REVISTA CONTEÚDO O USO DAS FERRAMENTAS DE RECURSOS HUMANOS NA GESTÃO ESCOLAR THE USE OF THE TOOLS OF HUMAN RESOURCES IN THE SCHOOL MANAGEMENT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REVISTA CONTEÚDO O USO DAS FERRAMENTAS DE RECURSOS HUMANOS NA GESTÃO ESCOLAR THE USE OF THE TOOLS OF HUMAN RESOURCES IN THE SCHOOL MANAGEMENT"

Transcrição

1 O USO DAS FERRAMENTAS DE RECURSOS HUMANOS NA GESTÃO ESCOLAR Patrícia Almeida Piumbini Martins 1 Shênia Soraya Soares Louzada 2 RESUMO Este artigo defende a possibilidade de aplicação de práticas/ferramentas de Administração de Recursos Humanos ao espaço escolar. Traz o conceito de Recursos Humanos, bem como as interações do indivíduo com as organizações. Aborda a Gestão Escolar e algumas transformações ocorridas na história a esse respeito, fazendo do espaço escolar um local mais autônomo e menos burocrático. Por fim, refere-se às práticas dos Recursos Humanos numa empresa com o intuito de tentar despertar o interesse pelo estudo de sua aplicabilidade na Escola. Palavras-chave: administração; gestão escolar; recursos humanos. THE USE OF THE TOOLS OF HUMAN RESOURCES IN THE SCHOOL MANAGEMENT ABSTRACT This article defends the possibility of application of practices / tools for Human Resource Management to the school. It brings the concept of Human Resources, as well as interactions with the individual organizations. Covers the School Management and some changes occurring in the story about this, making the school a more autonomous and less bureaucratic. Finally, it refers to the practices of human resources in an enterprise in order to try to arouse interest in the study of its applicability in the School. Keywords: administration; school management; human resources. 1 Pedagoga, aluna do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Escolar da Faculdade Cenecista de Vila Velha/ES-FACEVV 2 Psicóloga, doutoranda em Psicologia, Professora da FACEVV Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

2 INTRODUÇÃO Há muito que práticas pedagógicas vivenciadas nos espaços escolares (análise, síntese, dramatização, resolução de problemas, produção de texto, jogos, montagem de quebra-cabeças e outras) oferecem contribuições para o setor de Gestão de Pessoas ou de Recursos Humanos (RH). Pensando na possibilidade da recíproca ser verdadeira passamos a indagar se as ferramentas/práticas de Gestão de RH das empresas também seriam úteis na Gestão Escolar. De antemão, entendemos que aceitar tal reciprocidade é correr o risco de tratar, simplesmente, a empresa como escola e a escola como uma empresa que se move na direção da economia de mercado e sair do seu foco educacional. Deixando claro que nosso objeto de interesse é a escola acreditamos que tomados os devidos cuidados podemos aplicar ferramentas disponíveis na área empresarial para melhorar a escola e, consequentemente, a educação. Entendemos, a priori, que a orientação para atuação do profissional ou sua formação continuada em uma instituição escolar pode servir-se de ferramentas de RH de uma empresa com bastante êxito. Diante do exposto, nosso objetivo é defender a possibilidade de utilizar tais recursos no processo da Gestão Escolar para melhorar a qualidade na educação. Nesse sentido, optamos por refletir, de forma resumida, sobre o setor de RH nas empresas, descrever Gestão Escolar e defender o uso das práticas de RH empresarial na Gestão Escolar. REFLETINDO SOBRE A ADMINISTRAÇÂO DE RECURSOS HUMANOS Após a Revolução Industrial, uma nova organização do trabalho se fez necessária. As atividades que eram manuais e familiares passaram a se desenvolver de forma mais organizada, esquematizada, num maior volume de trabalho e de pessoas envolvidas no processo. De acordo com Chiavenato (1985) novas teorias administrativas foram surgindo até que por volta de 1950, o que era visto como Relações Industriais passou a ser tratado de Administração de Pessoal. Buscava-se então, administrar as pessoas de acordo com as legislações trabalhistas vigentes. Já nos anos de 70, ainda no século passado, o conceito foi se ampliando e as pessoas sendo consideradas como parte fundamental para o sucesso de qualquer organização. Contudo, ainda predominava a ideia de que os trabalhadores deveriam apenas desenvolver atividades planejadas e controladas pela Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

3 instituição, embora as mudanças continuassem ocorrendo. Nesse processo, atualmente já existem gestores e empresas com uma visão de trabalho conjunto, tendendo a administrar para e com as pessoas. Adotar tal postura de trabalho conjunto significa, entre outras coisas, que as pessoas do grupo estarão envolvidas na administração e serão foco e participantes da gestão daquele negócio. Significa também passar a tratar cada um como colaborador que tem potencialidades para se desenvolver e desenvolver o trabalho da e na empresa. Ou seja, os funcionários ou colaboradores devem ser tratados como parceiros, [...] como agentes ativos e proativos dotados de inteligência e criatividade, iniciativa e decisão, habilidade e competências e não apenas de capacidades manuais, físicas ou artesanais. Assim, o conceito de Administração de Recursos Humanos migrou para Administração de Pessoas (ou Gestão de Pessoas) por entender que as pessoas participam da administração da empresa como parceiros e não como meros recursos (TORRES, p. 1). Com esta expressão do autor compreende-se que deixar de considerar as pessoas como meros recursos é uma atitude que converge para os ideais da Revolução Francesa, a essência da Declaração Universal de Direitos Humanos 3 -DUDH e o espírito de outros documentos afins que surgiram posteriormente. Todos eles preconizam a valorização da pessoa humana, o respeito à sua individualidade e o reconhecimento da diversidade existente na humanidade. Em sua trajetória as empresas se modernizaram, adotaram tecnologias cada vez mais avançadas, mas continuaram sendo conduzidas por pessoas. Nesse contexto, a Administração de Recursos Humanos- ARH é uma especialidade que surgiu com o crescimento e a complexidade dessas organizações tratando do adequado aprovisionamento, da aplicação, da manutenção e do desenvolvimento das pessoas nas organizações (CHIAVENATO, 1985, p. 17). Com efeito, é difícil separar as organizações das pessoas, ainda mais quando aceitamos a ideia de que as organizações são um sistema aberto 4. Como em Biologia, o sistema aberto [...] descreve as ações e interações de um organismo vivo dentro de um ambiente circundante (CHIAVENATO,1985, p. 18), nas organizações o indivíduo age e interage com o ambiente, tendo com ele suas dependências e adaptabilidade. No sistema aberto das organizações aparecem as complexidades individuais e dos relacionamentos com o outro e com o meio. Acreditamos que este meio influencia 3 Adotada pela ONU em 10 de dezembro de Conceito emprestado da área de Biologia Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

4 o comportamento e as construções internas do indivíduo porque o ser humano não vive sozinho, isolado do mundo e quanto maior a interação ele tende a cooperar para o alcance de um objetivo comum. E isto é fundamental para a criação, o estudo, o planejamento e o sucesso da organização que precisa alcançar seus objetivos e que estes sejam ou se tornem também objetivos das pessoas que nela trabalham. Ter objetivos convergentes exige que a empresa se re-estude, se reprograme e a partir de uma postura mais contemporânea adote políticas de RH que visem ao crescimento e desenvolvimento dos colaboradores e da empresa; que considerem o indivíduo como parceiro, respeite seus direitos e requeira o cumprimento de seus deveres. Assim, uma política de RH não será unilateral ou autoritária porque terá [...] regras estabelecidas para governar funções e assegurar que elas sejam desempenhadas de acordo com os objetivos desejados (CHIAVENATTO, 1985, p. 90). Elas refletirão uma posição administrativa que previnem riscos e também [...] servem para prover respostas às questões ou aos problemas que podem ocorrer com certa frequência [ ] (CHIAVENATTO, 1985,p. 90). Ou seja, ao estabelecer regras para atingir objetivos, para orientar os funcionários e prepará-los para responder aos problemas que podem vir, a empresa está fazendo educação. É uma educação para o trabalho que, entretanto, não deixa de ser educação, evidenciando a similaridade entre empresa e escola. O preparo do ser humano para exercer a sua profissão reflete a política da empresa sobre educação, o que nesse caso é chamada de educação profissional, seja na Formação Profissional, que prepara para o exercício de uma profissão técnica ou superior; no Desenvolvimento Profissional, que visa ampliar, desenvolver e aperfeiçoar o crescimento profissional em determinada carreira na empresa ou cargo; e, no Treinamento, cujo foco é adaptar o profissional para as atividades e modo de ser de uma determinada empresa. Entendemos que essa visão de ARH voltada para os direitos e deveres do indivíduo, para a organização como sistema aberto, para a parceria, para objetivos comuns e para a educação do trabalhador da empresa tem pontos em comum com a educação escolar. Sendo assim, faz sentido discutir os caminhos da gestão escolar, principalmente, nos últimos anos. CAMINHOS E POSSIBILIDADES DA GESTÃO ESCOLAR Dentro de uma visão simplista, Gestão Escolar é a maneira como se dirige ou Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

5 conduz o espaço escolar e seus componentes. Porém, discutir Gestão Escolar não é tão simples, uma vez que a escola reflete a forma como a sociedade se organiza, os seus processos históricos, a relação com a democratização social e sua evolução. Basta que se recorde o que ocorreu após a Revolução Industrial no final do século XIX. A Escola passou a reproduzir o ambiente das indústrias e sua finalidade passou a ser principalmente o de preparar a mão-de-obra para atuar no mercado. De lá pra cá foram surgindo movimentos educacionais que defendiam teorias para que a educação pudesse cumprir um papel diferente na vida das pessoas. É bom lembrar que nenhum movimento educacional existe separado da conjuntura política e social e para evidenciar essa afirmação basta relembrar o período da Ditadura Militar no Brasil, iniciada em Naquele tempo, a escola pública possuía uma estrutura administrativa centralizadora e burocratizada em quase todos os estados e municípios. Entretanto, apesar e por causa do regime ditatorial, muitos educadores não deixaram de reivindicar uma maior autonomia escolar e a possibilidade de experimentar alternativas pedagógicas e administrativas que diminuíssem a evasão escolar e a repetência, um dos grandes problemas da escola e da sociedade. Dentre essas alternativas, a gestão escolar democrática e autônoma surge como forte possibilidade. Os argumentos que defendiam a necessidade de uma gestão escolar autônoma como condição para melhorar a qualidade do ensino [...] (KRAWCZYK,1999. p. 3) e a idéia de que no espaço escolar seria possível iniciar a diminuição dos problemas educacionais convergiam para a autonomia e a democratização da escola. Com a redemocratização do Estado Brasileiro nos anos finais do século XX, cresceu também o debate sobre a Gestão Escolar e a co-responsabilidade do estado, de alunos, de professores, de outros funcionários e da comunidade no processo educacional. Aqueles que lutavam na direção da democracia alcançaram sucesso porque segundo Krawczyk (1999, p. 1) [...] uma das grandes vitórias das escolas no campo político-educativo foi a conquista da liberdade de ação e de decisão em relação aos órgãos superiores da administração e a maior participação da comunidade escolar [...].Tal liberdade possibilitaria ao gestor escolar não só a administração um pouco mais autônoma dos recursos financeiros e materiais como também a [...] a concretização de idéias progressistas como eqüidade, justiça social, redução do clientelismo [...] (KRAWCZYK, 1999, p. 3) na relação com as pessoas que lidam com a parte pedagógica, seja na formação continuada do pessoal ou na adoção de políticas Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

6 internas mais adequadas para o funcionamento de uma escola específica que tem suas demandas também específicas e reais. Pensando na parte especificamente educacional, não só no Brasil, mas em todo continente latino-americano os debates visavam à qualidade da educação oferecida dentro das novas exigências mundiais do setor produtivo e as novas tecnologias. As novas exigências do mercado de trabalho indicavam as propostas pedagógicas para uma melhor qualificação do indivíduo frente aos enfrentamentos econômicos que se tinha que fazer, ou seja a gestão educacional tinha um papel articulador Sobre o papel articulador, Krawczyk chama a atenção para as metas políticopedagógicas e as aplicações na atividade escolar. Nesse caso, [...] é possível pensar a gestão escolar como um espaço privilegiado de encontro entre o Estado e a sociedade civil na escola (KRAWCZYK, 1999, p. 5). Um espaço em que as ações financeiras, administrativas e pedagógicas são abrangentes e mais autônomas, de forma que os princípios administrativos das empresas podem ser considerados como possibilidades na gestão escolar. Nesse caso, a escola precisa estar aberta ao que ocorre em outros setores da sociedade que podem ajudá-la a cumprir seu papel de promover [...] o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (BRASIL, 1996, art 2º) sem ficar refém da economia de mercado. Diante do exposto, com o conceito ampliado de gestão escolar, mesmo sabendo que nas empresas, os fatores do processo educativo são vistos como insumos, e a eficiência e as taxas de retorno, como critérios fundamentais de decisão [...] de produção material e de competição do mercado (MEZOMO apud KRAWCZYK,1999. p. 7) é possível defender o uso de estratégias e ferramentas da ARH na escola desde que não substitua a preocupação com a identidade moral e cultural pelo imperativo da eficácia (BALL apud KRAWCZYK, 1999, p. 8). DEFENDENDO O USO DAS PRÁTICAS DE RH NA EDUCAÇÃO Pensando nos objetivos da escola e na necessidade frequente de melhoria da educação defendemos que é válido fazer uso de ferramentas que lhe possibilite melhorar sua atuação. Aqui se apresenta um grande desafio: a construção de um novo modelo gestão escolar ousado, que esteja aberta a novas possibilidades, mas não deixe de levar em consideração os princípios pedagógicos e culturais da sua atividade. Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

7 Reafirmamos que se a empresa aplica técnicas pedagógicas em seus espaços para conseguir melhores resultados, mesmo atenta à economia de mercado, dentro de uma visão sistêmica, acreditamos que a gestão escolar pode se beneficiar dessas práticas. Ressaltamos que fazer Gestão Escolar não é a mesma coisa que atuar na ARH de uma empresa, mas concordamos que existem similaridades entre elas. Por exemplo, tanto uma como outra deve promover o desenvolvimento das pessoas para também atingir seus objetivos educacionais, sendo que uma das formas de tal promoção é a [...] criação de ambiente propício a mudanças e aprendizagem organizacional, como um dos pré-requisitos para a inovação organizacional e tecnológica (SANTOS et all p. 2). Dificilmente se consegue o desenvolvimento sem ambiente, principalmente em um Sistema Aberto 5 como as empresas e a escola. Com esse pensamento, ao se pensar em articular práticas de RH com educação, há de se pensar como trabalhar princípios empresariais num ambiente acadêmico dentro de um modelo de gestão estratégica. De um lado, a ARH da empresa leva em conta os negócios, o trabalho em equipe, a aprendizagem e a cultura da organização numa interligação que faz com que cada um seja considerado essencial. De outro, na gestão de uma escola, o fato de montar um organograma, poderá evidenciar que todos fazem parte de um sistema interligado, onde o sucesso de um departamento depende da cooperação de todos os outros. Além da ideia de uso das ferramentas, de interdependência ou interligação, as práticas de RH na escola serão bem-vindas se também estimularem a motivação da equipe porque ela é responsável por fazer o indivíduo se esforçar por alcançar um objetivo. Entretanto, é necessário entender que motivação não é algo externo que alguém ou alguma instituição possa dar ao outro. A motivação consiste em muito mais, ela é um [...] conjunto de forças internas que mobiliza o indivíduo para atingir um dado objetivo como resposta a um estado de necessidade, carência ou desequilíbrio. É o processo responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para o alcance de uma determinada meta. A palavra Motivação vem do latim movere, que significa "mover. É, então, aquilo que é suscetível de mover o indivíduo, de levá-lo a agir para atingir algo e de lhe produzir um comportamento orientado.( NOVAES, 2007, p. 4) 5 Conceito já citado no item anterior. Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

8 E nesse aspecto, a motivação está relacionada às necessidades do indivíduo. Se ele sente alguma necessidade ele terá motivo para satisfazê-la. A teoria das necessidades criada por Maslow, bem conhecida em alguns setores empresariais e também educacionais demonstra que os motivos do comportamento humano residem no próprio indivíduo: sua motivação para agir e se comportar deriva de forças que existem dentro dele e de suas necessidades. O esquema da teoria citada é apresentado na forma de hierarquia, o que ajuda a entender a motivação pessoal de acordo com a importância e influência. Fonte: Esta figura, além de nos fazer compreender quais são as necessidades que precisamos satisfazer primeiro, ela também indica, por inferência, que caso isso não aconteça poderá trazer um quadro de desinteresse ou desmotivação para qualquer área, inclusive a do trabalho bem feito ou da realização profissional e pessoal. O importante para nós é que a motivação também tem a ver com as necessidades do ser humano, sejam elas primárias ou secundárias. Se o gestor conseguir perceber as necessidades de sua equipe e oferecer algo que venha como proposta de satisfação, ele conseguirá estimular a motivação em seu grupo na empresa ou na escola. Além da preocupação em estimular a equipe de forma que ela se sinta motivada, a escola pode usar outras ferramentas da ARH das empresas como o treinamento; o recrutamento ou a seleção por competência; a segurança; a higiene; a instituição do banco de talentos; a consultoria interna; a avaliação de desempenho; as dinâmicas de grupo; a valorização do funcionário por meio de retorno positivo;; o diagnóstico de setores; a capacitação e descoberta de líderes em potencial; a adoção de políticas de Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

9 pessoa avançadas que visem ao crescimento tanto dos membros da equipe quanto da organização. O treinamento, desde que não seja usado apenas como forma de adaptação a um esquema pré-determinado será útil quando as políticas, os objetivos e os projetos forem construídos em conjunto. Nesse caso, haverá sim necessidade de sistematizar as ações, as funções e as normas a fim de que todos trabalhem pelo objetivo comum. Outra ferramenta que pode ser utilizada pelo gestor são os mecanismos do processo de recrutamento e seleção de pessoal. Ressalva-se que no contexto de escola privada, o gestor local é quem faz a seleção e na escola pública, de modo geral, quem faz isso é o gestor que está trabalhando no sistema e não o gestor de escola. Tal condição não impede que o gestor do sistema utilize as ferramentas de ARH para esse processo porque elas poderão dar indícios de que o candidato tem ou não algumas competências exigidas para determinada função em uma escola. Assim como na empresa, a preocupação com a segurança e higiene de seus colaboradores também é importante, seja no espaço escolar público ou particular. É questão de formação, de sensibilização e de responsabilidade gestora. Uma outra prática do setor de RH que deveria ser adotada nas escolas é ter um banco de talentos. Essa prática ainda não é habitual entre os gestores escolares, o que prejudica o processo quando se precisa de alguém para cumprir determinada atividade ou função. Na escola, é muito comum acontecer licença médica de professores e a escola não saber onde buscar um substituto que possa substituí-lo com pouca mudança no processo em andamento, se houvesse um banco de dados, o gestor saberia onde buscar e a quem recorrer. Enfim, estes são exemplos de que os processos ligados à Administração de Recursos Humanos podem servir de propostas para o enriquecimento do gestor escolar. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente trabalho objetivou defender a possibilidade de utilizar práticas de RH no processo da Gestão Escolar por ser este o responsável pela administração do espaço acadêmico. Para tanto, conceituou-se RH, destacando a importância das interações entre indivíduo e a organização. Observou-se que no decorrer da história o enfoque do trabalho de ARH mudou, deixando de ser apenas um trabalho burocrático, com a aplicação de leis trabalhistas Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

10 para um contexto mais social. Nas empresas, já se considera as pessoas como parte da empresa e a preocupação com a interligação entre os diversos setores é cada vez mais presente nas organizações da atualidade. No espaço escolar, onde a preocupação pedagógica é a principal mas não sustenta uma gestão sem outras ações percebeu-se que há também possibilidade de aplicação dos princípios administrativos, uma vez que a nova organização acadêmica exige maior participação e inovação. Se a empresa contemporânea quer que os seus colaboradores tenham uma educação profissional que comece pela formação inicial e continue no desenvolvimento profissional com treinamentos específicos para atender aos objetivos da organização, a escola que é uma instituição educacional não deve se contentar apenas com a formação inicial de quem participa desse processo. Ela deve criar condições para o desenvolvimento das pessoas e numa gestão participativa deve definir os objetivos a serem atingidos. Objetivos definidos, não haverá contradição ente educação e treinamento porque eles existirão para um objetivo comum. Sendo assim, nada impede que o novo conceito de gestão da educação se interesse para o estudo das novas organizações sociais e seus conflitos, da aplicação de atividades que despertem a motivação ao ser humano, de um conhecimento maior sobre as práticas de RH nas empresas e contribuir de forma eficaz para um novo fazer pedagógico e uma ousada gestão escolar, com novos desafios e novas propostas sem abandonar os princípios educacionais e a concepção da escola como espaço educacional. REFERÊNCIAS BILIOGRÁFICAS BRASIL. Lei Federal nº 9394/96: Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional. Brasília: Presidência da República, CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. Ed. Compacta. São Paulo: Atlas, KRAWCZYK, Nora. A gestão escolar: um campo minado... Análise das propostas de 11 municípios brasileiros. Educ. Soc.,, v. 20, n. 67, Campinas: ago Disponível em Acesso em 01/12/2010. p. 1. NOVAES, Marília Vieira. A importância da motivação para o sucesso das equipes no contexto organizacional. Revista Eletrônica de Psicologia. Ano I, n. 1. Maceió, Alagoas: Julho de ISSN RECURSOS HUMANOS. Adotada pela ONU em 10 de dezembro de Disponível em Acesso em 12/05/2011. Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

11 SANTOS, Fernando César Almada ; CARPINETTI, Luís Cesar Ribeiro; GONÇALVES, Marilson Alves. Contribuições de recursos humanos para a competitividade em qualidade: um estudo de caso. Rev. De Admin. Contemp. Vol. 1. nº 03. Curitiba: set/dez ISSN Disponível em Acesso em 19/12/2010. TORRES, Henderson Carvalho. Administração em Recursos Humanos. Disponível em Acesso em 01/12/2010. Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.5, jan./jul ISSN

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR

GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR A ênfase posta na atualidade no termo gestão educacional tem origem nas mudanças ocorridas nas relações da administração pública (aparato de Estado) com a sociedade.

Leia mais

MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO

MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO Considerando que o ser humano é formado por características de personalidade únicas e complexas, o seu comportamento no trabalho e em outros lugares,

Leia mais

Processos de Recursos Humanos

Processos de Recursos Humanos Gestão Integrada RH Recursos Humanos Unida 2 Rosemeri da Silva Paixão Recursos Humanos 28 Gestão Integrada RH Sumário Introdução... 30 Objetivos... 31 Estrutura da Unida... 31 UNIDADE 2: Recursos Humanos

Leia mais

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Capítulo 2 Conceitos de Gestão de Pessoas - Conceitos de Gestão de Pessoas e seus objetivos Neste capítulo serão apresentados os conceitos básicos sobre a Gestão

Leia mais

XVI SEMINÁRIO DE PESQUISA DO CCSA ISSN 1808-6381

XVI SEMINÁRIO DE PESQUISA DO CCSA ISSN 1808-6381 GESTÃO DE PESSOAS APLICADA ÀS UNIDADES DE INFORMAÇÃO 1 Mailza Paulino de Brito e Silva Souza 2 Sandra Pontual da Silva 3 Sara Sunaria Almeida da Silva Xavier 4 Orientadora: Profª M.Sc. Luciana Moreira

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES Aline Martins Mendes Luciano José Vieira Franco Luis Guilherme Esteves Leocádio Sônia Madali Bosêja

Leia mais

Palavras-Chave: Organizações, Colaboradores, Recursos, Gestão de Pessoas

Palavras-Chave: Organizações, Colaboradores, Recursos, Gestão de Pessoas DA ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS À GESTAO DE PESSOAS Josiane de C. Aparecida Lacerda 1, Renata Valentina Bigolotti 2, Nivaldo Carleto 3 1 Fatec-Taquaritinga. Gestão do Agronegócio. Taquaritinga-SP

Leia mais

ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL

ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL Antonia Maria Gimenes 1, Renato Nogueira Perez Avila 2 Cleiton Riz Aleixo 3, Jakeline da Silva 4 Thayane C. Anjos Afonso 5 RESUMO Este estudo

Leia mais

Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2

Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2 A IMPORTÂNCIA DA APLICAÇÃO DO TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2. O presente artigo apresenta os conhecimentos teóricos acerca da importância

Leia mais

Motivação. O que é motivação?

Motivação. O que é motivação? Motivação A motivação representa um fator de sobrevivência para as organizações, pois hoje é um dos meios mais eficazes para atingir objetivos e metas. Além de as pessoas possuírem conhecimento, habilidades

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias FACULDADE GOVERNADOR OZANAM COELHO PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias ALINE GUIDUCCI UBÁ MINAS GERAIS 2009 ALINE GUIDUCCI INTRODUÇÃO À GESTÃO DE

Leia mais

O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES

O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES KOWALCZUK, Lidiane Mendes Ferreira - PUCPR lidianemendesf@gmail.com VIEIRA, Alboni Marisa Dudeque Pianovski - PUCPR alboni@alboni.com Eixo Temático: Formação de Professores

Leia mais

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas As pessoas devem ser tratadas como parceiros da organização. ( Como é isso?) Reconhecer o mais importante aporte para as organizações: A INTELIGÊNCIA. Pessoas:

Leia mais

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL. QUAIS AS VANTAGENS DESTE PROCESSO PARA UMA ORGANIZAÇÃO?

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL. QUAIS AS VANTAGENS DESTE PROCESSO PARA UMA ORGANIZAÇÃO? Resumo: O texto cita algumas evoluções no processo de recrutamento e seleção realizado pelas empresas. Avalia a importância dos recursos humanos, no contexto organizacional. Palavras-Chave: 1. Incentivo

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Plano de Desenvolvimento Relação Ergonomia e Moda e Educação Corporativa Ilca Maria Moya de Oliveira Segundo Dutra (2004), a preparação para o futuro exige investimentos simultâneos: um na modernização

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS: BRANDI, Vanessa da Silva Pires¹ NUNES, Ruth Vieira²

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS: BRANDI, Vanessa da Silva Pires¹ NUNES, Ruth Vieira² GESTÃO POR COMPETÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE UM MELHOR APROVEITAMENTO DO GESTOR NA ORGANIZAÇÃO BRANDI, Vanessa da Silva Pires¹ NUNES, Ruth Vieira² RESUMO O mundo tem passado por constantes mudanças, que têm

Leia mais

Pré-requisitos: Ter cursado a disciplina Administração I.

Pré-requisitos: Ter cursado a disciplina Administração I. Nome do centro: 1. Identificação Nome do curso: Ciências da Computação Nome e cód. Disciplina: Administração II Número de créditos: 04 Carga horária teórica: 32 h Carga horária prática: 28 h Carga horária

Leia mais

MBA GESTÃO DE PESSOAS

MBA GESTÃO DE PESSOAS MBA GESTÃO DE PESSOAS 1- OBJETIVOS Capacitar profissionais de Administração e áreas afins, que atuam ou pretendem atuar em empresas de qualquer porte, desempenhando funções de coordenação de pessoas ou

Leia mais

Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos. *Operários (1933) Tarsila do Amaral.

Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos. *Operários (1933) Tarsila do Amaral. Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos *Operários (1933) Tarsila do Amaral. A Função Administrativa RH É uma função administrativa compreendida por um conjunto de

Leia mais

É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA

É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA É A QUALIDADE DA EQUIPE DE LIDERANÇA QUE FAZ A DIFERENÇA Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo Instituições universitárias, todas elas, são empresas, com missões distintas e oriundas da concessão de um serviço

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Recursos Humanos 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Recursos Humanos 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Recursos Humanos 2011-1 DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO LIDERANÇA AUTOCRÁTICA: O RELACIONAMENTO

Leia mais

A importância do RH na empresa

A importância do RH na empresa A importância do RH na empresa O modo pelo qual seus funcionários se sentem é o modo pelo qual os seus clientes irão se sentir." Karl Albrecht Infelizmente, muitas empresas ainda simplificam o RH à função

Leia mais

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil.

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. RADIOBRÁS Empresa Brasileira de Comunicação S. A. Diretoria de Gestão de Pessoas e Administração

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

A Inclusão do Profissional Portador de Deficiência e a lei 8213 de 24/07/91

A Inclusão do Profissional Portador de Deficiência e a lei 8213 de 24/07/91 A Inclusão do Profissional Portador de Deficiência e a lei 8213 de 24/07/91 Luiz Carlos Rodrigues Resumo: Com a criação da Lei que estabelece cotas para a inclusão do profissional portador de deficiências

Leia mais

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE Ana Paula Moura da Silva (UNEAL / SENAI-AL) Israel Silva de Macêdo (SENAI-AL, UNIAFRA, FRM) Resumo Esta pesquisa apresenta uma reflexão sobre

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

UMA ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS FRENTE ÀS NOVAS EXIGÊNCIAS DOS SISTEMAS PRODUTIVOS ETHEL CRISTINA CHIARI DA SILVA

UMA ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS FRENTE ÀS NOVAS EXIGÊNCIAS DOS SISTEMAS PRODUTIVOS ETHEL CRISTINA CHIARI DA SILVA UMA ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DA ÁREA DE RECURSOS HUMANOS FRENTE ÀS NOVAS EXIGÊNCIAS DOS SISTEMAS PRODUTIVOS ETHEL CRISTINA CHIARI DA SILVA JOSÉ BENEDITO SACOMANO JOSÉ LUÍS MENEGHETTI SUMÁRIO 1. Introdução 2.

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional -Matutino e Noturno

MBA em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional -Matutino e Noturno MBA em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional -Matutino e Noturno Apresentação CAMPUS STIEP Inscrições Abertas Turma 12 (Noturno) -->Últimas Vagas até o dia 27/05/2013 CAMPUS IGUATEMI Turma 13

Leia mais

Gestão Escolar. Profª. Maria Aparecida Carvalho Alencar

Gestão Escolar. Profª. Maria Aparecida Carvalho Alencar Gestão Escolar Profª. Maria Aparecida Carvalho Alencar ACORDO DIDÁTICO Pontualidade; Assiduidade; Agilidade para se deslocar para as atividades de grupo; Cumprimento das tarefas/participação; Autonomia

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações Mariane Frascareli Lelis Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP, Bauru/SP e-mail: mariane_lelis@yahoo.com.br;

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos

Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos Desenvolvimento e Capacitação de Servidores Públicos I-Organização da Administração Pública A vida da sociedade organizada pressupõe uma organização racional do trabalho, constituída de uma hierarquia

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programa de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de Pós-MBA

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Índice. Grupo 7.4 - Módulo 17

Índice. Grupo 7.4 - Módulo 17 GRUPO 7.4 MÓDULO 17 Índice 1. Aspectos gerais das universidades corporativas (continuação)...3 2. Educação corporativa, gestão do conhecimento e gestão por competência: uma articulação de conceitos...3

Leia mais

O processo de planejamento participativo da unidade escolar

O processo de planejamento participativo da unidade escolar O processo de planejamento participativo da unidade escolar Pedro GANZELI 1 Resumo: Nos últimos anos, com o avanço das políticas educacionais que postulam a descentralização, a gestão da unidade escolar

Leia mais

TRABALHO EM EQUIPE: Uma Prática que precisa tornar uma Práxis no Interior da Escola RESUMO

TRABALHO EM EQUIPE: Uma Prática que precisa tornar uma Práxis no Interior da Escola RESUMO TRABALHO EM EQUIPE: Uma Prática que precisa tornar uma Práxis no Interior da Escola MORIS, Aline dos Santos 1 aline_morys@hotmail.com Rocha, Marlizane Atanazio 2 SOUZA, Sueli de Oliveira 3 Suelisouza-roo@hotmail.com

Leia mais

TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS.

TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS. TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS. MICHEL, Murillo Docente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias murillo@faef.br RESUMO O presente

Leia mais

A INCLUSÃO E O ENSINO REGULAR. Valéria Mota Scardua 4. Resumo:

A INCLUSÃO E O ENSINO REGULAR. Valéria Mota Scardua 4. Resumo: 85 A INCLUSÃO E O ENSINO REGULAR Valéria Mota Scardua 4 Resumo: Este trabalho apresenta questionamentos que buscam justificar a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais no ensino regular.

Leia mais

MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS

MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS O programa irá capacitá-lo a interagir em um contexto empresarial de inúmeras transformações e mudanças, desenvolvendo competências para conhecer,

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES THE IMPORTANCE OF PERSONNEL MANAGEMENTIN ORGANIZATIONS

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES THE IMPORTANCE OF PERSONNEL MANAGEMENTIN ORGANIZATIONS A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES THE IMPORTANCE OF PERSONNEL MANAGEMENTIN ORGANIZATIONS Lidiane Vieira 1 Nerci Maria Rezende Carvalho 2 Resumo Ao falar-se de Gestão de Pessoas nos deparamos

Leia mais

1. EM QUE CONSISTE O PLANO DE AÇÃO DA ESCOLA?

1. EM QUE CONSISTE O PLANO DE AÇÃO DA ESCOLA? A L O C S E A D O Ã Ç A E ANEXO 1 - PL ANO D 1 1. EM QUE CONSISTE O PLANO DE AÇÃO DA ESCOLA? O Plano de Ação da escola consiste em um instrumento de trabalho dinâmico com o intuito de propiciar ações,

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

MBA Executivo em Gestão de Pessoas

MBA Executivo em Gestão de Pessoas ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Gestão de Pessoas www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX: (11) 3711-1000 MBA

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com.

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com. A pós-graduação é fundamental para manter-se bem colocado no mercado de trabalho e para aperfeiçoar competências profissionais. Além de enriquecer o currículo, este tipo de especialização ajuda a melhorar

Leia mais

Função do órgão GP NEAF. Contexto da GP. Objetivos da GP. Gestão de Pessoas:

Função do órgão GP NEAF. Contexto da GP. Objetivos da GP. Gestão de Pessoas: Gestão de Pessoas: Conceitos, importância, relação com os outros sistemas de organização. Fundamentos, teorias, escolas da administração e o seu impacto na gestão de pessoas. Função do órgão de recursos

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção 8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção e Contratação 8.1.5 Plano de Carreira e Regime de Trabalho

Leia mais

A importância do treinamento em grandes corporações: Um estudo de caso na empresa Schincariol

A importância do treinamento em grandes corporações: Um estudo de caso na empresa Schincariol 1 A importância do treinamento em grandes corporações: Um estudo de caso na empresa Schincariol RESUMO Bruna Aparecida Pereira RAYMUNDO 1 Cristiane Aparecida RABELO 2 Emerson Pallotta RIBEIRO 3 Humberto

Leia mais

TÍTULO: TREINAMENTO PROFISSIONAL: FERRAMENTA EMPRESARIAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: TREINAMENTO PROFISSIONAL: FERRAMENTA EMPRESARIAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: TREINAMENTO PROFISSIONAL: FERRAMENTA EMPRESARIAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Construção de redes sociais e humanas: um novo desafio. Sonia Aparecida Cabestré Regina Celia Baptista Belluzzo

Construção de redes sociais e humanas: um novo desafio. Sonia Aparecida Cabestré Regina Celia Baptista Belluzzo Construção de redes sociais e humanas: um novo desafio. Sonia Aparecida Cabestré Regina Celia Baptista Belluzzo Um pouco de história... Características Sociedade Agrícola Agricultura, Caça TERRA Sociedade

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Faculdade de Tecnologia Senac Goiás Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Trabalho de Gestão de Pessoas Alunos: Nilce Faleiro Machado Goiânia,4 de dezembro de 2015 1 Sumário Capa...1 Sumário...2 Introdução...3

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 GESTÃO PARTICIPATIVA NA CONSTRUÇÃO DA QUALIDADE DE ENSINO EM COOPERATIVAS EDUCACIONAIS DO PIAUÍ Cyjara Orsano

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa GESTÃO EDUCACIONAL INTEGRADA: Oferecendo 04 Habilitações: supervisão de ensino, orientação educacional, inspeção de ensino e administração escolar. JUSTIFICATIVA O Curso de Especialização em Gestão Educacional

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

Por que fazer Gestão de Pessoas?

Por que fazer Gestão de Pessoas? Por que fazer Gestão de Pessoas? A U L A Metas da aula Descrever a importância das pessoas na organização; demonstrar os diversos significados do termo administração de Recursos Humanos; apresentar os

Leia mais

HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte

HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte Resumo geral: Os estudos na área das habilidades sociais no Brasil têm contemplado

Leia mais

CEDHAP CENTRO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO APLICADO PARCERIAS E TRABALHO VOLUNTÁRIO EM EDUCAÇÃO

CEDHAP CENTRO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO APLICADO PARCERIAS E TRABALHO VOLUNTÁRIO EM EDUCAÇÃO PARCERIAS E TRABALHO VOLUNTÁRIO EM EDUCAÇÃO Heloísa Lück Diretora Educacional do CEDHAP Centro de Desenvolvimento Humano Aplicado Curitiba - PR Artigo publicado na revista Gestão em Rede no. 24 de out.

Leia mais

Recrutamento e seleção como

Recrutamento e seleção como Recrutamento e seleção como ferramentas de Gestão de Pessoas Glaucia Falcone Fonseca Atualmente, os processos de captação de pessoas são reconhecidos como importantes ferramentas alinhadas às estratégias

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO GESTOR ESCOLAR NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA PÚBLICA, AUTÔNOMA, PARTICIPATIVA E DE QUALIDADE.

A IMPORTÂNCIA DO GESTOR ESCOLAR NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA PÚBLICA, AUTÔNOMA, PARTICIPATIVA E DE QUALIDADE. A IMPORTÂNCIA DO GESTOR ESCOLAR NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA PÚBLICA, AUTÔNOMA, PARTICIPATIVA E DE QUALIDADE. Merian Fonseca Batista, Graduanda UFAM Juliana Cativo dos Santos, Graduanda UFAM José Luiz Pereira

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de

Leia mais

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina?

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina? Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web Quem é a professora responsável? Qual o objetivo da disciplina? Como estudar e obter nota para aprovação? Qual é a bibliografia básica?

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: AUXILIAR ADMINISTRATIVO

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: AUXILIAR ADMINISTRATIVO Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIO Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Qualificação:

Leia mais

DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS *

DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS * DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS * ANEGLEYCE T. RODRIGUES, FERNANDO MASCARENHAS, RÚBIA-MAR NUNES

Leia mais

PERIFÉRICO OU ESTRATÉGICO, QUAL RH VOCÊ QUER SER? IESFAVI - 6/20012

PERIFÉRICO OU ESTRATÉGICO, QUAL RH VOCÊ QUER SER? IESFAVI - 6/20012 PERIFÉRICO OU ESTRATÉGICO, QUAL RH VOCÊ QUER SER? IESFAVI - 6/20012 NOSSA TRAJETÓRIA 1 ERA UMA VEZ...E O RH SURGIU! 2 - CENÁRIOS E ESTRATEGIA EMPRESARIAL 3 RH CUSTO / RH LUCRO 1- CENÁRIO E ESTRATEGIA EMPRESARIAL

Leia mais

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 1 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I Administração é a maneira de governar organizações ou parte delas. É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESCOLA REGULAR: PONTOS E CONTRAPONTOS DA PROPOSTA

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESCOLA REGULAR: PONTOS E CONTRAPONTOS DA PROPOSTA ARTIGO 1 EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESCOLA REGULAR: PONTOS E CONTRAPONTOS DA PROPOSTA 1 FERNANDES, Ivani Márcia da Costa. RESUMO: A educação inclusiva é pauta de pesquisas, projetos, documentos e debates variados

Leia mais

Da direção à gestão: um caminho percorrido

Da direção à gestão: um caminho percorrido Collatio 11 abr-jun 2012 CEMOrOc-Feusp / IJI - Univ. do Porto Da direção à gestão: um caminho percorrido Rosangela Valim 1 João Gualberto de Carvalho Meneses (orientador) 2 Resumo: O presente artigo trata

Leia mais

4º Passo: Treinamento, integração e desenvolvimento

4º Passo: Treinamento, integração e desenvolvimento 4º Passo: Treinamento, integração e desenvolvimento Assim que você selecionar pessoas competentes, precisará ajudá-las a se adaptar à organização e assegurar que suas habilidades de trabalho e conhecimento

Leia mais

CRESCIMENTO PROFISSONAL Um Estudo de Caso na Cobra Metais Decorativo

CRESCIMENTO PROFISSONAL Um Estudo de Caso na Cobra Metais Decorativo CRESCIMENTO PROFISSONAL Um Estudo de Caso na Cobra Metais Decorativo ANDRÉ LUIS ZUCCULIN CAMILA APARECIDA SOARES DA SILVA EDMAR CAVALCANTE DA SILVA PAULO HENRIQUE RODRIGUES EDSON LEITE LOPES GIMENEZ RESUMO

Leia mais

Gestão Escolar II. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Gestão Escolar II. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina Gestão Escolar II oferecida pela UNINO- VE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

O Projeto Pedagógico na Educação Infantil

O Projeto Pedagógico na Educação Infantil O Projeto Pedagógico na Educação Infantil Renata Lopes de Almeida Rodrigues (UERJ) A cada ano letivo a história se repete: a busca por um tema norteador do trabalho em sala de aula durante o ano o tema

Leia mais

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Adriano Ribeiro¹ adrianopercicotti@pop.com.br Resumo: A gestão democrática do Projeto Político-Pedagógico na escola

Leia mais

A inclusão de pessoas portadoras de deficiências nas organizações como oportunidade para o desenvolvimento local

A inclusão de pessoas portadoras de deficiências nas organizações como oportunidade para o desenvolvimento local A inclusão de pessoas portadoras de deficiências nas organizações como oportunidade para o desenvolvimento local RESUMO Com a criação da Lei que estabelece cotas para a inclusão do profissional portador

Leia mais

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES?

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? BARREIROS, Marat Guedes Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Humanos Coordenador de Curso, Professor Faculdade do Guarujá GODOY, Valdir

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Apresentação Previsão de Início Julho/2013 Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O curso de Comunicação Organizacional

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Paulo Gabriel Soledade Nacif, Murilo Silva de Camargo Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Leia mais

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola 3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola João Ferreira de Oliveira - UFG Karine Nunes de Moraes - UFG Luiz

Leia mais