PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

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1 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros. Estão consolidadas nas demonstrações contábeis do Conglomerado Prudencial as empresas: 1) Patacão DTVM S.A. 2) Patacão Factoring Fomento Comercial Ltda 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS As demonstrações contábeis consolidadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC, e apresentadas com as diretrizes estabelecidas, pelo Banco Central do Brasil, através do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional COSIF. As demonstrações contábeis consolidadas do Conglomerado Prudencial foram elaboradas para cumprir os requisitos da Resolução no 4.280/13, do Conselho Monetário Nacional (CMN) e regulamentações complementares do Banco Central do Brasil (Bacen). Dessa forma, foram observados requisitos específicos na consolidação e/ou combinação das entidades discriminadas na referida Resolução no 4.280/13 determinados pelo CMN e Bacen, que não necessariamente são os mesmos estabelecido pela legislação societária e pelo próprio CMN ou Bacen para outros tipos de consolidação. Neste sentido, abrangem as demonstrações contábeis do Banco Bradesco, suas agências no exterior, empresas controladas e fundos de investimentos conforme requerido na Resolução no 4.280/13. Por ser a primeira apresentação das demonstrações contábeis consolidadas do conglomerado prudencial, a distribuidora optou pela faculdade prevista no 2o do Art. 10, da Circular no 3.701/14, do Bacen, e não estão sendo apresentadas de forma comparativa, as demonstrações referentes às datas bases anteriores a 30 de junho de Estas demonstrações contábeis consolidadas foram aprovadas pela Diretoria do conglomerado em 31 de julho de 2014.

2 3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS a) Apuração de resultado O regime de apuração do resultado é o de competência. b) Estimativas contábeis Na preparação das demonstrações foram utilizadas estimativas contábeis que se basearam em fatores objetivos e subjetivos e levaram em consideração o julgamento da Administração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações financeiras. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes devido à subjetividade inerentes ao processo de sua determinação. A Distribuidora revisa as estimativas e premissas pelo menos mensalmente. c) Títulos e valores mobiliários e derivativos Os títulos e valores mobiliários são classificados nas categorias de acordo com a intenção da Administração: em negociação, disponíveis para venda e mantidos até o vencimento. Os títulos classificados na categoria para negociação são apresentados no ativo circulante e avaliados pelo valor de mercado, os classificados na categoria disponíveis para venda são avaliados pelo valor de mercado e os classificados na categoria mantidos até o vencimento são contabilizados pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos contratados. Os ajustes ao valor de mercado dos títulos classificados na categoria para negociação são contabilizados em contrapartida à conta de receita ou despesa do período. Os ajustes ao valor de mercado dos títulos classificados na categoria disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários e na venda definitiva dos títulos, estes ajustes são transferidos para as respectivas contas de resultado do período. d) Permanente Imobilizado de uso - São registrados pelo custo de aquisição e a depreciação foi calculada pelo método linear, com base em taxas que levam em consideração a vida útil e econômica dos bens, sendo de 20% a.a. para Sistema de Processamento de Dados e Transportes e de 10% a.a. para as demais contas.

3 e) Demais ativos circulantes e realizáveis a longo prazo São apresentados pelo valor de realização, incluindo quando aplicável, as variações monetárias, bem como os rendimentos auferidos até a data do balanço. f) Passivos circulantes e exigíveis a longo prazo Demais passivos circulantes e exigíveis a longo prazo - São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data dos balanços. Provisões - Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Distribuidora possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado onde é provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação e os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. g) Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social A provisão para o imposto de renda foi constituída à alíquota de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10% sobre os lucros que excederem R$ 240 no ano. A provisão para contribuição social é calculada à alíquota de 15%, após efetuados os ajustes determinados pela legislação fiscal. h) Contingências Os passivos contingentes são reconhecidos quando, baseado na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os ativos contingentes são reconhecidos quando a administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos. i) Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional e estrangeiras, aplicações no mercado aberto; e, aplicações de renda fixa, cujo vencimento das operações na data de efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Distribuidora para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo.

4 30/06/2014 Disponibilidades 657 Caixa 384 Depósitos Bancários 184 Disponibilidades em moedas estrangeiras 89 TVM e Instrumentos financeiros derivativos 17 CDB 17 Total Caixa e equivalente de caixa TVM E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS a) Títulos e valores mobiliários estão classificados como Disponíveis para a Venda, e estão compostos conforme abaixo: 30/06/2014 Carteira própria 200 CDB 39 Ações em Cias Abertas 64 Títulos de capitalização 97 Vinculados a prestação de garantia 28 Ações de Cias Abertas 28 Total da carteira 228 b) Instrumentos financeiros derivativos: Em 30 de junho de 2014 não havia operações com instrumentos financeiros derivativos. 5. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS Refere-se a empréstimos no País, com os sócios no montante de R$ 1.151, instituições financeiras no montante de R$ 345 e sociedades ligadas no montante de R$ 244.

5 6. COMPOSIÇÃO DE SALDOS RELEVANTES Ativo Circulante 30/06/2014 Outros Créditos Negociação e intermediação de valores 87 Devedores conta de liquidação pendentes 87 Diversos 774 Cheques a receber 28 Duplicatas a receber 80 Devedores diversos - País 666 Passivo Circulante Outras Obrigações Fiscais e previdenciárias 42 Impostos e contribuições s/ lucros a pagar 20 Impostos e contribuições a recolher 22 Negociação e intermediação de valores 56 Credores conta de liquidação pendentes 56 Diversas 85 Provisão para pagamentos a efetuar 51 Obrigações p/aquis. Bens e direitos CAPITAL SOCIAL O capital social de R$ 1.604, representado por cotas, totalmente subscrito e integralizado na data do balanço, por cotistas domiciliados no país. 8. JUROS DE CAPITAL PRÓPRIO No semestre encerrado em 30 de junho de 2014, não foram pagos juros sobre capital próprio, conforme faculta o artigo 9º da Lei nº 9.249/95.

6 9. CONTINGÊNCIAS As declarações de renda dos últimos cinco exercícios estão sujeitas à revisão e aprovação pelas autoridades fiscais. Outros impostos e contribuições permanecem sujeitos à revisão e aprovação pelos órgãos competentes por períodos variáveis de tempo. 10. GERENCIAMENTO DA ESTRUTURA DE CAPITAL Visando o atendimento à Resolução de 30/06/2011 do Banco Central do Brasil, a instituição adotou uma política de gerenciamento de capital que constitui um conjunto de princípios, procedimentos e instrumentos que asseguram a adequação de capital da instituição de forma tempestiva, abrangente e compatível com os riscos incorridos pela instituição de acordo com a natureza e complexidade dos produtos e serviços oferecidos a seus clientes. 11. RISCO OPERACIONAL Definido como o risco de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, e eventos externos. Nesta definição inclui-se o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, o risco de sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e de indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição. A área de Risco Operacional da Distribuidora atualmente subordinada ao Diretor Responsável pela Estrutura de Gerenciamento de Risco Operacional é responsável pela coordenação das atividades relacionadas a risco operacional e tem, entre outros fins, o cumprimento do disposto na Resolução nº 3380 do Banco Central do Brasil. A estrutura de Gerenciamento de Riscos Operacionais contempla uma Matriz de Riscos e Controles que, integrada com o sistema de controles internos, registra eventuais perdas operacionais incorridas, realiza avaliações periódicas de suas atividades e processos, identificando os riscos inerentes e a efetividade dos controles praticados e quando necessário implementa planos de ação para mitigar os riscos e aprimorar os controles. 12. RISCO DE MERCADO O gerenciamento de risco de mercado é efetuado de forma centralizada, por área administrativa que mantém independência com relação à mesa de operações. A Instituição se encontra apta a atender as exigências da Resolução CMN que trata da estrutura de gerenciamento do risco de mercado, nos prazos estabelecidos.

7 13. OUVIDORIA O componente organizacional de ouvidoria encontra-se em funcionamento e a sua estrutura atende às disposições estabelecidas por meio da Resolução CMN 3.849, de 25 de março de EVENTO SUBSEQUENTE Em alteração contratual realizada em 19 de agosto de 2014, foi deliberado à alteração da razão social da Patacão Factoring Fomento Comercial Ltda para One Cobranças Ltda, e alterou também o objeto social para prestação de serviços de cobrança. A alteração contratual foi homologada pela Junta Comercial do Estado de São Paulo em 29 de agosto de 2014; e, a partir desta alteração não haverá mais obrigatoriedade da elaboração do Conglomerado Prudencial para a empresa Patacão DTVM Ltda. GUIDO CUSSIOL FILHO Administrador GIOVANNA MARIA DE CARVALHO PINTO Administradora AGGEU MATTUCCI JUNIOR Contador CRC-1SP /O-0

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