UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CHRISTIANE SOUSA RAMOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CHRISTIANE SOUSA RAMOS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CHRISTIANE SOUSA RAMOS REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL EM COOPERATIVAS DE SERVIÇOS: ESTUDO DE CASO NA CONTROLADORIA DA UNIMED FORTALEZA JOÃO PESSOA 2011

2 CHRISTIANE SOUSA RAMOS REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL EM COOPERATIVAS DE SERVIÇOS: ESTUDO DE CASO NA CONTROLADORIA DA UNIMED FORTALEZA Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção, da Universidade Federal da Paraíba, como requisito para obtenção do título de Mestre em Engenharia de Produção. Orientador: Prof. Dr. Ricardo Moreira da Silva Área de Concentração: Gestão da Produção Sub-área : Tecnologia, Trabalho e Organizações JOÃO PESSOA 2011

3 R175r Ramos, Christiane Sousa Reestruturação organizacional em cooperativas de serviços: estudo de caso na controladoria da UNIMED Fortaleza / Christiane Sousa Ramos João Pessoa: UFPB, p. il.: Orientador: Prof. Dr. Ricardo Moreira da Silva Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Universidade Federal da Paraíba. Centro de Tecnologia. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. 1. Reestruturação Organizacional 2. Controladoria 3. Cooperativismo I. Título UFPB/BC CDU: (043)

4 CHRISTIANE SOUSA RAMOS REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL EM COOPERATIVAS DE SERVIÇOS: ESTUDO DE CASO NA CONTROLADORIA DA UNIMED FORTALEZA Dissertação apresentada em 17 de agosto de 2011 ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, da Universidade Federal da Paraíba, como requisito para obtenção do título de Mestre em Engenharia de Produção. BANCA EXAMINADORA Prof. Ricardo Moreira da Silva (Dr.) Orientador Prof. Maria de Lourdes Gomes Barreto (Dra.) Examinador interno Prof. Cosmo Severiano Filho (Dr.) Examinador externo Prof. Cesar Emanoel Barbosa de Lima (Dr.) Examinador externo e Co-orientador

5 Em plenitude à minha mãe, Regina Stela, e ao meu pai, Rubens Ramos, pelo apoio ilimitado de sempre. Dedico!

6 AGRADECIMENTOS - A Deus pelo dom da vida. Em poder gozar de uma vida cheia de atribuições e com saldo positivo; - Aos meus pais pelos ensinamentos que me fizeram chegar até aqui; - Ao meu amigo Rogério Masih, pelo incentivo de buscar a educação continuada e a vida acadêmica, num momento que isso ainda nem me atraía como hoje; - Ao Professor Dr. Ricardo Moreira da Silva, por ter aceitado o desafio da orientação e por suas interlocuções tão bem vindas, incentivando e fazendo ressurgir um novo tema e uma nova fase desse mestrado; - Ao Professor Dr. Cesar Emanoel Barbosa de Lima, por ter aceitado o convite da banca e contribuído com orientações valiosas e, um especial agradecimento, pela sua dedicação; - E a todos os colegas do mestrado, os de Fortaleza e de João Pessoa, que dividindo momentos de alegria e apreensão, nos fortalecemos na chegada de objetivos próprios, mas com propósito comum, ressaltando, em especial: Rejane Saraiva e Daíse Lopes Porto. Muito Obrigada!

7 [...] é o que há de mais bonito, nascer sem asas e fazê-las crescer Jose Saramago.

8 RAMOS, Christiane Sousa. Reestruturação Organizacional em Cooperativas de Serviços: Estudo de Caso na Controladoria da UNIMED Fortaleza. João Pessoa, Dissertação (Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção) Departamento de Engenharia de Produção. UFPB, RESUMO Nas últimas décadas, os modelos de gerenciamento passaram por transformações para responder novas demandas, e nesse sentido as cooperativas podem ser uma alternativa a forma convencional de gerenciar, pois são organizadas com peculiaridades econômicas e sociais diferentes das organizações mercantis. Sendo alternativa econômica e social, o cooperativismo tem se adaptado bem na área da saúde, aglutinando profissionais médicos de diversas especialidades, sendo autogeridos em ambiente propício para o desenvolvimento dos processos de gestão. Entretanto, por não terem em suas competências práticas de gestão, abrangendo planejamento e execução passam por problemas de controles, necessitando assim de constantes adaptações. Esta dissertação analisa a reestruturação organizacional em uma cooperativa dessa área e, por isso, levanta dados da situação anterior e atual da controladoria e sua estrutura de processos de gestão, sendo este um estudo de caso em uma Cooperativa Médica de Fortaleza, no Ceará. O estudo apresenta uma visão geral do cooperativismo, sobretudo no setor das cooperativas de saúde, apresentando os fundamentos da controladoria e usa como percurso metodológico de análise das mudanças, o modelo de componentes de gestão de cooperativas proposto por Oliveira (2006). Verificou-se que as mudanças na controladoria foram ajudaram na reestruturação organizacional no processo de gestão, em toda UNIMED Fortaleza. Os resultados foram visualizados através dos componentes estruturais subdivididos em estrutura organizacional, em informações gerenciais e em componentes estratégicos, planejamento estratégico, nos componentes comportamentais de avaliação e diretivos. O maior ganho percebido por causa das mudanças foi evolução de gestão, tanto quando da implantação da nova metodologia, interno na controladoria, como pode ser visualizado em toda organização. Palavras-chave: Reestruturação Organizacional. Controladoria. Cooperativismo.

9 RAMOS, Christiane Sousa. Organizational Restructuring of Service Cooperatives: A Case Study in Controlling the UNIMED Fortaleza. João Pessoa 2011 na Controladoria da UNIMED Fortaleza. João Pessoa, Dissertation (Graduate Program in Production Engineering) Departament of Production Engineering. UFPB, ABSTRACT In recent decades, models of management have undergone changes to meet new demand, and in that sense cooperatives can be an alternative to the conventional way to manage, because they are organized with different social and economic peculiarities of commercial organizations. As an alternative econoic and social cooperatives have adapted well in health, bringing together professionals from various medical specialties, and in self- managed environment for the development of management processes. However, because they have practical skills in their management, including planning and execution experience problems of controls, thus requiring frequentadjustments. This dissertation examines the organizational restructuring in a cooperative and, therefore, raises the data of the previous and current controlling their structure and management processes. This is a case study in a Cooperative Medical Fortaleza, Ceará. The study presents an overview of the cooperative, especially inthe sector of health cooperatives, stating the reasons for the controller and use as methodological approach for analyzing the changes, the component modelo f cooperative management proposed by Oliveira (2006). It was found that the changes have helped in controlling the organizational restructuring inthe management process, throughout UNIMED Fortaleza. The results were visualized by structural componentes subdivided into organizacional structure, information management and strategic components, strategic planning, in the behavioral assessment and diretors. The most important gain realized because of the changes was the evolution of management, both when implementing the new methodology and the infernal controller, as can be seen thorught the organization. Keywords: Organizational Restructuring. Comptroller. Cooperatives.

10 LISTA DE SIGLAS ANS ANVISA ASDEN BI BSC CAPES CF CNPQ CSLL DAF DIOPS DIREX EGP ERP GESPLAN HRU IBGE ICMS INCRA IRPJ ISS ISSQN OCB OPME PL PMO RDC SIP TI UFSC UNIMED UNISOL UR USP Agência Nacional de Saúde Suplementar Agência Nacional de Vigilância Sanitária Assessoria de Desenvolvimento Organizacional e de Processos Business Inteligence Balanced Score Card Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Constituição Federal Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico Contribuição Social do Lucro Líquido Diretoria Administrativa Financeira Documentos de Informações Periódicas Diretoria Executiva Escritório Geral de Projetos Enterprise Resource Planning - Planejamento de Recursos Empresariais Gestão de Planejamento Hospital Regional da Unimed Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços Instituto Nacional de colonização e reforma agrária Imposto de Renda da Pessoa Jurídica Imposto Sobre Serviços Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza Organização das Cooperativas Brasileira Órtese, Prótese e Materiais Especiais Patrimônio Líquido Project Management Office-Gestão de Projetos Resolução de Diretoria Colegiada Sistema de Informação de Produtos Tecnologia da Informação Universidade Federal de Santa Catarina União dos Médicos-Cooperativa médica Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários Unidade Regional Universidade de São Paulo

11 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Extensão da Função Produção Figura 2 Tipos de Sistema de Informação Figura 3 Origens de mudanças Figura 4 Modelo de Gestão simplificado das Cooperativas Figura 5 Modelo de gestão das cooperativas e seus componentes Figura 6 A participação da controladoria no processo de gestão Figura 7 Sistemas de Informações com ênfase em controladoria e contabilidade Figura 8 Fases da Pesquisa Figura 9 Organograma Anterior da Controladoria da UNIMED Fortaleza... 66

12 LISTAS DE QUADROS Quadro 1 Cursos stricto sensu recomendados pela CAPES no Brasil Quadro 2 Pesquisas abordando o tema Controladoria, registrado nos programas de pós-graduação da área Quadro 3 Definição dos componentes do Modelo de Gestão das Cooperativas Quadro 4 Fases do Processo de Gestão Quadro 5 Organizações Empresariais x Organizações Cooperativas Quadro 6 Variáveis x Coletas de Dados Quadro 7 Antes e Depois dos Componentes Estruturais da gestão de Cooperativas Quadro 8 Antes e Depois dos Componentes Estratégicos da gestão de Cooperativas Quadro 9 Antes e Depois dos Componentes Diretivos da gestão de Cooperativas Quadro 10 Antes e Depois dos Componentes Comportamentais da gestão de Cooperativas Quadro 11 Antes e Depois dos Componentes de Avaliação da gestão de Cooperativas Quadro 12 Antes e Depois dos Componentes de Mudança da gestão de Cooperativas Quadro 13 Antes e Depois dos Componentes Tecnológicos da gestão de Cooperativas Quadro 14 Vantagens e desvantagens da Controladoria na UNIMED-Fortaleza/CE... 81

13 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Participação da UNIMED entre as operadoras de saúde do Ceará Gráfico 2 Percentual da Produção Médica por especialidade Gráfico 3 Lentidão nas decisões por envolver cooperados Gráfico 4 Competência administrativa dos dirigentes Gráfico 5 Centralização de poder... 79

14 SUMÁRIO CAPÍTULO 1 - INSERÇÃO À TEMÁTICA DA DISSERTAÇÃO Definição do Tema e do Problema de Pesquisa Justificativa Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Estrutura da Dissertação CAPÍTULO 2 - REFERENCIAL TEÓRICO Mudança e Reestruturação Organizacional Mudança de Perspectiva Estratégica Mudança de Perspectiva Tecnológica Mudança de Perspectiva Estrutural Mudança de Perspectiva Comportamental Cooperativismo - Legalidade e Desafios Cooperativismo Brasileiro Legislação do cooperativismo brasileiro Cooperativismo de Saúde Legislações Específicas das cooperativas de saúde Quanto à tributação das sociedades cooperativas (Lei 5.764/71) Estrutura Organizacional das Sociedades Cooperativas Dificuldades em Cooperativas Comparação entre Sociedades Cooperativas e Sociedades Anônimas Controladoria Evolução conceitual e visão atual da Controladoria Organizações Empresariais e Visão sistêmica Controladoria Aplicada nas Organizações Empresariais Planejamento Execução Controle A Controladoria Aplicada às Organizações Cooperativas Diferença da Controladoria Empresarial e das Cooperativas Considerações finais sobre o Capítulo CAPÍTULO 3 - METODOLOGIA DA PESQUISA Caracterização e classificação da pesquisa Ambiente da Pesquisa Sujeitos da Pesquisa Instrumentos de Coleta... 58

15 3.3.1 Uso de múltiplas fontes de evidência Indicação das variáveis da pesquisa Coleta de Dados Tratamento e Análise dos Dados Limitações da Pesquisa CAPÍTULO 4 - CONTROLADORIA NA UNIMED FORTALEZA-CE Características da UNIMED Fortaleza - Objeto de Estudo Análise dos componentes segundo o modelo de Oliveira(2006) Analise do componente estrutural Análise do componente estratégico Analise do componente diretivo Análise do componente tecnológico Análise do componente Avaliação Análise do componente Mudança Analise do Componente Comportamental Considerações gerais sobre o processo de mudança e reestruturação da Controladoria Sobre a Cooperativa Vantagens de Reestruturação e Expectativas Futuras Nova Gestão Cooperativista na Unimed Fortaleza CAPÍTULO 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Conclusões Finais Recomendações e Sugestões REFERÊNCIAS APÊNDICES Questionáris aplicados a pesquisa ANEXOS - Estrutura organizacional da UNIMED Fortaleza... 97

16 CAPÍTULO 1 - INSERÇÃO À TEMÁTICA DA DISSERTAÇÃO Este capítulo trata de elementos basilares à construção do documento de dissertação, a exemplo da definição do tema e do problema de pesquisa, bem como da justificativa do trabalho proposto. São também mostrados o objetivo geral e os objetivos específicos. Por último, é exposta a estrutura do trabalho. 1.1 Definição do Tema e do Problema de Pesquisa As organizações mercantis são bem evidentes no sistema capitalista como um sistema gerador e propulsor de riqueza e que possui como apogeu a remuneração efetiva do seu capital. (BENATO, 2011). As entidades empresariais são organizadas economicamente para produzir ou vender mercadorias e serviços, objetivando o Lucro. As sociedades empresariais têm definição no novo Código Civil e podem ser constituídas por vários tipos: Sociedade em nome coletivo onde pessoas físicas tomam parte da sociedade, respondendo todos os sócios solidários e ilimitadamente; Sociedade em Comandita simples dividem os sócios em duas categorias: os comanditados, pessoas físicas, responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais; e os comanditários, obrigados somente pelo valor de sua quota. Sociedade Limitada a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas; Sociedade anônima ou companhia o capital divide-se em ações, obrigando-se cada sócio ou acionista, somente pelo preço de emissão das ações que subscrever ou adquirir; Sociedade em Comandita por ações opera sob forma de firma ou denominação e também possui o capital dividido por ações, regendo-se pelas normas relativas à sociedade anônima. Nessas organizações mercantis, o capital investido pelos sócios tem como objetivo o retorno financeiro, objetivado na distribuição de lucros diretamente ligados aos investimentos efetuados nessas organizações. Em contraponto a isso, as cooperativas advêm de um grupo de pessoas com espírito de união, fraternidade, pregando que além do crescimento econômico, haja crescimento social dos envolvidos, conforme art 3º da lei 5764/71: Celebram contato de sociedade cooperativa as pessoas que

17 15 reciprocamnte se obrigam a contribuir com bens ou serviços para o exercício de uma atividade econômica, de proveito comum, sem objetivo de lucro. As cooperativas representam papel de tanta importância que a própria Constituição Federal ressalta, em seu art º: A lei apoiará e estimulará o cooperativismo e outras formas de associativismo. Na cooperativa, a produção, ou o trabalho em si, é o principal objetivo, visto que os cooperados estarão distribuídos de forma igualitária, produzindo em prol do bem comum. As empresas diferem principalmente das cooperativas pelas características e princípios que a última apresenta, tais como: a) Adesão voluntária livre; b) Gestão democrática e livre; c) Participação econômica dos membros; d) Autonomia e independência; e) Educação, formação e informação; f) Intercooperação; g) Interesse pela comunidade. A relação entre cooperativa e cooperado é de direito societário, excluindo, portanto, qualquer outro modelo de inclusão. Embora adotem premissas e proponham soluções conceitualmente diferentes, o Cooperativismo e o direito do trabalho não estão em atender conjunturalmente uma demanda das empresas por relações de trabalho mais flexíveis, ou em baratear custos com mão-deobra, mas assegurar valores de ética, honestidade, transparência, responsabilidade social e, principalmente, preocupação pelo semelhante. Segundo Santos (2006), os valores cooperativistas têm participado de vários ramos de atividades econômicas e buscado através de seus principais passos a melhor adequação. Quanto maior for o envolvimento dos cooperantes, mais eficaz será o processo de autogestão. As cooperativas, bem como as organizações mercantis têm estruturas que sofrem modificações face ao mercado turbulento. Portanto, essas buscam constantes adequações de gestão, objetivando eficácia organizacional. As organizações, sejam elas empresas mercantis ou cooperativas, precisam de uma estrutura que é representada graficamente por um organograma que orienta suas divisões e funções. Slack et. al. (2002) subdivide as organizações em funções centrais e de apoio, sendo as centrais a produção, o marketing e o desenvolvimento de produtos e serviços. Na função de apoio, aparece a função contábil-financeira.

18 16 Figura 1 - Extensão da Função Produção Fonte: Adaptado Slack et al. (2002) Os autores da Figura anterior sugerem que a função produção tem definição ampla que é corroborada pelas funções de Recursos humanos, desenvolvimento de produtos, engenharia técnica, marketing, compras e Contabilidade e finanças. Na Figura 1 é apresentada a função produção com interação com os diversos departamentos da empresa, tal interação é a base da estrutura organizacional. Uma empresa formal para existir possui uma estrutura organizacional hierárquica que normalmente começa com as pessoas que estão no topo. Constitui-se primeiro o apostador da ideia, que geralmente será o sócio principal, aquele que faz o aporte do capital e, portanto, presidente da empresa, depois forma-se a diretoria para então chegar-se a operação em si. Outra classificação dada por Laudon e Laudon (2004), inclusive em outra área do conhecimento da Engenharia de Produção (Sistemas de Informação), também mostra o papel da controladoria nas organizações. Na visão dos citados autores, existem três níveis de análise: o estratégico, o tático e o operacional. Em se tratando de estrutura de organização, os autores apresentam o setor operacional, subdividido em: Vendas/Marketing; Fabricação/Produção; Finanças; Contabilidade; e Recursos Humanos, conforme apresentado a seguir, na Figura 2:

19 17 Figura 2 Tipos de Sistema de Informação Fonte: Adaptado de Laudon e Laudon (2004) E, neste caso, conforme visto na Figura 2, inserido no nível operacional, existe a subdivisão da Contabilidade. A organização aqui abordada nesse estudo é uma cooperativa médica e, portanto, prestadora de serviços. As prestadoras de serviços têm estruturas mais enxutas em relação às indústrias, quanto à estrutura organizacional, porém a base é a mesma das funções centrais e de apoio. Desse modo, este estudo situa-se na função de apoio, denominada controladoria ; setor que faz parte da subdivisão de Contabilidade, sendo focado em uma organização cooperativa. A implantação da Controladoria impactou na reestruturação da Cooperativa de Saúde Unimed de Fortaleza, devido à principal missão desse departamento que visa aperfeiçoar processo decisório em busca da eficácia empresarial (PADOVEZE, 2005). Dessa forma, a pesquisa fundamenta-se em três pilares conceituais básicos: Reestruturação organizacional, Controladoria e Cooperativismo, definidos a seguir: Reestruturação organizacional tem seu conceito discutido por alguns autores; dentre esses, Waltermen (1987) cita a compreensão do fator renovação como primordial para a sobrevivência das empresas, ele acredita que só uma organização em constantes mudanças pode continuar no sentido de adaptar-se e melhorar.

20 18 Conforme o contexto de melhoria, Wood (1995) considera a mudança organizacional como procedimento de melhoria contínua. O fato de muitos atribuírem diversos conceitos ao termo que enfoca também: transformações e mudanças organizacionais, o autor consegue traduzir a junção de vários conceitos: Mudança Organizacional é qualquer transformação de natureza estrutural, institucional, estratégica, cultural, tecnológica, humana, ou de qualquer outro componente, capaz de gerar impacto em partes ou no conjunto da organização (WOOD, 1995, p.190). Ainda seguindo tal entendimento, o autor corrobora em analisar que as organizações, devido sua crescente demanda por mudanças e adaptações, tem sido menos reativa, o que espelha as empresas se adaptando mais facilmente a tais mudanças. Em continuidade a breve conceituação dos pilares básicos da pesquisa, segue conceito de Controladoria: Controladoria aqui definido por Nakagawa (1995, p. 76): o sistema integrado de informação que integra os padrões, os orçamentos e a contabilidade, caracteriza-se por incluir e suprir todas as principais funções e atividades da empresa com informação não apenas de caráter contábil e financeiro, como, também, de natureza física e qualitativa, e de interação na empresa com as variáveis de seu ambiente externo. Cooperativismo definido por Oliveira (2006): O sistema cooperativista é uma filosofia fundamentada em cooperação dos seus associados, segue como alternativa a complexidade das organizações convencionais, o qual proporciona um retorno da junção de idéia para um resultado social e financeiro ao grupo específico para esse fim. Nesse contexto, o tipo de cooperativa escolhida para estudo dessa dissertação foi a cooperativa de trabalho médico. Ou seja, segundo Martins (2003), é classificado como cooperativa de trabalho do setor de serviços. O profissional da saúde em geral não tem um conhecimento satisfatório de gestão e, quando possui uma organização tradicional, perde-se nas obrigações de gestão, controle e coordenação das mesmas. Entretanto, geralmente, há um problema fundamental no meio cooperativista: os cooperados e diretores das cooperativas também não se preocupam com a gestão. Martins (2003) observa que diante da premissa de autogestão e da necessidade de envolvimento dos cooperantes na gestão das cooperativas, é que se apresenta a problemática das cooperativas médicas, em face do desinteresse de gerir a cooperativa por parte dos cooperados, bem como o desconhecimento de gestão e controladoria, que entram nas cooperativas apenas em busca do êxito profissional individual,

21 19 esquecendo-se da premissa principal da cooperativa: o interesse coletivo da classe médica, sendo estudado um setor específico da cooperativa: a controladoria. O cooperado médico busca a cooperativa como alternativa ao aumento da renda e aumento do leque de clientes, esquecendo-se da filosofia solidária, diferente do que seria uma empresa do plano de saúde. Como citado por Ramos (2006), embora o perfil dos cooperados não seja de pessoas com conhecimento precário, há um grande desconhecimento da principal filosofia dos cooperados que vêem nesse tipo de associação apenas um marketing adicional, como é comum em outras cooperativas, para alavancar sua carteira de clientes e aumentar sua renda. Além do exposto, outro fator relevante é o desconhecimento dos conceitos e aplicações dos princípios da contabilidade, da tributação e da administração, o que, em alguns casos, faz com que cooperativas e empresas não sobrevivam aos cinco primeiros anos. Assim sendo, há uma lacuna sobre pesquisas em cooperativas médicas. O presente trabalho é um estudo de caso em tais organizações cooperativistas, mais especificamente na função controladoria. O caso analisado é o da Unimed Fortaleza que realizou uma reestruturação de sua controladoria. Nesse sentido, essa pesquisa tem o seguinte questionamento: Como a mudança organizacional na Controladoria da Unimed Fortaleza, contribuiu com a reestruturação organizacional da Cooperativa? 1.2 Justificativa Uma organização, independentemente do seu tipo, como no estudo, uma cooperativa, necessitam que exista uma definição clara e concisa do âmbito da suas demandas por mudança, e que este âmbito, não só seja perfeitamente compreendido por todos os níveis da organização, mas que também apóie o atingir dos objetivos e a obtenção dos resultados esperados. A Reestruturação Organizacional deve ser limitada aos objetivos da organização, o que faz com que a presente pesquisa observe além da missão e da visão que regem objetivos da Cooperativa, sejam também evidenciados a importância dos princípios cooperativistas. Dessa forma, o trabalho toma justificativa pela junção da avaliação da realização de uma controladoria nas organizações cooperativistas e a carência de pesquisas de gestão nesse tipo de organização como demonstrado a seguir: A pesquisa demonstra o número resumido de Dissertações sobre o tema de Gestão e Cooperativas.

22 20 No Brasil, existem 13 (treze) ramos de atuação econômica do cooperativismo, segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras OCB (2010). O ramo de trabalho é um deles. Assim, corroborando com esse pensamento, Martins (2003) afirma que as cooperativas de trabalho podem ser classificadas em: De Serviços, onde os associados prestam serviços a quem os solicita, nas diversas especialidades; De Mão-de-obra, seu objetivo é oferecer mão-de-obra para as empresas; Mistas, são as cooperativas que apresentam mais de um objeto de atividade, envolvem o fornecimento de serviço e de mão-de-obra. A cooperativa de trabalho médico, ainda segundo Martins (2003), é uma cooperativa de trabalho de serviços. Esse ramo de cooperativa de trabalho médico no Brasil foi iniciado no ano de 1967, com cerca de vinte médicos da Cidade de Santos/SP; liderados pelo médico Dr. Edmundo Castilho e também pelo advogado do Sindicato dos Médicos, Dr. Reginaldo Ferreira Lima, com o intuito de defender o interesse econômico dos médicos. Entretanto, quando houve a primeira cooperativa, a causa foi confundida com reivindicação salarial com o crescimento das empresas de medicina de grupo na região, que impulsionaram os ideais cooperativistas e a prática de uma empresa cooperativa, como afirma Amaral (2004). Esta cooperativa foi denominada UNIMED, com o slogan, prioritariamente, União dos Médicos, em Naquele ano, o sistema já contava com singulares em todo o Estado de São Paulo. Com intensas transformações ocorridas na área da saúde e maior profissionalização na gestão destes serviços, há por parte dessa uma crescente demanda por ferramentas gerenciais. Dentre as transformações ocorridas, conforme Seibel (2003) destacam-se: Regulamentação dos planos de saúde pelo governo; Fusões e aquisições na área de serviços de Medicina Diagnóstica; Maior controle por parte das operadoras dos planos de saúde da sua utilização, através do conceito de Managed Care; Criação das agências reguladoras como ANS, Agencia Nacional de Saúde Suplementar, e ANVISA, Agencia Nacional de Vigilância Sanitária; e Perspectiva de uma remuneração diferenciada conforme o nível de certificação de resultado. Apesar das cooperativas médicas terem surgido desde 1967, e a questão de gestão das mesmas ter necessidade de estudos que possam contribuir para uma melhor orientação na gestão, há

23 21 na academia poucos estudos a esse respeito. Também, quando há alguns artigos que se referem às falhas na gestão das cooperativas médicas pouco, ou quase nada, se fala da gestão de controladoria nessas cooperativas. O uso intensivo da ferramenta controladoria tem sido alvo de aprofundados estudos, mas de poucas divulgações nas mais diversas áreas de gestão, a exemplo de cooperativa de trabalho, na tentativa de se obter vantagens nas estratégias competitivas no que se refere à eficiência operacional, à redução de custos e à excelência no atendimento aos clientes. Entretanto, percebe-se que o ambiente organizacional que tem base, na área de controladoria, encontra-se em desenvolvimento em todo o mundo e que os estudos e conhecimentos a respeito dessa temática ainda não foram completamente exauridos. Sobre estudos de controladoria em cooperativismo, encontrou-se apenas um artigo de 2007, em um Periódico de Controladoria publicado na USP, abordando análise de desempenho em cooperativas agropecuárias, de Carvalho e Bialoskorski. Ainda no mesmo ano, foi publicado outro artigo sobre a controladoria aplicada nas Cooperativas de Dourado/MS, artigo esse apresentado no Congresso de Iniciação Científica da UFSC. Sobre cooperativa médica, há um artigo publicado, em 2009, que versa acerca da nova cooperativa médica na China, numa revista do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Tokio, de Kobayashi. Porém, o tema controladoria não é abordado, apenas enfatiza a forma organizacional de cooperativas na área médica, algo mais novo naquele país. Segundo Laudelino, Navarro e Beuren (2010), que analisam a abordagem da controladoria nas dissertações e teses em 13 programas de pós-graduação em Ciências Contábeis, nos anos de 2001 a 2004, apenas 9,45% usam o tema, conforme quadro a seguir: Quadro 1 - Cursos stricto sensu recomendados pela CAPES no Brasil Natureza do Curso Instituições de Ensino Superior Estado Mestrado em Ciências Contábeis UNB - Multiinstitucional DF Mestrado em Ciências Contábeis FUCAPE ES Mestrado em Ciências Contábeis UFRJ RJ Mestrado em Ciências Contábeis UERJ RJ Mestrado em Ciências Contábeis UNISINOS RS Mestrado em Ciências Contábeis FURB SC Mestrado em Ciências Contábeis UNIFECAP SP Mestrado em Ciências Contábeis e Atuariais PUC/SP SP Mestrado em Contabilidade UFPR PR Mestrado em Contabilidade UFSC SC Mestrado em Controladoria UFC CE Doutorado e Mestrado em Controladoria e Contabilidade USP SP Mestrado em Controladoria e Contabilidade USP/PR SP Fonte: Laudelino et.. al (apud CAPES, 2011)

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO Brasília, 11 de setembro de 2010 TEMA 1 DIRETRIZES E HORIZONTES DA RELAÇÃO POLÍTICA E INSTITUCIONAL DO SISTEMA COOPERATIVISTA 1.1 - FORTALECER A REPRESENTAÇÃO

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Tecnologia da Informação tem por fornecer conhecimento

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

O sócio que ceder suas quotas continua responsável pelas obrigações sociais até dois anos depois de modificado o contrato social:

O sócio que ceder suas quotas continua responsável pelas obrigações sociais até dois anos depois de modificado o contrato social: AULA 2 4. Tipos societários 4.1 Sociedade Simples Se a sociedade simples não optar por outra forma essa é a forma que será a ela aplicada. Esse tipo é também subsidiário aos outros tipos sociais, ou seja,

Leia mais

A pesquisa acadêmica stricto sensu no Brasil sobre a inteligência competitiva

A pesquisa acadêmica stricto sensu no Brasil sobre a inteligência competitiva A pesquisa acadêmica stricto sensu no Brasil sobre a inteligência competitiva Sandely Fernandes de Araújo (UFRN) sandely.araujo@pep.ufrn.br Anatália Saraiva Martins Ramos (UFRN) anatalia@pep.ufrn.br Resumo

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO, TRABALHO E SOLIDARIEDADE

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO, TRABALHO E SOLIDARIEDADE LEI nº, de de (Projeto de Lei nº 00/04, do Executivo) Institui o Programa Oportunidade Solidária, estabelece princípios fundamentais e objetivos da Política de Fomento à Economia Popular Solidária do Município

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Estratégica de Negócios tem por objetivo desenvolver a

Leia mais

PLANO DIRETOR 2014 2019

PLANO DIRETOR 2014 2019 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL EMBRAPII PLANO DIRETOR 2014 2019 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. MISSÃO... 8 3. VISÃO... 8 4. VALORES... 8 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 8 6. DIFERENCIAIS

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA

CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA CARTILHA DA LEI GERAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE DO MUNICÍPIO DE CURITIBA Curitiba tem se mostrado uma cidade dinâmica e de grandes oportunidades para os trabalhadores e empreendedores.

Leia mais

CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA

CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA CONTROLADORIA: TOMANDO DECISÕES EM BUSCA DA EFICÁCIA NETO, Antonio Rodrigues¹ PORFÍRIO, Anderson Cassiano¹ SILVA, Carlos Eduardo Candido da¹ OLIVEIRA, Dirce Benedita de¹ SARAIVA, Antonio W. Pereira² RESUMO

Leia mais

2. As Empresas. Conteúdo

2. As Empresas. Conteúdo 2. As Empresas Conteúdo 1. Empresas 2. Características das Empresas 3. Rápida História das Organizações 4. Categoria de Empresas 5. Empresas Como Sistema Abertos 6. O Alinhamento Organizacional 7. Os Recursos

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Projetos Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Projetos tem por fornecer conhecimento teórico instrumental que

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador

ADMINISTRAÇÃO. Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador ADMINISTRAÇÃO Tema : Fundamentos da Administração 1 Aula Conceitos da Administração História da Administração Funções do Administrador O que devemos.. Tirar todas as dúvidas a qualquer momento Participar

Leia mais

5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1

5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS PROFESSOR Edmundo Tork APOSTILA 3 TURMA: EMPRESA E SISTEMA 5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1 2 EMPRESA COMO SISTEMA E SEUS SUBSISTEMAS

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS

MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS Branding Corporativo O que é Branding. O que é uma marca. História da Marcas. Naming. Arquitetura de Marcas. Tipos de Marcas. Brand Equity. Gestão de Marcas/Branding.

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Fundamentos

Gerenciamento de Projetos Fundamentos Gerenciamento de Fundamentos MBA EM GESTÃO DE PROJETOS - EMENTAS Definição de Projeto. Contexto e Evolução do Gerenciamento de. Areas de conhecimento e os processos de gerenciamento do PMI - PMBoK. Ciclo

Leia mais

MBA Gestão de Negócios e Pessoas

MBA Gestão de Negócios e Pessoas PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Nome do Curso MBA Gestão de Negócios e Pessoas Área de Conhecimento Ciências Sociais Aplicadas Nome do Coordenador do Curso e Breve Currículo: Prof.

Leia mais

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum

11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas. Da sociedade em comum 11/11/2010 (Direito Empresarial) Sociedades não-personificadas As sociedades não-personificadas são sociedades que não tem personalidade jurídica própria, classificada em: sociedade em comum e sociedade

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Um jeito Diferente, Inovador e Prático de fazer Educação Corporativa Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Objetivo: Auxiliar o desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) CAPÍTULO I - DO NEPEC E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O presente Regulamento disciplina as atribuições,

Leia mais

Lauro Vinicius Ramalho de Araújo Carlos Roberto Medeiros Filho João Paulo Morais de Medeiros

Lauro Vinicius Ramalho de Araújo Carlos Roberto Medeiros Filho João Paulo Morais de Medeiros Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Centro de Ensino Superior do Seridó - CERES Curso de Graduação em Ciências Contábeis Campus de Caicó Lauro Vinicius Ramalho de Araújo Carlos Roberto Medeiros

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Financeira e Controladoria

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Financeira e Controladoria Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Financeira e Controladoria Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Financeira e Controladoria tem por objetivo o fornecimento

Leia mais

Princípios de Finanças

Princípios de Finanças Princípios de Finanças Apostila 03 O objetivo da Empresa e as Finanças Professora: Djessica Karoline Matte 1 SUMÁRIO O objetivo da Empresa e as Finanças... 3 1. A relação dos objetivos da Empresa e as

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas:

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Missão, Visão & Valores Missão Prover os clientes com soluções e serviços que os levem ao alcance de suas metas

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

PMBOK 4ª Edição I. Introdução

PMBOK 4ª Edição I. Introdução PMBOK 4ª Edição I Introdução 1 PMBOK 4ª Edição Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos Seção I A estrutura do gerenciamento de projetos 2 O que é o PMBOK? ( Project Management Body of Knowledge

Leia mais

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 4, 5 e 6 de junho de 2012 A NOVA POLÍTICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Pablo Sandin Amaral Renato Machado Albert

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing Apresentação Em uma economia globalizada e extremamente competitiva, torna-se cada vez mais imprescindível a visão estratégica

Leia mais

BALANCED SCORECARD. Balanced Scorecard

BALANCED SCORECARD. Balanced Scorecard Olá, pessoal! Hoje trago para vocês uma aula sobre um dos tópicos que será cobrado na prova de Analista do TCU 2008: o Balanced Scorecard BSC. Trata-se de um assunto afeto à área da Contabilidade Gerencial,

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE COLABORADORES PQC ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR MÓDULO 1: GESTÃO ACADÊMICA DE IES

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE COLABORADORES PQC ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR MÓDULO 1: GESTÃO ACADÊMICA DE IES MÓDULO 1: GESTÃO ACADÊMICA DE IES Educação Superior no Brasil: cenários e tendências Conceitos e concepções de universidade; aspectos históricos da educação superior no Brasil; a reforma da educação superior

Leia mais

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema

1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema 1 Introdução 1.1 Contextualização do Problema O papel do líder é muito relevante numa pequena empresa familiar. Isso se dá devido a vários fatores, dentre outros, deve-se enfatizar a dificuldade de criação

Leia mais

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DE PESSOAS

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DE PESSOAS PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DE PESSOAS APRESENTAÇÃO O curso de especialização Gestão de Pessoas tem por meta desenvolver gestores para atuarem em empresas que estejam inseridas no processo de globalização

Leia mais

Sistemas de Informação da Empresa

Sistemas de Informação da Empresa Sistemas de Informação da Empresa Noção de Organização Grupo de pessoas que se constitui de forma organizada para atingir objetivos comuns. Ex: escolas, empresas, creches, cooperativas, famílias, etc.

Leia mais

Treinamento do Sistema RH1000

Treinamento do Sistema RH1000 Treinamento do Sistema RH1000 = Conceitos de Gestão por Competências = Ohl Braga Desenvolvimento Empresarial Atualizado em 21Ago2015 1 Tópicos abordados Principais processos 4 Vantagens 5 Avaliação de

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE FUNCIONÁRIOS - PDF ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR - EMENTAS

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE FUNCIONÁRIOS - PDF ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR - EMENTAS MÓDULO 1: GESTÃO ACADÊMICA DE IES Educação Superior no Brasil: cenários e tendências Conceitos e concepções de universidade; aspectos históricos da educação superior no Brasil; a reforma da educação superior

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 16: RESULTADOS RELATIVOS À GESTÃO DE PESSOAS 16.1 Área de RH e sua contribuição O processo de monitoração é o que visa saber como os indivíduos executam as atribuições que

Leia mais

PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA EXECUTIVO EM SAÚDE COM ÊNFASE NA GESTÃO DE CLÍNICAS E HOSPITAIS

PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA EXECUTIVO EM SAÚDE COM ÊNFASE NA GESTÃO DE CLÍNICAS E HOSPITAIS PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA EXECUTIVO EM SAÚDE COM ÊNFASE NA GESTÃO DE CLÍNICAS E HOSPITAIS 2014 19010-080 -Presidente Prudente - SP 1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA Prof.ª Adriana Maria André,

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL NA. EMATER Paraná

CONTRIBUIÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL NA. EMATER Paraná ODÍLIO SEPULCRI CONTRIBUIÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL NA EMATER Paraná Projeto apresentado a Universidade Federal do Paraná, Confederação Nacional da Indústria, Serviço Nacional de Aprendizagem

Leia mais

Áreas de Atuação Societário

Áreas de Atuação Societário SC Advogados Apresentação A Salomão Cateb Advogados foi fundada em 1963 na cidade de Belo Horizonte por Salomão de Araújo Cateb. Os mais de 40 anos de atividade conferiram à empresa o reconhecimento e

Leia mais

MANTENEDOR E CONTADOR

MANTENEDOR E CONTADOR MANTENEDOR E CONTADOR No ano de 2000, Darci de Paula, Contador formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em Ciências Contábeis e Pós graduado em MBA IFRS(Normas Internacionais de Contabilidade),

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Pós-graduação lato sensu.

Pós-graduação lato sensu. MBA Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Pós-graduação lato sensu 1 MBA Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Estruturas organizacionais em instituições privadas de ensino superior

Estruturas organizacionais em instituições privadas de ensino superior Estruturas organizacionais em instituições privadas de ensino superior por Maurício Garcia*, agosto de 2005 A influência do modelo público A maioria das instituições privadas de ensino superior copiou,

Leia mais

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho.

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho. 1 FORMAÇÃO, INSERÇÃO E ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA PERSPECTIVA DOS EGRESSOS DE UM CURSO DE PSICOLOGIA. BOBATO, Sueli Terezinha, Mestre em Psicologia pela UFSC, Docente do Curso de Psicologia na Universidade

Leia mais

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos Universidade Cruzeiro do Sul Campus Virtual Unidade I: Unidade: Processos Mercadológicos 2010 0 O Processo pode ser entendido como a sequência de atividades que começa na percepção das necessidades explícitas

Leia mais

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL

TEORIA GERAL DO DIREITO EMPRESARIAL Direito Societário É subárea do direito empresarial que disciplina a forma de exercício coletivo de atividade econômica empresária; Importante observação sobre as questões da primeira fase da OAB: 25%

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO PROGRAMA PÓS-FLEX 2016

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO PROGRAMA PÓS-FLEX 2016 CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO PROGRAMA PÓS-FLE 2016 CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO PROGRAMA PÓS-FLE 2016 ÁREAS DE NEGÓCIOS E ENGENHARIA O Programa Pós-Flex da Universidade Positivo possui 15 cursos voltados para

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA

OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA Por: Vera Cristiane Costa Prezoto Introdução Diante do atual cenário de competitividade, as organizações buscam instrumentos

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula

Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula Faculdade Pitágoras de Uberlândia Pós-graduação Sistemas de Informação Gerenciais Primeira Aula Prof. Me. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br Maio -2013 Bibliografia básica LAUDON,

Leia mais

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas:

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Missão, Visão & Valores Missão Prover os clientes com soluções e serviços que os levem ao alcance de suas metas

Leia mais

No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação.

No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação. Gestão e Sustentabilidade para o 3 Setor Orientações Técnicas CONCEITOS No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação. Pessoa Jurídica:

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

MBA EM GESTÃO COMERCIAL E INTELIGÊNCIA DE MERCADO

MBA EM GESTÃO COMERCIAL E INTELIGÊNCIA DE MERCADO MBA EM GESTÃO COMERCIAL E INTELIGÊNCIA DE MERCADO O programa irá desenvolver no aluno competências sobre planejamento e força de Vendas, bem como habilidades para liderar, trabalhar em equipe, negociar

Leia mais

Estruturação do sistema de informação contábil no ERP

Estruturação do sistema de informação contábil no ERP Estruturação do sistema de informação contábil no ERP Clóvis Luís Padoveze (UNIMEP) cpadoveze@romi.com.br Resumo A característica gerencial da informação contábil determina que o sistema de informação

Leia mais

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA O exame a ser aplicado na Certificação por Prova, na ênfase Recursos

Leia mais

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES

PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES PROJETO UTILIZANDO QLIKVIEW PARA ESTUDO / SIMULAÇÃO DE INDICADORES Fábio S. de Oliveira 1 Daniel Murara Barcia 2 RESUMO Gerenciar informações tem um sido um grande desafio para as empresas diante da competitividade

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS 0 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS AS FUNÇÕES DA CONTROLADORIA E O PERFIL DO CONTROLLER NAS EMPRESAS INTEGRANTES DOS PRINCIPAIS

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. 02/01/2013 rev. 00

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. 02/01/2013 rev. 00 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL 02/01/2013 rev. 00 PAUTA INSTITUCIONAL Sobre a Harpia OUTRAS INFORMAÇÕES Clientes Parceiros SERVIÇOS Responsabilidade Social Consultoria & Gestão Empresarial Planejamento Estratégico

Leia mais

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA

Profa. Ligia Vianna. Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA Profa. Ligia Vianna Unidade II PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO Num passado não muito distante, a ordem sociopolítica compreendia apenas dois setores, ou seja, um público e outro privado. Esses setores

Leia mais

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI Prof. Fernando Rodrigues Nas empresas atuais, a Tecnologia de Informação (TI) existe como uma ferramenta utilizada pelas organizações para atingirem seus objetivos.

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS OPERACIONAL

MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS OPERACIONAL DOCUMENTO CONFIDENCIAL USO RESTRITO DA UNICAFES-PR MANUAL DE ORIENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS OPERACIONAL Execução: Nézio José da Silva Gestor de Projetos Agricultura Familiar e Agroindústrias Regional Sudoeste

Leia mais

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema

Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Escritório Modelo da Faculdade de Diadema Profª. Vânia Amaro Gomes Coordenação de Curso DIADEMA, 2015 Introdução Atualmente há uma grande dificuldade dos alunos egressos das Faculdades em obter emprego

Leia mais

Edital MBA nº 001/2012

Edital MBA nº 001/2012 Edital MBA nº 001/2012 Edital de oferta de curso de pós-graduação latu sensu (MBA em gestão de Cooperativas) a ser realizada através de convênio entre SESCOOP/PA Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

Leia mais

QUALIDADE NA EDUCAÇÃO

QUALIDADE NA EDUCAÇÃO QUALIDADE NA EDUCAÇÃO Flavia Donel 1, Denise P. Botega 2, Raquel C. Scher 2, João Helvio Righi de Oliveira 3 Engenharia de Produção UFSM 1 Tuiuti, 19/ Santa Maria; RS donel@bol.com.br Universidade Federal

Leia mais

REGULAMENTO ESCRITÓRIO DE PRÁTICAS DE GESTÃO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO

REGULAMENTO ESCRITÓRIO DE PRÁTICAS DE GESTÃO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO REGULAMENTO ESCRITÓRIO DE PRÁTICAS DE GESTÃO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO Artigo 1º A unidade acadêmico-gerencial modelo designado Escritório de Práticas de Gestão e com nome fantasia

Leia mais

Edital nº 002/2013 I INFORMAÇÕES GERAIS

Edital nº 002/2013 I INFORMAÇÕES GERAIS Edital nº 002/2013 Edital de oferta de curso de pósgraduação latu sensu (MBA em gestão de Cooperativas) a ser realizada através de convênio entre Sescoop/AM Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

Leia mais

A estrutura do gerenciamento de projetos

A estrutura do gerenciamento de projetos A estrutura do gerenciamento de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de

Leia mais

Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José

Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Capítulo 1. Denominação, Sede, Finalidade e Duração Artigo 1º A Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO

CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO Temporário: significa que cada projeto tem um início e um fim muito bem definidos. Um projeto é fundamentalmente diferente: porque ele termina quando seus objetivos propostos

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO SUPERIOR DE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2014 Atualizado em 6 de junho de 2014 pela Assessoria de

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

ABERTURA DE CAPITAL COMO FORMA DE ALAVANCAGEM NO BRASIL. AUTOR: EVANGELISTA, Aparecida Conceição de Oliveira. ORIENTADOR: LIMA, Hyder Marcelo de.

ABERTURA DE CAPITAL COMO FORMA DE ALAVANCAGEM NO BRASIL. AUTOR: EVANGELISTA, Aparecida Conceição de Oliveira. ORIENTADOR: LIMA, Hyder Marcelo de. ABERTURA DE CAPITAL COMO FORMA DE ALAVANCAGEM NO BRASIL AUTOR: EVANGELISTA, Aparecida Conceição de Oliveira. ORIENTADOR: LIMA, Hyder Marcelo de. O presente artigo visa apresentar a abertura de capital

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais