Palestras e Treinamentos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palestras e Treinamentos"

Transcrição

1 Marcas: Um apanhado de pesquisas Empíricas e Teorias Encontrados na Literatura Autor: Ricardo Felipe Lemos Resumo A marca é o assunto central deste trabalho. O objetivo principal foi a verificação e identificação de artigos disponíveis na literatura, principalmente nos anais da Anpad, com abordagem sobre marcas, suas influências e aspectos além do seu relacionamento com a teoria. Foi observado um crescimento anual no número de publicações sobre o assunto, demonstrando sua significância para o estudo do marketing e sua aplicação nas organizações. Os resultados das pesquisas empíricas analisadas estão em sintonia com as teorias examinadas sobre marcas e Brand Equity e demonstram a relevância do assunto para a sustentabilidade de empresas atuantes em mercados competitivos. Introdução O que faz um consumidor decidir por um refrigerante da marca Coca-Cola ou Pepsi? Por um hidratante Nívea, Natura ou Avon? Será que realmente são seus atributos e benefícios ou são influenciados pelo valor de suas marcas? Na busca de respostas para estas questões e observando-se um constante crescimento no interesse pelo assunto por pesquisadores nacionais e internacionais, decidiu-se por fazer um apanhado na literatura sobre marcas, visando relacionar teorias com alguns resultados de pesquisas empíricas. Sublinhando ainda o foco deste trabalho, um dos mais importantes órgãos de pesquisa de marketing dos EUA, The Marketing Science Institute, determinou como uma das prioridades de linha de pesquisa o importante tema: Brand Equity. Muitas vezes, um empreendedor ao iniciar as atividades de uma empresa desconsidera a importância da construção de sua marca, sem mesmo, na maioria dos casos, imaginar a importância daquele momento e o quanto as negligencias na construção da marca podem afetar o seu negócio em um futuro próximo. Pois muitas vezes um grande negócio nasce pequeno. Dependendo do ramo de atuação, talvez após alguns anos do início das atividades da empresa, a marca possa ser um dos principais diferenciadores no mercado ou até motivo de sobrevivência. A empresa que manter sua marca forte será vencedora, de acordo com Hamisch Maxwell (CEO da Philip Morris). Os produtos apresentam, necessariamente, um ciclo de vida, onde seguem os estágios de lançamento, crescimento, maturidade e declínio. Mas isto não ocorre com uma marca vencedora, ou seja, a marca deve ser duradoura. Tanto que, como expõe Light (1998), das três formas de propriedade intelectual, somente a propriedade sobre marca é eterna. Um produto ou serviço pode ser copiado facilmente ou em pouco tempo ficar obsoleto, ultrapassado ou simplesmente perder a razão de sua existência, o que de forma alguma deverá acontecer com uma marca bem sucedida que poderá ser vitalícia. Uma marca forte e bem sucedida aumenta a resistência a concorrência e diminui a sensibilidade ao preço (Light,1998). Mensurar o valor de uma marca é um processo complexo e hipotético, pois não é algo tangível. São valores que não são apresentados em balanços patrimoniais e não são classificados como imobilizado, mas acredita-se que muitas marcas fortes de atuação mundial têm seu valor patrimonial maior que seu patrimônio imobilizado. David Aaker (1998) sugere como forma de medir a lealdade da marca a taxa de recompra, o percentual

2 de compras e o número de marcas compradas. Tornar uma marca poderosa é uma das principais tarefas dos profissionais de marketing. É relacionar significado a ela através de atributos, benefícios, valores, cultura, personalidade e usuário (Kotler, 2000). A franquia é uma forma de alugar uma marca forte, onde investidores e empreendedores manifestam interesse em investirem em negócios que já apresentam uma marca forte com uma promessa relevante e diferenciada pagando royalties pelo direito de uso. As pessoas compram produtos pelos seus atributos, ou compram marcas pelos seus benefícios. Quando o consumidor busca realizar um desejo, o foco é a marca (Cobra, 2003). É o caso da marca Mitsubishi, que trabalha sua marca através dos benefícios como força, resistência, robustez, sofisticação, tecnologia, comprovando isto com a conquista, pela décima primeira vez, do Rally Dakar, o mais difícil do mundo. Marca Uma marca é um nome, que pode ser um símbolo, logotipo, desenho de uma embalagem, que tem a incumbência de identificar algum bem, serviço ou empresa. A marca sinaliza ao consumidor a origem do produto, protegendo o consumidor e o próprio fabricante dos concorrentes que oferecem produtos similares ou idênticos (Aaker, 1998). A marca sob o ponto de vista dos consumidores, é a síntese das experiências reais e virtuais, objetivas e subjetivas, vividas em relação a um produto, serviço, empresa ou alguma instituição. Marca representa um verdadeiro sistema de valores (Sampaio, 2002). Este autor apresenta alguns tipos de marcas distintas: - Marcas de produtos e serviços (Coca-cola, Sedex); - Marcas de empresas (Fiat, Tam); - Marcas de empresas e seus produtos (Nestlé, Sadia, Parmalat); - Marca de linhas (Brahma, Bic); - Marcas de sistemas ou de redes (Visa, Agafarma); - Marcas de instituições (Embratur, PUCRS); - Marcas de movimentos (Criança Esperança, MST); - Submarcas (BigMac, Havaianas Fashion); - Marcas Próprias (Nacional, Panvel); - Marcas de origem (Lycra, Intel Inside); - Marcas de endosso (ISO 9000) As marcas oferecem e proporcionam uma imagem. Asseguram qualidade. Oferecem soluções definitivas. Ultrapassam os elementos específicos dos produtos ou serviços (Schimitt; Simonson, 2002). Valor de Marca Uma pergunta que muito já se fez: O que seria de todos os ativos de empresas como Coca-Cola, Ford ou IBM entre outras caso mudassem suas marcas? Não há uma resposta exata, mas é razoável concluir que haveria uma sensível redução de receita, perda de market share e conseqüências mais sérias como a erosão da empresa. David Aaker (2002) afirma que o valor da marca é a medida da força da marca. Está relacionado com o valor de mercado, com quanto as pessoas pagam por seus ativos. Também é necessário considerar o valor na mente dos consumidores. Este valor leva a

3 recompensa para a marca, ao lucro, às vendas e dividendos sobre as ações. O autor cita que os elementos vinculados a um nome ou símbolo são agrupados em quatro diferentes dimensões: 1. Reconhecimento ou visibilidade; 2. Qualidade percebida; 3. Associações de marca tudo o que o cliente vincula à marca; 4. Fidelidade do cliente É a parte central no valor para qualquer marca. Na maioria dos mercados existem pessoas que compram uma marca pelo preço, outras que compram por compreenderem ser a melhor opção e há aquele grupo de consumidores que compra por ter criado uma relação com a marca. Muitas empresas encaram suas marcas como um conjunto de atributos dos produtos e serviços e seus benefícios. A técnica de encadeamento utilizada por Serralvo (2005) em seu estudo, pressupõe que consumidores usam produtos e marcas por acreditarem que os mesmos possam lhes proporcionar algo. Os consumidores vêem produtos como um pacote de atributos. O modelo de means-end (Botschen; Thelen; Pieters, 1999) citado por Serralvo (2005) apresenta as suposições: - Valores são fatores dominantes no padrão de compra dos consumidores. - Consumidores agrupam produtos e marcas baseados na função de satisfazer valores. - Há uma ligação entre conseqüências e atributos dos produtos e marcas. A pesquisa empírica de Serralvo (2005) buscou identificar comportamentos em relação às marcas do segmento A (preço premium), marcas B (marcas de baixo preço) e marcas próprias. Em relação às marcas líderes o consumidor percebe que uma marca líder apresenta atributos como ser famoso, ter uma embalagem bonita e higiênica, preço alto e uma variedade maior de produtos. A marca famosa conduz a benefícios como serem produtos de qualidade, sabor gostoso, fáceis de encontrar e ter serviço de atendimento ao consumidor. Provavelmente todos irão gostar em casa evitando o desperdício. A marca famosa remete ao fato de o produto não fazer mal à saúde. O consumidor tem a sensação do poder de consumo, sentindo-se satisfeito e vitorioso por comprar um produto de marca famosa. As marcas de preço baixo apresentam cadeias positivas e negativas de valores como preço baixo que pode levar benefício positivo de poder de compra, mas pode gerar a sensação de só se poder comprar algo que seja possível, mas não o que se quer comprar realmente, podendo também gerar baixa auto-estima. O produto de marca desconhecida pode gerar satisfação para ampliar as opções de compras. Mas pode gerar sentimento de irresponsabilidade caso a família não aprove o produto. Brand Equity David Aaker (2002) conceitua o brand equity como sendo um conjunto de ativos e passivos ligados a uma marca, seu nome e seu símbolo e apresenta as categorias: 1. Lealdade à marca; 2. Conhecimento do nome; 3. Qualidade percebida;

4 4. Associações à marca em acréscimo à qualidade percebida; 5. Outros ativos patentes, relacionamento com os canais de distribuição, etc. Para Krishmam e Hartline (2001) Brand equity é o valor adicionado fornecido pela marca do produto. Estes autores abordam especificamente os serviços e dizem que a natureza intangível dos serviços torna difícil aos consumidores avaliarem suas qualidades. A marca pode ajudar a elevar o serviço acima do nível de commodity para diferenciá-lo das marcas concorrentes e o risco percebido ao comprar um serviço é maior do que o risco percebido ao comprar um produto. Os resultados do artigo apresentado por Krishmam e Hartline (2001) indicam que o brand equity pode não ser mais importante para serviços do que para produtos. Além disso, enquanto os resultados realmente mostram que a importância de brand equity se difere entre serviços dominantes de busca, experiência e crédito. Estas diferenças não são consistentes com as suposições atuais na literatura. No geral, os resultados do estudo não apóiam as disputas na literatura de que brand equity é mais importante para serviços do que para produtos (Krishmam; Hartline, 2001). Apesar dos resultados da pesquisa não provarem que brand equity é mais importante para serviços do que produtos. Empiricamente sabe-se da necessidade da valorização da marca para empresas de serviços, principalmente para empresas de menor porte e com pouco tempo de mercado. Já que, sob o ponto de vista do consumidor, é mais fácil, ou até mesmo mais seguro optar por consumir um serviço de uma empresa com mais experiência e mais conhecida. Assim, surge a necessidade da utilização de recursos como comunicação visual, valorização da marca, atendimento personalizado, instalações, equipamentos, entre outros objetivando o maior nível de tangibilidade possível. Os autores Krishmam e Hartline (2001) abordam a visão de Onskvisit et.al (1989) onde uma maneira de aumentar a natureza tangível de um serviço é usar um sinal extrínseco como o nome de uma marca. Desse modo, o uso de marcas no marketing de serviços pode ajudar a reduzir o risco de compra do consumidor e otimizar suas habilidades do processamento cognitivo. Além disso, a natureza intangível dos serviços torna difícil aos consumidores avaliarem suas qualidades. A marca pode ajudar o provedor de serviço elevando o serviço oferecido acima do nível de commoditie para diferenciá-lo das marcas concorrentes. Lealdade à Marca Quando consumidores compram considerando somente características como preço e conveniência, pouco influindo a marca, provavelmente há pouca lealdade, mas se continuam a comprar mesmo existindo concorrentes com características superiores, existe valor na própria marca. A lealdade à marca proporciona: custos de marketing reduzidos; alavancagem comercial; atração de novos consumidores; tempo para reagir às ameaças da concorrência (Aaker, 1998). Este autor apresenta cinco tipos de atitude do cliente em relação a sua marca, sendo o último de máxima lealdade: 1. O cliente trocará de marca, especialmente por razões de preço. Sem lealdade à marca. 2. O cliente está satisfeito. Não há razão para trocar de marca. 3. O cliente está satisfeito e incorrerá em custos de trocar de marca. 4. O cliente valoriza a marca e a considera parte de sua vida. 5. O cliente é devotado à marca. A evolução da marca com foco na pessoa é a essência da fidelidade emocional que pode ocorrer de duas formas. A primeira é onde a fidelidade emocional surge de um

5 relacionamento pessoal do consumidor com a marca. A segunda maneira é a formação de uma sólida comunidade de usuários (Rozanski et al. 2002). O estudo de Freire et. al (2005) buscou nos aspectos psicológicos da ligação dos consumidores com produtos e serviços de marcas específicas uma explicação para a lealdade às marcas. Na etapa exploratória do seu estudo foram determinadas para análise: Refrigerante como produto de baixo envolvimento e o vinho sendo de alto envolvimento. O supermercado como um serviço de alta probabilidade de recompra de uma mesma marca e posto de combustível que possui uma probabilidade média de recompra. Os resultados empíricos comprovaram que tanto o envolvimento com o produto quanto o comprometimento com a marca exercem influencia na lealdade de clientes. A pesquisa revelou que o comprometimento com a marca pode amplificar a influência de um antecedente da lealdade. Se um alto nível de envolvimento não estiver associado a um alto nível de comprometimento com a marca, o consumidor pode demonstrar uma lealdade menos intensa ou uma lealdade multimarcas. Gerenciamento da Marca Um objetivo comum para qualquer empresa é transformar consumidores fiéis a sua marca. Rozanski et al. (2002) advertem que isto não pode ser feito a qualquer preço, porque tende a incluir aspectos negativos, tais como rejeição a mudanças. Ao contrário, é preciso saber gerenciar os fãs da marca, aqueles que têm um relacionamento pessoal com ela. É necessário a identificação destes fãs e pesquisar suas possíveis reações antes de realizar qualquer nova iniciativa. Estes autores citam como exemplo um case inesquecível: o case Coca-cola. Mesmo tendo investido US$ 4 milhões, ter entrevistado 200 mil consumidores, ter tido somente 12% de consumidores que reprovaram a nova fórmula da New Coke, a Coca-cola amargou um desperdício de aproximadamente US$ 48 milhões investidos em marketing, tendo que recuar relançando a Coca-Cola Classic e separando-a da New Coke. Recentemente no Brasil Urdan (2001) examinaram as preferências dos consumidores de cervejas, considerando os atributos extrínsecos como a marca e o sabor como atributo intrínseco. Foram encontrados resultados relevantes que nos fazem refletir sobre o quanto o gerenciamento da marca adequado pode gerar resultados a uma empresa. Foi identificada uma forte preferência por uma das marcas antes do teste cego, fato que além de não se confirmar no teste de degustação sem identificação da marca, apresentou uma diferença de 1.800%. Ou seja, a marca D foi a menos preferida no teste de preferência por marca, mas foi a mais preferida no teste do produto intrinsecamente. Desta forma, parece razoável sugerir que em situações de atributos intrínsecos muito semelhantes, onde o consumidor possui pouca capacidade de distinção, o gerenciamento da marca e sua força passam a ser fundamentais para a liderança de um produto. David Aaker (1998) apresenta sete formas para a revitalização da marca: - Aumentar o uso; - Investigar novos usos; - Ingressar em novos mercados; - Reposicionar a marca; - Aumentar o produto ou serviço; - Tornar obsoleto produtos existentes; - Estender a marca.

6 Foi o que fez a empresa Alpargatas. Colocaram em prática quase todos estes itens para salvar o produto Havaianas. É o que publicou a HSM Management com reportagem de Gomes (2005) relatando a trajetória de revitalização e exemplo de gerenciamento de marca. A empresa passou de uma produção de 65 milhões de pares em 1988 para 130 milhões em Implantou ações como: deixaram de tratar as sandálias como commodities; gerenciamento da marca de modo agressivo; lançaram novos modelos com diversas cores; agregaram idéia de produto mais confortável; atenção redobrada para a distribuição e desenvolvimento de material para o ponto-de-venda; tiraram o foco do produto e voltaram-se para o mercado; ampliaram o mix de produtos; os lançamentos foram direcionados para os públicos formadores de opinião, levando meses até chegarem nos canais de massa. A comunicação recebeu um aumento de verba que passou de 4% para 10% do faturamento; as campanhas passaram a veicular não mais em temporadas, mas durante todo o ano; promoções e eventos dirigidos a pessoas VIPs; campanhas com atores famosos usando as sandálias em público e não mais em casa; ações de assessoria de imprensa e relações publicas receberam a mesma importância que a mídia eletrônica. Atualmente as havaianas estão presentes em lojas de vários países com Estados Unidos, Austrália, França e Espanha e chegam a custar entre 25 e 30 euros na Europa e até 15 dólares nos EUA. Hoje a marca Havaianas já é considerada uma marca global de sandálias. Identidade da Marca De acordo com Fontanelle (2002) referenciado por Bacha (2005) a marca passou a ter nos últimos tempos um novo enfoque, onde o ponto principal é a imagem da marca e não mais as características e funções físicas dos produtos, passando a valer mais os valores, idéias, sonhos e desejos. A construção da identidade da marca deve considerar os valores e missão da empresa, padrões de qualidade, como também sua evolução e adaptação ao comportamento do consumidor. A imagem da marca é um elemento relevante na diferenciação dos produtos e serviços (Bacha, 2005). Enquanto a imagem da marca é a maneira como ela é atualmente percebida, a identidade da marca é a forma como os estrategistas querem que ela seja percebida (Aaker, 2002) As marcas levam tempo para serem construídas e por isso necessitam serem reforçadas de forma coerente e consistente, já que o processo de decisão se torna cada vez mais complexo exigindo um trabalho de construção de identidade que irá se refletir na percepção da imagem (Bacha, 2005). Personalidade de Marca Para Blackwell et al. (2005) é a personalidade que o consumidor interpreta em uma marca específica. Podem ser identificadas características como antiquadra, moderna, divertida, provocativa, masculina, feminina e fascinante. Aaker (2002) cita características como vivaz ou pesada, convencional ou exótica. Para muitas classes de produtos, a personalidade da marca é um elemento chave na compreensão da escolha da mesma. Muniz e Marchetti (2005) buscaram respostas para as dimensões da personalidade da marca analisando e adequando a escala de Aaker (1997) no contexto brasileiro. Para eles as marcas fortes podem ser percebidas como possuindo um conjunto de traços e características assim como uma pessoa. O estudo gerou uma escala de 38 itens para a

7 medição da personalidade da marca classificados em cinco dimensões da personalidade da marca no Brasil: 1.Credibilidade 2.Diversão 3.Audácia 4.Sofisticação 5.Sensibilidade Marcas Falsificadas Inúmeros produtos com alto valor de marca, principalmente de luxo, são tão desejados que criam uma lacuna no mercado preenchida por fabricantes de produtos falsificados na busca de lucrarem com o sucesso de marcas valorizadas. Uma abordagem não tradicional foi feita pela autora Suzana Strehlau (2005). Sua pesquisa foi orientada para: A Teoria do Gosto de Bourdieu Aplicada ao Consumo de Marcas de Luxo Falsificadas. O gosto não é totalmente originado do livre arbítrio, mas moldado pelas condições de existência, estilos de vida, que vão moldar as preferências do individuo. A posse de determinados objetos de marcas de luxo era restrito a um pequeno grupo da sociedade, mas a falsificação tornou a marca acessível a grande parte dos indivíduos. Existem de fato categorias de falsificação em função de sua qualidade e semelhança. A autora utilizou grupos de diferentes classes sociais para a pesquisa. Mesmo a classe social mais elevada consome produtos falsificados, combinando com outras marcas originais. Estes chegam a consumir produtos falsificados em Nova York, possuem contato e conhecimento com as marcas genuínas, contribuindo assim para classificar e avaliar a qualidade da cópia. O grupo de classe baixa procura a distinção numa exposição primária de um luxo mal dominado. Este grupo não tem padrões para comparação, pois não tem acesso aos produtos genuínos limitando-se ao conhecimento do nome e logotipo da marca. A compra de falsificados pode ser uma estratégia de investimento social, consciente ou inconsciente junto às pessoas de suas relações. Estes consumidores estão engajados no campo do consumo de marcas falsificadas de luxo e têm interesses em comum, formando uma espécie de cumplicidade. Marcas próprias O crescimento da utilização de marca própria, principalmente por grandes redes do varejo, é evidenciado por simples observação às prateleiras dos estabelecimentos. Bearman e Evans (1998) justificam este crescimento pela lucratividade oferecida, menor preço oferecido aos consumidores, e através da corroboração na construção de marca e maior lealdade dos consumidores. Na maioria dos casos, o principal apelo ainda é o preço. A marca de um supermercado gera um aval para o produto e o consumidor conhece a procedência. Ao conhecer o fabricante do produto de marca popular, o consumidor aumenta sua confiança e satisfação além de ter um menor preço Após a primeira experiência a marca própria passa a ser percebida como marca de boa qualidade, muitas

8 vezes equivalente a marcas líderes. As embalagens de produto de marca própria podem gerar valor negativo (Serralvo, 2005). De acordo com o estudo exploratório de marca própria no setor de varejo alimentar, não basta simplesmente oferecer produtos com marca própria. Faz-se necessário uma gestão de longo prazo para planejar e acompanhar os produtos de marca própria. Estipular critérios para identificação de fornecedores, desenvolver embalagens adequadas, posicionar e acompanhar o produto no ponto de venda também são necessários para um resultado positivo da linha de produtos de marca própria (Ostwald et al, 2001). Se por um lado, identificam-se redes varejistas investindo cada vez mais em marca própria, aumentando lucratividade, fidelizando consumidores, apresentando expressiva participação de market share de 15% a 20% (Ostwald et al, 2001) e sinalizando o desenvolvimento de um novo e forte conceito ditando diferentes formatos de relacionamento com fabricantes e fornecedores, de outro lado, encontramos a cadeia produtiva fornecedora de marca própria pouco menos eufórica. Apesar destes fabricantes valorizarem a facilidade de penetração em novos mercados, diminuírem a ociosidade produtiva e garantirem uma certa rentabilidade, manifestam insatisfação como a falta de confiança no varejista, falhas de programação de compras, perigo da canibalização, grande ansiedade em relação aos custos por parte do varejo, acabam deixando de lado a construção da parceria que é entendida como um dos fatores principais para o desenvolvimento de projetos de marca própria (Toillier; Espinoza, 2003). Assim entende-se que os varejistas estão em posição favorável em relação aos fabricantes, e para a efetivação e crescimento de marca própria seria necessária uma nova consciência por parte dos varejistas e a predisposição para divisão de riscos. Conclusões O objetivo deste estudo foi identificar na literatura recente, principalmente nacional, estudos com pesquisas empíricas relacionadas com marcas e relaciona-las, quando possível, com a teoria. Após a abordagem de diversos aspectos da marca como lealdade, gerenciamento de marca, personalidade de marca, marcas falsificadas, identidade da marca, e a observação de resultados de estudos dirigidos ao assunto, parece razoável afirmar que o Brand Equity é principal caminho para empresas que atuam em mercados maduros com concorrência acirrada e que pretendem manter ou aumentar suas participações nos mercados atuantes. Pois como foi visto, em diversos setores, a distinção pelo consumidor entre os produtos e serviços sob o aspecto de atributos intrínsecos está cada vez mais limitado, uma vez que os níveis de qualidade e inovação estão muito próximos, não permitindo ao leigo tal diferenciação. Desta forma, os atributos extrínsecos passaram a fazer grande diferença, sendo a marca um forte diferenciador. Em relação à marca própria observa-se que há benefícios, mas também muitos riscos. Ou seja, se por um lado há inúmeros benefícios para o varejista como já citado acima, de outro lado há o risco de danificar a imagem de uma marca construída ao longo dos anos através de um erro de elaboração de um único produto.

9 Referencias Bibliográficas Aaker, D. O ABC do valor da marca. HSM Management, março/abril Blackwell; Miniard; Engel. Comportamento do Consumidor. São Paulo, Pioneira Thompson Learning, Cobra, M. Consultoria em Marketing. São Paulo: Cobra Editora, Freire, K.; Freire, W.; Nique, W. M. O Papel do Envolvimento com o Produto e do Comprometimento com a Marca em Diferentes Fases da Lealdade. Anpad, Gomes, A. S. Havaianas: com o mundo a seus pés. HSM Management, janeiro/fevereiro Kotler, P. Administração de marketing: a edição do novo milênio. 10ª ed. São Paulo: Prentice Hall, Krishmam B. C. and Hartline, M. D. Brand Equity: is it more important in services? Journal Of Services Marketing, Light, Larry. Gerenciando a lealdade. HSM Management Muniz, K. M. e Marchetti, R. Dimensões da Personalidade da Marca: Análise da Adequação da Escala de Aaker (1997) ao Contexto Brasileiro. Anpad Ostwald, Patrícia; Costa de Melo, Renato; Casotti, Letícia. Marca própria como um isntrumento da estratégia de marketing Rozanski, H. D.; Baum, A. G. e Wolfsen, B. T. Os fãs da marca e o efeito aura. HSM Management, março/abril Sampaio, R. Marcas de A a Z. Como Construir e Manter Marcas de Sucesso. Rio de Janeiro. Campus, Schimitt, B.; Simonson A. A Estética do Marketing Como criar e administrar sua marca, imagem e identidade. São Paulo. Nobel, Serralvo, F. A. e Ignácio, C. P. O processo de escolha de marcas no mercado de produtos alimentícios. Anpad, Strehlau, S. A Teoria do Gosto de Bourdieu Aplicada ao Consumo de Marcas de Luxo Falsificadas. Anpad, Toillier, A. L. e Espinoza, F. S. Análise do Mercado Supermercadista de Marcas Próprias Sob a Perspectiva do Fabricante. Anpad Toillier, Ana Luisa; Espinoza, Francine. Análise do Mercado Supermercadista de Marcas próprias Sob a perspectiva do fabricante.anpad, 2003.

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

5 Conclusão e discussões

5 Conclusão e discussões 5 Conclusão e discussões O presente estudo procurou entender melhor o universo dos projetos de patrocínio de eventos, principalmente com o objetivo de responder a seguinte questão: quais são as principais

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA MÓDULO 9 FORMAS OU CRITÉRIOS PARA A SEGMENTAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA MÓDULO 9 FORMAS OU CRITÉRIOS PARA A SEGMENTAÇÃO ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA MÓDULO 9 FORMAS OU CRITÉRIOS PARA A SEGMENTAÇÃO Índice 1. Formas ou critérios para a segmentação...3 2. Vantagens da segmentação...3 3. Principais variáveis de segmentação de

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

Missão, Visão e Valores

Missão, Visão e Valores , Visão e Valores Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 12 Introdução Página: 2 A primeira etapa no Planejamento Estratégico é estabelecer missão, visão e valores para a Organização; As

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais A dissertação traz, como foco central, as relações que destacam os diferentes efeitos de estratégias de marca no valor dos ativos intangíveis de empresa, examinando criticamente

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Módulo 12 Segmentando mercados

Módulo 12 Segmentando mercados Módulo 12 Segmentando mercados Há alguns anos que os profissionais de marketing perceberam que não se pode atender todo o mercado com um único composto de produto. Nem todos os consumidores querem um carro

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA.

CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. CompuStream Plano de Negócios COMPUSTREAM CONSULTORIA LTDA. A CompuStream, empresa especializada em desenvolvimento de negócios, atua em projetos de investimento em empresas brasileiras que tenham um alto

Leia mais

A comunicação com o cliente: como ele vê a sua empresa?

A comunicação com o cliente: como ele vê a sua empresa? A comunicação com o cliente: como ele vê a sua empresa? Karlan Muller Muniz Enconampe - Congresso Catarinense das Micro e Pequenas Empresas Blumenau, 02 de abril de 2011 Pequenas Empresas, Grandes Negócios

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas?

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas? Metas e Objetivos Muito se confunde a respeito destes dois conceitos quando se faz um planejamento estratégico do negócio. A diferença entre Meta e Objetivo, no entanto, é bastante clara como será apresentada

Leia mais

Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS

Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS Ponto de Venda para Vender FERRAMENTAS DE MARKETING - DIREITOS RESERVADOS Como marca, fachada e merchandising podem se ajudar O DESAFIO Competindo com Competência Todos sabem que a competitividade do mercado

Leia mais

o valor do design Uma breve pesquisa sobre a relação entre design e ganhos financeiros. maisinterface.com.br

o valor do design Uma breve pesquisa sobre a relação entre design e ganhos financeiros. maisinterface.com.br o valor do design Uma breve pesquisa sobre a relação entre design e ganhos financeiros. maisinterface.com.br POR QUE INVESTIR EM DESIGN? Um pesquisa feita pelo Design Council (UK) indica que o design pode

Leia mais

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS. 5.1 Conclusão

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS. 5.1 Conclusão 97 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 5.1 Conclusão Este estudo teve como objetivo final elaborar um modelo que explique a fidelidade de empresas aos seus fornecedores de serviços de consultoria em informática. A

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

a) VISUAL MERCHANDISING

a) VISUAL MERCHANDISING a) VISUAL MERCHANDISING (1) Introdução Enquanto o marketing planeja, pesquisa avalia e movimenta o produto desde a sua fabricação até sua chegada ao ponto-de- venda, o merchandising representa o produto

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO

UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO SAIR DO LUGAR-COMUM PÃO DE AÇÚCAR UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO Só em São Paulo, a associação que reúne os supermercados tem mais de 50 empresas cadastradas. As lojas se espalham com um volume impressionante.

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro Anexo 3 PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro 1. Capa 2. Sumário 3. Sumário executivo 4. Descrição da empresa 5. Planejamento Estratégico do negócio 6. Produtos e Serviços 7. Análise de Mercado 8. Plano de Marketing

Leia mais

"O valor emocional das marcas."

O valor emocional das marcas. DOMINGO, FEVEREIRO 24, 2008 "O valor emocional das marcas." Por Thales Brandão Atualmente as empresas estão buscando cada vez mais gerir suas marcas com conjunto de valores completamente diferentes dos

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência

Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência O que é o Modelo de Excelência da Gestão (MEG) e quais são seus objetivos? O Modelo de Excelência da Gestão reflete a experiência, o conhecimento

Leia mais

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO Prof. Marcopolo Marinho Marketing: É a área do conhecimento que engloba todas as atividades referente às relações de troca de bens entre pessoas ou instituições, buscando

Leia mais

Psicologia Dos Preços: Integrando a Perspectiva do Cliente na Decisão de Preços.

Psicologia Dos Preços: Integrando a Perspectiva do Cliente na Decisão de Preços. Psicologia Dos Preços: Integrando a Perspectiva do Cliente na Decisão de Preços. Verônica Feder Mayer, D.Sc. A estratégia de preços é um assunto de grande relevância para os gestores, afinal o preço é

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

Problema ou Oportunidade. Processo de Decisão

Problema ou Oportunidade. Processo de Decisão Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Processo de Decisão INFLUÊNCIA DO AMBIENTE Cultura Classes Sociais Valores Étnicos Família Situação DIFERÊNÇAS INDIVIDUAIS Recursos do cliente Auto conceito Problema

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

Objetivos da comunicação

Objetivos da comunicação Prof. Edmundo W. Lobassi Use palavras simples, que todos compreendam, assim todos irão entendê-lo. (Prof. Edmundo W. Lobassi) 1 Estude algumas pesquisas e ouça pessoas experts, pois nada é mais importante

Leia mais

Desenvolvimento do Mix de Marketing

Desenvolvimento do Mix de Marketing Desenvolvimento do Mix de Marketing Mix de Marketing O composto de marketing é conhecido no escopo mercadológico como os 4Ps denominados por Jeronme Mc Carthy como: product, price, place e promotion. Na

Leia mais

Questões abordadas - Brand

Questões abordadas - Brand AULA 9 Marketing Questões abordadas - Brand O que é uma marca e como funciona o branding? O que é brand equity? Como o brand equity é construído, avaliado e gerenciado? Quais são as decisões mais importantes

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

Aula 3 Contextualização

Aula 3 Contextualização Gestão de Marketing Aula 3 Contextualização Profa. Me. Karin Sell Schneider Canais de Distribuição Comunicação Produto é um conjunto de atributos tangíveis e intangíveis, que proporciona benefícios reais

Leia mais

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING CONSULTOR CARLOS MARTINS CRIA - AÇAO EM MARKETING SUA EMPRESA Copyright Consultor Carlos Martins - Todos os direitos reservados wwwcarlosmartinscombr - consultor@carlosmartinscombr Como conquistar Clientes

Leia mais

Fiorella Del Bianco. Tema: Estágios de introdução e crescimento do ciclo de vida do produto.

Fiorella Del Bianco. Tema: Estágios de introdução e crescimento do ciclo de vida do produto. Fiorella Del Bianco Tema: Estágios de introdução e crescimento do ciclo de vida do produto. Objetivo: Nesta aula, o aluno conhecerá os estágios iniciais do ciclo de vida do produto (CVP), que são de introdução

Leia mais

REVISTA ACADÊMICA DA FACULDADE FERNÃO DIAS

REVISTA ACADÊMICA DA FACULDADE FERNÃO DIAS A INFLUÊNCIA DA SEGMENTAÇÃO DE MERCADO NO POSICIONAMENTO E NO BRAND EQUITY DE MARCAS E PRODUTOS Rubens Gomes Gonçalves (FAFE/USCS) * Resumo Muitos autores têm se dedicado a escrever artigos sobre uma das

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

Introdução...3. O que é marca?...4. Marcas x produtos...4. Kotler apresenta cinco níveis para um produto:...5

Introdução...3. O que é marca?...4. Marcas x produtos...4. Kotler apresenta cinco níveis para um produto:...5 Marcas Marcas Introdução...3 O que é marca?...4 Marcas x produtos...4 Kotler apresenta cinco níveis para um produto:...5 Exemplo de diferentes níveis de produto...6 Desafios do branding...8 Conceito de

Leia mais

1 Briefing de Criação

1 Briefing de Criação 1 Briefing de Criação Antecedentes do processo de criação Para se criar uma campanha ou mesmo uma única peça é imprescindível que antes seja feito um briefing para orientar o trabalho do planejamento,

Leia mais

Programa de Serviços

Programa de Serviços Programa de Serviços Um Parceiro da Heidelberg Sucesso e segurança para o convertedor de rótulos A maior diversidade de substrato. Um marca de qualidade emerge: um sistema de máquina Gallus garante a mais

Leia mais

Marketing e Comunicação Cláudio Pessanha

Marketing e Comunicação Cláudio Pessanha Marketing e Comunicação Cláudio Pessanha Vamos Discutir... Um produto fala? Mesmo sendo esse produto um chinelo? Leiam o texto abaixo e falem comigo. Um produto tem o poder de falar por si só? E de que

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

Aula 2: O conceito de branding: o significado da marca, sua imagem e patrimônio (emocional e financeiro).

Aula 2: O conceito de branding: o significado da marca, sua imagem e patrimônio (emocional e financeiro). Aula 2: O conceito de branding: o significado da marca, sua imagem e patrimônio (emocional e financeiro). A importância da publicidade na construção e gestão das marcas. Definição dos grupos de trabalho.

Leia mais

CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT

CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT O resultado prático para as empresas que adotam esse conceito de software, baseado no uso da tecnologia é conseguir tirar proveito dos dados de que dispõem para conquistar

Leia mais

Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA

Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA Gestão e Marketing Análise SWOT - FFOA SWOT Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) Forças Oportunidades Fraquezas Ameaças Interno Externo Ajudam Atrapalham

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

Gestão de. O que é Marketing? Steven Albuquerque. Steven Albuquerque DISCIPLINA. Conceituação de Marketing. Conceituação de Marketing 15/02/2016

Gestão de. O que é Marketing? Steven Albuquerque. Steven Albuquerque DISCIPLINA. Conceituação de Marketing. Conceituação de Marketing 15/02/2016 2 Gestão de Mestre em Administração Univ. Federal de Pernambuco - UFPE Master em International Business Universidad de Barcelona MBA em Estratégico Univ. Federal de Pernambuco - UFPE Administrador Univ.

Leia mais

livrarias. No Brasil, o mercado livreiro é um dos melhores do mundo.

livrarias. No Brasil, o mercado livreiro é um dos melhores do mundo. Universidade Castelo Branco O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DO E-COMMERCE DA SARAIVA RUAN CAÍQUE DE JESUS SIMAS Orientação: Prof.ª Carla Mota. Rio de Janeiro, jun. 2014 Introdução O comercio varejista brasileiro

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

Estratégias em Propaganda e Comunicação

Estratégias em Propaganda e Comunicação Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento

Leia mais

MARKETING DE RELACIONAMENTO

MARKETING DE RELACIONAMENTO MARKETING DE RELACIONAMENTO 1 O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica

Leia mais

Melhorias da Infraestrutura

Melhorias da Infraestrutura Melhorias da Infraestrutura Refino Papel e Celulose Energia Fóssil Processos Químicos Processos Industriais Conversão De Resíduos Em Energia www.azz.com/wsi Fornecedora de soluções e serviços completos

Leia mais

Planejamento de Marketing

Planejamento de Marketing PARTE II - Marketing Estratégico - Nessa fase é estudado o mercado, o ambiente em que o plano de marketing irá atuar. - É preciso descrever a segmentação de mercado, selecionar o mercado alvo adequado

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo

Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo BRIEFING DE PRODUTO Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo Modelo Extraído dos livros: Tudo o que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Gean Roriz. Arthur Campos. A Move Empresas foi a construção de um sonho. E hoje fazemos outras pessoas tirarem do papel a marca dos seus sonhos.

Gean Roriz. Arthur Campos. A Move Empresas foi a construção de um sonho. E hoje fazemos outras pessoas tirarem do papel a marca dos seus sonhos. A Move Empresas foi a construção de um sonho. E hoje fazemos outras pessoas tirarem do papel a marca dos seus sonhos. Gean Roriz Sócio/Co-fundador Diretor de Estratégia e Inovação Move Empresas Arthur

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 é uma competição interna da Laureate International

Leia mais

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade Eficácia e Liderança de Performance O Administrador na Gestão de Pessoas Grupo de Estudos em Administração de Pessoas - GEAPE 27 de novembro

Leia mais

Desenvolvimento de Marcas Fortes. Criação de Brand Equity

Desenvolvimento de Marcas Fortes. Criação de Brand Equity Desenvolvimento de Marcas Fortes Criação de Brand Equity 1. O que é brand equity? Equity significa valor/patrimônio. Brand equity = valor da marca/patrimônio de marca. A American Marketing Association

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Prof Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefet.br Prof Dr. Antonio Carlos de Francisco (UTFPR) acfrancisco@pg.cefetpr.br

Leia mais

Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral

Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral Estratégia de negócio, estratégias de segmentação e posicionamento. Análise do potencial de demanda. Definição da missão. liderança.

Leia mais

Welcome Call em Financeiras. Categoria Setor de Mercado Seguros

Welcome Call em Financeiras. Categoria Setor de Mercado Seguros Categoria Setor de Mercado Seguros 1 Apresentação da empresa e sua contextualização no cenário competitivo A Icatu Seguros é líder entre as seguradoras independentes (não ligadas a bancos de varejo) no

Leia mais

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br.

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br. Marketing Ambiental Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. O que temos visto e ouvido falar das empresas ou associado a elas? Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br 2 3 Sílvia

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 3º Encontro - 24/02/2012 18:50 às 20:30h 02 Matar um elefante é fácil. Difícil é remover o cadáver. (Mikhail Gorbachev Estadista

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

Acreditamos em formas criativas e inovadoras de crescimento e desenvolvimento. Elas agregam valor ao cliente

Acreditamos em formas criativas e inovadoras de crescimento e desenvolvimento. Elas agregam valor ao cliente Portfólio QUEM SOMOS Somos uma empresa de consultoria organizacional que vem desenvolvendo e implementando em diversas clientes projetos nas áreas de Gestão Recursos Humanos e Comercial/Vendas. Silmar

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária I. Introdução à Administração Financeira

Administração Financeira e Orçamentária I. Introdução à Administração Financeira Administração Financeira e Orçamentária I Introdução à Administração Financeira Conteúdo O Campo das Finanças A Função Financeira na Empresa As Funções do Administrador Financeiro O Objetivo da Empresa

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING PÓS-GRADUAÇÃO / FIB-2009 Prof. Paulo Neto O QUE É MARKETING? Marketing: palavra em inglês derivada de market que significa: mercado. Entende-se que a empresa que pratica

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

Pesquisa Risqué Clássicos. Thamara Yanne Silva Santos Antônio Terra Centro Universitário de Belo Horizonte, Belo Horizonte, MG

Pesquisa Risqué Clássicos. Thamara Yanne Silva Santos Antônio Terra Centro Universitário de Belo Horizonte, Belo Horizonte, MG Pesquisa Risqué Clássicos Thamara Yanne Silva Santos Antônio Terra Centro Universitário de Belo Horizonte, Belo Horizonte, MG Grupos focais são comumente utilizados em pesquisas de marketing para determinar

Leia mais

Enquete. O líder e a liderança

Enquete. O líder e a liderança Enquete O líder e a liderança Muitas vezes, o sucesso ou fracasso das empresas e dos setores são creditados ao desempenho da liderança. Em alguns casos chega-se a demitir o líder, mesmo aquele muito querido,

Leia mais

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral da solução Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral À medida que tecnologias como nuvem, mobilidade, mídias sociais e vídeo assumem papéis

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

Marketing. Aula 06. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Marketing. Aula 06. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Marketing Aula 06 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia e

Leia mais

Fluxo Ampliado de Marketing

Fluxo Ampliado de Marketing Fluxo Ampliado de Marketing No estudo deste fluxo ampliado de marketing, chega-se a conclusão da importância de um composto mercadológico mais intenso e realmente voltado ao atendimento das necessidades

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A Ferramenta do Marketing nas Pequenas Empresas atualmente vem sendo utilizada

Leia mais

Marcas: a criação das identidades visuais

Marcas: a criação das identidades visuais Marcas: a criação das identidades visuais marca A natureza das marcas e o papel que desempenham atualmente nas organizações comerciais podem ser melhor compreendidos pela análise das suas origens. origem

Leia mais

10.1. Estratégias para desenvolvimento de novos produtos

10.1. Estratégias para desenvolvimento de novos produtos Módulo 10. Planejamento de novos produtos Uma economia sofrendo as conseqüências de um mercado globalizado, onde a concorrência não dorme nem perdoa atrasos ou percalços. Esta é o macro ambiente onde estão

Leia mais

A importância do branding

A importância do branding A importância do branding Reflexões para o gerenciamento de marcas em instituições de ensino Profª Ligia Rizzo Branding? Branding não é marca Não é propaganda Mas é sentimento E quantos sentimentos carregamos

Leia mais

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos.

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos. Marketing Visão 360º O Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International está realizando pesquisas mensais com profissionais da área de marketing para investigar temas relacionados ao dia-a-dia

Leia mais