Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica

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2 Bernard Appy LCA Consultores TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica

3 Roteiro EFEITOS DO MODELO DE TRIBUTAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL A estrutura tributária do Brasil induz a uma elevada tributação da energia elétrica, ao mesmo tempo que introduz distorções que resultam em uma incidência cumulativa da tributação da eletricidade, prejudicando a competitividade da economia brasileira FATORES QUE CONDUZEM À DISTORÇÃO NO REGIME DE TRIBUTAÇÃO DA ELETRICIDADE Modelo de tributação do ICMS e guerra fiscal Falhas no sistema de tributos indiretos Encargos setoriais excessivos Estes problemas se sobrepõem a uma série de outras distorções, que tornam o regime tributário brasileiro excessivamente custoso e prejudicial à eficiência econômica

4 Guerra fiscal e concentração da arrecadação em poucas bases IMPACTOS DA GUERRA FISCAL DO ICMS SOBRE A TRIBUTAÇÃO DA ELETRICIDADE Renúncia de receita resultante da guerra fiscal cria forte pressão para aumento da incidência sobre bases que não estão sujeitas à disputa entre estados Eletricidade, combustíveis e telecomunicações são os setores mais afetados Arrecadação de ICMS sobre Energia Elétrica, Combustíveis e Comunicação Setores ICMS (R$ bilhões) Participação na arrecadação ICMS (%) Participação na arrecadação ICMS e ISS (%) Participação no PIB (%) * Energia Elétrica 27,5 8,4% 7,5% 2,0% Petróleo, Combustíveis e Lubrificantes Serviços de Comunicação 50,2 15,4% 13,8% 1,2% 30,9 9,4% 8,5% 2,0% Total 326, *Nota: A participação do setor no PIB foi calculada a partir da estimativa da base de cálculo do ICMS, composta pelo valor adicionado bruto, subtraído das exportações e adicionado das importações. Fonte: CONFAZ, STN e IBGE.

5 Guerra fiscal e concentração da arrecadação em poucas bases GUERRA FISCAL TEM MUITOS OUTROS IMPACTOS NEGATIVOS Alocação ineficiente de recursos Insegurança jurídica para as empresas, uma vez que os benefícios são ilegais Esquema Ilustrativo dos Efeitos da Guerra Fiscal Sem Guerra Fiscal Estado A Estado B Consumidor (Estado B) Débito 12% Débito 18% Crédito 0% Crédito 12% Imposto Devido 12% Imposto Devido 6% Total Pago=18% (12% + 6%) Com Guerra Fiscal Estado A Estado B Consumidor (Estado B) Débito 12% Débito 18% Crédito Presumido 9% Crédito 12% Imposto Devido 3% Imposto Devido 6% Total Pago=9% (3% + 6%)

6 Falhas do sistema de tributos indiretos ESTRUTURA COMPLEXA E DEFICIENTE DE TRIBUTOS INDIRETOS NO BRASIL CONDUZ A UMA INCIDÊNCIA CUMULATIVA DOS TRIBUTOS SOBRE A ELETRICIDADE Partição da base de incidência entre ICMS e ISS Regime Frankenstein do PIS/Cofins, com alguns setores sujeitos à incidência não cumulativa e outros à incidência cumulativa Regimes especiais de tributação para empresas de menor porte (SIMPLES e Lucro Presumido), com incidência cumulativa de PIS/Cofins Vedação à apropriação de créditos de ICMS e PIS/Cofins (crédito físico) DISTORÇÕES DO SISTEMA DE TRIBUTOS INDIRETOS NO BRASIL GERAM INEFICIÊNCIAS ECONÔMICAS RELEVANTES E PREJUDICAM A COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS BRASILEIRAS

7 Falhas do sistema de tributos indiretos Cumulatividade do ICMS Empresa do SIMPLES Energia Elétrica FÁBRICA Empresa do setor de serviços sujeita à incidência de ISS ESCRITÓRIO Legenda Gera crédito Não gera crédito

8 Falhas do sistema de tributos indiretos Cumulatividade do PIS/COFINS Energia Elétrica D: 9,25 % D:9,25 % Empresa do SIMPLES ou Lucro Presumido Empresa sujeita ao regime cumulativo de PIS/COFINS D: 3,65% D: 3,65% C:9,25% C:9,25% Empresa do Lucro Real sujeita ao regime não cumulativo de PIS/Cofins Legenda Gera crédito Não gera crédito D: Débito C: Crédito

9 Multiplicidade de regimes tributários CUSTOS TRIBUTÁRIOS PODEM SER ABSURDAMENTE DISTINTOS DEPENDENDO DO REGIME TRIBUTÁRIO (exemplo de custo tributário para um eletricista com renda de R$ 3 mil/mês) Empregado de Empresa do Lucro Presumido Receita anual da empresa ,00 Tributos pagos pela empresa ,90 Incidentes sobre a receita Lucro presumido (11,33%) 4.078,80 ISS (5%) 1.800,00 Incidentes s/ a remuner. do empregado INSS parcela empregador (20%) 4.469,02 Outros, inclusive FGTS (14,8%) 3.307,08 Remuneração anual bruta do empregado ,10 Tributos pagos pelo empregado 2.011,06 INSS empregado 2.011,06 IRPF (desconto simplificado) 0,00 Remuneração anual líquida do empregado ,04 Empregado de Empresa do SIMPLES Receita anual da empresa ,00 Tributos pagos pela empresa 4.666,67 Incidentes sobre a receita Simples - Anexo III (6%) 2.160,00 Incidentes s/ a remuner. do empregado FGTS (8%) 2.506,67 Remuneração anual bruta do empregado ,33 Tributos pagos pelo empregado 3.786,97 INSS empregado 3.446,67 IRPF (desconto simplificado) 340,30 Remuneração anual líquida do empregado ,37 Total tributos (% da receita bruta) 23,5% Total tributos (% da receita bruta) 43,5%

10 Multiplicidade de regimes tributários CUSTOS TRIBUTÁRIOS PODEM SER ABSURDAMENTE DISTINTOS DEPENDENDO DO REGIME TRIBUTÁRIO (exemplo de custo tributário para um eletricista com renda de R$ 3 mil/mês) Dono de Empresa do SIMPLES Receita anual da empresa ,00 Tributos pagos pela empresa (6% receita) 2.160,00 Remuneração anual bruta do empresário ,00 Tributos pagos pelo empresário 1.627,20 INSS conta própria (20% Sal. Min.) 1.627,20 IRPF (desconto simplificado) 0,00 Microempreendedor Individual (MEI) Receita anual do MEI ,00 Tributos pagos pelo MEI (12 X R$38,90) 466,80 Remuneração anual líquida do MEI ,20 Total tributos (% da receita bruta) 1,3% Remuneração anual líquida do empresário ,80 Total tributos (% da receita bruta) 10,5%

11 Encargos setoriais ALÉM DOS PROBLEMAS RESULTANTES DA TRIBUTAÇÃO FEDERAL E ESTADUAL, O SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO ESTÁ SUJEITO À INCIDÊNCIA DE ELEVADOS ENCARGOS SETORIAIS Encargos setoriais têm diversos objetivos, como a subvenção a sistemas mais onerosos de geração de energia elétrica, subvenção a consumidores de baixa renda, universalização do fornecimento de energia elétrica e cobertura do valor residual dos investimentos ao final do período das concessões, entre outros Por não serem compensáveis com outros tributos, nem nas exportações, os encargos setoriais afetam a competitividade das empresas brasileiras, sobretudo da indústria intensiva em energia MP 579/2012 (convertida na Lei /2013) consolidou e reduziu os encargos setoriais, mas não eliminou o problema Encargos sobre o setor de energia elétrica em 2011 Encargos setoriais Arrecadação (R$ bilhão) Participação no PIB (%) Reserva Global de Reversão RGR 1,72 0,04% Conta de Consumo de Combustível CCC 5,57 0,13% Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE 0,46 0,01% PROINFA 1,79 0,04% Conta de Desenvolvimento Energético CDE 3,31 0,08% Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos CFURH 1,64 0,04% Encargos de Serviços do Sistema ESS 1,42 0,03% Encargos de Energia de Reserva EER 0,32 0,01% Total 16,24 0,39% Fonte: ANEEL e IBGE.

12 Mudanças no sistema tributário e energia elétrica MUDANÇAS QUE APROXIMASSEM O SISTEMA DE TRIBUTOS INDIRETOS DE UM IVA PURO CRIARIAM ESPAÇO PARA UMA MENOR TRIBUTAÇÃO DA ELETRICIDADE E REDUZIRIAM AS DISTORÇÕES QUE PREJUDICAM A COMPETITIVIDADE DA ECONOMIA BRASILEIRA REFORMA DO PIS/COFINS: adoção da não-cumulatividade para todos os setores e categorias de empresas e adoção do regime de crédito financeiro REFORMA DO ICMS Adoção de um regime de tributação no estado de destino (eliminando a guerra fiscal) Adoção do crédito financeiro e desoneração completa dos investimentos Criação de regime que garanta a recuperação de créditos acumulados UNIFICAÇÃO DO ICMS COM O ISS SETOR TAMBÉM SERIA BENEFICIADO POR MUDANÇAS NO REGIME DE INCIDÊNCIA DE ENCARGOS SETORIAIS QUE ELIMINASSEM A INCIDÊNCIA CUMULATIVA PARA A INDÚSTRIA, ESPECIALMENTE NO CASO DAS INDÚSTRIAS INTENSIVAS EM ENERGIA

13 Impactos sociais da tributação sobre a energia elétrica TRIBUTAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA É CLARAMENTE REGRESSIVA Medidas compensatórias (subvenção federal e redução do ICMS em alguns estados) aliviam o problema para as faixas de menor renda, mas estão longe de resolver o problema da regressividade Participação dos gastos com energia elétrica nas despesas totais do domicílio, por faixa de renda familiar mensal ,5% 3,4% 3,1% 2,5% 2,1% 1,6% 1,2% Até 830 Reais Mais de R$ 830 a R$ Mais de R$1.245 a R$ Mais de R$ a R$ Mais de R$4.150 a R$ Mais de R$ a R$ Mais de R$ Fonte: POF/IBGE.

14 Custo burocrático da tributação e do contencioso O ELEVADO CUSTO DE CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS ACESSÓRIAS E O ELEVADO CONTENCIOSO ENTRE O FISCO E AS EMPRESAS CONTRIBUEM PARA TORNAR O SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO PREJUDICIAL AO CRESCIMENTO ECONÔMICO O elevado contencioso tributário cria uma situação de insegurança jurídica que prejudica o investimento Contingências tributárias de empresas selecionadas (R$ milhões) Empresa Situação da Contigência Contingências Tributárias (A) Patrimônio Líquido (B) (A)/(B) Empresa A ,5% Empresa B ,8% Empresa C ,0% Empresa D ,5% Provisionado (provável) ,6% Total Não provisionado (possível) ,5% Total ,1% Mediana 31,7% Fonte: Balanços das empresas.. Dados relativos a 2011 e 2012.

15 Custo burocrático da tributação e do contencioso Custos para pagar tributos na indústria de transformação, em 2012 Custo R$ bilhões* % Faturamento % Fatur. Considerando insumos % PIB Indústria de Transformação Custo de pessoal 16,3 0,77% n.d. 3,29% Obrigações acessórias, softwares e terceirização de serviços 6,5 0,31% n.d. 1,31% Custo do contencioso (advogados) 1,8 0,08% n.d. 0,36% Total 24,6 1,16% 2,6% 4,96% *Nota: Dados extraídos do estudo "O peso da Burocracia tributária na Indústria de Transformação 2012". Fonte: FIESP e IBGE. Custo da administração tributária para o país, em 2013 R$ bilhões % do PIB União 9,8 0,20% Estados (SP expandido) 7,8 0,16% Municípios (São Paulo expandido) 3,2 0,07% Total 20,8 0,43% *Nota: Projeção LCA Consultores. Dados obtidos dos orçamentos federal, estadua e municipal. Fonte: IBGE, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Secretária de Planejamento e Des. Regional de São Paulo e Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão.

16 Este slide será preenchido pelo Instituto Acende Brasil

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