MANUAL DE OPERAÇÃO E PROGRAMAÇÃO VERSÃO /03

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1 MANUAL DE OPERAÇÃO E PROGRAMAÇÃO VERSÃO /03

2 PÁGINA DEIXADA EM BRANCO INTENCIONALMENTE

3 ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO 1 - INICIALIZAÇÃO 2 - MODO DE REFERENCIAMENTO 3 - MODO MANUAL 4 - DIRETÓRIOS - MANIPULAÇÃO E EDIÇÃO DE PROGRAMAS 5 - MODO DE PROGRAMAÇÃO 6 - PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM PADRÃO ISO 7 - DEFINIÇÃO DE FERRAMENTAS 8 - PROGRAMAÇÃO PARAMÉTRICA 9- CICLOS FIXOS 10- CORREÇÃO DE RAIO DE CORTE 11 - DETERMINAÇÃO DO PONTO ZERO DA PEÇA 12 - MODOS DE EXECUÇÃO 13 - OPERAÇÃO DA CALCULADORA 14 - CÓDIGOS DE USUÁRIO 15 - TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO DE DADOS VIA COMUNICAÇÃO SERIAL 16- PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO DNC PARA COMANDOS MCS 17 - VISUALIZAÇÃO E INTRODUÇÃO DOS PARÂMETROS DE MÁQUINA ANEXO A - LISTA DE ERROS DE OPERAÇÃO E FALHAS - SÉRIE 500 ANEXO B - LISTA DE PARÂMETROS DE MÁQUINA - ÁREA P SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

4 ÍNDICE GERAL PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

5 ÍNDICE CAPÍTULO INICIALIZAÇÃO OPERAÇÃO EM SIMULAÇÃO COMPLETA OPERAÇÃO EM SIMULAÇÃO PARCIAL SELEÇÃO DOS MODOS DE OPERAÇÃO BÁSICOS DO COMANDO APRESENTAÇÃO DE DADOS E STATUS NA TELA SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 1.i

6 ÍNDICE CAPÍTULO 1 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 1.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

7 ÍNDICE CAPÍTULO MODO DE REFERENCIAMENTO REFERENCIAMENTO DA MÁQUINA ALTERAÇÃO DOS VALORES DE REFERÊNCIA ABANDONO DO MODO DE REFERENCIAMENTO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 2.i

8 ÍNDICE CAPÍTULO 2 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

9 ÍNDICE CAPÍTULO MODO MANUAL MOVIMENTAÇÃO DA MÁQUINA EM MODO MANUAL MODO MANUAL INCREMENTAL MOVIMENTAÇÃO VIA MANIVELA ELETRÔNICA ALTERAÇÃO DO PONTO ZERO (ORIGEM) DOS EIXOS SOFTKEY REFERÊNCIA CANCELAMENTO DO ESTADO DE MÁQUINA REFERENCIADA SELEÇÃO DO MODO DE REFERENCIAMENTO SOFTKEY PARÂMETROS SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 3.i

10 ÍNDICE CAPÍTULO 3 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 3.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

11 ÍNDICE CAPÍTULO DIRETÓRIOS - MANIPULAÇÃO E EDIÇÃO DE PROGRAMAS ORGANIZAÇÃO DOS DIRETÓRIOS E PROGRAMAS IDENTIFICAÇÃO DE DIRETÓRIOS E PROGRAMAS MANIPULAÇÃO DE DIRETÓRIOS LISTA DE PROGRAMAS DE UM DIRETÓRIO ELIMINAR DIRETÓRIOS APAGAR TODA A MEMÓRIA EDIÇÃO E MANIPULAÇÃO DE PROGRAMAS CRIAÇÃO DE UM PROGRAMA SELEÇÃO DE UM PROGRAMA JÁ EXISTENTE ALTERAÇÃO OU CORREÇÃO DE PROGRAMAS SELEÇÃO DE UMA SENTENÇA DE PROGRAMA ALTERAÇÕES DE VALORES DENTRO DE UMA SENTENÇA PROCURA DE UM CAMPO PARA VISUALIZAÇÃO OU MODIFICAÇÃO SCROLL DA TELA DE APRESENTAÇÃO DE UM PROGRAMA ELIMINAÇÃO DE UMA SENTENÇA DE UM PROGRAMA INSERÇÃO DE UMA SENTENÇA NO MEIO DE UM PROGRAMA APAGAR O CONTEÚDO DE UM PROGRAMA OPERAÇÃO DE BLOCO ELIMINAR UM PROGRAMA PROCEDIMENTOS ESPECIAIS LISTAR PROGRAMAS COPIAR PROGRAMAS COMPARAR PROGRAMAS RENOMEAR PROGRAMAS ATRIBUTOS DE PROGRAMAS NÍVEIS DE PROGRAMA ACERTO DO RELÓGIO TAXA DE COMUNICAÇÃO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 4.i

12 ÍNDICE CAPÍTULO 4 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 4.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

13 ÍNDICE CAPÍTULO MODO DE PROGRAMAÇÃO PROCEDIMENTO INICIAL PARA PROGRAMAÇÃO DE UMA SENTENÇA EDIÇÃO DE SENTENÇAS SENTENÇAS DE POSICIONAMENTO EM COORDENADAS CARTESIANAS POSICIONAMENTO SIMPLES INTERPOLAÇÃO LINEAR INTERPOLAÇÃO LINEAR 3D INTERPOLAÇÃO LINEAR 4D SENTENÇAS PARA INTERPOLAÇÃO CIRCULAR DEFINIÇÃO DE CENTRO DE CIRCUNFERÊNCIA (PÓLO) INTERPOLAÇÃO CIRCULAR DEFINIDA POR PÓLO E PONTO FINAL INTERPOLAÇÃO CIRCULAR DEFINIDA POR PONTO FINAL E RAIO SENTENÇAS DE POSICIONAMENTO EM COORDENADAS POLARES INTERPOLAÇÃO LINEAR EM COORDENADAS POLARES INTERPOLAÇÃO CIRCULAR EM COORDENADAS POLARES DEFINIÇÃO DE PÓLO EM COORDENADAS POLARES (PÓLO POLAR) INTERPOLAÇÃO CIRCULAR EM COORDENADAS POLARES INTERPOLAÇÃO CIRCULAR POLAR COM DEFINIÇÃO DE RAIO COORDENADAS CILÍNDRICAS - 3D INSERÇÃO DE RAIOS - ROUND INSERÇÃO DE CHANFROS INTERPOLAÇÃO SPLINE ESPELHAMENTO DE EIXOS FATOR DE ESCALA ROTAÇÃO DE COORDENADAS SUB-ROTINAS E REPETIÇÃO DE PARTE DO PROGRAMA INTRODUÇÃO DE MARCAS (LABEL) NOS PROGRAMAS LOCALIZAÇÃO DE UMA MARCA LABEL CHAMADA DE UMA MARCA LABEL MONTAGEM E EXECUÇÃO DE SUB-ROTINAS REPETIÇÃO DE EXECUÇÃO DE PARTE DO PROGRAMA CHAMADA DE SUBPROGRAMAS SENTENÇAS ESPECIAIS - CICLOS FIXOS CICLO 0 - RESET MODAL CICLO 1 - TEMPO DE ESPERA CICLO 2 - ATUAÇÃO DE FUNÇÕES AUXILIARES CICLO 3 - ROSCA CICLO 4 - TRANSLAÇÃO DO SISTEMA DE COORDENADAS CICLO 5 - VERIFICAÇÃO DO ESTADO DE UMA ENTRADA OU SAÍDA CICLO 6 - SALTO A UMA MARCA NO PROGRAMA PARADA PROGRAMADA CHAMADA DE UMA FERRAMENTA SENTENÇA BARRADA (BLOCO BARRADO) PROGRAMAÇÃO TOMANDO COORDENADAS REAIS TEACH-IN FUNÇÕES AUXILIARES M ESPECIAIS EXECUÇÕES ESPECIAIS SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 5.i

14 ÍNDICE CAPÍTULO CICLO 5 + POSICIONAMENTO LOOPING OBSERVANDO ENTRADA TRABALHANDO EM ESTADO MODAL ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

15 ÍNDICE CAPÍTULO PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM PADRÃO ISO 6.1- DESCRIÇÃO DAS VARIÁVEIS FUNÇÕES PREPARATÓRIAS (CÓDIGOS G) GRUPOS ISO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 6.i

16 ÍNDICE CAPÍTULO 6 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 6.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

17 ÍNDICE CAPÍTULO DEFINIÇÃO DE FERRAMENTAS DEFINIÇÃO DE FERRAMENTAS CASO TORNO DEFINIÇÃO DE FERRAMENTAS CASO FRESADORA AJUSTE (SET-UP) AUTOMÁTICO DE FERRAMENTAS PROCURA DE UMA DEFINIÇÃO DE FERRAMENTA ALTERAÇÃO DOS CORRETORES DE FERRAMENTA SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 7.i

18 ÍNDICE CAPÍTULO 7 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 7.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

19 ÍNDICE CAPÍTULO PROGRAMAÇÃO PARAMÉTRICA 8.1- FUNÇÕES ALGÉBRICAS FUNÇÃO 0 - ATRIBUIÇÃO - ATR FUNÇÃO 1 - SOMA - ADD FUNÇÃO 2 - SUBTRAÇÃO - SUB FUNÇÃO 3 - MULTIPLICAÇÃO - MULT FUNÇÃO 4 - DIVISÃO - DIV FUNÇÃO 5 - VALOR ABSOLUTO - ABS FUNÇÃO 6 - RESTO DE DIVISÃO - REST FUNÇÃO 7 - NEGAÇÃO - NEG FUNÇÃO 8 - RAIZ QUADRADA - RAD FUNÇÃO 9 - VALOR DE PI - PI FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS FUNÇÃO 10 - SENO - SEN FUNÇÃO 11 - COSSENO - COS FUNÇÃO 12 - TANGENTE - TAN FUNÇÃO 13 - ARCOTANGENTE - ATG FUNÇÃO 14 - DISTÂNCIA - DIST FUNÇÕES CONDICIONAIS FUNÇÃO 15 - DESVIO CASO IGUAL - JE FUNÇÃO 16 - DESVIO CASO DIFERENTE - JNE FUNÇÃO 17 - DESVIO CASO MAIOR OU IGUAL - JP FUNÇÃO 18 - DESVIO CASO MENOR - JN FUNÇÕES QUE OPERAM COM PLC FUNÇÃO 19 - LEITURA DE UMA POSIÇÃO DE MEMÓRIA - PLCR FUNÇÃO 20 - ESCRITA EM POSIÇÃO DE MEMÓRIA - PLCW FUNÇÃO 21 - LEITURA DE UM PARÂMETRO DE MÁQUINA P - PARR FUNÇÕES QUE OPERAM COM OS CORRETORES DE FERRAMENTAS FUNÇÃO 22 - LEITURA DE DADOS DE FERRAMENTA FUNÇÃO 23 - ESCRITA EM DADOS DE FERRAMENTA VARIÁVEIS AUXILIARES NA PROGRAMAÇÃO PARAMÉTRICA CONDIÇÃO DE GIRO DA ÁRVORE - VARIÁVEL ROTAÇÃO REAL S - VARIÁVEL FATOR DE ACELERAÇÃO E DESACELERAÇÃO - VARIÁVEL CORREÇÃO DE RAIO SELECIONADA - VARIÁVEL SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 8.i

20 ÍNDICE CAPÍTULO 8 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 8.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

21 ÍNDICE CAPÍTULO 9 9- CICLOS FIXOS 9.1- DEFINIÇÃO DE CICLOS FIXOS COMO CRIAR UM CICLO FIXO PROCEDIMENTO DE EXECUÇÃO DE UM CICLO FIXO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 9.i

22 ÍNDICE CAPÍTULO 9 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 9.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

23 ÍNDICE CAPÍTULO CORREÇÃO DE RAIO DE CORTE MODO DE ATIVAÇÃO DE COMPENSAÇÃO DE RAIO DE CORTE USO DE M90 (G40), M91 (G42) E M92 (G41) ENTRADA DA FERRAMENTA NA PEÇA - ATIVAR COMPENSAÇÃO INTERSEÇÕES NA TRAJETÓRIA CORRIGIDA SAÍDA DA FERRAMENTA DA PEÇA - DESATIVAR COMPENSAÇÃO APROXIMAÇÃO TANGENCIAL SAÍDA TANGENCIAL EXECUÇÃO ESPECIAL PARA CANTOS EXTERNOS - M93/M COMPENSAÇÃO DE AVANÇO EM INTERPOLAÇÃO CIRCULAR INTERNA OBSERVAÇÕES SOBRE O USO DA COMPENSAÇÃO DE RAIO DE CORTE SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 10.i

24 ÍNDICE CAPÍTULO 10 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 10.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

25 ÍNDICE CAPÍTULO DETERMINAÇÃO DO PONTO ZERO DA PEÇA TELA DE DESLOCAMENTOS DE ZERO ZERO PEÇA - CASO TORNO ZERO PEÇA - CASO FRESADORA ZERAMENTO VIA APALPADOR EXTERNO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 11.i

26 ÍNDICE CAPÍTULO 11 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 11.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

27 ÍNDICE CAPÍTULO MODOS DE EXECUÇÃO EXECUÇÃO POR ENTRADA MANUAL DE DADOS (MDI) SOFTKEY PARÂMETROS TELAS DOS MODOS DE EXECUÇÃO CONTÍNUA E PASSO-A-PASSO EXECUÇÃO PASSO-A-PASSO EXECUÇÃO CONTÍNUA QUADRO DE ESTADOS MODAIS SOFTKEYS CALCULADORA E COMUNICAÇÃO RETOMADA DE CICLO SIMULAÇÃO GRÁFICA LIMPAR A TELA HABILITAÇÃO DO MODO GRÁFICO ATIVAÇÃO DE DEFORMAÇÃO NA APRESENTAÇÃO GRÁFICA FORMATO DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA ESCALAS DE APRESENTAÇÃO GRÁFICA ALTERAÇÃO NA SEQUÊNCIA DE ORIENTAÇÃO DOS EIXOS FUNÇÕES M COM OPERAÇÃO GRÁFICA SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 12.i

28 ÍNDICE CAPÍTULO 12 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 12.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

29 ÍNDICE CAPÍTULO OPERAÇÃO DA CALCULADORA OPERAÇÃO COM VARIÁVEIS H E COTAS DOS EIXOS SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 13.i

30 ÍNDICE CAPÍTULO 13 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 13.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

31 ÍNDICE CAPÍTULO NÍVEIS DE USUÁRIO USUÁRIO INDEFINIDO USUÁRIOS DEFINIDOS ATRIBUIÇÃO DE SENHA ALTERAÇÃO DE SENHA SELEÇÃO DO NÍVEL DE USUÁRIO INDEFINIDO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 14.i

32 ÍNDICE CAPÍTULO 14 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 14.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

33 ÍNDICE CAPÍTULO TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO DE DADOS VIA COMUNICAÇÃO SERIAL QUADRO PRINCIPAL DE COMUNICAÇÃO SERIAL CABEÇALHO DE ARQUIVO PROCEDIMENTO PARA RECEBER UM ARQUIVO RECEPÇÃO DE PROGRAMAS RECEPÇÃO DE PARÂMETROS PROCEDIMENTO PARA TRANSMITIR UM ARQUIVO RESTORE BACKUP TAXA ERROS NA COMUNICAÇÃO EXTERNA TRANSMISSÃO SERIAL EM MODO IMPRESSORA OU COMPRIMIDO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 15.i

34 ÍNDICE CAPÍTULO 15 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 15.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

35 ÍNDICE CAPÍTULO PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO DNC PARA COMANDOS MCS PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO REMOTA (DNC) FORMATO DAS MENSAGENS DESCRIÇÃO DAS MENSAGENS DETALHES ASSOCIADOS ÀS MENSAGENS TECLAS BLOQUEIO DE OPERAÇÃO LOCAL LIBERAÇÃO DE OPERAÇÃO LOCAL PEDIDO DE STATUS INFORMAÇÃO DE STATUS FUNÇÃO M - STATUS DO PROGRAMA USUÁRIO EMERGÊNCIA EXTERNA ERROS INTERRUPÇÃO DE MENSAGEM EXEMPLOS DE APLICAÇÃO COMANDO DE INICIALIZAÇÃO TRANSMISSÃO DE UM PROGRAMA PARA O CNC RECEPÇÃO DE UM PROGRAMA DO CNC SELEÇÃO E EXECUÇÃO DE UM PROGRAMA NO CNC PEDIDO DE STATUS SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 16.i

36 ÍNDICE CAPÍTULO 16 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 16.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

37 ÍNDICE CAPÍTULO VISUALIZAÇÃO E INTRODUÇÃO DOS PARÂMETROS DE MÁQUINA ENTRADA DE PARÂMETROS DE MÁQUINA VISUALIZAÇÃO DE VALORES PROGRAMADOS EM PARÂMETROS ALTERAÇÃO DE PARÂMETROS AJUSTE (SET-UP) AUTOMÁTICO DE PARÂMETROS VARIÁVEIS DE CLP SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 17.i

38 ÍNDICE CAPÍTULO 17 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 17.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

39 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Os comandos MCS da série 500 podem ser aplicados em diversos tipos de máquinas operatrizes e outros tipos de máquinas que requeiram controle preciso de movimentos através de servomotores. São capazes de controlar até seis eixos mais um eixo árvore, com interpolação linear de até 4 eixos, circular dois a dois, interpolação spline, com correção de comprimento e raio de ferramenta e execução de roscas encadeadas, paraxiais ou cônicas. O CLP incorporado ao CNC possui capacidade de controlar os eixos da máquina de forma independente do programa CNC, além de ter capacidade de assumir o controle da tela do terminal de operação, o que permite grande flexibilidade na utilização de eixos auxiliares e modos de programação e operação específicos para aplicações em máquinas especiais. Como características especiais ressaltamos: interpolação linear em 4 eixos interpolação spline capacidade de medição em processo correção automática de desgaste de ferramentas simulação gráfica da execução dos programas em simultâneo com a execução da peça ou com os eixos parados modo Calculadora Científica relógio para marcação de tempo de operação CLP incorporado com até 256 pontos de entradas ou saídas controle de eixos auxiliares pelo CLP do comando controle de telas pelo CLP sistema de correção de erro de passo nos fusos sistema de montagem modular 5 opções de terminais de operação com softkeys Os comandos podem ser controlados remotamente por um computador via DNC (Direct Numerical Control), possibilitando carregar ou cancelar programas, modificar os modos de operação, supervisionar a produção ou controlar remotamente as funções operacionais sem o uso do teclado. Podem também executar programas extensos armazenados em discos rígidos de computadores através da porta de comunicação serial (opção de execução de programas longos). Os comandos da série 500 têm sua operação auxiliada por softkeys. O sistema operacional apresenta árvores básicas de operação vinculadas aos diversos modos e telas de operação do comando. O programa aplicativo (CLP) pode acrescentar novas softkeys e novos níveis na árvore básica. Na descrição dos modos de operação são apresentadas as softkeys correspondentes apenas à arvore básica definida pelo sistema operacional do comando. Existem porém aplicações especiais onde toda a árvore de softkeys é definida pelo programa aplicativo. No presente manual estão descritos os modos de operação e telas do comando para uma configuração típica de CNC. Para dar início à operação do comando supomos que os parâmetros de máquina estejam corretos. No caso do comando ser utilizado em aplicações especiais e, dado que o programa de CLP pode alterar as telas básicas do CNC, recomendamos a leitura e utilização do manual de operação específico da aplicação em questão. SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

40 INTRODUÇÃO PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

41 ÍNDICE CAPÍTULO INICIALIZAÇÃO OPERAÇÃO EM SIMULAÇÃO COMPLETA OPERAÇÃO EM SIMULAÇÃO PARCIAL SELEÇÃO DOS MODOS DE OPERAÇÃO BÁSICOS DO COMANDO APRESENTAÇÃO DE DADOS E STATUS NA TELA SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 1.i

42 ÍNDICE CAPÍTULO 1 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 1.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

43 CAPÍTULO 1 - INICIALIZAÇÃO 1 - INICIALIZAÇÃO Ao ser ligado, o comando apresenta uma tela básica onde aparece a sua identificação, as cotas dos eixos programados e informações sobre eixo árvore, ferramenta e avanço. Definimos este estado do comando como estado de Inicialização, cuja árvore básica de softkeys é: Para entrar em operação normal deve-se inicializar o comando através da tecla ou, se for disponível pelo programa aplicativo, através da softkey INICIALIZA. Para detalhes sobre o procedimento de inicialização consultar o Manual de Instalação e Aplicação. Ao ser inicializado, o comando entra no Modo de Referenciamento. As cotas apresentam os valores de posição assumidos para as marcas de referência dos eixos e o comando aguarda o início do procedimento de referenciamento. OBSERVAÇÕES: 1. Em condições especiais, o comando pode entrar diretamente em Modo Manual após a inicialização. 2. No caso de perda dos parâmetros, após a inicialização o CNC entra no Modo de Introdução de Parâmetros e só permite sair deste modo após a introdução de todos os parâmetros pela via manual ou através da comunicação serial de dados (ver capítulos 15 e 17) OPERAÇÃO EM SIMULAÇÃO COMPLETA Existem duas opções para operação do comando em simulação, dependentes do valor programado no parâmetro de máquina P97 (ver Manual de Parâmetros de Máquina). Caso o parâmetro P97 estabeleça a operação em simulação completa, a softkey SIMULAÇÃO também inicializa o CNC, selecionando o Modo Manual. O CNC, porém, passa a operar de forma independente da máquina (em Simulação). Nesta forma de operação todos os sinais de saída são desligados e o CNC não controla a máquina. Para voltar ao modo de operação normal deve-se desligar o CNC ou teclar no Modo Manual a sequência,,, OPERAÇÃO EM SIMULAÇÃO PARCIAL Caso o parâmetro P97 estabeleça a operação em simulação parcial, com eixos controlados, a softkey SIMULAÇÃO inicializa o CNC normalmente, permite a busca de referencia dos eixos e passa a controlar a posição atingida após o referenciamento. Todas as funções de controle permanecem ativas exceto o movimento dos eixos. Os movimentos comandados são apenas teóricos, o que permite a visualização gráfica dos movimentos executados no programa de uma peça sem que haja movimentação dos eixos da máquina. Para voltar ao modo de operação normal deve-se desligar o CNC ou teclar no Modo Manual a sequência,,,. SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 1.1

44 CAPÍTULO 1 - INICIALIZAÇÃO SELEÇÃO DOS MODOS DE OPERAÇÃO BÁSICOS DO COMANDO O comando opera nos seguintes modos principais de operação: MODO MANUAL MODO DE PROGRAMAÇÃO MODO DE EXECUÇÃO PASSO A PASSO MODO DE EXECUÇÃO CONTÍNUA MODO MDI (MANUAL/AUTOMÁTICO) Estes modos são selecionados a partir da árvore básica de seleção de modos. A árvore de seleção de modos é selecionada sempre que se escolhe a softkey MODOS, disponível nas árvores básicas dos diversos modos de operação. Os demais modos de operação do comando são selecionados a partir dos 5 modos principais APRESENTAÇÃO DE DADOS E STATUS NA TELA As duas primeiras linhas da tela são reservadas para indicação do modo de operação, apresentação de mensagens de falhas, erros de operação, diálogo de edição e dados recebidos pela interface serial. Figura 1.1 Na primeira linha, à direita, é apresentado o contador de tempo de comando ligado, que pode ser usado também como relógio. O contador é zerado ao ligar o comando e, para ser usado como relógio, deve ser acertado da forma descrita em O tempo de operação só é apresentado caso não exista mensagem de erro ou aviso do CNC. Na linha de separação, à direita, é identificado o nível de usuário selecionado para operação do comando. Inicialmente é selecionado o usuário indefinido, para o qual não há identificação (ver capítulo 14). Na mesma linha de separação, porém à esquerda, são identificados "status" de operação tais como: 1.2 SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

45 CAPÍTULO 1 - INICIALIZAÇÃO EXEC CNC executando movimentos, programa, transmitindo ou recebendo dados; INC 2ND Modo Incremental ativo; Tecla de segunda função ativada; Na parte inferior da tela é apresentada uma linha de estados, identificando funções auxiliares, rotação do eixo árvore (% e velocidade real ou teórica), ferramenta ativa (número, corretor e plano de correção), e avanço do eixo (% e velocidade real). A última linha da tela é reservada para as softkeys. Sua função é descrita pelo texto correspondente e depende do modo de operação ativo e do nível selecionado pela árvore de softkeys. A presença do caracter : nos lados esquerdo ou direito da linha de softkeys indica a existência de extensões da árvore de softkeys à esquerda ou à direita respectivamente. Estes níveis podem ser selecionados através das teclas e. O programa de aplicação (CLP) pode alterar a função das softkeys, acrescentar novas funções e novos níveis nas árvores básicas (ver manual de operação da máquina para detalhes operacionais específicos). SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 1.3

46 CAPÍTULO 1 - INICIALIZAÇÃO PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 1.4 SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

47 ÍNDICE CAPÍTULO MODO DE REFERENCIAMENTO REFERENCIAMENTO DA MÁQUINA ALTERAÇÃO DOS VALORES DE REFERÊNCIA ABANDONO DO MODO DE REFERENCIAMENTO SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 2.i

48 ÍNDICE CAPÍTULO 2 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

49 2 - MODO DE REFERENCIAMENTO CAPÍTULO 2 - MODO REFERENCIAMENTO Geralmente o primeiro passo após a inicialização do comando é referenciar a máquina, pois neste caso as cotas apresentadas na tela não têm relação com a posição física da máquina. Porém, em condições especiais, o comando pode entrar diretamente no Modo Manual, sem passar pelo Modo de Referenciamento. O Modo de Referenciamento é identificado pela mensagem "MODO BUSCA DE REFERÊNCIA". A árvore de softkey apresentada é: REFERENCIAMENTO DA MÁQUINA O referenciamento é iniciado através do botão de partida. A indicação EXEC surge na tela e a árvore de softkeys muda para: Os valores de posição apresentados na tela são os valores de referência, correspondentes às cotas das marcas de referência do sistema de medição da máquina. Estes valores de referência podem ser determinados por parâmetros P ou por memórias do comando. A opção por um ou outro modo é determinada nas opções de condições de operação selecionadas pelo parâmetro de máquina P50. O comando realiza a busca das marcas de referência na sequência determinada pelo parâmetro P40 e adota para estes pontos valores definidos pelo usuário, de tal forma que o ponto zero do sistema de coordenadas da máquina esteja de acordo com o programa a ser executado ou seja o ponto zero peça ou deslocamento G54 (ver capítulo 11). Durante o processo de busca, a cada eixo referenciado o comando passa a controlar sua posição e aciona a busca do próximo eixo. Esta sequência pode ser acompanhada pelo operador através de mensagem na tela. Ao final do processo o comando entra no Modo Manual. O referenciamento pode ser interrompido através do botão externo de parada ou pressionando-se a softkey STOP. Pode-se reiniciar o referenciamento através do botão de partida. O comando repetirá o procedimento de busca de referência em todos os eixos, independentemente de já terem capturado suas marcas. Caso o processo de referenciamento tenha sido completado, o CNC assume o estado de máquina referenciada ALTERAÇÃO DOS VALORES DE REFERÊNCIA Caso os valores de referência sejam determinados por memória, as cotas mostradas na tela podem ser alteradas da seguinte forma: 1- Pressionar a tecla do eixo que se deseja alterar o valor de referência; 2- Teclar e digitar o novo valor de referência. 3- Teclar. O novo valor de referência é apresentado na tela. Estes valores são armazenados pelo comando mesmo com ausência de força. Além disso, no caso de perda de memória, os valores de referência apresentados na tela são ilegais. A sobrepassagem das marcas de referência só será possível após a reintrodução dos valores de referência corretos. A SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 2.1

50 CAPÍTULO 2 - MODO REFERENCIAMENTO tentativa de partida para o referenciamento sem a prévia introdução destes valores ocasionará ERRO 17 - MARCAS DE REFERÊNCIA ERRADAS (ver tabela de erros no anexo A) ABANDONO DO MODO DE REFERENCIAMENTO O operador pode abandonar a busca de referência pressionando a softkey ABANDONA. O comando sinaliza ERRO 08 - FINS DE CURSO EM SOFT. ERRADOS, indicando que a máquina não estará referenciada. Cancela-se o alarme através da tecla. A operação da máquina nesta condição é permitida apenas nos modos habilitados pelo parâmetro de máquina P50. OBSERVAÇÃO: Pode-se repetir o procedimento de referenciamento a partir do Modo Manual (ver capítulo 3). 2.2 SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

51 ÍNDICE CAPÍTULO MODO MANUAL MOVIMENTAÇÃO DA MÁQUINA EM MODO MANUAL MODO MANUAL INCREMENTAL MOVIMENTAÇÃO VIA MANIVELA ELETRÔNICA ALTERAÇÃO DO PONTO ZERO (ORIGEM) DOS EIXOS SOFTKEY REFERÊNCIA CANCELAMENTO DO ESTADO DE MÁQUINA REFERENCIADA SELEÇÃO DO MODO DE REFERENCIAMENTO SOFTKEY PARÂMETROS SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 3.i

52 ÍNDICE CAPÍTULO 3 PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 3.ii SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

53 CAPÍTULO 3 - MODO MANUAL 3 - MODO MANUAL No Modo Manual a máquina pode ser movimentada por botões externos de seleção dos eixos ou através de softkeys, com velocidade de deslocamento determinada por um potenciômetro externo. Permitir seleção direta dos modos de Referenciamento, Manual Incremental, Movimentação via Manivela Eletrônica e Visualização ou Programação de Parâmetros. Árvore básica de softkeys correspondente ao Modo Manual: MOVIMENTAÇÃO DA MÁQUINA EM MODO MANUAL O comando permite a movimentação da máquina em Modo Manual diretamente via botões externos ou softkeys definidas pelo programa aplicativo (CLP). A velocidade máxima de deslocamento dos eixos em Modo Manual é definida por parâmetros e controlada via potenciômetro externo. O movimento pode ser executado com ou sem retenção. No modo sem retenção a movimentação dos eixos acontece enquanto o botão externo correspondente estiver pressionado. No modo com retenção a movimentação dos eixos é iniciada ao se pressionar o botão externo correspondente. Caso o botão de partida seja pressionado durante o movimento, este permanece mesmo que se solte o botão de movimentação manual. O movimento só será interrompido via botão externo de parada ou através das teclas e (STOP) do terminal MODO MANUAL INCREMENTAL Seleciona-se o Modo Manual Incremental a partir do Modo Manual através da softkey INCREMENT. Na tela é apresentado um quadro com as opções de incrementos e um cursor de seleção. Os valores listados na tabela indicam o valor do deslocamento dos eixos da máquina a cada vez que se pressiona um dos botões (softkeys) de movimentação manual. Árvore básica de softkeys correspondente ao Modo Manual Incremental: O eixo a ser movimentado e o sentido de deslocamento são dados diretamente pelo botão selecionado. O valor de deslocamento incremental pode ser escolhido através das teclas ou. Para se voltar ao Modo Manual pressionar a softkey MODOS seguida da softkey MANUAL MOVIMENTAÇÃO VIA MANIVELA ELETRÔNICA Seleciona-se o Modo Manivela Eletrônica a partir do Modo Manual através da softkey MANIVELA. Na tela é apresentado um quadro com as opções de incrementos e um cursor de seleção. Os valores listados na tabela indicam o valor do deslocamento dos eixos da máquina a cada pulso fornecido pelo giro da manivela. SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO 3.1

54 CAPÍTULO 3 - MODO MANUAL A árvore básica de softkeys correspondente ao Modo Manivela Eletrônica é igual à do Modo Manual Incremental. O eixo a ser movimentado é selecionado através das teclas, ou. O sentido de deslocamento é dado pelo sentido de giro da manivela. O valor atribuído a cada pulso na manivela pode ser escolhido através das teclas ou. Para se voltar ao Modo Manual pressionar a softkey MODOS seguida da softkey MANUAL. OBSERVAÇÕES: 1. Pode-se equipar a máquina com até três manivelas, atribuindo-se eixos específicos a cada uma delas, sendo permitido inclusive movimentos simultâneos dos eixos. 2. O Modo Manivela é habilitado por parâmetros de máquina ALTERAÇÃO DO PONTO ZERO (ORIGEM) DOS EIXOS No Modo Manual pode-se alterar o ponto zero dos eixos (alteração da origem do sistema de coordenadas dos eixos). Procede-se da seguinte forma: 1- Pressionar a tecla do eixo do qual se deseja alterar a origem; 2- Teclar e digitar o novo valor de posição para o referido eixo. 3- Teclar. O novo valor de posição é transferido para o eixo correspondente. OBSERVAÇÃO: Dependendo do valor do parâmetro P50 a alteração de origem é memorizada no deslocamento de zero da função preparatória G ativa (G54 a G57 - ver capítulo 11) SOFTKEY REFERÊNCIA A softkey REFERÊNCIA realiza duas operações distintas, dependendo do estado de referenciamento da máquina CANCELAMENTO DO ESTADO DE MÁQUINA REFERENCIADA Caso o processo de referenciamento da máquina tenha sido completado (estado de máquina referenciada no CNC), a softkey REFERÊNCIA permite cancelar este estado. Desta forma será possível ao operador repetir a busca de referência da máquina. Ao pressionar a softkey REFERÊNCIA a árvore de softkeys passa a ser: Escolher DESATIVA caso se deseje cancelar o estado de máquina referenciada. Caso contrário, pressionar a softkey. 3.2 SÉRIE MANUAL DE OPERAÇÃO

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