BRB. Banco de Brasília S.A. Monitoramento de Rating

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1 Banco de Brasília S.A. Monitoramento de Rating A LFRating comunica ao Banco de Brasília S.A. e ao mercado que, em reunião de Comitê realizada no dia 19 de Agosto de 2009, foi confirmada a nota atribuída ao referido banco no Relatório de Rating emitido em 19 de agosto de A confirmação está baseada na avaliação dos aspectos econômico-financeiros do Banco de Brasília relativos ao primeiro trimestre de 2009, assim como nas demais informações que temos conhecimento até o momento da divulgação deste Relatório, cujos principais pontos descrevemos a seguir. Agosto de 2009, com dados contábeis do primeiro trimestre de 2009

2 Tel.: PRINCIPAIS EVENTOS NÃO CONTÁBEIS 1 No primeiro trimestre de 2009 observou-se uma tendência à estabilização dos cenários econômico e financeiro no Brasil e no mundo, porém muito abaixo dos picos históricos. Com relação ao Brasil, ocorreu uma recuperação nas Bolsas de Valores, onde o Ibovespa ascendeu a patamares em torno de pontos, ainda longe das máximas históricas de 2008 porém com menor volatilidade nos pregões. As previsões para evolução do PIB até o final de 2009 mostram números próximos a zero e há uma clara tendência no câmbio ao recuo das moedas estrangeiras em relação ao real. 2 A indústria e o comércio foram beneficiados por medidas governamentais como a redução ou isenção de IPI para determinados produtos, na forma definitiva para alguns e temporária para outros. O segmento automotivo é um bom exemplo da eficácia desta medida, uma vez que sua produção bateu recordes nos primeiros meses de O mercado bancário foi alvo de inúmeras ações por parte das autoridades monetárias brasileiras, que iniciaram tais procedimentos no segundo semestre de Tais providências tornaram possível a manutenção de uma mínima estabilidade neste mercado, mesmo nos momentos mais agudos da crise, como também possibilitaram a retomada de operações de crédito por parte das instituições, em especial o crédito consignado em folha de pagamento, financiamento a veículos e, ainda em menor escala, o crédito a pequenas e médias empresas. 4 Apesar do crescimento dos níveis de inadimplência nos últimos meses, outros riscos inerentes à atividade bancária foram mitigados de forma sistemática através de medidas como alteração nas regras do depósito compulsório, mudanças na legislação que facilitaram a aquisição de instituições financeiras por parte do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal e, em especial, a atuação do Fundo Garantidor de Crédito - FGC, inicialmente através das compras de crédito de longo prazo, respeitando a qualidade do mesmo, como o caso dos originados na modalidade de consignado em folha de pagamento, e, posteriormente, com a criação do Depósito a Prazo com Garantia Especial do FGC - DPGE. 5 O DPGE é um depósito que tem suas características próprias definidas pelas Resoluções 3.629/09, 3.717/09 e 3.729/09 do CMN, sem emissão de certificado, com disciplina contábil especificada na Carta-Circular 3.391/09 do Banco Central do Brasil. Tais emissões são garantidas pelo FGC em valores até R$ 20 milhões por CPF ou CNPJ, demandando para tal um recolhimento de 1% ao ano sobre o seu valor, por parte do emitente. 6 Um importante passo para a estabilidade na estrutura de funding dos bancos brasileiros foi dado através da Resolução 3.729/09 do CMN, o qual vedou resgates totais ou parciais de DPGEs emitidos a partir de 25 de maio de Importante lembrar que tais aplicações possuem prazo mínimo de seis meses e máximo de cinco anos. 7 O passa por um processo de mudanças em sua estrutura de empresas controladas e em seu quadro diretivo, mudanças estas que serão abordadas com maior profundidade em futuro relatório de Revisão de Rating, o qual basear-se-á em dados contábeis do primeiro semestre de /9

3 Tel.: PRINCIPAIS EVENTOS FINANCEIROS DO PRIMEIRO 1 O aumento do Capital Social do no exercício de 2008, proveniente de reservas legais e estatutárias, elevou este ao montante de R$ 300 milhões. O Banco registrou ainda, entre mar.08 e mar.09, um crescimento de 17,5% em seu Patrimônio Líquido, superando este a marca de R$ 445 milhões ao final mar O mantém elevado caixa livre, o qual avançou ao patamar de R$ 1,3 bilhão e equivalia, ao final do 1 o.trim.09, a 292,4% do Patrimônio Líquido do Banco. Tal política decorre do perfil de curto prazo de seus depósitos e da necessidade de alta liquidez para os elevados valores depositados pelo GDF, os quais representavam ao final de mar.09 57,8% dos recursos confiados à Instituição. Concentração de Crédito 3 Os ativos do Banco elevaram-se 24,3% entre 31.mar.08 e 31.mar.09. Neste intervalo 15,4% verificou-se um crescimento de 35,5% das 13,0% operações de crédito, as quais possuem baixa 8,5% concentração, representando os 10 maiores 5,3% devedores 5,3% da carteira de crédito do e os 50 e 100 maiores 13% e 15,4%, 10 maiores 20 maiores 50 maiores 100 maiores respectivamente. 4 A Instituição opera majoritariamente concedendo Distribuição das Operações de Crédito crédito a pessoas físicas, que representam 82% do 3% volume da carteira. Com relação às pessoas 16 % Pessoa Física jurídicas, o crédito a estas concedido, através de produtos como conta garantida e antecipação de Pessoa Júridica recebíveis, representa 16% da carteira total do outros Banco. 81% 5 O mantém elevadas suas posições ativas em operações compromissadas, as quais possuem contrapartida no passivo e superavam a casa de R$ 290 milhões ao final de mar.09. Quanto ao montante em títulos de renda fixa, este reduziu- se 27,2% entre mar.08 e mar.09, fechando o 1 o.trim.09 em valores próximos a R$ 700 milhões. 15,3 % 16,4 % Depositantes - Categoria 10,6 % 57,8% Institucionais Governo Distrito Federal Pessoa Jurídica Pessoa Física 6 Os depósitos totais do elevaram-se 22,5% entre mar.08 e mar.09, com a manutenção do crescimento dos depósitos a prazo, que registraram aumento de 22,5%, e destaque para a elevação dos depósitos em caderneta de poupança, que neste período cresceram 14,3%, passando a representar 21% dos depósitos do. Os recursos oriundos do GDF continuam em patamar elevado e fazem deste o maior depositante do Banco. 3/9

4 Tel.: Concentração de Depósitos 7 Como mencionado, o Governo do Distrito Federal constitui-se no maior 77,2% 81,0% 64,6% depositante do, representando seus recursos 57,8% dos depósitos do Banco, o que eleva as concentrações dos 10, 50 e 100 maiores para, respectivamente, 64,6%, 10 maiores 50 maiores 100 maiores 77,2% e 81%. 8 As Receitas da Atividade Financeira elevaram-se 28,5%, se comparados os valores acumulados no 1 o.trim.09 com os do 1 o.trim.08. Observou-se no mesmo período uma elevação de 48,4% nas Despesas da Atividade Financeira, o que levou o Resultado da Atividade Financeira acumulado nos três primeiros meses de 2009 a crescer 5% em relação a igual período do exercício anterior. 9 As Receitas de Serviços, relevantes em um banco de varejo, mantêm a tendência de queda observada no exercício de 2008, tendo acumulado no 1 o.trim.09 valores 29% menores que no 1 o.trim As despesas de custeio do, constituídas majoritariamente por custos fixos, mantiveramse elevadas e cresceram 10,8% nos três primeiros meses do exercício de 2009, se comparadas às observadas em período equivalente de O desempenho do Banco no 1 o.trim.09 refletiu-se em um Lucro Líquido ajustado 41,6% inferior ao verificado no 1 o.trim.08. O apresentou índices de Rentabilidade sobre Ativos e Patrimônio (ROA e ROE) nos últimos 12 meses iguais a 2,4% e 33,2%, respectivamente, níveis estes satisfatórios, porém inferiores aos seu histórico recente. 12 O Índice de Basileia do fechou mar.09 em valor próximo ao observado em mar.08, 12,8% contra 13,8%, já contemplado o conceito de Basileia II, o qual incorporou novos fatores de risco para fins de exigência de capital mínimo e também as alterações nas suas bases de cálculo ocorridas no último trimestre do exercício de /9

5 ESTRUTURA PATRIMONIAL R$ 31.MAR DEZ MAR DEZ MAR DEZ.06 TOTAL DE ATIVOS DISPONIBILIDADES APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS Aplicações em Mercado Aberto Aplicações em CDI Aplicações em Moeda Estrangeira TÍTULOS E DERIVATIVOS Operações Compromissadas Títulos de Renda Fixa - Carteira Própria Títulos de Renda Variável - Carteira Própria Fundos de Investimentos Vinculados ao BACEN Vinculados a prestação de garantias RELAÇÕES ENTRE BANCOS E AGÊNCIAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO E LEASING Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Provisão para Créditos em Atraso ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) OUTROS CRÉDITOS OUTROS VALORES E BENS ATIVO PERMANENTE TOTAL DE PASSIVOS DEPÓSITOS TOTAIS Depósitos à Vista Depósitos de Poupança Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo Obrigações por Depósitos Especiais e de Fundos e Programas Depósitos em Moeda Estrangeira CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO Carteira Própria Carteira de Terceiros REC. ACEITES CAMBIAIS E DEBÊNTURES RELAÇÕES ENTRE BANCOS E AGÊNCIAS OBRIGAÇÕES EMPRÉSTIMOS E REPASSES DERIVATIVOS OUTRAS OBRIGAÇÕES RESULTADO EXERCÍCIOS FUTUROS PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Lucros Acumulados Coobrigações e Riscos por Garantias Prestadas Avais e Fianças Créditos em Write Off /9

6 DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS R$ JAN-MAR/09 JAN-DEZ/08 JAN-MAR/08 JAN-DEZ/07 JAN-MAR/07 JAN-DEZ/06 RECEITAS DA ATIVIDADE FINANCEIRA RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO CRÉDITOS RECUPERADOS RENDAS DE CÂMBIO RECEITAS DE TESOURARIA GANHOS COM TÍTULOS E DERIVATIVOS DESPESAS DA ATIVIDADE FINANCEIRA ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) DESPESAS DE CAPTAÇÃO - DEPÓSITOS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) DESPESAS DE CAPTAÇÃO - EMPRÉSTIMOS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PERDAS COM TÍTULOS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PROVISÃO PARA CRELI ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTADO DA ATIVIDADE FINANCEIRA DESPESAS TRIBUTÁRIAS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTADO DE PARTICIPAÇÕES RECEITAS DE SERVIÇOS DESPESAS DE CUSTEIO ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) OUTROS RESULTADOS OPERACIONAIS OUTROS RESULTADOS NÃO OPERACIONAIS ( ) PROVISÃO PARA IR E CS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS 0 ( ) 0 ( ) 0 ( ) LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO LUCRO TRIMESTRAL AJUSTADO DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO - DRE ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) JUROS SOBRE O CAPITAL 0 ( ) 0 ( ) 0 ( ) 6/9

7 HIGHLIGHTS MAR.09 DEZ.08 MAR.08 DEZ.07 MAR.07 DEZ.06 CAPACIDADE DE PAGAMENTO CAIXA LIVRE - R$ mil CAIXA LIVRE EM RELAÇÃO AO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 292,4% 211,0% 305,9% 243,9% 250,4% 106,7% LIQUIDEZ DE CURTO PRAZO 0,45 0,36 0,46 0,42 0,45 0,31 SOLVÊNCIA 1,07 1,07 1,07 1,07 1,08 1,09 GERAÇÃO DE CAIXA - R$ mil MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO 51,3% 61,2% 72,4% 74,3% 79,9% 85,5% MARGEM FINANCEIRA - R$ mil QUALIDADE DO CRÉDITO QUALIDADE DA CARTEIRA 8,52 8,78 8,25 8,19 7,88 7,95 INADIMPLÊNCIA CONTÁBIL SOBRE OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,9% 4,0% 5,1% 6,0% 5,9% 5,9% INADIMPLÊNCIA REAL SOBRE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (1) 4,9% 4,0% 5,1% 6,0% 5,9% 5,9% INADIMPLÊNCIA TOTAL SOBRE PATRIMÔNIO LÍQUIDO 30,7% 24,4% 28,5% 31,6% 29,0% 29,3% PROVISÃO/INADIMPLÊNCIA 66,5% 63,9% 95,9% 85,1% 84,2% 90,5% RENTABILIDADE - % RENTABILIDADE ÚLTIMOS 12 MESES - ROE 33,2% 37,2% 38,9% 40,5% 38,4% 37,3% RENTABILIDADE ÚLTIMOS 12 MESES - ROA 2,4% 2,8% 3,1% 3,5% 3,8% 4,1% SPREAD MÉDIO 1,0% 2,1% 1,3% 3,0% 1,8% 4,6% ATIVOS QUE GERAM JUROS EM RELAÇÃO AO ATIVO TOTAL 80,1% 78,8% 74,0% 73,4% 74,0% 69,6% PASSIVOS QUE PAGAM JUROS EM RELAÇÃO AO PASSIVO TOTAL 73,3% 71,5% 71,2% 67,9% 70,0% 63,2% EFICIÊNCIA - R$ mil (exceto Índice) ÍNDICE DE EFICIÊNCIA 0,90 0,80 0,79 0,82 0,82 0,85 OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR UNIDADE DE PRODUÇÃO DEPÓSITOS POR UNIDADE DE PRODUÇÃO LUCRO LÍQUIDO POR UNIDADE DE PRODUÇÃO (*) OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR FUNCIONÁRIO DEPÓSITOS POR FUNCIONÁRIO LUCRO LÍQUIDO POR FUNCIONÁRIO (*) 6,76 4,84 8,16 10,84 10,27 19,16 ALAVANCAGEM DOS PASSIVOS SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 11,92 11,91 11,21 10,65 9,55 8,16 DA CARTEIRA DE CRÉDITO SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 6,07 5,99 5,26 5,01 4,62 4,66 DO IMOBILIZADO SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,17 0,18 0,21 0,22 0,25 0,27 DO TOTAL RECURSOS EXTERNOS SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,01 0,01 0,00 0,00 0,02 0,02 ÍNDICE DE RISCO BASEADO EM ATIVOS - RBA - BASILÉIA 12,8% 13,8% 12,9% 12,8% 14,8% 14,7% PATRIMÔNIO LÍQUIDO REAL - R$ mil (**) (*) Lucro Líquido Trimestral Ajustado (**) Ajustado por despesas diferidas, ágios e deságios, créditos tributários e excesso de provisionamento (1) inclui créditos cedidos com coobrigação 7/9

8 Tel.: INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS DO AVALIADOR - LFRating A LFRating foi criada em 2002 como complemento dos serviços de avaliação de instituições financeiras e não financeiras que a Lopes Filho & Associados já realizava há 26 anos. É formada por profissionais de elevada experiência em avaliação corporativa, que uniram seus conhecimentos para prover o mercado brasileiro de serviços de análise de risco de todas as modalidades, baseados em três princípios fundamentais.. Independência entre o processo e o objeto de classificação;. Transparência dos fundamentos da classificação; e. Capacidade técnica e ética irreprovável de todos os envolvidos na classificação. A LFRating produz ratings de emissões de empresas nacionais, utilizando-se da expertise de seus analistas e de uma cultura formada ao longo de 30 anos em trabalhos de análises e avaliações de empresas, bancos e fundos de investimentos para os mais diversos propósitos. Um rating emitido pela LFRating é o resultado de uma criteriosa análise que envolve:. uma definição precisa dos riscos envolvidos no objeto avaliado;. a análise detalhada de uma extensa gama de informações estruturais, estratégicas e econômico-financeiras;. um pormenorizado trabalho de due diligence, incluindo abrangente entrevista com os dirigentes e responsáveis pela emissão e pela administração das garantias; e. um capacitado comitê de avaliação que definirá o rating adequado para expressar o entendimento da LFrating sobre o risco de crédito do avaliado. A equipe de análise é especializada e formada por: Cristina Meyer (empresas e títulos) - Daniel Amorim Rangel (bancos) - Graça Paiva (empresas e títulos) - (bancos) - João Batista Simões (empresas e títulos) - (empresas, títulos, fundos e cooperativas) - José Luiz Marques da Silva (empresas e títulos) - Julio Flavio Souza Lima (bancos) - Michelle da Silveira Pereira(empresas e títulos)- Rodrigo Pires (empresas e títulos) - Rubem Crusius(empresas e títulos) - Tarciso Gouveia da Silva(cooperativas) - O Comitê de Rating é presidido por e formado por, pelo menos, dois analistas envolvidos na avaliação em questão. A escala utilizada para classificação de instituições financeiras é baseada em nossa experiência e ajustada ao longo do tempo por fatos concretos que alterem a estrutura do Sistema Financeiro Nacional. 8/9

9 Tel.: ESCALA DE CLASSIFICAÇÃO DE RATING INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NOTA AAA AA A BBB BB B C D CONCEITO - MOEDA NACIONAL oferecem a mais alta segurança para honrar compromissos com fortes bases patrimoniais, excelente política de crédito e histórico de resultados acima da média da indústria financeira. Sua capacidade de geração de caixa é diferenciada e não é seriamente afetada por mudanças nas regulatórias possíveis de serem previstas. oferecem alta segurança para honrar compromissos com saudável política de crédito e sem problemas significativos. As instituições classificadas nesta faixa, no entanto, estão mais vulneráveis a mudanças adversas das condições econômicas e regulatórias do que aquelas da faixa superior. oferecem boa segurança para honrar compromissos com adequada política de crédito, mas que possuem uma ou mais áreas com fragilidades, com condições, no entanto, de superá-las no curto prazo. As instituições estão mais vulneráveis a mudanças adversas das regulatórias do que aquelas das faixas superiores. para honrar compromissos que possuem algumas áreas que instituições, no entanto, são mudanças adversas nas apresentam perda de alguns fatores de proteção financeira que podem resultar em inadequado nível de segurança para honrar compromissos que dependem de mudanças favoráveis no ambiente econômico e regulatório que lhes permita honrar compromissos de maneira periódica. apresentam baixa capacidade para honrar compromissos financeiros regulares. A capacidade de gerar caixa está seriamente afetada por várias fragilidades em várias áreas. Ainda que estas instituições possam estar honrando os compromissos nas datas pactuadas, a continuidade deste procedimento depende grandemente de mudanças favoráveis nas regulatórias, além de algum suporte externo. apresentam elevado risco de não honrarem O rating com muitos sérios problemas e, a menos que algum suporte externo seja providenciado, elas não terão capacidade de honrar os compromissos financeiros assumidos. estão inadimplentes ou muito próximas de não honrarem O rating com graves problemas de geração de caixa, exigindo imediato suporte externo de grande capacidade financeira. Obs.: Com o objetivo de diferenciar os bancos que apresentam diferenças sensíveis dentro do mesmo segmento de rating, LFRating acrescenta sinais de + ou ao lado de cada nota entre AA e B. 9/9

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