Psicologia Educacional

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Psicologia Educacional"

Transcrição

1 O que é psicanálise? Psicologia Educacional Pedagogia 1º semestre PSICANÁLISE Professora Miriam E. Araújo Uma área do conhecimento científico que busca compreender o psiquismo humano com um método e um conjunto de procedimentos próprios. Freud, nascido em 6 de maio de 1856, na Morávia, Aústria, estudou Medicina e Neurologia. Viveu a maior parte de sua vida em Viena. Século XIX Critica a psicologia comportamental alegando que a análise da consciência ou comportamento era limitada e inadequada para a compreensão dos motivos fundamentais do comportamento humano. Seu interesse em Neurologia o fez estudar mais as doenças nervosas, bem como as doenças mentais o que havia de diferente na personalidade. O surgimento da Psicanálise Começou os estudos psicológicos com as doenças nervosas (histéricas) em Paris com Jean Charcot. Inicialmente supôs que a histeria estava relacionada a traumatismos reais, abandonando posteriormente esta ideia e abordando o conceito de inconsciente. Jean-Martin Charcot (1825- Psicanálise 1893) - médico neurologista 1

2 Sintomas da histeria: vômitos, paralisias, alucinações visuais, ataques nervosos e convulsões. Psicanálise Uso da hipnose: provocava o aparecimento e o desaparecimento dos sintomas. Percebeu a natureza psíquica da histeria. Palavras pareciam mais significativas, carregadas de conteúdo emocional; Depois das sessões as pacientes mostravam significativa melhora, como se tivessem sido purificadas dessa memória. Concluiu então, que os fatos esquecidos eram fundamentais no comportamento manifesto dos sujeitos. 8 2

3 Psicanálise Utilizou um método pelo qual o paciente ficava curado de seus sintomas pelo processo de falar de si próprio. A cura pela fala. A catarse era um método para acessar os conteúdos inconscientes. Divã psicanalítico Desenvolveu a partir daí o método da associação livre, na qual solicita-se ao paciente que fale tudo que lhe vem a mente, sem censura ou preocupação lógica. A utilização desse método permitiu que Freud percebesse a importância da primeira infância no caráter de uma pessoa e sua associação com os pensamentos seguintes. Notou que geralmente os conteúdos esquecidos eram conteúdos penosos difíceis, e quando bom, era algo que fora perdido. Tais conteúdos de difícil rememoração, Freud chamou de conteúdos inconscientes. Psicanálise 3

4 INCONSCIENTE - conjunto de conteúdos não presentes no campo atual da consciência. É o lugar das idéias, dos impulsos e dos sentimentos reprimidos por censura interna. Podem ter sido conscientes em algum momento, ou podem sempre ter sido inconscientes. É atemporal, não há passado e presente. É regulado pelo princípio do prazer e está em busca de satisfação. Estão os conteúdos latentes, ocultos, desconhecidos. Forças vitais e invisíveis que exercem controle sobre os pensamentos e ações conscientes do homem. 14 PRÉ-CONSCIENTE há conteúdos acessíveis a consciência. Não está na consciência no momento, mas pode estar. Formado por lembranças e conteúdos que podem ser rememorados sem grandes dificuldades. É também útil enquanto censura porque afasta da consciência conteúdos desprazerosos emanados do inconsciente. CONSCIENTE formado por pensamento, ideias, percepção, atenção, raciocínio, informações do mundo interno e externo e como o concebemos. Psicanálise ID instintos, experiência subjetiva, representações internas, atividade inconsciente, regido pelo princípio do prazer e pela busca da satisfação. É onde encontra-se a pulsão de vida e de morte. Pulsão de vida(eros) pulsões sexuais e de autoconservação, de vida (fome, sede, fuga a dor e ao desprazer) e presevação da espécie (sexual). Pulsão de morte (Tanatos) pode ser autodestrutiva, manifesta-se como pulsão agressiva e destrutiva, o tornarse a ser quando não era. Diante de um estímulo e uma tensão o Id busca imediatamente descarregar essa tensão a fim de permanecer em um estado de conforto e baixa tensão (princípio do prazer). APARELHO PSIQUICO 4

5 EGO relacionado à consciência. Está ligado ao sistema perceptivo recebendo influência do mundo externo e do ID/ICS. Uma pequena parte é consciência e outra parte é movida pelo inconsciente. É ele que busca estabelecer o equilíbrio entre as exigências do ID e as ordens do superego, buscando dar conta dos interesses finais do sujeito. É regado pelo princípio da realidade. É regulador, tentando ponderar entre os desejos e a realidade. Atua na percepção, na memória, sentimentos e pensamentos. 17 APARELHO PSIQUICO SUPEREGO certo ou errado. É a moral internalizada, o representante dos valores e ideais sociais. Tende à perfeição e o ideal, mais que ao real e ao prazer É uma instância crítica surgida a partir das normas e valores sociais para que o sujeito vive de acordo com os padrões sociais existentes em cada cultura. APARELHO PSIQUICO 5

6 SEXUALIDADE INFANTIL A noção de sexualidade infantil é diferente da adulta não é dirigida ao ato sexual e reprodutivo, mas sim às experiências de prazer geradas no corpo durante o desenvolvimento. A libido (energia das pulsões sexuais) vai organizando-se pelo corpo, em cada momento do desenvolvimento psicossexual que ao ser estimulada provoca sensação de prazer. 6

7 FASE ORAL: 0 18 meses A zona oral representa a principal fonte de prazer a boca, os lábios, a língua, são as zonas erógenas. Os objetos de prazer são os seios, os dedos, a chupeta, os alimentos, o lençol. Neste fase as crianças levam qualquer objeto à boca, mordendo ou sugando. O gostar e o não gostar são definidos a partir do colocar na boca ou não colocar na boca. Prazeres como beber, fumar, beijar, morder, etc, revelam os resquícios desta primeira fase do desenvolvimento. Com o desenvolvimento e a necessidade de desmame há o uso da linguagem aparecendo e a percepção do outro; a boca perde então aos poucos a soberania, dando lugar à segunda fase do desenvolvimento, o anal. SEXUALIDADE INFANTIL FASE ANAL: 18 meses - 3 anos O prazer está ligado a zona anal, ligada a retenção ou expulsão das fezes, a questão de dar e receber. Na passagem da fase oral para a fase anal a criança passa pela educação esfincteriana, o controle da evacuação. Ao conseguir alcançar este controle, tem também a sensação de poder controlar seus impulsos. Substitutos prazerosos das fezes nesta fase são a massinha de modelar ou barro, massa de pão e outros análogos. SEXUALIDADE INFANTIL FASE FÁLICA (3-7 anos) Fase do desenvolvimento da libido. A criança começa a manifestar interesse em manipular os genitais. Há curiosidade em conhecer o corpo, o próprio e o do outro. O pênis (falo) é o órgão que desperta maior curiosidade e o interesse. O desejo de ver os órgãos sexuais são típicos desta fase. É nesta fase que acontece o desenvolvimento do superego e também o denominado Complexo de Édipo, ligado a relação filho(a), pai e mãe. Tratase da relação de amor da criança pelo genitor do sexo oposto. SEXUALIDADE INFANTIL O Complexo de Édipo é um acontecimento universal e base para a organização central de todo o campo da sexualidade humana. Foi descoberto por Freud a partir de sua própria autoanálise, reconhecendo, nele mesmo, sentimentos de amor pela mãe e de ódio pelo pai. A partir da tragédia grega Édipo-Rei, Freud reforça a universalidade do complexo de Édipo, no qual é exposto o desejo do filho pela mãe e o ódio e a rivalidade com o pai. No caso da menina, o ciúme e o ódio pela mãe e o desejo erótico pelo pai. COMPLEXO DE ÉDIPO 7

8 Os sentimentos pelo progenitor nessa fase são de amor e de ódio, pois há sentimentos de rivalidade ao progenitor do sexo oposto com quem divide atenção e os cuidados que lhe são dados. A criança, teme, porém ser punida e rejeitada pelos seus sentimentos de modo que é vencida pela culpa do que sente e a rivalidade se transforma em admiração e identificação, ou seja, de ser igual ao antigo rival, pai, mãe. A partir do desenvolvimento do Complexo de Édipo, os modelos futuros de amor serão desenvolvidos. COMPLEXO DE ÉDIPO LATENCIA (7-11 anos) Corresponde ao período de escolarização, antecede a adolescência. Freud explica que se trata de um período de relativa estabilidade, mas também fundamental para a aquisição de habilidades, valores e papéis sociais. O superego é melhor organizado neste fase, a vida social é melhor vivenciada com a formação de amizades e vínculos mais profundos, bem como há maior flexibilidade e tolerância em desenvolvimento. Embora não seja uma fase com aparecimento de novos conflitos serem resolvidos, é uma fase em que há ainda a busca de resolução e dos assentamento das vivências das fases anteriores. SEXUALIDADE INFANTIL GENITAL (12 anos) Os impulsos sexuais latentes durantes do período de latência são novamente presentes nesta fase. Existe inicialmente um período mais narcísico, do sujeito consigo mesmo e em seguida a libido é deslocada para a escolha de objetos sexuais, o outro. Além das vivências sexuais, é também fase de socialização, amizades, atividades em grupo, escolhas profissionais, etc. Os impulsos sexuais das fases anteriores: oral, anal e fálico não são abandonados e substituídos na fase genital, mas sim fundidos, sintetizados e harmonizados na vida sexual de cada sujeito. SEXUALIDADE INFANTIL Repressão / Recalque Há uma espécie de supressão da realidade, o sujeito não vê e não ouve o que ocorre. Suprime a percepção do que está ocorrendo. Os sentimentos, lembranças e os impulsos proibidos são expulsos da consciência. Negação mecanismo de defesa primitivo no qual o sujeito nega um fato ocorrido. Trata-se, geralmente, de uma defesa contra fortes angústias a fim de negar a realidade. MECANISMOS DE DEFESA 8

9 Formação reativa O ego busca afastar o desejo, levando o sujeito para uma direção oposta a desejada. De modo que o sujeito revela atitudes opostas as verdadeiramente sentidas. Regressão o sujeito retorna a etapas anteriores do seu desenvolvimento. Retoma modos de expressão mais primitivos. MECANISMOS DE DEFESA Projeção O sujeito atribui ao outros suas próprias coisas, pulsões, conflitos, desejos, sentimentos, pensamentos. Localiza (projeta) algo de si no mundo externo e não percebe aquilo como seu, geralmente algo indesejável ou não assumido. Racionalização O sujeito constrói uma argumentação intelectualmente convincente e aceitável, que justifique estados da consciência não desejados. Uma defesa justificando a outra. Na racionalização o ego coloca a razão a serviço do irracional utilizando-se de cientifico ou intelectual a seu favor. A emoção é colocada a serviço da razão, usando-se explicações racionais para argumentar questões emocionais (guerra, pena de morte, eleições). MECANISMOS DE DEFESA Fixação Há a permanência em um estado do desenvolvimento, seja na fase oral, anal, fálica ou de latência, temporário ou permanente. Deslocamento Uma determinada descarga afetiva é deslocada de seu objeto original para um objeto substituto que não o verdadeiro. Desloca-se uma ação ou um sentimento, uma emoção para outra coisa. Sublimação Os impulsos e desejos inconscientes agressivos ou indesejáveis são direcionados para meios socialmente aceitáveis e úteis. MECANISMOS DE DEFESA Em seus estudos, Freud criticava a educação repressora e rígida da época, afirmando crer em uma educação menos repressora e que levasse em consideração o desejo. Para a Psicanálise, a aprendizagem ocorre graças ao desejo de saber, que se constitui numa relação com o outro. para a educação Freud 9

10 Sexualidade: O educador pode estar atento as fases do desenvolvimento de cada sujeito e as possíveis fixações e direcionar o ensino a partir do entendimento do que ocorre com cada sujeito. A uma criança que está na fase oral, alimentá-la de arte, educação, conceitos. Invés de exorcizar o ser humano e reprimi-lo, a Psicanálise insta conhecê-lo e apresentar a ele meios para potencializar seu desenvolvimento e vias para a educação Freud para a sublimação. Sublimação: Este mecanismo de defesa é um importante aliado da educação, no qual os desejos sexuais, a libido, é direcionada para fins socialmente aceitos, como a educação escolar, os estudos, o empenho no aprendizado. É um desvio de impulsos para meios socialmente aceitáveis. A libido é presente nas atividade educacionais desenvolvidas e com prazer. para a educação Freud Transferência: Há sentimentos relacionados ao professor pelo aluno que trata-se de conteúdos inconscientes. Na relação podem surgir sentimentos que favoreçam o processo de aprendizagem ou mesmo que desfavoreçam. Sentimentos vividos inicialmente direcionados aos pais podem ser transferidos aos professores, cabe aos mesmos estarem atentos a esta dinâmica de funcionamento possível de ser encontrada na relação professor-aluno e saber atuar sobre ela, se preciso. É da crença e da admiração ao professor que poderá chegar a aprender e é das dificuldades de relacionamento que dificuldades também podem ser presentes. para a educação Freud Outra tarefa do educador, para a Psicanálise, é conseguir um equilíbrio justo entre a permissão e a proibição, isto é, sacrificar o mínimo de prazer sem entrar em choque com as exigências da sociedade (SHIRAHIGE; HIGA, 2004, p. 39). para a educação Freud 10

11 LACAN, médico, neurologista, psiquiatra, Psicanalista. Francês ( ). Estudioso de Freud, trouxe contribuições no estudo da linguagem e do inconsciente. PSICANÁLISE Lacan Segundo Lacan, o homem é um ser construído na linguagem e a partir da relação com o Outro. A herança humana não é biológica, mas sim cultural. A formação do eu é retratada pela teoria do Espelho. PSICANÁLISE Lacan Inicialmente a criança não liga para sua imagem refletida no espelho, não se reconhece. Em seguida, a criança mostra euforia quando vê a imagem projetada no espelho, porém ainda não sabe que se trata dela mesma, mas sim outra pessoa. No terceiro momento a criança, ainda curiosa, procura o entendimento de quem é aquela imagem, procurando atrás de si quem pode ser. Por fim, se reconhece como sendo ela mesma. PSICANÁLISE Lacan Importante entender que a construção do eu se dará inicialmente a partir do olhar do outro. A imagem criada inicialmente não é ela, é o outro. O outro simbólico, o espelho principal primeiro, é a mãe. A criança se projeta a partir do que a mãe vê na criança. A mãe funcionará como uma tradutora para o bebê. É ela quem decifrará, inicialmente, para a criança, os enigmas de si e do mundo (JUSTO, 2004, p. 86). PSICANÁLISE Lacan 11

12 O pai aparece na relação em um segundo momento representando a interdição, a lei. É o chamado por Lacan nome do pai. Trata-se de um significante, do que este papel representa no desenvolvimento da criança. PSICANÁLISE Lacan O professor também representa o espelho para o qual, que mira-se no professor a fim de reconhecer ou mesmo rejeitar as imagens de si. Representa para o aluno suas aspirações mais elevadas, seus projetos, ideais que busca alcançar. Trata-se de um lugar simbólico. para a educação Lacan O professor deverá fazer papel de reflexo deste espelho, ao também olhar para o aluno. Trata-se também de um papel que passa pelo papel materno (provedor) e o papel paterno (interditor). O professor deve então sair do lugar de objeto de desejo e colocar-se no lugar de mediador mediador do conhecimento. para a educação Lacan 12

MOVIMENTO PSICANALÍTICO

MOVIMENTO PSICANALÍTICO MOVIMENTO PSICANALÍTICO Sigmund Freud (1856-1939) Psicanálise: escola psicológica que busca penetrar na dimensão profunda do psiquismo humano. Objeto de Estudo: o inconsciente Métodos: 1. Hipno-catártico

Leia mais

Psicanálise. Boa Tarde! Psicanálise 26/09/2015. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Psicologia Jurídica Prof.ª Ms.

Psicanálise. Boa Tarde! Psicanálise 26/09/2015. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Psicologia Jurídica Prof.ª Ms. Boa Tarde! 1 Psicanálise Pontifícia Universidade Católica de Goiás Psicologia Jurídica Prof.ª Ms. Otília Loth Psicanálise Fundada por Sigmund Freud, é uma teoria que estabelece uma complexa estrutura mental

Leia mais

PSICANÁLISE: UM SOBREVÔO SOBRE A HISTÓRIA DE SIGMUND FREUD E DE SUAS IDÉIAS

PSICANÁLISE: UM SOBREVÔO SOBRE A HISTÓRIA DE SIGMUND FREUD E DE SUAS IDÉIAS 1 PSICANÁLISE: UM SOBREVÔO SOBRE A HISTÓRIA DE SIGMUND FREUD E DE SUAS IDÉIAS Sandra Mara Volpi 1856: Nasce Sigmund Freud, onde hoje localiza-se a Tchecoslováquia, em uma família de origem judaica em que

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DA PERSONALIDADE

DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DA PERSONALIDADE Rede7 Mestrado em Ensino do Inglês e Francês no Ensino Básico ÁREAS DE DESENVOLVIMENTO: DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DA PERSONALIDADE Teorias Psicodinâmicas A Psicanálise de Sigmund Freud A perspectiva de

Leia mais

MECANISMOS DE DEFESA

MECANISMOS DE DEFESA 1 MECANISMOS DE DEFESA José Henrique Volpi O Ego protege a personalidade contra a ameaça ruim. Para isso, utilizase dos chamados mecanismos de defesa. Todos estes mecanismos podem ser encontrados em indivíduos

Leia mais

Unidade II TEORIAS PSICOLÓGICAS. Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro

Unidade II TEORIAS PSICOLÓGICAS. Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro Unidade II TEORIAS PSICOLÓGICAS DO DESENVOLVIMENTO Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro Ementa Estudo do desenvolvimento do ciclo vital humano a partir de diferentes teorias psicológicas. Compreender

Leia mais

Psicanálise: técnica para discernir e descobrir os processos psíquicos.

Psicanálise: técnica para discernir e descobrir os processos psíquicos. O conhecimento da psicanálise para o administrador, pode estar facilitando a compreensão das reações e comportamentos das pessoas com quem ele vai estar lidando no seu dia-dia. Temas discutidos nesta aula:

Leia mais

REICH E A ECONOMIA SEXUAL

REICH E A ECONOMIA SEXUAL 1 REICH E A ECONOMIA SEXUAL José Henrique Volpi Freud havia postulado que o sintoma neurótico é resultado da repressão de um trauma sexual ocorrido na infância. Mas não conseguia explicar o porque tal

Leia mais

SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO

SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO Danielle de Sousa Macena- UFCG danyellehta-@hotmail.com Januzzi Gonçalves Bezerra UFCG januzzigoncalves@gmail.com Janaina Gonçalves Bezerra - UFCG jgoncalves003@gmail.com Resumo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL

DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL Professor Responsável: Mohamad A. A. Rahim Quadro sinóptico baseado na bibliografia sugerida em cada aula DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL 1. SEXUALIDADE E LIBIDO Libido : é uma fonte original de energia afetiva

Leia mais

O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO

O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO Autora: Maria Carolina Santana de Castro*, *Acadêmica do Curso Bacharelado em Psicologia da Faculdade Santa Maria

Leia mais

Douglas Daniel de Amorim A PSICANÁLISE E O SOCIAL

Douglas Daniel de Amorim A PSICANÁLISE E O SOCIAL Douglas Daniel de Amorim A PSICANÁLISE E O SOCIAL Belo Horizonte 1999 INTRODUÇÃO A Psicologia Comunitária tem sido um dos campos onde a Psicologia tem tido um expressivo crescimento. Trabalhar em comunidades

Leia mais

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA X AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA X AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA AULA 1 A Importância da Observação Psicológica em Neuropsicologia Infantil. Fundamentação Teórica e Apresentação de Caso Clínico Denise Gonçalves Cunha Cotuinho Psicóloga Especialista em Neuropsicologia

Leia mais

O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica.

O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica. O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica. Silvana Maria de Barros Santos Entre o século XVI a XIX, as transformações políticas, sociais, culturais e o advento da

Leia mais

Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna

Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna Henrique Figueiredo Carneiro Liliany Loureiro Pontes INTRODUÇÃO Esse trabalho apresenta algumas considerações,

Leia mais

A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA

A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA 1 A ILUSÃO NOS ADOECE E A REALIDADE NOS CURA. O ENIGMA DA DOENÇA E DA CURA José Fernando de Freitas RESUMO Os doentes têm uma relação especial com suas doenças. A mente diz que quer se curar, mas, na realidade,

Leia mais

Questão Resposta Questão Resposta 1 21 2 22 3 23 4 24 5 25 6 26 7 27 8 28 9 29 10 30 11 31 12 32 13 33 14 34 15 35 16 36 17 37 18 38 19 39 20 40

Questão Resposta Questão Resposta 1 21 2 22 3 23 4 24 5 25 6 26 7 27 8 28 9 29 10 30 11 31 12 32 13 33 14 34 15 35 16 36 17 37 18 38 19 39 20 40 SIMULADO SOBRE TEORIAS DA PERSONALIDADE Aluno(a) A prova contém 40 questões de múltipla escolha. Utilize a folha de respostas abaixo para assinalar suas respostas. Ao final da prova, devolva apenas esta

Leia mais

RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE.

RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE. RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE. Elen Patrícia Piccinini Leandro Dierka Patrícia Asinelli Silveira RESUMO Em meio à correria e compromissos do dia a dia é difícil prestar atenção em nosso corpo.

Leia mais

Educação Sexual no desenvolvimento infantil. Profª.Teresa Cristina Barbo Siqueira

Educação Sexual no desenvolvimento infantil. Profª.Teresa Cristina Barbo Siqueira Educação Sexual no desenvolvimento infantil Profª.Teresa Cristina Barbo Siqueira Início dos questionamentos: Educação Sexual... Quando, onde, por quem e como falar sobre este tema? É preciso que o professor/os

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

OFÉLIA FONSECA PSICANÁLISE. Liz Demestri Mesquita

OFÉLIA FONSECA PSICANÁLISE. Liz Demestri Mesquita OFÉLIA FONSECA PSICANÁLISE Liz Demestri Mesquita São Paulo, 2013 OFÉLIA FONSECA PSICANÁLISE Liz Demestri Mesquita Trabalho realizado e apresentado sobre a orientação do Professor Guilherme, da disciplina

Leia mais

Durante toda sua vida, Anna Freud ocupou-se com a psicanálise, dando especial

Durante toda sua vida, Anna Freud ocupou-se com a psicanálise, dando especial 30 1. 3. Anna Freud: o analista como educador Durante toda sua vida, Anna Freud ocupou-se com a psicanálise, dando especial ênfase ao desenvolvimento teórico e terapêutico da psicanálise de crianças. Sua

Leia mais

TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL

TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL Christiano de Oliveira Pereira 1 RESUMO O caráter específico de cada indivíduo é resultante de todas as experiências

Leia mais

CAPÍTULO 5. A Psicanálise

CAPÍTULO 5. A Psicanálise CAPÍTULO 5 A Psicanálise Se fosse preciso concentrar numa palavra a descoberta freudiana, essa palavra seria incontestavelmente inconsciente 1. As teorias científicas surgem influenciadas pelas condições

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

DO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA PULSIONAL FREUDIANA PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE AMOR E ÓDIO. Ligia Maria Durski

DO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA PULSIONAL FREUDIANA PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE AMOR E ÓDIO. Ligia Maria Durski DO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA PULSIONAL FREUDIANA PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE AMOR E ÓDIO. Ligia Maria Durski Iniciemos este texto fazendo uma breve retomada de alguns momentos importantes da

Leia mais

De todas as relações humanas, esta é a principal e mais básica

De todas as relações humanas, esta é a principal e mais básica De todas as relações humanas, esta é a principal e mais básica Para as crianças, a família é a segurança, proteção, apoio, compreensão e a aceitação de que tanto necessitam. Pai e mãe são, com efeito,

Leia mais

A PSICANÁLISE FREUDIANA: UMA INTRODUÇÃO. Andrea Gabriela Ferrari

A PSICANÁLISE FREUDIANA: UMA INTRODUÇÃO. Andrea Gabriela Ferrari FERRARI, Andrea Gabriela. A psicanálise freudiana: uma introdução. In: SARMENTO, Dirléia Fanfa; RAPOPORT, Andrea e FOSSATTI, Paulo (orgs). Psicologia e educação: perspectivas teóricas e implicações educacionais.

Leia mais

Comentários sobre. dissolução do complexo de Édipo. (Volume XIX das Obras Completas ano de publicação: 1924)

Comentários sobre. dissolução do complexo de Édipo. (Volume XIX das Obras Completas ano de publicação: 1924) A dissolução do complexo de Édipo Comentários sobre A dissolução do complexo de Édipo (Volume XIX das Obras Completas ano de publicação: 1924) Em extensão sempre crescente, o complexo de Édipo revela sua

Leia mais

O APARELHO PSIQUICO DE FREUD: NOS TRES MUNDOS DE POPPER, UMA INTEIRAÇÃO POSSIVEL?

O APARELHO PSIQUICO DE FREUD: NOS TRES MUNDOS DE POPPER, UMA INTEIRAÇÃO POSSIVEL? Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 523 O APARELHO PSIQUICO DE FREUD: NOS TRES MUNDOS DE POPPER, UMA INTEIRAÇÃO POSSIVEL? SILVIO SANTOS TOMAZIN Discente

Leia mais

a justifique. Em resumo, a IASP reconhece que a dor poderia existir apenas no plano do vivido e na queixa que a exprime.

a justifique. Em resumo, a IASP reconhece que a dor poderia existir apenas no plano do vivido e na queixa que a exprime. No livro A DOR FÍSICA, Nasio se preocupa com as origens psicológicas da dor corporal, mais claramente falando, se preocupa com aquela parte enigmática que vem descrita nos artigos médicos como o fator

Leia mais

3 BLOCOS TEMÁTICOS PROPOSTOS. Ensino Religioso História Geografia. cotidiano

3 BLOCOS TEMÁTICOS PROPOSTOS. Ensino Religioso História Geografia. cotidiano 1 TÍTULO DO PROJETO O REGISTRO DE NASCIMENTO 2 CICLO OU SÉRIE 1º CICLO OU SÉRIE 1º CICLO 7 anos 3 BLOCOS TEMÁTICOS PROPOSTOS Ensino Religioso História Geografia Alteridade (O Eu/ EU sou História local

Leia mais

A TRANSFERÊNCIA NA SALA DE AULA

A TRANSFERÊNCIA NA SALA DE AULA A TRANSFERÊNCIA NA SALA DE AULA BUCK, Marina Bertone Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: marina.bertone@hotmail.com SANTOS, José Wellington

Leia mais

UMA CRIANÇA E EX-PANCADA: RELAÇÃO DO MASOQUISMO INFANTIL AO SADISMO ADULTO

UMA CRIANÇA E EX-PANCADA: RELAÇÃO DO MASOQUISMO INFANTIL AO SADISMO ADULTO UMA CRIANÇA E EX-PANCADA: RELAÇÃO DO MASOQUISMO INFANTIL AO SADISMO ADULTO 2015 Marcell Felipe Alves dos Santos Psicólogo Clínico - Graduado pela Centro Universitário Newton Paiva (MG). Pós-graduando em

Leia mais

FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO

FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO FREUD: IMPASSE E INVENÇÃO Denise de Fátima Pinto Guedes Roberto Calazans Freud ousou dar importância àquilo que lhe acontecia, às antinomias da sua infância, às suas perturbações neuróticas, aos seus sonhos.

Leia mais

As fontes da nossa auto-imagem

As fontes da nossa auto-imagem AUTO IMAGEM O QUE EU ACHO DE MIM MESMO QUEM SOU EU E QUAL E O MEU VALOR? NARCISISMO (deus da mitologia grega que se apaixonou por si mesmo ao ver sua imagem refletida na água) AS FONTES DA NOSSA AUTO -

Leia mais

Psicologia da Educação

Psicologia da Educação Psicologia da Educação Faculdade de Humanidades e Direito Curso de Filosofia EAD VI semestre Módulo Formação Docente Prof. Dr. Paulo Bessa da Silva Objetivo O objetivo desta teleaula é apresentar os fundamentos

Leia mais

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?

Leia mais

e suas contribuições para a psicanálise atual

e suas contribuições para a psicanálise atual CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE SANTO ANDRÉ Ana Paula Sampaio Valera RA 2135001778 Damaris Lima de Oliveira.. RA 2120208661 Maria Anália de Souza Kuball RA 2121215410 Meire de Lima Araújo RA 2135001818

Leia mais

Feminilidade e Angústia 1

Feminilidade e Angústia 1 Feminilidade e Angústia 1 Claudinéia da Cruz Bento 2 Freud, desde o início de seus trabalhos, declarou sua dificuldade em abordar o tema da feminilidade. Após um longo percurso de todo o desenvolvimento

Leia mais

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 Patrícia Guedes 2 Comemorar 150 anos de Freud nos remete ao exercício de revisão da nossa prática clínica. O legado deixado por ele norteia a

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 39

PROVA ESPECÍFICA Cargo 39 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 39 QUESTÃO 26 Alguns dos desafios às novas formas de acolher e tratar os doentes mentais, a partir das reformas psiquiátricas, são, EXCETO: a) O risco de se tratar dos sintomas,

Leia mais

Disciplina de Psicologia B 12 o Ano Turma A

Disciplina de Psicologia B 12 o Ano Turma A Disciplina de Psicologia B 12 o Ano Turma A Resolução da Ficha Formativa de Trabalho de Grupo nº1 1 Desde a antiguidade que a psicologia era entendida, morfologicamente, como no estudo da alma e da mente,

Leia mais

CELD - 8 o EEJA. Seção V O Mapa da Alma Segundo Joanna de Ângelis. O cérebro triúno. A Lei de Amor e a Consciência da Imortalidade

CELD - 8 o EEJA. Seção V O Mapa da Alma Segundo Joanna de Ângelis. O cérebro triúno. A Lei de Amor e a Consciência da Imortalidade CELD - 8 o EEJA A Lei de Amor e a Consciência da Imortalidade Seção V O Mapa da Alma Segundo Joanna de Ângelis O cérebro triúno O conceito do cérebro triúno foi proposto pelo médico e cientista Paul MacLean.

Leia mais

FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA: A PSICANÁLISE DE SIGMUND FREUD E A FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA.

FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA: A PSICANÁLISE DE SIGMUND FREUD E A FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA. COLÉGIO O BOM PASTOR FILOSOFIA- 3º ANO PROF. RAFAEL CARLOS MATERIAL COMPLEMENTAR FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA: A PSICANÁLISE DE SIGMUND FREUD E A FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA. SIGMUND FREUD A nossa civilização é

Leia mais

AUTORES PSICANALÍTICOS PROFª.. DIANA M. J. TAVARES CORRÊA E COLABORADORES

AUTORES PSICANALÍTICOS PROFª.. DIANA M. J. TAVARES CORRÊA E COLABORADORES AUTORES PSICANALÍTICOS PROFª.. DIANA M. J. TAVARES CORRÊA E COLABORADORES Sigmund Freud Melanie Klein Wilfred Ruprecht Bion Donald Woods Winnicott Jacques Lacan Sigmund FREUD 1856 Vienense) 1856-19391939

Leia mais

A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560

A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560 A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560 A Sociedade muda (acentuando o problema das drogas nos últimos 30 anos) Ao

Leia mais

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico Mariana Antoniuk 1 Dêivid Marques 2 Maria Angela Barbato Carneiro ( orientação) 3 Abordando as diferentes linguagens da criança neste ano, dentro do

Leia mais

A dissecção da personalidade psíquica

A dissecção da personalidade psíquica A dissecção da personalidade psíquica Comentários sobre A dissecção da personalidade psíquica (Conferência número XXXI das Novas Conferências Introdutórias à Psicanálise, volume XXII das Obras Completas

Leia mais

A DOENÇA O REAL PARA O SUJEITO

A DOENÇA O REAL PARA O SUJEITO A DOENÇA O REAL PARA O SUJEITO 2014 Olga Cristina de Oliveira Vieira Graduada em Psicologia pela Universidade Presidente Antônio Carlos. Docente no Centro Técnico de Ensino Profissional (CENTEP). Especialização

Leia mais

FUNÇÃO MATERNA. Luiza Bradley Araújo 1

FUNÇÃO MATERNA. Luiza Bradley Araújo 1 FUNÇÃO MATERNA Luiza Bradley Araújo 1 Entendemos por função materna a passagem ou a mediação da Lei que a mãe opera. Nós falamos de uma função e não da pessoa da mãe, função de limite entre o somático

Leia mais

Rosane Gabriele Campelo de Melo

Rosane Gabriele Campelo de Melo ANGÚSTIA: um sentimento mau ou um mal fundamental? OS DOIS LADOS DA ANGÚSTIA Rosane Gabriele Campelo de Melo o futuro 2000) O passado, lembrado na angústia, não perde seu poder sobre presente: girando

Leia mais

Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky

Conceitos de Identidade Relação eu e outro Para Vygotsky FAMOSP - FACULDADE MOZARTEUM DE SÃO PAULO PEDAGOGIA - 1 o SEMESTRE PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky Deyse Maria Souza Almeida Eliete Pereira Nunes

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO MASCULINA E SUAS ARTICULAÇÕES COM O RECALCAMENTO. o processo de constituição do psiquismo. A discussão será feita à luz das idéias

IDENTIFICAÇÃO MASCULINA E SUAS ARTICULAÇÕES COM O RECALCAMENTO. o processo de constituição do psiquismo. A discussão será feita à luz das idéias IDENTIFICAÇÃO MASCULINA E SUAS ARTICULAÇÕES COM O RECALCAMENTO Cristiana de Amorim Mazzini 1 O presente trabalho discorrerá sobre a identificação masculina ocorrida durante o processo de constituição do

Leia mais

Roteiro VcPodMais#005

Roteiro VcPodMais#005 Roteiro VcPodMais#005 Conseguiram colocar a concentração total no momento presente, ou naquilo que estava fazendo no momento? Para quem não ouviu o programa anterior, sugiro que o faça. Hoje vamos continuar

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

Violência e Sustentabilidade *

Violência e Sustentabilidade * 1 Violência e Sustentabilidade * Uma menina reclamou sentida e veementemente com a avó quando a viu arrancando uma planta. Ela lhe disse que ela não podia fazer isso, porque estaria matando a natureza.

Leia mais

A HISTERIA E O FEMININO: LAÇOS ENTRE O CORPO, A LINGUAGEM E O GOZO

A HISTERIA E O FEMININO: LAÇOS ENTRE O CORPO, A LINGUAGEM E O GOZO A HISTERIA E O FEMININO: LAÇOS ENTRE O CORPO, A LINGUAGEM E O GOZO Daniela Bittencourt RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo analisar a histeria e o conceito de feminino á luz da psicanálise, abordar

Leia mais

Feminilidade e Violência

Feminilidade e Violência Feminilidade e Violência Emilse Terezinha Naves O tema sobre a violência e a feminilidade apresenta-se, nas mais diversas áreas do conhecimento, como um tema de grande interesse, quando encontramos uma

Leia mais

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE Inicialmente faz-se necessário entender o que é grupo social, a sua importância e contribuição na vida de uma pessoa, para posteriormente

Leia mais

PNL Tecnologia, Metodologia e Atitude

PNL Tecnologia, Metodologia e Atitude 1 Dossiê Gilberto C. Cury Presidente da SBPNL - Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística Responsável por trazer a PNL ao Brasil, em 1981 gilberto@pnl.com.br PNL Tecnologia, Metodologia e Atitude

Leia mais

O Escutar através do Desenho

O Escutar através do Desenho 1 O Escutar através do Desenho Neide M.A.Corgosinho 1 RESUMO: O artigo aqui apresentado baseia-se em algumas experiências de trabalho na internação pediátrica do Hospital Militar de Minas Gerais no período

Leia mais

VAMOS PARA O PÁTIO? O LUGAR DA BRINCADEIRA NA ESCOLA RESUMO

VAMOS PARA O PÁTIO? O LUGAR DA BRINCADEIRA NA ESCOLA RESUMO VAMOS PARA O PÁTIO? O LUGAR DA BRINCADEIRA NA ESCOLA PRATI, Angela Comassetto Felippeto; KRUEL, Cristina Saling Mat. 2450291 ; Mat.14054 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Acadêmica do Curso de Psicologia

Leia mais

X Congresso Sul Mineiro de Medicina Psicossomática Caxambu, novembro/2010. Decio Tenenbaum

X Congresso Sul Mineiro de Medicina Psicossomática Caxambu, novembro/2010. Decio Tenenbaum X Congresso Sul Mineiro de Medicina Psicossomática Caxambu, novembro/2010 Decio Tenenbaum Biológica Psicológica Ôntica Social Cultural Espiritual Níveis de consciência (transcendência) Somos formados por

Leia mais

{., P674p. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) A l" ed. fni publicada com o título: psicologia. , i cdu. 159.9

{., P674p. (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) A l ed. fni publicada com o título: psicologia. , i cdu. 159.9 Dados de Catalogação na Publicação (CIp) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) P674p Braghirolli, Elaine Maria Psicologia Geral, por Elaine Maria Braghirolli, Guy Paulo Bisi, I uiz Antônio Rizzon e

Leia mais

MEDITANDO À LUZ DO PATHWORK. Clarice Nunes

MEDITANDO À LUZ DO PATHWORK. Clarice Nunes PROGRAMA PATHWORK DE TRANSFORMAÇÃO PESSOAL PATHWORK - RIO DE JANEIRO/ESPÍRITO SANTO HELPERSHIP FORMAÇÃO HELPER Coordenadora do PPTP HELPERSHIP MARIA DA GLÓRIA RODRIGUES COSTA MEDITANDO À LUZ DO PATHWORK

Leia mais

O DESEJO DE SABER: GÊNESE E TRAJETÓRIA.

O DESEJO DE SABER: GÊNESE E TRAJETÓRIA. O DESEJO DE SABER: GÊNESE E TRAJETÓRIA. Mariza P. Porto 1 É preciso ler isto, não com os olhos, não com a memória, mas com a imaginação. (M. de Assis) A psicanálise nos ensina que a pulsão de saber transcende

Leia mais

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia I Natureza Humana * Qual a natureza humana? Ou seja, qual é a ontologia humana? - Uma teoria da natureza humana busca especificar

Leia mais

II CBEP CIRCUITO BATISTANO DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS 2010

II CBEP CIRCUITO BATISTANO DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS 2010 II CBEP CIRCUITO BATISTANO DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS 2010 DEFINIÇÃO: GRAPHOS = grafia, escrita LOGOS ou LOGIA = estudo É um instrumento de apoio técnico que projeta através da letra escrita a personalidade

Leia mais

Metodologia da Catequese com Crianças. Ligia Aparecida de Oliveira

Metodologia da Catequese com Crianças. Ligia Aparecida de Oliveira Metodologia da Catequese com Crianças Ligia Aparecida de Oliveira O que é ser Criança? Watson, Piaget ou Freud? Eis a Questão. John B. Watson, psicólogo americano, é o principal responsável pela teoria

Leia mais

DUNKER, C.I.L. Desautorização da Mãe pelo Pai. Revista Pais e Filhos, 2008. A Desautorização da Mãe pelo Pai

DUNKER, C.I.L. Desautorização da Mãe pelo Pai. Revista Pais e Filhos, 2008. A Desautorização da Mãe pelo Pai A Desautorização da Mãe pelo Pai - Quais as consequências de haver um conflito entre pai e mãe em relação à autoridade perante os filhos ou quando divergirem em relação à determinado tema na frente das

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE ( personalidades psicopáticas )

TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE ( personalidades psicopáticas ) 1 TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE ( personalidades psicopáticas ) I) DEFINIÇÃO A personalidade é a totalidade relativamente estável e previsível dos traços emocionais e comportamentais que caracterizam a

Leia mais

Márcio Peter de Souza Leite 4 de abril de 1997 PUC

Márcio Peter de Souza Leite 4 de abril de 1997 PUC O Pai em Freud 1997 O Pai em Freud Márcio Peter de Souza Leite 4 de abril de 1997 PUC Conteudo: Pais freudianos... 3 O pai de Dora... 3 O pai de Schreber.... 4 O pai castrador, que é o terceiro em Freud,

Leia mais

Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos?

Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN 2177-2673 Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Luciana Silviano Brandão Lopes Quem já não teve a sensação de ter tido muitos

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

Sobre a intimidade na clínica contemporânea

Sobre a intimidade na clínica contemporânea Sobre a intimidade na clínica contemporânea Flávia R. B. M. Bertão * Francisco Hashimoto** Faculdade de Ciências e Letras de Assis, UNESP. Doutorado Psicologia frbmbertao@ibest.com.br Resumo: Buscou-se

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: CLASSIFIQUE EM VERDADEIRO (V) OU FALSO (F) AS SENTENÇAS ABAIXO:

QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: CLASSIFIQUE EM VERDADEIRO (V) OU FALSO (F) AS SENTENÇAS ABAIXO: QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: 1. Um tapinha no bumbum não é considerado violência devido ao baixo grau de agressão. 2. A prática sexual com indivíduos menores de 14 anos, com o consentimento

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Profa. Me. Michele Costa CONVERSAREMOS SOBRE Formação de Professores Continuação do diálogo sobre o professor de educação infantil.

Leia mais

Questão Resposta Questão Resposta 1 21 2 22 3 23 4 24 5 25 6 26 7 27 8 28 9 29 10 30 11 31 12 32 13 33 14 34 15 35 16 36 17 37 18 38 19 39 20 40

Questão Resposta Questão Resposta 1 21 2 22 3 23 4 24 5 25 6 26 7 27 8 28 9 29 10 30 11 31 12 32 13 33 14 34 15 35 16 36 17 37 18 38 19 39 20 40 SIMULADO SOBRE PSICOPATOLOGIA PSICANALÍTICA Aluno A prova contém 40 questões de múltipla escolha. Utilize a folha de respostas abaixo para assinalar suas respostas. Ao final da prova, devolva apenas esta

Leia mais

de pacientes adultos, desde o início as questões relativas à infância nortearam as suas

de pacientes adultos, desde o início as questões relativas à infância nortearam as suas 9 1. PSICANÁLISE DE CRIANÇAS 1.1 Freud: uma criança é abordada Embora a pesquisa original de Freud tenha se desenvolvido a partir da análise de pacientes adultos, desde o início as questões relativas à

Leia mais

A história e a constituição da Psicanálise: introdução aos principais conceitos freudianos para entender a subjetividade humana

A história e a constituição da Psicanálise: introdução aos principais conceitos freudianos para entender a subjetividade humana 1 A história e a constituição da Psicanálise: introdução aos principais conceitos freudianos para entender a subjetividade humana RESUMO Paola Carloni 1 A construção da Psicanálise se relaciona com a própria

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO AMOR MATERNO NA RELAÇÃO MÃE-BEBÊ: REFLEXÕES A PARTIR DA PSICANÁLISE.

A CONSTRUÇÃO DO AMOR MATERNO NA RELAÇÃO MÃE-BEBÊ: REFLEXÕES A PARTIR DA PSICANÁLISE. A CONSTRUÇÃO DO AMOR MATERNO NA RELAÇÃO MÃE-BEBÊ: REFLEXÕES A PARTIR DA PSICANÁLISE. Cléa Maria Ballão Lopes 1 Nos últimos tempos venho trabalhando com gestantes e puérperas, diretamente via atendimento

Leia mais

ASPECTOS DO DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL A TEORIA DE ERIK

ASPECTOS DO DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL A TEORIA DE ERIK PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM Educação Social, 1º Ano, 1º Semestre ASPECTOS GERAIS A TEORIA T DO DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL DE ERIK ERIKSON Notas Biográficas Aspectos teóricos Proposições

Leia mais

A PERCEPÇÃO DAS SENSAÇÕES DO CORPO NA FLEXIBILIDADE DA POSTURA E NO CONTATO COM O AMBIENTE

A PERCEPÇÃO DAS SENSAÇÕES DO CORPO NA FLEXIBILIDADE DA POSTURA E NO CONTATO COM O AMBIENTE 1 A PERCEPÇÃO DAS SENSAÇÕES DO CORPO NA FLEXIBILIDADE DA POSTURA E NO CONTATO COM O AMBIENTE RESUMO Luciana Gandolfo O objetivo da prática da eutonia é orientar a pessoa a focalizar a atenção em um segmento

Leia mais

UM OLHAR PSICANALÍTICO SOBRE AS NOVAS BIOTECNOLOGIAS

UM OLHAR PSICANALÍTICO SOBRE AS NOVAS BIOTECNOLOGIAS 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 UM OLHAR PSICANALÍTICO SOBRE AS NOVAS BIOTECNOLOGIAS Lorena Munhoz da Costa 1, Gilcinéia Rose da Silva Santos 2 RESUMO: Este trabalho buscou analisar,

Leia mais

UNIVERSIDAD ARGENTINA JOHN F. KENNEDY. Mestranda em Psicanálise Joana S. Oliveira Psicóloga CRP 06/114168

UNIVERSIDAD ARGENTINA JOHN F. KENNEDY. Mestranda em Psicanálise Joana S. Oliveira Psicóloga CRP 06/114168 UNIVERSIDAD ARGENTINA JOHN F. KENNEDY Mestranda em Psicanálise Joana S. Oliveira Psicóloga CRP 06/114168 Considerações psicanalíticas sobre a imagem corporal, algumas conseqüências após intervenções sobre

Leia mais

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado.

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Projeto: Música na Escola O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Justificativa De acordo com as diretrizes curriculares, o som é a matériaprima da música;

Leia mais

A prova da devastação Daniela Goulart Pestana

A prova da devastação Daniela Goulart Pestana A prova da devastação Daniela Goulart Pestana A comunicação que segue procura pensar algumas especificidades constitucionais do feminino a partir do aforismo lacaniano: Não há relação sexual. Para dizer

Leia mais

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934.

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Vygotsky, viveu na mesma época que Piaget (ambos nasceram em 1896 entanto Vygotsky

Leia mais

Lembro de uma cena em especial, no Hospital Psiquiátrico Cyro Martins, que muito

Lembro de uma cena em especial, no Hospital Psiquiátrico Cyro Martins, que muito UM TÊNUE LIMIAR... 1 Graciella Leus Tomé Lembro de uma cena em especial, no Hospital Psiquiátrico Cyro Martins, que muito me chocou. Foi a internação de uma jovem senhora, mãe, casada, profissão estável,

Leia mais

TOCAR E VER: O CORPO TORNANDO-SE SUJEITO

TOCAR E VER: O CORPO TORNANDO-SE SUJEITO TOCAR E VER: O CORPO TORNANDO-SE SUJEITO Iraquitan de Oliveira Caminha 1 O objetivo desse estudo é analisar a experiência de tocar e de ver, considerando a pulsão de domínio, concebida por Freud, e a motricidade

Leia mais

Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior

Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior Exercícios para estabelecer o contato com a nossa criança interior C omo este é o mês das crianças, decidi propor para aqueles que estão em busca de autoconhecimento, alguns exercícios que ajudam a entrar

Leia mais

Valores educacionais do Olimpismo

Valores educacionais do Olimpismo Valores educacionais do Olimpismo Aula 3 Busca pela excelência e equilíbrio entre corpo, vontade e mente Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Detalhar o valor busca pela excelência 2 Apresentar estratégias

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais