PRODUTIVIDADE E A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS NA HOTELARIA E GASTRONOMIA BRASILEIRA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRODUTIVIDADE E A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS NA HOTELARIA E GASTRONOMIA BRASILEIRA"

Transcrição

1 PRODUTIVIDADE E A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS NA HOTELARIA E GASTRONOMIA BRASILEIRA SUBSÍDIOS ESPECIAIS PARA FERTHORESP / FERTHOTEL FEVEREIRO ALOISIO LEÃO DA COSTA...o IBGE realiza anualmente a Pesquisa Anual de Serviços (PAS), divulgada com alguma defasagem anual, porém, com dados muito interessantes sobre informações econômico-financeiras que permitem estimar as características estruturais básicas de vários segmentos de atividade econômica nos serviços não-financeiros. Entre esses segmentos, vamos analisar a hotelaria e gastronomia, extraindo dados que poderão ser muito úteis nas mesas de negociação....a PAS tem uma característica fundamental, que é a amostragem, ou seja, não constitui um quadro definido como é a Rais (Relação Anual de Informações Sociais) para o emprego em carteira assinada. A amostragem envolve empresas de serviços em todo país, com mão de obra formal e informal, estratificadas para dar a dimensão de cada setor na economia. Logo, a amostra não significa a totalidade geral do país em termos de mão de obra, renda, emprego, faturamento empresarial, etc. GASTOS COM PESSOAL: a PAS considera gastos com pessoal todas as formas de salários e remunerações, importâncias pagas a título de salários fixos, honorários da diretoria, comissões sobre vendas, horas extras, participação nos lucros, ajudas de custo, 13º salário, abono financeiro de 1/3 das férias, sem dedução das parcelas correspondentes às cotas do INSS ou de consignação de interesse de empregados, FGTS e indenizações trabalhistas. INTRODUÇÃO: os textos acima foram extraídos de um estudo enviado em 2010, abordando a Pesquisa Anual de Serviços do IBGE, e que servem para recapitulação de aspectos metodológicos, ajudando a compreensão deste novo estudo, a partir da divulgação da PAS 2008 e Este novo estudo vai incorporar, ao seu final, uma novidade muito interessante para a categoria hoteleira, revelando um indicador de produtividade setorial que parte do conceito de valor adicionado, e que pode ser outro importante elemento para argumentação nas campanhas setoriais. A ressalva fica por conta da forma de divulgação destes dados pelo IBGE, sempre em caráter nacional, sem desagregação por estados, regiões ou municípios, infelizmente. PERFIL DA AMOSTRA Partindo da análise da PAS 2009, a pesquisa mostra um conjunto de 187 mil empresas na gastronomia (88,1% do total) e 25,3 mil na hotelaria (11,9%) em todo país. A ocupação, segundo a PAS, acompanha números da Rais do Ministério do Trabalho e Emprego.

2 A ocupação assalariada na hotelaria totaliza 20,5% e na gastronomia 79,5% (ver tabela); uma distribuição total da ocupação segundo a PAS pode ser vista no gráfico abaixo: Proprietários e sócios 15% Proprietários cooperados 0% Familiares sem remuneração 2% Assalariados na hotelaria 19% Assalariados na gastronomia 64% Distribuição segundo natureza da ocupação -Hotelaria e Gastronomia - Brasil A maioria (64%) é formada por assalariados da gastronomia; outros 19% dos assalariados estão na hotelaria. Cerca de17% é resultado da ocupação formada por pequenos proprietários e sócios (que têm seu pró-labore ou realizam suas retiradas ou honorários), familiares sem remuneração e até mesmo cooperados cujos valores absolutos podem ser visualizados na tabela abaixo: Número de empresas e distribuição da ocupação Hotelaria e Gastronomia - Brasil Atividades Nº de Total de Pessoal Proprietários Proprietários Familiares sem empresas trabs. assalariado e sócios cooperados remuneração Hotelaria Gastronomia Total geral Fonte: PAS IBGE 2009

3 Outra informação relevante da PAS é a distribuição das empresas e dos trabalhadores segundo ocupação; o universo de micro e pequenas empresas, empregando, no máximo, 19 trabalhadores é formado por 94% do total. 20 ou mais trabs. 6% até 19 trabs. 94% Distribuição das empresas segundo a ocupação - Hotelaria e Gastronomia - Brasil Esse mesmo universo de micro e pequenas empresas com até 19 trabalhadores são responsáveis pelo total de 53% da ocupação ao final de 2009, num segmento de atividade marcado fortemente por alta rotatividade, que não é objeto deste estudo. Distribuição da ocupação segundo tamanho da empresa - Hotelaria e Gastronomia - Brasil ou mais trabs. 47% até 19 trabs. 53% No segmento da hotelaria, evidentemente, há uma participação relativa acima da média de empresas com 20 ou mais trabalhadores (24,3%), em números que podem ser observados na tabela que se segue:

4 Distribuição das empresas segundo a ocupação Hotelaria e Gastronomia - Brasil Empresas Com até 19 trabalhadores Com 20 ou mais trabalhadores Atividade Nº de Em % Nº de Em % Nº de Em % Nº de Em % Empresas Trabs. Empresas Trabs. Hotelaria , , , ,4 Gastronomia , , , ,6 Total , , , ,0 Fonte: PAS IBGE 2009 GASTOS COM PESSOAL E RECEITA LÍQUIDA DAS EMPRESAS O indicador da relação gastos com pessoal comparado com a receita líquida é valioso para as mesas de negociação, sobretudo porque a choradeira empresarial em relação a custos é fato notório. Com base em pesquisas de consultorias hoteleiras e gastronômicas, ficou evidenciado que o peso de salários e encargos em relação à receita líquida das empresas da hotelaria e gastronomia tem girado na casa de 20% e continua em queda, principalmente depois de 2005, com o forte aquecimento da economia, permitindo, por exemplo, aumento de diárias médias na hotelaria e do consumo de refeições fora do domicílio, itens que têm se mantido em patamares bastante superiores a inflação. Pela PAS do IBGE, por diferenças metodológicas relacionadas à inclusão de variáveis como retiradas/pró-labore ou honorários destinados a proprietários, sócios e cooperados, indenizações trabalhistas, já citados na introdução deste trabalho, a relação gastos com pessoal X receita líquida é maior, oscilando na casa de 30%, na média geral das atividades de hotelaria e gastronomia, conforme a tabela:

5 PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS - IBGE - PRINCIPAIS INDICADORES SETORES DE ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO - BRASIL RELAÇÃO GASTOS COM PESSOAL X RECEITA LÍQUIDA VARIÁVEIS \PERÍODO SERVIÇOS DE ALOJAMENTO NÚMERO DE EMPRESAS (Unidades) PESSOAL OCUPADO EM 31/12 (Pessoas) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (Mil Reais) GASTOS COM PESSOAL - total (Mil Reais) RELAÇÃO GASTOS X RECEITA (em %) 37,9 37,6 35,1 36,0 35,0 34,2 34,7 SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO NÚMERO DE EMPRESAS (Unidades) PESSOAL OCUPADO EM 31/12 (Pessoas) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (Mil Reais) GASTOS COM PESSOAL - total (Mil Reais) RELAÇÃO GASTOS X RECEITA (em %) 29,8 29,9 30,1 31,8 29,8 31,7 29,7 TOTAL GERAL NÚMERO DE EMPRESAS (Unidades) PESSOAL OCUPADO EM 31/12 (Pessoas) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (Mil Reais) GASTOS COM PESSOAL - total (Mil Reais) RELAÇÃO GASTOS X RECEITA (em %) 31,7 31,7 31,3 32,7 30,9 32,3 30,7 Elaboração: Aloisio Leão da Costa Na hotelaria, os gastos com pessoal têm ficado próximo dos 34%; explica-se pela estrutura operacional que requer uma mão de obra mais qualificada, em linhas gerais, que os segmentos da gastronomia, em sua maioria, pequenas empresas. Da relação gastos X receita podemos comprovar o impactos das correções sobre salários, por exemplo, mostrando que os números são viáveis, mas o comportamento empresarial é o de sempre negar primeiro, dificultando a elevação dos salários reais e desmotivando os trabalhadores. A correção salarial por indicador de preços qualquer (INPC ou ICV) é o patamar mínimo para garantir determinado poder aquisitivo ao longo de um ano, sendo portanto, imperativo direito do trabalhador.

6 E um aumento real de 10% corresponderia a qual aumento com gastos com salários? É o que se pode observar na próxima tabela: RELAÇÃO GASTOS COM PESSOAL x RECEITA LÍQUIDA (em %) Hipótese com aumento real de 10% PERÍODO SERVIÇOS DE ALOJAMENTO 41,7 41,3 38,6 39,6 38,5 37,6 38,1 SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO 32,8 32,9 33,1 35,0 32,8 34,9 32,7 TOTAL GERAL 34,9 34,8 34,4 36,0 34,0 35,5 33,8 Assim, um aumento real de 10%, na hotelaria, por exemplo, mudaria a relação gastos X receita do patamar de 34,7% para 38,1%, ou seja, um acréscimo de 3,4 pontos percentuais. Da mesma forma, na gastronomia, a relação gastos X receita mudaria do patamar de 29,7% para 32,7% com acréscimo de 3 pontos percentuais. Na média dos dois setores, 3,1 pontos percentuais; outras possibilidades podem ser vistas na tabela abaixo: IMPACTOS DE AUMENTO REAL NA RELAÇÃO GASTOS COM PESSOAL x RECEITA LÍQUIDA (em %) AUMENTO REAL (em %) 5,0 5,5 6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 SERVIÇOS DE ALOJAMENTO SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO TOTAL GERAL Sal. X Rec. 36,4 36,6 36,8 37,1 37,5 37,8 38,2 Impacto 1,7 1,9 2,1 2,4 2,8 3,1 3,4 Sal. X Rec. 31,2 31,3 31,5 31,8 32,1 32,4 32,7 Impacto 1,5 1,6 1,8 2,1 2,4 2,7 3,0 Sal. X Rec. 32,2 32,4 32,5 32,8 33,2 33,5 33,8 Impacto 1,5 1,7 1,8 2,1 2,5 2,8 3,1 Elaboração de Aloisio Leão da Costa com base na PAS IBGE 2009

7 PRODUTIVIDADE E VALOR ADICIONADO PRODUTIVIDADE: uma das formas de medir a produtividade do trabalho é estabelecer uma razão entre a variação do valor adicionado e a variação do pessoal ocupado de um ano para o outro. VALOR ADICIONADO: é o resultado do Valor Bruto da Produção, calculado em reais, porém descontado todas as despesas para operação das atividades da empresa, como compra de mercadorias e mantimentos, combustíveis e lubrificantes, serviços terceirizados, aluguéis, telefonia, energia, água, gás, etc. com exceção dos gastos com pessoal. O Valor Adicionado é a soma, em reais, gerada pelo conjunto de trabalhadores da empresa. VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO: é o resultado da Receita Operacional Líquida descontando custos de mercadorias revendidas e acrescentando subvenções e outras fontes de receitas que não constituem a atividade principal da empresa. A receita líquida é resultado do faturamento menos a carga de impostos incidentes para o exercício da atividade. Nº ÍNDICE: é uma série estatística que permite visualizar a evolução de um indicador qualquer ao longo de determinado período; neste caso, a produtividade partindo da base 100 no ano de Em outras palavras, alguma coisa valia 100 em tal ano e hoje vale 200, permitindo comparações com a inflação, por exemplo. Os conceitos acima ajudam a compreender a linha metodológica que vai embasar o cálculo da produtividade nos segmentos da hotelaria (serviços de alojamento) e gastronomia (serviços de alimentação), e estão em sintonia com IBGE e Dieese. A primeira constatação é que, apesar de ser um segmento de atividade marcado pela abusiva rotatividade anual, as taxas de produtividade são consideradas elevadas, conforme mostra a tabela que se segue. Cabe lembrar que os valores estão expressos em Mil R$; logo, exemplificado, no segmento de alojamento/ hotelaria o valor adicionado correspondeu a 6 bilhões, 818 milhões e 995 mil reais. De uma forma resumida e fácil entendimento, a PRODUTIVIDADE de cada trabalhador INDIVIDUALMENTE, gerou anualmente, em média, os seguintes valores em R$ no ano de 2009: ATIVIDADE PRODUTIVIDADE POR TRABALHADOR ALOJAMENTO/ HOTELARIA: R$ ,00 ALIMENTAÇÃO/ GASTRONOMIA: R$ ,00 MÉDIA GERAL: R$ ,00

8 Cada trabalhador da hotelaria e gastronomia, na média geral em todo país, contribuiu para a geração de R$ ,00 do valor adicionado. Na hotelaria esse valor foi ainda maior: R$ ,00. Uma atualização desses valores para dezembro de 2011 significaria multiplicá-los por 1,129 ou acrescentar 12,9% como inflator de preços; isso elevaria, na média, uma produtividade de R$ ,00 por cada trabalhador brasileiro empregado na hotelaria e gastronomia. PRODUTIVIDADE NA HOTELARIA E GASTRONOMIA Brasil /9 - Valor adicionado X Pessoal ocupado PERÍODO ALOJAMENTO Valor adicionado (Mil R$) A Pessoal ocupado B Produtividade (Mil R$) A/B C 11,55 12,41 15,68 15,75 17,22 20,46 22,81 Nº índice D 100,00 107,51 135,76 136,35 149,06 177,10 197,48 Variação anual (%) E n.d. 7,51 26,28 0,43 9,32 18,81 11,50 ALIMENTAÇÃO Valor adicionado (Mil R$) A Pessoal ocupado B Produtividade (Mil R$) A/B C 7,63 8,63 9,80 10,38 14,13 14,18 17,89 Nº índice D 100,00 113,11 128,46 136,03 185,14 185,78 234,49 Variação anual (%) E n.d. 13,11 13,57 5,89 36,11 0,35 26,22 TOTAL Valor adicionado (Mil R$) A Pessoal ocupado B Produtividade (Mil R$) A/B C 8,41 9,42 10,97 11,35 14,71 15,43 18,83 Nº índice D 100,00 111,92 130,33 134,90 174,78 183,39 223,78 Variação anual (%) E n.d. 11,92 16,45 3,51 29,56 4,93 22,03 Fonte: PAS IBGE Elaboração: Aloisio Leão da Costa A análise do nº índice e dos % que expressam a variação de um ano para o anterior (barra amarela) mostram dados surpreendentes em relação à produtividade na hotelaria e gastronomia.

9 O número índice acumulado após 2003 até 2009, na média dos dois segmentos (alojamento e alimentação) é de 223,78, o que significa uma variação de 123,78% no período, expressando a variação da produtividade acumulada. A taxa de inflação medida pelo INPC IBGE, no mesmo período, chegou a 33,62%; assim, a produtividade do trabalhador evoluiu em 67,5% acima do INPC. Na mesma linha de análise, a produtividade cresceu 97,48% na hotelaria e 134,49% na gastronomia após 2003 até 2009, contados, portanto, 6 anos. As variações da produtividade de um ano comparada ao anterior, expressos na barra amarela, mostram que foram poucos os anos em que o patamar ficou abaixo de 5%. Em 2009, quando a inflação acumulada no ano totalizou 4,11%, a produtividade cresceu 11,5% na hotelaria e 26,22% na gastronomia, ficando a média geral dos dois setores de atividade em 22,03%. São números bastante significativos para um país que, na proximidade dos grandes eventos esportivos como a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas em 2016, carece de uma mão de obra valorizada profissionalmente, com qualificação profissional e salários dignos que permitam sua melhoria da qualidade de vida. ALC/fev.2012

A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL

A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL A MULHER TRABALHADORA NO SETOR DA HOTELARIA E GASTRONOMIA EM SÃO PAULO E NO BRASIL Um estudo de perfil sócio-econômico para subsidiar ações estratégicas na categoria MARÇO DE 2010 ALOISIO LEÃO DA COSTA

Leia mais

Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010

Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010 Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010 1) Conjuntura Econômica Em função dos impactos da crise econômica financeira mundial, inciada no setor imobiliário

Leia mais

São Paulo, 14 de julho de 2004. COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

São Paulo, 14 de julho de 2004. COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO São Paulo, 14 de julho de 2004. COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO E OS TRABALHADORES Pulverizado, com uma grande concentração de empresas de pequeno porte - mais de 60% dos trabalhadores estão

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Pesquisa Anual da Indústria da Construção - PAIC levanta informações sobre o segmento empresarial da indústria da construção A em todo o Território Nacional. A presente análise apresenta

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE DEZEMBRO DE 2013 CURITIBA E R.M Este relatório, referente ao mês de Dezembro de 2013, da Pesquisa Conjuntural

Leia mais

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO No Modelo de Plano de Negócio, disponível no seu ambiente do Concurso você terá um passo a passo para elaborar o seu Plano, bem como todo o conteúdo necessário

Leia mais

Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p. Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa):

Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p. Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa): Pesquisa Industrial Anual Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa): Aluguéis e arrendamentos Despesas com

Leia mais

ASPECTOS RELEVANTES DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA O que o executivo precisa saber Definição e cálculo de salários, encargos e benefícios

ASPECTOS RELEVANTES DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA O que o executivo precisa saber Definição e cálculo de salários, encargos e benefícios UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 39 ASPECTOS RELEVANTES DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA O que o executivo precisa saber Definição e cálculo de salários, encargos e benefícios Dr. Oscar Azevedo (info@azevedoguedes.adv.br)

Leia mais

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas

número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas número 3 maio de 2005 A Valorização do Real e as Negociações Coletivas A valorização do real e as negociações coletivas As negociações coletivas em empresas ou setores fortemente vinculados ao mercado

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Olá, pessoal! Hoje trago uma aula sobre a Demonstração do Valor Adicionado DVA, que foi recentemente tornada obrigatória para as companhias abertas pela Lei 11.638/07, que incluiu o inciso V ao art. 176

Leia mais

Estudo aponta que o salário mínimo aumentou 1.019,2% em 20 anos de Plano Real

Estudo aponta que o salário mínimo aumentou 1.019,2% em 20 anos de Plano Real Veículo: Bahia Negócios Data: 28/05/14 Estudo aponta que o salário mínimo aumentou 1.019,2% em 20 anos de Plano Real Em 1994, quando foi instituído o Plano Real, o salário mínimo custava R$ 64,79. Passados

Leia mais

Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história. Gráfico 1 Cesta Básica DIEESE/PROCON Valor Diário (EM URV/Real) 190,00 2º. Sem.

Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história. Gráfico 1 Cesta Básica DIEESE/PROCON Valor Diário (EM URV/Real) 190,00 2º. Sem. ANOTE Informativo Eletrônico do DIEESE Ano 4, N.º. 38 Maio de 2.003 1 CONJUNTURA Cesta Básica DIEESE/PROCON atinge o maior valor de sua história Calculada diariamente desde março de 1990, ou seja, a mais

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Setembro 2011 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

13º salário deve injetar R$ 158 bilhões na economia

13º salário deve injetar R$ 158 bilhões na economia 1 São Paulo, 04 de novembro de 2014 13º salário deve injetar R$ 158 bilhões na economia NOTA À IMPRENSA Até dezembro de 2014, estima-se que deverão ser injetados na economia brasileira cerca de R$ 158

Leia mais

CRESCE O DESEMPREGO NA GRANDE FORTALEZA

CRESCE O DESEMPREGO NA GRANDE FORTALEZA PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA 1 MARÇO DE 2015 Ano 8 Divulgação Nº03 CRESCE O DESEMPREGO NA GRANDE FORTALEZA As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego

Leia mais

Conseguimos te ajudar?

Conseguimos te ajudar? Controlar suas finanças deve ser um hábito. Não com o objetivo de restringir seus sonhos de consumo, mas sim de convidá-lo a planejar melhor a realização da cada um deles, gastando o seu dinheiro de maneira

Leia mais

Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e FEVEREIRO DE 2010

Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e FEVEREIRO DE 2010 Grupo II Impacto do Custo Brasil na competitividade sistêmica e setorial da indústria brasileira de bens de capital FEVEREIRO DE 2010 1 Objetivo O presente trabalho se propõe a mensurar o Custo Brasil,

Leia mais

PED-RMPA INFORME ESPECIAL IDOSOS

PED-RMPA INFORME ESPECIAL IDOSOS A POPULAÇÃO IDOSA NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE SETEMBRO - 2008 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE PED-RMPA INFORME ESPECIAL IDOSOS

Leia mais

PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/2013 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis

PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/2013 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/201 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis Com 4,27 no mes, Minas Gerais e Paraná registraram as maiores taxas de juros

Leia mais

O TRABALHO POR CONTA PRÓPRIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL

O TRABALHO POR CONTA PRÓPRIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Nº 5 Fevereiro 2011 O TRABALHO POR CONTA PRÓPRIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL O desenvolvimento capitalista no Brasil alcançou um impulso formidável no século passado, dotando, em curto espaço de tempo, uma economia

Leia mais

Composição das Mensalidades para 2012

Composição das Mensalidades para 2012 Composição das Mensalidades para 2012 SEMESP Rodrigo Capelato 11/11/2011 Agenda 1. Formação do Preço pelo Custo Implantação dos Centro de Custos Critério de Rateio 2. Reajuste sobre a Inflação Como medir

Leia mais

ANEXO II ANEXO III COMPROVANTES DE RESIDÊNCIA

ANEXO II ANEXO III COMPROVANTES DE RESIDÊNCIA ANEXO II DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO E DOS MEMBROS DE SEU GRUPO FAMILIAR O coordenador do Prouni deverá solicitar, salvo em caso de dúvida, somente um dos seguintes comprovantes de identificação:

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo da contribuição previdenciária sobre Pro Labore

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo da contribuição previdenciária sobre Pro Labore Cálculo da contribuição previdenciária sobre Pro 10/07/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5. Informações

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS - MAIO As taxas de juros das operações de crédito ficaram estáveis em maio/2013. Vale destacar que em maio o Banco Central voltou a elevar

Leia mais

Indicador de qualidade do mercado de trabalho da Região Metropolitana de Salvador

Indicador de qualidade do mercado de trabalho da Região Metropolitana de Salvador ÍNDICE DE qualidade DO MERCADO DE TRABALHO Nov. 2011-fev. 2012 Indicador de qualidade do mercado de trabalho da Região Metropolitana de Salvador O Índice de Qualidade do Mercado de Trabalho da Região Metropolitana

Leia mais

SINCOR-SP 2016 ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2016 ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 Sumário Palavra do presidente... 4 Objetivo... 5 1. Carta de Conjuntura... 6 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 7 3. Análise macroeconômica...

Leia mais

BALANCETES E RELATÓRIOS

BALANCETES E RELATÓRIOS Matéria - Contabilidade SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Balancetes NBC T 2.7 3. Modelos de Balancetes 4. Relatórios 4.1. Relatórios por área de responsabilidade BALANCETES E RELATÓRIOS 5. Balancetes

Leia mais

TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás

TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás O presente informe técnico tem o objetivo de mostrar a importância da micro e pequena empresa para o Estado de Goiás, em termos de geração de emprego

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Abril / 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Conjuntura - Saúde Suplementar 25º Edição - Abril de 2014 SUMÁRIO Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação 3 Seção Especial 5 Nível de Atividade 8 Emprego 9 Emprego direto em planos de saúde 10 Renda

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Obrigações Previdenciárias quando a Empresa Contratar Cooperativa de Trabalho

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Obrigações Previdenciárias quando a Empresa Contratar Cooperativa de Trabalho Obrigações Previdenciárias quando a Empresa Contratar Cooperativa de Trabalho 27/10/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Análise da Legislação... 3 3. Processos Impactados... 5 4. Conclusão...

Leia mais

Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica

Bernard Appy LCA Consultores. TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica Bernard Appy LCA Consultores TRIBUTOS E ENCARGOS SOBRE A ELETRICIDADE: Impactos sobre a Eficiência Econômica Roteiro EFEITOS DO MODELO DE TRIBUTAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL A estrutura tributária

Leia mais

FATURAMENTO DO CLUBE

FATURAMENTO DO CLUBE Finanças coloradas têm aumento de receitas e redução de custos Estamos apresentando a situação financeira do Internacional relativamente posição de agosto 2015. Balancete incluindo saldos patrimoniais

Leia mais

Análise Econômica do Mercado de Resseguro no Brasil

Análise Econômica do Mercado de Resseguro no Brasil Análise Econômica do Mercado de Resseguro no Brasil Estudo encomendado a Rating de Seguros Consultoria pela Terra Brasis Resseguros Autor: Francisco Galiza Sumário 1. Introdução... 3 2. Descrição do Setor...

Leia mais

RELATÓRIOS GERENCIAIS

RELATÓRIOS GERENCIAIS RELATÓRIOS GERENCIAIS Neste treinamento vamos abordar o funcionamento dos seguintes relatórios gerenciais do SisMoura: Curva ABC Fluxo de Caixa Semanal Análise de Lucratividade Análise Financeira o Ponto

Leia mais

Pesquisa Anual de Serviços

Pesquisa Anual de Serviços 1 Pesquisa Anual de Serviços Perguntas e Respostas Qual o destaque da pesquisa? O setor movimentou R$ 1,1 trilhão em receita operacional líquida i, respondeu por 11 993 942 mil pessoas ocupadas e pagou

Leia mais

SINCOR-SP 2016 FEVEREIRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2016 FEVEREIRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS FEVEREIRO 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 6 3. Análise macroeconômica...

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 193-CAD/UNICENTRO, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. Aprova instruções para a elaboração dos orçamentos dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu. O VICE-REITOR, NO EXERCÍCIO DO CARGO DE REITOR DA UNIVERSIDADE

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Júlio Delgado) O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei.

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Júlio Delgado) O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei. PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Júlio Delgado) Institui o Programa de Inclusão Social do Trabalhador Informal (Simples Trabalhista) para as microempresas e empresas de pequeno porte de que trata o art.

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção Imposto de Renda para Empregados com Multiplos Vínculos.

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção Imposto de Renda para Empregados com Multiplos Vínculos. Retenção Imposto de Renda para Empregados com Multiplos Vínculos. 23/05/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 5 4. Conclusão...

Leia mais

GT Grupo de Estudos e Pesquisas em Espaço. Trabalho, Inovação e Sustentabilidade. Modalidade da apresentação: Comunicação oral

GT Grupo de Estudos e Pesquisas em Espaço. Trabalho, Inovação e Sustentabilidade. Modalidade da apresentação: Comunicação oral GT Grupo de Estudos e Pesquisas em Espaço. Trabalho, Inovação e Sustentabilidade. Modalidade da apresentação: Comunicação oral Emprego Doméstico: Evolução ou Precarização? (2004-2014) Resumo: O presente

Leia mais

Economia 2º Período. Fundamentos de Macroeconomia (Aula-V) 19/10/2014. Fundamentos de Macroeconomia. Fundamentos de Macroeconomia. Prof.

Economia 2º Período. Fundamentos de Macroeconomia (Aula-V) 19/10/2014. Fundamentos de Macroeconomia. Fundamentos de Macroeconomia. Prof. (Aula-V) 19/10/2014 UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Economia 2º Período Noções de Contabilidade Nacional e Cálculo do PIB Professor : Johnny Luiz Grando Johnny@unochapeco.edu.br 5. Noções

Leia mais

CUSTO UNITÁRIO DE MÃO-DE-OBRA. Kelly Amichi

CUSTO UNITÁRIO DE MÃO-DE-OBRA. Kelly Amichi CUSTO UNITÁRIO DE MÃO-DE-OBRA Kelly Amichi O custo de mão-de-obra refere-se ao montante das despesas dos serviços prestados pelos funcionários à empresa. É o segundo maior custo no segmento de refeições

Leia mais

SINCOR-SP 2015 NOVEMBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 NOVEMBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS NOVEMBRO 20 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Política de Valorização do Salário Mínimo: Valor para 2014 será de R$ 724,00

Política de Valorização do Salário Mínimo: Valor para 2014 será de R$ 724,00 Nota Técnica Número 132 dezembro 2013 Política de Valorização do Salário Mínimo: Valor para 2014 será de Salário Mínimo de 2014 será de A partir de 1º de janeiro de 2014, o valor do Salário Mínimo passa

Leia mais

Balanço Patrimonial: Grupo de Contas

Balanço Patrimonial: Grupo de Contas 3 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas 3.1 JUSTIFICATIVAS Como foi visto no capítulo anterior, o Balanço Patrimonial é constituído de Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido. O Ativo, por sua vez, compõe-se

Leia mais

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0%

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0% Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 58 1 a 15 de setembro de 2010 PIB TRIMESTRAL Segundo os dados

Leia mais

Artigo publicado. na edição 34. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. maio e junho de 2013

Artigo publicado. na edição 34. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. maio e junho de 2013 Artigo publicado na edição 34 Assine a revista através do nosso site maio e junho de 2013 www.revistamundologistica.com.br Paulo Guedes :: opinião Gastos e Custos Logísticos diferenciar para compreender

Leia mais

Balanço Social das Empresas

Balanço Social das Empresas Balanço Social das Empresas Aqui inicia-se a construção do Balanço Social de sua empresa, no modelo proposto pelo Ibase. Este importante documento deve ser resultado de um amplo processo participativo

Leia mais

PARECER DE ORIENTAÇÃO CVM Nº 17, DE 15 DE FEVEREIRO DE 1989.

PARECER DE ORIENTAÇÃO CVM Nº 17, DE 15 DE FEVEREIRO DE 1989. 1. INTRODUÇÃO EMENTA: Procedimentos a serem observados pelas companhias abertas e auditores independentes na elaboração e publicação das demonstrações financeiras, do relatório da administração e do parecer

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Nota metodológica das Contas Regionais Referência 2010

DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Nota metodológica das Contas Regionais Referência 2010 DIRETORIA DE PESQUISAS DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Nota metodológica das Contas Regionais Referência 2010 (versão para informação e comentários) Versão 1 Outubro de 2015 1 Nota metodológica

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE DATA: 08/02/2015. HORÁRIO: das 09 às 12 horas

CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE DATA: 08/02/2015. HORÁRIO: das 09 às 12 horas Realização: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CADERNO DE QUESTÕES PROCESSO SELETIVO TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA (TRV) 2ª ETAPA EDITAL 02/2015-COPESE CURSO: BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Leia mais

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DE PORTO ALEGRE NOS ANOS 2000 Boletim Especial: Dia Internacional das Mulheres MARÇO/2010 Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho

Leia mais

Estudo Especial. Evolução do EC Bahia Finanças e Marca 2008/2012

Estudo Especial. Evolução do EC Bahia Finanças e Marca 2008/2012 Estudo Especial Evolução do EC Bahia Finanças e Marca 2008/2012 1 Sumário Introdução... pg 04 Análise do Balanço Patrimonial... pg 05 Highlights... pg 06 Principais Indicadores... pg 16 Valor da Marca...

Leia mais

NOTA CEMEC 05/2015 INVESTIMENTO E RECESSÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA 2010-2015: 2015: UMA ANÁLISE SETORIAL

NOTA CEMEC 05/2015 INVESTIMENTO E RECESSÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA 2010-2015: 2015: UMA ANÁLISE SETORIAL NOTA CEMEC 05/2015 INVESTIMENTO E RECESSÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA 2010-2015: 2015: UMA ANÁLISE SETORIAL Agosto de 2015 O CEMEC não se responsabiliza pelo uso dessas informações para tomada de decisões

Leia mais

BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL

BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL 3º TRIMESTRE DE 2011 Fortaleza-CE

Leia mais

Treinamento Sistema Folha Union Módulo I

Treinamento Sistema Folha Union Módulo I FOLHA DE PAGAMENTO MÓDULO I - TABELAS O sistema de folha foi desenvolvido especialmente para simplificar a rotina do departamento de pessoal, dinamizando informações e otimizando rotinas. Esta apostila

Leia mais

Expediente: Autor: Érika Andreassy Editor Responsável: Érika Andreassy Diagramação: Érika Andreassy Abril/ 2012 2

Expediente: Autor: Érika Andreassy Editor Responsável: Érika Andreassy Diagramação: Érika Andreassy Abril/ 2012 2 A mulher no mercado de trabalho e na organização sindical Expediente: Produzido pelo Instituto Latinoamericano de Estudos Socioeconômicos. Praça Padre Manuel da Nóbrega, 16-4º andar. Sé - São Paulo SP.

Leia mais

3 O Panorama Social Brasileiro

3 O Panorama Social Brasileiro 3 O Panorama Social Brasileiro 3.1 A Estrutura Social Brasileira O Brasil é um país caracterizado por uma distribuição desigual de renda. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

CARTILHA DO PLANO DE BENEFÍCIO DEFINIDO

CARTILHA DO PLANO DE BENEFÍCIO DEFINIDO CARTILHA DO PLANO DE BENEFÍCIO DEFINIDO Fevereiro/2012 Apresentação Prezado participante, Com o objetivo de mostrar como funciona a Fundação Coelce de Seguridade Social Faelce e o Plano de Benefícios Definidos,

Leia mais

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE Matéria Elaborada com Base na Legislação Vigente em: 26/12/2012. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - ALCANCE DA ITG 1000 3

Leia mais

PED ABC Novembro 2015

PED ABC Novembro 2015 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1 Novembro 2015 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO DO ABC Diferenciais de inserção de negros e não negros no mercado de trabalho em 2013-2014 Dia

Leia mais

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO REGIÃO OESTE

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO REGIÃO OESTE FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DO PARANÁ PESQUISA CONJUNTURAL DO COMÉRCIO ANÁLISE CONJUNTURAL DO MÊS DE MARÇO DE 2013 REGIÃO OESTE Este relatório, referente ao mês de MARÇO de 2013, da Pesquisa Conjuntural do Comércio

Leia mais

A produtividade da Construção Civil brasileira

A produtividade da Construção Civil brasileira A produtividade da Construção Civil brasileira Índice equipe fgv cbic 3 Apresentação Diretor do Projeto: Ricardo Simonsen Presidente: Paulo Safady Simão 5 6 8 16 Uma Construção cada vez mais formalizada

Leia mais

SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA. Presidente Nacional João Alberto Viol

SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA. Presidente Nacional João Alberto Viol SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA Presidente Nacional João Alberto Viol Diretor Executivo Antonio Othon Pires Rolim Gerente Executivo Claudinei Florencio Consultor

Leia mais

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIAS EIRELI X MEI ALUNA: Karen Lorena Guzmán Rodriguez 3º ano de Ciências Contábeis 2012 EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LTDA DEFINIÇÃO A Definição do Empresário Individual

Leia mais

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO E DE BENS DE CAPITAL Uma análise do período 2000 2011 Abril de 2012 A competitividade da ind. de transformação e de BK A evolução do período 2000 2011, do:

Leia mais

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO INVESTCO S.A. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO Aos Srs. Acionistas Investco S.A. Anexo I - Comentários dos Diretores da Companhia Contas dos Administradores referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012.

Leia mais

SINCOR-SP 2015 DEZEMBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 DEZEMBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS DEZEMBRO 20 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Análise das Medidas Provisórias 664 e 665. Análise de Conjuntura. Janeiro 2015

Análise das Medidas Provisórias 664 e 665. Análise de Conjuntura. Janeiro 2015 Análise das Medidas Provisórias 664 e 665 Análise de Conjuntura Janeiro 2015 Medidas Sociais Seguro Desemprego Abono Salarial Pensão por Morte Seguro Defeso Auxílio doença Impacto das medidas R$ + de 18

Leia mais

Indicadores de Desempenho Publicado em Novembro de 2015

Indicadores de Desempenho Publicado em Novembro de 2015 Publicado em Novembro de 2015 Fatos Relevantes Agosto/2015 Vendas Industriais As vendas industriais registraram expansão de 28,40% em agosto. Trata-se do maior aumento dos últimos três meses e aponta para

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia -5,12% em Maio O Índice Nacional da Construção

Leia mais

BOLETIM ANO III Nº 132 FALECEU NO DIA 22/07 O CONTADOR JUÉRCIO DE OLIVEIRA NEVES

BOLETIM ANO III Nº 132 FALECEU NO DIA 22/07 O CONTADOR JUÉRCIO DE OLIVEIRA NEVES BOLETIM ANO III Nº 132 Rio de Janeiro, 24 de julho de 2013 FALECEU NO DIA 22/07 O CONTADOR JUÉRCIO DE OLIVEIRA NEVES Os Diretores e funcionários da Federação dos Contabilistas nos Estados do RJ, ES e BA,

Leia mais

Fevereiro - 2015. Divulgado em 16 de março de 2015.

Fevereiro - 2015. Divulgado em 16 de março de 2015. Fevereiro - 2015 Divulgado em 16 de março de 2015. I C V A F E V E R E I R O D E 2 0 1 5 COM IMPACTO DO CARNAVAL, VAREJO TEM RETRAÇÃO DE 2,4% EM FEVEREIRO, APONTA ICVA O desempenho das vendas do comércio

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA APOSTILA DE ESTUDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Marcelo Cauduro de Castro - Mestre mccastro@terra.com.br MINI CURRÍCULO: Marcelo Cauduro de Castro é Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 03 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

Demonstração de Desempenho do Tokyo-Mitsubishi UFJ Jump FI Cambial Dólar CNPJ Nº 01.789.845/0001-70 Informações referentes a 2014

Demonstração de Desempenho do Tokyo-Mitsubishi UFJ Jump FI Cambial Dólar CNPJ Nº 01.789.845/0001-70 Informações referentes a 2014 Demonstração de Desempenho do Tokyo-Mitsubishi UFJ Jump FI Cambial Dólar CNPJ Nº 01.789.845/0001-70 Informações referentes a 2014 1. Denominação completa do fundo conforme o cadastro na CVM: Tokyo-Mitsubishi

Leia mais

Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA

Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA Vantagens e Cuidados na utilização do Valor Econômico Agregado - EVA REVISANDO O CÁLCULO DO EVA QUAIS AS VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DA MÉTRICA EVA? COMO FAZER OS AJUSTES NA AVALIAÇÃO DOS S / INVESTIMENTOS?

Leia mais

PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA

PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA SETEMBRO /2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 1. Dimensão e características da ocupação no setor da construção civil no Brasil e na Bahia (2000 e 2010)...

Leia mais

Demonstração de Desempenho do Tokyo-Mitsubishi UFJ Leader FI Referenciado DI CNPJ: Nº 00.875.318/0001-16 Informações referentes a 2014

Demonstração de Desempenho do Tokyo-Mitsubishi UFJ Leader FI Referenciado DI CNPJ: Nº 00.875.318/0001-16 Informações referentes a 2014 Demonstração de Desempenho do Tokyo-Mitsubishi UFJ Leader FI Referenciado DI CNPJ: Nº 00.875.318/0001-16 Informações referentes a 2014 1. Denominação completa do fundo conforme o cadastro na CVM: Tokyo-Mitsubishi

Leia mais

Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S/A Resultados do 3º trimestre de 2015

Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S/A Resultados do 3º trimestre de 2015 Resultados do 3º trimestre de 2015 São Paulo, 13 de novembro de 2015 A Administração da Empresa de Distribuição de Energia do Vale Paranapanema ( EDEVP ou Companhia ) apresenta os resultados do terceiro

Leia mais

CADASTRO CENTRAL DE EMPRESAS DO IBGE - CEMPRE -

CADASTRO CENTRAL DE EMPRESAS DO IBGE - CEMPRE - Taller Directorios de empresas y establecimientos: Desarrollos recientes y desafíos actuales y futuros en América Latina Santiago de Chile, 22 al 23 de Septiembre de 2008 CADASTRO CENTRAL DE EMPRESAS DO

Leia mais

DIRF 2011. Secretaria da Receita Federal do Brasil

DIRF 2011. Secretaria da Receita Federal do Brasil DIRF 2011 O que é a DIRF? É a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte feita pela FONTE PAGADORA, destinada a informar à Secretaria da Receita Federal o valor do Imposto de Renda retido na fonte,

Leia mais

As Demonstrações Contábeis para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) NBC T 19.41 Resolução 1255/09 do CFC

As Demonstrações Contábeis para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) NBC T 19.41 Resolução 1255/09 do CFC As Demonstrações Contábeis para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) NBC T 19.41 Resolução 1255/09 do CFC Profa Marcia Ferreira Neves Tavares Prof. Severino Ramos da Silva O que vamos conversar... Por quê

Leia mais

Boletim. Contabilidade Internacional. Manual de Procedimentos

Boletim. Contabilidade Internacional. Manual de Procedimentos Boletim Manual de Procedimentos Contabilidade Internacional Custos de transação e prêmios na emissão de títulos e valores mobiliários - Tratamento em face do Pronunciamento Técnico CPC 08 - Exemplos SUMÁRIO

Leia mais

Número 25 Junho 2006 NOTA TÉCNICA INCENTIVO À FORMALIZAÇÃO DO EMPREGO DOMÉSTICO

Número 25 Junho 2006 NOTA TÉCNICA INCENTIVO À FORMALIZAÇÃO DO EMPREGO DOMÉSTICO Número 25 Junho 2006 NOTA TÉCNICA INCENTIVO À FORMALIZAÇÃO DO EMPREGO DOMÉSTICO Incentivo à formalização do emprego doméstico No Brasil, no ano de 2004, 6,5 milhões de pessoas trabalhavam com empregados

Leia mais

A necessidade de elevar a incidência da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS sobre cigarros

A necessidade de elevar a incidência da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS sobre cigarros A necessidade de elevar a incidência da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS sobre cigarros Estudo de Roberto Iglesias, economista, consultor da ACT Maio de 2009 O Poder Executivo, através da Medida

Leia mais

www.analise-grafica.com SIMULAÇÃO DE VIABILIDADE DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO

www.analise-grafica.com SIMULAÇÃO DE VIABILIDADE DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 Olá! Tudo Bem? JOSÉ CARLOS GONÇALVES falando! Muito Obrigado por ter comprado este infoproduto! Espero que você tenha lido o e-book GERIR CUSTOS & FORMAR PREÇOS que disponibilizei

Leia mais

INFORMA DIEESE agosto/2008

INFORMA DIEESE agosto/2008 INFORMA DIEESE Nº. 74 AGOSTO/2008 1 INFORMA DIEESE agosto/2008 A INFLAÇÃO RECENTE E AS CAMPANHAS SALARIAIS A inflação voltou? Como ficam as campanhas salariais dos trabalhadores? Com o objetivo de discutir

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA

NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA Resultados parciais da 1ª Revisão Periódica das tarifas dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário prestados pela CAESB ANEXO XII FATOR X

Leia mais

SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Julho de 2007. Todos os

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL. Adquira esta e outras aulas em www.acheiconcursos.com.br CONCURSO PÚBLICO PARA TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL

CONTABILIDADE GERAL. Adquira esta e outras aulas em www.acheiconcursos.com.br CONCURSO PÚBLICO PARA TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL CONTABILIDADE GERAL Adquira esta e outras aulas em www.acheiconcursos.com.br AULA Nº 1: Resolução da prova de Contabilidade Geral do TRF-2000 CONTABILIDADE GERAL CONCURSO PÚBLICO PARA TÉCNICO DA RECEITA

Leia mais

Aumenta a taxa de desemprego

Aumenta a taxa de desemprego PED JANEIRO DE 2012 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO DIVULGAÇÃO N o 326 Aumenta a taxa de desemprego Diminui o nível de ocupação na Indústria e no Comércio Pequeno crescimento

Leia mais

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras

Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras EletrosSaúde Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2011 e de 2010 Em milhares de reais 1 Contexto Operacional A Fundação Eletrobrás de Seguridade Social ELETROS é uma entidade

Leia mais

Informações e orientações para organização do processo decisório

Informações e orientações para organização do processo decisório Informações e orientações para organização do processo decisório Prof. Pedro Paulo H. Wilhelm, Dr. Eng. Prod (Dep. Economia) WILHELM@FURB.BR Prof. Maurício C. Lopes, Msc. Eng. Prod. (Dep. Computação) MCLOPES@FURB.BR

Leia mais

Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012

Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012 Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012 Prefácio Com a convergência das normas brasileiras de contabilidade para as normas

Leia mais

PREÇO DE VENDA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

PREÇO DE VENDA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO PREÇO DE VENDA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO Estabelecer o preço de venda é um dos mais importantes momentos nas decisões a serem implantadas na empresa. A simples questão Por quanto devem ser vendidos os serviços

Leia mais

As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das

As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das Comentários dos resultados As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das despesas das famílias e da distribuição dessas despesas, segundo os diversos itens adquiridos ou pagos, possibilitam

Leia mais