul 245,58 247,55 247,42 249,13 Rio Grande do Sul 247,57 249,91 243,82 245,93 São Paulo 240,83 240,65 245,80 244,22 Espírito Santo 237,85 242,07 247,23 244,40 Rio de Janeiro 227,56 231,01 248,83 244,50 Goiás 239,09 248,16 236,64 243,44 Rondônia 239,97 240,06 230,70 235,31 Tocantins 234,18 232,48 235,74 235,66 Mato Grosso 231,88 229,34 237,60 238,75 Distrito Federal 234,08 242,18 Ceará 238,45 242,13 227,80 238,04 Acre 233,39 242,31 222,32 224,34 Piauí 230,63 232,02 223,79 227,64 Amazonas 233,72 237,35 220,64 227,43 Amapá 224,56 223,42 229,56 232,58 Pará 226,08 238,38 226,21 225,45 Roraima 224,62 224,19 224,66 219,20 Rio Grande do Norte 225,05 230,43 223,20 226,40 Sergipe 227,28 226,07 220,15 223,89 Bahia 226,04 226,67 221,21 222,48 Paraíba 221,95 223,10 223,56 223,40 Pernambuco 224,98 230,35 215,80 221,08 Maranhão 227,02 230,24 212,46 215,12 Alagoas 217,44 221,34 210,74 214,85 Fonte: Elaborado pela autora com base em Inep/Daeb (2011 e 2013). Como observou-se na tabela 1, os índices são baixos, pois o considerado ideal seria igual ou maior a 275, o total de acertos equivaleria a 400 pontos. Pode-se perceber que mesmo o Estado de Alagoas, que obteve a média mais baixa nos anos de 2011 e 2013, em percentuais não tem sua média tão desproporcional em relação ao Estado de Minas Gerais, o qual obteve a melhor média nas duas avaliações. Em 2013, por exemplo, Minas Gerais tem 62,86% de média enquanto Alagoas 54,50%, portanto 8,36% de

10 diferença. Afirma-se, então, que o resultado está abaixo do esperado em todo o território brasileiro, não tendo em nenhuma Unidade Federativa um resultado que tenha sido muito superior comparando com outra. Uma questão a se analisar é o nível de proficiência que os alunos encontram-se. Exceto o Estado de Minas Gerais que ultrapassou os 250 pontos nas duas avaliações, portanto nível 3, a média de alunos de 18 UFs em 2011 e de 20 UFs em 2013 está acima de 225 e abaixo de 250, por isso ficam classificados como nível 2. Já 8 UFs em 2011 e 6 UFs em 2013 ficaram com desempenho menor que 225, sendo atribuído a estes o nível 1. Dentre os Estados com menor nível de desempenho, identificou-se que estes, excetuando Roraima que se localiza na região Norte do Brasil, todos os outros estão no Nordeste. Apesar de o resultado da Prova Brasil não levar em conta o nível socioeconômico dos alunos e a formação docente para compor a média das escolas avaliadas, estes são fatores pesquisados também. Alunos e professores devem responder a questões que para os discentes versam sobre o nível socioeconômico em que estes se situam e para os docentes sobre a sua formação acadêmica. Por exemplo, em uma escola municipal do Estado de Alagoas, do município Água Branca 3, escolhida aleatoriamente no site do INEP, a formação docente é de apenas 54,40% e os alunos, no que se refere ao nível socioeconômico, fazem parte do grupo 3 (avaliação referente ao ano de 2013). O índice de 54,40% da escola exemplificada quer dizer que pouco mais da metade dos professores de 8ª série/9º ano possuem a formação adequada para a disciplina que lecionam. É um percentual alto, pois, para formar este índice, cada docente é classificado em um grupo, de acordo com a descrição que contempla a sua formação, por exemplo: Quadro 3: Categorias de adequação da formação dos docentes em relação à disciplina que leciona Grupo 1 - Docentes com formação superior de licenciatura na mesma disciplina que lecionam, ou bacharelado na mesma disciplina com curso de complementação pedagógica concluído. Grupo 2 Docentes com formação superior de bacharelado na disciplina correspondente, mas sem licenciatura ou complementação pedagógica; Grupo 3 Docentes com licenciatura em área diferente daquela que leciona, ou com bacharelado nas disciplinas da base curricular comum e complementação pedagógica concluída em área diferente daquela que leciona. 3 Escola Municipal de Ensino Fundamental Jose Gomes Lima / Água Branca AL. Resultado disponível em: Acesso em 04 mai 2016.

11 Grupo 4 Docentes com outra formação superior não considerada nas categorias anteriores. Grupo 5 Docentes que não possuem curso superior completo. Fonte: Nota Técnica nº 020/2014. Como os alunos poderão ter aulas de qualidade se os professores não tem a formação adequada para a disciplina que lecionam? No indicador de nível socioeconômico, pode-se situar o público atendido pela escola em um nível social, este indicador é composto por 7 grupos, sendo o grupo 1 as escolas com nível socioeconômico mais baixo e, no Grupo 7, com nível socioeconômico mais alto. Portanto, a escola indicada está abaixo do grupo intermediário. O Indicador de Nível Socioeconômico é calculado a partir da escolaridade dos pais, da posse de bens e da contratação de serviços pela família dos alunos e, desta maneira, possibilita situar o público atendido pela escola em um nível social, apontando o padrão de vida de um modo geral. Estes dois indicadores, de nível socioeconômico e de adequação da formação docente, produzem informações importantes sobre a realidade de cada escola, onde é desenvolvido o trabalho educativo. Por isso os resultados da Prova Brasil não devem ser usados para comparar escolas que recebem alunos muito diferentes. Esse tipo de comparação não é um uso adequado dos resultados (Brasil, 2008, p. 16). 4 Conclusão O cerne da questão é identificar o que está acontecendo em nossas escolas para se obter médias tão baixas em uma avaliação nacional como a Prova Brasil. Segundo Libâneo (2008, p. 168), há uma distância considerável entre as políticas educacionais, a legislação educacional, a pesquisa acadêmica e o que acontece na realidade das escolas, isto é, no ensino, no trabalho cotidiano dos professores, na aprendizagem dos alunos, por isso muitos alunos não encontram motivação para prosseguir seus estudos e, se os prosseguem, não enxergam motivo para fazê-lo, pois não veem relação entre as partes. Para o mesmo autor (2008, p. 168), esse distanciamento das questões mais concretas da sala de aula e do trabalho direto dos professores com os alunos é um forte indício da desatenção, do desapreço, com os aspectos pedagógico-didáticos. Muito tem sido feito no Brasil para promover esta aproximação, são exemplos disto o Plano Nacional do Livro Didático, o Plano Nacional da Educação, as Avaliações do Saeb e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, mas muito ainda deve ser feito.

12 Não se quis com este trabalho classificar as Unidades Federativas de acordo com o rendimento de seus alunos na Prova Brasil. pois não se pode pressupor que os alunos não estão com um resultado ideal em uma avaliação nacional, porque não estão conseguindo aprender. Por diversas razões, ainda hoje, muitos alunos não se interessam pelo que é ensinado na escola. Espera-se ter conseguido refletir sobre a realidade de proficiência em leitura de Língua Portuguesa no Brasil e apresentar os descritores das questões da Prova Brasil que possam ser trabalhados em sala de aula de modo a levar o aluno a desenvolver o gosto pela leitura. Referências BRASIL. Nota técnica nº 020/2014. Disponível em: a_tecnica_indicador_adequa%c3%a7%c3%a3o_formacao_docente.pdf. Acesso em 03 set BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, p. BRASIL. Plano de Desenvolvimento da Educação: Prova Brasil: ensino fundamental: matrizes de referência, tópicos e descritores. Brasília: MEC, SEB; Inep, p. BRASIL. SAEB/Prova Brasil 2011: primeiros resultados. Disponível em: 2/Saeb_2011_primeiros_resultados_site_Inep.pdf. Acesso em 04 mai CARNOY, Martin et al. A educação brasileira está melhorando? Evidências do PISA e SAEB. Cad. Pesqui.[online]. 2015, vol.45, n.157, pp LIBÂNEO, José Carlos. Alguns Aspectos da Política Educacional do Governo Lula e sua Repercussão no Funcionamento das Escolas. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, n. 32, p , dez OLIVEIRA, Ana Paula de Matos. A Prova Brasil como política de regulação da rede pública do Distrito Federal. Dissertação (mestrado) Universidade de Brasília, Programa de Pós Graduação em Educação, Políticas Públicas e gestão da Educação, p.

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