Custo Brasil Agosto de 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Custo Brasil 2002-2012. Agosto de 2013"

Transcrição

1 Custo Brasil Agosto de 2013

2 Objetivo Este trabalho é a atualização, baseada em dados de 2012*, do Custo Brasil já medido pela ABIMAQ em março de Ele quantifica o diferencial de custo para se produzir no Brasil, quando comparado com a produção dos mesmos bens aqui, e nos Estados Unidos e/ou Alemanha, usados como referência. O detalhamento destes custos se limita a oito itens, que foram aqueles passíveis de quantificação, e seu efeito é expresso em pontos percentuais da RLV - receita líquida de vendas. Estes oito itens estão longe de esgotar a lista dos tópicos que impactam negativamente a competitividade da indústria brasileira de transformação que é muito mais ampla. O resultado apresentado neste estudo deve ser entendido, portanto, como um piso para o verdadeiro valor do Custo Brasil e, apesar de focar o setor fabricante de bens de capital, seu resultado é basicamente o mesmo para o grosso da indústria de transformação brasileira. * Alguns dados de 2012 não são ainda disponíveis tendo sido utilizados os últimos existentes. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 2

3 Custo Brasil COMPONENTES MENSURADOS NO CUSTO BRASIL * Custo de insumos básicos Impacto dos juros sobre o capital de giro Impostos não recuperáveis na cadeia produtiva Logística Encargos sociais e trabalhistas Burocracia e custos de regulamentação Custos dos investimentos Custos de energia * Em ordem decrescente de importância em relação à RLV Receita líquida de vendas. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 3

4 Custo Brasil: Resumo Custo Brasil 2012 = 37,0 p.p. da RLV Ano base 2012 Custo Brasil - entre Brasil e EUA/Alemanha 37,0 1 Custos dos insumos 20,5 2 Impacto dos juros sob o capital de giro 6,5 3 Impostos não recuperáveis na cadeia produtiva 4,7* 4 Logística 3,2 5 Encargos sociais e trabalhistas 1,0* 6 Burocracia e custos de regulamentação 0,5 7 Custos dos investimentos 0,4 8 Custos de energia 0,2 Estes são os oito itens que compõe o presente estudo que são apresentados na ordem decrescente de seu impacto, sempre em p.p. - pontos percentuais da RLV Receita líquida de vendas. Em 2012 o custo Brasil, ou seja, o custo adicional para se produzir no Brasil, comparado com a Alemanha e/ou Estados Unidos, foi de 37 p.p. da RLV acima do custo de nossos concorrentes usados como referência. (R) Revisado; * Média do período pós desoneração do INSS patronal da folha de pagamento. Fonte: IBGE, BCB, ILOS,FED de St. Luis, Banco Mundial, BNDES, ABIMAQ, Macrodados. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 4

5 Estrutura da Receita Líquida de Vendas Descrição RBV - Receita bruta de vendas 121,8 121,8 Deduções 21,8 21,8 ( = ) RLV - Receita líquida de vendas 100,0 100,0 (+ ) Insumos 56,2 53,2 ( + ) Gastos de pessoal 19,6 22,1 Salários 13,0 14,7 Encargos 4,1 4,7 Outros benefícios 2,5 2,7 ( + ) Outros custos e despesas 19,8 19,0 ( + ) Receitas financeiras 1,9 2,0 ( - ) Despesas financeiras 3,5 3,6 Resultado bruto 2,8 4,1 IRPJ 0,7 1,0 CSLL 0,3 0,4 Resultado Líquido 1,9 2,7 A indústria brasileira de bens de capital tem uma estrutura muito assemelhada à da Alemanha e dos Estados Unidos nos itens básicos do seu custo, ou seja, no peso dos insumos e da mão de obra sobre a RLV. Isto significa que as empresas brasileiras tem, relativamente, pouca margem para melhor significativamente sua competitividade via ganho de produtividade, dependendo fortemente, para tanto, de ganhos sistêmicos. Fonte: PIA/IBGE. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 5

6 1 - Custo de insumos Insumos básicos = 20,46 p.p. da RLV Pesquisa de custos dos insumos básicos Família de insumos Preços praticados no 2º semestre de 2012 Peso no total dos insumos Peso na receita líquida* Razão (BR) (EU- EUA) Diferencial do impacto em p.p. da RLV TOTAL 100,0 53,2-20,46 A) Estruturais 21,30 11,33 1,33 3,79 B) Sub-sistemas mecânicos 19,80 10,53 1,42 4,42 C) Sub-sistemas hidráulicos e pneumáticos 16,50 8,78 1,41 3,64 D) Sub-sistemas elétricos 15,20 8,09 1,24 1,94 E) Sub-sistemas eletrônicos 12,30 6,54 1,47 3,10 F) Diversos 8,40 4,47 1,40 1,80 G) Materiais auxiliares de fabricação 6,50 3,46 1,51 1,76 Amostra: 15 empresas (Festo Brasil Ltda, Prensas Schuler, Stihl Ferramentas Motorizadas Ltda, Wobben Windpower, IMPSA, Bitzer Compressores Ltda, Heller Máquinas Operatrizes Ind. e Com. Ltda, Voith Paper Máquinas e Equipamentos Ltda, Karcher Brasil, Komatsu do Brasil, Weg Equipamentos Eletronicos S.A., Bobst Latinoamericana do Sul Ltda., Atlas Copco Brasil Ltda. - Compressor Technique, Siemens Ltda., John Crane). * A partir de CNAEs selecionadas na PIA-IBGE Para avaliar as diferenças no custo dos insumos básicos levouse em consideração que estes pesam, em média, 53,2% na receita líquida e podem ser agrupados em famílias de produtos. O diferencial de preço entre Brasil e países selecionados (Estados Unidos, Alemanha, Japão, Itália) destas famílias foi obtido comparando o custo de compra dos mesmos insumos pela mesma empresa, nos dois países, utilizando o câmbio médio do segundo semestre de 2012 (R$/US$ 2,043). Fonte: IBGE e DCEE/ABIMAQ. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 6

7 2 - Impacto dos juros sobre o capital de giro 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Juros sobre o capital de giro = 6,5 p.p. da RLV CAPITAL DE GIRO - Custo adicional em relação aos EUA ,3 0,5 8,2 7,9 7,6 0,5 0,5 0,4 6,2 0,6 9,7 7,7 7,2 7,3 5,6 Custo financeiro de carregamento dos impostos Custo financeiro do capital de giro 8,0 7,1 6,9 0,7 6,6 0,6 0,5 0,5 4,6 0,5 7,3 6,5 6,1 6,4 4, ,5 0,5 6,0 O diferencial no custo de capital de giro entre o Brasil e os Estados Unidos teve fortes oscilações no período, causado pela volatilidade nos juros aqui e lá fora. Apesar da forte queda da Selic em 2012, seu efeito no custo de capital de giro foi diluído pela redução nos juros americanos. Além do custo financeiro do capital de giro que em 2102 alcançou 6 p.p., há que se considerar mais 0,5 p.p. relativos ao custo financeiro do pagamento antecipado dos impostos em relação ao recebimento das vendas. Fonte: BCB, FED de St Luis e IBGE. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 7

8 3 - Impostos não recuperáveis na cadeia produtiva Impostos não recuperáveis = 5,69 p.p. da RLV TRIBUTOS NÃO RECUPERÁVEIS - Participação na Receita Líquida de Vendas ,20 Sobre Demais Despesas 7,76 7,79 7,91 Sobre Gastos com Pessoal 7,47 7,35 7,35 7,37 7,14 6,87 6,85 4,88 4,44 4,23 4,62 4,64 3,86 3,58 4,30 4,22 3,86 4,23 3,32 3,24 3,05 3,14 3,15 3,47 3,49 3,79 2,92 3,01 2,62 5,69 4,74 0, E 2012 E 2013 E A carga tributária no Brasil, além de alta, inclui impostos que não dão direito a crédito e, portanto, não são recuperáveis ao longo da cadeia produtiva, representando assim uma desvantagem competitiva para o produto brasileiro. A participação desses impostos na receita líquida de vendas - RLV tem se mantido relativamente constante entre 2003 e 2011, girando em torno de 7,5%. A partir de agosto de 2012, com a desoneração do INSS patronal na folha de pagamento, houve redução sensível em seu montante. Fonte: IBGE. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. Notas: 1. Considera o efeito de desoneração a partir de agosto de Dados estimados a partir de DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 8

9 4 - Logística Custos de logística = 3,2 p.p. da RLV CUSTOS LOGÍSTICOS - Brasil versus Estados Unidos Os dados disponíveis (1) mostram que os custos logísticos correspondem a 7,7% do PIB dos Estados Unidos e a 10,6% do PIB no Brasil. O mesmo estudo calcula em 8,5% da RLV os gastos com logística das empresas no Brasil, incluindo transporte, estoque e armazenagem. 3,5% 1,9% 1,6% 3,2% 3,2% O diferencial de custos de logística de 3,2 p.p. da RLV entre Brasil e Estados Unidos mostra um forte aumento de 2008 (base anterior) para Fonte: Instituto ILOS; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. Nota: Dados de 2012 estimados. (1) Estudo Panorama - Custos Logísticos no Brasil ILOS DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 9

10 5 - Encargos sociais e trabalhistas Encargos sociais e trabalhistas = 0,95 p.p. da RLV GASTOS COM PESSOAL - Participação na Receita Líquida de Vendas ,76 3,32 3,53 19,81 3,24 3,37 18,64 3,05 3,07 Tributos Não Recuperáveis Outros gastos com pessoal Salários 19,58 3,14 3,39 20,28 3,15 3,73 19,35 19,60 2,92 3,01 3,43 3,55 13,91 13,20 12,52 13,05 13,39 13,00 13,03 22,43 22,08 3,47 3,49 4,21 3,89 14,75 14,70 23,97 3,79 22,91 2,62 21,24 0,95 4,22 4,25 4,25 15,96 16,04 16,04 A parcela não recuperável de encargos incidentes sobre os gastos com pessoal cresceu em relação à receita líquida de vendas entre 2007 e 2011, de 2,9% para 3,8%. Pode-se atribuir esse crescimento ao aumento da participação dos salários na RLV, que subiram de 13,0% para 16,0% no período. Com a desoneração da folha de pagamentos, entretanto, esse valor caiu significativamente, e deve ficar em torno de 1,0% em E 2012 E 2013 E Fonte: IBGE. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. Notas: 1. Considera o efeito de desoneração a partir de agosto de Dados estimados a partir de DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 10

11 6 - Burocracia e custos de regulamentação Pagamento dos impostos = 0,48 p.p. da RLV BUROCRACIA - Custos de pagamento dos impostos Uma pequena parte dos custos burocráticos da super regulamentação existente, pode ser medida através de um estudo do Banco Mundial (2) que mostra o tempo gasto pelo Brasil, comparado com outros países, para pagar impostos. 0,50% 0,43% 0,41% 0,49% 0,46% 0,47% 0,48% Este tempo, medido pela diferença de horas alocadas ao trabalho de administrar o pagamento dos impostos, em comparação com os países de referência, foi calculado levando em conta o salário médio do setor Fonte: Banco Mundial e ABIMAQ; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. (2) Doing Business Brasil Banco Mundial DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 11

12 7 - Custos dos investimentos 0,87 0,24 0,28 0,40-0,05 Custos dos investimentos = 0,39 p.p. da RLV 1,12 0,28 0,03 0,32 0,49 CUSTOS DOS INVESTIMENTOS - Por fonte de recursos 1,11 0,93 0,21 0,08 0,22 0,25 0,10 0,30 0,43 0,47 0,93 0,20 0,11 0,24 0,38 0,70 0,71 0,13 0,12 0,03 0,09 0,16 15% 0,18 0,29 0,40 0,08 0,05 0,11 0,35 0,07 0,09 0,08 0,24 0,09 0,14 0,12 0,36 0,39 0,04 0,13 0, % 40% 0,59 Destaque para peso das fontes de recursos no período. Custos de carregamento dos impostos Público Próprio Privado 0,48 0,69 0,17 49% 32% 19% O custo financeiro dos investimentos em bens de capital, em 2012, levou em conta o diferencial nos juros médios do BNDES-FINAME entre o Brasil e os Estados Unidos, o custo de oportunidade do capital próprio, e o custo do financiamento dos bancos com a participação de cada modalidade de funding no mix utilizado no Brasil. Também foi calculado o custo financeiro da restituição do ICMS, embutido no preço dos bens de capital, e devolvido ao longo do tempo. O custo total obtido (7,87 p.p.) foi relacionado com a RLV e transformado em custo anual considerando uma amortização de 10 anos. Fonte: BNDES, ABIMAQ e Macrodados; Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 12

13 8 - Custos de energia Custo de energia = 0,2 p.p. da RLV CUSTOS DA ENERGIA em relação a países selecionados As informações disponibilizadas por empresas multinacionais com matriz no exterior revelam que o custo industrial com energia no Brasil é em média 0,2% mais cara. 0,01-0,01 0,10 0, Fonte: DCEE/ABIMAQ. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 13

14 Resumo de desempenho CUSTO BRASIL - Diferencial em relação a países selecionados (em p.p. da RLV) 43,87 2,70 3,32 4,88 7,60 45,93 2,70 3,24 4,23 10,25 44,46 43,89 41,32 39,62 40,25 3,52 2,70 3,05 3,14 1,94 3,15 2,70 1,63 3,01 4,30 4,62 2,92 4,64 3,86 4,22 8,24 7,87 6,17 4,63 6,55 39,30 38,85 39,68 37,00 2,70 3,20 2,70 3,47 3,49 3,79 3,20 0,95 4,44 3,86 3,58 4,74 7,15 6,92 7,97 6,51 24,01 24,01 24,01 24,01 24,01 24,01 24,01 20,46 20,46 20,46 20, Custos de energia Custos dos investimentos Burocracia e custos de regulamentação Logística Encargos sociais e trabalhistas Impostos não recuperáveis na cadeia produtiva Impacto dos juros sob o capital de giro Custos dos insumos Nota: 1. Os encargos trabalhistas e os impostos não recuperáveis relativos a 2012 já estão calculados no valor pós desoneração do INSS patronal da folha de pagamento. 2. Pesquisa de levantamento de preços de insumos realizada em 2008 e 2012, para os demais anos os resultados foram mantidos constantes. DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 14

15 Conclusão Resultado Bruto Outros Custos Gastos com pessoal 137,0 5,6 28,2 30,3 100,0 9,1 14,8 31,9 O diferencial de custos entre a indústria brasileira e seus principais concorrentes internacionais, medido em pontos percentuais da receita líquida de vendas no ano de 2012, foi de 37,0% contra 40,2% (dados revisados) em É uma pequena queda (3.1 p.p.) em 4 anos, que não reduz significativamente uma desvantagem competitiva. Insumos 72,9 Brasil 44,2 Alemanha* O Custo Brasil de 37,0 p.p. significa que produzir no Brasil o mesmo equipamento, com a mesma estrutura operacional e física que na Alemanha, por exemplo, custa 37,0% a mais. Fonte: DCEE/ABIMAQ. Elaboração: DCEE/ABIMAQ. * Dados de DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística 15

16 DCEE Departamento de Competitividade, Economia e Estatística

Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e FEVEREIRO DE 2010

Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e FEVEREIRO DE 2010 Grupo II Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e setorial da indústria brasileira de bens de capital FEVEREIRO DE 2010 1 Objetivo O presente trabalho se propõe a mensurar o Custo Brasil,

Leia mais

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL Uma análise do período 2000 2011 Abril de 2012 A competitividade da ind. de transformação e de BK A evolução do período 2000 2011, do:

Leia mais

Os determinantes do custo Brasil

Os determinantes do custo Brasil Os determinantes do custo Brasil PET-Economia: Reunião de Conjuntura 14 de Outubro de 2011 Entendendo o O é um termo genérico, usado para descrever o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas

Leia mais

Grupo de Política Industrial. Impacto do Custo Brasil na competitividade da indústria brasileira de bens de capital

Grupo de Política Industrial. Impacto do Custo Brasil na competitividade da indústria brasileira de bens de capital Grupo de Política Industrial Impacto do Custo Brasil na competitividade da indústria brasileira de bens de capital Março de 2010 ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos PRESIDENTE

Leia mais

Indústria brasileira de bens de capital mecânicos. Janeiro/2011

Indústria brasileira de bens de capital mecânicos. Janeiro/2011 AGENDA DE TRABALHO PARA O CURTO PRAZO Indústria brasileira de bens de capital mecânicos Janeiro/2011 UMA AGENDA DE TRABALHO (para o curto prazo) A. Financiamento A1. Taxa de juros competitiva face a nossos

Leia mais

Sem indústria não há Desenvolvimento

Sem indústria não há Desenvolvimento ESTUDOS E PESQUISAS Nº 622 Sem indústria não há Desenvolvimento Carlos Pastoriza * Fórum Nacional (Sessão Especial) O Brasil que Queremos Nova Grande Concepção: Sair da Crise e Enfrentar os Desafios do

Leia mais

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP Sede Nacional Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato de máquinas têxteis; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; O setor representado pela ABIMAQ gera mais

Leia mais

Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária...

Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária... Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária... Sede Nacional Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato têxtil; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas;

Leia mais

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Contabilidade Financeira e Gerencial Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Demonstração de Resultados A DRE é a apresentação, em forma resumida, das operações realizadas pela empresa,

Leia mais

OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO

OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO TRIBUTAÇÃO, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E CIDADANIA EDUCAÇÃO FISCAL NO CONTEXTO SOCIAL RAZÕES DA CARGA TRIBUTÁRIA. DESENVOLVIMENTO E CONTROLE SOCIAL DO GASTO PÚBLICO

Leia mais

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIO GLOBAL Crescimento global de 3,4 % em 2013 O mundo retoma a média histórica de crescimento (3,4% a.a) Zona do Euro sai da recessão Os EEUU

Leia mais

A Carga Tributária para a Indústria de Transformação

A Carga Tributária para a Indústria de Transformação nº 01 A A Indústria de Transformação brasileira deve encerrar 2014 com mais um resultado negativo para a produção, ratificando o quadro de baixa atividade fabril que caracterizou últimos quatro anos, período

Leia mais

Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade DECOMTEC / FIESP

Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade DECOMTEC / FIESP PROPOSTA DE DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA DECOMTEC Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo MAIO Departamento de Competitividade

Leia mais

DESTAQUES NO PERÍODO. Dados Financeiros (R$ x 1.000)

DESTAQUES NO PERÍODO. Dados Financeiros (R$ x 1.000) Blumenau SC, 27 de julho de 2007 A Cremer S.A. (Bovespa: CREM3), distribuidora de produtos para a saúde e também líder na fabricação de produtos têxteis e adesivos cirúrgicos, anuncia hoje seus resultados

Leia mais

DVA Demonstração do Valor Adicionado

DVA Demonstração do Valor Adicionado DVA Demonstração do Valor Adicionado A DVA foi inserida pela Lei nº 11.638/2007, (artigo 176, inciso V), no conjunto de demonstrações financeiras que as companhias abertas devem apresentar ao final de

Leia mais

SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013

SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013 SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013 AGUINALDO DINIZ FILHO PRESIDENTE DO CONSELHO DA ABIT JANEIRO DE 2013 ESTRUTURA DA CADEIA PRODUTIVA E DE DISTRIBUIÇÃO TÊXTIL E DE CONFECÇÃO INFOGRÁFICO

Leia mais

Electro Aço Altona S/A

Electro Aço Altona S/A Electro Aço Altona S/A Companhia Aberta de Capital Autorizado CNPJ n.º 82.643.537/0001-34 IE n.º 250.043.106 Rua Eng.º Paul Werner, 925 CEP 89030-900 Blumenau SC Data base: 30 de Junho de 2011 1 Destaques

Leia mais

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012 RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria

Leia mais

O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012

O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012 Departamento de Competitividade e Tecnologia O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012 Equipe Técnica Setembro de 2013 1 Sumário 1 Introdução 2 Custos do Sistema Tributário 3 Custos

Leia mais

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Encontro Econômico Brasil-Alemanha Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Jackson Schneider Presidente Anfavea Blumenau, 19 de novembro de 2007 1 Conteúdo 2 1. Representatividade

Leia mais

Máquinas e Equipamentos de Qualidade

Máquinas e Equipamentos de Qualidade Máquinas e Equipamentos de Qualidade 83 A indústria brasileira de máquinas e equipamentos caracteriza-se pelo constante investimento no desenvolvimento tecnológico. A capacidade competitiva e o faturamento

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

IMPA P C A T C O T O D O CUST S O T O BRA

IMPA P C A T C O T O D O CUST S O T O BRA IMPACTO DO CUSTO BRASIL E DO CÂMBIO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA (2004/2010) Janeiro/2011 IMPACTO DO CUSTO BRASIL E DO CÂMBIO E NA INDÚSTRIA BRASILEIRA (2004/2010) O CUSTO BRASIL E O CÂMBIO Custo Brasil Indústria

Leia mais

Por que não crescemos? NOVEMBRO DE 2014

Por que não crescemos? NOVEMBRO DE 2014 Por que não crescemos? NOVEMBRO DE 2014 1979 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2013 O Brasil não cresce suficientemente há mais de 30 anos % a.a. 10,0 8,0

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Conjuntura - Saúde Suplementar 25º Edição - Abril de 2014 SUMÁRIO Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação 3 Seção Especial 5 Nível de Atividade 8 Emprego 9 Emprego direto em planos de saúde 10 Renda

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Medidas de lançamento, agosto de 2011

Medidas de lançamento, agosto de 2011 Brasil Maior Medidas de lançamento, agosto de 2011 ANÁLISE O plano BRASIL MAIOR é a terceira versão de política industrial dos governos do PT. É importante reconhecer o esforço destes três últimos governos

Leia mais

No prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011;

No prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011; Créditos sobre ativo imobilizado novas regras: A MP 540 artigo 4, de 2 de agosto de 2011 introduz novas regras para a tomada de crédito sobre itens do ativo imobilizado, conforme destacamos a seguir: O

Leia mais

Rodobens Locação de Imóveis Ltda.

Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Rodobens Locação de Imóveis Ltda. Demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e relatório dos auditores independentes Approach Auditores Independentes Relatório dos

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

13. Operações com mercadoria

13. Operações com mercadoria MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR 13. Operações com mercadoria Na comercialização de mercadoria (principal objeto de empresa comercial) existirão os tributos; entre eles o ICMS que será estudado

Leia mais

Antonio Delfim Netto

Antonio Delfim Netto 7º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais Desafios para a Economia Brasileira Antonio Delfim Netto 28 de agosto de 2015 Campos do Jordão, SP 1 1948 1951 1954 1957 1960 1963 1966 1969

Leia mais

Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica

Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica Bernard Appy LCA Consultores TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica Roteiro EFEITOS DO MODELO DE TRIBUTAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL A estrutura tributária

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A.

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 17.488 25.888 Fornecedores e outras obrigações 17.561 5.153 Contas a receber

Leia mais

Análise e Avaliação Financeira de Investimentos

Análise e Avaliação Financeira de Investimentos 1 Análise e Avaliação Financeira de Investimentos O objetivo desse tópico é apresentar uma das metodologias de análise e avaliação financeira de investimentos. A análise de investimentos depende do ramo

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES DO BRASIL

TELECOMUNICAÇÕES DO BRASIL TELECOMUNICAÇÕES DO BRASIL EVENTO MOBILIZAÇÃO EMPRESARIAL: PIS COFINS SIMPLIFICAÇÃO OU AUMENTO? EDUARDO LEVY CURITIBA, 23 DE NOVEMBRO DE 2015 Números do Setor de Telecomunicações 275 milhões de celulares

Leia mais

O Lucro Líquido do 1T12 foi de R$2,5 MM, superior em R$10,7 MM ao prejuízo do 1T11, de R$8,2 MM negativos.

O Lucro Líquido do 1T12 foi de R$2,5 MM, superior em R$10,7 MM ao prejuízo do 1T11, de R$8,2 MM negativos. São Paulo, 13 de maio de 2013 - A Unidas S.A. ( Companhia ou Unidas ) anuncia os seus resultados do primeiro trimestre de 2012 (). As informações financeiras são apresentadas em milhões de Reais, exceto

Leia mais

Avaliação do Plano MAIO de DE2011 Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade e Tecnologia DECOMTEC / FIESP

Avaliação do Plano MAIO de DE2011 Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade e Tecnologia DECOMTEC / FIESP DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA DECOMTEC Avaliação do Plano MAIO de DE2011 Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade

Leia mais

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO Aos Srs. Acionistas Investco S.A. Anexo I - Comentários dos Diretores da Companhia Contas dos Administradores referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012.

Leia mais

ESTUDO IBPT Frete marítimo e seu impacto na arrecadação tributária e na inflação

ESTUDO IBPT Frete marítimo e seu impacto na arrecadação tributária e na inflação Junho 2013 ESTUDO IBPT AUMENTO DO FRETE MARÍTIMO NA IMPORTAÇÃO TEM REFLEXOS NA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA E NA INFLAÇÃO Frete marítimo na importação teve aumento de 82,11% em Dólar no período de janeiro de

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA Sumário 1. Considerações Iniciais 2. Estrutura da Demonstração do Valor Adicionado 2.1 - Grupo de Receita Bruta - Outras Receitas 2.2 - Grupo de Insumos Adquiridos

Leia mais

29/04/2013 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 CAPITAL DE GIRO

29/04/2013 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 CAPITAL DE GIRO 1 O QUE É Working Capital (Capital de Trabalho) Capital necessário para financiar a continuidade

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

IESA ÓLEO & GÁS S.A. Demonstrações Financeiras período findo em 30 de setembro de 2009 e 31 de dezembro de 2008

IESA ÓLEO & GÁS S.A. Demonstrações Financeiras período findo em 30 de setembro de 2009 e 31 de dezembro de 2008 Demonstrações Financeiras período findo em 30 de setembro de 2009 e 31 de dezembro de 2008 Demonstrações Financeiras período findo em 30 de setembro de 2009 e 31 de dezembro de 2008 Conteúdo Balanços Patrimoniais

Leia mais

PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS

PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS REINTEGRA Medida Incentivo fiscal à exportação. Beneficiados Pessoa jurídica produtora que efetue exportação direta ou indireta. Condições Exclusivo para bens manufaturados

Leia mais

Banrisul Armazéns Gerais S.A.

Banrisul Armazéns Gerais S.A. Balanços patrimoniais 1 de dezembro de 2012 e 2011 Nota Nota explicativa 1/12/12 1/12/11 explicativa 1/12/12 1/12/11 Ativo Passivo Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 17.891 18.884 Contas

Leia mais

Carga Tributária e seus Efeitos na Economia

Carga Tributária e seus Efeitos na Economia Carga Tributária e seus Efeitos na Economia Jorge Lins Freire Presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia Congresso do Conselho de Contribuintes do Ministério da Fazenda Brasília, 14 de setembro

Leia mais

Código Grau Título Legenda 1 Ativo. 1.1.1 Caixa e Equivalentes de Caixa (A)

Código Grau Título Legenda 1 Ativo. 1.1.1 Caixa e Equivalentes de Caixa (A) 6. PLANO DE CONTAS É apresentada abaixo a estrutura do Plano de Contas elaborada para o Manual de Contabilidade do Serviço Público de Exploração da Infraestrutura Rodoviária Federal. Legenda: (A) Rubrica

Leia mais

98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% 3º trimestre/2014. das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim.

98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% 3º trimestre/2014. das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim. 3º trimestre/2014 das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim. 98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% das indústrias gaúchas avaliam que o número de tributos

Leia mais

Conjuntura Dezembro. Boletim de

Conjuntura Dezembro. Boletim de Dezembro de 2014 PIB de serviços avança em 2014, mas crise industrial derruba taxa de crescimento econômico Mais um ano de crescimento fraco O crescimento do PIB brasileiro nos primeiros nove meses do

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

Apostila de. Finanças e Turismo. 2º semestre de 2013 Glauber Eduardo de Oliveira Santos

Apostila de. Finanças e Turismo. 2º semestre de 2013 Glauber Eduardo de Oliveira Santos Apostila de Finanças e Turismo 2º semestre de 2013 Glauber Eduardo de Oliveira Santos SUMÁRIO 1 Introdução às Finanças... 4 1.1 Avaliação de investimentos... 4 1.2 Empréstimos e juros... 5 1.3 Alternativas

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Junio 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov. 4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação

Leia mais

Aspectos Tributários

Aspectos Tributários Aspectos Tributários Principais Tributos IMPOSTOS Imposto sobre a Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); Imposto sobre serviços de qualquer natureza

Leia mais

de monitoramento das 5 Metas do Todos Pela Educação

de monitoramento das 5 Metas do Todos Pela Educação De Olho nas Metas 2011Quarto relatório de monitoramento das 5 Metas do Todos Pela Educação Investimentos em Educação: comparação internacional Brasil investiu US$ 2.416 por aluno/ ano em 2008. Média dos

Leia mais

Análise Panorâmica. Sumário 1. Introdução... 2

Análise Panorâmica. Sumário 1. Introdução... 2 Análise Panorâmica Análise Panorâmica Sumário 1. Introdução... 2 2. Indicadores de desempenho... 3 2.1 Carga Tributária da Empresa - Composição Anual... 3 2.2 Grau de Endividamento Tributário... 4 2.3

Leia mais

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO MP 540/2011: SETOR MOVELEIRO Nossos levantamentos estão baseados nas principais informações levantadas em estudos feitos por diversos setores econômicos. Contamos com

Leia mais

ANEXO I PLANO DE CONTAS BÁSICO

ANEXO I PLANO DE CONTAS BÁSICO ANEXO I PLANO DE CONTAS BÁSICO Conta do ATIVO 1 ATIVO 1. Circulante 1.. Disponível 1.. Realizável 1... Créditos 1... Estoques 1... Combustíveis 1... Lubrificantes 1... Peças, Acessórios, Materiais 1...

Leia mais

METALÚRGICA DUQUE S/A CNPJ N 84.683.762/0001-20 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO DE 2011

METALÚRGICA DUQUE S/A CNPJ N 84.683.762/0001-20 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO DE 2011 METALÚRGICA DUQUE S/A CNPJ N 84.683.762/0001-20 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO DE 2011 Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras da Metalúrgica Duque S/A, referentes

Leia mais

Visão. O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada. do Desenvolvimento. nº 96 29 jul 2011

Visão. O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada. do Desenvolvimento. nº 96 29 jul 2011 Visão do Desenvolvimento nº 96 29 jul 2011 O papel anticíclico do BNDES e sua contribuição para conter a demanda agregada Por Fernando Puga e Gilberto Borça Jr. Economistas da APE BNDES vem auxiliando

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

Abril Educação S.A. Informações Pro Forma em 31 de dezembro de 2011

Abril Educação S.A. Informações Pro Forma em 31 de dezembro de 2011 Informações Pro Forma em 31 de dezembro de 2011 RESULTADOS PRO FORMA NÃO AUDITADOS CONSOLIDADOS DA ABRIL EDUCAÇÃO As informações financeiras consolidadas pro forma não auditadas para 31 de dezembro de

Leia mais

Parecer da Auditoria Independente

Parecer da Auditoria Independente Parecer da Auditoria Independente 113 Parecer da Auditoria Independente 114 Informação Padronizada Relatório Anual 2008 115 Informação Padronizada Relatório Anual 2008 116 117 000 01 118 119 Resultado

Leia mais

RELATÓRIO FINANCEIRO

RELATÓRIO FINANCEIRO RELATÓRIO FINANCEIRO 2013 Demonstrações Financeiras Confederação Brasileira de Judô 31 de dezembro de 2013 Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA

Leia mais

Hering inicia o ano com crescimento de 41% do EBITDA e salto de 35% em vendas

Hering inicia o ano com crescimento de 41% do EBITDA e salto de 35% em vendas Blumenau, 07 de maio de 2008 Cia. Hering (Bovespa: HGTX3), uma das maiores empresas de varejo e design de vestuário do Brasil, divulga os resultados do 1º trimestre de 2008 (1T08). As informações operacionais

Leia mais

Construção Civil, Habitação e Programa Minha Casa Minha Vida

Construção Civil, Habitação e Programa Minha Casa Minha Vida Construção Civil, Habitação e Programa Minha Casa Minha Vida Ministro Paulo Bernardo Brasília - DF, outubro de 2009 Sumário 1. Situação recente do setor da construção civil 2. Medidas já adotadas pelo

Leia mais

O papel anticíclico do BNDES sobre o crédito

O papel anticíclico do BNDES sobre o crédito 3 ago 2006 Nº 7 O papel anticíclico do BNDES sobre o crédito Por Ernani Teixeira Torres Filho Superintendente da SAE Nas crises, sistema bancário contrai o crédito. BNDES atua em sentido contrário e sua

Leia mais

A indústria de máquinas-ferramenta. Mauro Thomaz de Oliveira Gomes, Mary Lessa Alvim Ayres, Geraldo Andrade da Silva Filho

A indústria de máquinas-ferramenta. Mauro Thomaz de Oliveira Gomes, Mary Lessa Alvim Ayres, Geraldo Andrade da Silva Filho A indústria de máquinas-ferramenta Mauro Thomaz de Oliveira Gomes, Mary Lessa Alvim Ayres, Geraldo Andrade da Silva Filho FERRAMENTA Mauro Thomaz de Oliveira Gomes Mary Lessa Alvim Ayres Geraldo Andrade

Leia mais

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia Disciplina: Economia ECN001 Macroeconomia Orçamento do Setor Público É a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas por um Governo em um determinado exercício (geralmente um ano).

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

Contabilidade Básica Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Conceito Conta Nome dado aos componentes patrimoniais (bens, direitos, obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos de resultado

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.

Leia mais

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 2 o, inciso I, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 2 o, inciso I, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 2 o, inciso I, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar n o 101, de 4 de maio

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2014

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2014 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2014 LUPATECH S.A. CNPJ/MF nº 89.463.822/0001-12 NIRE 43300028534 Companhia Aberta de Capital Autorizado Novo Mercado Relatório da Administração Mensagem da Administração Senhores

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

IRPJ. Lucro Presumido

IRPJ. Lucro Presumido IRPJ Lucro Presumido 1 Características Forma simplificada; Antecipação de Receita; PJ não está obrigada ao lucro real; Opção: pagamento da primeira cota ou cota única trimestral; Trimestral; Nada impede

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Correção da Prova Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Questão 7 Uma sociedade empresária mantém no seu estoque de mercadorias para revenda três tipos de mercadorias: I, II e III. O valor total

Leia mais

NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO

NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO Política de Desenvolvimento Produtivo Elevar dispêndio em P&D Meta: 0,65% PIB Ampliar Investimento Fixo Meta: 21% PIB Posição 2007: 17,6% Macrometas 2010 Dinamização

Leia mais

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Situação da economia e perspectivas Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Recessão se aprofunda e situação fiscal é cada vez mais grave Quadro geral PIB brasileiro deve cair 2,9% em 2015 e aumentam

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...

Leia mais

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados 101/15 30/06/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Junho de 2015 Sumário 1. Perspectivas do CenárioEconômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL

SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL SPREAD BANCÁRIO NO BRASIL Comissão de Acompanhamento da Crise Financeira e da Empregabilidade 26 DE MARÇO DE 2009 Fábio Colletti Barbosa Presidente ÍNDICE 1. A Crise Financeira Mundial 2. O Brasil, a Crise

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2012 - VIX LOGÍSTICA S/A Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2012 - VIX LOGÍSTICA S/A Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 5 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

Planejamento Tributário: O desafio da Logística

Planejamento Tributário: O desafio da Logística Planejamento Tributário: O desafio da Logística Contextualização Tributos O Brasil é considerado o país mais oneroso no que diz respeito a impostos e tributos. Fonte: Receita Federal Contextualização Tributos

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Setembro 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Março / 2015 Cenário Econômico Bonança e Tempestade Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 Bonança Externa Boom das Commodities Estímulos ao consumo X inflação Importações e real valorizado 2

Leia mais

Eólica Faísa V Geração e Comercialização de Energia Elétrica S.A.

Eólica Faísa V Geração e Comercialização de Energia Elétrica S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2012 2011 Passivo e patrimônio líquido 2012 2011 (Não auditado) (Não auditado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 4) 415 7 Fornecedores

Leia mais

Divulgação de Resultados 3T05

Divulgação de Resultados 3T05 Localiza Anuncia EBITDA de R$70,8 milhões no 3T05 Receita Líquida cresce 49,1% e EBITDA cresce 31,1% Belo Horizonte, 8 de novembro de 2005 - A Localiza Rent A Car S.A. (Bovespa: RENT3), a maior rede de

Leia mais

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária... Sede Nacional Sede Nacional -SP Fundação: 1937- origem em um sindicato têxtil; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; O

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

1 Ver Castelo (2005). 2 GVconsult (2005).

1 Ver Castelo (2005). 2 GVconsult (2005). A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas na Construção Civil Relatório de Pesquisa Equipe Técnica Prof. Dr. Fernando Garcia Profa. Ms. Ana Maria Castelo Profa.Dra. Maria Antonieta Del Tedesco Lins Avenida

Leia mais

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007 PLANO DE S FOLHA: 000001 1 - ATIVO 1.1 - ATIVO CIRCULANTE 1.1.1 - DISPONÍVEL 1.1.1.01 - BENS NUMERÁRIOS 1.1.1.01.0001 - (0000000001) - CAIXA 1.1.1.02 - DEPÓSITOS BANCÁRIOS 1.1.1.02.0001 - (0000000002)

Leia mais