ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

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1 ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS O ICBC do Brasil Banco Múltiplo S/A considera de suma importância o processo de gerenciamento de riscos, pois utiliza-o para agregar valor aos seus negócios, proporcionar suporte no planejamento e maximizar a utilização de recursos próprios e de terceiros em benefício de seu acionista e da sociedade como um todo. A adoção destas medidas é relevante em razão da crescente complexidade dos produtos e serviços oferecidos no mercado financeiro, bem como pela internacionalização dos negócios, razão pela qual o ICBC do Brasil busca o contínuo aperfeiçoamento do gerenciamento de riscos, sempre em consonância com as leis, regulamentos e as melhores práticas do mercado financeiro, tanto local, como internacional. O ICBC do Brasil conta com um departamento de gerenciamento de riscos independente da sua área negócios e de auditoria, o Departamento de Gerenciamento de Riscos - DGR, que tem por responsabilidade identificar, mensurar e monitorar continuamente os riscos de crédito, operacional, mercado e de liquidez, enfatizando o compromisso da instituição em assegurar um gerenciamento adequado e consonante com as exigências do regulador e aos conceitos emanados pelo Novo Acordo de Capitais da Basileia. A estrutura organizacional para o gerenciamento de riscos no ICBC do Brasil conta com a participação diretiva, mediante o funcionamento de comitês de riscos subordinados a alta administração que estabelecem as políticas e diretrizes para o acompanhamento dos riscos. ICBC DO BRASIL BANCO MÚLTIPLO S/A (Estrutura Organizacional do Gerenciamento de Risco) CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PRESIDÊNCIA Comitê de Riscos (Crédito, Operacional, Mercado e Liquidez) VICE PRESIDÊNCIA Departamento de Gerenciamento de Risco Risco de Crédito Risco Operacional Risco de Mercado Risco de Liquidez Estrutura de Gerenciamento de Risco

2 RISCO DE CRÉDITO Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito O ICBC do Brasil define o risco de crédito como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. O risco de crédito é monitorado, controlado e supervisionado por uma área independente da área de negócios, o Departamento de Gerenciamento de Risco (DGR), o qual, por meio de sistemas, controla e monitora a aderência à política e aos riscos de crédito, buscando a identificação, mensuração, controle e mitigação dos riscos de crédito. A estrutura de gerenciamento do risco de crédito conta com a participação diretiva da alta administração por meio da tomada de decisões em comitês de risco, visando ao acompanhamento contínuo e à mitigação dos riscos de crédito. A Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito possui diretoria responsável foi estabelecida em consonância com o normativos da Resolução nº do Conselho Monetário Nacional (CMN) de 30 de abril de Sistema de Informações de Créditos (SCR) Em atendimento à Resolução de 17 de dezembro de 2008 do Conselho Monetário Nacional, divulgamos abaixo as informações sobre o Sistema de Informações de Crédito (SCR) do Conselho Monetário Nacional. O SCR, instituído em substituição ao sistema Central de Risco de Crédito (CRC) estabelecido pelas Resoluções de 31 de maio de 2000 e nº de 30 de novembro de 2000 ambas do Conselho Monetário Nacional, é um banco de dados do Banco Central do Brasil que registra operações e títulos com características de crédito e respectivas garantias contratadas por pessoas físicas e jurídicas perante instituições financeiras no País. As operações de crédito, para fins de registro no SCR, são: a) Empréstimos e financiamentos b) Adiantamentos c) Operações de arrendamento mercantil d) Coobrigações e garantias prestadas e) Compromissos de crédito não canceláveis incondicional e unilateralmente pelas instituições financeiras f) Operações baixadas como prejuízo e créditos contratados com recursos a liberar g) Demais operações que impliquem risco de crédito, inclusive aquelas que tenham sido objeto de negociação com retenção substancial de riscos e de benefícios ou de controle, de acordo com a Resolução CMN nº 3.533/2008.

3 INFORMAÇÕES SOBRE SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE CRÉDITO SCR O Sistema de Informações de Crédito - SCR tem por finalidade: Prover informações ao Banco Central do Brasil para fins de supervisão do risco de crédito a que estão expostas as instituições financeiras. Propiciar o intercâmbio de informações, entre as instituições financeiras, sobre o montante de débitos e de responsabilidades de clientes em operações de crédito. Prover informações que melhorem a capacidade de avaliação da carteira de crédito das instituições financeiras, bem como permitir o desenvolvimento de ferramentas que sinalizem instituições financeiras com problemas potenciais em relação à sua carteira de crédito. O SCR permite também que o Banco Central do Brasil realize análises sobre o mercado de crédito e auxilie as instituições financeiras na gestão de suas carteiras de crédito, preenchendo a lacuna de informações de um cliente. Forma de consulta às Informações do Sistema de Informações de Crédito - SCR O acesso ao SCR pode ser feito pelas instituições financeiras, pelos seus clientes de operações de crédito e pelas áreas especializadas do Banco Central do Brasil. Para as instituições financeiras, a consulta sobre qualquer informação do SCR depende de prévia autorização do cliente de operação de crédito. O cliente de operação de crédito pode ter acesso à sua posição pessoal no SCR, após credenciamento no SISBACEN/Banco Central (mais informações: Procedimentos necessários para alterações das informações no SCR e de manifestação de discordância quanto às informações no Sistema de Informações de Crédito - SCR Somente a instituição financeira responsável pela inclusão da informação no SCR pode alterá-la ou excluí-la. Caso o cliente de operação de crédito verifique inexatidão de dados a seu respeito no SCR, poderá solicitar a retificação junto à instituição financeira responsável pela informação. Caso não haja entendimento entre as partes, o cliente poderá registrar uma reclamação na Central de Atendimento ao Público do Banco Central ou questionar judicialmente a instituição financeira responsável pelo lançamento considerado inexato.

4 Outros Esclarecimentos sobre o Sistema de Informações de Crédito SCR A consulta de sobre qualquer informação do sistema depende de prévia autorização do cliente de operações de crédito. Todas as normas que tratam do assunto estão destacadas na página do Sistema de Informações de Crédito - SCR, no endereço da internet do Banco Central do Brasil (www.bcb.gov.br). Quaisquer correspondências referentes ao SCR devem ser encaminhadas ao endereço abaixo: ICBC do Brasil Banco Múltiplo S/A Departamento de Gerenciamento de Riscos Av. Brigadeiro Faria Lima º andar Bloco B CEP São Paulo - SP

5 RISCO DE MERCADO Estrutura de Gerenciamento do Risco de Mercado O ICBC do Brasil Banco Múltiplo S/A define o risco de mercado como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da variação de fatores de risco como taxa de juros, taxas de câmbio, índices e preços. O ICBC do Brasil adota uma política conservadora em relação às exposições sujeitas ao risco de mercado. A identificação é o controle de cada um desses fatores de risco é mensurado e monitorado por uma área independente da área de negócios e de auditoria, o Departamento de Gerenciamento de Riscos (DGR), que por meio de sistema de gerenciamento de risco de mercado controla efetivamente o risco de mercado de forma global, a fim de prevenir a redução das posições, quando necessário. Dentre as principais atividade do gerenciamento de risco de mercado, o ICBC Brasil mantém políticas de risco de mercado documentadas e revisadas periodicamente, processos, rotinas e sistema que permitem o acompanhamento das operações de forma tempestiva, acompanhamento dos limites operacionais e relatórios periódicos de risco de mercado encaminhados a alta administração do banco. A estrutura de gerenciamento do risco de mercado conta com a participação da alta administração por meio da tomada de decisões em comitês de riscos, visando ao acompanhamento contínuo e à mitigação dos riscos de mercado. A Estrutura de Gerenciamento de Risco de Mercado possui diretoria responsável e foi estabelecida em consonância com os normativos da Resolução nº de 26 de junho de 2007 do Conselho Monetário Nacional (CMN).

6 RISCO DE LIQUIDEZ Estrutura do Gerenciamento do Risco de Liquidez O ICBC do Brasil Banco Múltiplo S/A define o risco de liquidez como o risco que advém da possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas. Define-se, também, como a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado. O ICBC do Brasil adota uma política de manutenção conservadora dos níveis de liquidez e o controle, o monitoramento e a supervisão são feitos por uma área independente da área de negócios e de auditoria, o Departamento de Gerenciamento de Risco (DGR) que controla efetivamente o risco de liquidez de forma global, a fim de prevenir qualquer incapacidade financeira. Dentre as principais atividade do gerenciamento de risco de liquidez, o ICBC do Brasil mantém políticas de risco de liquidez documentadas e processos, rotinas e sistema para controlar a liquidez em diferentes horizontes de tempo. A estrutura de gerenciamento do risco de liquidez conta com a participação diretiva da alta administração por meio da tomada de decisões em comitês de riscos, visando ao acompanhamento contínuo e à mitigação dos riscos de liquidez. A Estrutura de Gerenciamento de Risco de Liquidez possui diretoria responsável e foi estabelecida em consonância com os normativos da Resolução nº de 24 de maio de 2012 do Conselho Monetário Nacional (CMN).

7 RISCO OPERACIONAL Estrutura de Gerenciamento de Risco Operacional O ICBC do Brasil Banco Múltiplo S/A define risco operacional como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. O gerenciamento de risco operacional é efetuado por uma área independente da área de negócios e de Auditoria, o Departamento de Gerenciamento de Riscos (DGR). Para obter eficiência na gestão de risco operacional, a instituição aprimora suas ferramentas de identificação e avaliação de riscos e se empenhando na implantação de controles que estão efetivamente contribuindo para uma melhor gestão do risco operacional. Dentre as principais atividades do gerenciamento de risco operacional são avaliados e monitorados pelos responsáveis de cada área, além da disseminação da cultura de risco operacional, os riscos legais; gerenciamento de contratos de terceiros; conformidade às normas e regulamentos; combate à lavagem de dinheiro; gerenciamento de crises e plano de continuidade de negócios; práticas inadequadas a clientes, produtos e serviços; ativos tangíveis; e segurança da informação. Os eventos de risco operacional, após identificados, são registrados na base de perdas e avaliados individualmente através da técnica de Control Self Assessment CSA. A estrutura de gerenciamento de risco operacional conta com a participação diretiva do ICBC do Brasil por meio do comitê de gerenciamento de riscos e com os responsáveis pelas áreas em todos os níveis da organização, responsáveis por identificar, comunicar avaliar, monitorar, controlar e mitigar os riscos, de forma a incorporar o conceito de gerenciamento de risco operacional no dia a dia dos negócios. A Estrutura de Gerenciamento de Risco Operacional possui diretoria responsável e foi estabelecido em consonância com a Resolução nº de 29 de junho de 2006 do Conselho Monetário Nacional (CMN). Quanto ao cálculo da parcela do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) para risco operacional (RWAOPAD) o ICBC do Brasil adota a metodologia Abordagem do Indicador Básico, conforme estabelecido na Circular nº de 29 de abril de 2008 do Banco Central do Brasil.

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