CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIA DE CARNES & LEITE CTC/TECNOLAT/ITAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIA DE CARNES & LEITE CTC/TECNOLAT/ITAL"

Transcrição

1 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIA DE CARNES & LEITE CTC/TECNOLAT/ITAL APRESENTAÇÃO Durante os últimos 15 anos, o corpo docente do Centro de Tecnologia de Carnes do ITAL Instituto de Tecnologia de Alimentos, ministrou o curso de pós-graduação Especialização em Tecnologia de Carnes nas suas dependências e também in company, contribuindo com a formação de mais de 300 profissionais atuantes na área, na busca de atender as atuais necessidades de formação destes profissionais com disponibilidade de tempo cada vez mais restrita. Após essa larga experiência, e visando atender também ao mercado de produtos derivados do leite, firmou uma parceria com o Centro de Tecnologia de Laticínios deste Instituto, para lançar o Curso de Especialização em Tecnologia de Carnes & Leite abrangendo uma gama maior de produtos que ofereçam segurança alimentar e qualidade. O programa do curso de pós-graduação Especialização em Tecnologia de Carnes & Leite foi planejado para proporcionar ao profissional participante uma visão global de bases científicas e tecnológicas relacionadas com o processamento de carnes, leites e seus derivados. O curso terá forte orientação prática onde o conhecimento dos processos se fará com as mãos na massa, ou seja, com participação direta dos alunos que terão inclusive oportunidade de intercambiar seus conhecimentos e experiências prévias. Ana Lúcia da Silva Corrêa Lemos Coordenador À QUEM SE DESTINA Cursos de aperfeiçoamento na área técnica destinam-se aos profissionais de instituições públicas ou privadas que exercem atividades de natureza técnica, acadêmica ou com interface comercial cuja finalidade é de capacitação contínua. Pensando no atendimento desta demanda foi elaborado um programa de 360 horas com duração de 12 meses e carga horária mensal de 32 horas, cujo conteúdo teórico e prático será ministrado nas dependências do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), em Campinas-SP. OBJETIVOS Contribuir para melhorar a compreensão e o desempenho nas áreas de produção, controle de qualidade, desenvolvimento de produto, gerenciamento, armazenamento, transporte, etc. e permitir aos participantes o desenvolvimento das seguintes aptidões/habilidades: a) Aplicar os fundamentos técnico-científicos nos processos de conservação de matérias-primas e produtos; b) Utilizar matérias-primas, ingredientes, aditivos, equipamentos, embalagens e insumos em geral; c) Compreender os processos de refrigeração e tratamento térmico no controle de microrganismos; d) Entender as etapas de processamento dos principais produtos; e) Conhecer o potencial das tecnologias emergentes para a melhoria da qualidade e agregação de valor aos produtos; f) Interagir na produção e controle de qualidade de produtos cárneos e lácteos. PÚBLICO ALVO O curso é orientado, preferencialmente, para profissionais com formação nas áreas de Engenharia de Alimentos ou Química, Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia, Farmácia-Bioquímica e outras que tenham interface em tecnologia de carnes e/ou leite. Destina-se, portanto, a profissionais graduados com atuação na indústria de carnes e leites, fornecedores de equipamentos, ingredientes, aditivos, embalagens e insumos em geral, bem como com outras formações associadas à cadeia produtiva destes

2 produtos. O curso também atende profissionais que atuam em áreas de média gerência técnica-comercial e que necessitam ter uma visão global sobre tecnologia de carnes e leite, além de recém-formados que buscam melhorar os seus conhecimentos tendo em vista uma oportunidade no mercado de trabalho. PRÉ-REQUISITOS E SELEÇÃO Formação superior Conhecimentos da língua inglesa (leitura e compreensão de textos técnicos e científicos da área) Análise de currículo e entrevista DURAÇÃO O curso terá a duração de 12 meses com carga total de 360 horas, distribuídas entre aulas teóricas e práticas. As aulas teóricas serão ministradas em sala equipada com ar condicionado, recursos audiovisuais e acesso a internet. O local possui área anexa com secretaria, sala de apoio, cozinha para serviço de café, hall de entrada e sanitários. As aulas práticas terão lugar na planta piloto e nos laboratórios de microbiologia, físico-química e avaliação sensorial do Centro de Tecnologia de Carnes - CTC e do Centro de Tecnologia de Laticínios do Instituto de Tecnologia de Alimentos - ITAL. MÉTODO As atividades do curso estão estruturadas de forma a favorecer um grande intercâmbio entre os participantes e os professores. Cada aluno deverá elaborar um trabalho individual baseado em pesquisas bibliográficas visando estimular sua capacidade de análise e de redação. Afora o corpo técnico efetivo estão previstas exposições de especialistas com experiências comprovadas no segmento de carnes e leite. CRONOGRAMA As atividades didáticas estão distribuídas da seguinte maneira: 45 dias de aulas divididas em sextas-feiras e sábados quinzenalmente Período: abril de 2016 a abril de 2017 (1 mês de férias em janeiro) CONTEÚDO DO CURSO TEÓRICO E PRÁTICO I - Fundamentos da Ciência da Carne Composição química, características físico-químicas e aspectos nutricionais da carne Fatores que afetam a cor da carne fresca Estrutura do músculo e conversão em carne Propriedades da carne fresca Efeito das práticas pré e pós abate na qualidade da carne Maciez da carne (maturação) e uso de enzimas Congelamento e resfriamento de alimentos Deterioração de lipídeos - Oxidação Aula Prática: Estrutura do músculo II - Introdução à Tecnologia de Carnes Fundamentos do abate bovino, suíno e aves Classificação de carcaça bovina e suína Função dos ingredientes e aditivos Métodos de análises físicas da carne Embalagens para carnes frescas Aula Prática: Métodos de análises físicas - estrutura do músculo/cor da carne Aula Prática: Cortes cárneos comerciais e afiação de facas Aula Prática: Maturação de carnes III - Processos tecnológicos para a elaboração de produtos cárneos Tecnologia de produtos cominuídos frescais Produtos emulsionados Produtos reestruturados Carne mecanicamente separada Tripas e envoltórios Métodos de cozimento

3 Utilização do cozimento no desenvolvimento e preservação de produtos industrializados Conserva e semi-conserva de produtos cárneos Cálculo de letalidade dos processos térmicos Produtos cárneos esterelizados Processos de cura na elaboração de produtos curados Defumação de produtos cárneos Tecnologia de produtos cárneos marinados Empanamento de produtos cárneos Produtos cárneos secos Embutidos fermentados Secos e Semi-Secos Elaboração de produtos cárneos fermentados crus e cozidos Cultura Starter Tecnologia de carne e produtos cárneos congelados Avaliação e Seminários Aula prática: Hambúrgueres e reestruturados Aula prática: Linguiças frescais, cozidas e defumadas Aula prática: salsichas, mortadelas e patê Aula prática: CMS - carne mecanicamente separada Aula prática: bacon e presunto cru Aula prática: apresuntado e presunto cozido Aula prática: produtos marinados e empanados Aula prática: salames Aula prática: sensorial de salame Aula prática: Produtos esterilizados (Corned beef) Aula prática: produtos secos (beef jerkey) IV - Princípios de Análise Sensorial para avaliação da carne e para o desenvolvimento de produtos cárneos A análise sensorial e sua importância A cor da carne medidas objetivas e subjetivas Percepção dos atributos sensoriais Métodos comumente utilizados - métodos discriminativos, descritivos e afetivos Métodos qualitativos com consumidores Alterações no odor e sabor de carne fresca Avaliação Aula prática: Introdução à análise sensorial de carnes Aula prática: Análise sensorial no desenvolvimento de produtos - uma aplicação prática em emulsionados Aula prática: Aplicação dos métodos discriminativos, descritivos e afetivos Microbiologia de carnes e produtos cárneos Microbiologia de carnes in natura Conceitos básicos sobre o plano de amostragem em análises microbiológicas e preparo de amostras e técnicas de inoculação Grupos de microrganismos e análises de importância em carnes e produtos cárneos: coliformes totais e termotolerantes, Escherichia coli, mesófilos, psicrotróficos, clostrídio sulfito redutor, Staphylococcus aureus, Salmonella sp., Listeria monocytogenes, bolores e leveduras, esterilidade comercial Patógenos emergentes em carnes e produtos cárneos Microrganismos deterioradores em carnes e produtos cárneos Aula prática: Uso de técnicas para amostragem de utensílios, equipamentos, ambientes e manipulação Aula prática: Deterioração de carnes VI - Noções de APPCC (HACCP) Boas práticas de manufactura (GMP) e procedimentos Operacionais Padrão e de Sanificação (POPs) Implantação do sistema APPCC em abatedouros e plantas de processamento - Os Sete Princípios Implantação e manutenção do Sistema APPCC Rastreabilidade e APPCC na indústria frigorífica VII - Tópicos especiais em tecnologia de carnes Atmosfera modificada para carnes e produtos cárneos Orgânicos, alergênicos, certificação de origem Atualidade em assuntos regulatórios para produtos cárneos Aproveitamento de subprodutos do abate ao processamento Tendências e inovações em produtos cárneos Proteína de soja e carboidratos Pratos Prontos Redução de sódio de produtos cárneos VIII - Introdução à tecnologia de leite e derivados Fundamento da tecnologia de leite seus derivado Composição do leite das principais espécies (bovina, caprina, bubalina e ovina) Principais componentes do leite (aspectos físico-químicos, nutricionais e funcionais). IX - Análises físico-químicas e microbiológicas em leite e derivados Aspectos teórico-práticos relacionados ao controle de qualidade na indústria de laticínios Bactérias deteriorantes e patogênicas do leite e derivados

4 Bactérias lácticas Bactérias probióticas Metodologias seletivas para a quantificação de diferentes grupos de bactérias lácticas e probióticos As principais análises físico-químicas aplicadas em leite e seus derivados Parâmetros legislativos para os controles microbiológicos e físico-químicos de leite e derivados Princípios das boas práticas de fabricação de leite e derivados X - Tecnologia de processamento de leite fluído e de produtos lácteos de base lipídica Conservação do leite por meio de tratamentos térmicos Refrigeração e congelamento Tecnologia de processamento do leite por pasteurização Esterilização e ultra alta temperatura (UAT) Tecnologia de processamento de creme de leite, manteiga e sorvete. Inovações tecnológicas e legislação pertinente ao tópico Aulas praticas complementares XI - Tecnologia de fabricação de queijos Processos tecnológicos do processamento de queijos, incluindo definição e classificação dos queijos Etapas básicas do processo de fabricação de queijos Tecnologia de fabricação de queijos frescais (Minas frescal) Tecnologia de fabricação de queijo de massa filada (mussarela e provolone) Tecnologia de fabricação de queijo de massa semi-cozida (prato, queijo suíço) e cozida (parmesão) Tecnologia de queijos fundidos (requeijão), maturados por fungos (gorgonzola), etc. Defeitos em queijo Inovações tecnológicas na fabricação de queijos Legislação e análise de Viabilidade Econômica de um Projeto Agroindustrial XII - Tecnologia de processamento de leites fermentados e de bebidas lácteas Noções sobre fermentação e acidificação do leite Tecnologia de fabricação de leites fermentados e de bebidas lácteas Função dos ingredientes Inovações tecnológicas e legislação Defeitos em produtos fermentados e de bebidas lácteas XIII - Tecnologia de fabricação de produtos lácteos concentrados e desidratados Tecnologia de fabricação de produtos lácteos concentrados e/ou desidratados (leite evaporado, leite condensado, doce de leite, leite em pó, produtos de soro de queijo) Defeitos em produtos Legislação pertinente CORPO DOCENTE A grande maioria dos pesquisadores do Centro de Tecnologia de Carnes (CTC) e do Centro de Tecnologia de Leite (TECNOLAT) do ITAL tem grau de Doutor. O corpo docente será complementado por profissionais de mercado que atuarão como professores convidados. AVALIAÇÃO Os participantes serão avaliados mediante provas escritas, exercícios em sala, seminários e apresentação do projeto de conclusão do curso. Uma vez aprovados em cada item e tendo freqüência mínima de 75%, receberão o certificado de especialista. DATAS Turma anual com início em abril de 2016 Inscrição para seleção a partir de novembro de 2015 Seleção agendada a partir da inscrição

5 VALOR DO INVESTIMENTO Valor da matrícula até 23 de dezembro de R$ 1.800,00 Valor da matrícula a partir de 23 de dezembro de R$ 2.000,00 Opções de parcelamento: Matrícula + 12 parcelas de R$ 3.195,20 = R$ ,40 Matrícula + 18 parcelas de R$ 2.242,26 = R$ ,68 À vista (incluso matrícula) R$ ,00 ORGANIZAÇÃO Instituto de Tecnologia de Alimentos - ITAL Centro de Tecnologia de Carnes CTC Centro de Tecnologia de Leite - TECNOLAT

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Fones: Profa. Gladis Ferreira Corrêa

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Fones: Profa. Gladis Ferreira Corrêa Profa. Angélica Pinho Zootecnista Fones: 3243-7300 Email: angelicapinho@unipampa.edu.br Profa. Gladis Ferreira Corrêa Unidade 1. Introdução à tecnologia de alimentos: conceitos fundamentais, definições

Leia mais

Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Francisco Beltrão Coordenação de Tecnologia de Alimentos PLANO DE ENSINO

Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Francisco Beltrão Coordenação de Tecnologia de Alimentos PLANO DE ENSINO Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Francisco Beltrão Coordenação de Tecnologia de Alimentos PLANO DE ENSINO CURSO Curso Superior em Tecnologia em Alimentos MATRIZ

Leia mais

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Fones: Wats: (53)

Profa. Angélica Pinho Zootecnista. Fones: Wats: (53) Profa. Angélica Pinho Zootecnista Fones: 3243-7300 Wats: (53) 999913331 Email: angelicapinho@unipampa.edu.br Profa. Luciane Segabinazzi Prof. Paulo Lopes Unidade 1. Introdução à tecnologia de alimentos:

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina EAF487 Processamento de Carnes e Derivados II

Programa Analítico de Disciplina EAF487 Processamento de Carnes e Derivados II 0 Programa Analítico de Disciplina EAF87 Processamento de Carnes e Derivados II Campus de Florestal - Campus de Florestal Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Tecnologia de Produtos de Origem Animal Código: VET226 Curso: Medicina Veterinária Semestre de oferta: 8 Faculdade responsável: Medicina Veterinária Programa em vigência

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO IDENTIFICAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS ITAJAÍ PLANO DE ENSINO Unidade Curricular:

Leia mais

06/05/2011. Inspeção de Conservas. Conceito CARNE MECANICAMENTE SEPARADA (CMS) Tipos de Conservas CARNE MECANICAMENTE SEPARADA (CMS)

06/05/2011. Inspeção de Conservas. Conceito CARNE MECANICAMENTE SEPARADA (CMS) Tipos de Conservas CARNE MECANICAMENTE SEPARADA (CMS) Conceito Inspeção de Conservas Subprodutos cárneos preparados adicionadas de sais, conservantes, corantes e/ou temperos preparados através de processo de cura e destinados à alimentação humana. 1 2 CARNE

Leia mais

Inspeção de Conservas

Inspeção de Conservas Conceito Inspeção de Conservas Subprodutos cárneos preparados adicionadas de sais, conservantes, corantes e/ou temperos preparados através de processo de cura e destinados à alimentação humana. 1 2 CARNE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA EDITAL DE RETIFICAÇÃO Nº 01 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL MESTRADO

Leia mais

Currículo do Curso de Engenharia de Alimentos

Currículo do Curso de Engenharia de Alimentos Currículo do Curso de Engenharia de Engenheiro de ATUAÇÃO O Engenheiro de tem como campo profissional de atuação as indústrias que operam com processamento de alimentos, qualidade e conservação de matérias-primas

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina TAL440 Processamento de Produtos de Origem Animal

Programa Analítico de Disciplina TAL440 Processamento de Produtos de Origem Animal 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Tecnologia de Alimentos - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Número de créditos: 5 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária

Leia mais

Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O. Curso: Técnico em Agroindústria. Professora: Roberta M. D.

Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O. Curso: Técnico em Agroindústria. Professora: Roberta M. D. Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Segurança Alimentar e Curso: Técnico em Agroindústria Professora: Roberta M. D. Cardozo Segurança Alimentar Grupos ou espécies de microrganismos

Leia mais

Entender os instrumentos e técnicas de inibição e combate à fraude.

Entender os instrumentos e técnicas de inibição e combate à fraude. Curso de Atualização/Treinamento/Aperfeiçoamento PROJETO 01/2016 DEPEC 1. TÍTULO Curso de aperfeiçoamento em inspeção sanitária e industrial em estabelecimentos de produtos de origem animal 2. OBJETIVOS

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Componente Curricular: Processamento de alimentos de origem animal

Plano de Trabalho Docente Componente Curricular: Processamento de alimentos de origem animal Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Dr Francisco Nogueira de Lima Código: 059 Município: Casa Branca Eixo Tecnológico: Produção Alimentícia Habilitação Profissional: Técnico em Alimentos

Leia mais

Técnico em Agroindústria

Técnico em Agroindústria Curso Técnico Concomitante em Agroindústria Técnico em Agroindústria CÂMPUS URUPEMA MATRIZ CURRICULAR Módulo 1 Carga horária total: 300 h Unidade Curricular C/H Semestral Pré-Requisito Vivências no Setor

Leia mais

Currículos dos Cursos do CCE UFV CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS. COORDENADOR José Antonio Marques Pereira

Currículos dos Cursos do CCE UFV CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS. COORDENADOR José Antonio Marques Pereira 216 CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS COORDENADOR José Antonio Marques Pereira jampereira@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2014 217 Bacharelado ATUAÇÃO O egresso do curso de Ciência e Tecnologia de Laticínios

Leia mais

Nedio Jair Wurlitzer Eng. Alimentos / DSc. 10 de dezembro de 2013.

Nedio Jair Wurlitzer Eng. Alimentos / DSc. 10 de dezembro de 2013. Nedio Jair Wurlitzer Eng. Alimentos / DSc. 10 de dezembro de 2013. Laboratórios Análise de solo, água e planta Biologia molecular Gestão ambiental e resíduos Cultura de tecidos e genética vegetal Análise

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS DEPARTAMENTO Engenharia de Alimentos

Leia mais

I N S T I T U T O M I N E I R O D E A G R O P E C U Á R I A

I N S T I T U T O M I N E I R O D E A G R O P E C U Á R I A Padrões e Parâmetros Físico-Químicos e s de Produtos de Origem Animal e da Água de Abastecimento 1. Água de abastecimento 2.1 Bebidas Lácteas 2.2 Creme de leite 2.3 Doce de leite 2.4 Iogurte, Coalhada

Leia mais

b) Como o Fiscal agropecuário, ao nível de DIF, faz o diagnóstico macroscópico diferencial entre Adipoxantose e Icterícia?

b) Como o Fiscal agropecuário, ao nível de DIF, faz o diagnóstico macroscópico diferencial entre Adipoxantose e Icterícia? 1 INSPEÇÃO DE CARNES E DERIVADOS 1. a) Na inspeção final de um bovino diagnosticou-se Leucose. Qual ou quais os destinos abaixo relacionados que se apresentam corretos? ( ) Remoção da parte atingida e

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA DE ALIMENTOS. COORDENADOR Ronaldo Perez

UFV Catálogo de Graduação ENGENHARIA DE ALIMENTOS. COORDENADOR Ronaldo Perez UFV Catálogo de Graduação 2013 119 ENGENHARIA DE ALIMENTOS COORDENADOR Ronaldo Perez rperez@ufv.br 120 Currículos dos Cursos UFV Engenheiro de ATUAÇÃO O Engenheiro de tem como campo profissional de atuação

Leia mais

Todos os Cursos. Nome do curso Tipo de curso Carga horária Descrição

Todos os Cursos. Nome do curso Tipo de curso Carga horária Descrição Confeiteiro 240 horas Cozinheiro industrial 320 horas Profissional Confeiteiro você vai estudar sobre a fabricação de doces por meio do preparo de massas, coberturas e recheios. Também vai conhecer regras

Leia mais

Agroindústria. Curso Técnico em MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h

Agroindústria. Curso Técnico em MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Curso Técnico em Agroindústria CÂMPUS CANOINHAS MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Tecnologia de Matérias-Primas 80 Não há Microbiologia Geral 80 Não há Analises Químicas 80

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: Bacharelado em Nutrição DEPARTAMENTO: Tecnologia dos Alimentos

Leia mais

INSPEÇÃO DE QUEIJO 22/06/2011 REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL RIISPOA

INSPEÇÃO DE QUEIJO 22/06/2011 REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL RIISPOA Universidade Federal Rural do Semi-Árido Disciplina: Inspeção de Produtos de Origem Animal Docente: Jean Berg Alves da Silva INSPEÇÃO DE QUEIJO HISTÓRIA DO QUEIJO Há 12.000 anos a.c Egito Leite coagulado

Leia mais

Unidade Curricular C/H Semestral Pré-Requisito Introdução ao Curso Técnico em Agroindústria

Unidade Curricular C/H Semestral Pré-Requisito Introdução ao Curso Técnico em Agroindústria Curso Técnico Subsequente em Agroindústria Curso Técnico Subsequente em Agroindústria CÂMPUS XANXERÊ MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 300h Unidade Curricular C/H Semestral Pré-Requisito

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM AGROINDÚSTRIA. Forma Subsequente

CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM AGROINDÚSTRIA. Forma Subsequente CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM AGROINDÚSTRIA Forma Subsequente Componente Curricular: Análise Físico-Química Ementa: Permite ao aluno vivenciar o controle de qualidade físico-químico dos alimentos, através

Leia mais

TECNOLOGIA DE PRODUTOS CÁRNEOS CURADOS E FERMENTADOS Tecnologia de Produção da Linguiça I PROF. DR. ESTEVÃN MARTINS DE OLIVEIRA

TECNOLOGIA DE PRODUTOS CÁRNEOS CURADOS E FERMENTADOS Tecnologia de Produção da Linguiça I PROF. DR. ESTEVÃN MARTINS DE OLIVEIRA TECNOLOGIA DE PRODUTOS CÁRNEOS CURADOS E FERMENTADOS Tecnologia de Produção da Linguiça I PROF. DR. ESTEVÃN MARTINS DE OLIVEIRA DESCRIÇÃO: REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LINGÜIÇA Entende-se

Leia mais

INSPEÇÃO DE LEITE E DERIVADOS PROFª ME. TATIANE DA SILVA POLÓ

INSPEÇÃO DE LEITE E DERIVADOS PROFª ME. TATIANE DA SILVA POLÓ INSPEÇÃO DE LEITE E DERIVADOS PROFª ME. TATIANE DA SILVA POLÓ Processamento do leite Seleção e recepção Pré-beneficiamento: forma isolada ou combinada filtração sob pressão Clarificação Bactofugação Microfiltração

Leia mais

curados e introdução à formulações

curados e introdução à formulações TECNOLOGIA DE PRODUTOS CÁRNEOS CURADOS E FERMENTADOS 1-Classificação de produtos cárneos curados e introdução à formulações Prof. Dr. Estevãn Martins de Oliveira 1 Classificação de embutidos Crus Frescais

Leia mais

DETERIORANTES E INDICADORES DE HIGIENE AROMAS

DETERIORANTES E INDICADORES DE HIGIENE AROMAS ll WORKSHOP DE MICROBIOLOGIA EUROFINS DETERIORANTES E INDICADORES DE HIGIENE AROMAS Aromas - conceitos O que são aromas? São substâncias ou misturas com propriedades odoríferas, capazes de conferir, mascarar

Leia mais

A DISCIPLINA DE BIOLOGIA CELULAR NO CONTEXTO DA ENGENHARIA DE ALIMENTOS

A DISCIPLINA DE BIOLOGIA CELULAR NO CONTEXTO DA ENGENHARIA DE ALIMENTOS A DISCIPLINA DE BIOLOGIA CELULAR NO CONTEXTO DA ENGENHARIA DE ALIMENTOS Profa Dra Maria Tercília Vilela de Azeredo Oliveira Profa. Rosana Silistino de Souza tercilia@ibilce.unesp.br; rosanass@ibilce.unesp.br

Leia mais

O PAPEL DA ANVISA NA ALIMENTOS NO BRASIL

O PAPEL DA ANVISA NA ALIMENTOS NO BRASIL AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA O PAPEL DA ANVISA NA FISCALIZAÇÃO DA SEGURANÇA A DOS ALIMENTOS NO BRASIL III SEMINÁRIO PRO TESTE DE DEFESA DO CONSUMIDOR Alimentos: o consumidor está seguro? Gerência

Leia mais

ANEXO III REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LINGÜIÇA

ANEXO III REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LINGÜIÇA ANEXO III REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LINGÜIÇA 1. Alcance 1.1. Objetivo: Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deverá apresentar o produto cárneo denominado

Leia mais

Disciplina de Inspeção de Carnes e Derivados. Inspeção de produtos industrializados Prof. Dr. Éverton Fagonde da Silva

Disciplina de Inspeção de Carnes e Derivados. Inspeção de produtos industrializados Prof. Dr. Éverton Fagonde da Silva Disciplina de Inspeção de Carnes e Derivados Inspeção de produtos industrializados Prof. Dr. Éverton Fagonde da Silva fagondee@gmail.com 29.11.16 PLANO DE AULA PROFESSOR: Dr. Éverton Fagonde da Silva ASSUNTO:

Leia mais

Introdução. Graduando do Curso de Nutrição FACISA/UNIVIÇOSA. 3

Introdução. Graduando do Curso de Nutrição FACISA/UNIVIÇOSA.   3 ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE PRESUNTOS FATIADOS COMERCIALIZADOS NA CIDADE DE VIÇOSA, MG Sofia Ferreira Macedo 1, Danielli Carvalho de Oliveira 2, Ana Paula Boroni Moreira 3, Cristiane Sampaio Fonseca 4, Érica

Leia mais

Indicativa CARNES E PRODUTOS CÁRNEOS. Salmonella sp/25g Aus 5 0 Aus - moídas; miúdos de bovinos, suínos e outros mamíferos. Coliformes a 45 o C/g

Indicativa CARNES E PRODUTOS CÁRNEOS. Salmonella sp/25g Aus 5 0 Aus - moídas; miúdos de bovinos, suínos e outros mamíferos. Coliformes a 45 o C/g PADRÕES MICROBIOLÓGICOS SANITÁRIOS DO BRASIL, PARA CARNES E PRODUTOS CÁRNEOS Base legal: REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE OS PADRÕES MICROBIOLÓGICOS PARA ALIMENTOS, aprovado pela Resolução-RDC nº 12, de 2 de

Leia mais

Módulo 2 Carga horária total: 300h

Módulo 2 Carga horária total: 300h Curso Técnico Concomitante em Agroindústria CÂMPUS SÃO MIGUEL DO OESTE MATRIZ CURRICULAR Módulo 1 Carga horária total: 300h Química Geral Matérias-primas Agropecuárias Fundamentos Tecnológicos Comunicação

Leia mais

Avaliação do uso da radiação gama na conservação de carnes: uma revisão

Avaliação do uso da radiação gama na conservação de carnes: uma revisão Avaliação do uso da radiação gama na conservação de carnes: uma revisão Flávia Regina PASSOS 1 ; Eduardo Mendes RAMOS 2 ; Richtier Gonçalves da CRUZ 3 1 Professora e Mestranda em Produção Vegetal da UFV-CRP;

Leia mais

CONSERVAÇÃO DO LEITE

CONSERVAÇÃO DO LEITE CONSERVAÇÃO DO LEITE Origem dos micro-organismos no leite animal homem equipamentos e utensílios água, cama e forragem ambiente. PSICROTRÓFICOS: PRINCIPAIS FONTES DE PSICROTRÓFICOS: Pseudomonas spp. -

Leia mais

ENGENHARIA DE ALIMENTOS

ENGENHARIA DE ALIMENTOS 132 Currículos dos Cursos do CCE UFV ENGENHARIA DE ALIMENTOS COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS Paulo Henrique Alves da Silva phasilva@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2002 133 ATUAÇÃO O Engenheiro

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DO SALAME TIPO MILANO

REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DO SALAME TIPO MILANO REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DO SALAME TIPO MILANO 1. Alcance 1.1. Objetivo Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deverá obedecer o produto cárneo denominado

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Engenharia de Alimentos. Grupo PET. ETL Queijos.

PALAVRAS-CHAVE Engenharia de Alimentos. Grupo PET. ETL Queijos. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Inspeção Sanitária de Alimentos de Origem Animal Código da Disciplina:VET227 Curso: Medicina Veterinária Semestre de oferta da disciplina: 9 p Faculdade responsável:medicina

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE MORTADELA 1. Alcance

REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE MORTADELA 1. Alcance REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE MORTADELA 1. Alcance 1.1. Objetivo Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deverá obedecer o produto cárneo industrializado denominado

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA

EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA Qualificação Profissional, inclusive formação inicial e continuada de trabalhadores Qualificação Profissional Cursos voltados às pessoas que buscam desenvolver competências

Leia mais

Universidade Regional de Blumenau, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química. para contato: daniane

Universidade Regional de Blumenau, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química.  para contato: daniane ESTUDO DO COMPORTAMENTO MICROBIOLÓGICO E FÍSICO- QUÍMICO DA LINGUIÇA BLUMENAU ENQRIQUECIDA COM FARINHA DE PUPUNHA ARMAZENADA EM DIFERENTES TEMPERATUTAS D. A. LEMOS 1, I. A. PAULO 2, L. F. CARVALHO 1, S.

Leia mais

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, DE 1 DE MARÇO DE 2004 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais Alimentares Sistemas de Armazenamento

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EM CIÊNCIA DE ALIMENTOS

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EM CIÊNCIA DE ALIMENTOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EM CIÊNCIA DE ALIMENTOS ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO: Engenharia de Alimentos BREVE DESCRIÇÃO DO CURSO: O Curso de Pós-Graduação Lato Senso (especialização) em Ciência de Alimentos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA ESTE DOCUMENTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA ESTE DOCUMENTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Tecnologia de Alimentos - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Número de créditos: 4 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 5 Carga horária semanal

Leia mais

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO

TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA ITINERÁRIO FORMATIVO TECNÓLOGO EM AGROINDÚSTRIA Módulo Básico I 3 Módulo Específico II 365 h Beneficiamento e Industrialização de Grãos Toxicologia dos Alimentos Sistemas Agroindustriais Alimentares Sistemas de Armazenamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS Linha de pesquisa: Caracterização física, química, bioquímica e microbiológica de produtos de origem animal Área de conhecimento: Carnes e produtos derivados Aspectos de produção de carnes (produção, importação

Leia mais

Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE QUEIJO AZUL

Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE QUEIJO AZUL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 45, DE 23 DE OUTUBRO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

História CREDIBILIDADE

História CREDIBILIDADE História A ENTREMINAS iniciou suas atividades como distribuidora de laticínios no ano de 1990. Em 1992 inaugurou sua primeira unidade fabril no município de São Sebastião da Bela Vista - Sul de Minas Gerais,

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PROCESSAMENTO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PROCESSAMENTO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PROCESSAMENTO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL O QUE É O CURSO O curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Processamento de Produtos de Origem Animal modalidade Especialização, destina-se

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO DADOS DA DISCIPLINA Nome da Disciplina: Microbiologia de Alimentos Curso: Farmácia Termo: 5º Carga Horária Semanal (h/a): 4 Carga Horária Semestral (h/a): 60 Teórica: 2 Prática: 2 Total:

Leia mais

Atendimento tecnológico a empresas do setor de alimentos através de laboratório móvel PRUMO RS/Alimentos

Atendimento tecnológico a empresas do setor de alimentos através de laboratório móvel PRUMO RS/Alimentos Atendimento tecnológico a empresas do setor de alimentos através de laboratório móvel PRUMO RS/Alimentos 2 o Simpósio de Segurança Alimentar Debatendo Qualidade Bento Gonçalves, 20-22/8/2008 1.Introdução

Leia mais

Desenvolvimento de um salame a base de carne suína e bovina com recheio de queijo tipo provolone: testes de preferência e aceitação

Desenvolvimento de um salame a base de carne suína e bovina com recheio de queijo tipo provolone: testes de preferência e aceitação Desenvolvimento de um salame a base de carne suína e bovina com recheio de queijo tipo provolone: testes de preferência e aceitação Bruna Gonçalves PEREIRA 1* ; Elcio José CHAVES 1 ; Jéssica Ribeiro HENRIQUE

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina TAL448 Tecnologia de Pescado

Programa Analítico de Disciplina TAL448 Tecnologia de Pescado Catálogo de Graduação 016 da UFV 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Tecnologia de Alimentos - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio - SP Eixo Tecnológico: Produção Alimentícia Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA VOLUNTÁRIA

PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA VOLUNTÁRIA PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA VOLUNTÁRIA A Faculdade Metropolitana de Manaus FAMETRO, através da Unidade de Saúde, torna público que no período de 28/08/17 a 01/09/17, estarão abertas as inscrições para

Leia mais

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio : Técnico em Panificação Descrição do Perfil Profissional: O profissional será capaz de planejar, coordenar, orientar e controlar ações próprias do setor de fabricação, relacionadas aos processos financeiro-administrativos

Leia mais

Campus de Botucatu PLANO DE ENSINO MODALIDADE: ( x ) OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA DOCENTE RESPONSÁVEL: NORKA BEATRIZ BARRUETO GONZÁLEZ

Campus de Botucatu PLANO DE ENSINO MODALIDADE: ( x ) OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA DOCENTE RESPONSÁVEL: NORKA BEATRIZ BARRUETO GONZÁLEZ PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO CURSO: NUTRIÇÃO MODALIDADE: DISCIPLINA: TÉCNICA DIETÉTICA ( x ) OBRIGATÓRIA ( ) OPTATIVA DEPARTAMENTO: EDUCAÇÃO DOCENTE RESPONSÁVEL: NORKA BEATRIZ BARRUETO GONZÁLEZ Semestre

Leia mais

FICHA TÉCNICA TP.PLO.FT.02/REV.00/

FICHA TÉCNICA TP.PLO.FT.02/REV.00/ DESCRIÇÃO DO PRODUTO Pão de Ló Original - Pequeno Peso líquido 500 gr Cor Castanho claro Formato Redondo Textura Fofa Dimensões ø20cm/a:4,5cm Cheiro e Sabor Característicos Prazo de Validade 12 dias INGREDIENTES

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LOMBO

REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LOMBO REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LOMBO 1. Alcance 1.1. Objetivo Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deverá apresentar o produto cárneo denominado Lombo. 1.2.

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO DE GÊNEROS ALIMENTÍCIOS

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO DE GÊNEROS ALIMENTÍCIOS ANEXO I ESPECIFICAÇÃO DE GÊNEROS ALIMENTÍCIOS Todas os alimentos deverão seguir o critério geral de: 1) Características microscópicas: Isento de substâncias estranhas de qualquer natureza. 2) Rotulagem:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Derivados lácteos Med. Vet. Karoline Mikaelle de Paiva Soares Leites Fermentados Padrões

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS UM INVESTIMENTO DAS COOPERATIVAS

CATÁLOGO DE PRODUTOS UM INVESTIMENTO DAS COOPERATIVAS CATÁLOGO DE PRODUTOS UM INVESTIMENTO DAS COOPERATIVAS CATALOGO ALEGRA FOODS2016 v002.indd 1 19/02/16 10:02 e famíli D a pr A nossa a maior alegria é levar produtos de qualidade a mesa das famílias CATALOGO

Leia mais

Descrição do produto. Mortadela com toucinho. Mortadela com toucinho. Mortadela com toucinho bl. Mortadela com toucinho fatiada 180g

Descrição do produto. Mortadela com toucinho. Mortadela com toucinho. Mortadela com toucinho bl. Mortadela com toucinho fatiada 180g Mortadelas Condimentos na medida certa e aroma inconfundível acrescentam o que há de melhor à refeição. Descrição do produto Código Mortadela com toucinho 1427 4 pç - 8,4 kg Mortadela com toucinho 4035756

Leia mais

FORMULAÇÃO ALTERNATIVA PARA ELABORAÇÃO DE SALSICHA EM UMA INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO DE CARNES

FORMULAÇÃO ALTERNATIVA PARA ELABORAÇÃO DE SALSICHA EM UMA INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO DE CARNES UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DA PRODUÇÃO RAFAEL FCO. CARVALHO LEÃO FORMULAÇÃO ALTERNATIVA PARA ELABORAÇÃO DE SALSICHA EM UMA INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO DE CARNES

Leia mais

CARNE BOVINA SALGADA CURADA DESSECADA OU JERKED BEEF

CARNE BOVINA SALGADA CURADA DESSECADA OU JERKED BEEF ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO PRODUTO CARNE BOVINA SALGADA CURADA DESSECADA OU JERKED BEEF 1. DESCRIÇÃO DO OBJETO Entende-se por Jerked Beef ou Carne Bovina Salgada Curada Dessecada, o produto cárneo industrializado,

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELA ADIÇÃO DE ADITIVOS. Aula 5 Prof. Dr. Estevãn Martins de Oliveira

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELA ADIÇÃO DE ADITIVOS. Aula 5 Prof. Dr. Estevãn Martins de Oliveira CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELA ADIÇÃO DE ADITIVOS Aula 5 Prof. Dr. Estevãn Martins de Oliveira 1 HISTÓRICO FOGO DEFUMAÇÃO SAL CONDIMENTOS INDÚSTRIA QUÍMICA SUBSTÂNCIAS COR AROMA SABOR TEXTURA NUTRITIVO

Leia mais

TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA E SOLOS TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Prof: Daniel M. Tapia T. Eng. Agrônomo MSc 2006 Controle da contaminação

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR EIXO TECNOLÓGICO: Produção Alimentícia CURSO/MODALIDADE: Curso Técnico em Agroindústria/Subsequente DISCIPLINA: Tecnologia de Leites e Derivados CÓDIGO: Currículo: 2011 Ano / Semestre: 20/2 Carga Horária

Leia mais

Doenças Transmitidas por Alimentos. Prof.: Alessandra Miranda

Doenças Transmitidas por Alimentos. Prof.: Alessandra Miranda Doenças Transmitidas por Alimentos Prof.: Alessandra Miranda Origem das Doenças Biológica Química Físicas Grupos Vulneráveis Crianças de 0 a 5 anos Mulheres grávidas Doentes e pessoas com baixa imunidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE NUTRIÇÃO PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: Bacharelado em Nutrição DEPARTAMENTO: Tecnologia de Alimentos

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINAS

PROGRAMA DE DISCIPLINAS U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D A B A H I A SUPERINTENDÊNCIA ACADÊMICA SECRETARIA GERAL DOS CURSOS PROGRAMA DE DISCIPLINAS DISCIPLINAS CÓDIGO Nut 132 NOME Técnicas Especiais de Conservação dos

Leia mais

Florianópolis/SC DEZEMBRO DE 2012.

Florianópolis/SC DEZEMBRO DE 2012. 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS EQA 5611: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS PROFESSOR ORIENTADOR:

Leia mais

ISENÇÃO E DIFERIMENTO

ISENÇÃO E DIFERIMENTO ISENÇÃO E DIFERIMENTO No Estado do Paraná a um incentivo fiscal para as empresas onde, toda venda efetuada para uma outra empresa revendedora, a o diferimento na alíquota do ICMS conforme os Art. Nº96

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROCESSAMENTO DE FRUTOS E CARNES

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROCESSAMENTO DE FRUTOS E CARNES CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROCESSAMENTO DE FRUTOS E CARNES 21. O sal, aditivo utilizado no processamento de embutidos cárneos, confere sabor salgado aos produtos, sendo usado em concentrações na faixa

Leia mais

CONTROLE FISICO-QUÍMICO DE CARNES E DERIVADOS. Bromatologia Doutoranda: Mônica C. P. dos Santos (PPGAN)

CONTROLE FISICO-QUÍMICO DE CARNES E DERIVADOS. Bromatologia Doutoranda: Mônica C. P. dos Santos (PPGAN) CONTROLE FISICO-QUÍMICO DE CARNES E DERIVADOS Bromatologia 2017.1 Doutoranda: Mônica C. P. dos Santos (PPGAN) INTRODUÇÃO São as partes musculares comestíveis das diferentes espécies de animais de açougue,

Leia mais

Processamento Tecnológico e Inspeção de Creme de Leite e Manteiga

Processamento Tecnológico e Inspeção de Creme de Leite e Manteiga Processamento Tecnológico e Inspeção de Creme de Leite e Manteiga 1. CREME DE LEITE 1.1 Conceito Produto lácteo relativamente rico em gordura retirada do leite por procedimento tecnologicamente adequado,

Leia mais

Centro de Treinamento de Nova Petrópolis Aprender Fazendo - Compromisso com a Qualificação Profissional da Família Rural.

Centro de Treinamento de Nova Petrópolis Aprender Fazendo - Compromisso com a Qualificação Profissional da Família Rural. Centro de Treinamento de Nova Petrópolis Aprender Fazendo - Compromisso com a Qualificação Profissional da Família Rural. O CETANP Centro de Treinamento de Nova Petrópolis fica localizado na RS 235 no

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: BRF SA.

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: BRF SA. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC CENTRO TECNOLÓGICO - CTC DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS EQA EQA 5611: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS ORIENTADOR:

Leia mais

AVALIAÇÃO FÍSICA E SENSORIAL DE EMPANADO DE CMS DE PINTADO (Pseudoplatystoma sp) ELABORADA COM PRODUTOS FUNCIONAIS

AVALIAÇÃO FÍSICA E SENSORIAL DE EMPANADO DE CMS DE PINTADO (Pseudoplatystoma sp) ELABORADA COM PRODUTOS FUNCIONAIS AVALIAÇÃO FÍSICA E SENSORIAL DE EMPANADO DE CMS DE PINTADO (Pseudoplatystoma sp) ELABORADA COM PRODUTOS FUNCIONAIS Andressa Piccoli Chaves¹; Adriane Macedo 2 ; Janderson de Souza Leal 2 ; Maycon Roberto

Leia mais

Faculdade SENAI de Tecnologia Gráfica. Cursos de Pós Graduação. Planejamento e Produção de Mídia Impressa

Faculdade SENAI de Tecnologia Gráfica. Cursos de Pós Graduação. Planejamento e Produção de Mídia Impressa Faculdade SENAI de Tecnologia Gráfica Cursos de Pós Graduação Planejamento e Produção de Mídia Impressa Programa de pós-graduação lato-sensu, especialmente planejado para profissionais das áreas de produção

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE VIDA DE PRATELEIRA DA FARINHA OBTIDA A PARTIR DAS CASCAS DE ABACAXI (Ananas comosus L. Merril)

DETERMINAÇÃO DE VIDA DE PRATELEIRA DA FARINHA OBTIDA A PARTIR DAS CASCAS DE ABACAXI (Ananas comosus L. Merril) DETERMINAÇÃO DE VIDA DE PRATELEIRA DA FARINHA OBTIDA A PARTIR DAS CASCAS DE ABACAXI (Ananas comosus L. Merril) Thiago Silva Novais¹; Abraham Damian Giraldo Zuniga²; ¹ Aluno do Curso de Engenharia de Alimentos;

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Ensino Técnico. Engenharia de Alimentos.

PALAVRAS-CHAVE Ensino Técnico. Engenharia de Alimentos. 14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO

Leia mais

PASTEURIZAÇÃO. Pasteurização 24/3/2011. Curso de Nutrição ALM024- Processamento de Alimentos. A pasteurização é usada quando:

PASTEURIZAÇÃO. Pasteurização 24/3/2011. Curso de Nutrição ALM024- Processamento de Alimentos. A pasteurização é usada quando: Curso de Nutrição ALM024- Processamento de Alimentos PRINCÍPIOS DE PROCESSAMENTO TÉRMICO PASTEURIZAÇÃO Accácia Júlia Guimarães Pereira Messano 2011 Pasteurização É o tratamento térmico que destrói todos

Leia mais

FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM AÇOUGUES E FIAMBRERIAS

FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM AÇOUGUES E FIAMBRERIAS Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria Estadual da Saúde Centro Estadual de Vigilância em Saúde Divisão de Vigilância Sanitária FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM AÇOUGUES E FIAMBRERIAS Méd. Vet. Ayres

Leia mais

Desafios Regulatórios frente as novas Tecnologias. São Paulo- SP 7 agosto 2014 Fátima D Elia

Desafios Regulatórios frente as novas Tecnologias. São Paulo- SP 7 agosto 2014 Fátima D Elia 2014 Desafios Regulatórios frente as novas Tecnologias São Paulo- SP 7 agosto 2014 Fátima D Elia Desafios Regulatórios Cenário Brasileiro: É membro Codex É membro MERCOSUL Temos 2 órgãos regulatórios:

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE MEMBRANAS (ULTRAFILTRAÇÃO E MICROFILTRAÇÃO) NA INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS

A UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE MEMBRANAS (ULTRAFILTRAÇÃO E MICROFILTRAÇÃO) NA INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS A UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE MEMBRANAS (ULTRAFILTRAÇÃO E MICROFILTRAÇÃO) NA INDÚSTRIA

Leia mais

Tabela de formulários, taxas, croquis e análises para registro de rótulo/produto de origem animal IS 003/06

Tabela de formulários, taxas, croquis e análises para registro de rótulo/produto de origem animal IS 003/06 Iogurte Iogurte Natural Iogurte com Polpa de Iogurte com Pedaços de Iogurte com Suco de Iogurte com Polpa e Suco de Iogurte... Iogurte Natural Parcialmente Iogurte com Polpa de Parcialmente Iogurte com

Leia mais

Avaliação microbiológica da carne maturada de bovinos

Avaliação microbiológica da carne maturada de bovinos Avaliação microbiológica da carne maturada de bovinos Bruna S. Barboza, Eder Paulo Fagan, Rodrigo Cesar M. Alves, Jessica Gonçalves Vero, Evelyn R. dos Santos, Thales de A. B. Cardoso, Ana Maria Bridi

Leia mais

3. Equipe de gerenciamento dos riscos

3. Equipe de gerenciamento dos riscos CAPÍTULO 14 salame santa catarina 1. Justificativa Salame O Estado de Santa Catarina possui o maior parque industrial de embutidos carneos do Brasil, tanto o salame industrializado como o colonial, que

Leia mais

Lei nº DE 18/01/2017

Lei nº DE 18/01/2017 Lei nº 10502 DE 18/01/2017 Norma Estadual - Mato Grosso Publicado no DOE em 18 jan 2017 Dispõe sobre o Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar e de Pequeno Porte - SUSAF-MT, e dá

Leia mais

Competências Profissionais

Competências Profissionais a) Perfil do Técnico em Alimentos 1 Eixo Tecnológico: Produção Alimentícia Área Tecnológica 2 : Alimentos e Bebidas Segmento de Área 3 : Bebidas, Carnes e derivados, Chocolate, doces e balas, Embalagem

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE PRESUNTO

REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE PRESUNTO REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE PRESUNTO 1. Alcance 1.1. Objetivo Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deverá apresentar o produto cárneo denominado Presunto.

Leia mais

COORDENAÇÃO DE NUTRIÇÃO PROCESSO SELETIVO - MONITORIA EDITAL Nº 001/2017

COORDENAÇÃO DE NUTRIÇÃO PROCESSO SELETIVO - MONITORIA EDITAL Nº 001/2017 FUNDAÇÃO ALAGOANA DE PESQUISA, EDUCAÇÃO E CULTURA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE ALAGOAS COORDENAÇÃO DE NUTRIÇÃO PROCESSO SELETIVO - MONITORIA EDITAL Nº 001/2017 A COORDENAÇÃO DO CURSO DE NUTRIÇÃO convoca

Leia mais