ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO

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1 ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO A Um Investimentos S/A CTVM, conforme definição da Resolução nº 3.721/09, demonstra através deste relatório a sua estrutura do gerenciamento de risco de crédito. Tanto as políticas como o seu resumo foram aprovados pela Diretoria, sendo responsável pelas informações contidas neste relatório. Definição de Risco de Crédito Risco de Crédito é a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou rentabilidade, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Tal definição compreende ainda: O risco de crédito da contraparte, entendido como a possibilidade de não cumprimento, por determinada contraparte, de obrigações relativas à liquidação de operações que envolvam a negociação de ativos financeiros, incluindo aquelas relativas à liquidação de instrumentos financeiros derivativos não liquidados em Bolsa; A possibilidade de ocorrência de desembolsos para honrar fianças, coobrigações, compromissos de crédito ou outras operações de natureza semelhante; A possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por parte intermediadora ou convenente de operações de crédito. Política de Gerenciamento de Risco de Crédito Estabelece políticas e estratégias para o gerenciamento de risco de crédito, com limites operacionais, mecanismos de mitigação de risco e procedimentos destinados a manter a exposição ao risco de crédito em níveis considerados aceitáveis pela Diretoria. A Política é revisada e aprovada anualmente pela

2 Diretoria da Corretora, a fim de determinar a sua compatibilidade com os objetivos da instituição e com as condições de mercado. Gestão do Risco de Crédito Identificar, mensurar, controlar e mitigar a exposição ao risco de crédito, através de sistemas, rotinas e procedimentos adotados pela Corretora e reavaliados anualmente, tanto no nível agregado de operações com características semelhantes, abrangendo, no mínimo, as fontes relevantes de risco de crédito, a identificação do tomador ou contraparte, a concentração do risco e a forma de agregação das operações; Validar os sistemas, modelos, e procedimentos internos utilizados para gestão de risco de crédito; Estimar, segundo critérios consistentes e prudentes, as perdas associadas ao risco de crédito, bem como comparação dos valores estimados com as perdas efetivamente observadas; Definição de procedimentos para recuperação de crédito; Adequar os níveis de Patrimônio de Referencia (PR), de que trata a Resolução nº3.444, e de provisionamento compatíveis com o risco de credito assumido pela Corretora; Avaliar as operações sujeitas ao risco de crédito, levando em conta as condições de mercado, as perspectivas macroeconômicas, as mudanças em mercados e produtos, e os efeitos de concentração setorial e geográfica, entre outros; Avaliar a retenção de riscos em operações de venda ou de transferência de ativos financeiros; Mensurar o risco de crédito de contraparte advindo de instrumentos financeiros derivativos e demais instrumentos financeiros complexos; Estabelecer limites para a realização de operações sujeitas ao risco de crédito, tanto no nível individual, quanto no nível agregado de grupo com interesse econômico comum e de tomadores ou contrapartes com características semelhantes; Estabelecer critérios e procedimentos claramente definidos e documentos, acessíveis aos envolvidos no processo de concessão e gestão de crédito, para: a) análise prévia, realização e repactuação de operações sujeitas a risco de crédito; b)coleta de documentação das informações necessárias para a completa compreensão do risco de crédito envolvido nas operações; c)avaliação periódica do grau de suficiência das garantias; d)detecção de indícios e prevenção da deterioração da qualidade de

3 operações, com base no risco de crédito; e)tratamento das exceções aos limites estabelecidos para a realização de operações sujeitas ao risco de crédito; Classificar as operações sujeitas ao risco de crédito em categorias, com base em critérios consistentes e passíveis de verificação, segundo os seguintes aspectos: a)situação econômico-financeira, bem como outras informações cadastrais atualizadas do tomador ou contraparte; b)utilização de instrumentos que proporcionem efetiva mitigação do risco de crédito associado à operação; c)período de atraso no cumprimento das obrigações financeiras nos termos pactuados; Avaliar previamente as novas modalidades de operações, com respeito ao risco de crédito e verificar a adequação dos procedimentos e controles adotados pela Corretora; Documentar e armazenar as informações referentes às perdas associadas ao risco de crédito, inclusive aquelas relacionadas à recuperação de crédito; Adotar práticas para garantir que as exceções à política, aos procedimentos e aos limites estabelecidos sejam relatadas apropriadamente. A Instituição conta com Área de Risco composta de funcionários devidamente treinados e certificados para a desenvolvimento das tarefas. Ademais, para auxiliar no monitoramento e controle a Um Investimentos S/A CTVM possui sistema informatizado de controle de Risco. Estrutura de Gerenciamento A estrutura de gerenciamento do risco de crédito permite a identificação, a mensuração, o controle e a mitigação dos riscos associados à Instituição. Diretor Responsável por Riscos Auditoria Interna (Terceirizada) Comitê de Risco Gestor de Riscos

4 Comitê de Risco Responsável pela aprovação e revisão periódica da Política de Gerenciamento de Riscos de Crédito, por assegurar que a estrutura está devidamente implementada e é apropriada para suas atividades e condições de mercado, provendo-a com recursos adequados. Diretor Responsável por Riscos Diretor indicado a representar a Instituição junto ao Banco Central, responsável por definir as políticas e objetivos gerais e respaldar a Alta Administração com informações relevantes sobre a implementação e gerenciamento dos riscos de crédito. Gestor Responsável por Riscos de Crédito Colaborador designado pelo Diretor Responsável para implementar e gerenciar a estrutura de gestão de riscos de crédito. Esta atividade é realizada em unidade específica e de forma segregada daquelas relacionadas à auditoria interna prevista na Resolução CMN 2554/98. Atribuições: Verificação da adoção dos percentuais que compõem a base de cálculo para o limite operacional; Verificação das situações que indiquem problemas de limite diário do cliente, seja pessoa física ou jurídica, elaborando um relatório com as medidas adotadas em cada caso; Acompanhamento intradiário da exposição bruta e líquida dos clientes face seu limite operacional; Monitoramento das posições descobertas; Acompanhamento de posições alavancadas no mercado a termo; Acompanhamento de risco de crédito de operações; Avaliação do risco de crédito de instrumentos privados de dívida, se aplicável; e Avaliação mensal da parcela de risco de crédito sobre o ativo da Corretora.

5 Auditoria Contratada para revisar o processo, considerando aspectos qualitativos e quantitativos, validar as metodologias, padrões e modelos de classificação de risco e verificar o cumprimento da política de gestão de risco de crédito. Adicionalmente, o setor Jurídico analisa o risco legal inerente a cada operação, considerando as normas regulatórias e a legislação vigente. A estrutura de Gerenciamento de Riscos de Crédito contempla sistema tecnológico para identificação, avaliação, monitoramento e controle da exposição á risco de crédito inerente à atividade da Instituição. Sistemas de Gestão do Risco A Um Investimentos S/A CTVM conta com sistema integrado de gestão de risco de crédito, capaz de identificar, mensurar, controlar e mitigar a exposição ao risco de crédito, tanto no nível agregado de operações com características semelhantes, abrangendo, no mínimo, as fontes relevantes de risco de crédito, a identificação do tomador ou contraparte, a concentração do risco e a forma de agregação das operações, assim como gerar relatórios gerencias periódicos para a Diretoria, acerca do desempenho do gerenciamento do risco em decorrência das políticas e estratégias adotadas pela Corretora. O sistema passa por teste de avaliação anualmente. Testes de Estresse São realizados testes de estresse, englobando ciclos econômicos, alteração das condições de mercado e de liquidez, inclusive da quebra de premissas. Os cenários de testes de estresse são realizados regularmente como parte da rotina de gestão de riscos da empresa. Os resultados obtidos nos testes de estresse serão considerados no estabelecimento ou revisão das políticas e limites.

6 Gerenciamento do Risco de Crédito O gerenciamento do risco de crédito consiste no processo de identificação e avaliação de riscos existentes ou potenciais, e no seu efetivo monitoramento e controle, conduzidos através de políticas e processos de gestão, de limites consistentes com as estratégias de negócios e de metodologias voltadas a sua administração e a adoção de sistemas que monitorem o Limite Operacional de cada cliente. A Diretoria expressa por este instrumento seu compromisso de manter uma gestão prudente definindo diretrizes para o gerenciamento de risco de crédito. Sendo responsável pelas informações e promovendo ampla divulgação pública, em seu site na rede mundial de computadores, como também disponibilizando, a todos os interessados, cópia em sua Sede. Um Investimentos S/A CTVM Aprovada Fev/15

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