PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES

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1 PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Diretores, Conselheiros e Associados da ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA MONTE AZUL SÃO PAULO SP 1. Examinamos o Balanço Patrimonial da ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA MONTE AZUL, levantados em 31 de dezembro de 2008, demonstração do superávit, da mutação do patrimônio social e do fluxo de caixa correspondente ao exercício findo naquela data, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. 2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e os sistemas contábil e de controles internos da Sociedade; (b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela Administração da Sociedade, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 3. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas no parágrafo 1 representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA MONTE AZUL, em 31 de dezembro de 2008, o superávit de suas operações, a mutação de seu patrimônio social e o fluxo de caixa referente ao exercício findo naquela data, de acordo com práticas contábeis adotadas no Brasil. 4. As demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas para fins de comparação foram examinadas por outros auditores independentes cujo parecer foi emitido em 11 de abril de 2008, sem ressalva. São Paulo, 16 de março de P R I M E Auditores Independentes S/S CRC 2SP /O-7 José Francisco Firmino Contador CRC-1-SP /O-8 10 Rua Lavradio, Cj. 11- Pacaembú - São Paulo / SP fone Site:

2 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 e 2007 A T I V O ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades Aplicações Financeiras Adiantamentos Diversos Empréstimos a Empregados Outras Contas a Receber TOTAL DO ATIVO CIRCULANTE ATIVO NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL LONGO PRAZO - - Empréstimos a Empregados Imobilizado TOTAL DO ATIVO NÃO CIRCULANTE TOTAL DO ATIVO

3 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 e 2007 PASSIVO E PATRIMÔNIO SOCIAL PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Obrigações Trabalhistas Obrigações Tributárias Outras Contas a Pagar Conta Corrente PSF (Total Passivo - Conta Corrente) Conta Corrente Urbanização (Total Passivo - Conta Corrente) Provisão para Férias e Encargo TOTAL DO PASSIVO CIRCULANTE PASSIVO NÃO CIRCULANTE EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Provisão para Contingências TOTAL DO PASSIVO NÃO CIRCULANTE PATRIMÔNIO SOCIAL Superávit Acumulado de Exercícios Anteriores Superávit do Exercício TOTAL DO PATRIMÔNIO SOCIAL TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO SOCIAL

4 DEMONSTRAÇÃO DO SUPERÁVIT DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E RECEITA OPERACIONAL BRUTA Doações e Contribuições Doações e Contribuições BMZ Subvenções Subvenções do Programa de Saúde Subvenções do Projeto de Urbanização Subvenções do Projeto PAVS Receitas do Projeto Ambulatório Vendas e Serviços Aluguéis Rendimentos Sobre Aplicações Outras Receitas TOTAL DA RECEITA OPERACIONAL BRUTA CUSTOS DIRETOS DAS ÁREAS PRODUTIVAS Loja ( ) ( ) Padaria (52.069) (48.878) TOTAL DOS CUSTOS DIRETOS DAS ÁREAS PRODUTIVAS ( ) ( ) CUSTOS DIRETOS DOS PROJETOS ASSISTENCIAIS Atendimento Monte Azul (59.620) (34.324) Materiais e Serviços Utilizados em Projetos Assistenciais ( ) ( ) Bolsa Estudos (50.464) (62.772) Programa de Saúde da Família - PSF ( ) ( ) Projetos SAS/SME/SEMAB ( ) ( ) Projeto Urbanização ( ) (2.354) Projeto PAVS - ( ) TOTAL DOS CUSTOS DIRETOS DOS PROJETOS ASSISTENCIAIS ( ) ( ) TOTAL DOS CUSTOS ( ) ( ) DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS Pessoal Remuneração do Pessoal ( ) ( ) Encargo Social ( ) ( ) Administrativas Serviços Prestados ( ) ( ) Gêneros Alimentícios (51.828) (53.733) Manutenção e Conservação ( ) ( ) Medicamentos e Material de Enfermagem (84.831) (82.686) Depreciações e Amortizações ( ) ( ) Gerais ( ) ( ) Outras Receitas e Despesas (15.093) Financeiras (11.938) (4.636) Tributárias (5.682) (7.597) TOTAL DAS DESPESAS ( ) ( ) SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO

5 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO SOCIAL NOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 Reserva de Superávit Patrimônio doações para Déficit Social investimentos Acumulado Total SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE Superávit do Exercício SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE Doações de Bens Ajustes de Exercícios Anteriores Superávit do Exercício SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE

6 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA REFERENTE AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Superávit do Exercício Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao caixa gerado pelas atividades operacionais Depreciações e Amortizações Baixa de Bens do Ativo Imobilizado Resultado na Alienação de Ativos Imobilizado (8.567) - Variações nos Ativos e Passivos Operacionais Adiantamentos Diversos (31.992) (29.208) Empréstimos a Empregados (4.813) Outras Contas a Receber (2.808) - Fornecedores Obrigações Trabalhistas Obrigações Tributárias (34.024) Conta Corrente PSF e Urbanização ( ) Outras Contas a Pagar (6.845) (23.432) Caixa Proveniente das Operações Caixa Líquido Gerado nas Atividades Operacionais Compra de Ativo Imobilizado ( ) ( ) Doações Recebidas de Bens do Ativo Imobilizado Ajustes de Exercícios Anteriores - Imobilizado Recebimento Pela Venda dos Veículos Caixa Líquido Utilizado nas Atividades de Investimentos ( ) ( ) (Redução) e Aumento das Disponibilidades e Aplicações Financeiras (53.812) Disponibilidades no Inicio do Período Disponibilidades no Final do Período (REDUÇÃO) E AUMENTO DAS DISPONIBILIDADES E APLICAÇÕES FINANCEIRAS (53.812)

7 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 NOTA 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Associação foi constituída em 1979, com o objetivo a promoção de atividades de ação comunitária, visando contribuir para a solução de problemas sociais em comunidades carentes, prestando para tais fins, serviços gratuitos, permanentes, sem qualquer discriminação de clientela, conforme a legislação vigor. Dedica-se também, à realização de desenvolvimento social, bem como a prestação de serviço a órgãos públicos, a instituições voltadas ao desenvolvimento comunitário e a empresas privadas. Para a consecução desse objetivo, angaria recursos provenientes de setores públicos e privados, nacionais e estrangeiros. Por se tratar de uma Entidade com objetivos filantrópicos e sem fins lucrativos, goza de isenção das contribuições sobre o total da remuneração paga aos empregados (INSS parcela empregador, seguro contra acidentes de trabalho, SENAI, SENAC e SEBRAE), de acordo com o artigo 55 da Lei nº 8.212/91, com a alteração dada pela Lei nº 9.429/96. Para assegurar este beneficio, faz-se necessário à renovação periódica do Certificado de Entidade Filantrópica, o qual se encontra válido até 01 de dezembro de 2008, conforme Resolução nº 3, de 23 de janeiro de 2009, publicada no Diário Oficial da União em 26 de janeiro de A renovação do certificado de filantropia encontra-se em processo de análise e aprovação do Conselho Nacional de Assistência Social. NOTA 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Base de apresentação As demonstrações contábeis referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2008 foram preparadas de acordo com as novas práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações Lei nº 6.404/76 alteradas pela Lei nº /07, nos Pronunciamentos Contábeis (CFC) homologados pelos órgãos reguladores e normas especificas para entidades sem fins lucrativos. 16

8 Conforme requerido pela referida lei, a Associação adotou o procedimento de preparar a demonstração dos fluxos de caixa (método indireto) em substituição à demonstração das origens e aplicações de recursos. b) Principais práticas contábeis As práticas adotadas para a elaboração destas demonstrações contábeis, são as seguintes: c) Disponibilidades e aplicações financeiras Representadas por depósitos e aplicações financeiras de curto prazo, avaliadas ao custo de aquisição acrescidas dos rendimentos auferidos até a data do balanço. d) Imobilizado É registrado pelo custo de aquisição. As depreciações foram computadas pelo método linear e reconhecidas no resultado do exercício de acordo com as taxas informadas na Nota Explicativa 4. e) Demais ativos circulantes e não circulantes Apresentado ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e variações incorridas até a data do balanço. f) Passivo circulante e não circulante São apresentados por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos financeiros e das variações monetárias incorridas. g) Provisão para férias Está provisionada integralmente pela parte vencida e proporcional a vencer, inclusive com o respectivo encargo até a data do balanço. 17

9 h) Regime de reconhecimento da receita e despesa As receitas são reconhecidas quando efetivamente auferidas e as despesas são registradas pelo regime de competência do exercício. Os bens recebidos em doação são contabilizados diretamente no patrimônio social, em reserva especifica, pelo valor informado pelos doadores e que correspondem aproximadamente ao seu valor de mercado. i) Patrimônio social Representado pela dotação inicial, e pelos superávits e déficits acumulados, combinado com doações, destinadas a Associação. Balanço encerrado em 31 de Dezembro de 2008 Ayrton Pimentel - Presidente CPF Regina Souza de A. Wrasse - Tesoureira CPF Zilda das Graças Almeida Matos - Contadora CRC 1SP251693/O-4 18

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