Grupo de Política Industrial. Impacto do Custo Brasil na competitividade da indústria brasileira de bens de capital

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Grupo de Política Industrial. Impacto do Custo Brasil na competitividade da indústria brasileira de bens de capital"

Transcrição

1 Grupo de Política Industrial Impacto do Custo Brasil na competitividade da indústria brasileira de bens de capital Março de 2010

2 ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos PRESIDENTE Luiz Aubert Neto DIRETORIA DE COMPETITIVIDADE Diretor Titular - Fernando Bueno Diretor Adjunto - Roberto Michael Schaefer DIRETORIA DE ECONÔMIA E ESTATÍSTICA Diretor Titular - Evandro Orsi Diretor Adjunto - Sergio Cardoso Coca GRUPO DE POLÍTICA INDÚSTRIAL Mario Bernardini Assessor da Presidência Corrado Vallo Diretor estratégico Hiroyuki Sato Diretor executivo José Ricardo Sukadolnik Vice-presidente João Alfredo Delgado - Diretor executivo Márcio Ribaldo - Diretor executivo COLABORAÇÃO ESPECIAL Alberto Machado Cesar Prata Cristian Jaty Silva Lourival Ferreira Junior Rafael Oliva EQUIPE TÉCNICA Daniel Fernando Pozenato Elaine Ananias da Costa Leonardo Silva Gaggini Maria Cristina Zanella

3 Conteúdo 1. OBJETIVO CUSTO BRASIL Impostos não recuperáveis na cadeia produtiva Encargos sociais e trabalhistas Logística Impacto dos juros sobre o capital de giro Burocracia e custos de regulamentação Custos dos investimentos Custo de insumos básicos Custos de energia Conclusão ANEXOS...18 Anexo 1 Taxa média da taxa de juros pré-fixada das operações...18 Anexo 2 Impostos na cadeia produtiva Anexo 3 Impostos na cadeia produtiva (PARTICIPAÇÃO NA RECEITA LÍQUIDA)...20 Anexo 4 Coeficiente de custo financeiro de capital de giro...21 Anexo 5 Memória de cálculo do valor homem/hora trabalhada...22 Anexo 6 Participação relativa do PIB do Brasil, Estados Unidos e China Bibliobrafia...24 Índice de Tabelas Tabela 1 Impostos não recuperáveis...6 Tabela 2 Gastos com pessoal...7 Tabela 3 Impacto do diferencial de custos de financiamento...11 Tabela 4 Custo de Carregamento dos Impostos...11 Tabela 5 Composição média dos custos dos insumos...13 Tabela 6 Custo Brasil consolidado...14

4 Índice de Gráficos Gráfico 1 % de Custos Logísticos em relação ao PIB (EUA)...8 Gráfico 2 % de Custos Logísticos em relação ao PIB (Brasil)...8 Gráfico 3 Paridade Real/Dólar Nominal versus Real...15 Índices de Quadros Quadro 1 Análise comparada do pagamento de impostos...10 Quadro 2 Efeito do Câmbio na receita líquida das indústrias...16

5 1. OBJETIVO O presente trabalho se propõe a mensurar o Custo Brasil, aqui entendido como o diferencial de custos entre a indústria brasileira e seus principais concorrentes internacionais 1. Este estudo permite avaliar as dificuldades da indústria brasileira, e, neste caso, do setor de bens de capital face a seus concorrentes estrangeiros, nos mercados interno e externo, e possibilita sugerir medidas para eliminar ou compensar seus efeitos de modo a reduzir nossas desvantagens competitivas. O detalhamento do Custo Brasil ocorreu sempre que foi possível quantificar o custo diferencial, medido em pontos percentuais da receita líquida (RL), da indústria de bens de capital. A relação de itens que impactam negativamente a competitividade da indústria brasileira seguramente é muito maior da aqui apresentada; podemos citar entre outros: Baixa qualidade do sistema educacional e menor nível de escolaridade; obsolescência da infraestrutura de transportes; elevados custos portuários; estrangulamento do sistema energético; custos de transação elevados; custos complementares em saúde e segurança; dificuldade de acesso ao capital etc. 1 1 Estados Unidos e/ou Alemanha são os referenciais principais Custo Brasil 5

6 2. CUSTO BRASIL 2.1 Impostos não recuperáveis na cadeia produtiva Embora a elevada carga tributária brasileira seja, de per se, uma desvantagem competitiva na medida em que onera os custos dos insumos e serviços ao longo de toda a cadeia, vamos aqui nos restringir apenas àqueles impostos que não são recuperados na forma de crédito ao longo do processo produtivo. Estudo publicado pelo DEPECON - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da FIESP em outubro de 2009, intitulado Incidência de tributos nas exportações brasileiras, elaborado a partir de dados da PIA - Pesquisa Industrial Anual de 2007 do IBGE identificou o montante de tributos embutidos nos insumos das empresas industriais brasileiras e que, no Brasil, não são recuperáveis e são aqui divididos entre tributos sobre gastos com pessoal e tributos sobre os demais gastos. Tabela 1 Impostos não recuperáveis Fonte: DEPECON/FIESP (a partir de dados da PIA de 2007) Nota metodológica: 1. Os tributos incidentes sobre os insumos adquiridos foram calculados utilizando-se a alíquota média para cada item do custo; 2. A classificação de recuperáveis e não recuperáveis respeitou regulamentação vigente do respectivo tributo (DEPECON/FIESP, pag. 3 do estudo citado). Tributos incidentes nos insumos não recuperáveis excluídas os gastos com pessoal = 2,98% sobre a receita líquida (RL) Custo Brasil 6

7 2.2 Encargos sociais e trabalhistas Da mesma forma do item 2.1 consideramos apenas os encargos trabalhistas que incidem somente sobre empresas que operam no Brasil. O mesmo Estudo da FIESP - Incidência de tributos nas exportações brasileiras - mostra que ao menos 22,5% dos gastos com pessoal da indústria brasileira não incidem nos principais concorrentes - basicamente encargos com INSS do empregador e com sistema S o que acarreta na indústria de máquinas e equipamentos um acréscimo de 3,99% aos seus custos de fabricação. Tabela 2 Gastos com pessoal Fonte: IBGE (PIA Pesquisa Industrial Anual 2007) *Pelo conceito ABIMAQ a participação nos gastos com pessoal na receita líquida é de 20,4% ** Inclui Salários, encargos e benefícios Diferencial de tributos incidentes nos gastos com pessoal na indústria de máquinas e equipamentos (22,5% de 17,75%) = 3,99% sobre a receita líquida Custo Brasil 7

8 2.3 Logística O Panorama Logístico Custos logísticos no Brasil 2008/2006 publicado pelo CEL Centro de Estudos em Logística da COPPEAD-UFRJ mostra que as maiores empresas do Brasil, portanto as mais eficazes, possuem um custo com logística da ordem 7,5% da receita líquida (RL). Quando estes custos de logística são avaliados em relação ao PIB, no Brasil o custo eleva-se para 11,7% (gráfico abaixo), cerca de 25% superior ao dos Estados Unidos, país utilizado com referência devidos às semelhanças geográficas. Gráfico 1 % de Custos Logísticos em relação ao PIB (EUA) Gráfico 2 % de Custos Logísticos em relação ao PIB (Brasil) A diferença percentual apurada no comparativo sobre o PIB (25%) aplicada aos 7,5% de despesas da indústria brasileira com logística implica num custo adicional de 1,9% da receita líquida em relação à indústria dos EUA Custo Brasil 8

9 2.4 Impacto dos juros sobre o capital de giro Dados divulgados pelo DEPEC do Banco Central do Brasil, revelam que os juros reais médios praticados no Brasil em 2009 para pessoas jurídicas giraram, em média, mais de 30 p.p. acima dos praticados em países concorrentes (anexo 1). O estudo Impacto das taxas de juros sobre o custo do capital de giro da indústria brasileira (realizado pela FGV em abril de 2002 para a FIESP) estima o CC - coeficiente de custo financeiro do capital de giro, cujo objetivo é estimar o impacto da taxa de juros praticada no país no custo de capital de giro da indústria brasileira. O resultado apurado mostra que a prática juros de 30% reais gera um custo financeiro de capital de giro anual igual a 8,35%*. Além deste existe outro custo financeiro, decorrente do recolhimento antecipado de impostos sobre a venda em relação ao recebimento do valor dos bens vendidos. Este custo financeiro é de 1,06% 2 em relação à receita líquida e soma-se ao anterior. (vide referências FIESP 1 FGV Carga Tributária e Competitividade da Ind. Brasileira) Custo financeiro do capital de giro sobre a receita líquida = 9,41% 2 Média ponderada pela RL da indústria de máquinas, tratores, aparelhos e equipamentos de material elétrico e eletrônico e outros veículos e suas peças e acessórios. Custo Brasil 9

10 2.5 Burocracia e custos de regulamentação A pesada burocracia decorrente das complexas legislações tributária, trabalhista, ambiental etc, além do fato do Estado, em suas diversas instâncias, sobrecarregar o contribuinte com uma série de informações que na prática não são de interesse das empresas, implica em diferenciais de custo em relação aos concorrentes internacionais. Apenas uma destas obrigações legais, dimensionada no estudo do Banco Munidial Doing Business Brazil, revelou, entre outras coisas, que a indústria brasileira gasta horas por ano (quadro abaixo) somente no ritual necessário para o pagamento de impostos, enquanto que países concorrentes gastam menos de 10% disto. Para a indústria de máquinas e equipamentos, cujo custo médio da mão-de-obra per capita/hora é em torno de R$ 21,86 (vide tabela 3), este dispêndio representa 0,40% do seu faturamento líquido anual. Quadro 1 Análise comparada do pagamento de impostos Quadro 1 Análise comparada do pagamento de impostos Burocracia e custos de regulação sobre a Receita Líquida = 0,40% Custo Brasil 10

11 2.6 Custos dos investimentos O custo dos investimentos no Brasil é onerado por taxas de financiamento consideravelmente maiores das de seus concorrentes e por impostos de preço adicionado, embutidos no valor das máquinas e equipamentos, que não são creditados no ato da compra dos bens, mas ao longo de períodos de tempo diversos. Isto torna o investimento no Brasil consideravelmente mais caro e reforça a necessidade da desoneração fiscal de bens de capital e seu financiamento a custos internacionais. Tabela 3 Impacto do diferencial de custos de financiamento A simulação não leva em consideração as condições especiais concedidas pelo Programa BNDES de Sustentação do Investimento PSI BNDES vigente até jun/10 que tornam o preço dos investimentos no Brasil 12% mais atrativos Tabela 4 Custo de Carregamento dos Impostos Nos concorrentes o crédito é recuperado imediatamente Custo zero de carregamento A quantificação do diferencial entre o custo de financiamentos de bens de capital no Brasil e no exterior e o custo financeiro do carregamento do crédito parcelado dos impostos recuperáveis Custo Brasil 11

12 na compra de máquinas e equipamentos aponta para um diferencial de custos de 23,1% no investimento realizado no Brasil em relação aos seus concorrentes. Considerando que, em média, a relação receita líquida versus ativo fixo é 2 para 1 no setor de bens de capital, o diferencial de custos de investimento de 23,1% representa um impacto de 11,6 p.p. no faturamento. Este valor, quando amortizado em 10 anos, representa a grosso modo o impacto de 1,16 p.p. Diferencial de custos de investimentos em Bens de Capital = 1,16 p.p. da receita líquida Custo Brasil 12

13 2.7 Custo de insumos básicos Para avaliar as diferenças nos custos dos insumos básicos levamos em conta que estes pesam em média 55% na receita líquida e podem ser agrupados em famílias razoavelmente homogêneas. O diferencial de preço entre Brasil e Alemanha destas famílias foi obtido comparando o custo líquido de compra dos mesmos insumos, pela mesma empresa, nos dois países. Tabela 5 Composição média dos custos dos insumos na indústria de máquinas e equipamentos Custo Brasil 13

14 2.8 Custos de energia Informações disponibilizadas por empresa multinacional de médio porte com matriz na Alemanha revelam que o custo industrial com energia no Brasil e na Alemanha em preço corrente é o mesmo. Brasil = R$ 0,2558 kwh Alemanha = EUR 0,10 kwh Paridade cambial R$/EUR em 31/12/2009 = 2,50733 Diferencial de custo de energia elétrica sobre a receita líquida = 0,0% Tabela 6 Custo Brasil consolidado Custo Brasil 14

15 3. CONCLUSÃO Face à magnitude 3 do Custo Brasil, é óbvio que quaisquer esforços empresariais para melhorar a competitividade (investimentos em equipamentos, processos, tecnologia e inovação) ainda que indispensáveis para a sobrevivência das indústrias nacionais, acabam compensando apenas pequena parte da desvantagem brasileira. É importante atacar as causas da ineficiência sistêmica, desonerando completamente os investimentos, garantindo financiamentos competitivos internacionalmente para bens de capital e criando um ambiente favorável aos investimentos produtivos como regra e não como exceções consubstanciadas em programas especiais nem sempre eficientes, ainda que bem intencionados. Medidas que estimulem as exportações são bem vindas, mas não ajudam a resolver a perda de competitividade no mercado interno. Gráfico 3 Paridade Real/Dólar Nominal versus Real A variação apurada acima coincide com a avaliação do Banco Goldman Sachs em estudo sobre a defasagem cambial do real divulgado à imprensa em 24 de novembro de O estudo do banco aponta em R$ 2,60 a paridade cambial, o que implica numa apreciação da ordem de 44%. 3 A desvantagem competitiva de mais de 43% é apenas o piso do Custo Brasil considerando que diversos itens não foram passiveis de quantificação. Além disto este valor resulta da utilização da Alemanha e Estados Unidos como benchmark. Se a comparação for com os Tigres Asiáticos ou China, esta desvantagem é da ordem de 100%. Custo Brasil 15

16 Embora o câmbio não possa ser considerado diretamente como componente do Custo Brasil, a atual apreciação do Real reduz ainda mais a competitividade da produção brasileira na medida em que ele deixa de ser utilizado, ainda que transitoriamente, para compensar as deficiências sistêmicas do país. É importante desmistificar afirmações que, de tanto serem repetidas, acabam adquirindo foros de verdade. Há, por exemplo, quem justifique o câmbio apreciado por supostamente reduzir os custos das empresas ao baratear os insumos importados, ou então por modernizar o parque industrial brasileiro ao reduzir o valor dos equipamentos importados. Tais verdades não suportam o mais simples exercício de custo/benefício, como pode se ver no quadro abaixo. Quadro 2 Efeito do Câmbio na receita líquida das indústrias O início de um forte ciclo de investimento, puxado pela exploração e industrialização do O&G do pré sal, é uma oportunidade para alavancar a indústria brasileira de bens de capital a tentar corrigir, ao menos em parte, o impacto do Custo Brasil, compensando via câmbio e políticas industriais as desvantagens sistêmicas existentes enquanto elas não são definitivamente atacadas e resolvidas em suas causas. A redução de custos é fundamental, pois a incidência em cascata do Custo Brasil reduz progressivamente a competitividade dos produtos brasileiros à medida que a cadeia produtiva se alonga. Custo Brasil 16

17 Este efeito, somado ao câmbio apreciado, ajuda a explicar a tendência do país em se especializar como exportador de produtos primários e semi-manufaturados e importador dos produtos mais elaborados e/ou de tecnologia avançada. A médio e longo prazos, a manutenção de tais desvantagens tende a acelerar a desindustrialização do País, principalmente nas cadeias produtivas de maior tecnologia (ver anexo 6) Apenas os setores com claras vantagens comparativas ainda mantém certa competitividade nos mercados externos, enquanto que produtos protegidos por altas alíquotas de imposto de importação possibilitam, às cadeias que os produzem, a manutenção de sua competitividade restrita ao mercado interno. Para reverter esta tendência de desindustrialização seletiva é indispensável a adoção de uma agenda de competitividade que se proponha a eliminar gradualmente nossas ineficiências sistêmicas e setoriais enquanto o setor produtivo se compromete em melhorar sua competitividade industrial de forma contínua. É imprescindível, ao longo deste período de transição, a adoção de medidas compensatórias (incluindo uma taxa de câmbio melhor administrada) para estancar e finalmente reverter o atual processo de enfraquecimento das cadeias industriais de maior valor agregado. Custo Brasil 17

18 4. ANEXOS Anexo 1 Taxa média pré-fixada das operações de crédito com recursos livres referenciais para taxa de juros Custo Brasil 18

19 Anexo 2 Impostos na cadeia produtiva. Estrutura de custos e tributos sobre as compras de insumos da indústria: Tributos recuperáveis e não recuperáveis nas exportações Custo Brasil 19

20 Anexo 3 Impostos na cadeia produtiva. Estrutura de custos e tributos sobre as compras de insumos da indústria: Tributos recuperáveis e não recuperáveis nas exportações. COMO PARTICIPAÇÃO NA RECEITA LÍQUIDA Custo Brasil 20

21 Anexo 4 Coeficiente de custo financeiro de capital de giro Fonte: FGV Custo Brasil 21

22 Anexo 5 Memória de cálculo do valor homem/hora trabalhada Custo Brasil 22

23 Anexo 6 Participação do Brasil, Estados Unidos e China nos países desenvolvidos Custo Brasil 23

24 5. BIBLIOBRAFIA Centro de Estudos em Logística / Instituto de Pós Graduação em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEL/COPPEAD). Custos Logisticos no Brasil 2008/2006. Rio de Janeiro. Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Imposto em cascata. Obstáculo para a competitividade do Brasil. São Paulo. Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Incidência de tributos nas exportações brasileiras. São Paulo, outubro de Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Juros sobre Capital de Giro: o impacto nos custos da indústria brasileira. São Paulo, abril de Institute for Management Development. World Competitiveness Yearbook. Switzerland, June Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pesquisa Industrial Anual Empresa Rio de Janeiro, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pesquisa Industrial Anual Empresa Rio de Janeiro, International Finance Corporation (IFC) / The World Bank. Doing Business 2010 Brazil. United States of America, June Custo Brasil 24

Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e FEVEREIRO DE 2010

Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e FEVEREIRO DE 2010 Grupo II Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e setorial da indústria brasileira de bens de capital FEVEREIRO DE 2010 1 Objetivo O presente trabalho se propõe a mensurar o Custo Brasil,

Leia mais

Custo Brasil 2002-2012. Agosto de 2013

Custo Brasil 2002-2012. Agosto de 2013 Custo Brasil 2002-2012 Agosto de 2013 Objetivo Este trabalho é a atualização, baseada em dados de 2012*, do Custo Brasil já medido pela ABIMAQ em março de 2010. Ele quantifica o diferencial de custo para

Leia mais

Indústria brasileira de bens de capital mecânicos. Janeiro/2011

Indústria brasileira de bens de capital mecânicos. Janeiro/2011 AGENDA DE TRABALHO PARA O CURTO PRAZO Indústria brasileira de bens de capital mecânicos Janeiro/2011 UMA AGENDA DE TRABALHO (para o curto prazo) A. Financiamento A1. Taxa de juros competitiva face a nossos

Leia mais

Os determinantes do custo Brasil

Os determinantes do custo Brasil Os determinantes do custo Brasil PET-Economia: Reunião de Conjuntura 14 de Outubro de 2011 Entendendo o O é um termo genérico, usado para descrever o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas

Leia mais

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP Sede Nacional Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato de máquinas têxteis; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; O setor representado pela ABIMAQ gera mais

Leia mais

Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária...

Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária... Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária... Sede Nacional Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato têxtil; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas;

Leia mais

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012

RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012 RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL Uma análise do período 2000 2011 Abril de 2012 A competitividade da ind. de transformação e de BK A evolução do período 2000 2011, do:

Leia mais

O modelo atual e suas alternativas: Uma agenda de trabalho. Janeiro/2011

O modelo atual e suas alternativas: Uma agenda de trabalho. Janeiro/2011 O DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO: O modelo atual e suas alternativas: Uma agenda de trabalho Janeiro/2011 O modelo atual (1994/2010) MAIS QUE UM MODELO DE DESENVOLVIMENTO É UM MODELO DE ESTABILIZAÇÃO ECONÔMICA

Leia mais

OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO

OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO OBSTÁCULOS TRIBUTÁRIOS AO CRESCIMENTO TRIBUTAÇÃO, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E CIDADANIA EDUCAÇÃO FISCAL NO CONTEXTO SOCIAL RAZÕES DA CARGA TRIBUTÁRIA. DESENVOLVIMENTO E CONTROLE SOCIAL DO GASTO PÚBLICO

Leia mais

Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade DECOMTEC / FIESP

Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo Departamento de Competitividade DECOMTEC / FIESP PROPOSTA DE DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA DECOMTEC Avaliação do Plano de Desenvolvimento Produtivo MAIO Departamento de Competitividade

Leia mais

Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica

Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica Bernard Appy LCA Consultores TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica Roteiro EFEITOS DO MODELO DE TRIBUTAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL A estrutura tributária

Leia mais

Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação

Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação O processo de desindustrialização pelo qual passa o país deve-se a inúmeros motivos, desde os mais comentados, como a sobrevalorização

Leia mais

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas 26 de Abril de 2006 Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil A Base do Novo

Leia mais

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Fernando Veloso IBRE/FGV Book Launch of Surmounting the Middle Income Trap: The Main Issues for Brazil (IBRE/FGV e ILAS/CASS) Beijing, 6 de Maio

Leia mais

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013

CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIOS 2013: PERSPECTIVAS E O SETOR DE BKs 19/03/2013 CENÁRIO GLOBAL Crescimento global de 3,4 % em 2013 O mundo retoma a média histórica de crescimento (3,4% a.a) Zona do Euro sai da recessão Os EEUU

Leia mais

Máquinas e Equipamentos de Qualidade

Máquinas e Equipamentos de Qualidade Máquinas e Equipamentos de Qualidade 83 A indústria brasileira de máquinas e equipamentos caracteriza-se pelo constante investimento no desenvolvimento tecnológico. A capacidade competitiva e o faturamento

Leia mais

Perspectiva da Indústria de Autopeças no contexto do Inovar-Auto

Perspectiva da Indústria de Autopeças no contexto do Inovar-Auto Perspectiva da Indústria de Autopeças no contexto do Inovar-Auto Apresentação Paulo Butori Presidente do Sindipeças Elaboração: Assessoria Econômica do Sindipeças São Paulo, novembro de 2013 Números do

Leia mais

Medidas de lançamento, agosto de 2011

Medidas de lançamento, agosto de 2011 Brasil Maior Medidas de lançamento, agosto de 2011 ANÁLISE O plano BRASIL MAIOR é a terceira versão de política industrial dos governos do PT. É importante reconhecer o esforço destes três últimos governos

Leia mais

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP 2014. José Ricardo Roriz Coelho

DECOMTEC ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES IC-FIESP 2014. José Ricardo Roriz Coelho Departamento de Competitividade e Tecnologia ÍNDICE FIESP DE COMPETITIVIDADE DAS NAÇÕES E OS FATORES-CHAVE PARA O BRASIL AVANÇAR EM COMPETITIVIDADE IC-FIESP 14 José Ricardo Roriz Coelho PARTE II Novembro

Leia mais

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia

Disciplina: Economia ECN001. Macroeconomia Disciplina: Economia ECN001 Macroeconomia Orçamento do Setor Público É a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas por um Governo em um determinado exercício (geralmente um ano).

Leia mais

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 22 de maio de 2012 1 A situação da economia internacional

Leia mais

Como avançar na melhoria do sistema tributário brasileiro: uma agenda para o curto e o médio prazo

Como avançar na melhoria do sistema tributário brasileiro: uma agenda para o curto e o médio prazo Como avançar na melhoria do sistema tributário brasileiro: uma agenda para o curto e o médio prazo Fórum Estadão Brasil Competitivo: Uma agenda tributária para o Brasil Flavio Castelo Branco Gerente-Executivo

Leia mais

As alíquotas nominais e as alíquotas reais dos impostos sobre a venda da produção

As alíquotas nominais e as alíquotas reais dos impostos sobre a venda da produção As alíquotas nominais e as alíquotas reais dos impostos sobre a venda da produção Divonsir de Jesuz da Silva Dutra (CEFET-PR) divonsirdutra@terra.com.br Dr. Kazuo Hatakeyama (CEFET-PR) kazuo@ppgte.cefetpr.br

Leia mais

NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO

NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO NOVA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO Política de Desenvolvimento Produtivo Elevar dispêndio em P&D Meta: 0,65% PIB Ampliar Investimento Fixo Meta: 21% PIB Posição 2007: 17,6% Macrometas 2010 Dinamização

Leia mais

Sem indústria não há Desenvolvimento

Sem indústria não há Desenvolvimento ESTUDOS E PESQUISAS Nº 622 Sem indústria não há Desenvolvimento Carlos Pastoriza * Fórum Nacional (Sessão Especial) O Brasil que Queremos Nova Grande Concepção: Sair da Crise e Enfrentar os Desafios do

Leia mais

INCIDÊNCIA DE TRIBUTOS NAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS.

INCIDÊNCIA DE TRIBUTOS NAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS. INCIDÊNCIA DE TRIBUTOS NAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS. OUTUBRO DE 2009 1 1. Apresentação Os acordos internacionais de comércio firmados na Organização Mundial do Comércio (OMC) reconhecem a legitimidade de

Leia mais

Universidade de Coimbra Faculdade de Direito. Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social

Universidade de Coimbra Faculdade de Direito. Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social Universidade de Coimbra Faculdade de Direito Crise do Estado Fiscal, Competitividade e Bem-Estar Social Eduardo Molan Gaban Sócio das áreas de Direito Antitruste e Comércio Internacional de Machado Associados

Leia mais

Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Março/2010

Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Março/2010 Programa Automotivo Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Março/2010 Gestor: Paulo Sérgio Bedran Diretor do Departamento de Indústrias de Equipamentos de Transporte

Leia mais

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES. ABIMAQ fevereiro de 2014

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES. ABIMAQ fevereiro de 2014 Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ fevereiro de 2014 Principais Linhas para o setor de BK FINAME: produção e comercialização de máquinas, equipamentos, bens de informática

Leia mais

Planejamento Tributário: O desafio da Logística

Planejamento Tributário: O desafio da Logística Planejamento Tributário: O desafio da Logística Contextualização Tributos O Brasil é considerado o país mais oneroso no que diz respeito a impostos e tributos. Fonte: Receita Federal Contextualização Tributos

Leia mais

Antonio Delfim Netto

Antonio Delfim Netto 7º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais Desafios para a Economia Brasileira Antonio Delfim Netto 28 de agosto de 2015 Campos do Jordão, SP 1 1948 1951 1954 1957 1960 1963 1966 1969

Leia mais

Propostas Governamentais

Propostas Governamentais Propostas Governamentais PRINCÍPIOS DEFENDIDOS PELO FÓRUM DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO SETOR EMPRESARIAL DE MINAS GERAIS Guilherme Velloso Leão Setembro/2014 Lógica do desenvolvimento O que os candidatos

Leia mais

O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global

O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global Jorge A r bache U n i v e r s i d a d e d e B r a s í l i a S E M P E X 2 0 1 4 M a c e i ó, 2 2 / 5 / 2 0 1 4 0,45

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica Desafios para a Indústria Eletroeletrônica 95 O texto aponta as características das áreas da indústria eletroeletrônica no país e os desafios que este setor tem enfrentado ao longo das últimas décadas.

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

IMPA P C A T C O T O D O CUST S O T O BRA

IMPA P C A T C O T O D O CUST S O T O BRA IMPACTO DO CUSTO BRASIL E DO CÂMBIO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA (2004/2010) Janeiro/2011 IMPACTO DO CUSTO BRASIL E DO CÂMBIO E NA INDÚSTRIA BRASILEIRA (2004/2010) O CUSTO BRASIL E O CÂMBIO Custo Brasil Indústria

Leia mais

SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013

SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013 SETOR TÊXTIL E DE CONFECÇÃO BALANÇO 2012 E PERSPECTIVAS 2013 AGUINALDO DINIZ FILHO PRESIDENTE DO CONSELHO DA ABIT JANEIRO DE 2013 ESTRUTURA DA CADEIA PRODUTIVA E DE DISTRIBUIÇÃO TÊXTIL E DE CONFECÇÃO INFOGRÁFICO

Leia mais

Anexo I. Anexo I - Regimes Tributários Especiais Impactos desfavoráveis e alternativas para eliminação destes impactos

Anexo I. Anexo I - Regimes Tributários Especiais Impactos desfavoráveis e alternativas para eliminação destes impactos Anexo I Anexo I - Regimes Tributários Especiais Impactos desfavoráveis e alternativas para eliminação destes impactos 1. Os impactos desfavoráveis sobre a indústria nacional de bens de capital a. O viés

Leia mais

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ 2014

Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ 2014 Apresentação Institucional Departamento de Bens de Capital - BNDES ABIMAQ 2014 Prioridades BNDES Infraestrutura logística e energética Infraestrutura urbana de saneamento e mobilidade. Modernização da

Leia mais

Apoio do BNDES às Empresas de Comércio e Serviços. São Paulo - SP 24.jun.2015

Apoio do BNDES às Empresas de Comércio e Serviços. São Paulo - SP 24.jun.2015 Apoio do BNDES às Empresas de Comércio e Serviços São Paulo - SP 24.jun.2015 Quem somos Fundado em 20 de Junho de 1952 Empresa pública de propriedade integral da União Principal fonte de crédito de longo

Leia mais

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Novembro 2009 DEPARTAMENTO REGIONAL NORDESTE - DENOR O que apoiamos Projetos de investimento em indústria, comércio e serviços aumento da capacidade

Leia mais

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO MP 540/2011: SETOR MOVELEIRO Nossos levantamentos estão baseados nas principais informações levantadas em estudos feitos por diversos setores econômicos. Contamos com

Leia mais

Infraestrutura de Transportes no Brasil Impactos de Investimentos no Crescimento do PIB. Luiz F. M. Vieira, PhD Vice-Presidente

Infraestrutura de Transportes no Brasil Impactos de Investimentos no Crescimento do PIB. Luiz F. M. Vieira, PhD Vice-Presidente São Paulo, 4 de Dezembro de 4 Apresentação Evento MBC Infraestrutura de Transportes no Brasil Impactos de Investimentos no Crescimento do PIB Luiz F. M. Vieira, PhD Vice-Presidente O crescimento do PIB

Leia mais

COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL

COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL 15/03/2012 Joésio D. P. Siqueira Vice-Presidente STCP 1/29 A STCP Conquistas recentes Clientes de 38 países das Américas, África, Europa, Ásia e Oceania 17 escritórios

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 190, DE 2001

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 190, DE 2001 COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 190, DE 2001 Cria contribuição de intervenção no domínio econômico, denominada Contribuição de Equalização Tributária (CET), com base no

Leia mais

IMPOSTOS FEDERAIS: II, IE E IPI

IMPOSTOS FEDERAIS: II, IE E IPI IMPOSTOS FEDERAIS: II, IE E IPI CAIO AUGUSTO TAKANO MESTRANDO EM DIREITO ECONÔMICO, FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO USP ESPECIALISTA EM DIREITO TRIBUTÁRIO IBET PROFESSOR-ASSISTENTE DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DO

Leia mais

Impactos da Redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de Automóveis. Diretoria de Estudos Macroeconômicos/Dimac

Impactos da Redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de Automóveis. Diretoria de Estudos Macroeconômicos/Dimac Impactos da Redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de Automóveis Diretoria de Estudos Macroeconômicos/Dimac NOTA TÉCNICA IPEA Impactos da Redução do Imposto sobre Produtos Industrializados

Leia mais

ESTUDO IBPT Frete marítimo e seu impacto na arrecadação tributária e na inflação

ESTUDO IBPT Frete marítimo e seu impacto na arrecadação tributária e na inflação Junho 2013 ESTUDO IBPT AUMENTO DO FRETE MARÍTIMO NA IMPORTAÇÃO TEM REFLEXOS NA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA E NA INFLAÇÃO Frete marítimo na importação teve aumento de 82,11% em Dólar no período de janeiro de

Leia mais

Uma agenda tributária para o Brasil. Fóruns Estadão Brasil Competitivo Bernard Appy Maio de 2014

Uma agenda tributária para o Brasil. Fóruns Estadão Brasil Competitivo Bernard Appy Maio de 2014 Uma agenda tributária para o Brasil Fóruns Estadão Brasil Competitivo Bernard Appy Maio de 2014 Sumário Introdução Problemas do sistema tributário brasileiro Sugestões de aperfeiçoamento 2 Sumário Introdução

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO Parte II. Manaus, abril de 2013 Jorge de Souza Bispo, Dr. 1

DIREITO TRIBUTÁRIO Parte II. Manaus, abril de 2013 Jorge de Souza Bispo, Dr. 1 DIREITO TRIBUTÁRIO Parte II Manaus, abril de 2013 Jorge de Souza Bispo, Dr. 1 TRIBUTO Definido no artigo 3º do CTN como sendo toda prestação pecuniária compulsória (obrigatória), em moeda ou cujo valor

Leia mais

Incentivos fiscais à Inovação Tecnológica

Incentivos fiscais à Inovação Tecnológica R&D TAX INCENTIVES Incentivos fiscais à Inovação Tecnológica Abril 2013 Agenda Incentivos fiscais da Lei do Bem Conceito de Inovação Tecnológica IN 1.187/11 Controles e Assuntos Controversos Diferenciais

Leia mais

O futuro da tributação sobre o consumo no Brasil: melhorar o ICMS ou criar um IVA amplo? Perspectivas para uma Reforma Tributária

O futuro da tributação sobre o consumo no Brasil: melhorar o ICMS ou criar um IVA amplo? Perspectivas para uma Reforma Tributária 1 XI CONGRESSO NACIONAL DE ESTUDOS TRIBUTÁRIOS O futuro da tributação sobre o consumo no Brasil: melhorar o ICMS ou criar um IVA amplo? Perspectivas para uma Reforma Tributária Osvaldo Santos de Carvalho

Leia mais

Novas Políticas Operacionais BNDES. Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2006

Novas Políticas Operacionais BNDES. Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2006 Novas Políticas Operacionais BNDES Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2006 Preparação do Banco para as novas Políticas Operacionais Aumento da eficiência e agilização dos procedimentos do banco, através

Leia mais

PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS

PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS PLANO BRASIL MAIOR MEDIDAS TRIBUTÁRIAS REINTEGRA Medida Incentivo fiscal à exportação. Beneficiados Pessoa jurídica produtora que efetue exportação direta ou indireta. Condições Exclusivo para bens manufaturados

Leia mais

A RESOLUÇÃO CFC Nº 1409/12 REFLEXOS NA CONTABILIDADE DAS ENTIDADES SEM FINALIDADE DE LUCROS

A RESOLUÇÃO CFC Nº 1409/12 REFLEXOS NA CONTABILIDADE DAS ENTIDADES SEM FINALIDADE DE LUCROS NUTRINDO RELAÇÕES A RESOLUÇÃO CFC Nº 1409/12 REFLEXOS NA CONTABILIDADE DAS ENTIDADES SEM FINALIDADE DE LUCROS APRESENTAÇÃO José Alberto Tozzi Adm. Empresas FGV MBA USP Mestre pela PUC-SP Instrutor de Gestão

Leia mais

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA TRIBUTOS CARGA TRIBUTÁRIA FLS. Nº 1 O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 1. - INTRODUÇÃO A fixação do preço de venda das mercadorias ou produtos é uma tarefa complexa, onde diversos fatores

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA ANÁLISE FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS INTEGRAÇÃO DOS CONCEITOS CONTÁBEIS COM OS CONCEITOS FINANCEIROS FLUXO DE OPERAÇÕES E DE FUNDOS VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA Possibilita um diagnóstico

Leia mais

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO DESONERAÇÃO E EQUALIZAÇÃO

INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO DESONERAÇÃO E EQUALIZAÇÃO INOVAR E INVESTIR PARA SUSTENTAR O CRESCIMENTO DESONERAÇÃO E EQUALIZAÇÃO Medidas Fiscais da Política Industrial 2 Redução de Tributos Equalização de taxas de Juros Simplificação de Operações Redução do

Leia mais

2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro.

2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro. 1 1 2 2 3 2003: ajuste macroeconômico, com corte substancial nos gastos públicos e aumento nas taxas reais de juro. 2004-06: recuperação econômica, com direcionamento do aumento da arrecadação federal

Leia mais

Análise Panorâmica. Sumário 1. Introdução... 2

Análise Panorâmica. Sumário 1. Introdução... 2 Análise Panorâmica Análise Panorâmica Sumário 1. Introdução... 2 2. Indicadores de desempenho... 3 2.1 Carga Tributária da Empresa - Composição Anual... 3 2.2 Grau de Endividamento Tributário... 4 2.3

Leia mais

RESENHA TRIBUTÁRIA ATUALIZADA

RESENHA TRIBUTÁRIA ATUALIZADA RESENHA TRIBUTÁRIA ATUALIZADA! As mudanças no PIS e no Cofins! Lucro real e presumido! IR e CSLL! Simples Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante & Associados, empresa

Leia mais

Ministério da Fazenda. Reforma Tributária. Seminário Internacional sobre o Projeto de Reforma Tributária. Brasília Março de 2009

Ministério da Fazenda. Reforma Tributária. Seminário Internacional sobre o Projeto de Reforma Tributária. Brasília Março de 2009 Reforma Tributária Seminário Internacional sobre o Projeto de Reforma Tributária Brasília Março de 2009 1 O PROJETO DE REFORMA TRIBUTÁRIA RIA 2 Objetivos da Reforma Tributária ria A proposta de Reforma

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012

O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012 Departamento de Competitividade e Tecnologia O Peso da Burocracia Tributária na Indústria de Transformação 2012 Equipe Técnica Setembro de 2013 1 Sumário 1 Introdução 2 Custos do Sistema Tributário 3 Custos

Leia mais

Portal de Informações FEBRABAN. Módulo I Crédito

Portal de Informações FEBRABAN. Módulo I Crédito Portal de Informações FEBRABAN Módulo I Crédito Módulo de dados I: Crédito Sumário Este módulo de dados abrange as operações de crédito com recursos livres e direcionados (taxas de juros administradas)

Leia mais

QUE SISTEMA TRIBUTÁRIO ESTÁ SENDO PENSADO PARA O BRASIL COM A RETOMADA DA DISCUSSÃO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

QUE SISTEMA TRIBUTÁRIO ESTÁ SENDO PENSADO PARA O BRASIL COM A RETOMADA DA DISCUSSÃO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA *José Antonio de França I CONTEXTUALIZAÇÃO O Sistema Tributário Brasileiro é um sistema complexo, composto por muitos impostos, taxas e contribuições de competência Federal, Estadual e Municipal. A tarefa

Leia mais

Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas

Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas Simpósio UNIMED 2015 Cenário econômico-político do Brasil: momento atual e perspectivas Mansueto Almeida 28 de agosto de 2015 Indústria: o que aconteceu? Produção Física da Indústria de Transformação 2002-

Leia mais

Derivativos Oportunidades e Alternativas de Proteção. 17 de setembro de 2008

Derivativos Oportunidades e Alternativas de Proteção. 17 de setembro de 2008 Derivativos Oportunidades e Alternativas de Proteção 17 de setembro de 2008 Presença Global do Unibanco O Unibanco é um dos maiores conglomerados financeiros do Brasil, presente nos principais centros

Leia mais

Perspectivas da Economia Brasileira

Perspectivas da Economia Brasileira Perspectivas da Economia Brasileira Márcio Holland Secretário de Política Econômica Ministério da Fazenda Caxias do Sul, RG 03 de dezembro de 2012 1 O Cenário Internacional Economias avançadas: baixo crescimento

Leia mais

DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS

DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS PERFIL DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS 2014 PER DA IND PERFIL DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Políticas e Estratégia José Augusto

Leia mais

PBM. Agenda Setorial Bens de Capital

PBM. Agenda Setorial Bens de Capital PBM Agenda Setorial Bens de Capital São Paulo, 16 de janeiro de 2013 Objetivos Objetivos: Aumentar o Consumo Aparente de BK, com Redução Simultânea do Coeficiente de Importação Aumentar as Exportações

Leia mais

Cartão BNDES Peças, Partes e Componentes. São Paulo, 23 de setembro de 2010

Cartão BNDES Peças, Partes e Componentes. São Paulo, 23 de setembro de 2010 Cartão BNDES Peças, Partes e Componentes São Paulo, 23 de setembro de 2010 Cartão BNDES Baseado no conceito de cartão de crédito, visa financiar de forma ágil e simplificada os investimentos das MPMEs.

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira

Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira Ajuste Macroeconômico na Economia Brasileira Fundação Getúlio Vargas 11º Fórum de Economia Ministro Guido Mantega Brasília, 15 de setembro de 2014 1 Por que fazer ajustes macroeconômicos? 1. Desequilíbrios

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O LUCRO! Imposto de Renda e Contribuição Social! As alterações mais recentes da legislação da Contribuição Social

IMPOSTOS SOBRE O LUCRO! Imposto de Renda e Contribuição Social! As alterações mais recentes da legislação da Contribuição Social UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 43 IMPOSTOS SOBRE O LUCRO! Imposto de Renda e Contribuição Social! As alterações mais recentes da legislação da Contribuição Social João Inácio Correia (advcor@mandic.com.br)

Leia mais

IMPORTAÇÃO DE MERCADORIAS E MATÉRIAS-PRIMAS

IMPORTAÇÃO DE MERCADORIAS E MATÉRIAS-PRIMAS IMPORTAÇÃO DE MERCADORIAS E MATÉRIAS-PRIMAS De acordo com o princípio contábil do custo como base de valor, o custo de aquisição de um ativo ou dos insumos necessários para fabricá-lo e colocá-lo em condições

Leia mais

Inovação no Brasil nos próximos dez anos

Inovação no Brasil nos próximos dez anos Inovação no Brasil nos próximos dez anos XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas XVIII Workshop ANPROTEC Rodrigo Teixeira 22 de setembro de 2010 30/9/2010 1 1 Inovação e

Leia mais

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional 3 O Cimento no Brasil 3 Processo produtivo 4 Histórico 5 Indústria 6 Produção 7 Consumo 8 Produção e consumo aparente regional 9 Vendas internas e exportação 10 Características da Indústria Cimenteira

Leia mais

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO.

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO. EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO. Análise Econômico-financeira da Concessão A licitante deverá apresentar uma análise econômico-financeira da concessão,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Carga Tributária e seus Efeitos na Economia

Carga Tributária e seus Efeitos na Economia Carga Tributária e seus Efeitos na Economia Jorge Lins Freire Presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia Congresso do Conselho de Contribuintes do Ministério da Fazenda Brasília, 14 de setembro

Leia mais

Brasil 2007 2010: BRIC ou não BRIC?

Brasil 2007 2010: BRIC ou não BRIC? Brasil 27 21: BRIC ou não BRIC? Conselho Regional de Economia, 3 de outubro de 26 Roberto Luis Troster robertotroster@uol.com.br BRIC Brasil, Rússia, Índia e China BRIC Trabalho de 23 da GS Potencial de

Leia mais

PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014

PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014 PROPOSTAS DA INDÚSTRIA PARA AS ELEIÇÕES 2014 Propostas para os candidatos Desde as eleições de 1994, a CNI apresenta à sociedade e aos candidatos sugestões para melhorar o desempenho da economia. Propostas

Leia mais

Workshop Reforma tributária: reflexos sobre empresas e regiões

Workshop Reforma tributária: reflexos sobre empresas e regiões Departamento Jurídico - DEJUR Workshop Reforma tributária: reflexos sobre empresas e regiões Painel - Reforma Tributária à luz do desenvolvimento regional Helcio Honda O que a Sociedade espera de uma Reforma

Leia mais

II) FAT INFRA-ESTRUTURA INSUMOS BÁSICOS E BENS DE CAPITAL SOB ENCOMENDA.

II) FAT INFRA-ESTRUTURA INSUMOS BÁSICOS E BENS DE CAPITAL SOB ENCOMENDA. RESOLUÇÃO Nº 438, DE 2 DE JUNHO DE 2005 Institui o Programa de Apoio a Projetos de Infra-Estrutura - FAT INFRA-ESTRUTURA, cujos recursos serão destinados a financiamentos de projetos de infra-estrutura

Leia mais

CAFÉ COM CRÉDITO. Santo André - SP. 06 de outubro de 2009

CAFÉ COM CRÉDITO. Santo André - SP. 06 de outubro de 2009 CAFÉ COM CRÉDITO Santo André - SP 06 de outubro de 2009 Missão Banco do DESENVOLVIMENTO Competitividade e sustentabilidade Redução das desigualdades sociais e regionais Áreas de atuação Inovação Bens de

Leia mais

Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. Profa. Divane Silva

Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. Profa. Divane Silva Unidade II CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Profa. Divane Silva Contabilidade tributária A disciplina está dividida em 02 Unidades: Unidade I 1. Introdução 2. Impostos Incidentes sobre o Valor Agregado 3. Impostos

Leia mais

Aula 04 IMPOSTOS FEDERAIS

Aula 04 IMPOSTOS FEDERAIS IMPOSTOS FEDERAIS 1- IMPOSTO SOBRE IMPORTAÇÃO (II) É um tributo extrafiscal, pois sua finalidade principal não é arrecadar, mas sim controlar o comércio internacional (intervenção no domínio econômico)

Leia mais

36,6% dos empresários gaúchos julgam que o. 74,4% dos empresários gaúchos consideram que. 66,0% das empresas contempladas pela medida a

36,6% dos empresários gaúchos julgam que o. 74,4% dos empresários gaúchos consideram que. 66,0% das empresas contempladas pela medida a 36,6% dos empresários gaúchos julgam que o faturamento é a melhor base tributária para a contribuição patronal. 74,4% dos empresários gaúchos consideram que a medida contribuirá parcialmente ou será fundamental

Leia mais

A Reindustrialização do Brasil no Contexto de um Projeto Nacional de Desenvolvimento

A Reindustrialização do Brasil no Contexto de um Projeto Nacional de Desenvolvimento A Reindustrialização do Brasil no Contexto de um Projeto Nacional de Desenvolvimento ESPM Novembro / 2013 José Ricardo Roriz Coelho Vice-presidente da FIESP e Diretor-titular do 1 1 Oportunidades 2 Desafios

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em fevereiro/2015. Estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL

NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL NOTAS EXPLICATIVAS BRASILPREV PECÚLIO PGBL E VGBL O que é um Plano Brasilprev Pecúlio? O plano Brasilprev Pecúlio é uma solução moderna e flexível que ajuda você a acumular recursos para a realização dos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

IMPORTAÇÕES DE BENS PARA O ATIVO IMOBILIZADO

IMPORTAÇÕES DE BENS PARA O ATIVO IMOBILIZADO IMPORTAÇÕES DE BENS PARA O ATIVO IMOBILIZADO Sumário 1. Custo de Aquisição 2. Classificação Contábil 2.1 - Variações Cambiais 2.2 - Impostos Incidentes Sobre o Bem Importado 2.3 - IOF Sobre a Operação

Leia mais

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo São Paulo, agosto de 2012 Introdução 1 Contexto Econômico Internacional;

Leia mais

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014 NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO 2010-2014 Março 2015 1 NOTA CEMEC 03/2015 SUMÁRIO Os dados de Contas Nacionais atualizados até o terceiro trimestre de 2014 revelam a continuidade da

Leia mais