06 Logística e responsabilidade socioambiental, 08 RFID para problemas de VMI, de Nelson Standerski

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "06 Logística e responsabilidade socioambiental, 08 RFID para problemas de VMI, de Nelson Standerski"

Transcrição

1

2 Sumário Editorial 06 Logística e responsabilidade socioambiental, de Gregory Petter dos Santos 08 RFID para problemas de VMI, de Nelson Standerski EXPEDIENTE 12 A cadeia produtiva do segmento cosmético Thelma Almeida Santos - Diretora Executiva Cecília Borges - Editora - Mtb SP Antonio Carvalho - Editor de Arte Cíntia Luz/Bruno Ferreira - Estagiários 18 SEP, Secretaria Especial dos Portos Elenita Senger - Publicidade Conselho Editorial - Cristiano Cecatto - Laurent Frédéric Bernard - Nelson Rosário - CPIM, CSCP - Rubens E. Brambilla - CPIM, CIRM, CSCP, P. Eng. Contatos: R. Fernandes Moreira, São Paulo - Brasil Tel. : +55 (11) Express As novidades dos segmentos de Logística e Supply Chain Management 22 Agenda TODAY Logistics & Supply Chain - 03 vó teresa

3 Editorial Editorial Motive-se! Mantenha seus sonhos, pois eles são as grandes molas propulsoras da vida. Ter sonhos e a chama interna para realizá-los é como nascem as grandes realizações. Um emprego melhor, melhorar o que tem, estudar mais, escolher um novo curso, uma nova carreira - almejar, planejar, concretizar - o mundo está cheio de oportunidades, pegue-as! Não espere que as chances venham até você, vá até elas. A motivação faz isso com os profissionais atentos, descubra caminhos. E uma das maneiras de descobrir caminhos é justamente manter a chama acesa e os olhos, ouvidos e a mente bem abertos. Estude, freqüente seminários, cursos de especialização, encontro de profissionais, tão importante quanto a experiência é o conhecimento. Falando nisso, a revista TODAY Logistics & Supply Chain está promovendo o primeiro encontro de profissionais CPM no Brasil, em novembro. Para quem não sabe, CPM é a sigla para Certified Purchasing Manager, um certificado conferido pela APICS ( The Association for Operations Management ) aos profissionais de Supply Chain e áreas afins. Além de aumentar o conhecimento, trata-se de uma ocasião para incrementar o networking. Só para lembrar: a ABAI é a única entidade de ensino no Brasil que disponibiliza os cursos de preparação e os exames de avaliação para CPM - Certified Purchasing Manager, do ISM - Institute of Supply Management, além de CIRM - Certified in Integreted Resource Management, CSCP - Certified Supply Chain Professional, e CPIM - Certified in Production and Inventory Management, da APICS - Association for Operation Management. Confira a programação no Na edição deste mês, leiam os artigos A logística e a responsabilidade socioambiental e RFID para problemas de VMI, e as matérias Caminhos da beleza, sobre logística cosmética, SEP, agora oficial, e a coluna Profissionais certificados. E como sempre, as informações de mercado e a agenda de cursos para os interessados em crescer e aparecer. Lembramos que a partir deste ano a TODAY Logistics & Supply Chain, depois de um ano de distribuição gratuita, passa a ser oferecida em assinatura anual. Pedimos sua colaboração, leitor, pois com seu apoio podemos consolidar nosso projeto e ir muito mais longe. Leiam, critiquem, contribuam, a revista é sua! Boa leitura! Cecília Borges Editora TODAY Logistics & Supply Chain - 04

4 Logística reversa A logística e a responsabilidade Nos últimos anos, a Logística Empresarial vem passando por uma constante evolução, sendo consumo ao ciclo de negócios ou ao ciclo produtivo, pelos Canais de Distribuição Reversos, agregando-lhes valor de diver- socioambiental consciente e sensível quanto à preservação do meio ambiente, tanto que se tornou uma das mais importantes decisões estratégicas face ao crescente ambiente de competitividade presente nas empresas modernas, que vivem em constante busca por soluções que agreguem valor perceptível aos seus consumidores finais. Frente a estes novos paradigmas empresariais da Logística Moderna, à alta velocidade de reação garantida por sistemas de manufatura flexíveis e de informatização logística, como também ao alto nível de relaciona- bens de pós-venda e de pós-consumo no intuito de definir o estado destes bens e determinar o processo no qual deverá ser submetido. Os materiais podem retornar ao fornecedor ou podem ser revendidos se ainda estiverem em condições adequadas de comercialização. Além disso, os bens podem ser recondicionados, ou reciclados; portanto, um produto só é descartado em último caso. A Logística Reversa de Pós-venda é uma área específica de atuação que se ocupa do equacionamento e operacionali- Reversa que igualmente equaciona e operacionaliza o fluxo físico e as informações correspondentes a bens de pós-consumo descartados pela sociedade em geral que retornam ao ciclo de negócios ou ao ciclo produtivo, através de canais de distribuição reversos específicos. Constituemse bens de pós-consumo os produtos em fim de vida útil ou usados com possibilidade de utilização e resíduos industriais em geral. Seu objetivo estratégico é o de agregar valor a um produto logístico constituído por bens inservíveis ao proprietário ori- O autor deste artigo é Gregory Petter dos Santos, Bacharel em Logística. Explica como, em sua visão, a logística reversa abrange a importância de preservar o meio ambiente, ao mesmo tempo em que exerce a função de ser um diferencial competitivo ponsabilidade pelos seus produtos e embalagens, desde o projeto até sua disposição considerada um dos principais elementos sas naturezas: econômico, ecológico, mento com os clientes e consumidores zação do fluxo físico e das informações ginal, ou que ainda possua condições de final, desenvolvendo assim entre a empresa na elaboração do planejamento estratégi- legal, competitivo, de imagem corporativa, finais criando ligações duradouras, essas logísticas correspondentes à bens de pós- utilização, por produtos descartados por e seus clientes, relacionamentos colaborati- co, e muitas vezes responsável por enorme dentre outros. ações estão sendo adotadas na maior parte venda, sem uso ou com pouco uso, que por terem atingido o fim de vida útil e por resí- vos, dentro e além dos limites da sua própria geração de vantagem competitiva às Enquanto a Logística Tradicional trata dessas empresas. diferentes motivos retornam aos diferen- duos industriais. Estes produtos de pós- organização, proporcionando a preservação empresas. Entretanto, a partir dos anos 90, do fluxo dos produtos fábrica x cliente, a Esta preocupação pela melhoria na per- tes elos da cadeia de distribuição direta, consumo poderão se originar de bens da natureza, e, conseqüentemente colabo- com a preocupação sobre a utilização dos Logística Reversa trata do retorno de pro- formance e na qualidade do produto se que se constituem de uma parte dos duráveis ou descartáveis e fluírem por rando com a melhoria na qualidade de vida recursos naturais, assim como o acúmulo dutos, materiais e peças do consumidor transforma em condições básicas e qualifi- Canais Reversos pelo qual fluem estes pro- canais reversos de Reuso, Desmanche, da sociedade em geral. de produtos industrializados nos grandes final ao processo produtivo da empresa. cadoras consideradas essenciais e neces- dutos. Seu objetivo estratégico é o de agre- Reciclagem até a destinação final. O objeti- centros urbanos, as grandes empresas passaram a ser as culpadas pela sociedade por este problema. Assim, as companhias incorporaram a nova preocupação: como seria possível encontrar a resolução para esta situação sem gerar aumento de custos e despesas. Com o advento deste cenário, surgiu o conceito de Logística Reversa. Define-se como Logística Reversa a área que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas correspondentes ao retorno dos bens de pós-venda e de pós- Devido à severa legislação ambiental e também pela grande influência da sociedade e organizações não-governamentais, as empresas estão adotando a utilização de um percentual maior de material reciclado ao seu processo produtivo, ao mesmo tempo em que passaram a adotar procedimentos para o correto descarte dos produtos que não possam ser reutilizados ou reciclados. A implantação da Logística Reversa vem atender ao público cada vez mais sárias para participar do mercado, porém não mais suficientes, pois já tem sido observado que tais condições conferem à empresa e ao produto diferenciais competitivos por períodos de tempo cada vez mais curtos. A questão principal da Logística Reversa é a viabilização do retorno de bens através de sua reinserção no ciclo de produção ou de negócios, e para que isso ocorra, faz-se necessário que se desenvolva numa primeira etapa a análise destes gar valor a um produto logístico que é devolvido por razões comerciais, erros no processamento dos pedidos, garantia dada pelo fabricante, defeitos ou falhas de funcionamento no produto, avarias no transporte, entre outros motivos. Este fluxo de retorno se estabelecerá entre os diversos elos da cadeia de distribuição direta, dependendo do objetivo estratégico ou motivo de retorno. Já a Logística Reserva de Pós-consumo é uma área de atuação da Logística vo estratégico mais evidente na implementação da Logística Reversa nas empresas é o de agregação de valor econômico, porém observa-se que mais recentemente dois novos fatores incentivam decisões empresariais em sua adoção: o fator competitividade com intuito de fidelização do consumidor, e o fator da conscientização ecológica. Quando todas as empresas constatarem os benefícios da implementação da Logística Reversa em sua organização, seus principais objetivos passarão a ser de res- Sobre o autor: Gregory Petter dos Santos é Bacharel em Logística, com vários cursos de complementação em Logística Empresarial, tendo concluído o último, sobre Balanced ScoreCard, em julho de Sua experiência profissional abrange as áreas de Operações Portuárias, Transporte Rodoviário de Carga, Armazéns Gerais, de Contêineres e Frigorificados. Atualmente é Analista de Logística na Perdigão Agroindustrial, no setor Gerência Logística de Armazenagem e Distribuição do Mercado Interno. TODAY Logistics & Supply Chain - 06 TODAY Logistics & Supply Chain - 07

5 RFID Nelson Bianco Standerski é o autor deste artigo, cuja metodologia foi desenvolvida de 2001 a 2004, em um projeto de inovação tecnológica em logística para empresas. Financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp), o artigo apresenta resumidamente o extenso estudo realizado na época RFID para problemas de VMI do produto. Na operação convencional (sem VMI), o cliente faz seus pedidos periodicamente, após verificar seus estoques. Normalmente isso ocorre no início de cada semana ou mês, e usualmente quando os níveis de estoque já estão baixos ou mesmo nulos. O resultado é que o fornecedor recebe em determinados dias da semana ou do mês uma grande quantidade de pedidos a serem atendidos, e muitos com urgência. A operação convencional é uma situação muitas vezes crítica: usualmente ocorre desabastecimento no cliente, ou o fornecedor tem uma frota de veículos superdimensionada. Os clientes não fazem pedidos com VMI: seus estoques são medidos remotamente e de forma instantânea por coletores de dados via RFID. Automaticamente, quando os níveis de estoque atingem determinado nível, o fornecedor programa porte dos veículos, capacidade de armazenamento nos clientes, janelas de tempo, rodízio de veículos, hora do rush etc. Procura-se determinar quais clientes cada um dos veículos deverá atender em cada dia do horizonte de planejamento (roteirização) e quanto de qual produto deverá ser entregue. A figura a seguir mostra esquematicamente o problema resultante (minimização simultânea de custos de transportes e de estoques com roteirização). Esse problema é conhecido na literatura especializada [1] como IRP inventory routing problem. Metodologia para solução Em situações reais, o problema descrito acima pode ter centenas ou mesmo milhares de clientes. As possibilidades de combinação de rotas, quantidades e data de Otimização Otimização é um conjunto de métodos matemáticos desenvolvidos para comparar sistematicamente, do ponto de vista de uma função de mérito, soluções alternativas, e selecionar aquela com melhor avaliação. Ferramentas de otimização são usualmente utilizadas quando há uma quantidade muito grande de alternativas, e a busca direta por alternativas de melhor desempenho é inviável por ser muito demorada computacionalmente. No caso de problemas de VMI, o fornecedor deseja que o reabastecimento de seus clientes seja feito sem que haja falta do produto no cliente e que seus custos de transporte sejam os menores possíveis (função objetivo). As restrições operacionais básicas são as janelas de tempo de entrega no cliente, as capacidades dos veí- uma entrega para repor o produto. Dessa entrega para um número grande de locais culos da frota e capacidade de armazena- forma, o cliente nunca fica desabastecido e de reabastecimento são praticamente infini- mento do produto no cliente. o fornecedor pode planejar suas entregas tas. Adicionalmente, a medição instantânea Para que nunca haja desabastecimento com antecipação, o que permite utilizar de estoques, fornecida pela coleta de dados do produto, a entrega deve ser feita antes Etiquetas inteligentes RFID nas Dados de etiquetas RFID são coletados de ferramentas adequadas para análise. A mais racionalmente a sua frota de veículos. RFID, torna o problema dinâmico. Uma que ocorra a falta do produto. O fornecedor operações logísticas com fluxo constante, indicando localização proposta deste artigo é apresentar uma Com VMI, o fornecedor, responsável solução eventualmente encontrada será poderá escolher o momento de antecipação física e lógica de matérias-primas, produtos metodologia desenvolvida especialmente pela programação das entregas, objetiva válida apenas até a próxima variação signifi- da entrega do produto, e poderá fazer isso Dentro dos próximos anos, deverá ocorrer uma grande onda de mudanças tecnológicas em logísti- em processo e produtos acabados na cadeia logística. Essas informações são muito valiosas para o planejamento da reposição para uma operação logística que deverá se tornar muito comum com a utilização de etiquetas RFID: o problema de reabasteci- minimizar seus custos de transporte, garantindo, entretanto, que não haja desabastecimento nos clientes. A flexibilidade cativa de estoques. Um problema VMI com medição instantânea de estoques é, portanto, um pro- quando estiver atendendo um outro cliente na região, diminuindo assim custos de transporte. A antecipação da entrega é limi- ca, com a utilização em grande escala de de produtos. A análise desses dados permi- mento ótimo de estoques em grande escala de decidir quando e quanto do produto blema com solução numérica muito com- tada pela capacidade máxima de armazena- etiquetas com tecnologia Radio Frequency te uma melhor previsão das demandas e gerenciado pelo fornecedor (em inglês deverá ser entregue pode reduzir substan- plexa. Será muito difícil encontrar a me- mento do produto no cliente. Identification (RFID). reduz substancialmente os estoques nos VMI Vendor - Managed Inventory). cialmente os custos de transporte. lhor solução entre todas as alternativas pos- Esse problema tem uma solução inicial Etiquetas RFID são minúsculos chips participantes da cadeia logística. De uma forma geral, o VMI busca síveis (ótimo global). Entretanto, sabemos trivial. Basta admitir uma frota de veículos eletrônicos que permitem identificar e A principal particularidade da utilização VMI Vendor - Managed Inventory soluções para repor produtos para um con- que algumas alternativas devem ser melho- suficientemente grande para atender a monitorar, em tempo real, as centenas de em larga escala de etiquetas RFID será a junto de clientes distribuídos geografica- res do que outras (ótimo local). Qualquer todos os clientes sem que nunca haja milhares de produtos que percorrem a enorme quantidade de dados resultantes. VMI é uma prática onde os fornecedo- mente numa determinada região. Os esto- melhoria em relação a um determinado sta- desabastecimento e que atenda às res- cadeia de suprimentos da indústria produti- Nestas condições, o planejamento das ope- res são responsáveis pelo gerenciamento ques nos clientes variam constantemente tus operacional pode trazer ganhos signifi- trições operacionais. Esta solução inicial va. Será a chamada internet das coisas rações logísticas das empresas será uma dos estoques de seus clientes e devem e há uma série de restrições operacionais cativos, em termos de redução de custos e tem obviamente custos de transportes (internet of things). atividade de difícil realização sem o apoio garantir que nunca haja desabastecimento a serem respeitadas: capacidade de trans- melhoria da qualidade de serviços. muito altos. TODAY Logistics & Supply Chain - 08 TODAY Logistics & Supply Chain - 09

6 Gerenciamento A coleta de dados em tempo real reduz a de-semana. A utilização coordenada des- como previsão de tempo, medicina, teoria da evolução das espécies proposta Implementação operação diária de planejamento logístico. dependência de modelos probabilísticos de ses recursos computacionais ociosos per- finanças, fenômenos sísmicos e explo- por Darwin. De acordo com essa teoria, Esses experimentos mostraram que a previsão de demanda. Qualquer alteração na mitiria construir um supercomputador vir- ração de petróleo e gás. quanto melhor um indivíduo se adaptar ao A metodologia proposta foi implemen- metodologia proposta pode fornecer bons demanda é imediatamente detectada e pode tual, com capacidade de processamento A idéia do projeto SETI foi utilizada seu ambiente, maiores as suas chances de tada utilizando algoritmos genéticos para indicadores para o planejamento de rotas ser incorporada no modelo de otimização. paralelo suficiente para solucionar proble- neste trabalho para a criação e implemen- sobrevivência; cada um dos indivíduos um modelo referencial de reabastecimen- de reabastecimento em problemas de mas complexos de interesse para essas tação de uma infra-estrutura computacio- tem uma seqüência individual de genes to ótimo, com uma grande quantidade de grande escala. A vantagem econômica da Infra-estrutura computacional paralela organizações, como é o caso de problemas nal de solução de problemas enormes de que define todas as características físicas, locais de abastecimento (4.000) e com infra-estrutura computacional utilizada é de VMI de grande escala. VMI com programação paralela utilizando inclusive a sua maior ou menor adaptabili- uma grande variabilidade de níveis de evidente. A utilização dos recursos ociosos A solução clássica de problemas de oti- A idéia de se criar um supercomputa- a linguagem programação Java. dade ao ambiente em que vivem. demanda. Foram admitidas estimativas de de redes locais de PCs e a simplicidade mização de grande escala é feita com dor virtual utilizando o tempo ocioso de A seqüência de genes é alterada custos, de fretes e de desempenho médio operacional viabiliza o uso de computação estações de trabalho multiprocessadas de computadores interligados em rede surgiu Algoritmos genéticos durante a reprodução, e a seqüência de operacional dos veículos. O modelo admi- paralela na solução de problemas logísti- alto desempenho, ou agregados de compu- em 1995 no projeto SETI Search for genes dos filhos resulta da combinação tiu a entrega de um ou mais produtos de cos do dia-a-dia das empresas. tadores dedicados (beowulf clusters). Esse Extraterrestrial Intelligence (http://setiat- Para que se possa utilizar os recursos dos genes dos pais. Ao longo de muitas um único fornecedor, com um ou mais tipo de equipamento, entretanto, é caro e home.berkeley.edu), desenvolvido para da infra-estrutura computacional paralela gerações os indivíduos menos adaptados centros de distribuição, para muitos clien- exige operação especializada. processar uma quantidade muito grande é necessário que a formulação analítica do são, pela teoria da evolução, naturalmen- tes dispersos geograficamente. Por outro lado, as organizações usual- de dados obtidos em um rádio telescópio, problema de otimização seja paralelizável. te eliminados e obtém-se uma população A infra-estrutura computacional parale- mente dispõem de centenas ou mesmo com o objetivo de detectar a existência de Neste estudo utilizamos algoritmos genéti- bem adaptada ao seu ambiente. la apresentada anteriormente foi imple- milhares de computadores, interligados vida extraterrestre. Desde então, vários cos no modelamento do problema de VMI, Aplicando esse conceito a problemas mentada no Centro Incubador de por redes locais de boa qualidade, e que outros projetos baseados nesse mesmo pois algoritmos genéticos são métodos de de VMI, soluções (indivíduos) de menor Empresas Tecnológicas (Cietec), que se estão ociosos em grande parte de seu conceito têm sido desenvolvidos para apli- otimização intrinsecamente paralelizáveis. custo de transporte (melhor adaptabilida- localiza no Instituto de Pesquisas tempo, principalmente à noite e aos fins- cação em problemas complexos em áreas Algoritmos genéticos são inspirados na de) devem ser sempre obtidas ao se com- Energéticas e Nucleares (Ipen), dentro do binar soluções iniciais (pais) com um campus da Universidade de São Paulo número suficiente de iterações (USP). No Cietec está instalada uma rede (gerações). local padrão ethernet de 100 Mbps com O processo de evolução, no caso do uma ampla quantidade e variedade de problema de VMI, inicia-se com a geração equipamentos interconectados. A imple- aleatória das datas de reabastecimento de mentação da metodologia foi feita segundo estoques (genes) para um determinado os passos e atividades apresentadas sucin- número (população) de soluções. As tamente na figura ao lado. soluções são então classificadas segundo o valor de sua função de aptidão (custos Resultados e conclusões de transporte). Uma nova população é então gerada mantendo-se as melhores Foram testados vários problemas de Referências Bibliográficas soluções da população anterior e criando- VMI de grande escala modelados com CAMPBELL, A., CLARKE, L., SAVELS- se novas soluções a partir da recombi- algoritmos genéticos na infra-estrutura BERGH, M., An inventory routing problem. nação ou mutação de genes de soluções computacional paralela. Os resultados The Logistics Institute, Georgia Institute of da população anterior. obtidos na otimização foram significativa- Technology, Abril, O processo de evolução geracional mente melhores do que a operação inicial STANDERSKI, N. Uma Metodologia para prossegue até que seja atingido algum de programação de entregas. A velocidade Solução de Problemas de Grande Escala de critério de parada, por exemplo, tempo de de solução do modelo mostrou-se direta- VMI Vendor-Managed Inventory. In: XXIII processamento. A solução obtida é a me- mente proporcional ao número de PCs em Seminário de Logística Internacional. ABM lhor solução encontrada (ótimo local) operação na rede. Os resultados mostra- Associação Brasileira de Metais, Belo para o problema de VMI analisado. ram-se satisfatórios e compatíveis com a Horizonte, Junho de TODAY Logistics & Supply Chain - 10 TODAY Logistics & Supply Chain - 11

7 Cosmético A indústria nacional de higiene, perfumaria e cosméticos não tem do que reclamar nos últimos anos. Crescimento constante, diversificação de produção e expansão de consumo são alguns itens que despertaram a necessidade de um atendimento diferenciado por parte dos operadores logísticos. Há boas oportunidades, garantem os especialistas Caminhos metade das fábricas localizando-se no Sudeste, e consumo em ascensão no da Nordeste, calcula-se que os operadores Os dados são da Euromonitor rios. Um mercado composto por quase (2006) e divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de porte, com faturamento líquido superior a empresas, sendo 15 delas de grande Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos R$ 100 milhões. Quase 700 delas concentram-se no Estado de São Paulo, o que pos- (Abihpec): em relação ao mercado mundial, o Brasil ocupa a terceira posição no sui mais empresas no segmento, seguido volume de vendas de produtos cosméticos. É o segundo em produtos infantis, com 110. E não é só, espera-se que no ano do Paraná, com 148, e o Rio Grande do Sul, desodorantes e perfumaria; terceiro em de 2007 haja acréscimo de 20% no faturamento dos fabricantes. produtos para o banho, produtos masculinos, higiene oral e cabelo; o quarto em Alguns fatos chamam a atenção dos analistas com relação ao consumo de produtos cosmético cores; o quinto em proteção solar; oitavo em pele e o nono em depilató- cosméticos: o crescimento pela inclusão de novos consumidores das classes C e D, e a concentração no Nordeste. Com quase logísticos tenham aí boas perspectivas de trabalho. Os canais de distribuição usados são na maior parte os tradicionais, o atacado e o varejo; a venda direta, com a evolução do conceito de vendas domiciliares; e franquia, lojas especializadas e personalizadas. A marca Éh Cosméticos, com aproximadamente um ano de lançamento, aposta em uma proposta diferenciada de atuação. Rodrigo Gomes, diretor de Operações e Negócios conta que a Éh entrou em operação em junho de 2006, com planejamento desde Em sua área, ele explica que a escolha de fornecedores obedece a abordagens específicas. Acompanhamos de perto a evolução de todas as substâncias utilizadas, para ter sempre produtos de ponta. Isso acontece com o xampu e TODAY Logistics & Supply Chain - 12 Armazém da Antilhas Embalagens beleza com as fragrâncias, mantemos contato pessoal com as fabricantes internacionais. Os projetos de embalagens são da própria Éh, com o desenvolvimento exclusivo dos formatos. Para a manufatura das embalagens, a Éh fechou uma parceria com a AbPlast, de Joinville. Depois de meses de trabalho, as duas companhias chegaram ao resultado final de moldes próprios e exclusivos. Começamos a soprar as embalagens com eles, mas é uma parceria que podemos fazer com outros fornecedores. Terceirização em larga escala As atividades logísticas da Éh acompanham as características da indústria de TODAY Logistics & Supply Chain - 13 consumo, concorrência entre os possíveis operadores e contratação do selecionado. No caso, a escolhida foi a McLane, que também presta serviços para grandes indústrias como a Procter&Gamble e a Unilever. A McLane é responsável por operações como controle do warehouse, a distribuição e a roteirização. Sem ter experimentado ou na verdade, sequer pensado em atividades logísticas próprias, a Éh Cosméticos ingressou no mercado com a idéia de terceirizar. Só não terceirizamos áreas estratégicas como a criação e o desenvolvimento de produto e vendas. Logística e produção estão com terceiros, enfatiza. As operações da fabricante seguem a rotina da indústria de consumo, com o target de giro de produto no estoque. Tenho a cobertura mínima de 30 dias no estoque para chegar ao mercado, com pronta entrega. E estamos sempre revendo o tar-

8 Cosmético Acompanhamos de perto a evolução de todas as substâncias utilizadas, para ter sempre produtos de ponta. Rodrigo Gomes, diretor de Operações e Negócios da Éh Cosméticos só para o Brasil, como para todo o mercado latino-americano, afirma Itaguacy Ibrahim, diretor Comercial. A fabricante fornece fragrâncias, em âmbito industrial, como matéria-prima para a cadeia de cosméticos, atendendo clientes de grande porte como Natura, Avon, O Boticário, Unilever, Procter&Gamble, Bom Bril, presença no setor de produtos de beleza produz papel cartão e plástico, gerenciando o desenvolvimento, a produção e a entrega de sacolas com acabamento manual e automático, caixas e cartuchos, envoltórios de papel, bobinas técnicas, estojos e kits, entre outros, para grandes redes de lojas, franquias e indústrias, atendendo a mais de 12 Existem as operações que rodam 24 horas, as que abastecem fábricas, as que atendem ao pequeno varejo, assim como têm operações que atendem a grandes varejistas. entre outros. No negócio de perfumaria, de uma mil pontos de consumo em todo Brasil. Bruno Baptista, diretor de Supply Chain Alejandro Bagnati, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Exata Logística get porque usamos muitas fragrâncias da maneira geral, 80% dos componentes são reforça que o fornecimento de embalagens Europa que têm de vir de navio, explica Gomes. O fornecedor de matéria-prima, Mantivemos uma política agressiva de entrega expressa na cidade de São Paulo, importados. Dependemos muito fortemente das estruturas aéreo e portuária e e sacolas com alto valor agregado abrange dois sistemas exclusivos de gestão de esto- Logística cosmética em função do giro do estoque, entrega ao com alto grau de exigência. Além de São temos de computar toda a problemática que: JIT-FP Just in Time - Franchising Alejandro Bagnati, diretor de parceiro da produção. Respeitando a políti- Paulo, os produtos Éh chegam a 23 estados, para o bom funcionamento da nossa Program, atendendo o varejo entregando Desenvolvimento de Negócios da Exata ca do estoque mínimo, os terceirizados é sem previsão de alcançar o exterior. cadeia de abastecimento, para conseguir diretamente nos pontos-de-venda e JIT-IS Logística, do grupo Arex, elucida como fun- que fazem todo o fluxo de material: Ele atender prontamente os clientes no Just in Time - Industry Supply, abastecendo cionam as operações logísticas oferecidas faz o pedido à AbPlast e também à Givaudan (fragrâncias), produz e nos Cheiro bom Brasil, salienta o diretor. Outro fator muito importante para a eficiência da as indústrias. Bruno Baptista destaca que os concei- ao segmento de cosméticos: Antes de qualquer coisa, para operar com cosméticos, é entrega a caixa fechada. A Firmenich, participante da cadeia Firmenich é o trabalho a quatro mãos com tos estratégicos da logística foram aplica- preciso atender os pré-requerimentos da Em seis meses de atividade, a Éh otimi- dos cosméticos, é uma empresa suíça, de a previsibilidade de vendas. Então, os dos ao modelo de negócio da Antilhas. legislação, que são as licenças de vigilância zou a logística de produção, o que propiciou perfumes, sabores e aromas, que tem mais números do estoque e de volumes são Gestão de demanda e estoques ou a sanitária, a Agência Nacional de Vigilância uma eficiente distribuição nacional a 3 mil de 100 anos de existência e está em prati- acompanhados muito proximamente à redução do canal de distribuição viabiliza- Sanitária (Anvisa). No mais, as operações pontos-de-venda no Brasil todo. Por ser camente todos os lugares do mundo. No produção. As operações de entrega não dos no JIT-FP são exemplos colocados em dução), Produção e a Logística em si na variam de necessidade de cliente para clien- uma jovem empresa, os processos não pas- Brasil estamos há 55 anos, com um site de são de grande volume que justifiquem a prática na parceria com empresas como O execução até a entrega dos produtos. te e do que o operador pode atender. saram por nenhuma revisão ou mudança, já 30 mil m 2, em Cotia, onde criamos, desen- contratação de operadores logísticos e sim Boticário, Água de Cheiro e L acqua di Nossa área de Supply Chain comporta Existem as operações que rodam 24 horas, que tudo funciona como o planejado. volvemos e produzimos fragrâncias, não transportadores. Usamos muito o ware- Fiori, entre outras. As atividades logísti- suprimentos (aquisições e relacionamento as que abastecem fábricas, as que atendem house porque temos grande previsibilida- cas garantem um nível de serviço adequa- com fornecedores) e Logística (inbound e ao pequeno varejo, assim como têm ope- de, contando sempre com os prazos de do às necessidades dos clientes, dentro de outbound de materiais). rações que atendem a grandes varejistas. processamento e de importação. custos que visam manter a empresa com- Com foco na Gestão de Supply Chain, Essa é a regra geral, mas há também espe- Acabamos trabalhando por demanda, petitiva no mercado. O segredo da logísti- Baptista conta que recentemente a cificidades, como manusear e transportar enfatiza Ibrahim. O grande mérito da ca da Antilhas está no correto funciona- Antilhas redesenhou o processo de produtos sensíveis à temperatura, com con- Firmenich é a administração das matérias- mento desses elos na cadeia interna Planejamento de Vendas e Operações trole de temperatura; inserção de data de primas, conhecendo a previsão de volu- Na visão do diretor, as operações de (S&OP) e implementaram o WMS, da validade; rastreabilidade. mes de produção. Supply Chain, como qualquer processo SAP conjuntamente com o ERP completo. O profissional destaca que há alguns nas organizações, também dependem da Para melhorias em nossa intralogística processos diferenciados, como a Avon que Embalagem interação de vários departamentos. Na houve investimentos em novas estruturas estipula a entrega em determinado cliente, Antilhas os principais departamentos de estocagem porta-palets, novas empilha- em determinado horário, ou ainda se a A embalagem integra o processo final envolvidos nas atividades logísticas são: deiras enquanto trabalhamos no projeto cliente quer receber os pedidos quebra- de produção dentro da fábrica, mas sua Comercial, P&D (Pesquisa & Desen- para ampliação das instalações da em- dos. Outras empresas determinam que importância atesta a existência de uma volvimento) e Suprimentos para a manufa- presa, na produção, e de estocagens, tanto produtos cosméticos não podem estar indústria especificamente dedicada à ativi- tura dos produtos aos clientes e termina das matérias-primas, quanto dos pro- perto dos alimentícios, por causa da conta- Embalagens desenvolvidas pela Antilhas dade. A Antilhas Embalagens, com forte envolvendo PCP (planejamento de pro- dutos acabados. minação por odor, por exemplo. TODAY Logistics & Supply Chain - 14 TODAY Logistics & Supply Chain - 15

9

10 Portos SEP, agora oficial ASecretaria Especial de Portos foi oficializada na última semana de agosto no Senado. De acordo com a MP 369, que criou a Secretaria, seu papel é assessorar direta e imediatamente o Presidente da República na formulação de políticas e diretrizes para o desenvolvimento e o fomento do setor de portos marítimos e, especialmente, promover a execução e a avaliação de medidas, programas e projetos de apoio ao desenvolvimento da infra-estrutura portuária marítima e dos portos outorgados às companhias docas. Uma das exigências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aprovada, inclusive, pelo ministro Pedro Brito, que controla a Secretaria, é que profissionais com competência técnica estejam à frente da gestão dos portos. Uma das prioridades do ministro é a revitalização e a melhoria na infra-estrutura do Porto de Santos, o mais importante da América Latina. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) atua no mesmo setor, mas tem um objetivo diferente. Criada sob a Lei No , o objetivo da Antaq é regular, supervisionar e fiscalizar as atividades de prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infra-estrutura portuária e aquaviária, exercida por terceiros. Mas as atuais obras para melhorias nos portos brasileiros não passam pelo crivo da Antaq. O órgão que tem o poder para realizar obras nesse setor é o Departamento Nacional A criação da Secretaria Especial de Portos, com status de ministério, foi aprovada em agosto em meio a muitos questionamentos e propostas de melhorias no setor portuário brasileiro. O que muda com a consolidação desse órgão? de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), embora seja a Secretaria Especial dos Portos que estabeleça a necessidade das obras. Dessa maneira, a divisão de atribuições é a seguinte: a Secretaria dos Portos define as políticas para o setor, o DNIT executa as obras de infra-estrutura, e a Antaq regula as atividades das companhias docas e da iniciativa privada e a relação entre os setores público e privado na atividade portuária, de navegação interior e marítima. A atuação da Agência não vai além disso, pois a elaboração de políticas no sistema portuário está restrita a Secretaria de Pedro Brito, economista que foi superintendente financeiro do Banco do Nordeste, presidente do Banco do Ceará, secretário da Fazenda do ex-governador Ciro Gomes, e Ministro da Integração Nacional do Governo Lula. Antaq O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, Murilo Barbosa, acredita que antes da Lei de Modernização dos Portos, os terminais apresentavam baixa eficiência, pois as operações eram feitas por entidades estatais, quase de modo exclusivo. Para ele, o estabelecimento da Lei trouxe benfeitorias ao setor: Com a implantação de importantes mudanças institucionais foi dada a sinalização que faltava para a iniciativa privada investir no setor, o que vem sendo feito a partir de então, com grande agilidade e expressivos resultados operacionais, afirma o diretor. TODAY Logistics & Supply Chain - 18 Barbosa explica que os terminais de contêineres de uso público aumentaram a eficiência quanto à velocidade das operações, de 10 para 50 movimentos por hora, desempenho que pode ser comparada aos melhores terminais do exterior. O diretor acredita que o Brasil será destaque entre os melhores portos do mundo com a profissionalização total da administração portuária, que removerá o grande obstáculo ainda existente em termos de modernização e eficiência, representado pela baixa qualidade de gestão dos negócios na área dos portos públicos. Na opinião do diretor da Antaq, os investimentos mais urgentes são os relacionados aos acessos rodoviários, ferroviários e aquaviários, bem como a dragagem, para permitir o recebimento e atendimento de navios de grande porte, trazendo maior economia de escala, conforme a tendência observada nos melhores portos do mundo. Nova diretoria na Codesp Em 12 de setembro foi anunciada a nova diretoria da Companhia Docas de São Paulo, Codesp. José Di Bella Filho é o novo Diretor Presidente, em substituição a José Carlos de Mello Rego. A diretoria Comercial também foi mudada. Helmut Kopittke substitui Fabrizio Pierdomênico; na diretoria de Infra- Estrutura, Paulino M. da Silva Vicente assume o cargo de Arnaldo de O. Barreto; e Alexandre Alencar Costa é o novo diretor Administrativo-financeiro. O destaque desta edição é Sônia Barreto, gerente de Planejamento de Materiais em uma multinacional norte-americana de auto-peças. Confira os benefícios de ser CPIM. A certificação nos dá credibilidade, confirma Sônia. Possui a certificação há quanto tempo? Minha primeira Certificação se deu em março de 2001, após um ano e meio de estudos e provas. Em março de 2006, tive de me recertificar, conforme regras da APICS. Faça um breve resumo de suas atividades profissionais Trabalhei em PCP durante 9 anos, fui planejadora da América Latina - Cone Sul por 5 anos, numa empresa multinacional americana. Coordenei a implantação de Lean Manufacturing e fui responsável por Almoxarifado de Materiais nessa mesma empresa. Em 2005 e 2006, comecei como consultora da Oliver Wight, ministrando cursos e palestras sobre Sales and Operations Planning (S&OP), Planejamento de Demanda, Planejamento Mestre, Planejamento de Materiais, Planejamento de Produção, Lean Manufaturing, Gerenciamento de Mudanças etc. Hoje atuo como gerente de Planejamento de Materiais em uma multinacional norte-americana de autopeças, tendo como principais tarefas: gerenciar os almoxarifados de Matéria Prima, Atendimento a Clientes, Planejamento de Demanda e Planejamento Mestre, Planejamento de Materiais, Planejamento de Produção e Comércio Exterior. Os principais objetivos são: atender a 100% dos pedidos das montadoras com um estoque mínimo de produto acabado, que não chega a uma semana; não deixar parar a fábrica por falta de matéria-prima e componentes com um estoque de no máximo três dias para materiais locais e 15 dias para materiais importados; programar a produção na melhor seqüência, onde consigamos atender aos pedidos e ao mesmo tempo, utilizar da melhor maneira os ativos da companhia; gerenciar almoxarifados dentro de todas as regras da SOX; reduzir lead times de materiais importados; melhorar o tempo de desembaraço de mercadoria; etc. Qual a importância da certificação CPIM para o profissional que atua com Supply Chain? Quando não havia me certificado ainda, acreditava que pela minha experiência sabia tudo de Supply Chain. Iniciei o processo de certificação e, na medida em que ia estudando e fazendo as provas, descobria que não sabia nada. Quero dizer com isso que muitas vezes pensamos que sabemos tudo em função do trabalho, mas que o universo na área é tão grande que há muito mais do que imaginamos para se aprender. Hoje eu me sinto confortável em discutir o assunto em qualquer nível, sem a preocupação de não conseguir acompanhar o raciocínio de alguém sênior na área. Também me sinto muito à vontade de atuar na área, sem nenhuma insegurança, porque tenho a confiança de que sei o que estou fazendo. A certificação nos dá credibilidade. Quando sabemos de alguém que se certificou, temos a certeza de aquela pessoa entende de Supply Chain, devido à profundidade em que a certificação nos leva. Quais os benefícios de obter essa certificação no dia-a-dia de seu trabalho e em sua carreira? Em primeiro lugar, uma pessoa certificada tem uma chance muito maior de tomar as decisões corretas, tal é a profundidade de TODAY Logistics & Supply Chain - 19 conhecimento gerado no processo de certificação. Em segundo lugar, em razão da profundidade desse conhecimento, o profissional certificado é muito respeitado e tem credibilidade. São benefícios que não tem preço. Que dicas daria para quem ainda não se certificou e tem dúvidas quanto a isso? O que eu tenho a dizer para quem tem dúvidas é que, para um profissional de Supply Chain, na minha opinião, a Certificação pela APICS é muito mais importante do que um MBA tradicional, pois disseca os assuntos com muito mais profundidade do que qualquer outra graduação. Só de estudar os módulos para as provas, o profissional já adquire um conhecimento ímpar. Para aqueles que já possuem a certificação, o que devem buscar para não se desatualizarem quanto ao aprendizado adquirido? Devem buscar estar sempre se atualizando sobre o tema, seja com a experiência no trabalho no dia a dia, seja com a leitura, ou cursos novos que aparecem ou até mesmo ensinando. A APICS exige Recertificação a cada cinco anos justamente para que as pessoas que se certificaram não fiquem desatualizadas sobre o assunto, coisa que nenhum MBA exige. Por isto tem tanta credibilidade. Para quem decidiu buscar a certificação, meu conselho é: não desistam na primeira dificuldade. As provas são difíceis, é muito comum a pessoa não passar na primeira prova, são vários módulos, enfim, não é uma certificação fácil, haja vista que temos poucas pessoas certificadas no Brasil. Mas no final, vale a pena. Você estará entre os poucos.

11 Express UPS, 100 anos de serviços A UPS, empresa com atividades mundiais de entregas expressas, está comemorando 100 anos de existência. Do simples escritório de amigos em Seattle até o status de oitava companhia área do mundo, com uma frota de mais de 92 mil veículos e serviços variados, a empresa hoje emprega mais de funcionários no mundo todo. O sucesso da UPS é resultado de esforços mantidos por milhares de funcionários que dividem um forte compromisso com seus clientes. E, é esta dedicação que guiará de forma positiva a UPS para o próximo século, afirma Mike Eskew, Chairman e CEO da UPS. No Brasil, onde está presente desde 1995, a companhia comemorou a data presenteando pessoas com kits de sementes de ipê amarelo, uma forma de conscientização social. A respeito do assunto, Nadir Moreno, presidente da UPS no Brasil comenta: A UPS acredita que o sucesso do negócio depende da adaptação de objetivos econômicos e sociais para atividades do meio ambiente. Oferecemos serviços e valores otimizados para nossos clientes quando buscamos uma maior eficiência operacional e um mínimo de impacto no ambiente em que vivemos. O ipê amarelo foi propositalmente escolhido pela longevidade de cerca de 100 anos, longevidade essa que a empresa deseja desenvolver com o País. Se nos mantivermos próximos a este sentimento, a UPS está determinada em inovar, crescer, e obter sucesso por mais 100 anos, completa Eskew. Centro agrologístico para a Golden Cargo A Golden Cargo, especializada em cadeia logística de mercadorias especiais acaba de investir R$ 4 milhões dos R$ 19 milhões em investimento previstos nos planos de expansão da empresa em 2007 em um centro agrologístico. A nova unidade de armazenagem e distribuição foi estruturada com 106 docas, 32 mil posições-palete numa área de 33 mil m 2, situada estrategicamente em Barueri para melhor atender o interior paulista. Com o centro agrologístico, teremos capacidade de atender o Brasil inteiro e ainda oferecer aos clientes o serviço de armazenagem em São Paulo, explica Mauri Mendes, diretor da companhia, que ressalta também a possibilidade de expansão de negócios para a região Sul do país e ao Mercosul. De acordo com o executivo, a unidade está se adiantando e reforçando a infra-estrutura para atender a demanda por produtos agroquímicos. O crescimento nas vendas de defensivos agrícolas a partir deste ano, decorrente da recuperação do mercado agrícola, principalmente os herbicidas destinados à soja transgênica e o crescimento da indústria canavieira, obrigará as indústrias a buscarem espaços para armazenagem da sua produção. As expectativas são de que o centro opere até o final de 2007 pelo menos 40% de sua capacidade, com estimativas de ser utilizada por completo em Teremos um serviço mais ágil pela verticalização da operação, com conseqüente redução do custo total da distribuição, completa Mendes. No investimento, a empresa também se preocupou com segurança patrimonial e ambiental, com a implantação de sistemas de monitoramento, bacias de contenção e reservatórios de água. TODAY Logistics & Supply Chain - 20 Sorter, equipamento para papelarias A Linx Logística, parte especializada do Grupo que atua na otimização de processos de movimentação, distribuição e armazenagem, apresenta sua primeira solução para o setor de papelarias: o Sorter. O equipamento consiste em um classificador de alta velocidade de caixas e pacotes (full-case), com múltiplas entradas e saídas, permitindo a separação de até dez mil caixas de 50 kg por hora, com controle de peso e cubagem automático. Daniel Del Mayo, diretor, declara: Estamos trabalhando em projetos com empresas fabricantes e distribuidores de artigos de papelarias e o retorno tem sido excelente. Nossa expectativa é muito boa. Mayo afirma também que o equipamento garante melhorias na logística interna, grande produtividade e um diferencial competitivo. Ideal para empresas que precisam lidar com caixas fechadas, o Sorter identifica, direciona e separa as caixas pela leitura de código de barras, por critérios, como destino, cliente e rota. Rodrimar com novo guindaste O grupo Rodrimar acaba de alugar um novo guindaste da Liebherr com capacidade para 100 t, para operação no Terminal Portuário Alfandegado Saboó, no porto de Santos. O investimento, calculado em euros é o terceiro guindaste alocado pelo grupo nos pontos 3 e 2 do terminal, e deverá entrar em funcionamento a partir do mês de outubro. Contando com 30 atracações mensais de navios conteneiros, com 15 mil contêineres movimentados ao mês, o grupo Rodrimar também está renovando sua frota de reach stackers, com quatro novas, vindas da Terex. Expresso Araçatuba aprova viabilidade da BR-319 O Expresso Araçatuba empresa de transporte rodoviário e aéreo de cargas que opera nas regiões Norte e Centro-Oeste e nas principais rotas internacionais da América do Sul começou, em agosto, um detalhado estudo técnico para avaliar as condições da rodovia BR-319, que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM), hoje única ligação terrestre entre as duas cidades. Batizada de Expedição BR-319, a caravana consumiu 33 horas para ser percorrida trecho que em melhores condições poderia ser cruzado em 14 horas. A iniciativa de sustentabilidade da empresa conformou a viabilidade de utilização da via, por ser de extrema necessidade para minimização dos transtornos econômicos e de movimentação causados à população local. A rodovia abrange cerca de quilômetros entre os dois locais e atravessa a rota mais central do estado do Amazonas. Foi construída nos anos 70 e por falta de manutenção está intrafegável, desde o final dos anos 80. A impressão que fica é de que a BR 319 não foi aberta por sua importância econômica e social, e paradoxalmente abandonada também sem levar em consideração tais aspectos, destaca Oswaldo Dias de Castro Jr, diretor-geral do Expresso Araçatuba. As obras na BR 319 foram retomadas no dia 27 de agosto, e sua reativação é considerada importante por vários aspectos, desde melhorar o escoamento da produção do pólo industrial de Manaus para o Sul e Sudeste do Brasil, retomando a principal modalidade de transporte no país (atualmente a região só conta com os modais fluvial, aéreo e cabotagem), até facilitar o fluxo internacional via Peru, Bolívia e Venezuela, promovendo a integração do Amazonas com a América do Sul. TODAY Logistics & Supply Chain - 21 Só o começo! Em meados de setembro, a Associação para Educação em Administração Empresarial (ABAI) recebeu a visita de Frank Quiett, C.P.M., o facilitador do primeiro curso no Brasil de preparação à certificação Certified Purchasing Management (C.P.M.), do Institute for Supply Management (ISM), a maior e mais antiga associação de profissionais de compras e suprimentos do m u n d o. Identificandose como um Frank Quitt, instrutor da primeira edição do curso entusiasta preparatório à certificação CPM no Brasil profissional de Compras, com paixão por Supply Management, Frank Quiett empolgou os integrantes do curso, das empresas Sealed Air / Cryovac, Bristol Myers Squibb, Bloomberg e Forum-Triton. A próxima edição da revista TODAY Logistics & Supply Chain trará uma entrevista completa com o instrutor e os participantes.

12 Agenda Setembro Curso Intensivo para Analistas e Gestores de Logística e Supply Chain 17 a 18 de setembro em Guarulhos / SP VIII Congresso Brasileiro de Logística 17 a 18 de setembro em São Paulo *Confira anúncio na 3ª capa Logística de Transporte Internacional 19 de setembro em São Paulo 5º Encontro Brasileiro de Logística Têxtil 19 de setembro em São Paulo Logística & Supply Chain 20 de setembro em Curitiba / PR 5º ELLO - Encontro de Negócios em Suprimentos & Logística 24 a 26 de setembro em São Paulo *15% de desconto para assinantes TODAY Certificação em Gestão Estratégica de Compras e Suprimentos 25 de setembro em São Paulo Gestão Integrada de Cadeia de Suprimento 25 a 26 de setembro em São Paulo Outubro Planejamento de Redes Logísticas 02 a 03 de outubro em São Paulo 7º Fórum Regional Ciclo Desenvolvimento Logística & Supply Chain 03 de outubro em Belo Horizonte / MG Gerenciamento de Custos em Supply Chain 08 de outubro em São Paulo Conferência do Supply Chain Council Europa a 12 de outubro em Bruxelas / Bélgica FENATRAN 16º Salão Internacional do Transporte 15 a 19 de outubro em São Paulo *Confira anúncio na 2ª capa Ambiental 3ª Conferência Cadeia de Suprimentos Hospitalares 16 a 17 de outubro em São Paulo II Encontro de Logística Enalog 18 a 20 de outubro em Jataí / GO Logística Internacional 19 de outubro em Campinas / SP BSCM Basics of Supply Chain Management (CPIM APICS) 20 e 27 de outubro e 10 de novembro (3 dias) na Fundação Vanzolini / SP Inteligência em Compras 22 a 23 de outubro em São Paulo *15% de desconto para assinantes TODAY Estratégias para segurança de cargas 23 a 24 de outubro em São Paulo Gestão de Estoque na Cadeia de Suprimentos 23 a 24 de outubro em São Paulo SMR Strategic Management of Resources (CPIM / APICS) 24 a 27 de outubro na Fundação Vanzolini / SP TODAY Logistics & Supply Chain - 22

MBA em Gestão Logística

MBA em Gestão Logística Pág. 1/5 MBA em Gestão Logística Carga Horária: 360 horas/ aulas presenciais + monografia orientada. Aulas: sábados das 8h30 às 18h, com intervalo para almoço. Valor: 16 parcelas de R$ 380,00* * Valor

Leia mais

AUTOR: PAULO ROBERTO LEITE REVISTA TECNOLOGÍSTICA MAIO / 2002. SÃO PAULO, EDIT. PUBLICARE LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL

AUTOR: PAULO ROBERTO LEITE REVISTA TECNOLOGÍSTICA MAIO / 2002. SÃO PAULO, EDIT. PUBLICARE LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL Introdução : Conceitos, Definições e Áreas de atuação A Logística Reversa tem sido citada com freqüência e de forma crescente em livros modernos de

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

Logística Reversa. Conceito de Logística. Reversa 15/09/2011. Objetivos da aula. e o Meio Ambiente

Logística Reversa. Conceito de Logística. Reversa 15/09/2011. Objetivos da aula. e o Meio Ambiente Logística Reversa e o Meio Ambiente Objetivos da aula 1. Estabelecer as relações entre os canais de distribuição diretos e os canais reversos; 2. Identificar as diferentes categorias de canais de distribuição

Leia mais

Transportes Diamante. Resumo. Uma nova forma de pensar e agir

Transportes Diamante. Resumo. Uma nova forma de pensar e agir Transportes Diamante Uma nova forma de pensar e agir por Wagner Rodrigo Weber e Jacir Adolfo Erthal Wagner Rodrigo Weber Mestre em Organizações e Desenvolvimento pela UNIFAE - Centro Universitário; Administrador,

Leia mais

Logística Reversa de Materiais

Logística Reversa de Materiais Logística Reversa de Materiais Aplicação de ferramentas de gestão e operação da Cadeia de Abastecimento na Logística Reversa Apresentador: João Paulo Lopez Outubro / 2.008 Objetivos: Conceituar Logística

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

Brochura - Panorama ILOS

Brochura - Panorama ILOS Brochura - Panorama ILOS c Custos Logísticos no Brasil - 2014 - Apresentação O tema custos é uma preocupação recorrente dos executivos de logística no Brasil. Por isso, de dois em dois anos, o ILOS vai

Leia mais

COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS

COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS 1 ÍNDICE 1. Introdução... 2. Por que preciso investir em tecnologia?... 3. Cinco passos para usar a tecnologia a meu favor... 4.

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA Importância da Logística O lugar da Logística nas Empresas A logística diz respeito à criação de valor; O valor em logística é expresso em termos de tempo e lugar. Produtos e serviços

Leia mais

Logística Reversa Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais

Logística Reversa Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais Logística Reversa Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais Introdução Leonardo Lacerda Usualmente pensamos em logística como o gerenciamento do fluxo de materiais do seu ponto de

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS DEFINIÇÃO DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS (SUPLLY CHAIN) São os processos que envolvem fornecedores-clientes e ligam empresas desde a fonte inicial de matéria-prima até o ponto

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

onda Logistics powered by Quantum

onda Logistics powered by Quantum onda Logistics powered by Quantum Sonda IT Fundada no Chile em 1974, a Sonda é a maior companhia latino-americana de soluções e serviços de TI. Presente em 10 países, tais como Argentina, Brasil, Chile,

Leia mais

Prêmio ABRALOG de Logística. Soluções Logísticas no Agronegócio

Prêmio ABRALOG de Logística. Soluções Logísticas no Agronegócio Prêmio ABRALOG de Logística Soluções Logísticas no Agronegócio Sumário 1. Informações Gerais...02 2. Política de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade...03 3. Projeto...05 4. Dificuldade Encontrada...08

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER Conceito LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER É uma área da logística que atua de forma a gerenciar e operacionalizar o retorno de bens e materiais, após sua venda e consumo, às suas origens, agregando

Leia mais

ATENÇÃO. Apresentação

ATENÇÃO. Apresentação Apresentação O tema logística reversa vem crescendo em importância entre as empresas desde a regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com as novas exigências, as empresas precisam buscar

Leia mais

O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A

O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A Thames Richard Silva Dissertação de Mestrado em Gestão de Negócios, Programa de Pós-Graduação em Gestão de

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 19 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999)

CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999) CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999) INDICE 1. INTRODUÇÃO 2. SERVIÇOS LOGÍSITICOS 3. O CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSITICO 3.1 DEFINIÇÃO 3.2 CARACTERIZAÇÃO DE OPERADOR LOGÍSTICO 4. DEFINIÇÕES

Leia mais

Logística e Organização de Cadeias Produtivas

Logística e Organização de Cadeias Produtivas II SEMANA ACADÊMICA DE ENGENHARIA AGRÍCOLA ENGENHARIA DO AGRONEGÓCIO Logística e Organização de Cadeias Produtivas Prof. Luís César da Silva UFES - CCA Desafios do Agronegócio Globalizado Atender padrões

Leia mais

Processamento de Pedidos na Mira Transportes

Processamento de Pedidos na Mira Transportes Processamento de Pedidos na Mira Transportes Sumário 1 Apresentação da empresa... 3 1.1 Histórico... 3 1.2 Diferenciais... 3 2 Processamento de pedidos: revisão teórica... 4 2.1 Preparação... 4 2.2 Transmissão...

Leia mais

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Analista de Logística em Comércio Exterior - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Habilitar o participante para trabalhar com as rotinas da logística

Leia mais

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e Fascículo 2 Gestão de estoques Segundo Nigel Slack, estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. O termo estoque também pode ser usado para descrever

Leia mais

SENALIMP 2010 CLRB. CONSELHO DE LOGÍSTICA REVERSA DO BRASIL www.clrb.com.br clrb@clrb.com.br

SENALIMP 2010 CLRB. CONSELHO DE LOGÍSTICA REVERSA DO BRASIL www.clrb.com.br clrb@clrb.com.br SENALIMP 2010 CLRB CONSELHO DE LOGÍSTICA REVERSA DO BRASIL www.clrb.com.br clrb@clrb.com.br Missão Oferecer oportunidades de aumento de competitividade empresarial através da Logística Reversa. Objetivos

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: Gestão e Negócios Componente Curricular: Gestão da Cadeia

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Marcelo José de Sousa, diretor de logística da TGestiona, fala sobre e-commerce

Marcelo José de Sousa, diretor de logística da TGestiona, fala sobre e-commerce 21 de Julho de 2009 Marcelo José de Sousa, diretor de logística da TGestiona, fala sobre e-commerce A Internet, já há algum tempo, é parte integrante da vida de muitas pessoas, que passam horas conectadas

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Conceitos avançados da Logística com foco na TI 20/08/2011. O Efeito Chicote - (Bullwhip effect)

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Conceitos avançados da Logística com foco na TI 20/08/2011. O Efeito Chicote - (Bullwhip effect) Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Logística empresarial e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Conceitos avançados da Logística com foco na TI Disciplina: Tecnologia da Informação (TI) Aplicada à

Leia mais

5. Estudo de Caso: SomLivre.Com

5. Estudo de Caso: SomLivre.Com 5. Estudo de Caso: SomLivre.Com 5.1. Metodologia Os dados que serão descritos neste estudo referem-se à empresa SomLivre.Com, compreendido no período de Setembro de 1999 à Novembro de 2004. Com intuito

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

Logistica e Distribuição. Conceito. Nomenclatura dos Operadores Logísticos

Logistica e Distribuição. Conceito. Nomenclatura dos Operadores Logísticos A terceirização de serviços logísticos se constitui uma das Logística e Distribuição novas tendências da prática empresarial moderna, principalmente dentro dos conceitos da Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de EM ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu Anna Karoline Diniz Fortaleza Camila Moura Favaro Fernando dos Anjos Reinaldo Francisco Carvalho Tiago Souza Tecnologia da Informação no Transporte São Paulo 2013 1 Tecnologia

Leia mais

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Rosenclever Lopes Gazoni Data MACROPROCESSO [1] AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO/COMERCIAL: Correio eletrônico; vídeo texto; vídeo conferência; teleconferência;

Leia mais

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE 20-21 Maio de 2013 Tivoli São Paulo Mofarrej São Paulo, Brasil ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE Fernando Cotrim Supply Chain Director, Rio 2016 Perguntas: Quais são os desafios de gerenciar o Supply

Leia mais

Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda

Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda Tecnologia da Informação Aplicada à Logística Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda Como garantir

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

Yusen Logistics do Brazil. Supply Chain Solutions

Yusen Logistics do Brazil. Supply Chain Solutions Yusen Logistics do Brazil Supply Chain Solutions Yusen Logistics Group NYK A YUSEN LOGISTICS é uma empresa do Grupo NYK (fundada em Tóquio em 1885), que atua na gestão do fluxo de bens, serviços e informações

Leia mais

PERDIGÃO. Redesenhando a Operação Logística de sua cadeia de suprimentos

PERDIGÃO. Redesenhando a Operação Logística de sua cadeia de suprimentos Ce ntr a l d e Ca se s ESPM / EX AM E CASE Nº 016 Case-Study PERDIGÃO Redesenhando a Operação Logística de sua cadeia de suprimentos Este case descreve o processo de adaptação de uma grande indústria de

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira 1. Introdução Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira Gestão de Sistemas de Informação Os estudos realizados nas disciplinas Gestão da Produção

Leia mais

Unidade III LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade III LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade III LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Distribuição física e armazenagem Objetivo: Atender o cliente, dispondo do produto no lugar certo, no tempo certo e na quantidade desejada. Esta

Leia mais

A navegação de cabotagem no Brasil

A navegação de cabotagem no Brasil A navegação de cabotagem no Brasil Um imenso potencial com grandes desafios e barreiras João Guilherme Araujo Diretor de Desenvolvimento de Negócios ILOS - Instituto de Logística e Supply Chain Ultimamente

Leia mais

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade Carla Fernanda Mueller, carla@deps.ufsc.br 1. Introdução O ciclo dos produtos na cadeia comercial não termina quando, após serem usados pelos consumidores,

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções.

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções. Uma publicação: Estratégias para aumentar a rentabilidade 04 Indicadores importantes 06 Controle a produção 08 Reduza filas 09 Trabalhe com promoções 10 Conclusões 11 Introdução Dinheiro em caixa. Em qualquer

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

Pós-Graduação Fórum Lean Vale do Paraíba A contribuição do Lean-TOC-VMI para a gestão eficaz da cadeia de suprimentos Prof. MSc. Artur Henrique Moellmann CIS-ERP / Grupo Everel 16maio2009 artur.moellmann@terra.com.br

Leia mais

ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 - AO2 GERÊNCIA SETORIAL DE COMÉRCIO E SERVIÇOS

ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 - AO2 GERÊNCIA SETORIAL DE COMÉRCIO E SERVIÇOS ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 - AO2 GERÊNCIA SETORIAL DE COMÉRCIO E SERVIÇOS Data: Junho/2000 N o 18 B2C: A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA 1. INTRODUÇÃO O Business-to-Consumer (B2C) refere-se à realização

Leia mais

APRESENTAÇÃO. www.maissolucoeslogisticas.com.br

APRESENTAÇÃO. www.maissolucoeslogisticas.com.br APRESENTAÇÃO www.maissolucoeslogisticas.com.br Acreditamos que as pequenas e médias empresas de transporte, armazenagem, operadores logísticos e empresas de e-commerce podem ter processos eficientes, uma

Leia mais

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas.

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. Logística e Distribuição Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Histórico O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. A história mostra que

Leia mais

de frente Na linha Automação e expansão ABAD ENTREVISTA

de frente Na linha Automação e expansão ABAD ENTREVISTA Na linha Como a automação contribuiu para o desenvolvimento das empresas de distribuição e atacadistas? A automação foi fundamental para o crescimento e fortalecimento do setor. Sem o uso intensivo da

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA.

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. SANKHYA. A nova geração de ERP Inteligente. Atuando no mercado brasileiro desde 1989 e alicerçada pelos seus valores e princípios,

Leia mais

Estudo de caso sobre Logística Reversa

Estudo de caso sobre Logística Reversa Estudo de caso sobre Logística Reversa Autores Cristiane Meneghel Dorizotto Angelita Barski Orientador Rosangela Vanalle 1. Introdução Na sociedade moderna, os resíduos sejam eles industriais ou residenciais,

Leia mais

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CIÊNCIAS CONTÁBEIS e ADMINISTRAÇÃO Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT maio/2014 APRESENTAÇÃO Em um ambiente onde a mudança é a única certeza e o número de informações geradas é desmedido,

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA - I Patrícia Beaumord Gomes Liva Administradora de Empresas, Pós Graduada em Gestão da Logística pelo IETEC.

LOGÍSTICA REVERSA - I Patrícia Beaumord Gomes Liva Administradora de Empresas, Pós Graduada em Gestão da Logística pelo IETEC. LOGÍSTICA REVERSA - I Patrícia Beaumord Gomes Liva Administradora de Empresas, Pós Graduada em Gestão da Logística pelo IETEC. Viviane Santos Lacerda Pontelo Administradora de Empresas, Pós Graduada em

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM. O WMS Ampliado

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM. O WMS Ampliado O WMS Ampliado O propósito deste artigo é analisar soluções em Tecnologia da Informação que têm propósito de ampliar o alcance e potencializar os resultados de Sistemas de Gerenciamento de Armazém. Iuri

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade IV GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Prof. Altair da Silva Transporte em area urbana Perceba o volume de caminhões que circulam nas áreas urbanas em nosso país. Quais são os resultados para as empresas

Leia mais

Definir embalagem de transporte. Desenvolver políticas que atendam conceitos, princípios e legislação específica a logística reversa.

Definir embalagem de transporte. Desenvolver políticas que atendam conceitos, princípios e legislação específica a logística reversa. Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA Tiago Augusto Cesarin 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade 1. Introdução O ciclo dos produtos na cadeia comercial não termina quando, após serem usados pelos consumidores, são descartados. Há muito se fala em reciclagem e reaproveitamento dos materiais utilizados.

Leia mais

grandes profissionais.

grandes profissionais. Soluções e Equipamentos para Controle Térmico Negócios empresariais, o resultado dos grandes profissionais. Relação entre pessoas geram negócios empresariais O termo (B2B - business to business em inglês)

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009

PLANO DE ENSINO 2009 PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso Superior de Tecnologia

Leia mais

Paulo Gadas JUNHO-14 1

Paulo Gadas JUNHO-14 1 Paulo Gadas JUNHO-14 1 Cadeia de Suprimentos Fornecedor Fabricante Distribuidor Loja Paulo Gadas JUNHO-14 2 Exemplo de cadeia de suprimentos Fornecedores de matériaprima Indústria principal Varejistas

Leia mais

Produtos para um mundo mais belo. Matérias-Primas e Embalagens

Produtos para um mundo mais belo. Matérias-Primas e Embalagens Matérias-Primas e Embalagens Produtos para um mundo mais belo Relatório de Sustentabilidade Grupo Boticário 2012 Fragrâncias, cremes, sabonetes e maquiagens certamente são os ícones que primeiro vêm à

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP Sistemas de Informação Sistemas Integrados de Gestão ERP Exercício 1 Um arame é cortado em duas partes. Com uma das partes é feito um quadrado. Com a outra parte é feito um círculo. Em que ponto deve ser

Leia mais

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS SOBRE NOSSA PLATAFORMA COMPLETA A Plataforma de Negocio da Tommasi foi formada ao longo de 20 anos de experiência no ramo de importação e exportação e de uma equipe especializada para formação de uma estrutura

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão da Produção e Logística tem por objetivo fornecer

Leia mais

Supply Chain Management. SCM e Ti aplicada à Logística Marco Aurelio Meda

Supply Chain Management. SCM e Ti aplicada à Logística Marco Aurelio Meda Supply Chain Management e TI aplicada à Logística 24 de Junho de 2004 SCM e Ti aplicada à Logística Cenário de Competição... Operações Globalizadas Operações Integradas Introdução LOGÍSTICA Tecnologia

Leia mais

www.nsclogistica.com.br

www.nsclogistica.com.br www.nsclogistica.com.br A Missão, Visão Valores Infra-Estrutura Nossa Frota Soluções Gris A A NSC logística atua no segmento de logística de telecomunicações desde 1988, estrategicamente situada as margens

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Gestão em Nó de Rede Logística

Gestão em Nó de Rede Logística Gestão em Nó de Rede Logística Armando Oscar Cavanha Filho Com o crescimento das atividades de uma empresa e a sua multiplicação horizontal, ou seja, a repetição de processos semelhantes em diversos pontos

Leia mais

Sistemas de Informações

Sistemas de Informações Sistemas de Informações Prof. Marco Pozam- mpozam@gmail.com A U L A 0 4 Ementa da disciplina Sistemas de Informações Gerenciais: Conceitos e Operacionalização. Suporte ao processo decisório. ERP Sistemas

Leia mais

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: obter materiais, agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e disponibilizar os produtos no local e

Leia mais

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins Armazenagem & Automação de Instalações Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário - Armazenagem Estratégica - Automação na Armazenagem 2 Armazenagem -

Leia mais

Palestras gratuitas durante nos encontros mensais (São Paulo e Rio de Janeiro)... Fevereiro a novembro

Palestras gratuitas durante nos encontros mensais (São Paulo e Rio de Janeiro)... Fevereiro a novembro EVENTOS ESPECIAIS: Palestras gratuitas durante nos encontros mensais (São Paulo e Rio de Janeiro)... Fevereiro a novembro Encontro da Federação Internacional de Compras (Rio de Janeiro)... 17 e 18 de março

Leia mais

A Gestão do estoque e do abastecimento é o pulmão de qualquer operação de e-commerce

A Gestão do estoque e do abastecimento é o pulmão de qualquer operação de e-commerce Guia de estudos sobre Estoque & Abastecimento Produzido entre 28 de janeiro e 10 de fevereiro de 2012, pelo Projeto E- Commerce Brasil Mais informações em: www.ecommercebrasil.com.br A Gestão do estoque

Leia mais

ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS

ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS Maria Rita Pontes Assumpção Mestrado em Gestão de Negócios Universidade Católica de Santos Resenha da Dissertação de Bruno

Leia mais

COMO A LEROY MERLIN ESTÁ ESTRUTURANDO SEU SUPPLY CHAIN PARA APOIAR SEU CRESCIMENTO

COMO A LEROY MERLIN ESTÁ ESTRUTURANDO SEU SUPPLY CHAIN PARA APOIAR SEU CRESCIMENTO COMO A LEROY MERLIN ESTÁ ESTRUTURANDO SEU SUPPLY CHAIN PARA APOIAR SEU CRESCIMENTO CAFÉ DA MANHÃ 30/04/2014 AGENDA 1. Leroy Merlin Brasil: uma empresa em crescimento 2. A estruturação do Supply Chain Ø

Leia mais

Tecnologia Aplicada à Logística

Tecnologia Aplicada à Logística Tecnologia Aplicada à Logística Movimentação e TI Alunos: Keriton Leandro Fernando TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA LOGÍSTICA Definição de Informação na Logística É um elemento de grande importância nas operações

Leia mais

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Leia mais

Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções de negócio.

Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções de negócio. Gestão da Produção Industrial Módulo B Fase 1 2015 Logística Empresarial Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções

Leia mais

Por que investir no Brasil

Por que investir no Brasil Por que investir no Brasil Por que investir em Eventos? Expertise nacional e internacional dos organizadores contribui para o desenvolvimento dos seus negócios, impactando os seus atuais e potenciais clientes

Leia mais